Estávamos querendo ir pra São Thomé há um tempão e nunca sobrava tempo ou dinheiro, principalmente porque tínhamos acabado de construir nossa casa, mas em dezembro de 2013 conseguimos um pouco dos dois .
Fotos no final!
Hospedagem:
Fomos entre os dias 30/11 (Sab) a 02/12 (seg). Decidimos na sexta que iríamos no dia seguinte pra lá. Já tinha uma pousada na manga, mandei e-mail e fiz o depósito da metade da reserva.
A pousada se chama Alpha Centauris e fica bem perto do centro. Cinco minutos andando. Lá funciona como chalés, são separados uns dos outros e possuem uma cozinha com microondas, fogão, geladeira e mesa, além de panelas, pratos e tals. Pra gente era ideal, já que não tínhamos muita grana pra gastar com alimentação.
É bem legal lá. Tinha uma cama de casal junto com a cozinha embaixo e tinha um mezanino dividido em dois com um colchão de casal e dois de solteiro cada metade. Cabe uma galera em cada chalé.
Lá você pode entrar na sexta e sair no domingo a qualquer hora e paga o valor de duas diárias. Como íamos chegar no sábado e sair na segunda acordamos com a pousada chegar depois do meio-dia e sair a qualquer hora na seg. A pousada fica perto do Cruzeiro e Casa da Pirâmide. Em 2 minutos você tá na base da subida de pedra que dá acesso aos dois.
Pagamos R$53 a diária por pessoa, mas acima de 2 pessoas ou 2 diárias o valor cai para R$45/pessoa.
O café não é incluso, mas pode-se combinar com eles caso não queira preparar no chalé. Não tem estacionamento, mas tinha lugar pra parar na porta.
Fomos de carro até lá. Enchemos o tanque na ida e na volta apenas completamos. Moramos em SP e fica há umas 6 horas de lá.
As atrações da cidade, tirando o Centro, o Cruzeiro e a Casa da Pirâmide, ficam distantes da cidade, então fizemos tudo de carro.
Vi no Centro, perto da igreja principal, uns 4x4 que faziam passeios. Não sei valores, mas caso você vá de busão, pode contar com isso ou carona.
Não lembro exatamente, mas gastamos cerca de R$250 em combustível.
Alimentação:
Antes de sair de SP, passamos num supermercado e compramos coisas pra comer: 2 lasanhas prontas, 2 pizzas prontas, pão de forma, frios, refri e leite com chocolate pronto, além de shampoo, condicionador e sabonete, porque esquecemos de pegar. Isso que dá fazer mala com pressa.
Gastamos no supermercado R$62.
PS.: Tem um mercado no centro, caso você queira comprar por lá.
No domingo estávamos no meio dos passeios e não queríamos ir até a pousada, então almoçamos na rua. Não lembro o nome do restaurante, mas fica em frente a igreja principal. Comemos estrogonofe de frango. Vem bastante comida, mas deu R$65, mais que a compra que fizemos.
Tomamos um refri em meio aos passeios. Pagamos R$3,50 na latinha.
Passeios e atrações:
Eu já tava planejando essa viagem há muito tempo, então sabia tudo o que tinha pra fazer, distância, como chegar e tudo mais.
Dia 1 - No sábado chegamos perto das 15h, porque decidimos muito em cima da hora e tivemos que abastecer carro, fazer supermercado e trocar óleo antes de partir. Com o tempo curto só fomos conhecer a cidade.
No centro: entramos na Gruta de São Thomé, admiramos a igreja, entramos nas lojas de artesanatos, subimos num mirante que está acima da gruta e andamos pelas ruas.
Perto da pousada: fomos ao cruzeiro e à Casa da Pirâmide ver o famoso pôr do sol, mas o dia tava nublado e não deu pra ver o espetáculo.
Ia rolar um show do Ventania do Bar do Jhonny, que fica no caminho pras cachoeiras. Só resolvemos tirar um cochilo pra descansar da viagem de 6 horas, mas acabamos capotando e acordamos perto das 2h. Era tarde demais
Dia 2 - No domingo acordamos cedo, mas o tempo tava horrível. Uma chuva e tudo fechado. Fiquei super chateada e me arrependi de viajar naquele fim de semana . Quando era umas 10h o clima começou a melhorar e partimos rapidamente pra aproveitar .
