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Onde ir

Em Nova Trento:

Nova Trento, a Capital Catarinense do Turismo Religioso, é o segundo destino do país que mais recebe fiéis, peregrinos e romeiros e o único município a possuir dois santuários reconhecidos pela Igreja Católica: Santa Paulina e N. Sra. do Bom Socorro. Além dos dois santuários, a cidade possui mais de 30 igrejas e capelas. Colonizada por imigrantes italianos oriundos do Trentino Alto Ádige, no norte da Itália, realiza uma das mais autênticas celebrações da cultura italiana: a Festa Incanto Trentino, com apresentações de grupos folclóricos, de dança e de canto que preservam o dialeto trentino praticado a mais de cem anos. Outra marca da imigração italiana está no plantio da uva e a fabricação de sucos e vinhos, além das massas, queijos e embutidos.

  • Santuário Santa Paulina, R. Madre Paulina, 3.988, Vígolo, a 6 km do Centro, 3267-3030, 7-18h (horário de visitação ao santuário; as missas, museus e outras dependências do santuário têm outros horários de funcionamento, conferir no site), [email protected], www.santuariosantapaulina.org.br Pela R. Madre Paulina, tem uma escadaria que dá acesso ao santuário. Um pouco adiante, tem início a passarela dos romeiros que também sobe ao santuário. Para aqueles que não querem ou não podem subir a escada ou a rampa, tem uma rua à direita que acesso, passando por trás do santuário, a uma área de embarque e desembarque. Possui infraestrutura com estacionamentos, Posto de Pronto Atendimento, Centro Comercial, lojas, restaurante (self-service por kg) e lanchonete - ter-dom, reservas pelo telefone 3267-3018, hotel. Abriga além do Santuário Santa Paulina, o casebre com telhado de palha, a Capela das Irmãs, a Capela N. Sra. de Lourdes, o Museu de Seda, a Casa das Graças, o Oratório Nossa Senhora Aparecida e, do outro lado da R. Madre Paulina, o Museu Colonial, o Cenário Vivo da Vida de Santa Paulina e a Colina Madre Paulina, cujo acesso deve ser feito a pé, pois o bondinho que ligava que ligava o santuário ao Morro da Colina foi desativado. A escada da Rosa Mística ou a Trilha Mariana dão acesso à Colina de Benção e ao Calvário. O complexo ainda contempla a Ermida Santa Paulina, o Anjo da Guarda, o Marco do Milênio, o Monumento à Casa Paterna, Velários, Cruzeiros, Praças

 

  • Museu da Cultura Italiana e Mercado de Pulgas, Estrada Geral do Morro da Cruz, s/n, Centro, 3267-0028, ter-dom das 8-17h, [email protected], www.pousadacantinaitaliana.com.br/museu-da-cultura-italiana-nova-trento-sc Entrada de 15,00. Cercada pela Mata Atlântica e aos pés do Santuário N. Sra. do Bom Socorro
  • Santuário N. Sra. do Bom Socorro, R. N. Sra. do Bom Socorro (Estrada Geral do Morro da Cruz), s/n, Centro, no alto do Morro da Cruz, 3267-0127 paróquia / 9644-4052 / 3267-0318 Moacir, 7-18h. No caminho até o topo, as 14 estações representam a Via Sacra, bela vista panorâmica

 

  • Casa Salamanca (1880), R. Santo Inácio, 73, esq c/ a R. Marechal Deodoro, Centro. Uma das primeiras construções realizadas pelos trentinos
  • Igreja Matriz São Virgílio, Rua Santo Inácio, 170, Centro, 3267-0127, [email protected], www.paroquiasaovirgilio.com/
  • Capela Santa Ágata, R. Carlos Tridapalli, Besenello

 

  • Vinícola Castel, Rodovia SC 410, 1230, Claraiba, 3267-1075 / 0773
  • Café Colonial da Adega Bastiani, R. Madre Paulina, 301, Vígolo, 3267-1009, sáb, dom e fer, [email protected]; Anexo à adega, o Café Colonial tem fogão a lenha com sopa de capeletti e polenta
  • Vinícola Buono, R. Madre Paulina, 1272, Vígolo, 3267-1075 / 1354, [email protected], www.vinicolabuono.com.br Fazenda com produção e comercialização de sucos sem adição de açúcar e conservantes, além de vinhos; vinhedos próprios e produção artesanal
  • Vinhos Girola, R. Madre Paulina, 2379, Vígolo, 3267-0709 / 1017, 9-19h, www.vinhosgirola.com.br Tradição de mais de um século; desgustação de vinhos, suco e uva e produtos coloniais
  • Vinhos Vô Luiz, R. Madre Paulina, s/n, Vigolo, 3267-0291, www.vinhosvoluiz.com.br
  • Al Fero Birrificio, SC-411, 1498, Ponta Fina Norte, 3267-0077, seg-sex das 9-11h30 e 13h30-18h, sáb e dom das 10-17h. Cervejaria artesanal, loja de fábrica
  • Fábrica de Laticínios Trentolat - Queijos Finos, R. José Batattisti Archer, 1480, São Roque, 3267-0679, www.trentolat.com.br Projeto Brasil - Itália, em conjunto com a província autônoma di Trento, para a produção de queijos diferenciados

Dicas e comentários sobre passeios:

 

  • O Santuário Santa Paulina é grande e a visita pode ser demorada se quiser visitar as capelas, os museus, a Colina Madre Paulina e outros atrativos do local. Se quiser fazer uma visita com mais calma, evite os domingos, especialmente o segundo domingo de julho, dedicado à Santa Paulina, e as demais datas religiosas. Sugiro visitar o santuário por fora e por dentro e descer a passarela dos romeiros (existe uma escadaria também) até a área embaixo, onde estão o casebre com telhado de palha, a Capela das Irmãs e a Capela N. Sra. de Lourdes. Esta capela é bem bonita; por dentro é bem colorida com pinturas nas paredes e teto. Do outro lado da R. Madre Paulina, tem o Museu Colonial, o Cenário Vivo da Vida de Santa Paulina e o início da estrada para a Colina Madre Paulina, que agora deve ser subida a pé, já que os bondinhos não operam mais. Sobre uma ponte, à beira de uma cerca e nas imediações, estão amarradas fitinhas coloridas que continuam pela cerca na subida à colina. Placas dos fieis agradecem pelas graças alcançadas. No alto da colina, tem uma loja, mas estava fechada no meio da semana, quando passei por lá. Parte da estrutura do teleférico continua lá, embora desativada. A área do entorno tem mata preservada e esse lado oferece uma bela vista do santuário
  • Vinhos Girola, fica no caminho para o Santuário Santa Paulina. Achei interessante, pois oferece uma visita guiada à fábrica que é gratuita e objetiva. Não precisamos agendar e fomos prontamente recebidos. Ficamos sabendo que os vinhos são de fabricação própria, enquanto os sucos e espumantes são feitos por outros e só tem a etiqueta da vinícola
  • Vale parar no Mercado de Pulgas, pois a construção é bonita com vários objetos antigos expostos e à venda, é praticamente um museu. Junto, fica o Museu da Cultura Italiana, que está instalado em uma área grande e acredito que leve tempo para visitar tudo, pois tem até um mapa do conjunto. Passei direto por conta do tempo contado. É tudo muito bem cuidado
  • O Santuário N. Sra. do Bom Socorro merece uma visita com calma, desfrutando-se do belo caminho até lá e fazendo uma parada no Museu da Cultura Italiana e Mercado de Pulgas que fica no meio do caminho. A estrada arborizada e margeada por hortênsias contempla as 14 estações da Via Sacra ao longo de seu percurso. Se tiver tempo e ânimo, acho que essa estrada rende uma caminhada agradável principalmente na parte da manhã e na época da florada das hortênsias. Deve ser um ótimo programa para quem está hospedado nos Chalés Villa Trentina. A 525m de altitude e cercada de mata preservada, a igreja tem um mirante com vista panorâmica para a cidade, o Vale do Rio Tijucas e até o litoral
  • A Igreja Matriz São Virgílio fica situada em uma singela praça com coreto. O interior da igreja não é muito trabalhado, mas tem adornos no teto, paredes e colunas. Tem um CIT nessa praça, mas acho que está desativado, pois não tinha nenhum funcionário lá

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

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Onde ir

Em Botuverá:

Botuverá abriga a maior caverna da região sul do país com salões repletos de estalactites, estalagmites e flores de aragonita. A cidade celebra a cultura dos imigrantes de Bérgamo, no norte da Itália, com a Festa Bergamasca.

  • Paróquia São José, R. Padre Carlos Enderlin, 215, 3359-1142
  • Parque Municipal das Grutas de Botuverá, Estrada Geral de Ourinhos, s/n, Ourinhos, a 15 km do Centro, com acesso por estrada de terra, 3359-1100 / 3087-8387, outono e inverno ter-dom das 8-16h; primavera e verão ter-dom das 8-17h; fecha em feriados como Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal 24 e 25/12, Ano Novo 31/12 e 01/01; atende no máximo 13 grupos por dia, cada grupo com até 15 pessoas. Entrada de 25,00 (em 02/2018). Contempla a Caverna de Botuverá e uma trilha pela mata que leva até uma cachoeira. Conta com infraestrutura com churrasqueiras, lanchonete e estacionamento. A visita de 45 min percorre 220 m da caverna que conta com iluminação artificial e é monitorada por guias

Dicas e comentários sobre passeios:

 

  • Se quiser mais tranquilidade, convém visitar o Parque Municipal das Grutas de Botuverá no meio da semana (exceto segunda-feira quando fecha), pois aos finais de semana, o fluxo de turistas é maior e os grupos são formados com apenas 15 pessoas, então se tiver mais pessoas, ficará para o próximo grupo. Porém, a possibilidade de encontrar grupos de escola é maior. É obrigatório o uso de tênis (de calçado aberto não entra), preferencialmente com solado antiderrapante. É fornecido um capacete que deve ser usado no interior da caverna. Os visitantes assistem um vídeo curto, recebem algumas orientações e todos os pertences, incluindo celulares e máquinas fotográficas, devem ficar no carro ou no armário que eles disponibilizam. Não pode levar nada, nem água, por causa do lixo que alguns, inadvertidamente, deixavam no local antes da proibição ser efetivada. É proibido tirar fotos, pois a distração pode ser perigosa. A caverna está razoavelmente preservada e foi modificada para receber escadas, corrimãos e iluminação, facilitando a visitação. Apenas parte da caverna (3 salões) está aberta à visitação, outras áreas são apenas para pesquisa. O trecho percorrido é curto, mas é íngreme, sempre subindo ou descendo. Depois de percorrer o trecho inicial, o guia pergunta se alguém quer voltar, pois depois disso tem que ir com o grupo, já que ele não pode deixar ninguém no meio do caminho. Há um trecho onde o chão e o teto brilham, também há colorações diferentes decorrentes dos tipos de minérios presentes. Curiosamente a temperatura é sempre constante no interior da caverna, a 20ºC, a umidade é alta e está sempre respigando deixando o piso molhado e formando poças d’água. Quando chover bastante, por um longo período de tempo, aumenta o respingo. Se todos concordarem o guia apaga as luzes para o grupo sentir a escuridão da caverna. Dizem que é a maior sensação de falta de luz que o ser humano pode experimentar. Se não me engano, a cobrança de ingresso é apenas para a caverna, para usufruir da área de lazer, não é necessário pagar. Aproveite para visitar o Museu do Imigrante, no formato de uma vila, cujas casas ostentam jardineiras floridas. O cenário é bastante pitoresco. O acesso é bem sinalizado e a estrada está praticamente toda asfaltada até a caverna. Só resta menos de 1 km de estrada de terra em bom estado de conservação

