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Rapaaazzz fico feliz demais de ver q meu relato ajudou um pouquinho na tua viagem e feliz tb de ver q vc aproveitou bastante esses dias na Patagônia. Sem duvida uma viagem inesquecivel e teu relato ficou bom d+ ::otemo::

Laguna de los Tres e Piegle Tumbado sao os tops de Chalten mesmo

Vc gostou daquele vinho Termidor de caixinha? :o achei aquilo a treva :lol:

Boas trilhas e trips aeee

  • Gratidão! 1

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13 horas atrás, Rezzende disse:

Rapaaazzz fico feliz demais de ver q meu relato ajudou um pouquinho na tua viagem e feliz tb de ver q vc aproveitou bastante esses dias na Patagônia. Sem duvida uma viagem inesquecivel e teu relato ficou bom d+ ::otemo::

Laguna de los Tres e Piegle Tumbado sao os tops de Chalten mesmo

Vc gostou daquele vinho Termidor de caixinha? :o achei aquilo a treva :lol:

Boas trilhas e trips aeee

Boaa Rezzende! Eu que agradeço por ter feito um relato show de bola! Partiu mais trips!

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5 horas atrás, VICTOR SANCHES disse:

Top d+, to querendo fazer um roteiro rm setembro, sera q é um bom mes, vai ser minha primeira viagem 

Fala Victor! Cara, não sei se as trilhas estão em boas condições pra fazer em setembro, uma vez que provavelmente vai estar com neve! Mas posso estar falando merda haha. No verão foi suavíssimo! Tenta ler uns relatos de setembro! Abção!

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Oi Victor, parabéns pelo relato! Estou pretendendo fazer esse roteiro ainda em 2018 e com certeza ajudará muito.

Dois questionamentos: 1. Com quanto tempo de antecedência você comprou as passagens e reservou a hospedagem?

2. Você chegou a cogitar colocar Ushuaia no seu roteiro? Estou pensando em fazer o mesmo circuito, porém na dúvida se vale a pena colocar Ushuaia, já que o passeio que mais quero fazer está em El Calafate (passarelas e mini-trekking).

Agradeço desde já :)

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Em 03/01/2018 em 17:08, victoralex disse:

Saravá, mochileiros!

Me sinto na obrigação de fazer um relato completíssimo aqui no fórum da viagem que fiz na Patagônia Argentina sozinho em dezembro de 2017, uma vez que 98% da trip foi inspirada em dois relatos aqui do Mochileiros! Esses daqui: Carol (https://www.mochileiros.com/topic/54824-trilhas-em-el-chalténel-calafate-10-dias-sozinha-na-patagônia-argentina-out2016/) e Rezzende (https://www.mochileiros.com/topic/57467-imensa-patagônia-ushuaia-el-calafate-el-chaltén-e-bsas-em-15-dias-fev17/). Vale muito e leitura além do meu relato!

Antes de tudo, assistam o vídeo compilado da viagem que eu fiz! B|

Gastos

Vamos começar com os gastos, questionamento mais frequente que eu tive. Fiquei 10 dias totais, sendo dois de deslocamento e 1 de descanso (essencial!). Aqui vão:

Passagem Aérea LATAM: R$ 1396,00

Seguro Viagem Assist Card: R$ 139,00

Passeio Minitreking Perito Moreno (já com entrada do Parque): R$ 738,00

Hostels EL Calafate e El Chaltén: R$ 463,00

Comidas, Cartão de Crédito e Extras: R$ 1000,00

Total com passagem aérea: R$ 3736,00

Total sem passagem aérea: R$ 2340,00

Eu ainda gastei uma grana com roupas e afins, mas nem vou contar como gastos dessa viagem porque trato como um investimento pras próximas haha!

 

Câmbio

Fiz o câmbio R$ - US$ no Brasil (300 dólares) e troquei para ARG$ no Aeroparque em Buenos Aires. Péssima ideia! Perdi uns 100 reais nessa bagunça, então o que eu recomendo, caso o real esteja forte, é trocar os R$ em espécie no aeroporto direto pra pesos! Maaas tava tudo na paz!

