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Rumo Austral - de Curitiba a Carretera Austral de Ranger

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Continuando a postar relatos antigos e que foram sonegados aos mochileiros segue a postagem sobre a minha viagem pela Carretera Austral pelo Chile. Como minha viagem anterior, sempre tem enroscos e problemas. Desta vez por poucos quilômetros eu quase não volto mais e quase ferrei o motor.

 

Como dá outra vez não é uma relato com detalhes sobre preços e tals. Gastei sempre o mínimo possível com alimentação e hospedagem. Devo ter almoçado em restaurantes umas 4 vezes a viagem toda. Portanto não posso dar muitas dicas sobre a alimentação na Carretera. O caso é que eu sempre perdia a hora de almoço e quando lembrava já tinha passado a cidade mais próxima. Ai tinha que lanchar o que tinha no carro mesmo. Aliás esta viagem foi um belo SPA pois de 98 Kg no início eu voltei com 92 apenas :-)

Levei de novo todo o equipamento de camping que acabou indo passear apenas. A Ranger se portou muito bem na estrada e se não fosse por negligência minha não teria dado problema com o arrefecimento e queimado a junta do cabeçote no final da viagem. Pura burrice.

 

Fui sozinho porque meu tio não pode me acompanhar aquele ano e também porque a outra pessoa que tinha me garantido que ia junto deu pra trás um mês antes. Assim achei melhor seguir sozinho do que esperar mais um ano para ver se conseguia companhia para a empreitada.

 

Mas vamos aos relatos.

 

1º DIA – 22/12/2013 – DOMINGO.

De Curitiba a Quarai - RS / Artigas – Uruguai – 1150 km

 

Saí de Curitiba as 5:25 h debaixo de uma garoa fina e chata que me acompanhou até União da Vitória mais ou menos. O calor começou a chegar e por volta das 8 ou 9 horas e pegou pesado. Acho que deve ter ficado uns 30 graus ou mais.

Como estava viajando sozinho fui dando paradas a cada 2 ou 3 horas para esticar o esqueleto.

A estrada pelo interior tem muitas curvas, mas tem trechos bem tranquilos em que se pode desenvolver 100 a 110 Km/h (GPS) numa boa.

Acabei não almoçando hoje, comi pão de queijo, amendoim japonês e frutas secas. Quando parei num posto para almoçar achei muito caro (era chique) R$ 21,00 o bufet livre.

Quando cheguei a Quarai estava iniciando a hora do agito de domingo na praça central. Os carros iam parando em volta da praça e deles saiam os jovens com cadeiras de praia, coolers de cerveja e se abancavam na grama esperando a galera ficar desfilando com seus carro e com o som alto. Coisas do interior do Brasil.

Mudei roteiro inicial e vou entrar no Uruguai pra fazer umas comprinhas básicas. Depois entro na Argentina por Salto UR / Concórdia AR.

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2º DIA – 23/12/2013 – SEGUNDA.

De Quarai - RS / Artigas – Uruguai a Viale / Maria Grande - 485 km

 

Dia da lembrança (ou lambança).

Acordei tarde em Quarai, tomei um café reforçado no Hotel Fênic e fui para Artigas pensando em pegar as lojas abertas as 8 h, todavia elas só abriam as 9.

Em Artigas tem umas 4 free shops apenas e nelas eu não encontrei o q queria: bateria extra pra minha câmera, um tripé e fogareiro de camping. Eu não quis trazer o meu fogareiro porque ele é muito grande.

Sai de lá 9:30 depois de carimbar meu passaporte. Segui pela estrada que leva a Salto e ela estava bem ruinzinha como da outra vez q passei por aqui em janeiro.

Passei para o lado argentino por cima da barragem de Salto Grande. Na Argentina tem uma aduana integrada com o Uruguai e ai é q começou o problema:

A moça da aduana tinha que ter me pedido o seguro Carta Verde e não o fez... Passei batido pela fronteira e segui viagem.

Até que tinha um bando de policiais na beira da estrada parando os carros. Eu por segurança já saquei dos documentos e ai que eu lembrei... não tinha feito o seguro... GELEI... ESQUECI DE FAZER A CARTA VERDE.

