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  • Membros de Honra

Algumas trilhas você pode fazer sozinha na boa sem muita preocupação, pricipalmente as trilhas ao redor das cidades. Em volta de Lençóis tem vários lugares legais que dá pra ir sozinho.

 

Se quiser fazer um passeio mais longo e ir com guia será fácil você se juntar a um grupo; geralmente os guias vão formando o grupo com turmas diferentes que vão chegando na cidade. É muito fácil fazer amigos na Chapada Diamantina.

 

Se precisar de um bom guia pra as trilhas da Chapada a partir de Lençóis, você pode falar com o Zé Alves -> http://www.geocities.com/eversilva/bahia/chapada/trilha_lencois_fumaca.html

Estou sem o telefone dele mas é fácil encontrá-lo pela cidade.

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  • Membros

Olá,

Sem dúvida dá pra fazer as trilhas sozinha, mas uma dica muito boa é não se assustar se algum guia por lá ficar falando "Num aconselho fazer essa trilha sozinho, é muito perigoso" , " Vc pode ser arrastada por uma tromba d'água" e assim por diante.

Até dá pra entender tal atitude, pois o único trabalho para a maioria da população daquela região é o turismo...

Mas as trilhas mais conhecidas são muito fáceis e vc não encontrará problemas.

Agora em relação à encontrar um grupo por lá, fique tranquila. Lençóis é muito badalada durante todo o dia e noite tbm... é só fazer amizades com outros turistas...

Para visitar outros pontos mais distantes como: Poço Encantado, Poço Azul, E as grutas na região de Iraquara, num tem jeito mesmo, vc vai ter q contratar alguém pra fazer o transporte. Por exemplo, pra fazer o Poço Encantado e o Azul, as agências queriam cobrar 55 reais por pessoa. Consegui um contato muito bom por lá e contratei um senhor q tem um jeep JPX que cabe até 9 pessoas e saiu 28 reais... ae foi só encontrar uma galera q quisesse ir e pronto... o q num foi difícil hehehehe... e pra ir para as Grutas ficou em 20 reais p/ pessoa.

Não deixe de procurar pelo Sr. Victor quando for fazer o Poço Encantado e Azul ou as grutas em Iraquara, realmente sai muito mais em conta.

Diga à ele q foi o Marcel de São Paulo - o cara q formou um grupo de Israelenses para fazer os passeios com ele...

Realmente não deixe de visitar esses lugares... são fantásticos..

Victor Perdigão

(075) 33341226

(075) 99660155

Abraço e boa viagem...

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  • Membros de Honra

A dica de alugar um carro com o sêo Victor é uma boa mas sair num passeio com um grupo de israelenses é furada ! :-)) ... esse pessoal costuma ser muito chato ... prefira fazer os passeios com brasileiros mesmo ou em grupos de outros gringos que não sejam de Israel. Vai por mim.

 

Uma outra pessoa que também posso te indicar para fazer passeios de carro para os lugares mais distantes é o Renato :

Renatur Táxi & Tur

rua São Benedito (antiga rua dos Negros, em frente rio Lava-pés), s/n. Tel.: (75) 9963-1269

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  • Membros

oi, a chapada é um lugar muito bonito. são tantas as opções que um mês é pouco para se conhecer e aproveitar bem o lugar. estive lá duas vezes. na primeira conheci lençóis, pratinha (nenhuma trilha mas o lugar é muito bonito, mergulho em caverna e água cor de piscina), vale do capão (trilha fácil e movimentada que dá para fazer só para a cachoeira da fumaça e para muitas outras cachoeiras). depois fui para rio de contas. lugar bonito também, mas as melhores trilhas ficam longe e o aluguel de um jipe com guia são recomendados. mesmo assim fiz muitas trilhas sozinho mesmo.

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  • Membros

E aeeeeeeeee!!!!!!

Caraca... o pessoal de Israel foi o pessoal mais gente boa q conheci em todas as minhas viagens!!! E garanto q naum saum nem um pouquinho chatos... hehehheheh

E Ekimura, naum deixe de negociar o preço, com qualquer pessoa q seja... diga q um outro fez bem mais barato e vc conseguirá um belo desconto... nunca aceite o 1º preço q te derem... experiência própria.... hehehheheh

Abraços

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Olá pessoal, atualizei o mapa que fiz recentimente, agora tem a Cachoeira do Buração, Pico das Almas e toda e região em volta, todos com precisão de GPS, viajei recentemente 08/05/2005.

Peguem este programa para visualizar:

 

http://gpstm.com/port/download_port.htm

 

E o mapa está no meu site:

 

http://geocities.yahoo.com.br/isrcl/Chapada_Diamantina_BA.html

 

Boas Aventuras!!!

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  • 4 semanas depois...
  • Membros de Honra

Para aqueles que querem passar alguns dias em Lençóis, visitando as atrações da Chapada Diamantina e se hospedar em uma casa bem tranquila e confortável, ambiente familiar e com a típica hospitalidade baiana, não deixe de visitar a Casa de Dona Radi ...

 

"Modesta e aconchegante, antiga casa de garimpeiro, localizada em pleno centro histórico de Lençóis e apenas a uma quadra da Rua das Pedras, a Casa de Radi aluga quartos para turistas que desejam conhecer a Chapada Diamantina e que, entre uma aventura numa trilha e mergulhos nas cachoeiras, desejam recarregar as energias descansando o corpo num ambiente familiar e bastante tranquilo.

Dispõe de 2 quartos confortáveis no andar superior da residência e bem ventilados. O quarto de frente, com vista para a cidade, é amplo, tem duas janelas, e pode acomodar com conforto de 2 até 6 pessoas. O quarto de fundo com vista para o bairro e para as serras, perfeito para 2 pessoas, podendo acomodar até 4 pessoas. Todos os quartos são equipados com banheiro privativo. Nossa cozinha pode ser utilizada pelos hóspedes para preparar refeições rápidas.

Radi, natural de Lençóis e conceituada professora do ensino médio, não economiza simpatia no trato com seus hóspedes, sempre zelando para que tenham uma agradável estadia numa das regiões mais belas do Brasil."

 

http://www.geocities.com/eversilva/bahia/casaderadi

 

Outra dica de Lençóis:

A Pousada Le Primole de Ana Figueiredo é um lugarzinho bem pequeno e aconchegante bem no centrinho de Lençóis. Na mesma casa, no andar inferior funciona um restaurante vegetariano onde você pode provar umas das comidas mais saborosas da cidade.