Hostels

Em El Calafate fiquei 2 dias no Bla! Guesthouse. Ele é bem centralizado, pertinho da avenida principal, com mercado perto, correios, bares e restaurantes. No geral bem confortável, com um café da manhã muito bom e bem limpo. Recomendo! Em El Chaltén, optei por retornar todos dias para o hostel ao invés de acampar, já que não tinha experiência. Foi no Condor de Los Andes, hostel bem confortável também, no entanto com um café da manhã bem mais ou menos, mas pelo menos tava incluso! Recomendo!

Condicionamento Físico

A história dessa minha viagem é bem legal. Um dia estava no trabalho e já estava procurando coisas pela América Latina para viajar no fim do ano. Eis que me aparece um pop-up da Laguna Los Tres, um dos lugares mais incríveis que vi nessa viagem, e cliquei. E foi batata: No dia seguinte, após passar o resto do dia inteiro lendo sobre a Patagônia estava comprando passagem aérea na loucura! A ideia era fazer as trilhas e ver o Minitrekking. Depois que me dei conta: "Será que você consegue fazer as trilhas, Victor?". Eu estava estudando pra um concurso em setembro (tudo isso foi em junho) e estava desde fevereiro paradão (sempre gostei de correr!). Então, depois do concurso, passei outubro e novembro treinando todos os dias resistência, e consegui perder 4kg e ficar com uma resistência bem boa! Fiz uma média de 21,3km diários nos 10 dias de viagem, então é uma trip que requer sim um bom condicionamento. Mas dá! Só não vá sedentário haha.

Roupas

Li nos relatos que me baseei que uma roupa impermeável era essencial, além de um fleeche e um anorak. E realmente foram! A Patagônia é uma loucura, então o tempo muda de pato pra ganso...do tipo tá muito calor um dia e do nada começa a ventar, ainda com sol, mas o que te faz usar um corta-vento. Não usei luvas nem cachecol, e não peguei nenhum dia de chuva! Mas sempre bom se prevenir com um anorak impermeável. Usei bastante também bandana/protetor de pescoço, pra proteger orelha de queimar, cabeça. Sobre sapatos, peguei uma bota impermeável do meu pai, que durou UM DIA. Depois a sola começou a descolar, e tive que comprar aquelas colas de sapateiro. Mas não aguentou a viagem toda! Minha última trilha em Chaltén foi com um tênis emprestado, e fiz 3km da penúltima trilha de meia! Fiquei arrrependido de não ter levado um tênis de corrida, dava total! Comprei ainda um bastão de trekking que AJUDOU MUITO, principalmente nas descidas das trilhas de Chaltén! Só coprem! Não é necessário o par, um já basta, até para deixar uma das mãos livres!

Roteiro

A viagem aconteceu entre 4/dez e 13/dez de 2017. Aqui vai o roteiro:

Dia 1 - 4/dez/2017: Deslocamento: 08h00 Voo SP-Buenos Aires

                                                               15h40 Voo Buenos Aires-El Calafate

Cheguei umas 17h30 em Calafate, e já na semana anterior à viagem, o pessoal do hostel ofereceu um serviço de transfer do aeroporto pra lá poe 150 pesos! Foi ótimo e já tinha uma plaquinha me aguardando (mór daora). Nesse dia, ainda conheci o Steffen no transfer, um alemão que falava português fluentemente, e fomos tomar uma breja e comer uma pizza de boas, já que no próximo dia ia fazer o Minitrekking em Perito Moreno.

Dia 2 - 5/dez/2017: Minitrekking Perito Moreno: 10,6km andados, dia inteiro

Tinha reservado o passeio com a Hielo y Aventura duas semanas antes. Li nos relatos que o passeio lota, e como são grupos pequenos, é melhor reservar sim! A empresa tem o monopólio do turismo no Glaciar, então qualquer passeio que comprar de outras agências estará comprando deles! Melhor fazer diretão então, né? E como um bom monopólio, eles levam o preço láa em cima, devem ter visto nos gastos no início do texto! Mas como sabia que não voltaria pra Calafate tão cedo, achei que valia a pena. E valeu! Andar no gelo é sensacional. O passeio dura o dia inteiro, e você fica umas 2h horas andando na geleira. Mas ainda visita o parque, fica nas passarelas vendo os gelos caírem. E é SÓ no Minitrekking que eles servem o whisky na própria geleira! Fiquei sabendo que no Big Ice eles servem no barco apenas. O passeio é muito bunito e faz um barulhão da porra todo aquele gelo escorregando montanha abaixo!

