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10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis

Posts Recomendados

Período: 14 a 23/07/2008 e 06 a 15/07/2015

Cidades: Ilha Grande

Ilha Grande, o paraíso dos turistas estrangeiros. Nunca vi tanto turista estrangeiro junto! O local é bem rústico, simples, sem carros e considero como principais atrações, as trilhas e passeios de barco. Bom para quem gosta de caminhar (muito!) e não tem enjôo de mar, mas a recompensa são praias lindas, de água muito clara, cercadas por mata. Acredito que não seja um destino bom para quem tem crianças pequenas, devido às características do local, como o acesso difícil às principais belezas da ilha. Também não é indicado para quem espera luxo, conforto e não vive sem as facilidades de uma cidade grande.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Vila do Abraão, que é a maior vila da ilha e com mais infra-estrutura. Na segunda viagem para a ilha, dividi a estadia entre Araçatiba e Bananal.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015.

A cidade

É uma das inúmeras ilhas de Angra dos Reis, a qual possui, em sua totalidade, cerca de 148mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 800 Km². Faz limite com as cidades de Bananal (SP), Cunha (SP), Mangaratiba, Paraty, Rio Claro e São José do Barreiro (SP). Apresenta clima tropical úmido com temperatura média de 27ºC.

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

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Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
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De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

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Como chegar

Angra dos Reis está localizada a 157 km da capital Rio de Janeiro e a 396 km da cidade de São Paulo. O principal acesso é pela Rod. Rio-Santos (BR-101), que liga Angra dos Reis a Paraty a oeste e a Mangaratiba a leste. Para se chegar à Ilha Grande (Vila de Abraão), parte-se de Angra dos Reis ou Mangaratiba ou Conceição de Jacareí. Barcas atendem o percurso a partir de Angra dos Reis e Mangaratiba. Escunas e lanchas oferecem o traslado a partir de Conceição de Jacareí e Angra dos Reis. Parece que atualmente há um horário de barco a partir de Paraty, três vezes por semana. Para outras localidades da Ilha Grande, como Araçatiba e Bananal, há linhas regulares apenas a partir de Angra dos Reis

 • Terminal Rodoviário Vereador Nilton Barbosa, Av. Almirante Jair Carneiro Toscano de Brito, 110, Balneário, 3365-2041

• Cais da Lapa, s/n, Centro

 Transporte Angra dos Reis/Ilha Grande - Vila de Abraão:

• As barcas partem do Cais da Lapa para a Vila de Abraão, na Ilha Grande, às 15h30 em dias úteis e às 13h30 aos finais de semana e feriados; com retorno às 10h. Ver mais informações no site da CCR Barcas

• Escunas e lanchas partem da Estação Santa Luzia para a Vila de Abraão, na Ilha Grande, em diversos horários. Preços e tempos de travessia (aproximadamente de 30min a 1h30min) variam conforme a embarcação

 Transporte Angra dos Reis/Ilha Grande - Araçatiba:

• Partindo do Cais dos Pescadores, vários barcos fazem a linha Angra dos Reis-Praia Grande de Araçatiba com custo de R$25,00 (em 07/2015) e tempo de travessia de 1h30. Saída de Angra dos Reis de seg-sex às 12h e 14h; sáb, dom e fer às 8h30. Saída da Praia Grande de Araçatiba às 7h. Essa linha também atende a Praia Vermelha e a Praia da Longa e é usada por moradores para transportar suas compras

• Flexboat Natiga 1, 99922-8918 (Vivo) / (21) 3958 8024 / (21) 3500 1961 / (11) 3717 3361 / (19) 3455 0986, [email protected], http://www.ilhagrande.com.br/como-chegar/como-chegar-em-aracatiba/flexboat-natiga/'>http://www.ilhagrande.com.br/como-chegar/como-chegar-em-aracatiba/flexboat-natiga/ Partindo da Estação Santa Luzia, oferece uma linha regular Angra dos Reis-Praia Grande de Araçatiba com custo de R$40,00 (em 07/2015), tempo de travessia de 20 a 25 min (pode aumentar em até 20 min, caso ocorram paradas extras) e capacidade para 26 passageiros com bagagens. Saída de Angra dos Reis na seg, qua, qui às 12h; na sex às 12h e 20h; no sáb às 9h; no dom às 12h e 18h. Saída da Praia Grande de Araçatiba na seg, qua, qui, sáb às 8h; na sex às 8h e 17h; no dom às 10h e 17h. Podem ser feitas paradas na Praia do Bananal, Praia da Longa e Praia Vermelha conforme solicitação dos passageiros; para embarque nessas localidades, agendar com antecedência. Se não me engano, ele atende qualquer praia no trecho Praia do Bananal-Praia Vermelha, bastando solicitar previamente

 Transporte Paraty/Angra dos Reis:

• Viação Colitur, 3371-1238 / 1224. Paraty x Angra dos Reis (direto): 9h40, 14h10; Angra dos Reis x Paraty (direto): 6h45, 12h. Ônibus do tipo rodoviário, sem roleta, com bagageiro. O percurso custa R$21,00 (em 07/2015) e é feito em 1h40min

• A Viação Colitur também atende o mesmo percurso com ônibus do tipo circular, com roleta. Há partidas das 5h às 22h30min, com intervalos que variam de 40min a mais de 1h, dependendo do período. É melhor confirmar horários previamente. O percurso custa R$11,30 (em 07/2015) e é feito em 2h10min. Ele para nas praias/vilas e, dependendo do fluxo de passageiros, pode atrasar

 Transporte Rio de Janeiro/Angra dos Reis:

• Empresa Costa Verde, (21) 3622-3123, http://www.costaverdetransportes.com.br/

 Transporte São Paulo/Angra dos Reis:

• Reunidas Paulista, 0800 709 9020, [email protected], http://www.reunidaspaulista.com.br/

 Dicas e comentários sobre transporte:

• Para quem mora em SP, o acesso mais próximo à Ilha Grande é por Angra dos Reis. Para quem mora no RJ, o acesso mais próximo é por Mangaratiba ou Conceição de Jacareí

• Se estiver com carro, este deverá ficar em estacionamento em Angra dos Reis. Peça indicação de estacionamento de confiança com o pessoal da pousada

• A barca é a opção mais em conta para se ir à Vila de Abraão, porém há apenas um horário por dia, tanto a partir de Angra dos Reis, quanto de Mangaratiba e o tempo de travessia é de aproximadamente 1h30min. Antes havia diferença no preço da passagem conforme o dia da semana, em feriados e finais de semana era bem mais caro. Porém vi apenas um preço no site da CCR Barcas (em 07/2015), é melhor confirmar previamente