O café da manhã é algo inesquecível. Bananas fritas com canela, iogurte natural com mel e uvas passas, deliciosos pães caseiros doces e salgados, sonhos, geléias, suco de frutas, café&leite ...

"Esta pousada, de propriedade de Ana Figueiredo, é pequena e bem intimista, o que torna o clima familiar ainda maior dentro da pousada. No andar de baixo funciona o Restaurante Sopas&Cia, também de Ana, que usa sua experiência de chef em restaurantes na Itália durante 7 anos para preparar sopas, saladas massas e sanduiches naturais com primor. Vale lembrar que na diária, (de aproximadamente R$25 por noite, por pessoa) o café da manhã (um mega-café, com pães caseiros, bolos, manteiga, geléia, queijo, frutas, leite, café, salada de frutas e iogurte natural) é incluso. A pousada tem uma suíte e outros dois quartos com beliches, para grupos. É necessário marcar com antecedência, através do telefone (75) 334-1975 ou do email [email protected]. "

http://www.triboaventura.com/2005chapada/infos.htm#hospedagem

 

O Festival de Inverno deveria acontecer em Agosto mas nos ultimos anos aconteceram alguns imprevistos e a data tem sido adiada. Rolou em Setembro e acho que até em Outubro em algum desses anos.

É um festival relativamente novo e ainda está se estruturando, acho que deve ser esse o motivo do adiamento de datas.

A cidade fica completamente lotada nos dias de festival; não é a melhor época para curtir a cidade, a não ser pelo shows e pela farra; de resto tudo lota e fica muito caro.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Fala pessoal.

Não quero jogar água do chopp de ninguém mas é bem diferente conhecer a Chapada Diamantina mochilando ou com transporte próprio, tudo em função do tempo que se gasta para a locomoção. É tudo muito longe e transporte público não há.

A primeira dica é definir realmente quantos dias ficarão por lá.

Em seguida faça um apanhado de todos os locais que ouvir falar e se puder agrupe por proximidade.

Por ex: a cachoeira do Buracão, assim como a cachoeira da Fumacinha ficam em Ibicoara, fica bem ao sul da Chapada Diamantina, prá lá de Mucugê (coisa de 160 Km). Se depender de carona pra ir de Lençóis até Ibicoara...sei não se vai conseguir.

Acho que o transporte pela região é o que mais acaba dificultando pois as trilhas em si são todas tranquilas, bem sinalizadas e conhecidas.

Para quem tem apenas uma semana e vai mochilar será preciso uma boa logística para conhecer ALGUNS dos pricipais pontos turísticos.

Quem quiser alguma dica pode entrar em contato.

Boa viagem.

 

Mario

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  • Membros de Honra

Concordo com o Mário, o transporte público entre as cidades é bem escasso. Existem alguns ônibus entre algumas cidades e também há carros de lotação mas não é muito frequente. Em Lençóis eles costumam ficar parados de manhã próximo à ponte do mercado.

 

Para se locomover por lá visitando diferentes cidades e as atrações que muitas vezes ficam longe você vai depender das agências. Alugar um carro é uma boa mas o custo acaba ficando bastante alto.

 

Bom, sem carro e sem querer sair com os passeios das agências você ainda pode andar. E isso é uma das grandes diversões da Chapada Diamantina... sair andando pelas trilhas e descobrir os lugares onde você não chega de carro, só mesmo andando. Estando em uma cidade ou vila você pode visitar andando as cachoeiras que ficam próximas ou mesmo as mais longe andando várias horas ou dias pelas trilhas, como a trila do Vale do Paty.

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  • Silnei changed the title to Chapada Diamantina

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      Segue o Whats da galera
      Agnaldo e Miguel –+55 75 9221-2159 Alto do Luar – +55 75 9128-2170 Seu Eduardo – +55 75 98190-7153 / +55 75 98247-9816 João (Dona Raquel) – +55 75 98127-1012 Igrejinha- +55 75 98330-5594  Prefeitura (Jailso e Maria) – +55 75 99131-9076 Dona Raquel – +55 75 99296-4664  Seu Jóia-  75 82758313
       
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      É isso por enquanto !!
      Aceito sugestões pessoal !!
      Mais uma vez grato pela atenção, e pela dedicação que todos tem em compartilhar, e auxiliar uns aos outros!!
      Saúde e alegria para toda vida !!!
    • Por Matheus Verdan
      Fala Desacelerados, 
      Nunca havia ido para o Nordeste Brasileiro de moto antes, fiquei completamente encantado com a beleza dessas terras e espero que vocês curtam o resultado desse vídeo. 
      O primeiro episódio da Expedição Nordeste vai te levar do Rio de Janeiro a Trancoso, na Bahia.
      Essa viagem foi feita por 2 integrantes, eu, Matheus Verdan, e minha linda, espetacular e aventureira namorada, Isadora Lessa.
      Conhecemos alguns pontos turísticos como:
      - Mosteiro Zen Morro da Vargem em Ibiraçu (ES);
      - Praia do Coqueiro em Trancoso (BA);
      - Praia do Espelho em Caraíva (BA);
      - Quadrado em Trancoso (BA);
      Passamos pelas cidades de:
      - Serra - Espírito Santo;
      - Trancoso, Porto Seguro - Bahia;
      ► Moto utilizada: CB500x 2015

      Espero que gostem do vídeo!!!!!
      Muito obrigado a todos os inscritos! Agradeço a cada um dos 6.000 Desacelerados que estão ajudando o canal a crescer e atingir mais pessoas!

      Bons ventos!
      Site Desacelerados:
      www.desacelerados.com.br
      ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
      Links úteis:
      Viagem de moto do RJ a Santiago no Chile, acampando por 6 dias em San Pedro de Atacama com uma Ténéré 250 (2018):
      https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw
      Vídeo sobre gasto total da viagem para o Chile com uma Ténéré 250:
      https://youtu.be/ewTS6nON73s
      Vídeo sobre qual moeda levar para a Argentina e Chile:
      https://youtu.be/0VVwJPe38xo
      Vídeo sobre preços e locais de camping e hostel | Melhor roteiro para o Deserto do Atacama e Santiago:
      https://youtu.be/ZS_h9xBbdpk
      Do RJ a Campos do Jordão na Megacyle 2017 e pegamos 0°C:
      https://youtu.be/Di3Iv9EY9co
      De moto ao Caribe Brasileiro em Arraial do Cabo | Região dos Lagos - Rio de Janeiro | DESACELERADOS:
      https://youtu.be/9PEK766rkPc
      Offroad Pesado com a Ténéré 250 | Atravessando rios e XL morreu afogada | Lídice - RJ:
      https://youtu.be/ha0x0HMsmUY
      Ténéré 250 pronta para tudo | Offroad em Silva Jardim com o MG Aventura RJ:
      https://youtu.be/-Z91yys9IrE

