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boa noite, mochileiros de viagem... mais uma vez la vai eu para mais uma aventura....hihihihi

bom desta vez estou indo para a ilha grande e separei tres tipos de pousadas com as seguintes caracteristicas abaixo:

1) Pousada mar azul :

...

2) Pousada Tony Montana

...

3) Porto abraao

 

oi, pelo q entendi a 1.a pousada fica na vila de abraão, a segunda fica em Araçatiba (fiquei nela o ano passado) e a terceira eu nao sei onde fica.

 

acho q vc poderia decidir primeiro em qual local da ilha ficar.

p/ uma primeira vez, eu acho mais negocio ficar na vila de Abraào.

 

tenho 1 relato de 2008 e algumas atualizaçoes de 2015.

 

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Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

 

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Noemi, grato por responder, voce só tem aquelas indicações de restaurante no seu relato naquela pagina?

 

alem disto estou pensando em levar o notebook, é seguro levar o note para la para usar o wifi? quais sao as dicas de segurança?

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Olá pessoal,

 

Gostaria de dicas sobre qual seria o melhor trajeto de carro entre São Paulo - Angra dos Reis (Ilha Grande).

Opções que encontrei seguindo pela Dutra:

 

- Desce Taubaté - Ubatuba e segue pela Rio-Santos.

- Desce Guaratinguetá - Paraty e segue pela Rio-Santos.

- Desce por Barra Mansa direto para Angra ou Conceição do Jacareí

 

Caso influencie no conselho, informo que sairei de São Paulo na madrugada de um domingo com destino direto para Ilha Grande.

O Google Maps me indica descer por Barra Mansa, só que infelizmente não encontrei nada sobre condições da rodovia.

 

Agradeço desde já!

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Olá caro Amigo.

 

No final do ano passado eu fui pra Angra dos Reis.

Só que o caminho que fiz foi descendo a serra pela tamois, depois continuei o caminho pela Tio Santos começando lá em Caraguatatuba, passando por Ubatuba, Trindade, paraty até chegar em Angra.

A Serra de Taubate corta uma parte do Caminho só que particularmente eu não gosto daquela serra pq é cheia de curva fechada e perigosa, velocidade é de 40 Km e normalmente tem trânsito.

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Olá caro Amigo.

 

No final do ano passado eu fui pra Angra dos Reis.

Só que o caminho que fiz foi descendo a serra pela tamois, depois continuei o caminho pela Tio Santos começando lá em Caraguatatuba, passando por Ubatuba, Trindade, paraty até chegar em Angra.

A Serra de Taubate corta uma parte do Caminho só que particularmente eu não gosto daquela serra pq é cheia de curva fechada e perigosa, velocidade é de 40 Km e normalmente tem trânsito.

 

Agradeço Lucas,

 

Imagino que o caminho que você fez seja o mais demorado, por percorrer o litoral.

Taubate eu não conheço, mas como você disse, eu também prefiro evitar se a estrada não compensa o tempo economizado.

Acabei encontrando informações sobre Cunha-Paraty, parece que terminaram a reforma no trecho, mas é uma estrada-parque, então a velocidade também é reduzida, apesar estar bem mais segura pelo que li.

 

Minha dúvida continua :D

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- Desce Taubaté - Ubatuba e segue pela Rio-Santos.

- Desce Guaratinguetá - Paraty e segue pela Rio-Santos.

- Desce por Barra Mansa direto para Angra ou Conceição do Jacareí

 

acredito q a melhor alternativa seja msm por Barra Mansa, pois vc anda a maior parte do tempo pela Dutra que é bem movimentada, mas domingo teorica/te vc estará no contra fluxo (dependendo da data)

nao conheco a estrada d Barra Mansa, mas acho q minha irma passou por lá, vou perguntar p/ ela e volto aqui p/ te mandar mais detalhes

 

sim, como o colega disse tem mais um caminho q é pelo Tamoios, desce Sao Jose dos Campos - Caraguatatuba.

das alternativas, esse é o caminho q vc anda menos tempo pela dutra e mais pelo Rio Santos. A unica vantagem q eu vejo aqui, é q a Rio Santos é bem bonita, vc vai beirando o mar e tem uns mirantes bonitos. Porém, a Rio Santos tem faixas d pedestres e radares nas praias mais movimentadas, reduzindo beeem a velocidade.

A Tamoios é boa. Era cheia d radares fixos, mas parece q retiram. Agora são os móveis, preste atencao para nao levar multa. Ela tem pedágios, acho q são 2.

 

a estrada de Taubaté a Ubatuba é bonita, mas nao aconselho. Se vc está acostumado a andar por serras bem íngremes, ok.

