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nnaomi

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis

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Sobre a questão das barracas, se for uma opção, sempre tem algum amigo que empresta,

pessoalmente não gosto muito de barracas, mas na Ilha Grande tive de ser adepto a idéia, estava pagando 10 reais a diária do camping, lembro que na época até o hostel estava na média de quase 100 reais.

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Bem, eu não sou moderadora, mas acho q não tem problema por preço. É útil.

 

Não sei se os preços subiram msm ou se a diferença é por ser verão. Talvez um pouco dos 2. A média de preços q eu obtive em julho do ano passado foi metade disso. Achei umas 5 pousadas por menos d 100,00 o quarto p/ 2.

 

Consultando um tarifário, eu vi q o preço de janeiro é disparado o mais alto, em fev cai um pouquinho, mar/abr cai mais um tiquinho, mai-set dá uma despencada boa (com exceção da segunda quinzena de julho), depois começa a subir d novo.

 

****************************************
Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

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Bem, eu não sou moderadora, mas acho q não tem problema por preço. É útil.

 

Não sei se os preços subiram msm ou se a diferença é por ser verão. Talvez um pouco dos 2. A média de preços q eu obtive em julho do ano passado foi metade disso. Achei umas 5 pousadas por menos d 100,00 o quarto p/ 2.

 

Consultando um tarifário, eu vi q o preço de janeiro é disparado o mais alto, em fev cai um pouquinho, mar/abr cai mais um tiquinho, mai-set dá uma despencada boa (com exceção da segunda quinzena de julho), depois começa a subir d novo.

 

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Ah, lembrando que em junho o preço sobre um pouquinho quando tem Festival da Música da Ilha Grande

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a primeira vez eu fiquei no abraao e fiz bate e volta p/ as trilhas.

 

na segunda vez eu fiquei em araçatiba, onde fiz bate e volta p/ as trilhas q partem d lá.

depois fui p/ o bananal, onde fiquei mais uns dias e, no msm esquema, fiz outras trilhas no bate e volta.

 

dessa forma eu acabei fazendo 13 trilhas das 16 oficiais, carregando apenas uma mochila com água e lanche p/ o "almoço".

 

como eu fiz bate e volta sempre, eu acabei fazendo toda trilha dobrada, ou seja, ida e volta.

 

nunca pensei em fazer a volta da ilha, pois nao queria acampar, mas acabei lendo alguns relatos d gente q ficou em pousadas. To até pensando em repetir a aventura, aproveitando p/ conhecer alguns pontos q passaram batido e p/ fazer as 3 trilhas q eu ainda nao conheço.

 

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Nanci Naomi
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Ótimo relato, parabéns.

 

Certamente me animou ainda mais a fazer a volta completa na Ilha agora em Abril, do dia 09/04 ao dia 18 ou 19/04.

Já estou com o roteiro definido e a princípio vou sozinho, se alguém animar a me fazer companhia .. boraaaaa ?

 

nnaomi, onde conseguiu o guia Paes para subir no Pico do Papagaio ?

pagou caro ?

 

Valeu ::otemo::

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oi Bruno,

 

to quse terminando o 2.o relato q é de julho/2015...

 

as trilhas q eu fiz eram bem marcadas. Algumas tem bifurcações, mas eu acabei me virando e achando o caminho certo.

 

se nao me engano eu perguntei de guia p/ o pessoal da lan house ou de uma agencia, nao me lembro e nao tenho essa informação anotada.

será q vc consegue achar o guia no face?

isso foi em 2008. Ele cobrou 100,00 q eu dividi com um cara d BH q tb subiu o pico, ou seja, paguei 50,00.

o pessoal fala q dá p/ ir sem guia, mas na época, eu nao estava acostumada a fazer trilha e tb estava sozinha, nao quis arriscar.

essa trilha não é tao marcada e sinalizada como as demais. Mas nao sei como está agora.