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      Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar.
      Para conferir todas as fotos de viagens siga nosso instagram: 
      @desaceleradoss https://www.instagram.com/desacelerad...
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    • Por karinerribeiro
      Olááá, como eu sempre gosto de dar muitas dicas por aqui e também deixar um registro pra ler na posterioridade, vou relatar um pouco de como foi minha viagem mais recente por 10 dias na Bahia.
      É a terceira vez que vez que volto a Bahia e a 2º em Itacaré e Barra Grande, a primeira vez que fui foi em Janeiro/2016 e não dei sorte, choveu o tempo inteirooooo nos dois destinos, mas quis voltar e ter uma segunda chance e deu certo.
      ROTEIRO:
      Itacaré - 5 dias - 20-25/07
      Barra Grande - 4 dias - 25-29/07
      Ilhéus - 1 dia - 29-30/07
      ITACARÉ:
      Dia 20/07 Voamos SP>ILHEUS e chegamos por lá por volta de 09:47. O aero de Ilhéus é muito bem localizado e muito central, fica quase a beira do mar também. Saindo de lá, pedimos um uber até a Rodoviária de Ilhéus pois já tínhamos comprado com antecedência o ônibus que iria nos levar até Itacaré, o valor foi de R$23 e chegamos na rodoviária em 15min. O trajeto demorou por volta de 2h e foi bem tranquilo pois o ônibus era bem confortável e a paisagem lindíssima.
      Chegando na rodoviária de Itacaré, fomos andando uns 10min até a pousada (a rodo de lá é bem pertinho do centro, da pra ir andando tranquilamente). Nos hospedamos na pousada Bicho Preguiça, bem no centro e perto da Pituba, rua principal da cidade, cheia de barzinhos, lojas e tudo mais. A pousada era um charme, com piscina, quartos grandes e bem arrumadinhos, a limpeza era feita todos os dias e o café da manhã muito gostoso, com tapiocas e ovos feitos na hora. Como estávamos em 3 pessoas, cada uma pagou r$290, no quarto quádruplo, pelos 5 dias.
      Como chegamos lá umas 14h, fomos almoçar na Pituba e seguimos até a Praia da Coroa pra pegar um barquinho que nos levasse até o Iemanjá Beach Club que fica bem em frente na Praia do Pontal. O barquinho custou R$5 por trajeto, R$10 ida e volta.
      O Iemanjá não cobra taxas de permanência, você pode escolher aonde quer sentar e passar seu dia, contanto que consuma no local. Os preços dos drinks variam de R$20 a r$40 e as cervejas de r$12 a r$20.  O lugar é incrível e ainda tem um dj tocando várias musicas.
      A noite, fomos comer no restaurante Espaço Brasil, eles tem um ambiente todo descolado e muito lindo, vale a pena conhecer.


      Iemanjá Beach Club.

      Rua da Pituba e Rua Passarela da Vila

      Espaço Bom Brasil
       
      Dia 21 e 22/07 No dia seguinte, dia 21, o tempo ficou bem chuvoso, então fomos pelo centro e terminamos o dia com alguns novos amigos no Favela Bar, um bar muito famoso em Itacaré.
      Dia 22, amanheceu chovendo, mas assim que deu uma parada, nós resolvemos dar um pulinho nas praias mais perto do centro e que dá pra ir andando, que são:  Praia do Resende, Praia da Tiririca, Praia da Costa e Praia da Ribeira. São todas lindíssimas, mas como o tempo ainda não estava firme, quando chegamos na Tiririca paramos em um quiosque para comer e acabamos ficando lá por um bom tempo devido a chuva forte.
      A noite, fomos andar pelo centro, comprar lembrancinhas, tomar umas cachaças da região, comer acarajé e terminamos o dia no bar chamado Squash, na rua da Pituba, que estava com música ao vivo e bem animado.


       
      Dia 23/07 O sol saiuuuuuu, finalmente! Aproveitamos pra fechar um passeio chamado de 4 praias, onde você percorre por trilha as praias de: Itacarézinho, Camboinha, Havaizinho, Engenhoca e finaliza o dia na Cachoeira do Tijuípe. O passeio dura o dia todo, pagamos r$100 reais por pessoa, e fechamos com a Natalia, da empresa Brazil Trip Tour, super recomendo.


      Itacarezinho

      Camboinha e Havaizinho
       
      Dia 24/07 Mais um dia lindooo se sol e felicidade kkkk tiramos o dia para ir até o São José Beach Club, que fica localizado na Praia de São José, aproximadamente uns 15/20min de Itacaré. Nós fechamos com um taxista para nos levar e depois buscar e pagamos r$120, foi um preço razoável visto que era uma pessoa de indicação e confiança. Só recomendo ir ao São José de carro ou táxi, pois a descida até o Beach Club, que também é um Hotel, é por estrada de terra e bem longa, e você só pode descer se tiver identificação na portaria, por isso, não esqueça de reservar.
      A praia também tem acesso por trilhas e é de uma beleza incrível, cheia de coqueiros e bem vazia.
      A reserva no São José deve ser feita com antecedência e eles tem uma taxa de r$100 reais por pessoa com r$50 revertido em consumação, caso fique sentado nas cadeiras ou mesas ao redor da piscina. Para ficar nos bangalós, que são um pouco mais confortáveis, é cobrado r$150, com r$100 revertido em consumo, PORÉM, é preciso reservar para no minimo 6 pessoas. Eu sinceramente super recomendo ficar nas mesas normais, são super confortáveis e bem mais baratas.
      O beach club é incrível, com uma piscina linda de morrer, com a praia bem em frente e com preços razoáveis para o local. Drinks a partir de r$25, cervejas a partir de r$15 e pratos dos mais variados preços. Eles também dispõe de vários tipos de massagem, que podem ser reservados no mesmo dia. Eu me presenteei com uma massagem relaxante de 30min e paguei r$80. Valeu caaadaaa centavo, foi incrível.