Com toda aquela agitação da semana q antecedeu a viagem eu esqueci. Até tinha cotado com o cara que faz seguro para a minha família a tempos e não fui buscar nem pagar...

Na primeira cidadezinha que achei eu parei, mas tinha q esperar a maldita siesta pois era 14.30 e esperei até as 16:30 para abrirem as portas. Falei com um corretor e ele me disse q só poderia resolver amanha (24/12). Beleza, tinha solução.

O que não tinha solução era a hospedagem pq aquela titica de cidade não tinha NENHUMA hospedagem. Tive de seguir, por estrada de terra, ate Maria Grande, uns 30 km de Viale.

Fiquei no hostal El Sossego 150 pesos, algo em torno de R$ 55. Quarto pequeno, limpo e bem gostoso. Tomei meia garrafa de um vinho marca Viejas Cepas, da uva Syrah e capotei na cama. Nota sobre o vinho: Um pouco mais amargo do que eu gosto.

 

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3º DIA – 24/12/2013 – Terça (Martes).

De Viale / Maria Gorda a Villa Mercedes – km

Acordei as 7 e fiquei vendo TV. Sai do hostal e segui para Viale (30 Km) novamente por estradas de terra.

Chegando lá, fui direto a seguradora que enrolou, cobrou mais caro, mas fez o seguro inclusive com assistência de guincho para até 200 Km (oba).

Terminado este tramite, segui viagem rumo a Santa Fé. Para chegar lá tem que se passar por um túnel por baixo do rio Paraná. Muito bacana. Parece que só desce, acho que deve descer a uns 50m, sei lá.

Passando A cidade é só asfaltão... O problema é que em certos lugares parece q tem uma micro cidade a cada 10 Km. Ai tem q diminuir a velocidade até 50/60 por hora.

Entrei no centro de Rio Cuarto para pegar dinheiro no banco. Peguei 1000 pesos. Até agora só troquei 120 dolares. 20 dolares me fizeram a cotação 8,40. 100 dolares fizeram 10 pesos por dólar.

 

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4º DIA – 25/12/2013 – Quarta (Jueves).

De Villa Mercedes a Mendoza a Malargue – 760 km

 

O hotel que fiquei se chama Hostal Del Sol e vc percebe que ele já teve dias melhores, agora esta muito decadente, porém tem ótima estrutura se vc não ligar para as coisas serem velhas e feias da idade. A piscina como vcs perceberam é ótima.

Dia de estradão apenas. A autopista até Mendoza é um espetáculo. Quase sem falhas.

Porquê fui a Mendoza??? Pensava em trocar os dólares... só esqueci de um detalhe, é dia 25, feriado. Nada está aberto... Poderia ter diminuído 200 km. No entanto a pequena passagem pelo centro da cidade já deu para ver que esta é uma cidade a se conhecer. E olha que eu não sou muito de querer conhecer cidades. Sem comparar tamanho ela (é muiiiito maior) a cidade tem um q de Maringa muito melhorada.

Segui de Mendoza rumo a Malargue pela Ruta 40. Até pensava em seguir exclusivamente por ela, mas tinha um trecho de 116 Km de terra e eu não estava muito a fim. Optei por seguir a San Rafael e depois a Malargue somente pelo asfalto.

Até que foi bom, passei por um lugar chamado Cuesta Del Carneiro ou de La oveja (não Lembro). Um lugar com bons visuais para fotos.

As primeiras montanhas nevadas ficaram a vista. Altos visuais.

Fiquei no hotel Rioma, um pouco caro para meus planos, mas como era feriado até hotel estava difícil de achar. Um hotel muito bom, com tudo que se necessita e ainda piscina.

 

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5º DIA – 26/12/2013 – Quinta (jueves).

Malargue e imediações– 200 km

Acordei meio tarde, tomei café (bommmm)no hotel Rioma e sai. Fui na secretaria de turismo para verificar se o q eu queria fazer podia dar certo. Infelizmente me cortaram o barato. Eu queria ir conhecer as termas do hotel abandonado, depois ir ao Valle Hermoso. Não dava, era muito mais longe um do outro do que eu achava. O rapaz da secretaria aconselhou a ir para o Valle Hermoso e depois a Cascada de Manquil-Malal.

