Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Postado
  • Membros
  • Este é um post popular.

Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.

Roteiro - 24 dias

São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.

 

Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:

 

 

No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.

Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.

Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.

Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.

*ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.

 

TACNA

Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 

O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 

As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 

Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.

Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.

Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 

Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.

 

IMG_7927.thumb.jpeg.dd91bb97034d66dcf2ed63633cebdfc2.jpeg

IMG_7807.thumb.jpeg.47afb191723e989def5251bd829f8d31.jpeg

IMG_7809.thumb.jpeg.0d2bd201fa61e38ba80eeab4ccc55876.jpeg

IMG_7831.thumb.jpeg.7efc0a53afa3a475c725c3422472e4ae.jpeg

IMG_7833.thumb.jpeg.2aa26a58a2bbcba0d7e7f7c5703c36f2.jpeg

IMG_7923.thumb.jpeg.b70aeb1930fbeb590ccaa09080d0a826.jpeg

828585129_Capturadetela2020-05-0612_29_38.png.c8f3d362aa89098dcd38512e95e43fd6.png

 

 

- Onde ficamos:

Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 

- Onde comemos:

  • Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/

- Onde fomos:

  • Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru
  • Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru

 

 Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 

https://www.instagram.com/trip_se_/

  • Respostas 29
  • Visualizações 10.6k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Most Popular Posts

  • Daniela Alvares
    Daniela Alvares

    TACNA > AREQUIPA Embarcamos no ônibus da Oltursa das 13:30, na ampla e iluminada rodoviária de Tacna rumo a Arequipa, numa viagem que levaria 6 horas. O conforto do ônibus e a quantidade reduz

  • Daniela Alvares
    Daniela Alvares

    Parte 2 Sitios Arqueológicos de Cusco   Para visitar os sítios arqueológicos, é essencial não fazer de Cusco um local de breve passagem. O contrário do que fizemos. Cusco era das última

  • Daniela Alvares
    Daniela Alvares

    AREQUIPA Arequipa já estava nos planos antes mesmo de Machu Picchu. Um grande amigo que morou no Peru tinha dito que era um lugar imperdível, onde poderíamos entender muito da cultura e da culiná

Posted Images

Featured Replies

Postado
  • Autor
  • Membros

@D FABIANO Puxa, fiquei sensibilizada com sua história, não posso imaginar o que você sentiu ao acordar... A vida é mesmo uma viagem incerta. 

Agora você vive no Algarve? Vem sempre à América? 

 

Postado
  • Autor
  • Membros

@D FABIANO Europa. É que tô com a cabeça em Portugal.

Viver no Brasil tá difícil demais, com esse desgoverno escroto de direita, essa gentalha podre que tá aniquilando o país. Só penso em me mandar daqui tão logo essa pandemia regrida.

Postado
  • Autor
  • Membros
  • Este é um post popular.

Parte 2

Sitios Arqueológicos de Cusco

 

Para visitar os sítios arqueológicos, é essencial não fazer de Cusco um local de breve passagem. O contrário do que fizemos. Cusco era das últimas paradas de uma viagem de mais de vinte dias iniciada em Santiago, no Chile. O número reduzido de dias e o cansaço nos impediram o mergulho tão necessário numa cultura que exige de nós, dedicação, estudo, memória, atenção, energia, paciência. E o sempre rei, precioso, maior reverenciado dos incas: tempo.

Tínhamos pouco e, assim, tivemos que fazer um passeio que nos levou para os sítios Sacsayhuamán, Q’enqo, Pukapukara e Tambomachay, todos numa tarde. Fizemos desse jeito porque era nossa única opção, mas jamais faríamos novamente. É preciso tempo para entender o próprio tempo inca. Dentro de cada sítio, é primordial sentir o tamanho e a grandiosidade de uma civilização que prezava tanto pelo equilíbrio. E isso não é nem a metade de um belíssimo circuito que traceja os passos, ainda que com inúmeras incertezas, de um povo primoroso e genial. 

Qorikancha é o sítio arqueológico no centro de Cusco, que, para ser visitado, é preciso pagar a entrada separada do Convento Santo Domingo, construído em cima do Templo, como a maioria das construções pós-Império Inca. E por ser ali, é o mais cheio. Uma fila de mais de 40 minutos do lado de fora e pessoas saindo infelizes pelo excesso de gente. Optamos por não visitá-lo. Seguimos para um museu subterrâneo ali ao lado, que contava um pouco da cultura inca. Pouca estrutura, bastante história.