      São Jose Beach Club
       
      Dia 25/07  Dia de acordar cedinho, e partir para a rodoviária de Itacaré, com sentido a Camamu. Nosso ônibus de ITACARÉxCAMAMU custou por volta de r$25 e levamos 1h30 para chegar a Camamu. De Camamu pegamos uma lancha na Camamu Adventure, localizada bem em frente a mini rodoviária de lá. Custou r$40, mas como pegamos ida e volta (com horário pra volta em aberto, podendo embarcar em qualquer horário que a empresa fizesse) pagamos apenas r$35 por trecho. De lancha até Barra Grande é por volta de 40min e a viagem é razoável, não enjoa muito, mas ao chegar mais perto de BG balança bem mais. Eu não costumo ter enjoo, mas tenho um nervoso danado de barco balançando, porque não sei nadar hehe então ja viu, passei vários frios na barriga hahaha
      Do píer até a pousada, foram cerca de 10min andando, era bem pertinho do centrinho. Ficamos hospedadas na pousada El Capitan, muito charmosa, com piscina, quartos grandes e confortáveis e tudo bem limpinho. Só senti falta de uma maior receptividade pois não encontrei ninguém que poderia me tirar dúvidas sobre o que eu precisasse, o check-in e o check-out foram feitos pelas senhoras que limpavam a pousada, não entendi nada, mas tudo bem...seguimos. Pagamos r$261, pra duas pessoas, em duas diárias, sem café da manhã.
      Deixamos as coisas no quarto, trocamos de roupa e fomos rumo ao centro almoçar. Anotem essa dica: o restaurante da Pousada da barra tem a melhor carne de sol e feijão tropeiro que já comi. A refeição bem farta para duas pessoas foi r$60 e nossa, comeria mil vezes.
      Saindo de lá, fomos dar uma voltinha na praia a esquerda do Pier, a faixa de areia é bem pequena e estava quase deserta, uma delícia pra aproveita o mar calminho e deixar os pertences na areia sem preocupação, encontramos ate alguns bangalôs cobertos e sem nada nem ninguém. Resolvemos finalizar o dia e ver o por do sol no Bar da Praia, SUPER recomendo a visita, é maravilhoso. Como já estávamos pertinho da pousada, voltamos pra la, nos arrumamos e fomos conhecer o Garden restaurante e pizzaria, onde comemos uma pizza mara e tomamos um drink ótimo. O clima do restaurante é uma delícia e ainda tinha musica ao vivo.

      Pousada El Capitan


      Bar da Praia

      Garden restaurante
       
      Dia 26/07 Dia de conhecer o outro lado de Barra Grande e ver o por do sol na Ponta do Mutá. Seguimos andando a direita do pier, sentindo o Mutá, existem vários restaurantes incríveis e em frente a praia, mas optamos por parar no Obar. Atendimento ótimo, preços bons e localização excelente. Pedimos uns drinks muito bons e umas cervejinhas após.
      Pouco antes do sol se por por completo, resolvemos voltar. A faixa de areia não é muito grande nessas praias e a maré sobe muito rápido, como decidimos voltar pela praia, quase ficamos ilhadas kkkkk tivemos que fazer um certo malabarismo por meio das casas, foi tenso, aconselho a voltar mais cedo ou ir pela estrada de areia.
      Finalizamos o dia no Eita Bar, com dose dupla de gin tonica uhuuu! Mas como começou a chover muito forte, compramos umas cervejas nos mercadinhos e ficamos bebendo na pousada.
      A cidade de Barra Grande é BEM roots, toda de areia, então qualquer chuvinha alaga bastante e forma varias poças. Lá também é mais desacelerado, com pouco comércio, então é o lugar perfeito pra descansar e aproveitar as praias.


       
      Dia 27/07 Optamos por ficar 2 dias no centro de Barra Grande e mais dois dias em Taipu de Fora, para curtir as praias paradisíacas e as piscinas naturais. Fechamos de ir de Jardineira individual até a nossa pousada em Taipu, como tinha chovido na noite anterior a estrada (de areia, lembram?) tava um caos, segue foto abaixo kkkkk demoramos cerca de 30min de muito balançar até chegar na SUP House.
      A SUP é um sonhooooo, foi a pousada mais cara, pagamos R$797 em duas diárias para duas pessoas, com café da manhã. Ela fica muito bem localizada, pertinho da praia de Taipu, e o quarto é um sonho...enorme, com rede, torneirinha para lavar os pés e tudo muito espaçoso e clarinho.
      Saímos rapidinho em direção a praia, e meu deus, a coisa mais linda que já vi. O sol tava torrando, e a água clarinha. Depois de muito andar, paramos no Bar das Meninas, como era baixa temporada eles não estavam cobrando taxa para sentar em nenhum lugar do bar, que é enorme. Então sentamos, pedimos uns drinks e um dadinho de tapioca que estavam deliciosos. Os valores são bem em conta pro lugar, por volta dos mesmos preços que pagamos nos anteriores. Ficamos a tarde toda relaxando e curtindo o mar. A noite voltamos pra pousada e ficamos curtindo a piscina e relaxando nas redes.

      Caos da estrada

      Quarto na SUP House.

      A belíssima praia de Taipu de Fora.


      Bar das meninas.

      Piscinas naturais.
       
      Dia 28/07 Aproveitamos nosso ultimo dia para alugar um quadriciclo e andar mais ao sul de Barra Grande, um dia todo com o quadri pagamos r$150+r$50 de gasolina. Foi uma experiência muito muito irada e inesquecível. Porem, fomos um pouquinho loucas hahaha eu queria muito conhecer a Praia de Algodões, mas como a estrada ainda tava muito esburacada, foi um pouco complicado de chegar lá, levamos cerca de 50min e foi bem exaustivo também. 
      A praia de algodoes é linda demais, com uma faixa de areia bem extensa, muitos coqueiros e mar calmo. Como a maré estava muito baixa, tinha muitas pedras, que não facilitava o banho de mar. Como paramos em um quiosque, almoçamos por lá, bebemos umas cervejinhas, e mais tarde voltamos a Taipu de Fora. 
      Voltamos e percorremos a praia, parando em outro quiosque chamado Point do Surf para finalizar nossa tarde e curtir nosso ultimo diazinho em Barra Grande.  A noite fomos até o Odoyá Lounge Bar, restaurante de um senhor muito simpático, que conversou com a gente por horas. Sem falar na comida maravilhosa e bem servida.
      Foi nessa noite que eu vi o céu mais estrelado da minha vida, a coisa mais linda do mundo.


