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Hummmm. Boa pergunta. Não lembro. Essas vagas lembranças.... Mas se não achar, me avise que pesquiso. Você conhece "stroopwafel"???? Uau!!! E se for em maio, lhe mostro onde encontrar o

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Oi gente, comecei a mochilar a pouco tempo e vou pra Europa em Agosto/14. Vou chegar na Europa por Amsterdã e ficar lá 3 dias, tenho um problema que é a volta pro Aeroporto de Schiphol, meu voo pra Paris é às 8:00h da manhã e não quero/não tenho grana pra táxi. O hostel que reservei é bem no centro da cidade, The Bulldog Hostel, perto da Centraal Station, minha dúvida é se é seguro andar no Centro de Amsterdã umas 5:30h, 6h da manhã. ::hein:

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  • Membros de Honra

Filipe, bem-vindo ao fórum!

 

Eu te recomendaria dormir na noite anterior ao vôo perto do Schiphol. Ainda assim, se não puder mudar a reserva, não creio que você terá problemas. Amsterdam não me pareceu a capital europeia mais segura, mas acho que o principal é que em toda a Europa Central as chances de roubo a mão armada são mínimas. Milhares de jovens vão para a noitada todos os dias em Amsterdam e voltam a essa hora, duvido que você esteja sozinho nas ruas. Vale a máxima de todo o restante da Europa Central, vigie suas coisas, não dê mole e tudo ficará bem.

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Filipe, bem-vindo ao fórum!

 

Eu te recomendaria dormir na noite anterior ao vôo perto do Schiphol. Ainda assim, se não puder mudar a reserva, não creio que você terá problemas. Amsterdam não me pareceu a capital europeia mais segura, mas acho que o principal é que em toda a Europa Central as chances de roubo a mão armada são mínimas. Milhares de jovens vão para a noitada todos os dias em Amsterdam e voltam a essa hora, duvido que você esteja sozinho nas ruas. Vale a máxima de todo o restante da Europa Central, vigie suas coisas, não dê mole e tudo ficará bem.

 

Muito obrigado pelas boas-vindas e pela resposta!

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  • 5 semanas depois...
  • Membros

Oi gente ! Estou planejando meu primeiro mochilão pra europa, em dezembro. Estou com certa dificuldade com relação a hospedagem em Amsterdam.

Primeiro quanto à localização. Já li muita coisa e achei tudo confusa, cada um fala uma coisa...

Segundo, quanto aos preços ! Mas pelo que li aqui, é tudo bem caro mesmo por lá. Estou pensando no Inner Amsterdam ou no Stayokay. 3 diárias neles estão entre 330 e 360 reais. Alguém tem algo a dizer sobre eles, ou alguma outra dica ?

 

Beijos !

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  • 2 semanas depois...
  • Membros
Oi gente ! Estou planejando meu primeiro mochilão pra europa, em dezembro. Estou com certa dificuldade com relação a hospedagem em Amsterdam.

Primeiro quanto à localização. Já li muita coisa e achei tudo confusa, cada um fala uma coisa...

Segundo, quanto aos preços ! Mas pelo que li aqui, é tudo bem caro mesmo por lá. Estou pensando no Inner Amsterdam ou no Stayokay. 3 diárias neles estão entre 330 e 360 reais. Alguém tem algo a dizer sobre eles, ou alguma outra dica ?

 

Beijos !