• Embora divididos em Cais da Lapa, Estação Santa Luzia e Cais dos Pescadores, os cais de Angra dos Reis ficam um ao lado do outro. Possui um CIT com mapas e informações diversas. Se precisar pernoitar por lá na ida ou na volta do passeio à Ilha Grande, há uma infraestrutura básica nas imediações (perto o suficiente para ir a pé) com supermercado, restaurantes, padarias, pousadas, etc. Porém acho que a região poderia ser mais bem cuidada. No geral, o centro de Angra dos Reis não é bonito e não convida ao turismo. O mar no local é bastante poluído, mas não se assuste, as ilhas são outro departamento

• É muito popular o uso de táxi-boat em Ilha Grande. Na Vila de Abraão, há partidas frequentes para a Praia da Feiticeira e a Praia do Pouso, principalmente na alta temporada. Desconheço se há saídas regulares para outras localidades. Conforme o destino, é mais fácil e mais barato sair de Angra dos Reis direto ao destino, sem fazer conexão na Vila de Abraão

• Existem barcos que operam linhas regulares entre Angra dos Reis e Araçatiba, Bananal, Enseada das Estrelas/Saco do Céu e Provetá. Parece que existe uma linha regular entre Provetá e Aventureiro, mas que pode ser interrompida devido a condições climáticas adversas por se tratar de navegação em mar aberto

• É aconselhável confirmar previamente o horário dos traslados de barco, pois pode haver alterações conforme o dia da semana e o período (alta e baixa temporada ou feriados, por exemplo). Na baixa temporada pode haver redução no número de horários, na alta pode ser necessário agendar e/ou pode ter horários extras. Peça ajuda à pousada

• Informações detalhadas de como ir para Ilha Grande, podem ser encontradas no site http://www.ilhagrande.com.br

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
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Quando ir 

Depende das suas intenções. Em dezembro, janeiro e fevereiro é alta temporada e a ilha fica cheia. O mesmo acontece em feriados. Em julho, apesar de ser férias escolares, o clima frio e as águas geladas não atraem muito turistas brasileiros, mas os estrangeiros enchem a ilha a partir da segunda quinzena do mês até agosto, segundo informações que recebi de moradores da ilha. Em julho, geralmente o clima está seco e favorece as caminhadas. Percebe-se que os preços são diretamente proporcionais à temperatura, quanto mais alta a temperatura, mais caros ficam os preços, principalmente das diárias. Com algumas variações entre estabelecimentos, março, abril, segunda quinzena de julho, outubro, novembro e primeira quinzena de dezembro podem ser considerados meses de média temporada. Baixa temporada só mesmo em maio, junho, primeira quinzena de julho, agosto e setembro.

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Nanci Naomi
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Onde ir

Para resumir, digo vá a todas as praias da ilha, pois cada uma tem uma beleza diferente. Vá de barco, escuna, catamarã, lancha ou a pé.

Trilhas:

• São listadas as trilhas "oficiais" da ilha, apontando seus atrativos turísticos. Veja um detalhamento das trilhas e praias em Trilhas em Ilha Grande.

As trilhas a seguir consideram como ponto de partida a Vila de Abraão e é possível voltar no mesmo dia, sem acampar ou dormir no meio do caminho.

T1 Circuito do Abraão:

• Praia de Abraão: Pedra do Corisco

• Praia Preta

• Ruínas do Lazareto

• Praia do Galego

• Mirante da Praia Preta

• Mirante do Aqueduto

• Poção (Cachoeira dos Escravos)

• Aqueduto

T2 Aqueduto - Saco do Céu:

• Aqueduto

• Cachoeira da Feiticeira: tobogã e poço no topo da cachoeira, com acesso por uma trilha à direita

• Praia do Iguaçu

• Praia da Feiticeira

• Praia da Camiranga

• Praia do Perequê

• Praia de Fora

• Praia do Galo

• Praia do Conrado

• Saco do Céu: Igreja de Cosme e Damião

T10 Abraão - Mangues - Pouso:

• Praia de Abraão

• Praia da Júlia

• Praia da Biquinha

• Praia Comprida

• Praia da Crena

• Praia do Abraãozinho

• Praia Brava

• Praia de Palmas: Capela de São Benedito

• Praia dos Mangues

• Praia do Pouso

T11 Mangues - Pouso - Lopes Mendes:

• Praia do Pouso

• Praia de Santo Antônio

• Praia de Lopes Mendes: Capela N. Sra de Santana

T13 Abraão - Pico do Papagaio:

• Praia de Abraão

• Pico do Papagaio

T14 Abraão - Dois Rios:

• Praia de Abraão

• Piscina dos Soldados (ou Lago do Guarda)

• Praia de Dois Rios: ruínas do Presídio da Ilha Grande, Igreja de N.S. do Bom Despacho, rios

Outras trilhas com possível ponto de partida de Abraão. Nos três casos, é necessário percorrer uma trilha antes, o que pode inviabilizar o bate e volta a partir de Abraão.

T12 Mangues - Pouso - Farol de Castelhanos:

• Praia do Pouso

• Praia de Itaóca

• Praia da Aroeira

• Praia do Recife

• Praia e Piscina de Castelhanos

• Farol de Castelhanos

• Fazenda do Peter - Alemão

T15 Dois Rios - Caxadaço:

• Praia de Dois Rios

• Caminho das Pedras

• Praia de Caxadaço

T16 Dois Rios - Parnaioca:

• Praia de Dois Rios

• Toca das Cinzas

• Praia de Parnaioca: cemitério antigo, Igreja Sagrado Coração de Jesus, lagoa de Parnaioca, Cachoeira de Parnaioca

As próximas trilhas consideram como ponto de partida Araçatiba e é possível voltar no mesmo dia, sem acampar ou dormir no meio do caminho.

 T6 Sítio Forte - Praia Grande de Araçatiba:

• Praia do Sítio Forte: Nascente

• Praia da Tapera

• Praia de Ubatubinha

• Praia da Longa: Cachoeira da Longa, Igreja de São Pedro

• Lagoa Verde

• Praia da Cachoeira

• Praia Grande de Araçatiba: Igreja de Nossa Sra da Lapa

 T7 Praia Grande de Araçatiba - Gruta do Acaiá:

• Praia Grande de Araçatiba

• Praia de Araçatiba

• Praia de Itaguaçu: Piscina Natural

• Praia Vermelha

• Gruta do Acaiá

 T8 Praia Grande de Araçatiba - Provetá:

• Praia Grande de Araçatiba

• Praia de Araçatiba

• Praia de Provetá

 T9 Provetá - Aventureiro:

• Praia de Provetá

• Praia do Aventureiro: Igreja de Santa Cruz, coqueiro torto, Praia e Pedra do Demo

 As trilhas a seguir consideram como ponto de partida Bananal e é possível voltar no mesmo dia, sem acampar ou dormir no meio do caminho.