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

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Onde ficar 

  • Hotel Glória, R. 7 de setembro, 954, Centro, 3326-1988 / fax 3326-1988, [email protected] O hotel é bastante agradável, bem localizado, no Centro (embora eu não recomende o centro da maioria das cidades, em Blumenau ficar no centro é bom). Achei ótima a relação custo/benefício, pois o quarto é confortável, o café da manhã é maravilhoso e, pelo menos fora do período de festas, o valor da diária estava bem honesto, se comparado ao de outros destinos. Acredito que o prédio seja antigo e a fachada exterior parece velha, acho que a cor da pintura não ajuda. A parte da recepção tem uma decoração com móveis pesados e escuros, mas os quartos parecem ter sido totalmente reformados/remodelados com um toque mais moderno, mas ainda aconchegante. Tem wifi e estacionamento no local; atendimento cordial; boa limpeza da área comum e do quarto; boa roupa de cama e de banho branca. O quarto é compacto*, mas bem equipado: uma boa cama box, criados-mudos, AC split, frigobar, TV tela plana com canais por assinatura, bancada, cadeira, armário, cofre, pia no canto do quarto com torneira de água quente, secador de cabelo e amenities (sabonete, xampu, condicionador e touca para banho). Banheiro pequeno com ducha com aquecimento central, box blindex. O café da manhã é servido na confeitaria Cafehaus Glória que também é aberta ao público em geral, com ambiente muito agradável e funcionário atenciosos com vestimentas típicas. Ótimo tanto na variedade quanto na qualidade. * Ficamos no quarto tipo “Econômico Slim (quarto bem pequeno, pia no quarto, degrau no banheiro)”. Existem outros tipos de quartos (mais caros), provavelmente mais espaçosos e equipados

Outras opções:

  • Hotel Hermann, R. Marechal Floriano Peixoto, 213, Centro, 3322-4370 / Fax 3326-0670, www.hotelhermann.com.br/ Disseram que é mais simples, mas com atendimento familiar e bom café da manhã
  • Hotel Mansiones, R. Padre Jacobs, 45, Centro, 0800 604 1054 / 3039-1212 / 9738-0605, [email protected]
  • Ibis Blumenau, R. Paul Hering, 67, Centro, 3221-4700 / Fax 3221-4701, [email protected]
  • Himmelblau Palace Hotel, R. 7 de Setembro, 1415, Centro, 3036-5800 / fax 3037-5345, [email protected]
  • Hotel Pousada XV, R. XV de Novembro, 1290, Centro, [email protected], hotelpousadaxv.com.br/

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Blumenau é uma cidade relativamente grande e perde no quesito charme, mas é uma das mais propícias a ser utilizada como quartel-general, se quiser ficar hospedado em um único local e fazer passeios bate e volta, pois tem boa localização no Vale dos Príncipes e boa infraestrutura turística com hotéis, restaurantes e agências de receptivo turístico. Embora eu não recomende o centro da maioria das cidades, em Blumenau ficar no centro é bom, tem alguns restaurantes e o Shopping Neumarkt
  • As cidades vizinhas têm menos opções, mas é perfeitamente possível se hospedar em toda a região
  • Pomerode é bastante charmosa e tem opções de hospedagem, mas não sei como é a noite por lá
  • Com tempo de sobra, acho que vale a pena dividir a hospedagem com Brusque, que ocupa uma posição estratégica entre Nova Trento e Botuverá, sendo adequada para um bate e volta a essas cidades. Além de evitar pegar o trânsito ao atravessar o centro urbano das cidades no percurso
  • Nova Trento é menor e acho que vale a pena se hospedar lá se o enfoque for religioso. Entretanto, acho que Brusque é mais bem localizada se quiser conhecer outras cidades vizinhas

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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Onde comer 

Em Blumenau:

  • Cafehaus Glória, R. 7 de setembro, 954, Centro, 3322-6942 / 3321-1945. Serve o café da manhã aos hóspedes do Hotel Glória, mas também é aberta ao público tanto para o café da manhã quanto para o café colonial servido à tarde e opera nos esquemas à la carte, bufê livre ou por kg, conforme a preferência do cliente. O ambiente é muito agradável e a atendimento é feito por funcionários atenciosos com vestimentas típicas. Ótimo tanto na variedade quanto na qualidade, com vários tipos de suco natural, frutas, frios, linguiças, salgadinhos, alguns pratos quentes (ovos mexidos, torta de frango, uma espécie de creme de queijo com brócolis e outros), pão de queijo, pães diversos (inclusive vegano), pão de mel, biscoito/rosquinhas e as belíssimas e saborosas tortas; costuma ter salsicha com chucrute, cucas e apfelstrudel. Não é barato, mas como a qualidade é muito boa, considero a relação custo/benefício boa
  • Alemão Batata Choperia, R. Alberto Stein 199, sala 111, Parque Vila Germânica, Velha, 3329-4242, diar almoço e jantar, www.alemaobatatachoperia.com.br/ Ambiente simples, mas agradável, no esquema à la carte com batatas recheadas, porções, pratos alemães e outros. Experimentamos pratos alemães. Os pratos são individuais, mas são bem servidos. O Kassler (meio salsichão vermelho, meio salsichão branco, purê de batata e chucrute) é bem servido para 1 pessoa, se comer pouco até dá para dividir. Agora o Eisbein é enorme e, apesar do osso, tem muita carne, por isso dá para dividir tranquilamente por 2 pessoas normais, ainda que os acompanhamentos (meio salsichão vermelho, meio salsichão branco, spätzel, purê de batata e molho de cerveja) não sejam igualmente generosos. A versão pururuca é uma delícia! Achei a relação custo/benefício muito boa
  • Aikau Poke, Rua Curt Hering, Centro, 99228-7708, seg-sáb, das 11-14h e 18-23h, pt-br.facebook.com/Aikaupoke/ O ambiente é pequeno, com mesas na parte interna (climatizado) e na calçada, mas é agradável. Nunca tinha experimentado comida havaiana e nem tinha ideia do que seria. Fui surpreendida com uma comida bastante semelhante à japonesa, inclusive nos utensílios e talheres (hashi). Experimentamos o poke que tem algumas versões, mudando basicamente o tipo de proteína (salmão, atum, frango, costelinha de porco, vegetariana com cogumelos). Pedimos o Aikau Poke (salmão) e o Veggie Poke (cogumelos). Veio uma tigela com arroz temperado (agridoce), a proteína, molho havaiano, gergelim, manga, abacate, pepino tipo sunomono, alho poró, repolho roxo. A apresentação é boa, e apesar de vir tudo junto na tigela, não vem tudo misturado. A porção é individual e vem em um tamanho razoável para uma pessoa. Achei a relação custo/benefício boa. Experimentamos também a sobremesa Sweet pineapple, abacaxi assado e caramelizado com sorvete artesanal de coco
  • Restaurante-escola Senac, Alameda Rio Branco 165, Casa do Comércio, Centro, 3222-0005, seg-sex 11-14h, sáb 11h30-14h, ter-sáb 18-23h, restaurante.sc.senac.br/ Fica em uma casa histórica, bonita e charmosa. Ambiente agradável e climatizado. No jantar, opera no sistema à la carte e o cardápio conta com petiscos, entradas e pratos principais típicos e outros. Pedimos Schnitzel ao molho de champignon que é bem servido para 2 pessoas. A maioria dos pratos vem com 4 acompanhamentos selecionados dentre as opções (alface, cenoura refogada, purê de batata, salada de maionese, farofa, arroz, batatas assadas, batatas fritas, chucrute, spätzle, tomate temperado, repolho roxo). Na quinta-feira, retornamos para a sequência de spätzle (“macarrão” alemão); pode escolher o spätzle tradicional ou o verde; tem um cardápio com a sequência de 7 sabores que você pode seguir ou selecionar apenas alguns; pode repetir quantas vezes quiser; as porções são pequenas para experimentar um de cada; os sabores são caprichados com toques diferenciados. Achei a relação custo/benefício boa. Obs.: almoço opera no sistema de bufê de comida brasileira com um prato alemão por kg no meio da semana; e bufê de churrasco alemão por kg aos sábados
  • Baggio Pizzaria & Focacceria, R. Sete de Setembro, 250, Centro, 3037-6262, 18-23h30, www.pizzariabaggio.com.br/ Tem um estacionamento amplo na frente e o restaurante fica nos fundos. O ambiente é agradável, climatizado, o atendimento é bom e as pizzas são boas. Ao pedir 2 sabores, o valor é dividido ao meio, sem cobrar pela mais cara ou adicional por dividir. A pizza é caprichada, embora não tenha gostado muito dos sabores escolhidos. Acho que ousei demais, pedindo meia Figo, Requeijão e Lombinho (muçarela, lombo, figo, requeijão cremoso e amêndoas) e meia Blumenau (molho parmegiana, muçarela, linguiça Blumenau e manjericão fresco). Gosto da mistura salgado com doce, mas não gostei muito dessa combinação e achei a linguiça muito salgada, mas isso é questão de gosto pessoal. A pizza não é barata, mas dado o ambiente e a qualidade das pizzas, achei a relação custo/benefício boa
  • Restaurante Immer Hoffen (da AABB), R. Paraguai, 90, Ponta Aguda, 3222-1406, 11-14h, pt-br.facebook.com/pages/Restaurante-da-AABB/200671773305260 O salão é bem grande e simples, oferece almoço no esquema de bufê livre com variedade de saladas e pratos quentes. É básico, mas a comida é boa e o preço honesto (é mais em conta no meio da semana), apresentando uma boa relação custo/benefício. Conta com estacionamento, mas dá para estacionar na rua também
  • Sabor Imperial, R Ângelo Dias, 251, Centro, 3326-0011, seg-sáb das 11-14h, www.saborimperialrestaurante.com.br/ O ambiente é agradável, climatizado e oferece almoço no sistema de bufê por kg com boa variedade de saladas frescas e pratos quentes. O ambiente é diferenciado e o bufê é bem caprichado, mas o preço do kg não é barato, bem como o do bufê de sobremesas que estava nessa mesma faixa de valor (um pouco mais em conta). Achei a relação custo/benefício razoável
  • Alemão Batata Express, Shopping Neumarkt. É a versão express/fast food do restaurante que fica no Parque Vila Germânica, com cardápio enxuto (batatas recheadas, lanches e porções) e mesmo preço. Dizem que a qualidade é a mesma do restaurante, mas não posso garantir, já que comi batata no shopping e um prato típico no Parque Vila Germânica. A batata é grande e bem recheada, com várias opções de sabores. Quis escolher um recheio “típico”, então acabei optando pelo Salsichão Alemão, já que achei a linguiça Blumenau muito salgada e o marreco um pouco forte. Se comer pouquinho, até dá para dividir uma batata. Achei a relação custo/benefício boa
  • Polpetta - Pão com Bolinho, R. Capitão Euclides de Castro, 74, Centro, 3037-5757, seg-sáb das 10h30-22h30, pt-br.facebook.com/polpettapaocombolinho/ Decidimos experimentar o tal do pão com bolinho. O local é simples e pequeno, mas é agradável, tem mesas internas e externas com cobertura de guarda-sol no calçadão. Tem opção de combo que combina lanche, batata e suco. Pedimos o Ozzy (pão de beterraba com gergelim preto, bolinho de carne, shiitake, creme de Gorgonzola e molho Aioli Dijon). Achei o pão meio seco; lanche normal, tamanho normal para 1 pessoa. É bom, o molho estava bem saboroso, mas esperava mais, talvez porque a expectativa fosse grande, já que esse pão com bolinho é tão comentado na cidade. Achei a relação custo/benefício razoável
  • Nana Hamburgueria, R. Antônio da Veiga, 484, Victor Konder, 3041-7070, ter-dom das 18-23h, www.nanaemcasa.com.vc/ É agradável, com mesas na área interna e na calçada. No horário que fui, tinha um público eclético, desde jovens com cara de estudante a clientes mais velhos e arrumadinhos. O cardápio conta com entradas (batata rústica, batata slice, batata doce, bacon, etc) e vários tipos de hambúrguer. O pão é meio pequeno, mas a carne é grande e os molhos e recheios são caprichados. Tanto a batata quanto o lanche acompanham molho de maionese temperado. Não tem opção de combo, tem que pedir o lanche e mais a batata, se quiser. Não é barato, mas como o lanche é mais caprichado, acho que o preço é compatível e a relação custo/benefício é razoável
  • Shopping Neumarkt, R. Sete de Setembro, 1213, Centro, 3326-0790. É um shopping normal com diversas lojas, praça de alimentação e cinema. Fica no Centro e uma boa opção para compras e refeições/lanches na área, principalmente no final e início de semana, quando parte dos restaurantes está fechada. A praça de alimentação tem o usual que é encontrado em outros shoppings com unidades franqueadas de diversas redes, mas tem também representantes locais como o caso do Alemão Batata Express. Conta com estacionamento, mas como é cobrado, alguns estacionam na rua lateral, em direção ao Parque Natural Municipal São Francisco de Assis
  • Parque Vila Germânica, R. Alberto Stein, 199, Velha, 3381-7700, www.parquevilagermanica.com.br Há alguns restaurantes e um café colonial, abertos para almoço e jantar