 

 

Resposta meio atrasada, mas talvez seja útil: estive em Amsterdam em fevereiro deste ano e fiquei hospedada em um hotel "meio diferente" (porque ocupa o andar térreo de um prédio aparentemente comercial/residencial, mas que na verdade abriga mais outros dois hotéis nos outros cinco andares. Ficava perto do Vondel Park, na avenida "Erste Constantijn Huygenstraat" (perto da avenida Overtoon). O hotel ficou até acima das minhas expectativas e quatro diárias saíram por 325,00 Euros, o que eu achei "aceitável" para Amsterdam, já que lá qualquer hospedagem vai ser mais cara mesmo. Quartos novos e muito limpos. Tinha wi-fi incluída na diária, mas o café da manhã era pago à parte (12 Euros, bem caro por sinal, mas muito bom e completo, o que me fez optar por ele em dois dias). Em todo o caso, tem uma infinidade de cafés e padarias na rua do hotel e adjacências, incluindo um Starbucks e algumas padarias com produtos orgânicos, com preços bem mais em conta.

 

A localização não é a mais tradicional, é claro, mas dava para fazer muita coisa a pé, mesmo no inverno (para ir a Leidsesplein levava apenas uns 6-8 minutos). Museumplein fica um pouco mais distante, levando usn 15-20 minutos a pé. Mas tem paradas de bonde por perto, por onde passam várias linhas úteis para passear pela cidade.

 

A única coisa meio ruim é que a localização não era a melhor em termos de deslocamento de/para a Estação Central ou o Aeroporto para quem está com malas. Usamos o táxi, até porque a ida para o aeroporto já era final da viagem e estávamos com a bagagem mais carregada.

 

O nome do hotel é "Grand Hotel Downtown" e fiz a reserva pelo Booking.

 

Ah, e ao contrário de mutas opiniões, eu achei Amsterdam uma cidade muito segura! Não vi nada de alarmante/esquisito quanto à segurança, mas talvez porque eu tenha circulado pouco nos locais considerados mais críticos, como Damrak e Red Light District. Perto da Leidsesplein e Museumplein e no bairro Joordan, eu achei muito tranquilo! Também não me senti insegura na Estação Central, onde estive pelo menos umas três vezes (na chegada e duas vezes para fazer conexões com o metrô para lugares mais afastados.

 

Abs,

 

Cris

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  • Silnei changed the title to Amsterdam

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      Viajamos para Amsterdam nos primeiros dias do verão europeu, mas acho que esqueceram de avisar São Pedro, o frio estava congelante! Não que isso tenha estragado o fim de semana, a cidade das bikes é maravilhosa, chova ou faça sol, dá pra aproveitar! Aliás, é super comum ver as mães e pais carregando seus filhos pequenos na bicicleta mesmo em dias de chuva.
       
      Chegamos no fim da tarde meio perdidos e descemos do ônibus no ponto errado, que para nossa sorte era exatamente na Praça dos museus (ou Museumplein), onde fica o Museu nacional e a famosa escultura I Amsterdam. O lugar é lindo, até em dias cinzentos como aquele. O grande lago com algumas esculturas contemporâneas completa o charme.
       

       
      Decidimos ir direto ao Museu Van Gogh, que não é barato, mas é maravilhoso! Obrigatório para os amantes da arte. Logo ao chegarmos, uma banda começou a tocar no hall principal. Uma banda dentro de um museu, adorei! As obras estão dispostas em ordem cronológica, o que é muito interessante pra ir acompanhando as diversas fases da vida do pintor holandês. Além dos quadros há também desenhos, rascunhos e uma parte muito interessante onde é possível através de microscópios ver as espessas camadas de tintas utilizadas pelo artista. só tivemos 2 horas antes do museu fechar, mas dá pra “perder” horas lá dentro!
       

       
      Fomos a pé para o hostel admirando os canais, as floreiras nas pontes e toda a peculiar arquitetura dos prédinhos holandeses. Mas em pouco tempo de caminhada já deu pra perceber que quem manda na cidade são as bikes! Se você está a pé tem que prestar muita atenção pra não ser atropelado por uma delas.
       