 

Havia ainda os Castillos de Pincheira, uma formação rochosa muito imponente, porém não dava para ir a todos os lugares, por isso escolhi a cascada.

 

Bueno, sai da central do turista em direção a as Leñas 78 Km. No caminho temos a laguna de Lá Niña Encantada e o pozo de las animas.

A estrada para Las Leñas em seus últimos 40 Km estava um pouco esburacada. Chegando em Las Leñas é um pouco decepcionante, mas as fotos que eles tem lá do inverno são de uma beleza impressionante.

Perguntei como fazia para ir ao Valle Hermoso. Segundo o rapaz do centro de turistas, o caminho ao Valle Hermoso é somente para 4x4, mas na minha opinião os pseudo off Road que tem por ai dão conta. Mas tem que ir beeeeeeeemmmmmm devagar.

 

Saindo do centro de turistas são 27 Km de pura adrenalina. Eu simplesmente adorei e me arrependi de não ter colocado a máquina fotográfica para filmar uma parte do caminho. É simplesmente UM ESPETÁCULO. Curvas e mais curvas, zigue zagues para subir e para descer, a cominhonete tem horas que parece estar pendurada na beira de um abismo. E ESTÁ MESMO. As vezes tinham despenhadeiros de centenas de metros ao lado da roda...

 

E vc sobe, sobe, sobe, sobe e quando pensa que chegou, sobe mais um pouco. Ultrapassei todos os meus recordes de altura, seja a pé ou de carro. Cheguei a 2880 m de altura. E no meio da subida, dou de cara com um menino aparentando seus 7 anos mais ou menos, montado num cavalo e todo vestido de gaucho, sozinho no meio da montanha. Parei e pedi para tirar uma foto, ele deixou e acho que gostou pois sorriu. Fiquei impressionado. O que aquele carinha estava fazendo ali sozinho??? Nem lembrei de perguntar tão boquiaberto que estava.

 

Seguindo viagem chega-se ao mirante do Valle... :shock: É de ficar bobo com tanta beleza. As duas lagunas, a estrada serpenteando vale abaixo e aquela agulha de pedra encravada na entrada, como que colocada ali pela mão de Deus e entalhada em milhões de pedacinhos. Só faltou uma plaquinha dizendo: em obras...

 

Desci ao Valle e tirei muitas fotos, vcs não tem noção. Não coloquei tudo o q queria no face. Lanchei por lá, onde tem uma espécie de camping e depois de uns 45 minutos de descanso, segui viagem novamente em direção a Malargue novamente.

 

Passei novamente pelo centro de Malargue e segui 30 Km até a Cascada Manquil-Malal. Estava quase me arrependendo quando cheguei lá e me disseram que era uma caminhada curta, porém tinha de ser feita com guia$$$... Não me arrependi nem um pouco de ter ido. A cascata é um museu de paleontologia a céu aberto. O guia foi me explicando tin tin por tin tin, o porque de haverem tantos fósseis de conchas, ostras e outros animais pré-históricos ali. O mais incrível é que apesar de ele falar solamente espanhol, eu consegui entender quase que 95 % de tudo o que ele me falou, em olhe que não eram poucas informações. Quando eu não entendia, o contexto do que ele falava completava a compreensão. Outro espetáculo da natureza, em um espaço de poucas centenas de metros tantos fósseis assim espalhados a nossos pés.

 

Voltei pro hotel cansado, sujo e maravilhado. Dormi com os anjinhos me embalando.

 

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6º DIA – 27/12/2013 – Sexta (Viernes).

Malargue a San Martin de Los Andes– 768 km

 

Acordei meio tarde, tomei café e sai. Tinha mais um booom trecho de estrada para cumprir, 770m km. É que, para cumprir os meus planos eu resolvi que não iria mais parar em Chos Malal para dormir. Resolvi seguir direto a princípio até Junin de Los Andes e depois de lá chegar resolvi esticar mais 40 km até San Martin de Los Andes.

Então não há muito a contar. Somente que peguei os meus primeiros 70 km de rípio (terra). Não tem muita coisa pra se ver no caminho. Uma ou outra formação rochosa, um montanha que me pareceu um vulcão, um vulcão de verdade (o vulcão Lanin), Um laguinho tbm e só. Teve ainda a passagem de um “bando” de cabras na estrada.