 T3 Saco do Céu - Freguesia de Santana:

• Saco do Céu

• Praia da Guaxuma

• Praia do Funil

• Praia de Japariz

• Praia de Freguesia de Santana do Leste: Igreja da Freguesia de Santana

• Praia da Baleia

 T4 Freguesia de Santana - Bananal:

• Praia de Freguesia de Santana do Leste

• Lagoa Azul

• Praia da Grumixama

• Praia de Baixo (ou Freguesia de Santana do Sul)

• Praia do Bananal Pequeno

• Praia do Bananal: Mirante do Bananal, Igreja do Divino Espírito Santo

 T5 Bananal - Sítio Forte:

• Praia do Bananal

• Praia de Matariz: Igreja de N. Sra de Santana

• Praia da Jaconema

• Figueira Branca

• Praia de Passaterra

• Praia de Maguariqueçaba

• Praia do Marinheiro

• Praia do Sítio Forte

Acesso por Volta Ilha (a pé ou de lancha):

• Praia de Caxadaço

• Praia de Parnaioca

• Praia de Aventureiro

• Praia de Meros

• Lagoa Verde

• Lagoa Azul

• Saco do Céu

• Praia do Amor

Acesso por passeio de barco/escuna:

• Lagoa Verde

• Lagoa Azul

• Saco do Céu

• Praia do Amor

• Praia de Japariz

• Praia de Freguesia de Santana do Leste

Dicas e comentários sobre passeios:

• Preços de passeios de escuna são tabelados, há várias agências, mas todas praticam geralmente o mesmo preço

• É bom levar toalha para se secar e blusa de frio para a volta do passeio de barco, pois com o vento fica frio

• Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região

• O que fazer: passeios de barco, escuna, catamarã ou lancha e trilhas

• Fui de táxi-boat da Praia da Feiticeira para a Vila de Abraão, levou cerca de 30min, com mar tranqüilo e não balançou nada. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida

• Fui de táxi-boat da Praia do Pouso para a Vila de Abraão, balançou um pouco na primeira metade do caminho, mas depois ficou tranqüilo. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida. É também uma boa alternativa para quem não gosta de caminhar muito, pois há várias saídas programadas de Abraão para Pouso e depois de Pouso para Abraão e, dessa forma, é possível conhecer Lopes Mendes, fazendo apenas a trilha T11

• No passeio “Volta Ilha”, a lancha balança um pouco, principalmente quando pega ondas provocadas por outra embarcação. Depois de um dia inteiro de lancha, quando desci senti tudo balançando. Pára em Praia de Caxadaço, Praia de Dois Rios, Praia de Parnaioca, Praia de Aventureiro, Praia de Meros, Lagoa Verde, Lagoa Azul e Saco do Céu. A última parada é no Restaurante Coqueiro Verde. Acredito que deva ser um convênio entre o restaurante e as agências de viagem. Fiz esse passeio com a Agência Phoenix. A lancha é boa, com dois motores e o atendimento foi bom também

• Existe outra opção de passeio “Volta Ilha”, de catamarã, é mais barato, mas pára apenas em quatro locais, pois é mais lento. Se não me engano pára em Dois Rios, Parnaioca, Aventureiro e Lagoa Verde

• Julho é baixa temporada, pois embora seja época de férias escolares, a água está fria naquela região. Disseram que preços são melhores na primeira quinzena, pois na segunda começa a subir por conta dos estrangeiros que chegam à ilha. É uma época boa, tem gente, mas não muita. Há pessoas nas trilhas e praias, mas está sossegado para curtir a natureza, sem aquele amontoado de gente. Não tem filas nos lugares e atendimento é bom

• Tem muitos estrangeiros, muitos europeus, principalmente franceses. De julho em diante eles aparecem, principalmente em agosto. Eu vi mais estrangeiros do que brasileiros. Inglês e francês tornam-se línguas oficiais da ilha nesse período

• Agência IGT, atendimento bom

• Na segunda visita à ilha, tive a impressão que a maré influencia na qualidade de alguns passeios. Por exemplo, achei a paisagem da Lagoa Verde mais bonita com a maré baixa e a água mais rasa. Entretanto, no geral, a paisagem das praias parece não sofrer grandes alterações devido à maré, apenas a largura da faixa de areia diminui com a maré alta

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Nanci Naomi
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Onde ir em Angra dos Reis (continente):

# Espaço Angra, Av. Julio Maria, 160, seg à sex de 8 às 21h e aos sáb de 8 às 14h

# Igreja da Lapa

# Centro Cultural

# Nossa senhora da Boa Morte, R. Arcebispo Santos, Centro, (24)3369-7693

# Mercado do Peixe

# Chafariz da Saudade, Praça Lopes Trovão

# Casa da Cadeia Pública/Câmara Munic. de Vereadores, Praça Nilo Peçanha, (24) 3365-3875; presidência 3365-0163, seg à sex das 10 às 17h

# Prédio do Governo Municipal, Praça Nilo Peçanha, 186

# Beco da Arte

# Igreja da Matriz

# Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis, Av. Raul Pompéia, esq para a Rua do Comércio, (24)3369-7595, ter a dom, das 10h ás 22h

# Igreja Santa Luzia, R. do Comércio, Centro, (24)3367-2220

# Casarão Alípio Mendes

# Conjunto da Praça General Osório, Pça General Osório (Largo do Carmo)

# Chafariz Marques de Herval, Praça General Osório

# Nossa Senhora do Carmo, Praça General Osório (Largo do Carmo), (24)3369-7693. No momento encontra-se em reforma

# Sobrado da Praça General Osório

# Chafariz da Carioca, R. Professor Lima

# Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Morro do Santo Antônio, Centro, (24)3365-3801 ( Dona Déia)

# Convento São Bernardino de Sena, Morro de Santo Antônio, Centro, ter a dom das 9 às 12 e das 13h30 às 17h

# Nossa Senhora da Conceição, Praça Silvestre Travassos, (24)3365-0778, de 8 às 19h

# Mercado Municipal, Praça Zumbi dos Palmares

# Bliblioteca Municipal Professor Guilherme Briggs, Praça Marques de Tamandaré, 116, (24) 3377-1958, seg à sex de 8 às 20h, sáb de 8 às 13h

# Sobrado da Ladeira de Santa Luzia

# Sobrado Laranjeiras

# Cruzeiro

Dicas e comentários sobre passeios:

• O que fazer: passeios de escuna para conhecer ilhas e praias; de carro ou ônibus dá para conhecer as praias da parte continental