Fomos em direção ao Bar do Jhonny e fizemos a primeira parada na Cachoeira do Flávio, a 7 km do Centro e acesso super fácil. Tava vazia e curtimos só nós dois. O Rodrigo entrou nela, mas eu tava com frio e só fiquei sentindo a natureza. A queda d’água é uma ducha natural e o poço é rasinho. Depois de uns 40 minutos chegou um pessoal e decidimos conhecer outra e deixá-los a vontade como estávamos antes. Quando estávamos saindo começou a garoar forte.
No caminho para a cachoeira da Eubiose a garoa parou e pudemos aproveitar de novo. Essa fica mais próxima do Centro, 3 km. Voltamos sentido cidade e paramos o carro lá por perto. Numa trilha fácil de 500m se chega à cachoeira. Ela também é rasa e o Rodrigo brincou que nem criança. Mais uma vez estávamos sozinhos. Ficamos por lá por um tempo quando eu comecei a ficar com calor e com fome. Decidimos ir até o centro comer rapidinho e depois passar na pousada pra eu colocar um biquine e uma roupa de calor (eu tava de calça e blusa).
Voltamos pro caminho das cachoeiras por volta das 14h, mas desta vez não fomos em direção ao Bar do Jhonny, fomos em direção à saída da cidade, como se fossemos para Três Corações, para conhecer a Cachoeira Vale das Borboletas. Achei a mais linda. As pedras e a queda me encantaram. O acesso fica numa propriedade particular, mas não cobram nada. O problema é passar pelas vacas medo! e pelos cocos delas. A cachoeira tava mais movimentada, tinham dois caras bebendo e duas minas conversando, além de um casal na parte de baixo. Ficamos brincando e se divertindo na parte de cima por uns 30 min até que decidimos descer. Se segue uma trilha fácil e curta pra chegar lá, mas é lindo demais. Pra chegar embaixo da queda tem que tomar mais cuidado, porque tem muitas pedras escorregadias. Em 10 min aquilo tava lotado. Devíamos ter deixado pra conhecê-la na segunda, porque a cidade estaria bem mais vazia.
Saímos de lá umas 15h30h. Fomo em direção ao Bar do J. Seguimos em direção à Gruta Sobradinho, que fica mais distante da cidade. Estávamos nós e o pessoal que havia chegado na Cachoeira do Flávio mais cedo. Eles tavam de moto num bate e volta. A gruta é bem escura e ninguém tinha lanterna. Todo mundo desistiu, inclusive eu e o Digo. Então saímos correndo, porque queríamos tomar um banho antes de ver o pôr do sol na Casa da Pirâmide.
Foi incrível! Parece que a gente tá bem perto do sol. Não tava tão cheia como no sábado, porque muita gente já tinha ido embora. Tinham uns caras fazendo um som no topo da casa e tava um clima perfeito, surreal. A vista, o sol, a música... A gente se sente tão vivo! Depois disso procuramos alguma coisa pra fazer a noite, mas de domingo não rola nada e tudo fecha cedo.
Dia 3 - Na segunda foi mais triste que o domingo. Ainda tínhamos um monte de coisas pra fazer e tava uma chuva odiosa . Quando diminuiu partimos em direção a Gruta de novo. Começamos a entrar, mas sem lanterna e sozinhos ficamos com medo. Era segunda e o bar que tem lá tava fechado. Vai que a gente se machuca... Ninguém ia saber. A saída da gruta dá na cachoeira do Sobradinho, que fica na cidadezinha de mesmo nome. Decidimos ir até lá de carro. Ela é linda também. Sair ali depois da gruta deve ser fantástico. Depois de uns 20 min ali começou a cair um toró e fomos embora, porque a estrada era de terra e já tinham umas poças. Ficamos receosos de atolar. Eu queria conhecer umas Grutas que passavam de Sobradinho (cidade), mas achamos melhor voltar.
No caminho pra cidade o tempo melhorou e paramos na Cachoeira da Lua. Muito linda. Ficamos lá por pouco tempo, porque queríamos ver a Véu de Noiva ainda. Depois de uns 50 min partimos.
A Véu de Noiva, dizem, é bem concorrida, mas na segundona não tinha ninguém lá. O acesso é menos fácil, mas nada impossível. A queda tem 25m. É linda! Ficamos ali por um tempão, porque o tempo tava melhor. Ela é bem perigosa pra saltar, porque tem muitas pedras.