Alem disso, para um cara que já teve uma amante russa (um Lada e não uma mulher), o Niva, vi uns russinhos em San Martin. Um estacionado, que eu tirei foto. Outro me seguiu dentro da cidade e outro estava vindo em sentido contrário ao meu por isso não tirei fotos.

Fiquei no hotel Cumelen, cuma? Isso mesmo, CUMELEN. Choveu no fim da tarde e não quis acampar ainda.

 

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7º DIA – 28/12/2013 – Sábado (sábado).

Um problema, na hora de ir dormir ontem, as 22 h, mais ou menos, acabou a luz... Mas acabou em toda a cidade........... A Argentina esta vivendo com cortes de luz sem aviso por causa da onda de calor que está ocorrendo no país. O problema foi que não pude recarregar a bateria da Canon e ai vcs puderam ver a diferença de qualidade nas fotos deste dia que já postei. O preço da hospedagem aqui foi de $ 300 pesos.

De SM de Los Andes fui a Bariloche pela ruta dos siete lagos. A estrada até Villa La Angostura é um espetáculo, deu pra ver tudo o que eu perdi em janeiro deste ano quando decidi na última hora cortar este passeio por falta de tempo. São 120 km de florestas, montanhas e lagos de todos os tipos e tamanhos como vocês poderão ver nas fotos.

O tempo começou a virar e pela manhã tive de usar blusa. Mesmo assim fiquei com vontade de cair numa das inúmeras praias de lago que haviam. E tinha muiiita gente aproveitando pra fazer isso mesmo, cair na água, que apesar de gelada é transparente e linda.

Chegando a La Angostura resolvi fazer a minha primeira refeição direito. Fui a um restaurante e pedi um bife de chorizo e uma salada mista de tomates, alface e cebola. O bifão tinha um dedo e meio de altura. Estava muiiiiiito bom. Preço com refri: $ 140 pesos (50 reais). Por isso que eu digo q a comida aqui é cara. Com 50 reais no Brasil dá para comprar 2,5 kg de maminha na mostarda (2013).

De lá segui a Bariloche com intenção de ir ao cerro Oto de teleférico, mas veio a primeira decepção: só estava funcionando até as 15 h e já eram 16. Na hora nem lembrei do cerro Catedral, maior ainda. Depois fiquei sabendo que ele funcionava até as 19 h. Se arrependimento matasse. No dia seguinte eu iria ficar com uma raiva deste esquecimento...

Só por saudosismo (da viagem anterior) resolvi ficar novamente no hostel Marcopolo Inn, mas o preço foi o maior de todas as hospedagens até aqui $ 480,00 pesos (facada).

 

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    • Por anabaccarinxp
      Buscando o sonho da Carretera Austral estilo Thelma & Louise num Ford Ka 1.0
      Em 24 dias de andança, 03 países, 13 cidades distintas com pernoite, 9603 km percorridos, 576 litros de gasolina, 01 objeto perdido, 100 dólares "roubados", 01 pneu furado, 02 consertos no carro, inúmeras cidades, comidas/pessoas das mais distintas possíveis e paisagens com clima, vegetação e relevo diversificados e fascinantes.
      Hoje escrevo esse relato para guardar, além das lembranças, as histórias para contar.
       
      O início
      A proposta de fazer uma viagem de tal magnitude nem me lembro como surgiu, só sei que aconteceu e o destino sempre foi percorrer a Carretera Austral. Planejei a viagem por dois anos para a Carretera, uma das estradas mais belas do mundo, o caminho para chegar até lá foi só uma consequência. Com o destino traçado, só restava juntar dinheiro e arrumar uma companhia, no caso, minha mãe.
      A princípio o planejamento foi feito com intuito de se chegar ao ponto inicial de avião, mas conforme as idéias surgem, os loucos abraçam e o tempo passa oficializou-se que o trajeto seria feito de carro e o pior, com o meu carro, hahahaha. Só para atualizar um Ford Ka, 1.0, ano/modelo 2010.
      A ideia de se fazer um relato da história sempre existiu, aliás, diariamente escrevia sobre os acontecidos, mas virou uma certeza no dia (25/12/16) quando atravessamos a fronteira entre Argentina e Chile onde recebemos a noticia de um forte terremoto no nosso destino, a ilha de Chiloé, que registrou um tremor de 7,6˚ na escala Richter. Com a preocupação de familiares comecei a dar cara para esse relato e compartilho aqui as informações que podem ser úteis para mais alguém.
       