IMG_1077.thumb.JPG.e1d4826032d76b635944a5d60320dee0.JPG

IMG_1078.thumb.JPG.ca1b34318d3c41bd45d41451adfa5823.JPG

IMG_1079.thumb.JPG.655b686920c8a88245396854a5e5a4df.JPG

IMG_1085.thumb.JPG.f44db862051bb778d9fafa48f0364886.JPG

 

As construções incas são arrebatadoras. A altura das paredes, o esmero dos encaixes das pedras e a energia dos lugares são sempre muito impressionantes. Acredita-se que Sacsayhuamán foi uma fortaleza, com rochas inacreditáveis de até cinco metros de altura. De lá, pode-se ver a cidade de Cusco inteira. Dizem que há até um túnel que a conecta a Qorikancha, onde muitas pessoas entraram e nunca mais saíram. Conta-se também que ali eram realizadas as cerimônias de passagem de ano, sempre com o sacrifício de um animal à meia-noite, quando o coração era arrancado com o bicho ainda vivo. Se continuasse a bater do lado de fora, era a profecia de um ano próspero. As histórias dos sítios arqueológicos são inúmeras, algumas com a probabilidade comprovada pela ciência e pelos anos de estudos de arqueólogos, outras com tamanha força do imaginário coletivo que acaba dando sentido ao, muitas vezes, inexplicável.

IMG_1121.thumb.JPG.4c6f1468823cce32804b6e49eb1f54ee.JPG

IMG_1122.thumb.JPG.a8bd030892254e79be42dc46941b16ed.JPG

IMG_1123.thumb.JPG.8459d9da6868b8d568f7b6ece87c8d25.JPG

IMG_1160.thumb.JPG.f6c795ac5983da76cc182d66ab7a9b02.JPG

IMG_8260.thumb.jpeg.e5bae049c3a8c04d5859bb6685eadb4e.jpeg

IMG_1126.thumb.JPG.71203c9ac50e38ba8850b05146ccf11b.JPG

IMG_8269.thumb.jpeg.61a651fd65ac0d93a1a930c378994221.jpeg

IMG_1099.thumb.JPG.6cd697bbcbfa2c7e2720eb3190e10f28.JPG

IMG_1132.thumb.JPG.9c30ceba86f794435e29fa5ad7be8d37.JPG

IMG_1159.thumb.JPG.0e047d7d29c8eafa0a761d95de90c680.JPG

 

Q’enqo pertence ao Vale Sagrado dos Incas. Um labirinto, um observatório do céu, um anfiteatro, um templo. A genialidade inca surpreende a cada segundo. A incidência de sol sobre uma rocha em determinada época do ano indica tempo de colheita. Uma pedra imensa lapidada dentro de uma caverna com a temperatura bem abaixo da externa, com passagens de ar e calhas de água nos cantos, minuciosamente planejadas, explicaria o local onde eram realizadas as cerimônias de mumificação, o sacrifício de homens e animais, e até, alguns acreditam, as primeiras tentativas de cirurgia na Terra. A facilidade com que se une espiritualidade e a lógica da natureza é das lições mais preciosas, tão óbvia para os povos indígenas e tão brutalmente ignorada pela modernidade.

IMG_1093.thumb.JPG.a0667eade6aabefb78e5b111de5a877d.JPG

IMG_8233.thumb.jpeg.5e95d6e97eda9ace2ebf5ed52e07ac6c.jpeg

IMG_8234.thumb.jpeg.e8abfc9078324a6fffab2b30d5263390.jpeg

IMG_1094.thumb.JPG.1f939cf083a9d9369ef9fd52b8f60943.JPG

IMG_1095.thumb.JPG.1f49f136ffff5f054d5fe2dbb3c4fd42.JPG

IMG_1096.thumb.JPG.5cecfca6b6b1989d1b6f0c5ed6912dac.JPG

IMG_1097.thumb.JPG.27fd3457c1221b9d58e697af704a2e0b.JPG

 

Pukapukara, a Fortaleza Vermelha. Uma espécie de forte militar, com vista panorâmica das entradas para Cusco. Conta-se que, devido às divisões de salas, o local teria sido uma alfândega, por onde pessoas e produtos passavam e eram taxados. A altura, os arredores com muito verde e a luz do sol ali são tão grandiosos quanto a precisão das pedras. Um instante de olhos fechados e o transporte para outra era é imediato. O inevitável é pensar que a necessidade burocrática e a hierarquia resultante dela são, de fato, intrínsecas ao homem. Algo triste, pois o caminho para a selvageria do capitalismo é evidente. É pura realidade que “a vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente”. Mas, quando a história já foi vivida e contada, qual é a nossa desculpa?

