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Dois dias em Joinville e Pomerode - dezembro 2017

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Um fim de semana livre, milhas vencendo... peguei uma mamata pela Gol (3000 milhas na ida) e na Latam (3500 milhas na volta) saindo de SP e indo para Joinville. Como o tempo era escasso pensei em ir direto para Pomerode e curtir somente uma cidade para não ficar na correria e cansaço de vários deslocamentos... até descobrir que só tem dois horários de ônibus ligando as duas cidades( 09h30 e 16h saindo de JOI), e um deles sairia bem depois do meu voo ter pousado pela manhã... O próximo só sairia às 16hs (chegando em Pomerode às 18h10), mas por sorte consegui achar um BlaBlaCar saindo às 14hs.

Mercado Municipal de Joinville

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No aeroporto chamei um Uber para me levar ao Mercado Público de Joinville (a corrida deu 32 reais, porém na volta exatamente o mesmo trajeto deu 20 reais, não reparei se estava em tarifa dinâmica na ida). Em geral eu gosto pra caramba de mercados municipais/públicos, mas o de Joinville é bem fraquinho. Destaque para uma choperia de nome impronunciável que servia diversos chopes de cervejas artesanais da Saint Bier (o Belgian é sensacional) com preços entre R$ 10 e R$ 12. Tomei uns três e segui para o Museu Nacional de Imigração e Colonização. No caminho passa-se na Rua das Palmeiras, um dos maiores orgulhos da cidade de Joinville e que fica bem em frente ao Museu. A entrada é gratuita, existe uma primeira casa a ser visitada, com um pequeno acervo da Princesa Dona Francisca (filha de Dom Pedro I e irmã de Pedro II), que era a dona das terras onde hoje se localiza a cidade. Não achei muito interessante, até porque nem mesmo existe algum tipo de placa ou cartaz com explicações sobre o acervo. Na parte de trás do Museu as coisas começam a ficar mais interessantes: um grande galpão contendo vários veículos utilizados ao longo da história da cidade (está exposta uma das primeiras bicicletas do Brasil), além de uma casa em estilo enxaimel que foi desmontada de seu local original e remontada na área do Museu. Lá dentro podemos ver e entender como era o cotidiano dos primeiros colonos alemães em terras brasileiras. Saindo dali fui andando à Estação da Memória, que é a antiga estação ferroviária da cidade. Mas antes entrei no supermercado Giassi, onde me surpreendi com o baixo preço das cervejas artesanais (em SP é tudo mais caro!) e comprei uma Merecida da Opa Bier e fui tomando no caminho. Dei uma volta pelos arredores da estação admirando aquela velha beleza (sou fã de estações de trem antigas) mas não entrei no pequeno museu, pois ainda teria que caminhar até a rodoviária e temia não chegar a tempo da carona combinada no Blablacar. Dali da estação até a rodoviária deu uns 20 minutos de caminhada, muito menos do que previ, então com o tempo livre comprei uma Heineken e fiquei assistindo o sorteio dos grupos da Copa do Mundo até a carona do Blablacar chegar.

Rua das Palmeiras, vista a partir do Museu de Imigração

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Casa enxaimel que foi remontada na área do museu

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Estação ferroviária de Joinville

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Uma hora e meia depois chegamos ao destino, fui direto ao Pomerode Agradável, local reservado pelo Booking (55 reais, apartamento privativo, com um quarto, sala, cozinha equipada e banheiro). Apezinho bacana e de preço bom, mas o contra é que fica longe do centro e da maioria das atrações turísticas. Só fica perto do Portal Norte, da Casa do Produtor e da entrada da Rota do Enxaimel, que não deu pra conhecer, pois estava sem carro.

Fui num mercadinho ali perto, comprei água, brejas e comida e fiquei descansando. À noite fui para o centrinho de Pomerode, visitei a Weihnachtsfest, que é a festa de natal da cidade. Tudo muito, mas muito bonitinho, desde as decorações até a casa do Papai Noel. Destaque para a “Pirâmide de Natal” gigante. Essa pirâmide é uma decoração de natal tradicional nas casas da Alemanha, com uma hélice na parte de cima que gira devido ao calor das velas que fazem parte da própria decoração. O movimento da hélice faz girar todo o conjunto decorativo, bem bacana. Porém, devido ao seu enorme tamanho, a do parque de Pomerode gira com eletricidade mesmo xD