      21/12/2016
      Saída de Jaboticabal com destino a Foz do Iguaçu.
      Saímos da monocultura canavieira, perpassando brevemente sobre a pecuária extensiva e atingimos uma monótona produção de soja no Paraná. Tais culturas são praticadas nos planaltos Ocidental Paulista e de Guarapuava (bacia do Paraná), que são quebrados com os braços dos grandes rios, como o Tietê, Paranapanema, Ivaí e Iguaçu e marcados pelo solo de origem vulcânica (basáltica), a famosa “Terra Roxa”.
      O inicio do caminho estava chuvoso e escuro mas ao longo do dia o tempo se abriu e nos contemplou no final do dia com um belo pôr-do-sol no solstício de verão.

      A paisagem do interior de SP é sempre a mesma, cana, laranja, boi, e só muda chegando em Assis onde já chamava a atenção as plantações de soja que foram proeminentes até Foz do Iguaçu.
      Chegamos em Foz por volta das 17:00, erramos um acesso e seguimos via ponte da Amizade (fila enorme de caminhões), acabamos entrando na avenida JK, onde se encontrava o hostel (Che Lagarto Hostel - hostel com cara de hotel).
      Chegamos, abastecemos, estacionamos o carro e trocamos dinheiro (0,21 reais - 1 peso argentino). No momento que estava escrevendo já era 20:47 e ainda não havia escurecido, mas vale ressaltar que era solstício de verão.
      Piores trechos: próximo a Marília, divisas dos estados SP e PR e anel viário Maringá.
      Gasto diário: R$ 452,94
      Distância: 921 Km
       
      22/12/2016
      Saída de Foz do Iguaçu com destino a Concordia (Entre Ríos)
      Hoje era dia de embrenharmos na Argentina e foi super tranquilo a passagem na Aduana, mas já percebemos que o espanhol seria uma dificuldadizinha que iríamos enfrentar adelante.
      Pra começar minha mãe perdeu a carteira de motorista ainda dentro do parque Iguazu, hahahaha. Depois de um pequeno momento de desespero descobrimos que estava embaixo do porta treco, por sorte tínhamos uma chave de fenda no carro.
      Passamos pelas províncias de Missiones, área com indígenas, pinheiros, a grande empresa arauco e plantações de mate; a de Corrientes marcada por planície, boi, muita erva mate e com altitude em torno de 80 metros.
      O solo de terra roxa também existe na Argentina, onde é conhecida como tierra colorada(terra vermelha). Está bastante presente nas províncias de Misiones e Corrientes.
      Na província de Entre Rios até a de Buenos Aires, a paisagem se torna única com vastas planícies, ora com gramíneas e ora com arbustos, ora inundada e ora seca.
      A polícia nos parou depois de 700 Km em solo hermano e foi super tranquila conosco, álias em toda a viagem não tivemos nenhum problema com propina.
      Chegamos no fim da tarde ao posto YPF Km 248 de qualidade excelente.

      Gasto diário: R$ 424,14
      Distância: 890 Km
       
      23/12/2016
      Saída de Concordia (Entre Ríos) com destino a Trenque Lauquen (Buenos Aires)
      Acordamos cedo e no próprio posto comemos medialunas e café oferecidos pelo hotel. Calibramos o pneu e acredite, essa não é uma informação desnecessária. Durante o caminho que percorremos pela Argentina e Chile era difícil encontrarmos calibradores nos postos, a maioria dos que encontrávamos não funcionavam ou tínhamos que pagar pelo uso.
      Quanto a produção agrícola começam a surgir cilos, arroz, milho, grãos, presença de gás nas propriedades rurais, granjas e muito gado.