Outras opções:

  • Nibbles Food & Fun, R. Otto Hennings, 133, Itoupava Seca, 3037-4451, seg-sáb das 18-0h. Hambúrgueres e porções
  • Gutes Essen, R. Mal. Deodoro, 202, Velha, 3329-0691, 11h15-14h e 18h30-23h. Bufê no almoço e rodízio de pizza no jantar
  • Blu Pizza, R. Sete de Setembro, 2070, Centro, 3326-5100, 11-0h. Pizzas, Lanches, Petiscos, Torradas, Massas, Sopas. Rodízio de pizza
  • Mortadella, Av. Martin Luther, 1001, Victor Konder, 3037-6060, ter-dom das 11h30-14h30 e 18-0h; seg das 18-0h. Pizzas e massas
  • Funiculì Funiculà, R. Hermann Hering, 532, Bom Retiro, 3037-2901, seg-sex das 19-23h, sáb das 11h30-24h, www.funiculifunicula.com.br Pizzas; massas, rodízio de massas
  • Benkendorff Kaffee, Al. Rio Branco, 309, Jardim Blumenau, 3340-2164, seg- sex das 11h-19h30, sáb das 9-13h. Tortas, bolos, salgados, café, pão com bolinho, etc

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • Não deixe de provar da culinária alemã (eisbein, kassler, schnitzel, spätzel, chucrute, marreco recheado, hackapeter, cucas, apfelstrudel, etc)
  • O pão com bolinho é um lanche típico da cidade
  • Experimente a batata recheada e de preferência com salsicha, marreco ou linguiça Blumenau (boa, mas salgada para o meu paladar)
  • Confira as cervejas artesanais. Também, em algumas lojas (no Parque Vila Germânica tem), é possível encontrar marcas do mundo todo

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde comer

Em Pomerode:

  • Siedlertal, R. Hermann Weege, 500, Centro, 3387-2455, ter-dom 11h30-16h, www.siedlertal.com.br/ A entrada é bem bonitinha e rende algumas fotos para turista. Os garçons estão trajados com vestimentas típicas. O ambiente é agradável, climatizado e opera apenas no esquema à la carte no meio da semana com pratos típicos da culinária alemã (schlachplatte, eisbein, marreco recheado e outros), mas também tem filé mignon, picanha, frango, salmão, tilápia, etc. Ao pedir um prato, você tem direito a um bufê de saladas e sobremesas. Porém, caso peça um prato individual para dividir por 2, é cobrado uma taxa extra (acho que 15%, acredito que por conta desse bufê). O prato é bem servido para 1 pessoa e dependendo do prato dá tranquilamente para dividir por 2 “normais”, por exemplo, no caso do marreco recheado; os acompanhamentos são bem servidos também; Aos sábados e domingos opera no esquema de bufê livre com pratos tradicionais da culinária alemã e sobremesa; aos domingos ainda tem música ao vivo com banda típica alemã. Achei a relação custo/benefício boa

Outras opções:

  • Confeitaria e Restaurante Torten Paradies, Rua XV de Novembro, 350, Centro, 3387-5271, seg-sáb das 7h30-19h30, dom e fer das 10-19h30, www.torten.com.br
  • Rest. Pomerode, R. Hermann Weege, 242, Centro, 3387-0406, seg-dom das 10h30-14h
  • Schroeder, R. Luiz Abry, 45, 3387-0493, bufê livre de comida simples e caseira com sobremesa
  • Típico Colonial Wunderwald, R. XV de Novembro, 8444, 3395-1700, www.wunderwald.com.br Alemã, Europeia, seg-sáb almoço e jantar, dom almoço

 

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Onde comer

Em Nova Trento:

  • Cantina Italiana, Rua dos Imigrantes, 864, Besenello, 3267-0028, das 11h30-14h30; ter-sáb das 18h30-22h, www.pousadacantinaitaliana.com.br/restaurante A entrada é bem bonitinha e rende várias fotos para turista; tem uma loja de produtos coloniais e artesanais. O ambiente do restaurante é agradável, climatizado e o almoço funciona no esquema de bufê livre com uma boa variedade de saladas frescas, entradas, pratos quentes e algumas sobremesas. O preço não é caro, pela qualidade do bufê, por isso achei a relação custo/benefício muito boa. Conta com estacionamento e tem uma pousada que contempla um parque infantil, sala de jogos, mini museu, tafona em funcionamento, capela (não sei se abertos ao público do restaurante). São do mesmo dono também, o Museu da Cultura Italiana e a Villa Trentina - Chalés (no caminho para o Santuário N. Sra. do Bom Socorro - não deixe de ir até lá, pois o caminho é lindo)

Em Timbó:

  • Choperia e Restaurante Thapyoka Timbó, Av. Getúlio Vargas, 201, Centro, Timbó, 3382-0198, seg-sex das 11-14h e 17-0h; sáb, dom e fer das 11-0h, www.thapyoka.com.br/ O ambiente do restaurante é bem agradável e a área do entorno é bem turística e vale o passeio – reserve um tempo antes ou após a refeição para a visita. Lá pelas 13h30, o bufê ainda estava ok. Bufê por kg com boa qualidade e variedade de saladas frescas e bons pratos quentes (bufê comum no meio da semana, feijoada no sábado e comida típica no domingo; no meio da semana é mais barato). O restaurante está inserido no Complexo Turístico Jardim do Imigrante que contempla o Museu do Imigrante. Janelas do restaurante têm vista da cascata e ponte. Achei a relação custo/benefício muito boa

 

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Dicas 

Contatos úteis:

  • Prefeitura de Blumenau, Av. Castelo Branco, 2, Praça Victor Konder, Centro, das 8-12h e 13h30-17h30 / Praça do Cidadão, das 8-17h, 3381-6000, [email protected], www.blumenau.sc.gov.br
  • Secretaria de Turismo e Lazer SECTUR de Blumenau, R. Alberto Stein, 199, Velha (anexo ao Parque Vila Germânica), 3381-7700 / 7701 / 7726 / fax 7713, seg-sex das 10-19h; sáb, dom e fer das 10-16h, [email protected]
  • Prefeitura de Pomerode, R. XV de Novembro, 525, Centro, 3387-7200, das 7h30-11h30 e 13-17h
  • Secretaria de Turismo e Cultura de Pomerode, R. XV de Novembro, 818, Centro, 3387-2627, das 7h30-11h30 e 13-17h, [email protected]
  • Prefeitura de Indaial, Av. Getúlio Vargas, 126, Centro, 3317-8800, 8-12h e 13h30-17h30
  • Departamento de Turismo e Eventos de Indaial, R. Dr. Blumenau, 5, anexo à Fundação Indaialense de Cultura, Centro, 3333-5723, [email protected], [email protected], [email protected]
  • Prefeitura de Rodeio, R. Barão do Rio Branco, 1069, Centro, 3384-0161, seg-ter das 7h30-11h30 e 13h30-17h, qua-sex das 7h30-12h30
  • Diretoria de Cultura e Turismo de Rodeio, R. Giácomo Furlani, s/n, Centro, 3384-0980, [email protected]
  • Prefeitura de Timbó, R. Getúlio Vargas, 700, Centro, 3382-3655, seg-sex das 8-12h e 14-17h (durante o verão das 7-17h na sala 04)
  • Departamento de Turismo de Timbó, Av. 7 de Setembro, 414, Centro, 3382-4170, [email protected], www.turismotimbo.com.br/
  • Prefeitura de Brusque, Praça das Bandeiras, 77, Centro, 3251-1833, seg-sex das 8-12h e 13h30-17h30, www.brusque.sc.gov.br
  • Secretaria de Turismo de Brusque, 3351-3569, 12-18h, [email protected]
  • Prefeitura de Nova Trento, R. Santo Inácio, Praça Del Comune, 126, Centro, 3267-3200
  • Secretaria de Turismo e Cultura de Nova Trento, 3267-1354, [email protected]

Informações Turísticas

  • Aeroporto de Navegantes - fica logo à esquerda do portão de desembarque. Havia vários mapas e folders, mas não tinha nenhum funcionário. Após esperar um pouco, perguntei ao segurança do aeroporto se poderia pegar os mapas e, dada a resposta afirmativa, retirei alguns mapas
  • Central de Atendimento ao Turista, Museu da Cerveja, Blumenau
  • Central de Atendimento ao Turista, Parque Vila Germânica, Blumenau
  • Central de Atendimento ao Turista, R. Itajaí, 3435, Vorstadt (em frente ao Complexo Esportivo Sesi), Blumenau, 3222-3176, seg-sex das 8-16h, [email protected]
  • Portal Turístico Sul, R. XV de Novembro, 818, Praça Jorge Lacerda, Centro, Pomerode, 3387-3419, diar das 8-18h

Agências de Turismo Receptivo e Guias de Turismo:

  • Dellandrea Agência de Viagens e Turismo, R. General Osório, 748, Velha, Blumenau, 3328-1502 / 2916 / 99668-1545 Whatsapp / 2120 / 2112, [email protected], www.dellandreatur.com.br/
  • Marcelo Alexandre T. Pacheco - Guia de Turismo, Blumenau, [email protected], 98803-5409 Tim Whatsapp / 99253-1288 Claro / 98441-2996
  • Pomerode Jeep Tour, Pomerode, 3387-4123 / 99150-0003, [email protected], pomerodejeeptour.com.br/ Passeios (Rota do Enxaimel, morros e vales, pontos turísticos tradicionais, roteiros gastronômicos e de compras), saídas às 8h30 e 14h, de 3-4h de duração

Outras opções:

  • Há vários Guias de Turismo listados no site oficial de Blumenau http://www.turismoblumenau.com.br/servicos/guias-de-turismo
  • Ativa Rafting e Aventuras, www.ativarafting.com.br - Base Doutor Pedrinho, R. Santa Catarina, 1484, Centro, 3388-0059 / Whatsapp 99990-0169, [email protected] - Base Apiúna, Whatsapp Central de reservas 3353-1392 / 98816-9934, [email protected]
  • Ibirama Rafting, 3357-2130 / 8813-1895, www.ibiramarafting.com.br
  • Ecoadrenalina Aventuras, 9124-1578, www.ecoadrenalina.com.br

Fontes:

Venha Descobrir | Santa Catarina Turismo
Vale Europeu – Descubra Santa Catarina
Vale Europeu
Acolhida na Colônia
Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu
Circuito de Caminhante do Vale Europeu

Prefeitura de Blumenau
Turismo Blumenau – O Brasil de Alma Alemã
Prefeitura Municipal de Pomerode - A cidade mais alemã do Brasil
Vem pra Pomerode
Seja bem vindo ao portal da cidade de Pomerode
Município de Rodeio
Portal de Turismo de Rodeio
Prefeitura de Timbó
Turismo Timbó
Prefeitura de Brusque
Turismo Brusque
Município de Nova Trento
Portal de Turismo de Nova Trento
Prefeitura Municipal de Botuverá/SC
Parque das Grutas « Prefeitura Municipal de Botuverá/SC

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Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
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25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
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19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

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Mapas (links externos):

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ValeEuropeu
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Caminhada Ecológica Cultural da Vila Itoupava - Wandertag In Vila
Pomerode - RotaEnxaimel
Pomerode - RotaEnxaimel
Rio dos Cedros
Botuverá

 

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Segue abaixo o relato de viagem, mas antes, baseado na minha experiência, vou deixar um roteiro mais otimizado para os próximos viajantes, pois como dizia o finado e saudoso Guia Quatro Rodas: “a gente vai antes para você ir melhor”. Fica a dica: faça o que eu digo, não faça o que eu fiz ;) O relato tem basicamente o histórico da viagem, mas sem as dicas, estas estão espalhadas pelas seções anteriores.

