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São Thomé das Letras - 5 dias em Março/2015


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Início das férias chegando e decidi voltar a São Thomé das Letras, lugar mágico, localizado no sul de Minas e que conheci há uns 20 anos atrás.

Estive lá mais recentemente, em 2011 com minha esposa, mas o tempo não ajudou, apesar de termos aproveitado do jeito que deu. De quebra, perdi quase todas as fotos que fizemos, só salvando mesmo as que tinha postado no Facebook.

 

Idéia na cabeça, comecei pegando umas dicas com minha amiga Diana, de Varginha e que conheci em São thomé em 2011. Resolvi que ia passar uns dias na Roça (Sobradinho) e outros em São Thomé mesmo. Fechei com a Pousada Árvore Centenária em Sobradinho e com a Pousada Casa da Serra, em São Thomé. Part então pra minha viagem solo.

 

1o Dia.

Tanque cheio, malas prontas e muita musica mineira no carro, peguei a estrada. Saí de madrugada, pois queria chegar lá cedo e ao mesmo tempo não pegar a Serra da Mantiqueira ainda de noite. Cheguei na Serra já com o dia claro, o que foi bom.

 

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Depois de conhecer muita gente nas paradas e caronas pela Estrada, cheguei à pousada em Sobradinho e já parti pra pista. Fui lá pro Bar do Lelé, peguei uma gelada (estava seco por uma) e fui na trilha para Gruta de Sobradinho (que agora tem uma "taxa" pela visitação de R$10,00... pelo menos vc entra com guia e dizem que é pra manter...). Atravessei a gruta e depois curti a cachoeira logo na saída (Cachoeira do Sobradinho) e depois as demais cachoeiras por ali.

 

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Ao invés de descansar, parti pro Poço Verde, local que conheci há mais de 20 anos e que, apesar de diferente, continua lindo. Vários mergulhos, pulos, relaxada nesse lugar maravilhoso e ai voltei pra pousada.

 

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Chegando lá o Gustavo, dono da Pousada, falou que o pessoal da Alemnahã tinha chagado e tinha se interessado em fazer o Passeio para o Pico do Gavião (Por do Sol). Como estava em cima da hora, só deu tempo de pegar a Camera e partimos na correria. Valeu a penas??? E como... que espetáculo da Natureza...

 

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Depois disso, fomos pro almojanta comemos um peixinho e ai, finalmente, um merecido descanso.

 

2o Dia

Parti pro "Complexo das Esperaldas", onde conheci o Bilu Artesão e a esposa dele (Conceição, eu acho). peguei as dicas e fui na trilha desde o Poço das Esmeraldas, passando por vários poços menores até chegar no Poço verde. Caminhada boa, com o tempo ajudando. Tranquilo achar o caminho, pq o Bilu deixa uns sacos de lixo pelo caminho que, além de servir pra protejer a natureza, servem de gui para a trilha. Só que eu, no meio do caminho, achei um desvio e vi que ia dar no alto de uma colina... obvio que fui eu pra lá. Que vista, fantástico, desvio valeu muito a pena. Na volta, mais mergulhos no Poço Verde, e de volta ao complexo das Esmeraldas, bate papo com a esposa do Bilu.

 

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Encontrei com o pessoal da Alemanha na Pousada e descobri que eles não conheciam a Piramide... "Como assim, vcs vieram a STL e não vão ver o Por do Sol na Piramide???".

Parti de carro pra STL e obvio que eles ficaram loucos com o visual do Por do Sol. Quem não ficaria???

 

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Almojanta na Sinhá, mais do que aprovada e de volta pra Pousada com direito a parar no meiuo da estrada de SObradinho para contemplar o céu... experiemnte, vale a pena.

 

3o Dia

Fechamos com o Julio, guia local lá de Sobradinho e fomos pra Cachoeira da Chuva. Lugar lindo, uma subida bem legal pra quem estava com início de gripe, mas que valeu muito a pena.

 

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No mesmo pacote fomos à Gruta do Labirinto, que fica próximo ao Poço Verde. Mergulho de despedida no Poço Verde, malas prontas para STL.

 

No caminho, passadinha na Cachoeira da Lua, que estava vazia de gente, mas cheia de Borboletas.

 

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Depois, antes de ir pra Pousada, ainda dei uma fugida na Cachoeira do Vale das borboletas. Eu havia ido lá em 2011, tinha mais água (no céu tb) naquela época, mas mesmo assim ainda linda. Só que não consegui ver as borboletas de lá.