      Praia de Algodoes

      Odoyá 
      Dia 29/07 e 30/07 Ultimo diaaaaaaa e tristeza infinita de ir embora desse paraíso.
      Depois de um café da manhã forte, fomos a praia curtir o incio do dia e voltamos a pousada pra curtir a piscininha enquanto podíamos. Aproveitei pra tirar algumas fotos de lá e me despedir desse lugarzinho mágico.
      Combinamos com o rapaz da jardineira para nos buscar na SUP as 11h, para irmos ate o Pier de Barra Grande e pegar a lancha de volta a Camamu.
      De Camamu pegamos um ônibus com destino a Ilhéus, com um trajeto de 2h30. Foi super tranquilo e chegamos na hora indicada. Seguimos da rodoviária de uber até o nosso hotel por um dia, mas como chegamos lá tarde, o sol já tinha se posto. Resolvemos nos arrumar e ir conhecer o centro de Ilhéus, a Bar Vesúvio e jantar.
      Voltamos ao hotel mortinhas. No dia seguinte tomamos um café bem reforçado e seguimos rumo ao aeroporto pra voltarmos a SP.


      SUP House


      Ilhéus.

       
      Dessa vez, Itacaré e Barra Grande me agraciaram com tempos variados, mas predominantemente ensolados, e eu não poderia ser maisssss grata.
      GRATIDÃO demais, foi incrível!
      No meu instagram, tem um destaque pra cada destino e acredite, foi ainda mais lindo que apenas nessas fotos: @karinerribeiro 
      Beijocas e até a próxima!
       


    • Por MThebaldi
      Viagem de casal. ❤️
      Tempo da Viagem: cerca de 15 dias, incluindo translados.
      Origem: Colatina/Espírito Santo.    Destino: Chapada Diamantina/Bahia.
      Meios de transporte: Carro próprio de Colatina até Vitória/ES. Avião de Vitória a Salvador/BA (com conexões). Carro (Mobbi) alugado em Salvador – cerca de R$100,00 por dia de aluguel. (Na volta – avião até Vitória/ES e carro próprio até em casa – Colatina.)
      Andados com o carro alugado: 2.000 km.
      Valor médio da gasolina nesse período: R$6,25.
      Quando: agosto de 2021
      Valor total por pessoa, sem contar as passagens de avião, pois usamos “milhas”: cerca de R$7.000,00. Total (sem o translado de avião): R$14.000,00.
      Localidades que nos hospedamos na Chapada Diamantina, nessa ordem: Ibicoara, Mucugê, Vale do Capão, Lençóis.
      Lugares que visitamos (em ordem aleatória): Cachoeira do Buracão, Cachoeira da Fumacinha, Cachoeira do Licuri, Projeto Sempre Viva, Museu do Garimpo, Ruinas do Garimpo Diamantino em Igatu, Cachoeira das Raízes, Poço Encantado, Poço Azul, Pantanal Marimbus, Mirantes do Vale do Pati, Cachoeira da Fumaça, Pôr do Sol na Cachoeira do Riachinho, Trilha das Águas Claras, Pinturas Rupestres na Serra das Paridas, Gruta da Lapa Doce, Pôr do sol no Morro do Pai Inácio, Cachoeira do Mosquito, Fazenda Pratinha, Poço do Diabo.
      Quanto aos guias: Tinha indicação de dois guias por conta de um colega que já tinha feito esse passeio. Esses dois guias indicaram os outros guias que contratamos. Foram eles: Marcinho (Ibicoara), Davi e Guido (Mucugê), Alexandre (Vale do Capão) e Jajal (Lençóis). Tratei sobre as datas dos passeios com os guias pelo WhatsApp, antes da viagem.
      Obs.: Nos dias de translado, sendo possível, fizemos passeios por conta própria.
      Locais que nos hospedamos em toda a viagem:
      Salvador – Reserva feita pelo Booking - Onix Hotel Aeroporto – foi 1 diária – Valor: R$ 126,00.
      Ibicoara – Reserva feita pelo Booking - Hotel Raio de Sol – foram 4 diárias – Valor médio por diária: R$135,00.
      Mucugê – Reserva feita pelo Booking - Pousada Recanto da Chapada – foram 3 diárias – Valor médio por diária: R$160,00.
      Vale do Capão – Reserva feita pelo Booking  - Pousada Pico da Vila – foram 2 diárias – Valor médio por diária: R$120,00.
      Lençóis - Reserva feita pelo Airbnb – Chalé Charme-Lua, no Complexo Halley – foram 4 diárias  - Valor médio por diária: R$92,00.
      Olá mochileiro! Olá mochileira!
      Sou muito grata pelo site mochileiros.com e, após fazer essa viagem, resolvi retribuir todas as informações preciosas que colho do site, no planejamento das nossas viagens.
      Minha tentativa e dar uma noção geral de uma viagem de cerca de 15 dias para a Chapada Diamantina (BA), de forma itinerante (passando de cidade em cidade), usando um carro alugado, incluindo impressões e valores gastos de forma geral, incluindo as entradas cobradas para conhecer as cachoeiras e afins. O momento econômico do Brasil é de inflação alta, então já tínhamos uma noção que não sairia barato. Como ficamos dois anos sem viajar por conta da Pandemia do Corona Vírus, juntamos uma grana e resolvemos ir assim mesmo. Meu intuito é ajudar de uma forma efetiva no planejamento de quem pretende fazer uma viagem para a Chapada Diamantina, de alguma maneira.
      O que colocamos de especial nas malas: Algumas roupas de frio, já que estamos no inverno e em Ibicoara e Mucugê, por serem lugares altos, faz um friozinho. Corta-vento para levar nas caminhadas, pois em alguns pontos tem vento muito frio. Toalhas de banho de microfibra para os passeios nas cachoeiras. Roupas de banho – usadas em todos os passeios. Muitas roupas leves para caminhada e de proteção UV. Chapéus e bonés. Protetor Solar. Tênis de caminhada e botas de caminhada.
      Obs.: não usamos as lanternas que levamos. Não foi necessário, já que nas grutas e cavernas recebemos os equipamentos na entrada e os guias que contratamos levavam esse tipo de equipamento nos passeios.
      12/08 – Sem guia – Translado de carro próprio e avião até Salvador.
      Saímos de Colatina/ES. Fomos de carro até Vitória, deixamos o carro no estacionamento do Aeroporto. Voamos para Salvador/BA (fazendo conexão em Belo Horizonte – MG).  Chegamos a noite e nos hospedamos no Onix Hotel Aeroporto para passar a noite.
      Impressões sobre a cidade de Salvador e do Hotel: O taxi até o Hotel era perto e foi muito caro na minha opinião, cerca de R$35,00.  Estávamos cansados e resolvemos seguir logo, já que o carro do taxista estava parado na nossa frente. Muito movimentado, muitos carros, típico das capitais. O quarto do Hotel tinha uma estrutura legal, mas não tinha cobertor a disposição. Fez um friozinho a noite e não tinha com o que cobrir. Resolvi não pedir na recepção, mas podia ter feito. Também tinha muito mosquito no quarto. No meio da noite chegaram umas garotas no quarto ao lado – gritando, rindo, bagunçando, pareciam bêbadas - e fizeram isso por um bom tempo. Atrapalharam o sono e o descanso. Foi bem desagradável.
      13/08 – Sem guia - Translado de carro alugado para Ibicoara.
      Fomos até a Movida e alugamos um Mobbi (que é, na minha avaliação, um carro valente e o mais barato). O valor total ficou em torno de R$1.304,00 (13/08 a 26/08/21). Saímos de Salvador por volta das 08:00 e fizemos uma viagem de cerca de 459 km. Chegamos em Ibicoara por volta das 16:00, mesmo com as paradas para ir ao banheiro e para o almoço. Nesse percurso pegamos um caminho que incluiu um trecho de estrada de chão bem isolado, irregular, passando até por trechos alagados – na chegada a Ibicoara. Foi interessante, apesar do sacolejo.
      Demos entrada no Hotel Raio de Sol (Ibicoara) e fomos conhecer a cidade a pé. Uma coisa que nos chamou a atenção é que o comércio lá, em geral, abre cedo e funciona até as 19:00. Tivemos o entendimento que se trata de comércio familiar. Compramos algumas coisinhas que faltavam, tomamos um café. Fizemos contato com o guia Marcinho pelo WhatsApp e combinamos os passeios para os dois dias seguintes. Jantamos um caldo verde no Bistrô Arte e café.
      Sobre o Hotel Raio de Sol: Hotel bom, limpo, bom café da manhã bem completo com ovos mexidos, pães, bolos, café, leite, sucos. Achamos interessante servirem farofa no café da manhã. hehehe
      Indicamos na cidade de Ibicoara:
      Michas – a melhor tapioca “ever”, simpatia total da proprietária Michele, excelente atendimento. Café de qualidade para quem gosta de café especial.
      Bistrô Arte e Café – dos simpáticos Eduardo e Pérola. Caldo verde com a melhor prosa. (Abre de quinta a sábado à noite).
      14/08 – Com guia – Cachoeira do Buracão
      Acordamos, tomamos o café no Hotel e as 9:00 saímos com o guia Marcinho para o passeio na Cachoeira do Buracão. Fomos de carro (o guia foi com a gente), pegamos uma estrada de chão e chegamos numa portaria: Pagamos uma taxa de R$15,00 por pessoa. Detalhe: o guia não paga e também não paga nos almoços.  Nesse ponto recebemos, cada um, um colete salva vidas que é obrigatório para entrar na cachoeira do Buracão.
      O guia cobrou R$ 150,00 para o passeio do casal – C. do Buracão.
      Nessa caminhada passamos pelo Rio Espalhado e conhecemos outras cachoeiras como a das Borboletas, Buracaozinho, Recanto Verde. Lá tem um ponto de Rapel bem bacana, mas optamos por não fazer.
      Fizemos uma caminhada com trechos de subida e chegamos até a entrada do Buracão. Lá deixamos nossas coisas e entramos (de colete) na água. Passamos por um Canion e saímos dentro da cachoeira do Buracão. Ela é linda e imponente. Tem um grande poço. A água é  muito limpa, embora seja num tom naturalmente amarelado. Estava bem fria a água, mas logo nos acostumamos. Foi uma ótima experiência. Ficamos ali, curtindo a cachoeira e retornamos em caminhada.
      Aí passamos pela parte de cima da cachoeira do Buracão. O visual é bem bonito. Seguimos e na chegada à portaria, um senhor vendia água de coco – nos deliciamos e partimos de carro para o almoço, a alguns quilômetros dali, no Restaurante Mirante da Chapada. Comida boa, bem caseira.
      Chegamos na pousada por volta das 15:00, tomamos um café com a melhor tapioca na “Michas” e compramos mantimentos para a caminhada do dia seguinte no comércio local (pão de misto, barrinhas de cereal, frutas) além de um secador de cabelos bi volt já que lá na Bahia a energia é 220v, e no ES é, em geral, 110v.
      A noite, jantamos um caldo verde no Bistrô Arte e Café.
      Fomos dormir cedo, pois o dia seguinte seria mais cansativo.