Roteiros sugeridos:

O Vale Europeu pode ser associado a outros polos turísticos como o Vale dos Príncipes e a Costa Verde e Mar com acesso via aeroporto de Navegantes e Joinville que recebem voos regulares. O tempo requerido vai muito da intenção de fazer um roteiro ou mais profundo ou superficial e também de quantas cidades pretende abranger. Os roteiros sugeridos abaixo contemplam os principais destinos do Vale Europeu.

Para quem está hospedado em Blumenau:

  • Blumenau 1 - dia todo: Igreja Evangélica Luterana do Espírito Santo, Museu de Hábitos e Costumes, Praça Hercílio Luz (Museu da Cerveja), Museu da Família Colonial, R. XV de Novembro (Catedral São Paulo Apóstolo, Castelinho da Havan, Feira de Artesanato – AFEART, Teatro Carlos Gomes), Praça Victor Konder (Prefeitura, a locomotiva Macuca), Av. Beira-Rio, Parque Vila Germânica, Igreja da Paz. Se sobrar tempo, acrescentar mais algum museu e/ou cervejaria
  • Blumenau 2 - dia todo: Vila Itoupava (Schluck Licores, Happs Chocolates Caseiros, Caminhada Ecológica Cultural da Vila Itoupava - Wandertag In Vila), Centro Cultural da Vila Itoupava, Associação e Museu dos Clubes de Caça e Tiro, Casa da Memória da Escola nº 1, museus (Museu de Ecologia Fritz Müller, Museu da Água, Museu Hering, Glas Park Museu do Cristal), cervejarias (Cervejaria Blumenau, Cervejaria Container, Cervejaria Bierland), Parque Natural Municipal São Francisco de Assis
  • Blumenau 3 - dia todo: Parque Ecológico Spitzkopf e/ou Parque Municipal das Nascentes
  • Pomerode - dia todo: Centro e Rota do Enxaimel. Se quiser visitar os museus e/ou fazer a Rota do Enxaimel com mais calma, convém dividir o roteiro em 2 dias. Obs.: às segundas alguns museus estão fechados; aos finais de semana tem almoço na Pousada Rural Mundo Antigo, às segundas e terças o Parque Vila Encantada está fechado
  • Nova Trento - dia todo: Santuário Santa Paulina; Museu da Cultura Italiana e Mercado de Pulgas; Santuário N. Sra. do Bom Socorro; vinícolas do Bairro Vígolo; Centro. Obs.: parece que no domingo os santuários ficam mais cheios; às segundas o museu está fechado
  • Brusque 1 - dia todo: Santuário N. Sra. de Azambuja, Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof; Parque das Esculturas; compras (FIP, Stop Shop). Obs.: aos domingos a FIP está fechada e o Stop Shop pode ou não estar fechado
  • Brusque 2 - dia todo: Parque Municipal Leopoldo Moritz; Parque Ecológico e Zoobotânico; Prefeitura; Colina Evangélica; Igreja Matriz São Luiz Gonzaga; Museu Histórico e Geográfico do Vale do Itajaí-Mirim (Casa de Brusque); Cervejaria Zehn Bier. Obs.: verificar horário do museu e da cervejaria
  • Rodeio - dia todo: Capela de N. Sra. da Glória; Igreja Matriz São Francisco de Assis / Convento Franciscano São José; Museu de Usos e Costumes da Gente Trentina; Vila Italiana (às quartas tem feira e artesanato); Casa de Arte; Cascata O Salto; Caminho dos Anjos; Eremitério Bem-Aventurado Egídio de Assis
  • Timbó - meio período ou dia todo: Complexo Turístico Jardim do Imigrante; Casa do Artesão; Museu Casa do Poeta Lindolf Bell; Museu da Música; Parque Ecológico Freymund Germer (Morro Azul). Obs.: às segundas alguns museus estão fechados
  • Botuverá - meio período: Parque Municipal das Grutas de Botuverá; Paróquia São José. Obs.: às segundas o parque está fechado. O outro meio período pode ser aproveitado para um passeio em Brusque que é caminho
  • Indaial - meio período: Centro. Se incluir a Região Histórica do Warnow e o Vale do Ribeirão Encano - dia todo
  • Ascurra - dia todo: Centro; Reserva Ecológica Serra da Leoa (verificar horário de funcionamento)

 

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Relato de viagem:

Sábado, 17/02/2018 - dia nublado/parcialmente encoberto
Aeroporto Congonhas, Aeroporto de Navegantes, Hotel Glória, centro de Blumenau

Pegamos uma carona até o Aeroporto Congonhas, cuja movimentação estava tranquila. Ao entrar na área de embarque, fui submetida a uma revista física que ocorreu ali mesmo, perto da esteira da bagagem e foi novidade para mim. Ao pesquisar sobre o assunto, vi que faz parte dos Procedimentos de Inspeção no Transporte Aéreo, em vigor desde 18 de julho de 2016. Foi meio estranho, mas já que faz parte da segurança, não entrarei no mérito da questão. O Aeroporto de Navegantes é pequeno e estava tranquilo também. Passei no CIT, que tinha vários mapas e folders, mas nenhum funcionário. Optamos por ir de transporte por aplicativo até Blumenau. Fizemos check in no Hotel Glória, que é bastante confortável. Dado o horário, fomos ao Shopping Neumarkt tomar um lanche. Saímos rapidamente, para tentar pegar o CIT do Museu da Cerveja aberto. Seguimos pela Av. 7 de Setembro. Conseguimos pegar alguns mapas e folders e tirar algumas dúvidas, mas não visitamos o museu, pois já estava fechando. Voltamos pela Av. Beira-Rio, mas o Centro estava bastante deserto, com as lojas fechadas e poucos caminhantes (passeando com cachorro, andando de bicicleta, correndo, etc). Curiosamente, havia caiaques, um Jet Ski e até uma lancha de passeio no rio. Passamos pelo Castelinho da Havan e prosseguimos pela R. XV de Novembro até o Relógio das Flores. Então retornamos até o Shopping Neumarkt novamente. Fomos até o Supermercado Angeloni (perto do Museu da Cerveja). De volta ao hotel. Decidimos jantar nas proximidades e acabamos escolhendo o Restaurante Aikau Poke, que me surpreendeu por ter uma comida bastante semelhante à japonesa. Há outros restaurantes em frente, na mesma rua e no calçadão próximo.

Domingo, 18/02/2018 - dia nublado/parcialmente encoberto
Parque Municipal das Grutas de Botuverá, centro de Blumenau, Vila Itoupava

Fica a dica: esse roteiro não é bom no final de semana. Parque Municipal das Grutas de Botuverá muito cheio. Tudo fechado na Vila Itoupava que é bonitinha, mas não é tão turística assim e é dispensável; deve ser interessante quando tem alguma festa. Prefira fazer Botuverá + Brusque, pois estão no mesmo caminho e Brusque tem muitos atrativos, para mais de 1 dia.

Ganhamos 1h com o término do horário de verão. Acordamos cedo para tomar café da manhã no Cafehaus Glória com calma e olha que café da manhã! Pontualmente, no horário combinado, às 8h, o Marcelo (guia de turismo) veio nos buscar. Seguimos até Botuverá, passando por outras cidades no meio do percurso. Em Gaspar, vimos a fábrica da Círculo. Em Brusque tem a primeira Havan. Em Botuverá, canteiros floridos nas ruas e a bela Paróquia São José. Na estrada, já bastante próximo da caverna, tem um belo forno de olaria que parece em desuso. Na entrada do Parque Municipal das Grutas de Botuverá, tem o Museu do Imigrante, no formato de uma vila, cujas casas ostentam jardineiras floridas. Para chegar à recepção do parque, atravessamos uma charmosa ponte pênsil. No domingo estava bastante cheio e conseguimos a sorte de pegar as 2 últimas vagas do próximo grupo, pois o pessoal a nossa frente estava em 3. Não gostei muito da proibição de tirar fotos, mas depois achei que é muito melhor assim, pois a qualidade da visita é bem melhor. Guardei o nome do primeiro salão: Salão do Órgão, que apresenta uma formação semelhante a um órgão de tubos. Como todos concordaram, o guia apagou as luzes para o grupo sentir a escuridão da caverna. Dizem que é a maior sensação de falta de luz que o ser humano pode experimentar. Retornamos e seguimos por uma trilha autoguiada até a cachoeira. O trajeto é curto, acompanha o leito do rio com corredeiras e passa por uma pequena ponte de madeira. Na volta, paramos para fotografar a bela Igreja Matriz São Pedro Apóstolo em Gaspar. Fica no alto de uma escadaria como a maioria das igrejas da região. Almoçamos no centro de Blumenau no Restaurante Immer Hoffen (da AABB), perto do Moinho, que é básico, mas a comida é boa e o preço honesto. Passamos no Museu da Água para uma visita rápida e fotos no mirante da torre. No domingo, cervejarias fechadas. Passamos em frente à Container British Beer que tem uma casa enxaimel na frente e é bem bonitinha. Paramos no Centro Cultural da Vila Itoupava que estava fechado, mas visitamos a cachoeira atrás do museu. Tem um letreiro (“Sou Bem Blumenau”) em frente ao centro cultural. Passamos em frente à Sociedade Esportiva Recreativa Primavera que é um conjunto de casas em estilo enxaimel. Seguimos para a Vila Itoupava e fizemos de carro a rota da Caminhada Ecológica Cultural da Vila Itoupava - Wandertag In Vila, mas seria bacana fazer a pé mesmo, pois o local é bucólico e a caminhada parece muito agradável, seguindo a maior parte em estrada de terra com vários trechos com vegetação preservada. São avistados no percurso, casas de arquitetura enxaimel e outras, identificadas por placas (poucas estão sem identificação), mas são apenas para visitação externa e algumas só podem ser vistas de longe, pois ficam afastadas da estrada e são propriedades particulares. Passamos em frente à Associação e Museu dos Clubes de Caça e Tiro e à Casa da Memória da Escola nº 1 que estavam fechados também. Como ainda era cedo fizemos um roteiro curto pelo Centro. Visitamos o Parque Vila Germânica, cujo pavilhão tem quatro setores que ficam vazios fora do período das festas. Na parte externa, são lojas de suvenires e restaurantes que ficam abertos o ano todo. Depois seguimos até a Igreja Evangélica Luterana do Espírito Santo que tem formato octogonal. Aos fundos, o cemitério abriga jazigos de famílias tradicionais da cidade como Hering, Odebretch, Müller, etc. De volta ao hotel ao final do dia. A ideia era ir ao Polpetta - Pão com Bolinho, mas estava fechado, então fomos à Baggio Pizzaria & Focacceria que tem uma boa pizza com alguns sabores diferentes.