Ao lado dela está a Cachoeira Paraíso, mas a gente não encontrou o caminho que dá acesso. Só vimos um pedacinho e ouvimos o som da queda =(.
Saímos dos acessos para voltar pra cidade era mais ou menos 14h30 ou 15h. Estávamos com fome e tínhamos que arrumar as coisas pra partir. Tinha um senhor subindo, tava um sol danado, mas com cara de chuva, toró. Comentei com o Rodrigo de oferecermos carona, mas ele ficou na dúvida. Aí o tiozinho perguntou: “Ocês tão indo pra cidade?”. Respondi que sim e se ele queria carona. Ele disse: “Me larga lá, por favor”. Um sotaque de interior puxado... Ele tinha uns 70 anos e tava voltado do trabalho como pedreiro.
Deixamos o tiozinho e cinco minutos depois começou a cair um dilúvio bíblico. Ele se safou dessa! Fomos pra pousada, almoçamos, tomamos banho e dormimos antes de pegar a estrada.
Foi uma viagem curta, mas que rendeu. Queria ter tido mais dias, aliás, dias eu tinha porque tava de férias, mas grana pra ficar mais tempo eu não tinha. Um dia volto lá pra terminar de conhecer as tantas cachoeiras e grutas. S. Thomé tem uma energia tão positiva que dá muiiita vontade de morar lá.
Antes de partimos, no centro, o Rodrigo foi perguntar pra uns rastafáris se existia mesmo o chá de cogumelos, mas os caras desconversaram . Compramos lembrancinhas e partimos. Ah, e no caminho de volta o pneu estourou!
Relato atrasado, mas tá aí.
Estávamos querendo ir pra São Thomé há um tempão e nunca sobrava tempo ou dinheiro, principalmente porque tínhamos acabado de construir nossa casa, mas em dezembro de 2013 conseguimos um pouco dos dois
.
Fotos no final!
Hospedagem:
Fomos entre os dias 30/11 (Sab) a 02/12 (seg). Decidimos na sexta que iríamos no dia seguinte pra lá. Já tinha uma pousada na manga, mandei e-mail e fiz o depósito da metade da reserva.
A pousada se chama Alpha Centauris e fica bem perto do centro. Cinco minutos andando. Lá funciona como chalés, são separados uns dos outros e possuem uma cozinha com microondas, fogão, geladeira e mesa, além de panelas, pratos e tals. Pra gente era ideal, já que não tínhamos muita grana pra gastar com alimentação.
É bem legal lá. Tinha uma cama de casal junto com a cozinha embaixo e tinha um mezanino dividido em dois com um colchão de casal e dois de solteiro cada metade. Cabe uma galera em cada chalé.
Lá você pode entrar na sexta e sair no domingo a qualquer hora e paga o valor de duas diárias. Como íamos chegar no sábado e sair na segunda acordamos com a pousada chegar depois do meio-dia e sair a qualquer hora na seg. A pousada fica perto do Cruzeiro e Casa da Pirâmide. Em 2 minutos você tá na base da subida de pedra que dá acesso aos dois.
Pagamos R$53 a diária por pessoa, mas acima de 2 pessoas ou 2 diárias o valor cai para R$45/pessoa.
O café não é incluso, mas pode-se combinar com eles caso não queira preparar no chalé. Não tem estacionamento, mas tinha lugar pra parar na porta.
Contato: alphacentauris@gmail.com
Transporte:
Fomos de carro até lá. Enchemos o tanque na ida e na volta apenas completamos. Moramos em SP e fica há umas 6 horas de lá.
As atrações da cidade, tirando o Centro, o Cruzeiro e a Casa da Pirâmide, ficam distantes da cidade, então fizemos tudo de carro.
Vi no Centro, perto da igreja principal, uns 4x4 que faziam passeios. Não sei valores, mas caso você vá de busão, pode contar com isso ou carona.
Não lembro exatamente, mas gastamos cerca de R$250 em combustível.
Alimentação:
Antes de sair de SP, passamos num supermercado e compramos coisas pra comer: 2 lasanhas prontas, 2 pizzas prontas, pão de forma, frios, refri e leite com chocolate pronto, além de shampoo, condicionador e sabonete, porque esquecemos de pegar. Isso que dá fazer mala com pressa.