      15/08 – Com guia – Cachoeira da Fumacinha.
      Não deu pra tomar café da manhã no Hotel, nesse dia. Saímos do quarto por volta das 6:00 e tomamos café numa padaria local. Saímos de carro com o guia Marcinho – que nos cobrou R$300,00 o casal para nos guiar - exatamente as 6:30 da manhã. Seguimos até o estacionamento na fazenda do Sr. Marão.  Não tem taxa de entrada. Iniciamos a caminhada de cerca de 18km, no total, com longo trecho de pedras (leito de rio) e escalaminhadas. Foi bem cansativo mas valeu a pena. A cachoeira é linda, linda. Fica dentro de um cânion bem escondido. Ficamos cerca de 1 hora contemplando. O retorno ao estacionamento se deu por volta das 16:00 e tomamos uma jarra de caldo de cana do Sr. Marão como se fosse a coisa mais importante do mundo. Kkkk Faltou água no caminho. Nesse dia não teve almoço.  Voltamos ao hotel por volta das 16:00. Tomamos um café com tapioca na Michas e jantamos caldo verde com prosa no Bistrô Arte de Café.
      Algumas dicas para esse passeio: Vá se bota de caminhada, se tiver. Leve bastante água. Treine antes (foi o que fizemos).  Leve comidas para suprir a falta do almoço.

      16/08 – Sem guia – Cachoeira Licuri e Cachoeira das Raízes
      Acordamos cedo e ficamos por nossa conta nesse dia.
      Fomos conhecer a cachoeira Licuri (entrada R$10,00) e de lá seguimos caminhando para a cachoeira das Raízes.
      Comemos a famosa “coxinha de jaca”, que lembra um pouco o sabor do nosso pastel de palmito (no ES). Tem em vários estabelecimentos que vendem no caminho das principais cachoeiras.
      Sem pressa, esse dia foi de curtir e descansar um pouco.
      Tomamos um café com tapioca na Michas e a noite comemos uma pizza na Pizzaria Trilheirus.