IMG_1120.thumb.JPG.9f02272bf24fa86a80781ac4519a61c7.JPG

IMG_1167.thumb.JPG.270ffbf4be266efcf8392620718d254b.JPG

IMG_1164.thumb.JPG.f36a3cf58b47852e322fa50cfa1a7bbe.JPG

IMG_1179.thumb.JPG.819439c74647654daf651b4786398e62.JPG

IMG_8270.thumb.jpeg.8e9f6d22514f15718abc5401f8408bae.jpeg

 

Tambomachay é conhecido como o templo das águas. Um sistema sofisticado de aquedutos canaliza águas que correm há mais de 25km de distância, com tantas perguntas sem respostas que só resta ao povo a crença na obviedade do milagre. Embora a água da fonte, proibida ao toque, fique próxima às mãos, a promessa de juventude eterna desagua diante dos olhos e segue seu curso, na tentativa de eternizar, assim, uma natureza que tanto clama pela sobrevivência. E jamais aquele que, incansável, a dilacera.

IMG_8285.thumb.jpeg.062d8c05183ea99f417c3cd81c2f2cb9.jpeg

IMG_8286.thumb.jpeg.c11bfb5956e04350ece2cb42a12c5071.jpeg

IMG_8288.thumb.jpeg.0446851e7c8cf9ffa27377eab88f22f5.jpeg

IMG_8287.thumb.jpeg.8c32834bd8242b6a6e7d25e958cda400.jpeg

 

Fato é que a sagacidade inca transformou um povo numa civilização moderna. Água em abundância, plantio inteligente, precisão arquitetônica, leitura apurada da natureza, crença na ancestralidade, certeza de que não estamos sozinhos por aqui. O Condor, animal sagrado que fazia a conexão com o mundo dos deuses, acima de nós; a Puma, símbolo de força e sabedoria do mundo dos vivos, tal qual o próprio formato da cidade de Cusco; e a Serpente, representação do infinito e, portanto, do mundo dos mortos, fazem da trilogia inca, encontrada em quase todos os sítios, a compreensão humana do indecifrável aos olhos.

 

PS: Ao chegarmos em Cusco, a primeira coisa que fizemos foi comprar o Boleto Turístico del Cusco, entrada para os sítios arqueológicos, algo completamente essencial. Não há como comprar na entrada dos sítios. Em alguns, é possível adquirir a entrada unitária, que é muito mais cara. Mas a maioria exige o Boleto (ou pelo menos exigia em 2018).

935876333_Capturadetela2020-05-1823_13_02.png.fd6ea2c0c3fed86724ddc88070cfb6e5.png

1724731288_Capturadetela2020-05-1823_13_36.png.bfa7a7c7407ec5005b62e4d8ee48d1f6.png

 

instagram.com/trip_se_

 

Postado
  • Membros

@Trip-se! Entrei em Quoricancha e decepcionei-me.Acho que lá não tem nada interessante, fui porque estava no famigerado boleto turístico, como em outros pontos "turísticos" que para mim são caça níquel, como a estátua de Pachacutec na entrada da Avenida del Sol.

  • Silnei featured this tópico
Postado
  • Autor
  • Membros

@D FABIANO Não nos aventuramos. Tinha uma espera de 40 minutos e pessoas saiam descontentes demais. Fomos só ao Museu, mas sem estrutura e muito simples. Tem até muita informação interessante, mas não é um museu convidativo. Pequeno, claustro. Que pena.

A estátua de Pachacutec nós não fomos visitar. Achamos que não era o caso. A da Plaza de Armas já estava ali fazendo as honras.

Postado
  • Membros

@Trip-se! Se acharam ruim aquele museu abaixo do Qoricancha,imagine se tivessem ido na estátua,lá também tem museu que conta a história dele.Não sei como descobriram,pois os inkas não sabiam escrever,dizem que foi através daquele ultimo inka,mas...

Postado
  • Autor
  • Membros

@D FABIANO É uma cultura cheia de crenças e mistérios. O que mais nos atrai são as questões com o tempo, com a cosmologia, com Pachamama. Também a organização com plantio e colheita e a impressionante arquitetura. Mas tem muita coisa que não é dita. O império inca também foi um "colonizador", exerceu uma dominação sob outros povos, cobrando impostos, dominando territórios, tinham uma pegada capitalista selvagem e escravocrata. Em Cusco vimos muitos guias contando só a parte boa da história, os inegáveis avanços para a época, os cultos, a beleza, os hábitos, as vestes, os rituais. Tudo muito lindo. Mas sempre tem o outro lado.

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Conteúdo Similar

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.