Eles te buscam e te deixam no hostel, então é show de bola!

No fim do dia, ao voltar pro hostel, conheci três garotas de Brasília gente finíssimas! Fomos tomar uma breja junto com o alemão lá de noite e ainda iria encontrá-las em Chaltén no dia seguinte! Em Calafate, os bares que valem a pena são os de cerveja artesanal, mesmo preço da Quilmes de supermercado!

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Dia 3 - 6/dez/2017 - Ida para Chaltén + Miradores de Las Águilas e de Los Condores: 18,5km andados, 40min ida e 40min volta.

Comprei o busão pra Chaltén de manhã, no próprio hostel, pra sair as 13h da rodoviária de Calafate. Paguei $600 pesos. E fui enganado! Descobri que tinha van por $450 pesos na própria rodoviária. Mas o busão que eu peguei era "de elite", tinha dois andares, lugar pra deitar...foi bem confortável, mas pegaria a van de boas. Tanto que na volta peguei. A empresa van é a Las Lengas! (http://www.transportelaslengas.com/es/).

Antes de ir, passei a manhã na vila, mandei uns cartões postais e o mais importante: fiz compras. Fiquei sabendo que os mercados da vila de Chaltén são caríssimos, então comprei em Calafate 1 pacote de pão de forma, uma lata de atum, cream cheese, frutas e barrinhas de cereal. Basicamente essas foram as minhas refeições nos 6 dias de Chaltén! Melhor rolê!

Chegando em Chaltén, umas 16h30, o busão para no centro de visitantes para explicar as regras da cidade, como a água é potável, cuidado com os animais (inclusive pumas!), etc. Fiz o check-in no hostel e já peguei minha mochila de ataque, bastão de trekking, a GoPro e parti pros Miradores Águilas e Condores, que ficam pertinho da cidade. Como era verão e anoitecia às 23h, tava suave para ir! Achei ótimo ter um panorama do que ia ver nos próximos dias de trilha, já que além da vila dava pra ver um aperitivo do Fitz Roy e do Cerro Torre.

A noite ainda encontrei as meninas de Brasília e ficamos tomando vinho barato no hostel delas!

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Mirador de Los Condores!

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Mirador de Las Águilas!

Dia 4 - 7/dez/2017 - Laguna Los Tres (Fitz Roy): 40,7 km andados, 4h ida e 6h volta (me perdi e fiz um caminho mais longo haha)

E chegou o dia do graande motivo de ter escolhido a Patagônia de viagem! Aquele pop-up da Laguna Los Tres virou realidade! Fiz a ida pela Hosteria El Pilar, em que você pega uma van que sai do seu hostel e te deixa na Hosteria, onde tem o início de trilha. A volta foi na trilha que chega na cidade, só que eu consegui a proeza de ME PERDER e perceber depois de uns 8km andando na trilha alternativa. Calma, detalhes virão haha. O caminho na ida da Hosteria é muito bonito, você passa pelo Glaciar de Piedras Blancas, coisa que não faz quando vai pela vila. Além disso, o caminho é bem plano em comparação com a ida pelo caminho da vila, o que é essencial já que no fim da trilha, para subir até a Laguna Los Tres, é uma subidona do baralho! Cheio de pedras e beem íngrime. Então poupe energia! Aliás, aqui que percebi o quão o bastão de trekking foi ótimo. Parabéns aos envolvidos!