Weihnachtsfest

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Saindo dali, fui verificar outra grande tradição alemã da cidade: a cerveja! Fui na Schornstein, cervejaria artesanal e neste primeiro dia tomei três variedades de chopp. A Imperial IPA deles é sensacional! Menção honrosa também à Irish Red Ale deles, porém esta última é sazonal e talvez não esteja “em cartaz” quando o leitor por ventura visitar a cidade. Ah, e tinha uma dupla animando o ambiente com um ótimo som. Voz e violão? Não. Sintetizador e duas vozes, a menina cantava pra caramba. Altas versões de clássicos do rock oitentista e noventista. E o melhor, sem a casa cobrar couvert artístico 8)

Fui pra casa, aproximadamente 40 minutos de caminhada. Depois de um belo banho, cama.

No dia seguinte acordei nem tão cedo e fui tirar umas fotos no Portal Norte da cidade. Este foi construído a mando da empresa Malwee em parceria com a prefeitura (o fundador das malhas Malwee era imigrante da Pomerânia), e é uma réplica exata, centímetro por centímetro do portal da cidade de Stettin, atualmente localizada na Polônia, mas que foi capital da Pomerânia entre 1720 e 1945.

Portal Norte

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Dali fui para a Casa do Produtor, uma típica construção em estilo enxaimel. Neste local vendem-se produtos agrícolas e artesanais de produtores da cidade. Comprei uma cuca de morango (R$ 7). As cucas são uma espécie de pão/bolo tradicional na comunidade germânica. Também tinha muitas compotas e conservas a preço ótimo, mas que não comprei devido ao receio de estourar o volume da mochila na hora de embarcar no aeroporto. Voltei ao apê arrumei a mala, guardei a cuca e segui para o centro. Novamente caminhada de 40 minutos e fiz o checkin no Airbnb. Casa simples, mas bem perto do centro. Fui novamente no Centro Cultural, onde foi montada a decoração de Natal, dei uma volta pelo centro e entrei no Museu Pomerano (R$ 6). Ali pode-se entender toda a história da cidade através de objetos que fizeram parte das famílias fundadoras. Saindo do museu,  fui bater um rango. Comer em Pomerode, sobretudo culinária típica alemã pode não ser muito barato. Mas na Torten Paradies tem um Buffet por quilo com vários pratos típicos. Nem vi quanto estava o kg, mas meu prato deu quase 700 gramas e paguei 32 reais. Achei justo, até pela quantidade exorbitante de comidas diferentes que tinha no meu prato. Muita coisa a base de batata e carne suína. Pra acompanhar o einsbein, o famoso joelho de porco, uma cerveja forte da fabricante Bierbaum (R$ 30 – chorei) de Treze Tílias (cidade de colonização austríaca, perto de Chapecó).  Esse almoço me deu uma leseira... cansado e com sono fiz uma tríade de compras antes de voltar para o Airbnb e tirar um cochilo, a saber: comprei chocolates na conceituada  Nugali, que fica bem pertinho da Torten, depois passei na rodoviária pra comprar a passagem de volta para JOI no dia seguinte (sábia decisão!) e por fim, fui na Pomerode Alimentos pra comprar o famoso creme de parmesão e a lingüiça Blumenau.  

Depois do descanso fui bater perna novamente, para ir ao Portal Sul, que também é a base da Sec de Turismo (por conseguinte, das informações turísticas). Dá pra visitar o segundo andar do portal, tirar fotos com roupas típicas, comprar souvenir e passeios... não fiz nada disso, só tirei algumas fotos do portal e fui tomar mais umas brejas na Curry Wurst, choperia que fica anexa ao portal. Fiz uma degustação (R$ 13) com cinco tipos de chopp de dois fabricantes diferentes, com uma porção de amendoim inclusa. Depois tomei mais um chopp de IPA e de Weiss. Na mesma praça do portal e da choperia tem o letreiro da cidade (agora virou moda, toda cidade tem), então não passei batido pelo clichê e tirei foto lá também :lol:

Portal Sul

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::love:: Pomerode

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Degustação na Curry Wurst

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Já escurecendo fui para o Pavilhão de Eventos, que rendeu uma boa caminhada já que não é tão perto assim do centro. Estava rolando a Volksfriends, uma convenção de carros refrigerados a ar, sobretudo Fuscas, Brasílias e Kombis. Paguei 10 reais para entrar, lá dentro estava rolando uma discotecagem bacana (uns funks setentistas), tinha food trucks, e a onipresente cerveja Schornstein. E claro, muitos carros antigos. Nunca vi tanto Fusca num lugar só na minha vida! Fiquei um bom tempo ali curtindo um som, comendo umas bobeirinhas e tomando breja artesanal, quando deu 22hs o som parou então voltei à Weihnachtsfest para ver pela última vez a decoração de Natal. Ainda passei na Praça Torgelow para tirar uma foto do monumento que é um tributo aos 180 anos de imigração alemã em Santa Catarina e que foi construído através de um acordo entre as cidades de Pomerode e Torgelow.

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No domingo de manhã acordei e fui direto para a rodoviária. Para a minha surpresa, o guichê de vendas da rodoviária de Pomerode só abre às 13hs aos domingos (GRAZADEUS eu tinha comprado a passagem no dia anterior!), muito embora tenha ônibus passando antes desse horário na cidade. Saí as 09h15, chegando em Joinville às 11h30. Ainda deu tempo de ir novamente no mercado municipal e tomar uns chopes, só que desta vez a praça em frente ao mercado estava lotada, pois era final da Liga Nacional de Futsal e o time da cidade participava da decisão. Quando saí para o aeroporto estava empatado, depois fiquei sabendo que Joinville foi campeão. Um Uber para o aeroporto demorou uns vinte minutos e custou 20 reais. Às 1h40 embarquei para CGH.

Algumas observações:

- O único ponto turístico que fiquei com vontade de ir e não consegui foi a Casa do Imigrante. Fica longe do centro, não dava pra ir a pé e com o calor que estava acho que nem mesmo alugar uma bicicleta (40 reais por 4 horas) seria uma boa opção. Mas como visitei o Museu Pomerano  e o Museu de Imigração em Joinville, então acho que não tenha feito tanta falta assim

- Em Pomerode tem um zoológico bem conceituado e um parque temático sobre dinossauros. Pode ser uma boa atração para crianças, a mim particularmente não interessa muito.

- A Rota do Enxaimel começa perto do Portal Norte e pode ser feita de carro, táxi, passeio contratado ou bike. Mas se a grana tiver curta você pode abrir mão desse passeio, pois existem muitas outras casas enxaimel  que podem ser apreciadas no trecho entre os portais Norte e Sul.

- Só tem BB, Caixa e Bradesco em Pomerode. Não tem nem mesmo um caixa eletrônico da Rede 24 Horas. Então se seu banco não for nenhum desses três citados, saque dinheiro antes.

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    • Por TMRocha
      No período entre os dias 07 e 14 de Outubro realizei uma viagem junto a Luciana com a São José para o seguinte destino: Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest.

      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/10/passeando-pelo-vale-europeu-p1.html
      Confira agora como foi a 1ª parte dessa viagem, onde conto como foi a nossa viagem de ida e também um pouco do que fizemos em Curitiba.
      Antes da Viagem
      Navegando pela net a Lu viu um pacote bem legal da São José Viagens, de nome "Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest", de 07 a 14 de Outubro de 2018. Como ela era doida para conhecer o Beto Carrero e ainda bateria com a semana das crianças, onde a Lu teria uma folguinha na faculdade, eu poderia jogar uma parte das minhas férias para essa data e seria tudo supimpa.
      Então juntei, juntei e juntei mais dinheiro, e principalmente depois da greve dos caminhoneiros e do aumento absurdo e abusivo da conta de luz e do grande número de consultas médicas, em especial da Luciana que estava fazendo um tratamento essa tarefa ficou ainda mais difícil, mas de alguma forma faltando uns dois meses para o passeio consegui pagar o valor do pacote a vista e consegui 5% de desconto.
      Após isso a minha nova tarefa seria juntar mais um bocadinho para gastar por lá. Não consegui juntar tudo o que queria mas fomos assim mesmo. Aliás, quase achei que não conseguiríamos realizar esse passeio, já que faltando apenas duas semanas a Lu passou muito mal por duas vezes na faculdade e até achamos que poderia ser apendicite ou hérnia. Com os problemas resolvidos, finalmente, no dia 07/10 começamos a nossa viagem.
      Sem mais delongas, vamos ao relato...
      DIA 01 - Domingo [07 de Outubro de 2018]
      Acordei razoavelmente cedo, pouco depois das 8:00h, me arrumei meia boca [vesti uma calça e saí de chinelo mesmo] e fui votar numa escola próxima da minha casa. Dei azar porque chovia um pouquinho, mas nada que me atrapalhasse de chegar ao local.