 

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oi Marcus

 

1. Depende do horário que chegar, mas sugiro um pernoite na Vila do Abrão.

2. Trilhas T1 e T2. No meio do caminho, só lembro de ter um visto um bar/quiosque na Praia da Camiranga. Pernoite no Saco do Céu. Tem a pou$ada Coqueiro Verde, mas há outras opções mais simples. Não vou saber te dizer o nome, mas vi algumas pousadas e restaurantes por lá

3. Trilhas T3 e T4. No meio do caminho, só lembro de ter visto restaurantes (acho q tem pousada tb) na Praia de Japariz, mas achei muito caro. É ponto de parada de passeios. Pernoite no Bananal. Até daria para andar mais nesse dia, mas tem várias praias nesse percurso e vc quer parar em todas (então a caminhada será mais devagar) e as próximas praias depois do Bananal parecem ter menos infraestrutura. Se não chegar muito tarde ao Bananal, aproveite p/ subir ao mirante – é show! Tem várias pousadas, mas o problema é que todas operam no sistema de pensão completa. Ou vc negocia pagar apenas um pernoite ou então vc aproveita um dia de leseira, mordomia e boa comida (é muito boa msm). Vc poderia tb tentar um quarto e refeição na casa de algum morador.

4. Trilhas T5 e T6. No meio do caminho, só lembro de ter visto restaurante na Praia de Maguariqueçaba, talvez tenha algum na Praia de Passaterra. Na Praia de Sítio Forte tinha um barzinho precário. Na Praia da Tapera tem o quiosque Recanto dos Maias. Na Praia de Ubatubinha, acho q tinha um quiosque no canto esquerdo da praia, mas não tenho certeza. Na Praia da Longa, Dona Nélia serve refeições, mas é necessário avisar com antecedência. A Lagoa Verde tem um restaurante. Pernoite na Praia Grande de Araçatiba. Tem várias pousadas e restaurantes por lá.

5. Aqui eu não sei o que o pessoal da volta da ilha faz, pois existem trilhas alternativas. Eu só conheço as trilhas “oficiais” (as q estão no mapa da TurisANGRA). Vejo a primeira alternativa: Trilha T7 (p/ conhecer a Gruta do acaiá) com retorno à Praia Grande de Araçatiba e mais um pernoite lá ou retorno à Praia Vermelha e um pernoite nessa praia para variar. Dia seguinte Trilhas T8 e T9 com pernoite na Praia de Aventureiro.

6. A segunda alternativa: Trilha T7 e T8 com pernoite em Provetá (aqui tem poucas opções d hospedagem). Dia seguinte Trilha T9 com pernoite na Praia de Aventureiro. Aventureiro tem vários campings, acho q o pessoal tb aluga quartos. Tem restaurantes tb.

7. Teorica/te aqui vc precisa pegar um barco p/ Parnaioca, pois é proibido entrar nas próximas praias. Porém vc encontrará relatos na internet de quem passou por elas.

8. Aqui eu vou te dever informações. Não fiz a T16, T15 e T12.

9. As demais trilhas: T10, T11, T13 e T14 eu fiz no esquema bate e volta a partir da vila do Abraão, como está no meu relato.

10. Então é melhor vc procurar outras referencias de quem a volta da ilha

 

essa distribuição tá bem light. Acho q dá p/ andar mais todo dia, mas depende do teu ritmo, das paradas, d curtir o caminho...

 

Existe uma trilha que corta caminho entre o Saco do Céu e Bananal, mas vc não vai fazer esse atalho, pois ela corta o caminho e não passa pelas praias.

 

Agora existe um atalho entre a Praia da Longa e a Lagoa Verde que é interessante. [A trilha oficial T6 vai pelo morro, não tem nada de particular interesse no meio caminho e é um belo morro a cruzar. Segue perpendicular a praia, entrando na lateral da igreja.] O atalho é mais curto e quase plano. No final da Praia da Longa, lado esquerdo, continue a trilha beirando o mar e siga em frente que vai sair na Lagoa Verde. Da Lagoa Verde, vc sobe e retorna para a trilha oficial já bem perto da Praia Grande Araçatiba.

 

Parece que tem outras trilhas:

• entre a Praia Vermelha e Provetá

• entre a Gruta do Acaiá e Provetá

• entre Provetá e Meros

teria q perguntar p/ os locais se as trilhas estão abertas e demarcadas. Essas trilhas seriam interessantes na volta da ilha, mas não lembro de nenhum relato aqui no fórum d alguém q passou por elas. Estas não são trilhas “oficiais”.