Segunda, 19/02/2018 - dia nublado/parcialmente encoberto/chuva fina no final da tarde
Centro de Blumenau

Fica a dica: segunda-feira geralmente não é um dia indicado para fazer city tour, pois a maioria dos museus e alguns parques estarão fechados. Porém, se for o seu dia disponível, dá para garimpar boas opções

Acabei não marcando passeio para esse dia e ficamos na cidade, para fazer um city tour, embora não fosse o dia mais adequado, visto que na segunda-feira, praticamente todos os museus estão fechados. Coincidentemente, encontramos o Marcelo com três ônibus de estrangeiros em cruzeiro (pareciam europeus) em frente à Praça Hercílio Luz que tem alguns monumentos, é bem arborizada e oferece vista do rio. Aproveitamos para visitar o Museu da Cerveja, um dos poucos abertos na segunda-feira. É simples, mas é interessante e é gratuito. O Mausoléu Dr. Blumenau estava fechado para reforma. Porém, aproveitamos para visitar o Horto Botânico Edith Gaertner e o Cemitério dos Gatos, com acesso pelos fundos do mausoléu. No meio da área arborizada, tem os túmulos com placas dos gatinhos. Não é nada demais, mas a visita vale a título de curiosidade. Passamos em frente ao prédio histórico na Alameda Rio Branco, 40 (antiga sede da Empresa de Correios e Telégrafos, atualmente fechado). Na mesma rua fica a Casa do Comércio, que abriga também o Restaurante-escola Senac. Passamos em frente à Praça Dr. Blumenau que é pequena, mas tem um belo mosaico. Seguimos pela R. XV de Novembro e, conforme explicado pelo Marcelo, reparamos que na as casas históricas estão “rebatidas” na rua, como se fosse uma espécie de reflexo. O Shopping H hoje é uma galeria com diversas lojas e tem apenas uma loja Hering que comercializa outras marcas também. Visitamos a Catedral São Paulo Apóstolo, imponente devido ao tamanho e ao estilo mais moderno da construção. Um dos prédios que mais chama a atenção é o Castelinho, como é conhecida a loja da Havan. Outros prédios, como os dos bancos, também são em estilo enxaimel fake, certamente feito para deixar o centro mais turístico. O Centro concentra lojas comuns, mas tem a AFEART com artesanato diverso. Passamos em frente ao Teatro Carlos Gomes que possui um belo jardim florido. A Praça Victor Konder abriga alguns monumentos, mas os pontos mais fotografados são a locomotiva Macuca, o Relógio das Flores, o letreiro de Blumenau e a Prefeitura, mais um enxaimel fake. Esbarramos em mais um grupo de estrangeiros. Perto fica a Praça da Paz que ostenta o Monumento de mãos segurando o globo. Adiante fica a Ponte Aldo Pereira de Andrade (Ponte de Ferro), mas a melhor vista da ponte é dos mirantes da Av. Beira-Rio. Fomos a pé ao Parque Vila Germânica. Olhamos as lojas e fotografamos bastante o parque. Tem várias lojas de suvenires e comes e bebes. Também tem vários restaurantes. Almoçamos no Alemão Batata, que é gostoso e muito bem servido. Depois visitamos o Parque Ramiro Ruediger que tem uma grande área para uma agradável prática de esporte em volta de um belo lago. Aqui também tem um letreiro ("Sou Bem Blumenau"). Perto fica o fórum. Decidimos visitar a Igreja da Paz. Estava fechada, mas a visita valeu mesmo assim, pois fica no alto e destaca-se com sua longa escadaria. Fomos até a Praça Washington Luiz, pois queria ver a pintura do artista Ivaldir Zonta Júnior, o Quiko Nuts. Passamos em frente à casa Emil Fischer (casa onde viveu Vera Fischer). Parei na loja Odete Trajes Típicos só de curiosidade e fui muito bem recebida. Conversamos um pouco. A produção já estava a todo vapor preparando-se para a próxima Oktoberfest. De volta ao hotel. Depois do almoço alemão substancioso, tomamos um lanche no Polpetta - Pão com Bolinho que é gostoso, mas confesso que esperava mais, talvez porque a expectativa fosse grande, já que esse pão com bolinho é tão comentado na cidade.

Terça, 20/02/2018 - dia nublado/chuva fina/nublado/ensolarado
Roteiro Vale Trentino: Ascurra, Rodeio, Timbó, Indaial

Dia de passeio com a Tânia, da Dellandrea Agência de Viagens e Turismo. A primeira parada foi em Ascurra, na Igreja Matriz Santo Ambrósio. Do alto descortina-se uma bela vista panorâmica da região. Ao lado, fica o Colégio São Paulo que chama a atenção devido à bela arquitetura. Seguimos para Rodeio, onde visitamos a Igreja Matriz São Francisco de Assis, no alto de uma colina, oferece vista panorâmica. Ostenta uma belíssima pintura à base de caseína que evoca alguns elementos controversos. Visitamos a Vinícola San Michele que é bonitinha, mas achei dispensável, pois é somente para compras, não tem visitação à fábrica. A paisagem no entorno é pitoresca com arrozais e videiras. A próxima parada foi na Cascata O Salto, no Parque Turístico Municipal Carlo Pietro Vota. Dois funcionários nos recepcionaram na portaria. Foram atenciosos e explicaram que são ex-dependentes químicos e trabalham lá como voluntários. Um deles me forneceu um mapa turístico da cidade. A cachoeira é alta e bonita, mas a área foi bastante modificada pelo homem. Seguimos para o “Caminho dos Anjos”, marcados pelas estátuas de anjos. Idealizado e concretizado pelo Seu Paulo Notari e seu filho Carlos que nos mostrou o restaurante que está montando perto do Monumento do Cristo Redentor. Em frente ao Cristo, encontramos Seu Paulo que parou para conversar conosco. Finalmente em Timbó, almoçamos na Choperia e Restaurante Thapyoka Timbó que tem um bom bufê a um preço bem justo. Integra o Complexo Turístico Jardim do Imigrante que também contempla o Museu do Imigrante. Aos fundos do restaurante, tem uma cascata da Represa do Rio Benedito e uma passarela que leva ao outro lado do rio, onde tem a boate e um moinho que ainda gira, mas é mais por motivo turístico, pois atualmente não é mais utilizada. Visitamos o Museu do Imigrante instalado em uma casa enxaimel. É pequeno, mas a visita é interessante. Depois, visitamos o Museu da Música que tem um acervo impressionante. Paramos em Indaial rapidamente, apenas para ver os famosos exemplares de vitória-régia no jardim da Prefeitura. De volta ao hotel. Experimentamos o Nana Hamburgueria que tem um lanche mais caprichado. Fomos e voltamos de transporte por aplicativo. Nessa rua tem alguns bares, provavelmente por estar localizado próximo ao campus da faculdade.

Quarta, 21/02/2018 - dia ensolarado/parcialmente encoberto
Nova Trento e Brusque

Fica a dica: Brusque e Nova Trento tem muitos atrativos para 1 dia. Cada cidade merece 1 dia só para ela. Brusque rende até 2 dias, principalmente se quiser fazer compras. Eu dormiria em Brusque alguns dias e usaria como quartel-general para passeios de bate e volta a Nova Trento e Botuverá

Fizemos o passeio com uma pessoa que trabalha com transporte por aplicativo. Em Brusque, paramos primeiramente no Parque das Esculturas que é bem bacana, ao ar livre. Em Nova Trento, seguimos para o Santuário Santa Paulina que é grande e, além do santuário, tem um complexo composto por capelas, museus, a Colina Madre Paulina, etc. Vale fazer uma visita com calma. No meio do percurso até lá tem várias vinícolas e alguns restaurantes. Na volta, paramos na Vinhos Girola, que oferece uma visita guiada à fábrica que é gratuita e objetiva. Depois seguimos ao Santuário N. Sra. do Bom Socorro que é muito belo, começando pela estrada arborizada e margeada por hortênsias que culmina no santuário com vista panorâmica. No meio do percurso tem o Mercado de Pulgas, que vale uma visita para conferir os objetos antigos expostos à venda. Não entramos no Museu da Cultura Italiana, devido à falta de tempo, mas deve render uma ótima visita. No Centro, passamos rapidamente pela Igreja Matriz São Virgílio que fica situada em uma singela praça com coreto. Tem um CIT nessa praça, mas parece desativado. Um taxista muito simpático, do ponto de táxi ao lado, buscou um mapa da cidade no seu carro e me deu, juntamente com dicas de passeios. Os atrativos da cidade estão razoavelmente sinalizados. Almoçamos na Cantina Italiana que é bem bonitinha, com vários “cantinhos” para o turista tirar fotos e já tinha decoração de Páscoa. O bufê é bom e o preço é justo. Voltamos a Brusque. Visitamos primeiro o Santuário N. Sra. de Azambuja que é muito bonito tanto a área externa quanto interna. Uma senhora muito simpática nos ofereceu uma fitinha e nos convidou para assistir a novena, mas recusamos por causa do tempo curto. Ela indicou que visitássemos a Gruta de N. Sra. de Lourdes com a fonte de água. Subimos o Morro do Rosário que oferece uma bela vista panorâmica. Ao lado, fica o Museu Arquidiocesano Dom Joaquim, mas estava fechado. Tem um estacionamento e uma série de lojas para apoio aos visitantes, mas a área estava uma bagunça só, por conta de obras na rua. Fomos ao Centro, visitamos rapidamente a Colina Evangélica, mas estava fechada. A fachada é bonita, mas parece normal depois das igrejas já visitadas nesse dia. A Igreja Matriz São Luiz Gonzaga é diferente, grande e bonita, construída com blocos de granito de tamanho irregular. Passamos em frente à Prefeitura que tem fachada em estilo enxaimel. É uma bela construção e a Câmara de Vereadores, ao lado, também. Acho que o Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof fica fechado fora do período de festas, mas vale passar por lá para tirar fotos. Depois disso, retornamos devido ao adiantado da hora. Porém, antes tiramos uma foto do imenso marreco em frente à FIP. Hotel. Jantamos no Restaurante-escola Senac para comer comida alemã e gostamos.

Quinta, 22/02/2018 - chuva de madrugada/dia ensolarado
Centro de Blumenau

Mais um dia sem programação, então ficamos em Blumenau para visitar os museus e outros pontos turísticos. Iniciamos o roteiro, passando pela Ponte Adolfo Konder em direção à Praça Juscelino Kubitschek, onde vimos o Vapor Blumenau que está um pouco abandonado, mas mesmo assim vale a visita. O complexo Moinho do Vale é bonito. Seguimos adiante para passar pela Ponte Engenheiro Antonio Vitorino Ávila Filho (Ponte dos Arcos). Paramos na Loja Sulfabril (nem sabia que ainda existia essa marca). Parece que é possível agendar uma visita à fábrica. Decidimos seguir até o Museu de Ecologia Fritz Müller que não é longe, mas também não é tão perto. Oferece visitação guiada e gratuita. A casa enxaimel é bonita e o acervo interessante. Retornamos pela R. Itajaí. Mais uma passada rápida pela Praça Hercílio Luz. A Fundação Cultural / Museu de Arte estava fechada à visitação por 2 semanas devido a uma troca de exposição. Seguimos para o Bairro Bom Retiro que possui algumas casas históricas como as residências da família Hering. A caminhada não é longa, mas é cansativa devido ao sol causticante. Visitamos o Museu Hering e achei bacana, pois é onde essa marca começou e quem nunca teve uma camiseta Hering? Sobre a fábrica, ao lado, fica o Jardim Suspenso da Hering que era aberto à visitação, mas está fechado para manutenção, sem previsão de reabertura. Em frente à fábrica, tem a loja que é praticamente igual à de qualquer outra cidade, com o diferencial de ter uma seção por kg. Tudo isso faz parte do Roteiro Bom Retiro. Retornamos ao Centro e almoçamos no Restaurante Sabor Imperial que tem um bufê bem caprichado por kg. Dando sequência, visitei o Museu da Família Colonial que tem a opção de fazer a visita com mediador (guia) ou com aparelho. Eu pedi guia e uma moça me acompanhou na visita e seguiu só comigo. São 3 casas de estilo enxaimel. Aproveitei para fotografar a Alameda Duque de Caxias (R. das Palmeiras) que tem um visual singular por conta do canteiro central ocupado por 2 fileiras de palmeiras imperiais. No Museu de Hábitos e Costumes, além da exposição principal com as vestimentas de época, achei interessante o cofre (do antigo banco), cujo interior também abriga uma pequena exposição. Fui ao Parque Natural Municipal São Francisco de Assis. O funcionário da entrada disse que é mais frequentado por turistas. Tem uma sequência de trilhas curtas em meio à mata fechada. Retornei e caminhei pela Av. Beira-rio que tem alguns mirantes, bom para caminhar e tem belo visual da ponte de ferro (perto da Prefeitura). De volta ao hotel. Jantamos de novo no Restaurante-escola Senac, dessa vez para experimentar a sequência de spätzel, cujos sabores tem um toque diferenciado.

