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Hello mochileiros!

Estou planejando um roteiro para Aventureiro em maio e estou querendo algumas dicas como: camping, barco, refeições, praias e trilhas. Alguém aí pode me dar uma ajuda?

 

PS: Ajuda como o que levar seria uma boa também.

 

Gratidão

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To planejando ir na mesma época, mas para o Abraão, por ser meu primeiro camping, creio que é uma boa começar pela area mais movimentada :P

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Galera, a forma mais facil de ir pra ilha é por Angra dos Reis, que saem os barcos tradicionais.

Mas a mais barata (se não for tomar a barca das barcas sa) e rapida é ir por Conceição de Jacarei, pois é o local de onde saem mais barcos de pescadores e escunas, e local mais perto da ilha (abraao).

 

Recomendo visitar alem das praias mais badaladas, pois a ilha oferece diversos lugares irados, como a praia dos castelhanos, proximo ao farol e que poucas pessoas conhecem.

 

Esse top 5 de praias de Ilha grande também mostram uns roles legais:

 

http://instintoviajante.com/top-5-as-melhores-praias-de-ilha-grande/

 

Abraços

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Senhores, achei um guia que se propõe a dar uma volta em ilha grande a pé(cerca de 5 dias). Aqui vão as dúvidas:

- Alguem que já tenha feito algo do tipo por lá sabe se vale a pena? É muito pesado?

- O roteiro do guia tá legal? Faltou algum lugar que vocês acham imprescindível?

 

Roteiro:

PROGRAMAÇÃO:

 

SEGUNDA – 16/01/2017

 

- Saída da Vila de Abraão, passando por Enseada das Estrelas, Saco do Céu, Praia de Japariz e Freguesia de Santana, até chegarmos à Praia de Baixo, onde acamparemos. Opcional de ataque as praias de Baixo, Grumixama e Lagoa Azul (exploratória). Pernoite em Bananal. Tempo de caminhada: 7 – 8h.

 

TERÇA – 17/01/2017

 

- Neste dia passaremos pelas praias de Matariz, Sítio Forte, Passa-Terra, Ubatubinha e praia da Longa antes de atingirmos a grande Vila de Araçatiba. Passagem com parada obrigatória para banho na Lagoa Azul. Pernoite em Araçatiba. Tempo de caminhada: 7 – 8h.

 

QUARTA – 18/01/2017

 

- Neste dia sairemos em direção A Vila de Provetá, com destino à Aventureiro, uma das mais belas praias de Ilha Grande. Dia com o maior desnível da travessia. Pernoite em Aventureiro. Tempo de caminhada: 6 – 7h.

 

QUINTA – 19/01/2017

 

- Neste dia faremos a travessia de barco entre Aventureiro e Parnaioca. Sairemos de Aventureiro após o almoço e desembarcaremos em Parnaioca, onde passaremos o restante do dia. Opcional de visita ao mirante da praia de Aventureiro. Pernoite em Parnaioca.

 

SEXTA – 20/01/2017

 

- Dia de retorno à Vila de Abraão, passando pela praia e as ruínas do antigo presídio na Vila de Dois Rios. Opcional de ataque à praia do Caxadaço. Pernoite em Abraão ou retorno ao continente. Tempo de caminhada: 7 – 8h.

 

SÁBADO – 21/01/2017

 

- Roteiro opcional ao mais belo mirante de Ilha Grande, o Pico do Papagaio. Com seus 982 m de altitude o Pico do Papagaio tem vista panorâmica de toda ilha. Pernoite em Abraão ou retorno ao continente. Tempo de caminhada: 6 – 7h.

 

DOMINGO – 22/01/2017

 

- Roteiro opcional até Lopes Mendes, a mais famosa praia da Ilha, passando pelas praias de Palmas e Pouso. Trajeto até Pouso pode ser realizado de barco. Opcional de ataque até a praia de Santo Antônio. Dia de retorno ao continente. Tempo de caminhada: 4 – 5h.

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Coe galera! Queria saber se alguém podia me informar se o reveillon na Ilha Grande é maneiro, como é de nº de pessoas e tal, e se alguém tiver uma dica de lugar pra ficar também seria de grande ajuda! Obgdd

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Coe galera! Queria saber se alguém podia me informar se o reveillon na Ilha Grande é maneiro, como é de nº de pessoas e tal, e se alguém tiver uma dica de lugar pra ficar também seria de grande ajuda! Obgdd

 

João, Ilha Grande tem vários lugares bem diferentes para ficar.

Se é bom ou não, depende do seu gosto.

Para quem não quer nada muito rústico, o melhor é ficar em Abraão. Se quiser acampar sem ver nada de urbano, duas opções boas são Aventureiro e Palmas. Existem vários outros lugares na ilha que é realmente grande.