O problema é o trecho d serra, é curto, acho q 7 km, mas a pista é bem estreita, íngremes e tem os cotovelos ou curvas em "U". Quem só tá acostumado em estradas duplicadas, boas, estranha mto. Sempre tem carro pifado no trecho d serra, sendo retirado por guincho. Ontem msm, vi um carro sendo retirado por guincho, outro travou na nossa frente e comecou a derrapar (mas conseguiu sair) e outro ainda parou no meio da pista (este ficou por lá msm, esperando o guincho). Pegamos congestionamento na estrada, por conta disso. Na descida, o pessoal queima o freio; na subida não consegue subir, esquenta o motor; as vezes é carrão...

aqui no vale, a gente tá acostumado, desde q eu me conheço por gente, já passava por esta estrada. Porém já vi gente que passou uma vez e jurou q nunca mais botava o carro nessa estrada...

 

nao passei pela estrada Guaratinguetá - Paraty, mas um colega q passou disse q ela é bem estreita e ele achou perigosa, por esse motivo. Olha q esta acostumado a passar pela de Taubaté - Ubatuba

 

Boa viagem!

 

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Fala galera boa noite!!!

Bom irei perguntar pois quem pergunta é tolo somente uma vez, quem não pergunta é tolo pra sempre não é vdd!! rsrs...

Pode parecer obvio pra todos que já visitaram a IG mas como nunca fui para esta região estou com duvidas... Irei de carro em novembro e quero visitar a IG e como faço com o carro? É necessário deixar em uma cidade no continente como se faz em alguns locais da Bahia?? é seguro?? O carro entra na ilha??

Quem puder me responder agradeço

 

valeuuu

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Fala galera, tudo bom? Então, o camping selvagem é proibido em ilha grande, porém, posso bivacar em qualquer lugar tranquilo? ou seja, dormir sem barraca em qualquer canto..

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Fala galera boa noite!!!

Bom irei perguntar pois quem pergunta é tolo somente uma vez, quem não pergunta é tolo pra sempre não é vdd!! rsrs...

Pode parecer obvio pra todos que já visitaram a IG mas como nunca fui para esta região estou com duvidas... Irei de carro em novembro e quero visitar a IG e como faço com o carro? É necessário deixar em uma cidade no continente como se faz em alguns locais da Bahia?? é seguro?? O carro entra na ilha??

Quem puder me responder agradeço

valeuuu

 

o pessoal deixa o carro em estacionamentos. Acho arriscado deixar na rua.

nao pode entrar d carro na ilha.

tem mais infos e detalhes no meu relato.

 

Boa viagem!

 

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Oi pessoal!

 

Estou planejando o ano novo e a Ilha Grande está parecendo uma ótima possibilidade! Já descartamos Abraão de cara por ser muita muvuca (e também mais caro), mas fizemos uma listinha de campings, que ainda não está completa, mas pode ajudar quem está precisando de informações atualizadas.

 

Claro que não tem todos, e muitos (principalmente do Aventureiro) são muito difíceis de conseguir falar, mas aqui vai:

 

AVENTUREIRO

Camping do Luís - (24) 99815-3404

Camping do Neneca - (24) 99849-6403

Camping Verti - (24) 99829-3837

Camping do Ruben - (24) 99942.6566

Camping do Ferreira - (24) 3367-6967 / (24) 99827-1376 / [email protected] - R$ 50,00 a diária p/ pessoa

Camping do Valdomiro - (24) 99915-5453 / (24) 99913-5303 - R$ 40,00 a diária p/ pessoa

Camping do Seu Jorge - (24) 99956-4160

Camping do Seu Zé - (24) 99904-4166

Campinga do Ita - (24) 99222-8001

Camping do Naldo - (24) 99904-4166

Camping Bidi e Larissa - (24) 99991-8833 / [email protected]

Recanto do Aventureiro - https://www.facebook.com/recantodoaventureiro - R$ 45,00 a diária p/ pessoa

 

PARNAIOCA

Camping da Janete - (21) 99674-7616 / (21) 99997-7160 / (21) 3354-6064 - Lotado

Camping do Silvio - (21) 8222-8121 / (21) 7713-8695 / (21) 2409-8272 - Lotado

Camping do Jorge - Lotado

 

CAXADAÇO

Não existe camping "oficial" - Não existe

 

PRAIA DE PALMAS

Camping Acorde - (21) 97278-0721 (Glauco) / [email protected] - R$90 p/ pessoa (inclui barco até Abraão - ida e volta)

Hotel Paraíso do Sol (Praia dos Mangues) - (21) 2262-1226 / (21) 7844-9108 / (21) 99509-2223 - Lotado

Camping das Palmas - (21) 3833-6461

Camping dos Coqueiros - (24) 9818-2833 / (21) 9936-0914 Carla / (21) 9864-1545 Tunico

Camping Florestinha das Palmas - (21) 2464-0217 / [email protected]