• De Angra dos Reis partem alguns passeios de escuna com roteiros um pouco diferentes daqueles oferecidos em Ilha Grande

• Angra tem um centro histórico, mas são apenas alguns casarões e igrejas preservados no meio de construções novas. O centro não é bonito, tem esgoto correndo a céu aberto e praias do centro são muito, muito poluídas, infelizmente

• Infelizmente a água na região do cais continua suja, poluída, de cor escura e com mau cheiro; é despejo de esgoto. À medida que vai se distanciando do continente, a qualidade da água vai melhorando. Placas em Angra dos Reis informam do projeto de tratamento de esgoto. Porém, parece que é apenas projeto, pois a administração está com corte de verbas

• Pode-se caminhar pela Estrada do Contorno até Praia Grande, não é longe e acesso é fácil. Acesso à Praia do Bonfim também é fácil. Depois dessas praias, o acesso as outras praias fica mais difícil, pois há muitas propriedades particulares à beira da praia, com muros altos, que impedem a visão das praias. No meio das construções ficam os acessos às praias, mas eles costumam ser estreitos e meio escondidos

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde ficar 

Ilha Grande - Vila do Abraão:

• Pousada do Bicão, R. do Bicão, 28, Vila de Abraão, [email protected], http://www.ilhagrande.org/pousadadobicao Bem simples, quarto com TV, frigobar, ventilador de teto e chuveiro elétrico. Café simples e básico. Localização boa, não é longe do centro (igreja) da Vila, fica na encosta, mas no início, não tem que subir muito. Foi uma das mais em conta que encontrei na época

Outras opções - cito algumas bem simples que encontrei na época, mas há muitas outras opções:

• P. Acalanto, R. Getúlio Vargas (frente Posto Médico), [email protected], http://www.ilhagrande.org/acalanto Simples, mas bem jeitosinha

• P. Albatroz, R. das Flores, 151, [email protected], http://www.ilhagrande.org/albatroz

• P. Guapuruvu, R. do Bicão, 299, [email protected], http://www.ilhagrande.org/guapuruvu

• P. Arrastão, R. Getúlio Vargas, 22, [email protected], http://www.ilhagrande.org/arrastao

Ilha Grande - Araçatiba:

• Pousada Tony Montana, Praia Grande, 3367-4026 / 99218-7000 / 7815-9238 / (21) 99894-5590, [email protected], http://pousadatonymontana.com.br/. É uma pousada simples, básica, mas é agradável e bem localizada, pé na areia. É um sobrado, com restaurante na parte da frente do térreo que é aberto também a não hóspedes. O prédio parece estar em bom estado de conservação e não tem área de lazer, mas quem precisa de piscina ou outro tipo de instalação quando tem uma praia bonita de águas limpas para nadar e/ou caminhar? O quarto e o banheiro são pequenos, mas atendem bem. O quarto simples tem colchão de espuma, frigobar, TV LCD (canais abertos), ventilador de teto e AC novo. Banheiro simples, mas todo azulejado com box blindex, o chuveiro é elétrico, mas permitiu um bom banho. Tem wifi rápido, mas intermitente, às vezes cai ou fica fora por algumas horas. Café da manhã é simples, básico, mas é bom. O Tony é muito atencioso e sempre estava presente, o que faz a diferença. O valor da diária está na média dos preços cobrados na região que são mais elevados do que os praticados na Vila do Abraão. Porém não sei se dá para comparar, visto que Araçatiba é mais isolada e com isso os valores tendem a subir

 Outras opções:

• Pousada Gabriel, Praia Grande, 3367-4016 / 99818-3333 / 9272-2239 / 8809-1264, [email protected], http://www.pousadagabriel.com/

• Pousada Mar de Araçatiba, Praia Grande, 99976-8651 / 99955-1734, http://www.mardearacatiba.com/

• Pousada Convés, Praia Grande, 7835-3177 / (21) 99568-0124, [email protected], http://www.ilhagrandepousadaconves.com.br/

 Ilha Grande - Bananal:

• Pousada Okinawa, Praia do Bananal, 3367-2416 / 3364-4664 / 99979-2547 / 99235-2166, [email protected], http://www.pousadaokinawa.com.br/ É uma pousada simples, básica, mas é bem ampla, agradável e bem localizada, pé na areia, de frente para a praia. Tem mesas, cadeiras, espreguiçadeiras e guarda-sóis na parte da frente da construção. É um sobrado e, no térreo, ficam uma sala com sofás e a única TV (os quartos não tem TV) com canais por assinatura da Oi e o restaurante, onde são servidas as refeições. O prédio parece estar em bom estado de conservação e não tem área de lazer, mas quem precisa de piscina ou outro tipo de instalação quando tem uma praia bonita de águas limpas para nadar e/ou caminhar? O quarto e o banheiro são simples, mas são amplos e tem uma varanda gostosa (quarto número 1) para ver o pôr do sol. Um varal de chão que ajuda bastante para secar as roupas de banho. O quarto tem cama box e ventilador de teto, mas não tem frigobar, AC, TV ou wifi. O ponto positivo é que o quarto também é atendido pelo gerador. O chuveiro elétrico era bom, sai bastante água e deu para tomar um bom banho. Na falta de energia, o sistema de aquecimento a gás garante o banho quente. Apesar da simplicidade, cativa pelo sossego, pela natureza exuberante que a cerca e pelo atendimento atencioso e familiar. Os donos moram lá e isso faz a diferença. Café da manhã é simples, básico, mas é bom. Gostei muito do almoço e do jantar, tudo bem caseiro e gostoso. À tarde, uma garrafa térmica com café e bolachinhas caseiras ficam disponíveis. Há horários determinados para as atividades do dia e são bem pontuais: café da manhã às 7h30, passeio de barco às 8h30 e retorno às 13h30, almoço após o retorno do passeio e jantar às 19h30. Já começam a montar a mesa do café da manhã antes das 7h (pelo menos foi assim em todos os dias que estivemos lá - eu acordo cedo), então é muito bom para quem quer adiantar e sair cedo. Para fazer trilhas, isso é ótimo, sair bem cedo para fazer a trilha com calma e retornar com dia claro ainda. Considero a relação custo/benefício muito boa, o valor das diárias é bastante razoável e condizente com a qualidade do que é oferecido

 Outras opções:

• Pousada Casa Nova, Praia do Bananal, 3365-3964 / 99819-7899 / 99255-5010, [email protected], http://www.ilhagrande.com.br/hospedagem/pousadas/saco-do-bananal/casa-nova/

• Pousada Três Coqueiros, Praia do Bananal, 3365-2020 / 99216-0805 / 99982-1025 / 99211-4266, [email protected], http://www.pousadatrescoqueiros.com.br/