       17/08 – Sem guia – translado para Mucugê – Cemitério Bizantino, Museu do Garimpo e Cachoeira do Tiburtino.
      Acordamos cedo e arrumamos as malas. Partimos de carro para a cidade de Mucugê. Conhecemos o Cemitério Bizantino (não paga nada pra entrar).
      Demos entrada na pousada Recanto da Chapada. Quarto limpo, amplo, pousada bem bonita.
      Almoçamos no centro de Mucugê, em frente à praça, no restaurante do Sr. Zeca, cuja receptividade e boa comida não esqueceremos.
      Conhecemos nesse dia o Museu do Garimpo (entrada a R$10,00 por pessoa) e fomos ao Projeto Sempre Viva (R$15,00 por pessoa). Lá conhecemos a Cachoeira da Piabinha (que estava com pouca água) e a cachoeira do Tiburtino (que tinha bastante água, por se de um afluente diferente) e ficamos lá um bom tempo curtindo.
      A tarde lanchamos no Bistrô Café Preto e depois jantamos um caldo delicioso no Café São João – da esposa do sr. Zeca.
      Combinamos com o guia, o Davi, o passeio no dia seguinte (cobrando pelo dia R$200,00).

       
      18/08 – Com guia – Poço Encantado, Poço Azul (banho), Olho D'água e Pantanal Marimbus
      Tomamos um ótimo café da manhã – elogio à pousada Recanto da Chapada. Seguimos, as 9:00 com o guia Davi para o Poço Encantado onde pagamos uma taxa de cerca de R$25,00 por pessoa. Lá não pudemos entrar na água, mas vale muito a pena, pois é uma visão diferenciada. Depois seguimos para o Poço Azul, cuja taxa de ehntrada foi de cerca de R$35,00 – onde pudemos os banhar nas águas azuis e límpidas de uma caverna por 15 minutos. Almoçamos lá mesmo, na entrada do Poço Azul e seguimos para o Olho D´água (Taxa: R$10,00 por pessoa) onde nos banhamos em água cristalina por um bom tempo.
      Seguimos então de carro para o Pantanal Marimbus – pagamos uma taxa (cujo valor não me recordo mais) e seguimos, no último horário, as 16:00, para o passeio. 
      Foi um passeio maravilhoso, vale muito a pena. Ficamos lá e hacompanhamos o pôr do sol.
      A noite, jantamos novamente no Café São João.

      19/08 – Com guia – Mirantes Vale do Pati
      Acordamos cedo, tomamos café e as 8:30 estávamos prontos para iniciar o passeio pelo Vale do Pati. Pegamos o carro, o guia Guido foi com a gente. O guia cobrou R$200,00 para nos guiar nesse dia.
      Chegamos a um estacionamento e deixamos o carro iniciando a jornada de 23 km até o fim do passeio. Passamos por subidas em brechas no paredão de pedra, visuais incríveis. Uma visão maravilhosa de dois mirantes com vista para a cachoeira do Escondido, além de outros mirantes com visão para o Vale do Pati.  Chegamos na pousada a noite. Bem cansados. Valeu muito a pena e combinamos de, no futuro, voltar e fazer a caminhada inteira no vale do Pati, que são cerca de 5 dias andando pelo vale, com hospedagem e alimentação na casa dos moradores locais.
      A noite conhecemos a pizza do Beco da Bateia. A “bateria” da gente tinha realmente acabado. O stress também. Lugar lindo.

      20/08 – Sem guia –  Igatu e translado de Mucugê para Vale do Capão
      Acordamos cedinho, tomamos um café reforçado, refizemos as malas, acertamos com a pousada e partimos de carro para conhecer Igatu – que fica nas proximidades de Mucugê. A localidade tem muitas ruinas de antigos garimpos. Uma cidade de pedra. É uma vila bem bonita.
      Voltamos de carro para almoçar no restaurante da Rose, em Mucugê, irmã do sr. Zeca. Melhor almoço da Chapada.
      Partimos então na missão de chegar ainda de dia em Vale do Capão. A viagem foi como o esperado, quase toda em estrada de chão, com alguns trechos de bastante sacolejos.
      A Pousada Pico da Vila, que ficamos, fica bem perto a praça central e de lá tínhamos vista privilegiada para as apresentações culturais. E o barulho não privilegiado também. Mas não atrapalhou tanto. Chegamos lá na sexta-feira e estava bem movimentada. Rolou um som bacana até meia noite na praça.
      Jantamos num restaurante italiano com música ótima. Fizemos um rolê para conhecer um pouco a vila. E combinamos com o guia local, o Alexandre, que já foi competidor de MTB, nosso passeio para o dia seguinte. Ele cobrou R$200, por dia.
      Fomos ao supermercado para comprar os mantimentos e os lanches para o café da manhã e caminhada do dia seguinte, já que a pousada não oferecia café da manhã.

      21/08 – Com guia – Trilha Águas Claras e pôr do sol no Riachinho
      Acordamos cedo e tomamos um café da manhã na cozinha da pousada por nossa conta.
      Por volta das 09:30 partimos com o guia, Alexandre, para a trilha das Águas Claras. Após uma caminhada de aproximadamente 2 horas, chegamos no destino. Tomamos banho de cachoeira, curtimos o ambiente, tiramos muitas fotos, almoçamos nosso lanche lá mesmo.
      Voltamos e por volta das 16:00 fomos para o Riachinho ver o pôr do sol. Lá pagamos para entrar uma taxa de R$10,00 por pessoa. Curtimos a cachoeira, os visuais, o pôr do sol e partimos para tomar um café especial no Nutrir Café, com bolo de frutas vermelhas.
      No jantar, comemos uma pizza local.

      22/08 – Com guia – Cachoeira da Fumaça, translado para Lençóis
      Acordamos cedo, arrumamos as malas, tomamos um café no Nutrir Café e partimos com o guia para a Cachoeira da Fumaça (visão de cima), com cerca de 400 metros de altura.
      Na entrada pagamos uma taxa de R$ 11,00 por pessoa (valor opcional). Após um longo trecho de subidas e cerca de 2h e 30min de caminhada chegamos aos mirantes. Uma maravilha da natureza. Após a descida, já com a malas no carro, partimos para Lençóis (a 4ª e última cidade a visitarmos).
      Chegamos em Lençóis, pelo asfalto. Em torno das 16:00 já estávamos dando entrada no Airbnb, com o anfitrião, sr. Marcos. Ficamos no chalé Charme-Lua.
      Então fomos conhecer o comércio e os restaurantes locais e comemos uma pizza no centro histórico.
      Contactamos o guia que nos acompanharia nos três dias seguintes, o Jajal (também ciclista).  Ele cobrou R$150,00 por dia.