Gastamos no supermercado R$62.
PS.: Tem um mercado no centro, caso você queira comprar por lá.
No domingo estávamos no meio dos passeios e não queríamos ir até a pousada, então almoçamos na rua. Não lembro o nome do restaurante, mas fica em frente a igreja principal. Comemos estrogonofe de frango. Vem bastante comida, mas deu R$65, mais que a compra que fizemos.
Tomamos um refri em meio aos passeios. Pagamos R$3,50 na latinha.
Passeios e atrações:
Eu já tava planejando essa viagem há muito tempo, então sabia tudo o que tinha pra fazer, distância, como chegar e tudo mais.
Dia 1 - No sábado chegamos perto das 15h, porque decidimos muito em cima da hora e tivemos que abastecer carro, fazer supermercado e trocar óleo antes de partir. Com o tempo curto só fomos conhecer a cidade.
No centro: entramos na Gruta de São Thomé, admiramos a igreja, entramos nas lojas de artesanatos, subimos num mirante que está acima da gruta e andamos pelas ruas.
Perto da pousada: fomos ao cruzeiro e à Casa da Pirâmide ver o famoso pôr do sol, mas o dia tava nublado e não deu pra ver o espetáculo.
Ia rolar um show do Ventania do Bar do Jhonny, que fica no caminho pras cachoeiras. Só resolvemos tirar um cochilo pra descansar da viagem de 6 horas, mas acabamos capotando e acordamos perto das 2h. Era tarde demais
Dia 2 - No domingo acordamos cedo, mas o tempo tava horrível. Uma chuva e tudo fechado. Fiquei super chateada e me arrependi de viajar naquele fim de semana
. Quando era umas 10h o clima começou a melhorar e partimos rapidamente pra aproveitar
.
Fomos em direção ao Bar do Jhonny e fizemos a primeira parada na Cachoeira do Flávio, a 7 km do Centro e acesso super fácil. Tava vazia e curtimos só nós dois. O Rodrigo entrou nela, mas eu tava com frio e só fiquei sentindo a natureza. A queda d’água é uma ducha natural e o poço é rasinho. Depois de uns 40 minutos chegou um pessoal e decidimos conhecer outra e deixá-los a vontade como estávamos antes. Quando estávamos saindo começou a garoar forte.
No caminho para a cachoeira da Eubiose a garoa parou e pudemos aproveitar de novo. Essa fica mais próxima do Centro, 3 km. Voltamos sentido cidade e paramos o carro lá por perto. Numa trilha fácil de 500m se chega à cachoeira. Ela também é rasa e o Rodrigo brincou que nem criança. Mais uma vez estávamos sozinhos. Ficamos por lá por um tempo quando eu comecei a ficar com calor e com fome. Decidimos ir até o centro comer rapidinho e depois passar na pousada pra eu colocar um biquine e uma roupa de calor (eu tava de calça e blusa).
Voltamos pro caminho das cachoeiras por volta das 14h, mas desta vez não fomos em direção ao Bar do Jhonny, fomos em direção à saída da cidade, como se fossemos para Três Corações, para conhecer a Cachoeira Vale das Borboletas. Achei a mais linda. As pedras e a queda me encantaram. O acesso fica numa propriedade particular, mas não cobram nada. O problema é passar pelas vacas
medo! e pelos cocos delas. A cachoeira tava mais movimentada, tinham dois caras bebendo e duas minas conversando, além de um casal na parte de baixo. Ficamos brincando e se divertindo na parte de cima por uns 30 min até que decidimos descer. Se segue uma trilha fácil e curta pra chegar lá, mas é lindo demais. Pra chegar embaixo da queda tem que tomar mais cuidado, porque tem muitas pedras escorregadias. Em 10 min aquilo tava lotado. Devíamos ter deixado pra conhecê-la na segunda, porque a cidade estaria bem mais vazia.
Saímos de lá umas 15h30h. Fomo em direção ao Bar do J. Seguimos em direção à Gruta Sobradinho, que fica mais distante da cidade. Estávamos nós e o pessoal que havia chegado na Cachoeira do Flávio mais cedo. Eles tavam de moto num bate e volta. A gruta é bem escura e ninguém tinha lanterna. Todo mundo desistiu, inclusive eu e o Digo. Então saímos correndo, porque queríamos tomar um banho antes de ver o pôr do sol na Casa da Pirâmide.