• Pousada da Satiko, Praia do Bananal, 3365-3538 / 99857-9784, [email protected], http://www.pousadadasatiko.com.br/

• Pousada do Preto, Praia do Bananal, 3365-4944 / 99968-9310, [email protected], http://www.pousadadopreto.com.br/

Dicas e comentários sobre hospedagem:

Ilha Grande:

• No geral, pousadas são rústicas, mas há opções para todos os gostos e bolsos

• Algumas pousadas fecham para reforma em julho, mas mesmo assim sobram vagas nessa época

• Pudemos presenciar uma ocorrência que não é rara na ilha: a falta de energia elétrica; ficamos aproximadamente um dia inteiro sem energia. Os estabelecimentos costumam estar preparados e contar com geradores, mas que geralmente atendem parte da demanda. É provável que AC e chuveiros não funcionem, pois eles "puxam" muita energia. No inverno, o contratempo será o banho frio (se não houver aquecimento a gás) e no verão, o calor não poderá ser amenizado com AC. Se isso for muito relevante para o seu conforto, informe-se previamente com o meio de hospedagem se ele possui geradores e quais instalações são atendidas. Desconheço se alguma pousada (mesmo as mais chiques) contam com geradores com capacidade suficiente para sustentar uma pousada inteira com AC funcionando a carga total em um dia de verão causticante. Particularmente, não vejo grandes problemas, mas é bom estar com o espírito preparado para essa eventualidade. Aproveite o lado bom: curta uma linda noite com luar e céu estrelado e, com o silêncio (sem energia não tem TV, nem aparelhos sonoros), aprecie melhor o som do mar, do rio e da mata

• Leve dinheiro em espécie e é bom levar cheques para emergências. Por exemplo, em Araçatiba poucos locais aceitam cartão e, destes, a maioria cobra uma taxa para passar o cartão. É bom perguntar antes, pois algumas pousadas me passaram o valor da diária que só valia se fosse pago em dinheiro, pois no cartão tinha uma porcentagem a mais e eles só informaram esse detalhe quando eu perguntei explicitamente sobre as formas de pagamento e taxas. Para escapar das taxas, só em dinheiro mesmo, pois onde aceita cartão, geralmente não aceita cheques

• Abraão é a maior vila da ilha e concentra o maior número de hospedagens

• Araçatiba e Bananal também têm opções de hospedagem, ainda que em número bem menor do que Abraão

• Provetá é a segunda maior vila da ilha, conta com farmácia, mercadinho, padaria, bar, lanchonete e algumas lojas, mas é uma comunidade mais fechada e há poucas opções de hospedagem por lá, segundo informações que recebi na ilha

• Algumas praias são muito isoladas e são praticamente desertas. Por exemplo, na Praia de Jaconema, a Pousada Nautilus é a única habitação da praia e está distante das praias vizinhas, o que garante um clima de isolamento quase total. Na Praia de Itaguaçu, a Pousada Lagamar fica no meio da vegetação, mas descendo alguns metros alcança-se a praia e a piscina natural bastante tranquilas; para ver gente basta caminhar até Praia Vermelha, bastante próxima

• Para uma primeira vez na Ilha Grande, sugiro a Vila de Abraão como destino, pois é mais fácil, prático e barato. Há mais opções de traslados, hospedagem, alimentação e passeios. A principal vila da ilha tem mais infraestrutura para receber os visitantes. É mais cheio e mais movimentado também, principalmente na alta temporada, o que agrada uns e desagrada outros. Para os que querem mais sossego e ficar em um local com mais cara de vilinha remota de praia, há outros destinos mais interessantes

Ilha Grande - Vila do Abraão:

• A Vila de Abraão é a capital da ilha e concentra a maior e a melhor infraestrutura da região. Aqui encontra-se o maior número de hospedagens, de alimentação e de passeios. Geralmente as diárias incluem apenas café da manhã, pois há opções de restaurantes e de agências que oferecem passeios. Acredito que aqui seja o local com melhores preços da ilha

• A Vila de Abraão tem mais opções de lazer e apresenta movimentação maior, principalmente na alta temporada. Fora dessa época costuma ser tranquila

• A Vila de Abraão é pequena, então os locais são de fácil acesso, através de caminhada curta. Porém algumas pousadas ficam na encosta e pode ser um pouco mais cansativo para chegar até lá

• Algumas pousadas oferecem transporte de mala de cortesia, do cais até a pousada, mas há carregadores de mala uniformizados, com carrinhos, aguardando no cais, já que não existe táxi na ilha. Mas, sinceramente, deixe malões com rodinhas em casa, bem como salto alto e peças elaboradas. Faça uma mochila com roupa de banho, shorts, chinelos e um tenis para andar mais confortável

• Segundo dicas de um colega, deve-se evitar pousadas que fiquem muito no centro, por causa do barulho provocado pelos restaurantes, bares e passagem das pessoas que transitam pelo centro

• Pousada na Praia do Canto são mais silenciosas, mas o acesso é feito pela areia da praia, não tem caminho/rua

Ilha Grande - Araçatiba e região:

• A maior estrutura da região está na Praia Grande, seguida da Praia Vermelha que também conta com algumas pousadas e restaurantes (P. e Rest Argonauta, Rest. Arambare). Na Praia de Itaguaçu tem uma pousada também (Lagamar). Os preços de hospedagem, alimentação e itens gerais de consumo são maiores aqui se comprados com a Vila de Abraão, onde é possível encontrar valores mais baixos. Veja que o deslocamento para cá é mais complicado e o turismo ocorre em menor escala, ocasionando valores mais altos

• Na pesquisa que realizei, localizei cerca de uma dúzia de pousadas na Praia Grande. Todas são bastante semelhantes e a estrutura costuma ser simples, mas a proximidade com a praia, às vezes pé na areia, é recompensadora. Geralmente as diárias incluem apenas o café da manhã, mas algumas oferecem meia pensão (café + jantar)

• Para as refeições existem alguns restaurantes e as pousadas, que costumam ter seus próprios restaurantes, atendem não hóspedes também

• Passeios podem ser contratados direto na pousada e várias placas na praia anunciam táxi boat

 Ilha Grande - Bananal e região:

• A maior estrutura da região está na Praia do Bananal. Praias vizinhas tem uma ou outra pousada e restaurantes