      Próximo a foz do rio Paraná a área é conhecida como Mesopotâmia, com altitude em torno dos 20 metros.
      No fim do dia chegamos ao nosso destino Trenque Lauquen, cidade linda. Indescritível. Todas as ruas são avenidas arborizadas. E a gastronomia? Simplesmente maravilhosa, o melhor chorizo da viagem. Outro fato que nos chamou a atenção é que a cidade, com metade da população da nossa, possuía muitas livrarias de qualidade.
      Hospedagem no hotel Pailla Hue, modesto mas bom.


      Gasto diário: R$ 564,95
      Distância: 786 Km
    • Por Netuno
      Esta foi nossa 2ª viagem para a patagônia. Não repetimos nada. Visitamos apenas lugares diferentes. O relato da 1ª viagem pode ser acessado no link na assinatura.
      Desta vez viajamos de carro. Saímos de Floripa em direção a Mendoza. De lá atravessamos a cordilheira para o Chile, descendo até os lagos chilenos. Cruzamos novamente a fronteira para conhecer o lado argentino da região dos lagos e continuamos para o sul pela Carretera Austral. Retornamos para a Argentina e descemos até El Chalten. De lá iniciamos o retorno pela patagônia atlântica.
      Partimos no final de dezembro de 2013 e retornamos a Floripa 30 dias depois. Eu, minha esposa e meus 2 filhos adolescentes (na época com 15 anos) fizemos a viagem completa. Minha filha viajou conosco até Bariloche de onde seguiu para seu mochilão com amigas pelo Uruguay. A viagem foi feita em uma Grand Vitara 2011. Foi uma grande vantagem fazer a viagem em um carro bem preparado para estrada de chão, mas em nenhum momento precisamos usar o 4x4.
      Fizemos reservas prévias apenas para o Reveillon em Uspallata (aconcagua) e El Chalten. Este último, pois ficaríamos mais dias e li sobre a dificuldade de hospedagem por lá na alta temporada. Ao chegar em cada cidade / vila procurávamos hospedagem. Isto nos rendeu ótimas escolhas. Tivemos dificuldade de hospedagem apenas na região dos lagos argentinos (Bariloche e San Martin). Em Bajo Caracoles, na ruta 40, existe apenas uma hospedagem funcionando e pegamos o último quarto. Ufa! E não existe sinal de civilização por dezenas de kms.
      Levamos um galão de 20 litros para gasolina extra, mas não precisamos enchê-lo em nenhum momento. Não faltou gasolina em nenhum local. Nos lagos argentinos as filas eram muito grandes. No dia em que estávamos saindo de El Chalten tinha combustível, mas as bombas estavam com problema, mas abastecemos em 3 Lagos sem dificuldade.
      A viagem foi fantástica! A patagônia realmente merece várias visitas. Não dá para conhecer tudo em uma única viagem. Nem mesmo em duas.
      Para facilitar a leitura de quem fará apenas parte do roteiro parecida, estou dividindo o relato por regiões, da seguinte forma:
      - viagem de ida
      - Aconcagua (Uspallata / Mendoza)
      - Lagos Chilenos (região de Puerto Varas)
      - Lagos Argentinos (San Martin de los Andes e Bariloche)
      - Carretera Austral
      - Ruta 40 e El Chalten
      - Patagônia Atlântica e viagem de volta
       
      Espero que seja útil.
    • Por wandredeselva
      Estas são algumas páginas do Guia da Provincia de Aysén sobre a Carretera Austral. Excelente para se planejar e especialmente para encontrar hospedagem. Ao contrário do que li aqui no site, há pouquíssimos pontos de Informação nas cidades da Carretera, em especial nas menores (pode ser pq fui fora de alta temporada também, sei lá). O site oficial da Carretera Austral (site da Província de Aysén) é http://www.recorreaysen.cl/carretera-austral/. Se alguém desejar, tenho o guia escaneado e reduzido e posso enviar por email ([email protected]).
       





       
       
      Postos de Combustível na Carretera (tranquilamente não faltará):

       
      O preço varia conforme a cidade, raciocine que quanto mais ao Sul, mais caro vai ser. Paguei entre Ch$ 799 e Ch$ 917 (gasolina 93, a mais barata, a qual é infinitamente superior à nossa).
       