 

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Nanci Naomi
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Olá Naomi,

 

Opá relato de 2015, informações atualizadas, aguardo ansioso haha !

Será que sai ainda este mês ? kkkk

Então, tenho pouca experiência em trilhas na mata, apenas trilhas curtas, por isso o receio de fazer a do Pico sozinho, assim como a trilha do Caxadaço- Sto. Antonio, acho que vou pular esse trecho e conhecer de barco se der tempo ... tomara que consiga acampar no Caxadaço e aproveitar algumas horas do dia seguinte, pretendo voltar p trilha de Dois rios e retornar p/ abraão de lá.

Tenho o livro caminhos e trilhas da ilha grande e certamente iriam me ajudar nessas trilhas, mas deixo para tomar essa decisão na hora.

Em Abraão, após terminar a volta talvez procuro por algum guia.

 

Você percebeu alguma modificação considerável nas trilhas desde que 2008? ainda estão bem sinalizadas ? sabe como esta o acesso as praias do Sul e Leste, já que na teoria é proibido o acesso ?

 

Desde já, muito obrigado .

 

::otemo::

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Pô Naomi, brigadão pela gentileza.

 

Eu já tinha alinhavado um roteiro e agora estou fazendo uns ajustes, e suas informações estão sendo muito importantes.

Eu tenho dúvida neste dia aqui: Saio de Parnaióca, vou até Dois Rios (visita ao antigo presídio), sigo para o Caxadaço onde fico um tempinho para fotos e descanso, e logo em seguida volto para Dois Rios onde almoço e pego a trilha para Abraão, passando na Piscina dos Soldados.

 

Acho que vai ficar muito puxado então pretendo refazer esta parte. O que vc acha?

Eu tenho um ritmo razoável de caminhada.

 

Obrigado mais uma vez.

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Bruno-Marques disse:

Opá relato de 2015, informações atualizadas, aguardo ansioso haha !

Será que sai ainda este mês ? kkkk

Então, tenho pouca experiência em trilhas na mata, apenas trilhas curtas, por isso o receio de fazer a do Pico sozinho, assim como a trilha do Caxadaço- Sto. Antonio, acho que vou pular esse trecho e conhecer de barco se der tempo ... tomara que consiga acampar no Caxadaço e aproveitar algumas horas do dia seguinte, pretendo voltar p trilha de Dois rios e retornar p/ abraão de lá.

Tenho o livro caminhos e trilhas da ilha grande e certamente iriam me ajudar nessas trilhas, mas deixo para tomar essa decisão na hora.

Em Abraão, após terminar a volta talvez procuro por algum guia.

Você percebeu alguma modificação considerável nas trilhas desde que 2008? ainda estão bem sinalizadas ? sabe como esta o acesso as praias do Sul e Leste, já que na teoria é proibido o acesso ?

Desde já, muito obrigado .

::otemo::

 

to tentando postar o mais rápido possível, mas é q eu escrevo mto

 

eu já tinha mta coisa anotada e tenho q organizar as anotações...

eu levo papel e caneta e vou escrevendo durante a viagem. Senao eu nao lembro os detalhes depois

 

em 2008, eu imprimi mapas das trilhas e fiz um resumo d cada uma com as infos q eu achei na net e fiz o que eu chamo d meu guia d 2008.

em 2015, eu nao atualizei, simplesmente peguei o meu guia d 2008 e fui.

 

fica dificil comparar a situação de 2008 com 2015, pois eu percorri trilhas diferentes.

porém de forma geral, vejo q as trilhas sofrem manutenção. Há funcionários encarregados de podar/aparar o mato da trilha e a própria passagem dos moradores deixam a trilha batida e demarcada. Algumas trechos são mais estreitos, mas tem trechos bem largos e limpos.

 

quanto a sinalização, ela é antiga e parece q não sofre manutenção.