A Prefeitura costuma fazer queima de fogos e show com bandas em Abraão.

Nas praias fora de Abraão fica o clima de sempre, mas bem lotado.

A ilha inteira fica lotada no reveion.

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Alguém indo agora em Janeiro?

 

Boa noite,

 

Estou indo agora para fazer a volta a pé na Ilham entre 16 e 22/01... Se quiser, só avisar... ::otemo::

 

Abs

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Alguém indo agora em Janeiro?

 

Boa noite,

 

Estou indo agora para fazer a volta a pé na Ilham entre 16 e 22/01... Se quiser, só avisar... ::otemo::

 

Abs

 

Eu adooooraria, mas eu volto a trabalhar no dia 23 e ficaria muito em cima :(

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Hello mochileiros!

Estou planejando um roteiro para Aventureiro em maio e estou querendo algumas dicas como: camping, barco, refeições, praias e trilhas. Alguém aí pode me dar uma ajuda?

 

PS: Ajuda como o que levar seria uma boa também.

 

Gratidão

 

To planejando ir na mesma época, mas para o Abraão, por ser meu primeiro camping, creio que é uma boa começar pela area mais movimentada :P

 

Luaaffonso, Estou planejando ir também no mesmo período, estou pensando em passar de 10 a 12 dias na Ilha, a principio vou para Abraão Reis assim como o luiz.paes, pretendo ficar uns 3 ou 4 dias lá para visitar algumas das praias, a cachoeira e o pico:

 

Cachoeira da Feiticeira

Praia de Palmas

Praia de Lopez Mendes

Pico do Papagaio

 

Em seguida vou para Praia do Aventureiro o qual quero passar uns 2 dias lá, ainda não decidi o que vou fazer em seguida, se volto pra Abraão Reis ou se vou para a Araçatiba e mais alguns dias antes de ir embora.

 

Caso se interessem pelo meu roteiro, me avisem, estou apto a modificar em prol de uma boa compania, por enquanto estou indo sozinho mesmo, mas tenho alguns amigos e amigas de São Paulo e do Rio também interessados em ir. Muita gente não o faz, mas acho meio arriscado, mesmo que a probabilidade seja 0,01%.

 

Respondendo sua pergunta: Não sei se você sabe, mas é preciso se registrar para ficar na praia do aventureiro, pelo menos a algum tempo atras tinha, o registro é feito em Angra dos Reis, basta informar data de chegada e partida e onde se hospedará.

 

CORREÇÃO: No verão o acesso é controlado pela fiscalização Ambiental, existindo uma capacidade de ocupação diária de 560 pessoas. As licenças para embarque e permanência em Aventureiro são expedidas pela TurisAngra, localizada na entrada da cidade de Angra dos Reis, Praia do Anil, Av. Ayrton Senna, 580. Telefones (24) 3367.7826 e 3369.7704. É recomendado telefonar antes de viajar para Angra. Se você não tem autorização é melhor não arriscar.

 

Por falar nisso não conheço hospedagens lá na praia que não sejam campings, e os mais famosos e conhecidos são o Camping da Larissa que comporta até 15 ou 20 barracas e as diárias variam entre 30 a 40 reais, não há muito conforto na região, mas não é muito precário também.

 

Oferecem cozinha com utensílios e pia e 01 banheiro com 02 duchas, sendo 01 com água quente.

Também servem café da manhã (não sei se está incluso na diaria), lanches e açaí e alugam pranchas de surfe e stand up, caiaques e equipamentos de snorkel.

 

Sinal de Celular lá é péssimo (graças a deus), pode tentar contato pelo facebook, mas tenha paciência, pois costuma demorar a responder!

 

https://www.facebook.com/Camping-da-Larissa-1603748146554649/

E-mail: [email protected]

 

O Camping do Luis é o mais famoso e mais estruturado, e com mais espaço para hospedagem, com cozinha coletiva com fogão (traga seus utensílios) e pia, banheiros com duchas quentes e frias e 04 sanitários, também dispõe de um restaurante que serve pratos simples, bebidas geladas e café da manhã. O prato feito custa uns 25 reais e é muito boa. O Camping possui gerador.

 

Pagamentos la no local somente em dinheiro, mas a reserva pode ser feita em deposito.

Eles alugam barracas de camping, pranchas de surfe e stand up padle.

Contatos: (24) 99815-3404 / (24) 99847-2959 WhatsApp (Eduardo).