      Demorou demais, quase uma hora para poder votar porque o pessoal tinha que digitar o nome de muitos candidatos e parecia que todos os velhinhos com mais de 65 anos resolveram votar no mesmo horário que eu, e como tinham preferência eles sempre entravam na minha frente.
      Dessa vez fui bem consciente e votei em todos os cargos, sendo que pesquisei todos os números pela internet e os anotei em um papelzinho. Meu principal objetivo era se esforçar pra evitar que nosso país não virasse uma Venezuela nos próximos anos.
      Ao voltar meu irmão Gabriel cortou o meu cabelo. Ficou bom?

      Após isso passei a colocar as roupas que usaria no passeio em cima da nossa cama. Nesse mesmo tempo a Lu já estava arrumando as coisas da casa e limpando ela, já que ficaríamos fora por uma semana inteira.

      Ela estava muito mal humorada e choveu levemente por praticamente toda a manhã. Algum tempo depois pedimos um Pop e fomos para a casa da mãe da Luciana. Chegou a vez dela votar também.
      O lugar estava super bagunçado e lotado de gente. A numeração das salas estava bem confusa, mas por um milagre a sala em que ela iria votar não tinha ninguém. Então votamos rapidamente e seguimos para a casa da minha sogra, que estava perto dali.
      Em quem será que ela votou em?

      Ela também tinha anotado os números de sua votação em um papelzinho, mas esqueceu ele em casa e acabou usando o meu como base. Já perto das 12:00h almoçamos e às 14:00h pegamos outro Pop, dessa vez para voltar pra casa pra terminar de arrumar as coisas.
      Casa da Sogra:

      Minha Casa:



      Às 15:50h solicitamos um Uber para irmos até o Terminal JK, em Belo Horizonte. Antes do carro chegar até deu tempo de tirar uma última foto da minha mãe com a Lu.

      Demoramos no caminho porque o motorista errou um "pouco" e direto fazia um caminho um pouco mais longo que o normal. Mesmo assim o cara deu bobeira, já que eu sempre pago no crédito e para o Uber o preço não muda quando isso acontece [Dica: Se você usa o Pop deixe o motorista fazer o trajeto que o aplicativo está indicando, assim sua tarifa não aumentará em nada. Caso faça mudanças no trajeto o valor será recalculado e você pagará um pouco mais caro do que o valor demonstrado inicialmente].
      Chegamos no Terminal JK às 16:30h e fizemos o check-in com o pessoal da administração da São José Viagens.


      Após esperar mais algum tempo o ônibus chegou e tanto nós quanto o pessoal do grupo começou a colocar suas bagagens mais pesadas dentro do ônibus. Só continuamos carregando nossas mochilas com os laptops e uma sacola onde havia mais algumas coisinhas e nossas cobertas para o caso de estar muito frio.



      Tradicional careta da Luciana.
      Partimos às 17:10h, bem dentro do previsto. Nosso guia se apresentou e disse que se chamava Luís, e informou que seus amigos costumam chamá-lo de Luisinho.

      Ele também explicou um pouco mais do que faríamos e distribuiu um lanchinho bem leve pra gente.

      Às 20:20h fizemos nossa primeira parada rápida no Graal Shopping de Perdões (MG).








      Ali resolvemos pedir um combo com batata, hambúrguer e refri para cada um na Nyo.

      Às 21:00h nosso ônibus voltou para a estrada novamente. Enquanto seguíamos pelo caminho, para não ficarmos entediados o guia foi esperto e deixou rolando o filme "A Escolha" para que pudéssemos assisti-lo.

      DIA 02 - Segunda [08 de Outubro de 2018]
      Às 00:00h fizemos nossa segunda parada, dessa vez no Restaurante e Churrascaria do grupo Batistella, em Itapeva (MG).



      Você percebe imediatamente que está viajando quando começa a ver essas galinhas pintadas sendo vendidas pelo caminho.

      Aqui pedimos apenas um espetinho e suco para cada um, e infelizmente o suco não estava muito gostoso, apesar de ser meio caro! A parada durou cerca de meia hora e pouco depois já estávamos seguindo pela estrada novamente.
      Durante o caminho pela noite pesquei um pouco e acabei dormindo e acordei às 5:00h, quando paramos no Graal Buenos Aires, já em Registro (SP), onde fizemos nossa parada para lanchar.