• Na pesquisa que realizei, localizei 5 pousadas na Praia do Bananal. Achei também uma pousada em cada uma das seguintes praias: Matariz (Recanto dos Lima), Jaconema (Nautilus), Passaterra (Maria Bonita) e Maguariqueçaba (Recanto dos Pássaros). Todas são bastante semelhantes e a estrutura costuma ser simples (sem TV, sem AC e sem wifi - algumas já tem quartos com AC), mas a proximidade com a praia, na maioria das vezes pé na areia, é recompensadora. Geralmente as diárias incluem traslado Angra dos Reis-pousada-Angra dos Reis, pensão completa (café + almoço + jantar) e 1 passeio de barco por dia. O dia segue uma programação com horários pré-determinados: café da manhã, passeio de barco, almoço, tarde livre e jantar. É para arrumar a mala, ir para lá e não se preocupar com mais nada

• Não vi restaurantes nem comércio de qualquer tipo na Praia do Bananal, mas isso não é problema visto que as refeições e os passeios já estão incluídos nas diárias das pousadas

• Considero a relação custo/benefício muito boa. Obviamente, é possível fazer um turismo de custo bem menor na Vila do Abraão, mas se colocar na ponta do papel, todos os benefícios incluindo 2 boas refeições por dia e mais um passeio de barco, verá que o valor das diárias é bastante razoável e condizente com a qualidade do que é oferecido

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Nanci Naomi
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Onde ficar em Angra dos Reis (continente):

# Hotel Porto Rico, Rua Coronel Carvalho, 54, (24) 3365-0992. Bem simples, sem café da manhã

Dicas e comentários sobre hospedagem:

• Não acho vantagem ficar hospedado no centro, pois praias não são boas

• Dizem que as praias da parte continental não são bonitas. Talvez as praias mais afastadas sejam mais bonitas e existam bons hotéis à beira dessas praias. Porém para ficar hospedado num lugar assim, carro é bom, pois as praias são distantes uma das outras, a menos que a intenção seja ficar isolado, descansando e relaxando num mesmo local

• Para quem tem poucos dias de férias, acredito que não compensa ficar no centro de Angra dos Reis, vale mais ir direto para Ilha Grande

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Onde comer

Ilha Grande - Vila do Abraão:

* Restaurante Pizza na Praça, ao lado da Igreja de São Sebastião, à la carte, tem pizzas e pratos individuais, local bem agradável, arrumado. Os PFs são muito bons, porção grande, bem servida. Relação custo-benefício é muito boa

* Restaurante Aconchego, R. Getúlio Vargas, à la carte, tem pratos individuais, local agradável. Os PFs são muito bons, porção de tamanho médio. Relação custo-benefício é boa

* Restaurante Biergarten, R. Getúlio Vargas, self-service por Kg, local bonito, bem agradável e arrumado. Não tem muita variedade, mas a comida é boa, a salada fresca e tem até alguma opção de comida vegetariana. É bom para quem come pouco, senão fica caro Relação custo-benefício é média

* Restaurante Armação dos Anjos, Bouganville, à la carte, tem pratos individuais, local agradável, arrumado, comida boa, mas porção pequena. Relação custo-benefício é média

Outras opções:

* Restaurante Coqueiro Verde, Saco do Céu: talvez o mais chique da ilha. O local é muito bonito, agradável, mas é muito caro. O passeio Volta Ilha pára lá para almoço, provavelmente trata-se de um convênio entre agências e o dono do restaurante

Ilha Grande - Araçatiba e região:

• Quiosque da Josi, Praia Grande. O ambiente é bem simples, mas é agradável. Gostei e recomendo! Em minha opinião, uma das melhores opções do local, pois apesar da comida ser simples, é gostosa, bem servida e o preço é honesto, achei o melhor custo/benefício da região, considerando-se a média de preços local. O preço das bebidas também é menor do que o de outros restaurantes. O cardápio inclui porções, refeições individuais e pratos para dois. Fica do lado esquerdo da Praia Grande, em um deque de madeira sobre o mar com uma bela vista da praia. A recepção do Luis e da Josi é calorosa, são duas figuras. Achamos o local por acaso, visto que não tem placa com nome (mas tem uma lousa com algumas opções do restaurante) e a porta estava meio encostada, quase fechada. Paramos a primeira vez à tarde e pedimos uma porção de camarão médio (alguns eram médios, outros pequenos, mas alguns eram bem grandes, então na média eram médios). Estava muito bom. Na noite do mesmo dia, voltamos para jantar, pedimos refeição de peixe frito que veio bem servido. Voltamos mais uma noite para jantar lá, pedimos um prato de peixe frito. Abre todos os dias, independente de ser alta ou baixa temporada. Não cobra 10%

• Govinda Mar, Travessa Castelo, 8, (suba pela escadaria perto da Pousada Gabriel), Praia Grande, 99948-3216. O ambiente é simples, mas é agradável, parece que o restaurante foi montado na varanda casa do Mauro que é um argentino muito simpático. Gostei e recomendo! O cardápio é centrado em pizzas e tapiocas, mas também inclui pratos vegetarianos, açaí e sucos naturais. Pode parecer desanimador quando olhar a escada que você tem que subir para chegar lá, mas vale a pena. A vista lá de cima é belíssima, tanto de dia quanto de noite. Na noite em que fomos lá, não tinha energia elétrica e o local estava mais lindo ainda, o céu muito estrelado e com o silêncio dava para ouvir, de um lado, o som do mar, do outro lado, o som do rio e da mata. Experimentamos a pizza de muçarela, tomate, manjericão, alho e azeitona. Muito gostosa, a massa é boa, veio com bastante manjericão e alho na medida certa, suficiente para dar gosto, mas sem exagero. Achei o preço compatível com a qualidade do que é servido, por isso considero a relação custo/benefício boa, baseando-se na média de preços da região. Estava abrindo apenas aos finais de semana (estivemos lá em julho que é considerado baixa temporada na região). Não cobra 10%

• Rest. da Pousada Mar de Araçatiba, Praia Grande. O ambiente é simples, mas é agradável. O restaurante fica na parte da frente da pousada. Pé na areia, tem mesas dentro da construção com vista para o mar, bem como na areia debaixo de guarda-sóis. É aberto também a não hóspedes. O cardápio inclui porções, refeições individuais e pratos para dois. Pedimos peixe com banana que estava bom e bem servido. Achei o preço compatível com a qualidade do que é servido, considero a relação custo/benefício razoável, baseando-se a média de preços da região. Bom atendimento. Abriu a partir da quinta-feira, mas nesse dia não tinham todos os pratos do cardápio por falta de ingredientes, mas na sexta já operavam normalmente (estivemos lá em julho que é considerado baixa temporada na região). Não cobra 10%