      Se alguém se interessar por uma planilha de gastos, para ter uma idéia de gastos com hospedagem, alimentação, etc... tbm tenho e posso enviar.
       
      Pontos relevantes:
      1) Dirija com MUITO cuidado, pois em muitos trechos é a largura de um carro mais 1,5m para cada lado, passando dois carros apertado.
      2) Tenha MUITA paciência, pois há MUITA obra no caminho, muitos desvios, etc... Há trechos que se desenvolve tranquilamente 70 Km/h e outros que não dá p passar de 40Km/h. Planeje-se com a velocidade de 40 Km/h como média (já descontadas aí as paradas p foto, etc...). Acho inviável andar mais de 250 Km em um dia, pois é cansativo dirigir naquele rípio, pois requer atenção a todo tempo.
      3) Se vier um caminhão encoste o máximo no canto que puder e PARE! Se vier outros carros, diminua bem e chegue para o canto. Quase sofri um acidente pq ao ver um caminhão eu apenas reduzi, como se faz para os carros. Um senhor me falou que é uma "regra" informal que o caminhão tem TOTAL PREFERÊNCIA ao ponto deles considerarem o maior abuso do mundo vc não parar qdo eles vêm, até mesmo te jogando para fora da estrada ou batendo na sua lateral sem a menor cerimônia. Vai reclamar pra quem?
      4) Cuidado nas curvas muito fechadas... vá beeeem devagar e coladinho na sua mão de direção. Alguns habitantes locais creem fielmente que não vem ninguém e dirigem à toda.
      5) As cidades da Carretera não têm PN para fazer e não são bonitas. A estrada é show! O passeio das Capillas de Mármol e o Ventisquero Colgante são imperdíveis realmente. Os rios são inacreditavelmente azuis!
      6)Tudo na Carretera é em cash, nada de cartões de crédito.
      7) Nas cidades o preço da hospedagem varia absurdamente, pergunte em umas 3 ou 4 antes de fechar.
      Não há muitas opções para comer ao longo da Carretera. Sugestão: leve um sanduíche e um suco e se encontrar algo para comer, coma e deixe o sanduíche para o jantar.
      9) Dá para fazer com carro de passeio sim, o meu é um Corolla. Mas.... judia do carro um pouco. Com todo o respeito, mas um carrinho do tipo Celtinha, Uno Mile, Golzinho, Corsa 1.0, Pegeout 207, etc... vai voltar batendo tudo. Além disto o pneu 13 absorve muito pouco a trepidação (antes que digam: putz, nada a ver, o pneu é responsável pela maioria da absorção de impactos do veículo, depois vem as molas e o amortecedor é apenas um "estabilizador", qdo o carro trepida, trazendo-o de volta à estabilidade; a grosso modo). (OBS: Já tive Celta e Gol rsrsrs).
      10) Acho que o mais relevante é isto. Caso tenham alguma dúvida, sintam-se à vontade para perguntar. Eu não sou muito de ficar fazendo poesia, em meus relatos eu procuro escrever o que alguém pode ter dúvida ou o que eu fui sem saber e que gostaria de ter tido a informação antes.
       
      Um abraço à todos e se decidirem ir, meus parabéns por não serem convencionais!
      OBS: Passei pela Carretera Austral na 1a quinzena de novembro e não cuzei com 1 carro brasileiro sequer, acredite ou não. Seguem algumas fotos:
       

      Paso Internacional Futaleufu
       

       

      Casas destruídas em Chaitén, após a erupção do vulcão Puyehue há 5 anos.
       

       

      La Junta
       

      A emblemática placa da Carretera Austral em La Junta
       

      Obras e mais obras...
       

      Ventisquero Colgante
       

       

       

       

       

      Chegada em Puerto Tranquilo (de onde saem os tours para as Capillas de Marmol). OBS: A foto não tem qualquer edição....
       

       

      Capillas de Marmol
       

       

       

      Paisagens, por vezes, intrigantes
       

      Caleta Tortel. Sendo beeeeeem sincero, interessante são as passarelas e tal, mas a infraestrutura da cidade é abaixo de zero... todos os lugares (4) que faziam alguma refeição fechados, ou atenderam de má vontade dizendo que ia demorar, etc... O esgoto das casas vai direto para o lago e coisas assim...
       