      23/08 – Com guia – Cachoeira do Sossego
      Acordamos cedo, e saímos para o café por volta das 7:20 da manhã. Achamos uma padaria e as 8:00 saímos a pé com o guia Jajal, do centro da cidade, para o passeio até a cachoeira do Sossego.  Num total de 12 km de caminhada. Acontece que no meio do caminho choveu. E boa parte da caminhada era de leito de rio, em cima de pedras. As pedras ficaram muito, muito lisas e isso tornou os boa parte desses quilômetros um trabalho de equilíbrio, escolhas difíceis e muitos escorregões.  Ficamos algum tempo esperando a chuva mais intensa passar. A cachoeira é linda e valeu a pena mas no final, após alguns banhos de chuva fria, estávamos só a capa do Batman, bem cansados. No final, também passamos pelo Ribeirão do Meio, com uma cachoeira bem  bonita. Chegamos em Lençóis já era noite. Jantamos bife à parmegiana num restaurante mais reservado, sujos e úmidos mesmo. Tomamos um café especial, comemos um bolo de sobremesa. Fomos para o quarto e apagamos.

      24/08 – Com guia – Serra das Paridas, Cachoeira do Mosquito e Pôr do Sol no Pai Inácio
      Acordamos cedo e saímos para o café por volta das 7:20 da manhã. Tomamos café da manhã na padaria e seguimos de carro, com o Jajal até a entrada da Serra das Paridas. Pagamos um valor em torno de R$25,00 por pessoa para conhecer o sítio arqueológico. Foi a primeira vez que vi pinturas rupestres com meus próprios olhos.  Achei o máximo. Iago, funcionário do sítio, explicou muitas coisas legais do local.
      De lá fomos almoçar (na entrada da cachoeira do Mosquito tem um restaurante) e conhecer a Cachoeiro do Mosquito, pagamos uma taxa de entrada de cerca de R$15,00 por pessoa. Linda cachoeira. Nos banhamos, tiramos foto e, relaxamos. Partimos então para conhecer o pôr do sol no Morro do Pai Inácio.  Pagamos uma taxa na entrada, no valor de R$12,00 por pessoa, subimos e ficamos curtindo. O clima esfriou, lá de cima tem muito vento. Tiramos muitas fotos e descemos. Chegamos de carro em Lençóis já era noite. Jantamos comida italiana e tomamos um café especial com bolo.

      25/08 – Com guia – Poço do Diabo, Gruta Lapa Doce e Fazenda Pratinha
      Acordamos cedo e saímos para o café por volta das 7:20 da manhã. Tomamos café da manhã na padaria e seguimos de carro, com o guia Jajal, até a entrada do rio Mucugezinho. Lá compramos presentes de artesanato local. Não pagamos taxa. Fomos caminhando até o Poço do Diabo que é lindo. Voltamos para a portaria, andando e pegamos o carro novamente. Seguimos para a Gruta Lapa Doce. Lá almoçamos (tem um ótimo restaurante na entrada) e custou R$100,00 para o casal a entrada na gruta com guia próprio de lá. Fomos aparelhados com uma lanterna e seguimos para a Gruta que está passando por um plano de manejo, devido a isso nos foram explicadas as regras de visitação. Foram cerca de 40 minutos conhecendo locais de escavação de fósseis, como o tigre dente de sabre, preguiça gigante, dentre outros, além de interessantes formações calcárias. Segundo o guia local, ali já foi mar por três vezes.
      Seguimos então para a fazenda Pratinha, onde pagamos uma taxa de entrada de cerca de R$60,00 por pessoa. Lá dentro tem possibilidade de curtir na tirolesa, fazer flutuação, e andar de caiaque pagando uma taxa extra. No entanto, aproveitamos o que o valor da entrada dava direito, conhecer a Gruta Azul e nadar no poço de água transparente. Ficamos renovados e ao entardecer seguimos de volta para Lençóis. Acertamos com o guia e jantamos caldo de feijão (eu) e Baião de Dois (marido). Comemos um doce local e compramos presentes para trazer para os familiares.

      26/08 – Translado para Salvador (carro), avião para Vitória e retorno a Colatina (carro).
      Acordamos cedinho, arrumamos as malas e iniciamos a jornada de 428 km de Lençóis a Salvador. Almoçamos num posto de gasolina no caminho. Comida bem cara.
      Entregamos o carro na Movida, pegamos o transporte para o Aeroporto Internacional de Salvador/BA, despachamos as bagagens, aguardamos nosso vôo e embarcamos por volta das 19:00. Foram horas e horas de avião (fizemos conexão em São Paulo – Aeroporto de Vira Copos) e chegando ao Aeroporto de Vitória/ES pagamos o estacionamento do nosso carro (Cerca de R$400,00 para os 15 dias). Por volta de 1:00 da manhã partimos de carro para Colatina. Chegamos em casa por volta das 3:00. Fim da viagem e retorno para as patinhas dos nossos bichinhos.





    • Por felipenedo
      Olá viageiros,
      Vou passar 8 dias na Chapada Diamantina e preciso de ajuda com algumas dúvidas que estou tendo dificuldades de encontrar detalhes.
      Vou estar de carro.
       
      O roteiro está assim:
      Dia 1 – Salvador - Palmeiras  -  Devo chegar tarde e não devo fazer nada esse dia
      Dia 2 – Palmeiras  -  Cachoeira da Fumaça e Cachoeira do Riachinho
      Dia 3 – Lençóis  -  Pratinha e Morro do Pai Inácio
      Dia 4 – Lençóis  -  Poço Encantado e Poço Azul
      Dia 5 – Andaraí  -  Pantanal de Marimbus e Cachoeira do Roncador
      Dia 6 – Ibicoára  -  Cachoeira do Buracão
      Dia 7 – Ibicoára  -  Cachoeira da Fumacinha
      Dia 8 – Volta para Salvador
       
      O que vocês acharam do roteiro? Funciona bem? Cabe encaixar alguma coisa que ficou faltando?
       
      Aí de cara eu já tenho algumas dúvidas...
      Dia 3 – Quanto tempo vocês sugerem para ficar na Pratinha? É um lugar para passar o dia inteiro ou algumas horas são suficientes?
       
      Dia 5 – O passeio para o Pantanal de Marimbus é algo que precisa de reserva antecipada? Quanto tempo dura o passeio?
      E como faz para emendar com a cachoeira do roncador? O tempo é suficiente?
       
      Bom, por enquanto é isso. Devem pintar dúvidas novas que vou postando aqui.
      Muito obrigado pela ajuda!
      Abraço,
       
      Felipe
      www.profissaoviageiro.com
      @profissaoviageiro
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