Camping Paraíso - (21) 9608-1987 - Não é mais camping

 

ABRAÃO

Alfa Camping - (24) 3361-5745

Camping Raio de Sol - (21) 99627-9785 / (21) 99547-6248 / (24) 3361-5744 / (24) 99849-7812

Camping do Bicão - (24) 3361-5076 / (24) 99831-1414 / (24) 3365-0820 / (21) 2512-5652 / (21) 99740-3799 / (21) 99740-3795 - R$380 (pacote 5 dias / 4 noites)

Camping Cantinho da Ilha - (24) 3361-5358

Camping Sombra dos Coqueirais - (24) 3361-5152 / (21) 99565-2022 / (21) 98567-9136 - R$280 (pacote 5 dias / 4 noites)

Camping do Lúcio - (24) 3361-5775 / (24) 99813-3237 / (12) 3642-4179 / (12) 99709-2894 - R$340 (pacote 5 dias / 4 noites)

Camping Sossego - (24) 3361-5367 / (21) 2547-3191 / (21)99943-9868 - R$350 (pacote 5 dias / 4 noites)

 

SACO DO CÉU

Pousada Gata Russa - http://www.pousadagatarussa.com.br/pousada.htm - Lotado

 

ARAÇATIBA

Camping Bem Natural - http://www.bemnatural.com.br - R$440 (pacote 4 diárias com café da manhã) - R$395 (pacote 3 diárias com café da manhã) - R$ 35 almoço / janta

 

Espero que ajude! ::otemo::

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Fala galera boa noite!!!

Bom irei perguntar pois quem pergunta é tolo somente uma vez, quem não pergunta é tolo pra sempre não é vdd!! rsrs...

Pode parecer obvio pra todos que já visitaram a IG mas como nunca fui para esta região estou com duvidas... Irei de carro em novembro e quero visitar a IG e como faço com o carro? É necessário deixar em uma cidade no continente como se faz em alguns locais da Bahia?? é seguro?? O carro entra na ilha??

Quem puder me responder agradeço

 

valeuuu

 

O principal ponto de embarque para IG é o centro de Angra dos Reis onde existem vários estacionamentos. Já tem alguns aceitando reservas online.

 

São 4 lugares com embarques freqüentes para IG:

- Paraty

- Angra (mais prático para quem vem de SP e com mais ofertas de estacionamentos)

- Conceição de Jacareí (distrito de Mangaratiba) - é o ponto de embarque mais perto da ilha. Por isso leva menos tempo de barco para Abraão

- Mangaratiba

 

Em todos esses locais existem estacionamentos. O pior para estacionar é Paraty, já que o porto fica no centro histórico, sem estacionamento por perto, o que significa andar bastante carregando as bolsas.

 

As barcas da CCR saem só de Angra e Mangaratiba. http://www.grupoccr.com.br/barcas

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    • Por nnaomi
      Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.
      Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.
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      Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.
      O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
      Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h
      Fonte: site do INEA
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      Fonte: site do INEA
      A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.
      Dicas:
      • Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região
      • Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro
      • Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande
      • Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas
      • Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado
      • O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época
      • Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.
      • Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna
      • Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido
      • Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos
      • Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar
      • Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com
      • Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br
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      Nanci Naomi
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      Cidades: Ilha Grande
      Ilha Grande, o paraíso dos turistas estrangeiros. Nunca vi tanto turista estrangeiro junto! O local é bem rústico, simples, sem carros e considero como principais atrações, as trilhas e passeios de barco. Bom para quem gosta de caminhar (muito!) e não tem enjôo de mar, mas a recompensa são praias lindas, de água muito clara, cercadas por mata. Acredito que não seja um destino bom para quem tem crianças pequenas, devido às características do local, como o acesso difícil às principais belezas da ilha. Também não é indicado para quem espera luxo, conforto e não vive sem as facilidades de uma cidade grande.
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Vila do Abraão, que é a maior vila da ilha e com mais infra-estrutura. Na segunda viagem para a ilha, dividi a estadia entre Araçatiba e Bananal.
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
      O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015.
      A cidade
      É uma das inúmeras ilhas de Angra dos Reis, a qual possui, em sua totalidade, cerca de 148mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 800 Km². Faz limite com as cidades de Bananal (SP), Cunha (SP), Mangaratiba, Paraty, Rio Claro e São José do Barreiro (SP). Apresenta clima tropical úmido com temperatura média de 27ºC.
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      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
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      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/
       
      Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje.
       
      Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar.
       
      Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro.
      Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil!
       
      Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá!
       
      A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também!
       
      A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas.
       
      Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer.
       
      Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro.
       
      Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty.
       
      Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso!
       
      Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão.
       
      A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)!
       
      Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo.
       
      Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
       
      Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado!
       
      E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas.
       
      O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade.
       
      Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas!
       
      A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos.
       
      Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar.
       
      Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!


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