Inicialmente quando foi implantado, suponho q existia um mapa em cada inicio/fim de trilha. Esse mapa é bem legal, protegido por um telhadinho, parece uma casinha. No meio da trilha, tem as placas mais simples, um poste tem uma placa retangular q normalmente indica onde vai à direita, à esquerda e onde vc está. Em varios locais, so sobrou o poste da placa. Por isso, como eu disse p/ o Marcus, um mapa ou detalhe da trilha seria interessante p/ vc nao passar direto por algumas praias, cujo acesso é feito por bifurcação q parte da trilha principal. E tb p/ vc nao entrar em toda bifurcação achando q vai dar um atrativo turistico...

Entretnato, se vc quer seguir sempre pela trilha principal, na maioria das vezes é tranquilo.

Só alguns trechos da trilha é q tem bifurcações, geralmente p/ as casas do pessoal.

 

eu só fui até aventureiro e voltei p/ Araçatiba. Nem tive tempo d passear mto em aventureiro. As 2 trilhas q eu peguei nesse dia nao sao longas, mas sao bem ingremes, entao voltei logo.

Essas trilhas entre aventureiro e o farol sao desconhecidas p/ mim. Só conheco na teoria...

 

Eu gosto mto desse mapa

http://www.caicarailhagrande.com.br/mapa_abraao.gif

eu peguei no site oficial de turismo de Angra dos Reis, mas acho q o site está em reformulação e não achei lá, achei esse site acima q tb disponibliza o msm mapa.

 

se vc passar no CIT, lá no cais d angra, eles vao te dar uma versao nova desse mapa. É basicamente o msm mapa.

O CIT do cais Santa Luzia estava em reforma (em 15/07/2015), mas no Cais dos Pescadores (perto do posto), montaram uma tenda para atendimento aos turistas.

 

esse outro site: http://www.ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande

tem mapa das trilhas q parece mto com o mapa "oficial" o q fica no começo/fim de cada trilha.

é interessante

 

Boa viagem!

 

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Nanci Naomi
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      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
      Não queríamos contratar um guia,  opção nossa, e não tínhamos um GPS,  opção do nosso bolso.
      O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos.
      Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico,  primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta.
      Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela...
      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

       
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    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Pra chegar em Ilha grande
      Fomos de Jundiaí pra SP (Rodoviaria do Tiete) 16,00
       Depois de SP para Angra 112,00 (sem taxa de conveniência pq comprei na rodoviária)
      Da rodoviária pegamos uber (7,00) pro cais. (da pra ir andando, uns 20 min)
      No cais compramos a travessia de barco rápido (90,00 ida e volta ou 50 cada trecho se comprar separado). Tem a opção de balsa que é 17 reais por trecho mas os horários são mais limitados (Angra-Ilha as 15h e Ilha angra as 10:30 se não me engano). O barco rápido faz o trajeto em 30 min mais ou menos, a balsa faz em mais ou menos 1h. Na volta acho que não compensa (se bater os horários) pegar o barco rápido, pqe ele fez uma parada em outra praia pra depois ir pra Angra, então deu o msm tempo da balsa. Se comprar o Barco rápido antecipado vc precisa deixar agendado o trecho de volta mas da pra re-agendar facilmente com o número do bilhete ligando no numero descrito tb no bilhete.
       
      Hospedagem
      Ficamos no Hostel Beach House, café da manhã ok, tinha café, leite, um suco que acho que é natural (diluído), pão, presunto e queijo (teve um dia que não teve), melancia e bolo.
      Os quartos são limpos, tem onde trancar a mala, fiquei num quarto pra 9 com um banheiro dentro do quarto (no final ficamos só em 3 pessoas no quarto pqe era baixa temporada na ilha). Custo é de 30,00 reais em dias da semana e 35,00 em fds. Hostel fica bem localizado, perto de mercado, farmácia, restaurantes (se bem que a vila é pequena nada é mt longe). Embaixo do hostel tem uma agencia de turismo
      http://bit.ly/Hostel_Beach_House

       
      Passeios
      Dia 1 - Lopes Mendes
      Fomos andando e voltamos de barco (20,00 barco rápido 15,00 barco mais lento)
      Tem a opção de ir e voltar de barco ou ir e voltar de trilha.
      A trilha é cansativa pqe sobe mt, e é relativamente longa (umas 2h30). A trilha é de mata fechada e tem 1 mirante basicamente (logo depois que terminar de subir tem uma parte de barro a direita, é ali que tem que subir). A trilha é longa então é bom ir de tênis.
       