E-mail: [email protected]

 

Até onde eu sei só existe um Caixa do Banco do Brasil, mas nem sempre funciona, por tanto leve dinheiro, em Abraão alguns lugares aceitam debito, então lá dê preferencia para pagar com debito, guarde o dinheiro para passeios de lancha ou outras coisas em locais que só aceitem dinheiro.

 

Em qualquer local que for à Ilha Grande leve sempre snorkel com máscara e máquina-fotográfica, melhor ainda se for GoPro!!!

 

Se ja tiver costume de acampar, leve consigo um fogareiro daqueles portáteis, e para fazer algum alimento e não gastar dinheiro com alimentação, la costuma ser bem caro!

 

Não se esqueça de uma lanterna e um repelente!!!

 

Dicas Boas em Abraão Reis:

 

Leve produtos do continente – Comprar nos mercados do continente é sempre mais barato do que deixar para comprar em Ilha Grande.

Afaste-se da orla – Os estabelecimentos mais internos, longe da orla, independente do tipo de produto ou serviço, costumam oferecer melhores preços.

Prefira as trilhas ou escunas – Os taxi boats são opções de transporte mais rápidas e confortáveis, mas também são mais caras. Fazer trilhas ou ir de escuna para os locais sai mais em conta.

Mercado – Para consumir, sejam comidas ou bebidas, o mais indicado é comprar no mercadinho que fica atrás da Igreja de São Sebastião em Abraão, no centro. Lá os preços são bem mais baratos do que nos estabelecimentos e você pode montar lanches ou levar comidas para preparar onde estiver hospedado.

Marmitex – Nos restaurantes sempre pergunte se existe a opção de marmitex, marmita feita pelo estabelecimento para viagem e que normalmente é bem mais barata que um prato comum.

Água – Ilha Grande possui muitas fontes de água doce e potável, com uma garrafinha em mãos você poderá quase sempre beber água sem precisar comprá-las, e é interessante levar alguns comprimidos de clorin, que é um purificador de agua.

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    • Por Davi BT Santos
      https://chat.whatsapp.com/Ks6BieKQLhb2hNOoMsfmLu Estamos com um grupo no wpp, a principio será dia 13,14 e 15 de Março!
    • Por nnaomi
      Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.
      Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.
      É bastante comum o Roteiro Volta da Ilha que faz o contorno completo da ilha, emendando uma trilha na outra e pernoitando em pousadas ou campings. Salienta-se que é necessário pegar um barco de Aventureiro a Parnaioca, pois é proibido entrar na Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul que é fiscalizada pelo INEA. Porém há relatos de quem passou por esse trecho.
      Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.
      O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
      Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h
      Fonte: site do INEA
      A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma UC de Proteção Integral com sede na Vila do Aventureiro e são permitidas apenas visitas de cunho educacional e para a realização de pesquisas científicas, mediante prévia autorização.
      Fonte: site do INEA
      A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.
      Dicas:
      • Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região
      • Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro
      • Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande
      • Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas
      • Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado
      • O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época
      • Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.
      • Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna
      • Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido
      • Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos
      • Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar
      • Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com
      • Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
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      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
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      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
    • Por nnaomi
      Período: 14 a 23/07/2008 e 06 a 15/07/2015
      Cidades: Ilha Grande
      Ilha Grande, o paraíso dos turistas estrangeiros. Nunca vi tanto turista estrangeiro junto! O local é bem rústico, simples, sem carros e considero como principais atrações, as trilhas e passeios de barco. Bom para quem gosta de caminhar (muito!) e não tem enjôo de mar, mas a recompensa são praias lindas, de água muito clara, cercadas por mata. Acredito que não seja um destino bom para quem tem crianças pequenas, devido às características do local, como o acesso difícil às principais belezas da ilha. Também não é indicado para quem espera luxo, conforto e não vive sem as facilidades de uma cidade grande.
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Vila do Abraão, que é a maior vila da ilha e com mais infra-estrutura. Na segunda viagem para a ilha, dividi a estadia entre Araçatiba e Bananal.
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
      O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015.
      A cidade
      É uma das inúmeras ilhas de Angra dos Reis, a qual possui, em sua totalidade, cerca de 148mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 800 Km². Faz limite com as cidades de Bananal (SP), Cunha (SP), Mangaratiba, Paraty, Rio Claro e São José do Barreiro (SP). Apresenta clima tropical úmido com temperatura média de 27ºC.
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
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    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/
       
      Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje.
       
      Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar.
       
      Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro.
      Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil!
       
      Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá!
       
      A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também!
       
      A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas.
       
      Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer.
       
      Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro.
       
      Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty.
       
      Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso!
       
      Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão.
       
      A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)!
       
      Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo.
       
      Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
       
      Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado!
       
      E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas.
       
      O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade.
       
      Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas!
       
      A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos.
       
      Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar.
       
      Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!


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