Sexta, 23/02/2018 - dia ensolarado
Pomerode: Rota do Enxaimel e Centro

Pegamos o ônibus para Pomerode e pedimos para descer no portal. Aproveitamos para tirar algumas fotos da Praça Jorge Lacerda e do Portal Turístico Sul. A praça tem o famoso Coração Enxaimel e um coreto bonitinho; estava decorado com árvores com ovos coloridos. O portal é muito bonito, cercado de jardins floridos e também estava decorado com árvores com ovos coloridos pendurados. Aproveitei para pegar um mapa no CIT. Pouco depois chegou o guia do passeio do Jeep Tour. Foram apenas nós, mais uma turista de Blumenau e uma funcionária do Iphan que estava a passeio na região. O guia seguiu pela cidade, dando uma série de informações interessantes. Atravessamos o centro, passando pela prefeitura e por uma igreja. A cidade é muito fofa! A cidade é muito fofa! Passamos por uma escola bilíngue e uma creche onde os funcionários falam alemão, uma vez que muitos dos pequeninos chegam à creche falando unicamente o idioma alemão. Gostei muito da Rota do Enxaimel. São 232 casas enxaimel na cidade, 50 na Rota do Enxaimel. O passeio de jipe é bem bacana, mas é bem rápido. Acho que deve ser interessante fazer o roteiro de bicicleta. Seguimos até o Pórtico do Imigrante Wolfgang Weege (Portal Norte), que tinha estrutura turística, mas agora parece que está desativado. Passamos em frente à Casa Comercial Weege, mas parece que a feira funciona apenas nas manhãs de sábado. Iniciamos pela R. Testo Alto e terminamos pela R. Progresso. Paramos para visitar a Delicaten que fica em uma casinha encantadora e vende artesanato e guloseimas diversas, incluindo os biscoitos decorados que não dá coragem de comer de tão lindos. Visitamos também a Casa Siewert, mas a visita contempla apenas a parte externa. Tem um pequeno museu aos fundos, com ferramentas. As outras propriedades foram avistadas da rua, sem paradas para visitação, até por serem propriedades particulares, em sua maioria, apenas uma ou outra funciona comercialmente. Algumas casas enxaimel estão “escondidas” atrás de reboco. Tem uma casa especial, uma das poucas com um detalhe/enfeite na cumeeira do telhado. Vimos a igreja Luterana e um antigo cemitério. Passamos em frente à Pousada Casa Wachholz, que se destaca por ser a casa enxaimel mais antiga da cidade e ela foi restaurada em 2008. Retornamos ao centro. Passamos em frente ao teatro e o Parque Municipal de Eventos que estava com o portão aberto, então era possível entrar, mas, fora do período de festas, estava tudo fechado. No caminho, uma charmosa passarela de madeira. Terminado o passeio, almoçamos no Restaurante Siedlertal que tem pratos típicos da culinária alemã e é muito bom. No período da tarde, fizemos o passeio pelo Centro, a pé. Os principais atrativos ficam perto e dá para fazer o roteiro caminhando. Vimos uma casa enxaimel fofa que estavam decorada com motivo da Páscoa, mas ostentava uma placa de propriedade particular, pois é provável que algum turista desavisado já tenha "invadido" a propriedade. O Restaurante Pomerode está em uma casa enxaimel. Passamos em frente ao Museu Pomerano, mas não entramos. Em frente tinha mais um daqueles painéis para foto. Olhamos o Artesanato Kunsthandwerk, onde vimos muito artesanato com tema de Páscoa. Visitamos o Centro Cultural de Pomerode, cujo espaço já estava sendo preparado para a Osterfest. Fotografamos a enorme árvore com ovos de galinha pintados. Não sabia que a árvore era montada para a festa e depois desmontada. Vimos o Teatro Municipal de Pomerode. O Schornstein Kneipe chama a atenção por causa da chaminé. Fotografamos a Praça de Torgelow - Torgelowerplatz, que tem esculturas de bronze. Andando pelas ruas do centro, ficamos encantados com os jardins floridos e as árvores com ovos coloridos. Tem várias construções enxaimel fake. O Rio do Testo corta a cidade. Entramos no Zoo Pomerode. Quando vou a um zoológico, quase sempre saio pensando que é bacaninha - para as crianças. Para adulto, não tem muita graça. Porém, a infraestrutura desse zoo é boa e gostei dos 2 viveiros de aves que se pode entrar e caminhar entre elas, dá para vê-las bem de perto e tirar boas fotos. Do lado, tem o Parque Vila Encantada, mas não entramos. Retornamos, passando pela Chocolates Nugali, que tinha ovos de chocolate embrulhados com papel alumínio todo decorado, imitando um ovo pintado. O prédio da Prefeitura é normal, mas o jardim chamava a atenção por estar bastante florido. De volta à Praça Jorge Lacerda, saímos em direção ao Complexo de Esporte e Lazer Francisco Canola Teixeira para fotografá-lo com mais calma. Em frente ao local, tem mais um coração enxaimel a ser fotografado. Depois, dado o horário, voltamos para pegar o ônibus de volta a Blumenau. De volta ao hotel. Jantamos no Alemão Batata Express do Shopping Neumarkt, que é um fast food, mas pedimos com salsicha para ter um toque regional.

Sábado, 24/02/2018 - dia ensolarado
Penha, praias Armação, Trapiche, Cascalho, Paciência, Ponta da Vigia, Grande, Poá

Despedida do café da manhã do Cafehaus Glória. Pegamos um Uber para Penha.

Continua no relato de Penha...

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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    • Por casal100
      Realizamos no período de 19 a 28 de julho de 2015, o circuito completo do Vale europeu em Santa Catarina. Foram 10 dias contemplando e vivienciando lugares, pessoas maravilhosas.
      Destaco alguns locais incriveis: Pomerode, blumemau, fazenda campo do zinco e sua maravilhosa cachoeira, lindos mirantes, estradas encantadoras, pessoas hospitaleiras e cordiais. Nāo tivemos nenhum incidente.
       
      Começamos antes do circuito, fazendo o caminho entre blumenau e pomerode a pé, e no final fizemos do mesmo modo a rota enxaimel em Pomerode, por isso o roteiro foi concluido em 10 dias.
       
      Brevemente relato completo.
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Guilherme Furukawa
      Boa noite,
      Estou procura de pessoas que viajará nessas cidades(Curitiba-Blumenau-Itajaí-Floripa) no mês de fevereiro e trocar idéias de locais interessantes para visitar, principalmente de comida. hahaha
      Pretendo ir de carro para curtir e dividir a viagem em várias cidades do PR e SC.
      meu whats: (16)992033255
    • Por fernandobalm
      Resumo:
      Itinerário: Itajaí → Balneário Camboriú → Canelinha → Nova Trento → Santuário de Madre Paulina
      Período: 19/12/2018 a 26/12/2018
      Gasto Total: R$ 582,96
      Gasto sem Transporte de Viagem: R$ 389,96 Média Diária: R$ 55,71
      Ida e Volta por Carona do BlaBlaCar (R$ 97,00 de ida e R$ 96,00 de volta)
      Considerações Gerais
      Não pretendo aqui fazer um relato detalhado, mas apenas descrever a viagem com as informações que considerar mais relevantes para quem pretende fazer um roteiro semelhante, principalmente o trajeto, preços, acomodações, meios de transporte e informações adicionais que eu achar importantes.
      Sobre os locais a visitar, só vou citar os de que mais gostei ou que estiverem fora dos roteiros tradicionais. Os outros pode-se ver facilmente nos roteiros disponíveis na internet. Os meus itens preferidos geralmente relacionam-se à Natureza e à Espiritualidade.
      Informações Gerais:
      Em toda a viagem houve bastante sol. Chuva pesada houve na 5.a feira (20/12) à noite, quando estava vendo o espetáculo de Natal em Itajaí e na 6.a feira (21/12) no meio da tarde, quando estava chegando em Balneário Camboriú, que durou cerca de 45 minutos. Chuva leve houve na ida à Canelinha no domingo (23/12) e na região de Nova Trento, na 2.a (24/12) e 3.a (25/12). As temperaturas também estiveram bem razoáveis (para um paulistano), chegando em média a 32 C ao longo do dia e caindo até 20 C à noite.
      A população de uma maneira geral foi cordial e gentil 👍. As paisagens das praias, da vegetação e do Santuário agradaram-me muito , principalmente as próprias praias, o mar, a vista a partir de pontos altos, a mata, o templo e os locais históricos e religiosos.
      Como era época natalina, pude aproveitar vários locais com iluminação e decoração de Natal 👍.
      A caminhada no geral foi tranquila. Mesmo quando precisei andar nas estradas, o acostamento na maior parte do percurso foi bem aceitável.
      Não tive nenhum problema de segurança (nenhuma abordagem indesejada) nas praias, nas estradas nem nas cidades.
      Não houve nenhum obstáculo relevante nas praias, pois como estavam em cidades, havia alternativas.
      Todos aceitaram cartão de crédito sem acréscimo. Só a carona de volta paguei em dinheiro.
      Gastei na viagem aproximadamente R$ 582,96, sendo aproximadamente R$ 20,46 com alimentação, R$ 369,50 com hospedagem, R$ 97,00 com a carona de ida e R$ 96,00 com a carona de volta para São Paulo. Sem contar o custo das caronas entre São Paulo e Itajaí e entre Tijucas e São Paulo, o gasto foi de R$ 389,96 (média de R$ 55,71 por dia). Mas considere que eu sou bem econômico.
      A Viagem:
      Minha viagem foi de SP (Estação Consolação do Metrô) a Itajaí em 19/12/2018 pelo BlaBlaCar (https://www.blablacar.com.br). Saímos cerca de 9:30. O ofertante da carona era Élton Luís dos Santos, professor do CEFET, que tinha saído do Rio e estava indo para Porto Alegre. Fomos com o engenheiro mecânico Rogério e o jovem Eduardo, que queria ser político. Desceram em Curitiba, onde subiram Tiago, que foi até Joinville e Naimara, que iria até Florianópolis. Ao longo do trajeto conversamos muito sobre assuntos variados. Ele me deixou na estrada perto de 20:15, no ponto mais próximo para eu ir caminhando até o hostel em Itajaí. Paguei R$ 97,00 com cartão de crédito (paguei o abastecimento do carro num posto). Na estrada comi sanduíches que tinha trazido de casa 🥪.
      Fui andando por 3 km (cerca de 35 minutos) da estrada até o hostel em Itajaí. Fiquei no Fica, Vai Ter Bolo Hostel (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g1143387-d15263814-Reviews-Fica_Vai_Ter_Bolo_Hostel-Itajai_State_of_Santa_Catarina.html) por R$ 50,00 a diária, paga com cartão de crédito, com direito a café da manhã. Já havia reservado via Booking (https://www.booking.com). A dona era Francine, pedagoga, que o estava ampliando para a temporada de verão. Seu pai e amigos estavam trabalhando nisto quando cheguei. Sua mãe Jaqueline, diretora de escola, também estava lá. Francine tinha 2 filhos adotivos. Receberam-me muito bem 👍. Deram-me um quarto privativo, pois os coletivos estavam em obras para receber as pessoas na temporada depois do Natal. Conversei com eles sobre viagens e estilo de vida. Experimentaram comer pedacinhos de abóbora moranga crua, que eu havia levado para não estragar em SP. Ofereceram-me camarões cozidos como cortesia, mas recusei porque não como carne. Cozinhei arroz, feijão, soja e batata e juntei com abóbora e chicória para o jantar. Trouxe tudo de casa.
      Na 5.a feira 20/12 fui conhecer Itajaí. Tomei café da manhã com pães, requeijão, doce de leite, doce de banana e bolo de cenoura, durante o qual conversei com Francine sobre hostels, Itajaí e São Paulo. Depois a funcionária Elisa, que era do Mato Grosso e em breve iria para Parati, ensinou-me o caminho até o Bradesco, onde fui depositar o dinheiro que não precisei usar para as diárias. Inicialmente fui conhecer o centro histórico e todos os prédios e monumentos associados. Havia placas com informações e mapas das redondezas nos diversos pontos turísticos, o que facilitou tudo e ainda me deu sugestões de pontos a conhecer. Achei muito interessante a diversidade de peixes no Mercado do Peixe 🐟. Depois fui conhecer as praias, parques e montes. Não tinha ido de roupa de banho por baixo da calça, então não pude nadar . Gostei das praias. A foto abaixo mostra a Praia do Atalaia.