Chegando na Laguna vem o baque: que lugar espetacular! O azul do lago é muito mais azul que o pop-up que eu vi! O tamanho do Fitz Roy é muito maior que a tela do laptop! E o lugar é o paraíso da calma. Claramente me emocionei ao bater o olho pela primeira vez, é inacreditável. Pensar que estava realizando aquele sonho, depois de um ano tão corrido, dando um presente pra mim, viajando sozinho...sem palavras. Fiquei das 13h às 17h30 naquele lugar, não dava vontade de sair! E como um bom brasileiro, apostei com uma garota da Nova Zelândia, a Lucy, que conheci lá em cima da Laguna que ela não nadava comigo naquela água gelada. E nenhuma surpresa: CHALLENGE ACCEPTED, a moça era tão sem noção quanto eu! E láa fomos nós nadar a 0º num dos lugares mais bunitos que já vi! 

Fiquei trocando ideia com um povo do hostel que encontrei lá também, todos viajando sozinho e eles começaram a voltar lá pelas 16h. Quis ficar um pouco mais, e como estava planejando 4h de trilha de volta, tava tranquilo, teoricamente chegaria às 21h, de dia ainda! Mas senta que lá vem história!

Fiz a primeira parte da volta tranquilo, caminho certo. Até que tem uma bifurcação: de um lado, Chaltén pelo caminho da vila, do outro uma trilha que conecta a trilha pra Laguna Torre com a da Laguna Los Tres. E o que o panguão aqui fez? Claramente entrou errado. Só fui perceber que estava completamente perdido 2h depois, no meio do caminho do Cerro Torre. E isso eram 20h30...Ou seja, tinha 2,5h a mais de sol pra fazer um trecho de trilha que demora umas 3h haha. Imagina um maluco correndo, sozinho, descida abaixo no caminho de volta do Cerro Torre, morrendo de medo que um Puma aparecesse de noite haha. Graças aos deuses patagônicos, 22h50 estava chegando em Chaltén, num pôr-do-sol espetacular, de presente pro perrengue. Aí tá a explicação dos mais de 40km andados nesse dia! Salve o verão patagônico!

O legal é que, por conta desse caminho alternas que eu fiz, acabei conhecendo duas lagunas que não estava planejando visitar! A Laguna Madre e Hija! E particularmente as achei muito mais maneiras que a Laguna Capri, que conheceria no dia seguinte!

A noite encontrei o povo que conheci lá no pico e ficamos tomando umas cervejas e dando risada do perrengue haha. Bora descansar que no dia seguinte também tinha trilha!

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Caminho pela Hosteria El Pilar! Esse é o Glaciar Piedras Blancas

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Mergulho a 0º!

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Pensem num lugar da paz!

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Laguna Madre e Hija, que conheci só porque me perdi! Haha

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Pôr-do-sol às 22h50, pós perrengue!

Dia 5 - 8/dez/2017 - Chorrilho del Salto + Laguna Capri: 24,5km andados, o dia inteiro andando.

Depois da aventura dos 40km rodados no dia anterior, optei por algo mais leve: Primeiro fui com o pessoal que conheci na Los Tres pra Chorrilho del Salto, uma cachoeira que fica 1,5h de trilha da vila. Foi bem de boa, a cachoeira é bunita, mas nada espetacular. Mas vale a pena, principalmente algum dia que você quer pegar leve! O pessoal só fez ela no dia, mas eu, o panguão, como errei o caminho no dia anterior, ainda não tinha conhecido a Laguna Capri! Ela normalmente se faz na volta da Los Tres, já que fica no caminho pro Fitz Roy via trilha. E lá fui eu sozinho ver a dita cuja. A subida da trilha pela vila é realmente bem íngrime no início, por isso que o povo faz pela Hosteria. A Capri fica no meio do caminho do Fitz Roy. No geral foi uma trilha tranquila, muita gente voltando do Fitz Roy, poucas indo.

Na volta, lá pelas 19h, estou passando cansadíssimo na avenida que sai da trilha e ouço uma garota começar a gritar no meio da rua "Victooooorrr". Era a Lucy, a neozelandeza que nadou comigo! Ela tinha feito a cachoeira de manhã comigo e tava com o Thomas, um belga, que também conheci no pico da Los Tres tomando uma breja no happy hour de um dos bares. Fui lá com eles, ficamos um pouco e ainda passamos no mercado, compramos um macarrão e comemos no hostel os três. Mais uma vez demos bastante risada do perrengue.