      Eu estava meio sonolento nessa hora, então não percebi se o guia havia dado ou não alguma explicação, por isso achei que seria apenas um lanche rápido como das outras duas vezes. Enquanto preferi pedir pão de queijo com alguns pedacinhos de queijo e de presunto a Lu preferiu atacar um salgado mesmo!
      A parada foi um pouco maior e durou cerca de uma hora. Nesse meio tempo deu pra desestressar um pouco do ônibus já que a viagem foi bem longa e ainda teríamos muito mais estrada pela frente. Aproveitei ainda para tirar uma foto sobre a Oktoberfest [que até foi utilizada pelo pessoal da excursão para montar um grupo de Whatsapp depois].

      O tempo continuava fechado e chovia um pouco, mas nada que pudesse nos atrapalhar. 
      Algumas paisagens pelo caminho:





      Trajeto que fizemos até o presente momento:


       
      Conseguimos chegar em Curitiba às 9:00h, mas como o trânsito estava bem engarrafado e outro grupo de excursão estava descarregando suas coisas no mesmo hotel que a gente o guia Luís pediu apenas que fôssemos ao banheiro e deixássemos as malas na recepção do hotel, assim adiantaríamos o passeio que deveria ser feito às 14:00h nesse dia.




      Essa parte do dia foi bem agitada, em especial para as mulheres por conta das longas filas no banheiro e também do fato de já estarmos um pouco cansados dessa longa viagem. Após nos ajeitarmos um pouco seguimos para o passeio, que começou às 10:00h.
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      Curitiba

      A cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná, é conhecida pelo cuidado com o planejamento urbano, belas áreas verdes e um transporte público de qualidade. A fama não é para menos, já que a cidade realmente oferece um excelente padrão de vida para os moradores. O fenômeno se reflete também no turismo e torna a cidade um dos destinos mais bem preparados do país para receber viajantes.
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      Chegamos próximo do devido local em pouco tempo e logo descemos do ônibus. Aqui encontramos o Jardim Botânico de Curitiba, que é um dos principais pontos turísticos e cartões postais da cidade.
      Palácio de Cristal

      Inaugurado em 5 de outubro de 1991, seu nome oficial (J.B. Francisca Richbieter) presta uma homenagem à urbanista Francisca Maria Garfunkel Rischbieter, uma das pioneiras no trabalho de planejamento urbano da capital paranaense). O jardim contém inúmeros exemplares vegetais do Brasil e de outros países, espalhados por alamedas e estufas de ferro e vidro, a principal delas com três abóbadas do estilo Art nouveau foi inspirada no Palácio de Cristal de Londres, do século XIX. A estufa é climatizada e mantém espécies da Floresta Atlântica como Caraguatá, Caetê e Palmito. Do seu interior é possível ter uma vista privilegiada do jardim em estilo francês.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Botânico_de_Curitiba
      Eu e a Lu fomos espertos e tiramos uma selfie bem legal com esse monumento ao fundo:


      E continuamos andando, tirando mais fotos dessa obra de arte curitibana.

      Passamos por um jardim com um arranjo de bambu lindíssimo.



      Depois que passei por esse lugar olhei pra trás e vi que tudo poderia ficar ainda mais bonito.

      E continuamos nos aproximando do Palácio de Cristal, que era enorme.

      No meio temos o monumento principal, que funciona como uma estufa para diversos tipos de plantas. A sua frente há um jardim enorme, que se não me engano foi inspirado nos que existem na Europa.


      Atrás está a área pela qual passamos, que aliás, ao longe fica ainda mais bonita!

      Então atravessamos uma mini-ponte que deixava um rio passar por ela.

      E finalmente entramos na estufa, que era bem apertada, com caminhos muito estreitos e claro, cheia de espécies de árvores e plantas.




      Assim que se entra, à esquerda havia uma cascatinha e um rio com algumas pedras. Eu já iria passar por ali quando a Lu me mostrou uma plaquinha bem pequena pedindo para não pisar nas pedras. Assim segui pelo outro caminho.


      Mais a frente só havia mais do mesmo [árvores e plantas], por isso preferimos voltar e subir na escadinha que avistamos próximo da entrada.