Foi incrível! Parece que a gente tá bem perto do sol. Não tava tão cheia como no sábado, porque muita gente já tinha ido embora. Tinham uns caras fazendo um som no topo da casa e tava um clima perfeito, surreal. A vista, o sol, a música... A gente se sente tão vivo! Depois disso procuramos alguma coisa pra fazer a noite, mas de domingo não rola nada e tudo fecha cedo.
Dia 3 - Na segunda foi mais triste que o domingo. Ainda tínhamos um monte de coisas pra fazer e tava uma chuva odiosa
. Quando diminuiu partimos em direção a Gruta de novo. Começamos a entrar, mas sem lanterna e sozinhos ficamos com medo. Era segunda e o bar que tem lá tava fechado. Vai que a gente se machuca... Ninguém ia saber. A saída da gruta dá na cachoeira do Sobradinho, que fica na cidadezinha de mesmo nome. Decidimos ir até lá de carro. Ela é linda também. Sair ali depois da gruta deve ser fantástico. Depois de uns 20 min ali começou a cair um toró e fomos embora, porque a estrada era de terra e já tinham umas poças. Ficamos receosos de atolar. Eu queria conhecer umas Grutas que passavam de Sobradinho (cidade), mas achamos melhor voltar.
No caminho pra cidade o tempo melhorou e paramos na Cachoeira da Lua. Muito linda. Ficamos lá por pouco tempo, porque queríamos ver a Véu de Noiva ainda. Depois de uns 50 min partimos.
A Véu de Noiva, dizem, é bem concorrida, mas na segundona não tinha ninguém lá. O acesso é menos fácil, mas nada impossível. A queda tem 25m. É linda! Ficamos ali por um tempão, porque o tempo tava melhor. Ela é bem perigosa pra saltar, porque tem muitas pedras.
Ao lado dela está a Cachoeira Paraíso, mas a gente não encontrou o caminho que dá acesso. Só vimos um pedacinho e ouvimos o som da queda =(.
Saímos dos acessos para voltar pra cidade era mais ou menos 14h30 ou 15h. Estávamos com fome e tínhamos que arrumar as coisas pra partir. Tinha um senhor subindo, tava um sol danado, mas com cara de chuva, toró. Comentei com o Rodrigo de oferecermos carona, mas ele ficou na dúvida. Aí o tiozinho perguntou: “Ocês tão indo pra cidade?”. Respondi que sim e se ele queria carona. Ele disse: “Me larga lá, por favor”. Um sotaque de interior puxado... Ele tinha uns 70 anos e tava voltado do trabalho como pedreiro.
Deixamos o tiozinho e cinco minutos depois começou a cair um dilúvio bíblico. Ele se safou dessa! Fomos pra pousada, almoçamos, tomamos banho e dormimos antes de pegar a estrada.
Foi uma viagem curta, mas que rendeu. Queria ter tido mais dias, aliás, dias eu tinha porque tava de férias, mas grana pra ficar mais tempo eu não tinha. Um dia volto lá pra terminar de conhecer as tantas cachoeiras e grutas. S. Thomé tem uma energia tão positiva que dá muiiita vontade de morar lá.
Antes de partimos, no centro, o Rodrigo foi perguntar pra uns rastafáris se existia mesmo o chá de cogumelos, mas os caras desconversaram
. Compramos lembrancinhas e partimos. Ah, e no caminho de volta o pneu estourou!
TOTAL DE GASTOS: (para dois em dois dias e meio)
Combustível: R$250
Alimentação: R$130,50
Hospedagem: R$212
Total: R$592,50
GRUTA S. THOMÉ
MIRANTE NO CENTRO
CACHOEIRA DO FLÁVIO
CACHOEIRA DA EUBIOSE
CACHOEIRA VALE DAS BORBOLETAS - PARTE DE CIMA
VALE DAS BORBOLETAS - PARTE DE BAIXO
IGREJA PRINCIPAL
IGREJA DE PEDRA
CRUZEIRO
PIRÂMIDE
PÔR DO SOL
GRUTA SOBRADINHO
CACHOEIRA DO SOBRADINHO
CACHOEIRA DA LUA
VÉU DE NOIVA
O ESTILO DE S. THOMÉ
PNEU FURADO NA ESTRADA DE VOLTA