      Gostei também das vistas a partir dos molhes, das paisagens naturais e dos parques . Achei especialmente belas as vistas a partir do Molhe da Barra, a partir do mirante do Parque do Atalaia  e a partir do morro de salto de parapente . A vista a partir do Morro da Cruz também foi boa, mas não contemplava tantas áreas naturais. No Parque do Atalaia aproveitei para tomar água, que estava disponível para o público. Não pude ir até o Farol das Cabeçudas porque estava fechado o acesso privativo da Marinha e não havia ninguém a quem perguntar. À noite vi a iluminação de Natal no calçadão principal, na Igreja, no museu e a apresentação de Natal, com desfile de Papai Noel e dançarinas que terminou no Museu Histórico, onde houve apresentações com várias músicas 👍. Pouco depois do desfile acabar e começarem as músicas, começou uma enorme tempestade ⛈️, com muitos e próximos raios, que durou toda a apresentação e mais um pouco e chegou a fazer a água subir até parte da calçada. Devido à tempestade, a projeção de luzes na catedral e no museu foi cancelada 😞. Após a chuva diminuir bastante voltei caminhando para o hostel por cerca de 30 minutos. Várias ruas estavam com muita água nas calçadas e nas laterais, o que fez com que precisasse andar em pontos com água até um pouco acima da canela. Jantei arroz, feijão, soja, batata, abóbora, chicória e mamão. Comi manga e pão com margarina de sobremesa.
      Na 6.a feira 21/12 fui para Balneário Camboriú. Tomei café da manhã, desta vez com bolo de maça, que achei bom. Despedi-me de todos, incluindo Pedro, filho adotivo da Francine. Um hóspede mineiro pediu para tirar uma foto minha vestido com a camiseta do guaraná Dolly, de que disse ser fã. Inicialmente passei pela Igreja Imaculada Conceição, que estava fechada na hora do almoço em que a visitei no dia anterior. Desta vez estava aberta e pude conhecê-la. Passei novamente pelas praias do Atalaia e Cabeçudas. Depois fui à Praia Brava e à Praia da Solidão, em que para chegar peguei uma trilha íngreme e não muito fácil e para voltar fui pelo mar, mesmo com maré já alta, tomando cuidado com as pedras. Na Praia da Solidão cortei o dedo do pé numa pedra . Quando voltei à Praia Brava, como já estava molhado, aproveitei para tomar um banho de mar. Havia deixado minha mochila com uma moça antes da trilha e ela a guardou até o fim do banho de mar. Achei a praia bela e boa para aproveitar 👍. Estava tranquila . Depois fui caminhando pela praia até seu fim e aí subi no Morro do Careca, já em Balneário Camboriú. No caminho havia um mirante que apresentava boa vista para a Praia do Buraco. A foto da Praia Brava a partir do alto do Morro do Careca está a seguir.

      Achei as diferentes vistas a partir do Morro do Careca espetaculares . Havia vários cadeirantes fazendo voos de parapentes. Todos os voos eram junto com profissionais. Num deles, devido às condições do vento, foram necessárias várias tentativas para o pouso, o que me pareceu trazer uma certa tensão para o público que acompanhava. Depois desci, fui à Praia do Buraco e tomei nela um delicioso banho de mar. Caminhei para o fim da praia e peguei o deck norte. Aí começou a garoar. Perto do fim do deck, a chuva começou a engrossar 🌧️ e eu arrumei um local para me abrigar, um local coberto do outro lado da avenida em que jogavam baralho, dominó e bocha. Após passar a chuva fui ao Hostel In BC Bar (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g680306-d15118480-Reviews-Hostel_In_BC-Balneario_Camboriu_State_of_Santa_Catarina.html), que havia reservado pelo Booking. Fiquei hospedado por R$ 52,25 a diária com cartão de crédito, com direito a café da manhã. O hostel era dirigido por Polaco e sua esposa Aline, que tinham uma filha chamada Natália. Havia bastante gente no hostel, incluindo uma família de 15 pessoas de Minas Gerais e interior de São Paulo, pessoas de Franca, Santo André, São Carlos, Caraguatatuba etc. Após instalar-me fui dar uma volta na orla e ver a iluminação natalina. Havia enfeites e uma árvore de Natal (neste dia apagados) na praça central e toda uma sequência de luzes no Molhe da Barra Sul, culminando com uma espécie de globo. Só achei estranho as placas de cuidado com a alta tensão ⚡, pois a chance de uma criança não ver e tocar me pareceu enorme. Devido à chuva, apareceram 2 arco-íris 🌈 no mar e nas montanhas, que fizeram uma imagem de que gostei 👍. Pude ver o pôr do sol 🌇 a partir do molhe e depois da praia, o que me agradou bastante, apesar dos prédios altos que tapavam um pouco a visão. Após escurecer foi possível ver a orla toda iluminada e perto do deck norte, já quando estava no fim da volta, ver outra árvore de natal, esta toda iluminada. Conversei com alguns hóspedes, jantei arroz feijão, soja, batata, abóbora, chicória, mamão, manga e 2 pães com margarina de sobremesa, tudo trazido de casa.
      No sábado 22/12 fui conhecer Balneário Camboriú. Já havia conhecido as praias da Rodovia Interpraias em uma viagem anterior, então estas ficaram de fora desta vez. Achei o café da manhã muito bom , com diferentes tipos de pães (Polaco disse que compraria um especialmente para mim, que estou evitando produtos que causem sofrimento a animais), frios, frutas, bolos, suco, café, leite etc. Valia por um almoço. Primeiramente fui andar um pouco pelo deck norte e as trilhas que ficavam perto, chegando até a Praia do Buraco, para apreciar a área com mais calma, posto que na chegada a chuva me fez passar por este trecho com rapidez. Depois fui conhecer os itens urbanos (igrejas, teatro, universidade, prefeitura, câmara e fórum), além do Cristo Luz, que estava fechado quando lá cheguei (às 12:15) e só abriria as 16 horas. Acabei ficando sem entrar nele. Mas não sei se pagaria os R$ 20,00 (até as 19 hs ou R$ 35,00 após este horário) depois de ter visto tantas paisagens espetaculares gratuitamente a partir de vários morros. Por fim fui ao Parque Ecológico, que também estava fechado 😞, embora tenha chegado no horário correto. Provavelmente era por causa da época do ano. Pouco antes de chegar a ele peguei algumas acerolas no chão, que estavam muito boas 👍. Este passeio valeu para conhecer parte de Balneário Camboriú que não é destinada a turistas 👍. Então decidi ir ao Morro do Boi, mas logo desisti, pois me disseram que o acesso era pela BR-101 e me desinteressei. Como era caminho, cruzei a ponte na estrada e fui até o outro lado do rio. Já havia passado por lá em viagem anterior, mas desta vez pude apreciar a vista com mais calma e ver detalhes do local. Passei pela Ponte Estaiada, apreciei demoradamente a vista 👍 e voltei para a Praia Central. Depois caminhei novamente pela praia, parei, fiquei lá apreciando o mar e a vista, tomei 3 banhos de mar e depois fui novamente ver a árvore e os enfeites da praça central, que desta vez parecia que iriam ser acesos. Porém ocorreu algum problema e a árvore apagou. Esperei um pouco e como não acendeu fui embora, voltando para o hostel, pois já estava anoitecendo. No meio do caminho a árvore acendeu e eu voltei para vê-la . Pude entrar nela e vê-la de dentro, o que foi interessante 👍. Ainda fui procurar um local para ver o Cristo Luz de longe, pois os prédios impediam a visão. Ele estava iluminado e alternando de cores, num espetáculo que achei muito bonito . Após apreciar novamente a orla, que achei bela de dia e de noite 👍, voltei para o hostel e jantei o mesmo que no dia anterior, sem os pães no final. O pessoal do quarto saiu para casas noturnas e eu dormi boa parte do tempo só e não quis ligar o ar condicionado.
      No domingo 23/12 fui para Canelinha. Após o novamente muito bom café da manhã, arrumei-me e parti. A caminhada prometia, pois pelo mapa eram 52 km. Saí perto de 9:30. Devido a algum problema no celular, não consegui enviar mensagem pelo celular para o hotel em Canelinha e fiquei meio preocupado devido à época do ano. Peguei um pouco de chuva leve no início do caminho, que apertou um pouco após eu pegar a BR-101, tanto que acabei usando a capa por cerca de 30 minutos a 1 hora. Depois parou e abriu o sol. Pude ver algumas belas paisagens de praias e mata a partir da BR. Cruzei o Morro do Boi, mas como não cheguei ao topo, não consegui grandes vistas a partir dele. Houve alguns trechos na mini serra em que o acostamento era bem estreito. No resto ele geralmente era bem amplo. Tive um pouco de dor nas costas, nada grave, e fiz bolhas nos pés, provavelmente por causa do modelo do chinelo, que tinha a fixação das alças saltadas que pressionavam partes do pé. Tomei 500 ml de água e comi dois pães de forma durante o caminho. Encontrei um passarinho morto (acho que era bem-te-vi) no acostamento. Após sair da BR havia muitos cachorros 🐕 de rua no trajeto e um animal morto na pista. Quando estava cruzando Tijucas, emocionou-me ver crianças de um bairro periférico gritando e correndo muito felizes ao verem o carro do Papai Noel 🎅 chegando , que aparentemente era de associações de comerciantes da região. A estrada de Tijucas a Canelinha apresentou paisagens rurais de que muito gostei. Logo no início vi esta paisagem.

      Antes desta foto, como a câmera estava apresentando erro, reiniciei o celular e aí as mensagens foram para o hotel, que me respondeu dizendo que estava tudo certo. Mais para frente, já chegando em Canelinha, houve esta paisagem.