       


      A estrutura do teto, o fato do piso ser aramado [possibilitando ver tudo o que está abaixo] e os detalhes da parede de vidro da construção faz com que ela tenha um aspecto muito legal, mas a estufa em si é bem simples e há pouca coisa para se ver. Por isso descemos tudo e saímos dela para apreciar melhor o jardim que estava lá fora.


      Enquanto nosso grupo passeava pelo jardim, tiramos uma selfie com o Palácio de Cristal em outro ângulo.

      Como nossa visita por aqui seria rápida, já que estávamos bem cansados da longa viagem de ônibus e a fome também começava a apertar um pouco, seguimos pelo jardim.




      Ao chegar no estacionamento o guia nos informou que próximo a casinha escrito "Curta Curitiba" tinha banheiro pra quem precisasse e assim que o usamos tiramos algumas fotos em frente a ela:
      # Cool e descolado:

      Notas: Antes dessa foto eu estava sentando segurando as pernas e a foto tinha ficado bem feia: Resumindo = a pose é tudo! Um pouquinho que você se mexer ou gesticular já muda bastante a "cara" da foto.
      # "Cagado"!

      Já diferentemente de mim, a Luciana foi bem estilosa e ficou legal em cada uma das fotos que tirou ali.



      Ao atravessar o estacionamento e passar pelo portão chegamos à calçada, mas como o povo ainda estava muito disperso resolvemos atravessar a rua e entrar numa lojinha que estava ali perto.









      Ao entrar na loja ficou louco, pois vi souvenir, souvenir e mais souvenires, fiquei tão empolgado que nem sabia se levava um de globo ou de outro jeito, mas de alguma forma a Lu conseguiu me convencer e comprei um do mais simples. Ela preferiu comprar uns chaveirinhos.

      Às 11:00h nos reunimos com o resto do pessoal e o bus partiu para o próximo ponto turístico, porém vou deixar isso no próximo post, já que esse aqui está muito extenso.
      Notas: Ainda estou escrevendo o relato, em breve posto aqui novamente.
    • Por beatrizz
      Olá!! Hello! Hola!! 
      Pra quem gosta de cerveja artesanal, tem que conhecer Blumenau e Pomerode! Lá tem diversas cervejarias e cervejas pra todos os gostos! Mas não é só isso. 
      Conheci Blumenau em Outubro/17. Fiquei na pousada do Gaudino, que é muito bem estruturada, limpa e próximo do Parque onde tem o Morro do Spitzkopf (nome alemão). Na estrada pro Morro você passa por uma vila bem tradicional alemã, como é da cultura, muito bem cuidada. 
      Chegando no parque você paga uma pequena taxa (acho que 10 pila) e pode fazer a trilha de subida ao morro e as trilhas das cachoeiras. Tem uma senhorinha que cuida lá, ela é da Polônia (ou algum lugar por lá). 
      1. Morro do Spitzkopf : pra subir leva cerca de 2:30 horas, em ritmo leve. Dá pra beber água da subida (pelo menos bebi e não acontece nada haha). Logo na primeira parte a trilha é uma estradinha, depois vira trilha mesmo. Dá pra ouvir muitos pássaros, alguns eu nunca tinha ouvido. Chegando no topo o visual é deslumbrante! Bom pegar um dia aberto. 
      2. Cachoeiras : descendo o morro, depois você pode fazer as trilhas das cachoeiras, eu fiz 3. Todas perto, cerca 15 min a 30. Em duas delas dá pra tomar banho. Uma delas é bem funda e perigosa. 
      Passei umas 7 horas caminhando no parque, tem coisas pra fazer todo esse tempo.
      3. Pomerode: saindo de Blumenau fui a Pomerode, é uma cidadezinha muito aconchegante. Fui fazer um pedal com o pessoal da Seledon, muito profissionais. Saimos da cidade, fazendo 30 k na estrada de chão. Até uma casa bem antiga e típica alemã, e conhecemos duas cachoeiras lindas no interior.  
      Simples, fácil e muito massa. Dá pra fazer sozinha (como maior parte das viagens) 
      Fotinhas logo ali. 










       

    • Por Michael Darolt
      Gostaria de saber se alguém tem dicas para Joinville. Irei participar de um congresso entre os dias 05 e 08 de Abril de 2006 e queria saber as opções de hospedagem e principais atrativos.
       
      Valeu a ajuda!
       
      Viviane.
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