       

       

      Indo em direção ao paso Chile Chico, ao fundo o lago General Carrera
       

      Laguna Azul, poucos quilômetros antes de Chile Chico
       
      Outra coisa... li que na Carretera Austral chove 364 dias por ano... só se for em oura época, pois peguei 8 dias de puro tempo bom e céu azul...É isso aí !!!


    • Por Guilherme Adolf
      Olá amigos!
       
      Inicio agora mais um relato no fórum. Dessa vez a viagem foi para o extremo sul do mundo. Os destinos eram a Ruta dos Siete Lagos na Argentina, a Carretera Austral no Chile, a tentativa de travessia do Paso Rio Mayer, trekkings em El Chaltén, El Calafate e Torres del Paine, e a chegada até o fim da estrada mais austral do mundo, a Ruta 3.
       
      A viagem foi planejada em 15650km, para ser realizada em 28 dias, com 2 reservas. Devido alguns imprevistos e alterações no trajeto, foi realizado 17445km em 33 dias.
       
      O custo total foi de R$ 9.082,63, contando com combustível, alimentação, balsas, pedágios, hospedagem, campings, passeios, dinheiro levado em espécie, saques, compras no crédito, IOF.. Ao longo do relato vou detalhar os principais gastos.
       
      O trajeto, simplificado, foi:
       
      Sair de Vitória-ES e ir até Junin de Los Andes;
      Percorrer a Ruta dos Siete Lagos;
      Atravessar pro Chile e subir o Vulcão Osorno;
      Percorrer toda a Carretera Austral, parando em diversos pontos para realizar trekking;
      Atravessar a fronteira pelo Paso Rio Mayer;
      Fazer trilhas em El Chaltén;
      Realizar o Ice Trekking em El Calafate;
      Fazer trilhas em Torres del Paine;
      Seguir até Ushuaia, no fim da ruta 3;
      Retornar ao Brasil pela ruta 3.
       
      O 'carro', mais uma vez, foi minha Band curta 94. Minha band é original de motor, 14B aspirado, e completa de fábrica, com 5 marchas, ar quente e frio, direção e contagiros. As únicas mudanças são os jumelos dianteiros, que são invertidos, e o eixo traseiro, que é flutuante. Não possui bloqueios e tem relação 9x37. Utilizo pneus 31" BFGoodrich AT.
      Para essa viagem, comprei uma barraca de teto da Camping's World, o modelo de entrada, mais barato.
      Levei fogareiro, gás e comidas fáceis de serem preparadas.
      Algumas peças de reposição pro carro, como correias, fusíveis, tampa do radiador, mangueiras, fitas, abraçadeiras, parafusos e porcas diversas, cabo de chupeta, fluido de radiador, fluido de direção, fluido de freio, militec, filtros de óleo, diesel e ar, lâmpadas de seta e faróis. Além de chaves e ferramentas diversas para manutenção.
      Itens offroad como cinta de reboque, manilhas, pá, picareta, além do guincho instalado na Band.
       
      Durante toda a viagem eu usei o rastreador SPOT Gen3, que marca a sua localização a cada 10min e mostra em um mapa do google maps, em um link público ou privado. Além disso tem funções de mensagens pré programadas para serem enviadas para emails e celulares, e um botão com pedido de SOS que chega em uma central mundial de resgates.
       
      Questão de dinheiro. Levei certa quantia em espécie, real. O resto fiz saques internacionais e alguma coisa no crédito. Dei sorte que o dólar caiu absurdamente durante esse último mês e me ajudou nesses quesitos.
       
      Então é isso. Vou começar nos próximos posts a relatar e mostrar as fotos e experiências de cada lugar.
       
      Abraços
    • Por Flavius Neves Jr.
      Boa tarde, pessoal!
      Segue adiante o meu relato de uma viagem de carro para o Deserto do Atacama, que durou 17 dias. Na minha programação, contei com muita ajuda aqui do pessoal do Mochileiros.com. Sendo assim, agora é hora de retribuir! Se você está planejando uma viagem parecida, ou se a mesma já está marcada, e quer contar com algum tipo de ajuda, pergunte por aqui.
      Um abração!!!


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