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Chorrillo del Salto!

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Laguna Capri! Nada demais, mas vale o passeio! Só não se perca!

Dia 6 - 9/dez/2017 - Descanso e passeio pela vila: 4,1km andados

Tantos km andados até então, me dei um dia de descanso, já planejado quando estava programando a viagem. Mas como me sentiria um inútil ficar no hostel o dia inteiro, dei um passeio de 1h na vila, atrás de uns souvenirs..mas acabei comprando uma bandana do Fitz Roy e um mapa topográfico da região pra enquadrar! Melhor souvenir! Foi o único haha. De resto, hibernei a partir das 20h.

 

Dia 7 - 10/dez/2017 - Loma del Pliegue Tumbado: 27,5km andados, 4h ida e 4h volta.

Aí tava o segundo lugar que queria mais ver! Saí cedinho no domingo dia 10 pra fazer o Pliegue Tumbado, que é um vale imenso que dá pra ver a Laguna Torre de cima, além de conseguir ver todas as montanhas de Chaltén. É espetacular! E a trilha é bem legal de se fazer. A ida é constantemente íngrime, mas nada de morrer. Apenas inclinada. Mas o mais louco é que você passa por váarios ecossistemas no caminho. Saí no deserto, passa por uns lagos, uma floresta cheio de árvore, um campo de pampas e termina numa área de montanha cheia de pedra. É muito legal mesmo! Gostei mais desse caminho do que o caminho para a Laguna Los Tres! O mais engraçado que o povo não bota muita fé nessa trilha por não ter uma própria laguna, mas pra mim foi pau a pau com a Laguna Los Tres! Por conta disso, o lugar é vazio. Fiquei sentado lá um tempão, almoçando, e tava um solão de invejar!

Depois de 1,5h sozinho lá em cima, quem surge? O Thomas, o belga que conheci no Fitz Roy. Ficamos trocando uma ideia até umas 16h, quando resolvemos voltar. Nesse dia, fomos comer uma carne com um americano, o Ilan e duas amigas americanas dele, a Ellie e Christine! Não é que nos demos tão bem que a Ellie e a Chris foram fazer a Laguna Torre com a gente no dia seguinte!

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Pliegue Tumbado!

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"Pulo" Tumbado!

 

Dia 8 - 11/dez/2017 - Laguna Torre: 23,1 km andados, 4h ida e 4h volta

E chegou o último dia de trilha! Fomos eu, as duas americanas e o belga fazer a Laguna Torre. O dia tava sol, mas tinha uma nuvem bem em frente ao Cerro Torre! Então não dava para ver direito. Mas tudo bem, já que tinha visto o pico com uma clareza especular no dia anterior, do Pliegue Tumbado. Fazer a trilha com eles foi engraçado, as meninas eram divertidíssimas. A Laguna Torre não é tãaao massa quanto a Laguna Los Tres, tem uma cor diferente, mais opaca, mas o lugar é muito legal! Vale o passeio. O engraçado é que já tinha feito metade do caminho no dia que me perdi haha. E pude ver o QUÃO longe eu tava quando percebi que estava perdidão. Só alegria!

E ahh, mais uma vez, virei pra americana, a Ellie e a desafiei para nadar comigo na Laguna Torre! Não deu outra, assim como a Lucy, a americanazinha do Colorado era doida também e láa fomos nós pular na água, cheio de icebergs! Sim, eu zerei as lagunas nadáveis de Chaltén!

A noite fiz um jantar pra todos no hostel e ficamos tomando vinho de caixinha! Melhor rolê!

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Laguna Torre com icebergs e nuvem no Cerro Torre!

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Eu e Ellie no verão patagônico de 0º!

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Magnífica Chaltén!