      Cheguei perto de 19:30, ainda com dia claro. Cansei um pouco da caminhada. 50 km é mais do que a minha média regular. Havia uma família de cerca de 9 pessoas negociando a estadia e sendo atendida na recepção do hotel e eu os esperei. Creio que decidiram ir embora e aí fiz minha entrada. Era o Hotel Prime (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g2578183-d12716553-Reviews-Prime_Hotel-Canelinha_State_of_Santa_Catarina.html), em que paguei R$ 50,00 com cartão de crédito pela diária com direito a café da manhã, quarto privativo com banheiro, TV e ventilador. Cauã, um jovem adolescente, atendeu-me, sendo prestativo. O quarto tinha vista para rua, apesar de um pouco bloqueada pelo supermercado ao lado. Depois de me instalar fui fazer compras no Supermercado Macris (http://macris.com.br) por R$ 4,95 (goiabada, 2 bananas, 2 cenouras, 2 chuchus, 4 limões e 4 cebolas) com cartão de crédito e depois fui visitar a praça central, que tinha um prédio público iluminado e luzinhas natalinas em árvores 👍. Jantei sanduíches 🥪 de abóbora, mamão, limão, chuchu, cenoura e cebola, com banana e pão com goiabada de sobremesa.
      Na 2.a feira 24/12 fui para Nova Trento. O café da manhã foi muito bom , com alguns tipos de pão, manteiga, frios, frutas, bolos, sucos, café, leite etc, preparado por Patrícia. Primeiramente visitei a igreja em Canelinha, que no dia anterior estava fechada e depois saí perto de 10:45. Atrasei porque fiquei enviando as mensagens de Natal . Achei que a estrada de Canelinha a Nova Trento tinha paisagens naturais belas 👍. Foram aproximadamente 18 km. Cheguei perto de 14:15. Carlice, atendente da Pousada CEIC (https://ceicsc.com.br), recebeu-me lembrando-me da conversa que havíamos tido por e-mail para fazer a reserva. Paguei R$ 65,00 (já havia feito depósito de R$ 32,50 quando reservei e paguei os R$ 32,50 que restavam com cartão de crédito) por uma diária na ala da espiritualidade, num quarto privativo, com ar condicionado e banheiro, sem TV (porque era para retiros) e sem direito a café da manhã. Mas Carlice informou-me que me seria concedido o café da manhã como cortesia, como presente de Natal . Acomodei-me e fui visitar a igreja matriz e depois fui ao Supermercado Archer (https://www.archer.com.br), onde comprei R$ 5,71 (pepino, laranja, abobrinha e pão de aipim). Após chegar à cidade fiquei sabendo que a mãe de uma amiga espanhola havia morrido. Sua voz parecia um pouco fragilizada. Quando voltava do supermercado um beija-flor 🐦 parou na minha frente e ficou bicando uma flor em uma árvore. Achei muito interessante a coincidência da vida que flui e reflui, como um sinal, sincronicidade. Informei-me sobre um outro santuário que descobri que existia na cidade e saí para o Santuário de Madre Paulina (https://www.santuariosantapaulina.org.br), que ficava a cerca de 6 km. Achei bonitas as paisagens no caminho para o Santuário, incluindo cascatas, hortênsias, mata etc 👍. Uma foto da paisagem segue.

      O Santuário ⛪ pareceu-me enorme, com um templo bem alto e amplo, vários outros pontos de visitação (oratórios, cascatas, casebre histórico, capela, colina, velário e muitos outros) . Visitei quase todos os que constavam no mapa e depois fui assistir à Missa de Natal. Foi uma celebração especial com encenação de Maria e José, músicas específicas de Natal e a colocação de Jesus no presépio. Houve coral e pequena orquestra natalina. Gostei bastante da celebração 👍, que tinha bastante gente. Depois, ao sair, já à noite, pude ver o templo todo iluminado, conforme foto a seguir.

      Saí para voltar andando cerca de 21:30 e não tive nenhum problema. Quando cheguei à cidade passei pela praça para ver a iluminação de Natal 👍. Cheguei na pousada quando Carlice estava trocando de plantão, e ainda tive tempo de lhe desejar feliz Natal. Jantei sanduíches 🥪 de pão, manteiga, cenoura, limão, cebola, abobrinha, chuchu e abóbora, e banana e goiabada de sobremesa.
      Na 3.a feira 25/12 fui conhecer o outro santuário e voltei ao Santuário de Madre Paulina. Luís atendeu-me de manhã e me relembrou que o café era cortesia. Fui tomá-lo e o achei excelente . Era um enorme buffet, com vários tipos de pães, manteiga, margarina, queijos, frios, bolos, cuca, panetone, doces, iogurte, sucos, café, leite etc. Tomei o café sozinho. Havia mais 3 hóspedes, mas ainda não haviam descido. Após terminar, Luís explicou-me os pontos a visitar dentro da pousada e comecei indo conhecer uma exposição na casa em que Paulina havia recebido seus votos, contando como foi sua trajetória. Depois fui visitar um local chamado de calvário, que ficava no quintal da pousada e tinha as passagens da Via Crúcis. Visitei também a capela e o jardim. Luís deu-me um presente de Natal, que o CEIC estava ofertando aos seus hóspedes no Natal 👍. Depois aprontei-me, combinei com ele de deixar minha mochila na recepção e pegar à noite e fui conhecer os pontos da cidade. Fui primeiramente ao Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro ⛪. Começou uma garoa fina, mas nada que incomodasse. Achei a temperatura agradável (mais de 20 C). No caminho, que era uma enorme subida, havia um Museu Italiano de Pulgas, que olhei por fora e foi possível encontrar pontos com ampla vista. Pena que estava um pouco encoberto e não deu para ver tudo. Encontrei um rapaz que havia visitado o santuário e estava descendo. Ao chegar lá pude visitar o santuário por fora. A igreja estava fechada. A vista pareceu-me muito boa 👍. Não pude ver tudo porque havia muitas nuvens, mas deu para ver até uma parte do litoral. Após sair de lá fui para o Calvário, que ficava num morro afastado 1 ou 2 km do centro. Achei-o interessante, com as passagens da Via Crúcis. Havia uma capela anexa, mas estava fechada. A vista de lá também foi interessante, mas o morro era baixo. Reencontrei o rapaz do caminho do Bom Socorro indo para o Calvário quando eu já estava voltando. Saindo de lá voltei ao Santuário de Madre Paulina para conhecer os pontos que não havia tido tempo de ver no dia anterior e para rever o Santuário, de que havia gostado muito. A Colina estava fechada porque era Natal e os funcionários estavam de folga. O Caminho Mariano, outro ponto que tinha faltado, estava aberto. Além de tê-lo achado belo, a vista a partir dele agradou-me bastante 👍. Lá encontrei uma família de Chapecó, cujo pai e marido trabalhava com sistemas para o agronegócio. Novamente gostei muito do santuário e fiquei admirando o interior do templo e a vista de fora . Tentei conseguir carona sem sucesso. Voltei a pé até Nova Trento, desejei feliz Natal para o atendente Cláudio, que havia substituído Luís e rumei para Canelinha. No caminho ainda visitei a Capela de Santa Ágata, histórica. Novamente apreciei a paisagem. 6 km antes de Canelinha, repentinamente apareceu uma moça de motocicleta na minha frente e me perguntou se eu queria carona, dizendo que tinha capacete para o passageiro. Como eu estava andando no acostamento da contra mão, ela precisou fazer a volta para ir me perguntar. Disse que tinha me visto e achado que eu iria para Canelinha. Fiquei surpreso e disse que tinha um pouco de receio porque havia queimado a perna numa carona de moto. Ela falou que bastava tomar cuidado e eu aceitei. Levou-me até a porta do hotel e ainda me ofereceu um pacote de biscoitos que havia ganho, que eu recusei. Economizou-me quase 1 hora e me fez não andar no escuro completo na estrada . Agradeci muito e lhe disse que em São Paulo seria inimaginável uma mulher sozinha parar sua motocicleta na estrada, já escurecendo, para oferecer carona a um homem estranho com uma mochila nas costas . Após chegar ao Hotel Prime (o mesmo de antes, pagando o mesmo valor de diária – R$ 50,00 – e ficando no mesmo quarto, com as mesmas condições) e me instalar, fui jantar e chegou Márcia, uma amiga que eu havia conhecido numa viagem 2 anos antes, na caminhada da Enseada do Brito até Balneário Camboriú. Conversamos longamente durante o jantar (que foi de sanduíches 🥪, laranja e goiabada) sobre a vida, viagens, trabalho e Canelinha e ela me deu várias sugestões de passeios a fazer no dia seguinte. Na despedida ainda me deu uma caixa de bombons de presente 👍. Antes de dormir fui dar uma volta na praça e rever a iluminação natalina.
      Na 4.a feira 26/12 fui para Tijucas para pegar a carona do BlaBlaCar (https://www.blablacar.com.br) para São Paulo. Inicialmente tomei o café da manhã. Não havia mais pães, pois a padaria estava fechada e provavelmente os outros hóspedes haviam comido o que restou. Fui ver se o supermercado estava aberto e como estava, perguntei a Cauã se poderia comprá-los. Ele foi e trouxe pães integrais, conforme minha preferência 👍. Então saí para ir conhecer os pontos de que Márcia havia falado, a Igreja de Santana, o Casarão dos Santana e a pista de motocross. Achei a vista do morro onde ficava a igreja muito boa e bonitas as paisagens naturais nos caminhos 👍. Voltei ao hotel, peguei a mochila, despedi-me de Cauã e fui rumo a Tijucas. Novamente apreciei a paisagem. Num determinado trecho, um veículo (acho que era um pequeno caminhão) passou por mim rapidamente e meu boné voou. Quando fui pegá-lo uma aranha média (não era minúscula, mas também não era grande) entrou nele. Tirei-a e ela pulou de volta . Coloquei o boné no chão na vegetação e a estimulei a sair e ela se foi para o mato. Chegando em Tijucas visitei o local onde ficam os dinossauros, que estava com enfeites natalinos próximos. Andei pela margem do rio e visitei a igreja. Revisitei casarões que havia visitado na viagem anterior e fui para a Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, que estava fechada. Pensei em ir à praia, mas achei que ficaria tarde. Resolvi então passear pela margem do rio. Segue uma foto dele.

      Depois fui à padaria para comer 4 pães antes de ir esperar a viagem. Paguei R$ 1,40 com cartão de crédito por eles e os comi lá mesmo, junto com a margarina que eu tinha. Depois fui esperar a carona no local combinado, que era um posto Ipiranga na lateral da BR-101. A carona foi com Mateus, que devido ao trânsito em Florianópolis, chegou 2 horas depois do combinado. Mas como conversamos por whatsapp, esperei sem problemas. No carro já havia um casal que vinha de Florianópolis e foi até Curitiba. Lá outro casal subiu para vir até São Paulo. Mateus tinha saído de Porto Alegre e vinha até São Paulo. Saímos de Tijucas perto de 18:30 e Mateus deixou-me em casa como combinado perto de 4 horas da manhã de 5.a feira 27/12. Durante a viagem conversamos bastante sobre muitos assuntos, a partir de certo ponto eu já estava com bastante sono 😴, mas não dormi. Paguei R$ 96,00 em dinheiro.

       
    • Por glimaz
      Fala Pessoal,
      Gravei esse vídeo abaixo para documentar a minha primeira viagem com a minha Sportster 1200. Confesso que estava um pouco receoso de pegar a estrada com ela de escapamento aberto e com o guidom Seca Suvaco, mas realmente não tive nenhum problema com esses itens. Aliás, o único problema foi um pneu furado e a lâmpada do farol baixo que queimou na volta. O pneu, tive sorte de parar num posto com borracharia, o borracheiro consertou com macarrão, não é a melhor solução, mas eu já estava para trocar o pneu, então não teve problema. A luz eu só troquei no dia seguinte, em casa.
      Ao todo foram 4 dias de viagem, onde saí de São Paulo, fui para Blumenau, São Joaquim (para fazer a Serra do Rio do Rastro na volta), Balneário Camboriú e São Paulo – 2.230km.
       






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