• Rest. da Pousada Tony Montana, Praia Grande. O ambiente é simples, mas é agradável. No lado direito da praia, o restaurante fica na parte da frente do térreo da pousada. Pé na areia, tem mesas na varanda da construção bem como na areia debaixo de árvores e/ou guarda-sóis. É aberto também a não hóspedes. Tem pouca variedade no cardápio, como porções, alguns tipos simples de pizzas e lanches. Tem refeição (tipo PF) de carne e frango. Fomos de refeição com bife acebolado. Estava bem servido, mas achei o valor um pouco elevado, considerando a simplicidade do prato e comparando com outros restaurantes da região. Um dos pontos positivos, é que estava aberto todos os dias (estivemos lá em julho que é considerado baixa temporada na região por causa das temperaturas mais frias nessa época)

• Rest. da Pousada Convés, Praia Grande. Ambiente bem agradável, fica na extremidade esquerda da Praia Grande, em um deque sobre o mar. Considerando-se o clima rústico da região, o ambiente do restaurante é diferenciado, pode-se dizer até que seja sofisticado (dado o contexto) e aceita cartão, mas o sinal é fraco, por isso não é sempre que funciona. Atendimento ótimo. Pedimos moqueca de camarão e suco de kiwi. Comida maravilhosa, bem saborosa, bem servida. Os preços são mais altos dos que os praticados nos outros restaurantes, mas acho que a relação custo/benefício é a mesma, pois eles cobram mais, mas oferecem mais também. O cardápio é bastante variado e estão abertos diariamente, mesmo nessa época de baixa temporada, quando o movimento está bastante reduzido, por isso acho que eles têm o seu mérito. Tivemos um pequeno incidente, mas foi resolvido sem problemas, por isso não tenho nenhuma reclamação do local

• Rest. Arambare, Praia Vermelha, 99831-0100, [email protected] (o primeiro do lado direito, parece que é de um sul-africano). O ambiente é bem simples, mas de frente para a praia. Arrumaram a mesa com cuidado, toalha, jogo americano, prato de cerâmica colorido e bonito, azeite, aceto balsâmico, sal marinho de moer (da África do Sul), pimenta em conserva. Comida gostosa e bem servida. Pedimos uma refeição com peixe frito. O prato era simples, mas veio bem saboroso, a salada bem caprichada. Achei o preço compatível com a qualidade do que é servido, considero a relação custo/benefício razoável, baseando-se a média de preços da região. Estava aberto na terça-feira (estivemos lá em julho que é considerado baixa temporada na região). Nessa praia, acho que era o único aberto no dia em que passamos por lá

 Outras opções:

• Parece que outras pousadas de Araçatiba também têm restaurantes, mas que só abrem em épocas de maior movimento

• Tem um restaurante na Lagoa Verde

• Recanto dos Maias, Praia da Tapera na Enseada do Sítio Forte. Parece que é o único quiosque da praia. À la carte, serve porções e pratos, mas paramos lá apenas para comprar água. Os preços são meio caros, mas é o preço "normal", equivalente a quiosques de outras praias da região

• Camping e Rest. do Luis, Praia do Aventureiro. Disseram que é um bom local para almoçar, mas o restaurante estava fechado para reforma (em jul/2015)

 Ilha Grande - Bananal e região:

• Como na Enseada do Bananal praticamente todas as pousadas trabalham no esquema de pensão completa, não há restaurantes nessa região. O único que eu lembro de ter visto foi na Praia de Maguariqueçaba

• Ao longo da T4, a Praia de Japariz tem vários restaurantes, pois é ponto de parada para almoço de vários roteiros de passeio de barco que saem tanto de Ilha Grande quanto do continente. Como não almocei por lá, não posso avaliar a qualidade e o preço dos pratos, mas achei o preço da água uma exploração, pois estava mais caro do que na Praia do Aventureiro que é muito mais isolada, remota e de difícil acesso. Na Praia de Japariz, com tanto movimento poderia ter um valor mais honesto

Dicas e comentários sobre alimentação:

Ilha Grande:

• Um colega disse que a comida dos pontos de parada dos passeios de escuna, é muito cara e/ou ruim

• O costume no Rio de Janeiro é comer feijão preto

Ilha Grande - Vila do Abraão:

• A dica é levar lanche para a trilha/praia e almoçar/jantar quando retornar à vila, pois há muita opção. Vi 2 padarias na R. da Praia e mais outra ao lado do Igreja, essa é maior, onde se pode comprar lanche. É bom levar água e lanche para as trilhas, pois alguns trechos são longos e não há quiosques/barracas no meio do caminho. Porém quase toda praia tem quiosques ou pelo menos pessoas com isopor vendendo bebidas, lanches e salgadinhos

• Normalmente os restaurantes abrem às 15h, mas me disseram que o Biergarten abre às 12h e tem alguma opção de comida vegetariana

• Nos dias que eu fui ao mercadinho, as frutas e as verduras não estavam boas e estavam bem caras

Ilha Grande - Araçatiba e região:

• Achei os preços de alimentação bem elevados nessa área

• Araçatiba tem poucos restaurantes (contando os das pousadas) e, na baixa temporada, alguns só abrem aos finais de semana ou fecham completamente, como presenciei em julho. Então não tem muita opção, mas vamos procurando e perguntando por ali e acolá e achamos algumas alternativas

• Praia Vermelha tem umas três opções, mas só um dos restaurantes estava aberto na terça-feira (estivemos lá em julho que é considerado baixa temporada na região)

• Outras praias da região são desertas ou tem apenas um quiosque. É bom ir prevenido com lanche e água. Só algumas trilhas têm fontes, mesmo assim estavam com pouco volume d'água nessa época de seca

• Na Praia Grande, localizamos três mercadinhos: Maravilha's (de frente para a praia, na porção central); Mercadinho da Pousada do Gabriel (no lado esquerdo da praia); Bar e Mercadinho Bela Vista (no meio da escada de cimento, pouco acima da Pousada do Gabriel). Obviamente os preços são mais altos e as opções menores do que no continente, mas são úteis caso tenha esquecido de colocar algum item na mala e também para comprar bebidas e lanches

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

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Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

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Onde comer em Angra dos Reis (continente):

• Casarão, Praça General Osório, 8, Centro, 3377-4088. Bufê por kg. É um casarão antigo reformado que exibe paredes largas de pedra. O ambiente é agradável e tem funcionários atenciosos. Opera no sistema de bufê (inclui churrasco) por kg. Não tem muita variedade, mas oferece opções suficientes de saladas e pratos quentes e a comida é boa e saborosa. Não experimentei o churrasco. É uma boa opção para almoçar no centro; perto do cais, atende bem a quem vai embarcar para Ilha Grande

# Rest. Fogão de Minas, Centro. Self-service por Kg, bom, local agradável, com bastante variedade de pratos

# Shopping Piratas, praça de alimentação com várias opções

Outras opções:

• Rest. Barítimos, R. Arcebispo Santos, 142, Centro, 3365-4385

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Receptivos Turísticos:

Ilha Grande:

* Agência Phoenix, Vila do Abraão

Angra dos Reis (continente):

* Agência Doce Angra, Centro, passeios de escuna

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      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
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      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
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    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Pra chegar em Ilha grande
      Fomos de Jundiaí pra SP (Rodoviaria do Tiete) 16,00
       Depois de SP para Angra 112,00 (sem taxa de conveniência pq comprei na rodoviária)
      Da rodoviária pegamos uber (7,00) pro cais. (da pra ir andando, uns 20 min)
      No cais compramos a travessia de barco rápido (90,00 ida e volta ou 50 cada trecho se comprar separado). Tem a opção de balsa que é 17 reais por trecho mas os horários são mais limitados (Angra-Ilha as 15h e Ilha angra as 10:30 se não me engano). O barco rápido faz o trajeto em 30 min mais ou menos, a balsa faz em mais ou menos 1h. Na volta acho que não compensa (se bater os horários) pegar o barco rápido, pqe ele fez uma parada em outra praia pra depois ir pra Angra, então deu o msm tempo da balsa. Se comprar o Barco rápido antecipado vc precisa deixar agendado o trecho de volta mas da pra re-agendar facilmente com o número do bilhete ligando no numero descrito tb no bilhete.
       
      Hospedagem
      Ficamos no Hostel Beach House, café da manhã ok, tinha café, leite, um suco que acho que é natural (diluído), pão, presunto e queijo (teve um dia que não teve), melancia e bolo.
      Os quartos são limpos, tem onde trancar a mala, fiquei num quarto pra 9 com um banheiro dentro do quarto (no final ficamos só em 3 pessoas no quarto pqe era baixa temporada na ilha). Custo é de 30,00 reais em dias da semana e 35,00 em fds. Hostel fica bem localizado, perto de mercado, farmácia, restaurantes (se bem que a vila é pequena nada é mt longe). Embaixo do hostel tem uma agencia de turismo
      http://bit.ly/Hostel_Beach_House

       
      Passeios
      Dia 1 - Lopes Mendes
      Fomos andando e voltamos de barco (20,00 barco rápido 15,00 barco mais lento)
      Tem a opção de ir e voltar de barco ou ir e voltar de trilha.
      A trilha é cansativa pqe sobe mt, e é relativamente longa (umas 2h30). A trilha é de mata fechada e tem 1 mirante basicamente (logo depois que terminar de subir tem uma parte de barro a direita, é ali que tem que subir). A trilha é longa então é bom ir de tênis.
       
      Dia 2 - Abraãozinho (lado norte da ilha)
      Fomos andando até a praia do abraãzinho (passa por varias praias até la, que são mais bonitas que a abraãozinho inclusive). Essa caminhada é de boa, vai beirando as praias.
       
      Dia 3 -  Passeio Praias paradisíacas 80,00
      Melhor Passeio na minha opinião, é um passeio que passa em várias ilhas de Angra (botinas cataguases, praia do dentista, lagoa azul (acho que é isso e tem mais uma que não lembro). Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, agua e macarrão (boia). as praias e ilhas são mto bonitas msm. o passeio foi feito de lancha com capacidade para umas 12 pessoas. (o passeio foi mt animado pqe tinha um carioca engraçadíssimo e uma galera animada na frente. Na frente o barco bate mais se o mar estiver agitado e o visual é melhor. Atrás molha mais caso o mar esteja agitado. Faz frio na volta desse passeio)
       
      Dia 4 - Cachoeira da feiticeira e tentativa de praia da feiticeira (lado sul da ilha)
      A trilha passa pela praia preta, antigo hospital (hospital p pessoas com lepra se não me engano, parece um presídio, mas não confunda com o antigo presídio que existia em 2 rios)
      a trilha não é tãão fácil mas é mais tranquilo que a trilha pra lopes mendes. No meio do caminho tem um lugar que a sinalização é estranha, acabamos pegando o caminho errado e não saímos na praia da feiticeira, saímos em uma praia do lado. Voltamos de barco (20,00) 
       
      Dia 5 - Passeio meia volta 100,00
      Passeio para em algumas praias mas os principais são Lagoa verde e lagoa azul, tem também a praia do amor (que fica de frente p onde gravaram alguma coisa do filme crepúsculo) gostei bastante do passeio mas preferi o “praias paradisíacas”. Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, água e macarrão (bóia) assim como o “praias paradisíacas”
       
      DICAS: 
      Leve tenis, muita coisa é feita de trilha e tênis vai tornar muito mais confortável as caminhadas
      Para os passeios de barco, de preferencia para os dias de sol, deixa o passeio/praias mt mais bonitos e a prática de snorkel ainda melhor.
      Lagoa azul e lagoa verde tem muita vida marinha, não deixe de praticar snorkel.
      Se sentir mt frio, leve blusa p os passeios de barco qnd estiver nublado (na volta pega mt vento)
      Existem diversos passeios, alguns feitos de escuna, que são mais baratos mas perde-se mt tempo navegando e passa em menos lugares. 
      O Hostel “Aquário” (http://bit.ly/2ueaRPF) da uma festa td noite, é de graça e só paga o que consumir.
      Alimentação vc acha de td, comi pf por 23 reais e moqueca (no restaurante lua e mar) que ficou 90,00 por pessoa (a comida é deliciosa e o ambiente bem massa, pegamos um prato que teoricamente é pra 2 e comemos em 3. Estávamos famintos e deu de boa)
      Comer no “Coruja” é um lugar que vende uma empanada SENSACIONAL, 8,00 e tem opções vegetarianas. lá tb tem promoção de 3 caipirinhas por 25 reais (varios restaurantes do lado tb tem)
      La tem mto estrangeiro, fui em setembro e tinha mt frances e argentino.
      Me disseram que em alta temporada os preços sobem MUITO, tanto passeios qnt restaurantes, hostel TUDO.
      O clima da ilha é meio Roots, não tem carro, é mt bom pra relaxar e fazer amizade. Achei a galera mt gente boa no geral.
       
      Contatos 
      Hostel beach house: http://bit.ly/Hostel_Beach_House
      Nativos turismo (onde fechei os passeios, fica logo em baixo do beach house)                                      24 99997 6382
       
      Quem quiser ver fotos ou tirar duvidas, me chama no instagram @caioviniciusaleixo (lá eu fico mais atento as mensagens)
       
    • Por Guia Claudia Lucia
      Beleza pessoal? Passando só para deixar contatos. Somos um grupo de trilhas no RJ, sempre haverá companhia para trilhar. Quando passar pelo RJ da uma olhadinha na nossa agenda, trilhas de segunda a segunda por R$25.
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