 

Dia 9 - 12/dez/2017 - Deslocamento para o aeroporto de Calafate + Voo pra BsAs: 2,6km andados

De manhã um café da manhã show com o pessoal antes de pegar a van Las Lengas direto pro aeroporto de El Calafate. O voo saiu às 17h30! Cheguei em BsAs, no Aeroparque umas 20h30. Tinha que trocar de aeroporto, já que o voo pra São Paulo saía de Ezeiza, que é o aeroporto "longeparacaraleo" da cidade. Mas foi batata: 200 pesos (o que dá uns 40 reais) o busão entre os aeroportos, demora uns 50min a viagem. A cia que usei foi a ArBus, empresa que além do translados entre aeroportos, também faz translados dos aeroportos para o centro da cidade, entre outros bairros. Achei ótimo! Sei que o Tienda Leon também faz, mas é mais caro! Viagem bem confortável, e dá pra comprar na hora!

Chegando em Ezeiza, já fui pro embarque e arranjei um cantinho para dormir até o voo sair às 4h da manhã. Dica: vá para os últimos portões, depois do portão 12, que tem umas cadeiras inclinadas e com encosto grande! Perfeito pra dormir!

O dia "10" foi apenas a chegada em SP, nada além disso.

 

Conclusão

Essa viagem, até agora, foi a viagem da minha vida, com absoluta certeza. Foi minha primeira viagem sozinho pra turismo apenas, de contato com a natureza a todo momento, numa paz inexplicável e com um sentimento de dever cumprido após um ano MUITO corrido. Cada momento que passei por lá foi de reflexão e autoconhecimento, de forma que voltei alguém muito mais de boas com a vida. Voltei com um sentimento de querer conhecer mais lugares de natureza (Atacama, Salar, além da própria Patagônia Chilena e o resto da Patagônia Argentina, além dos inúmeros parques nacionais aqui do Brasil). Emagreci 2kg na viagem, me sinto muito mais disposto depois de andar tanto e voltei querendo tornar o trekking um hobby na minha vida. E vai acontecer! Já estou planejando um trekking pro Pico da Bandeira pra 2018.

Espero que eu tenha ajudado a dar um norte pra viagem de vocês e cara, se estão nessa vibe de fazer trilha mas estão com medo de elas não terem guias, não terem condicionamento, medo de viajar sozinho, DESCONSTÓI, TREINE e SÓ VAI! Não se arrependerá!! E responde aqui postando o relato que vou ler com certeza!

Aqueele abraço pros leitores e partiu mais uma viagem! Salve a Argentina e Salve a Patagônia!

 

 

 

 

 

 

Muuuito legal seu relato, eu e meu marido estamos nos baseando nele para ir agora em dia 12 de fevereiro, gostaria algumas dicas de roupas levar, que tipo de jaqueta e calça, precisa daquelas segunda peles? a mochila de ataque que tamanho? esse tipo de coisa... Obrigada ;) 

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4 horas atrás, carolina L. cadaval disse:

Muuuito legal seu relato, eu e meu marido estamos nos baseando nele para ir agora em dia 12 de fevereiro, gostaria algumas dicas de roupas levar, que tipo de jaqueta e calça, precisa daquelas segunda peles? a mochila de ataque que tamanho? esse tipo de coisa... Obrigada ;) 

Oi Carol!

Sobre roupas, eu até levei segunda pele, mas não usei! Nem luvas e cachecol! Dezembro ficava em torno de uns 15-20 graus de dia e de noite uns 10!. Mas ventava, por isso recomendo o corta-vento. Acredito que fevereiro vai estar bem parecido o clima! A calça eu usei aquelas de tactel de trilha da Decathlon que viram bermuda, e foi ótimo! Fiz a maioria sem a parte de baixo! Sobre a mochila de ataque, levei uma mochila normal, de uns 10L. Deu pra usar tudo tbm! Levava dentro comida, um kit de primeiros socorros, fleece e camera+carregador! Mas de resto, uma corta-vento tá de ótimo tamanho, além do fleece.

 

boa viagem!!

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    • Por Dérik Martins
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      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
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    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
      [PARTE 07] - [PARTE 08] - [PARTE 09]
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      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
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