       
      Sobre o hostel, a dica é: Não fique lá! A hospedagem em Amsterdam é bem cara e pelo que vi não há muitas opções (viáveis) interessantes. Na minha pesquisa pelo melhor custo-benefício (mais custo na verdade rs) encontrei o Hansbrinker, eles se auto-intitulam como o pior hotel do mundo e fazem campanhas bem-humoradas confirmando isso, mas, achei que era mais uma jogada de marketing, que não seria tão ruim assim e de qualquer forma, era um dos mais baratos mesmo, então ficamos com ele. Me arrependi! Na chegada nos deparamos com uma fila enorme para o check-in, uma multidão entrando e saindo sem o menor critério, barulho a noite toda e o atendimento era bem razoável. Talvez seja um sinal de que estou ficando velha, mas enfim, não recomendo! (ps. pelo menos a localização era boa!).
       
      À noite saímos sem rumo e acabamos na Rembrandtplein, seu nome homenageia o pintor Rembrandt, assim como uma grande estátua no centro da praça. Na frente dela há um conjunto escultural representando um de seus quadros, “A ronda noturna”. A grande praça é cercada por vários bares, restaurantes, casas noturnas e claro, coffe-shops. Amsterdam, apesar (ou exatamente por isso) de ser uma cidade liberal em relação às drogas (leves, é bom especificar) e sexualidade, funciona muito bem e é bastante segura.
       

       
      No dia seguinte começamos pela Casa de Anne Frank, enfrentamos uma enorme fila no frio e na chuva, mas valeu a pena! Li “O diário de Anne Frank” há muito tempo e foi algo que me marcou muito. Entrar nos pequenos aposentos onde se escondia toda uma família e ver as condições em que eles sobreviviam é realmente muito triste. No fim há um depoimento do pai dela, único sobrevivente da família e responsável por publicar o diário da filha após a guerra. É impossível não sair com lágrimas no olhos!
       

       
      Seguimos pela mais antiga praça da cidade, a Dam Square, onde entre outras coisas fica o obelisco em homenagem aos soldados mortos na 2ª guerra mundial e o famoso Madame Tussauds (e uma multidão de turistas e locais).
       
      A Fábrica da Heineken (ou Heineken experience) é parada obrigatória, mesmo pra quem não é tão apreciador de cerveja. Começa contando um pouco a história da marca com garrafas e rótulos antigos, depois uma breve explicação sobre os elementos principais e uma visita à sala dos enormes caldeirões. Há ainda uma criativa sala de cinema onde eles prometem te transformar em uma cerveja, e não é mentira Mas a parte mais legal é no fim, onde há a degustação de algumas rodadas de cerveja e uma sala interativa toda futurista. Vale a pena passar na lojinha, as coisas são caras mas as promoções são boas! Comprei um pack com 4 long necks com embalagens comemorativas por 5 euros!
       

       
      À noite fomos até o Red light district, estava curiosíssima pra conhecer essa tão falada região! A conclusão é que é exatamente como falam, vitrines ao longo de todo o canal e das ruas próximas com mulheres (das mais variadas belezas e feiuras) de lingerie ou biquini tentando atrair seus “clientes” e várias casas eróticas de shows de todo o tipo (segundo os cartazes, não me aventurei! Rsrsrs). Os neons nas fachadas criam o clima, mais ou menos como no baixo Augusta em São Paulo. Mas, apesar do “conteúdo adulto”, haviam muitas famílias, homens e mulheres de todas as idades, acho que hoje já se tornou mais um ponto turístico, algo que as pessoas tem curiosidade de ver. Ah, nem tente tirar fotos das moças, além de ser proibido, elas percebem mesmo de longe e se escondem.
       

       
      No último dia fomos até o Vondel Park, que é o mais famoso da cidade. Para nossa sorte, estava tendo uma apresentação musical meio alternativa e paramos um pouco pra ouvir, uma delícia! O legal foi ver no fim do show, todo mundo guardando as cadeiras em que estavam sentados.
       

       
      Sem tempo pra mais muita coisa, apelamos para o tradicional Mc Donald’s e seguimos para o aeroporto, com mais algumas lembranças na mala.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/ =)

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