      Dia 2 - Abraãozinho (lado norte da ilha)
      Fomos andando até a praia do abraãzinho (passa por varias praias até la, que são mais bonitas que a abraãozinho inclusive). Essa caminhada é de boa, vai beirando as praias.
       
      Dia 3 -  Passeio Praias paradisíacas 80,00
      Melhor Passeio na minha opinião, é um passeio que passa em várias ilhas de Angra (botinas cataguases, praia do dentista, lagoa azul (acho que é isso e tem mais uma que não lembro). Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, agua e macarrão (boia). as praias e ilhas são mto bonitas msm. o passeio foi feito de lancha com capacidade para umas 12 pessoas. (o passeio foi mt animado pqe tinha um carioca engraçadíssimo e uma galera animada na frente. Na frente o barco bate mais se o mar estiver agitado e o visual é melhor. Atrás molha mais caso o mar esteja agitado. Faz frio na volta desse passeio)
       
      Dia 4 - Cachoeira da feiticeira e tentativa de praia da feiticeira (lado sul da ilha)
      A trilha passa pela praia preta, antigo hospital (hospital p pessoas com lepra se não me engano, parece um presídio, mas não confunda com o antigo presídio que existia em 2 rios)
      a trilha não é tãão fácil mas é mais tranquilo que a trilha pra lopes mendes. No meio do caminho tem um lugar que a sinalização é estranha, acabamos pegando o caminho errado e não saímos na praia da feiticeira, saímos em uma praia do lado. Voltamos de barco (20,00) 
       
      Dia 5 - Passeio meia volta 100,00
      Passeio para em algumas praias mas os principais são Lagoa verde e lagoa azul, tem também a praia do amor (que fica de frente p onde gravaram alguma coisa do filme crepúsculo) gostei bastante do passeio mas preferi o “praias paradisíacas”. Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, água e macarrão (bóia) assim como o “praias paradisíacas”
       
      DICAS: 
      Leve tenis, muita coisa é feita de trilha e tênis vai tornar muito mais confortável as caminhadas
      Para os passeios de barco, de preferencia para os dias de sol, deixa o passeio/praias mt mais bonitos e a prática de snorkel ainda melhor.
      Lagoa azul e lagoa verde tem muita vida marinha, não deixe de praticar snorkel.
      Se sentir mt frio, leve blusa p os passeios de barco qnd estiver nublado (na volta pega mt vento)
      Existem diversos passeios, alguns feitos de escuna, que são mais baratos mas perde-se mt tempo navegando e passa em menos lugares. 
      O Hostel “Aquário” (http://bit.ly/2ueaRPF) da uma festa td noite, é de graça e só paga o que consumir.
      Alimentação vc acha de td, comi pf por 23 reais e moqueca (no restaurante lua e mar) que ficou 90,00 por pessoa (a comida é deliciosa e o ambiente bem massa, pegamos um prato que teoricamente é pra 2 e comemos em 3. Estávamos famintos e deu de boa)
      Comer no “Coruja” é um lugar que vende uma empanada SENSACIONAL, 8,00 e tem opções vegetarianas. lá tb tem promoção de 3 caipirinhas por 25 reais (varios restaurantes do lado tb tem)
      La tem mto estrangeiro, fui em setembro e tinha mt frances e argentino.
      Me disseram que em alta temporada os preços sobem MUITO, tanto passeios qnt restaurantes, hostel TUDO.
      O clima da ilha é meio Roots, não tem carro, é mt bom pra relaxar e fazer amizade. Achei a galera mt gente boa no geral.
       
      Contatos 
      Hostel beach house: http://bit.ly/Hostel_Beach_House
      Nativos turismo (onde fechei os passeios, fica logo em baixo do beach house)                                      24 99997 6382
       
      Quem quiser ver fotos ou tirar duvidas, me chama no instagram @caioviniciusaleixo (lá eu fico mais atento as mensagens)
       
    • Por Guia Claudia Lucia
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