 

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Finalmente cheguei a Pousada e ai parti pra dar uma volta em STL, Cruzeiro, Piramide, Gruta da bruxa... por do Sol na Pirâmide.

 

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Almojanta e depois achei um bar pra beber uma gelada. Muito Rock até que lá pelas tantas chaegaram uns caras com a viola, fecharam as portas do Bar e rolou muita MPB e Rock até as tantas da madruga. Não pude ficar até o final, mas valeu muito a pena.

 

4o Dia.

Acordei cedo e parti pra visitar várias cachoeiras, peguei a estrada e fui em várias:

 

- Cachoeiras Véu de noiva e do Paraíso - As mais distantes de STL, ficam muito próximas uma da outra.

 

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- Cachoeira do Flávio - Além de lindo o lugar, fui agraciado pelo espetáculo proporcionado pelas Borboletas. eram MUITAS , de todos os tamanhos e cores. Fiquei sozinho lá por uns 40 minutos, apreciando a beleza do local, curtindo uma cachoeira e claro, o espetáculo das borboletas.

 

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- Cachoeira da Eubiose - A mais próxima de STL. Lugar ótimo, não só pela cachoeira, mas pelas trilhas que vc pega para chegar na Cachoeira e nos demais pontos do complexo.

 

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Aproveitei e já estiqueri pra ladeira do Amendoim, onde o carro sobe onde deveria descer. Minha idéia era visitar a gruta do carimbado, próximo dali, mas ela encontra-se fechada... uma pena, mas se for para preservá-la, tá valendo.

 

Mais um rolé por STL, almojanta e resolvi curtir o Por do Sol da pousada. O Estevão, dono da Pousada me deu uma dica sobre assistir o Por do Sol do teto da pousada. Realmente, visual maravilhoso. Vi que não er o único. Muitas pessoas sobem no alto das suas casas para curtir o visual. bem, infelizmente não rolou Por do Sol, pois a Chuva no vale atrapalhou... mas quem disse que isso não é lindo assim mesmo... em São Thomé é assim camarada, mesmo sem Por do Sol, o espetáculo está garantido.

 

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5o Dia.

Ùltimo dia. Tomei aquele café da manhã caprichado e peguei a estrada... mas quem disse que fui pra casa??? Nada disso... tinha um lugar faltando ainda e era questão de honra encontrar... SHANGRILÁ.

Me perdi e parei na Pousada Shangrilá, no caminho. Perguntei pra um empregado de la´e ele me deu a ficha completa. Agradeço ao pessoal da Pousada que me tratou super bem e me deu todas as dicas. Depois de andar muito no meio do nada, finalmente Shangrila.... lugar mágico e maravilhoso.

 

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Agora sim, de volta pra casa. E quando achava que a natureza tinha ficado pra tras, olha só que eu vi na Dutra: o Sol se pondo às minhas costas e a Lua, bem cheia assim... pena que tive que fazer a foto correndo, pois não é muito legal ficar parado no acostamento da Dutra.

 

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Se valeu a pena esta correira??? E COMO VALEU. Espero voltar em breve a São Thomé.

 

Estarei colocando em breve, com mais detalhes no meu blog as fotos dessa viagem.

 

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      Na semana anterior à Páscoa, fui com meu namorado conhecer Capitólio e São Thomé das Letras de carro. 
      Neste post vou contar APENAS SOBRE CAPITÓLIO. O link para São Thomé está no fim dele.
      Saímos do Rio de Janeiro na quinta-feira de madrugada e levamos mais ou menos 8h e meia de carro (+ paradas para abastecer e fazer xixi). Vou detalhar tudo para vocês.
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      Chegada em Capitólio: +- 14:30h
       
      Capitólio
      Em Capitólio ficamos hospedados do dia 11 a 14 de abril no Balneário do Lago Hotel, e particularmente o resort é para quem curte conforto, bem-estar e boa localização. É uma experiência de hospedagem completa e ótima opção para famílias e casais. Ele é situado em frente ao Lago de Furnas e oferece piscinas ao ar livre e cobertas (aquecidas), sauna, academia, quadras de tênis e de futebol, espaço kids, além de um Parque Aquático (Lake Parque) que é uma atração a parte!

       
      Ficamos numa Suíte Master, que era equipada com frigobar, televisão LCD (sem TV a cabo), ar condicionado, banheiro espaçoso e uma banheira de ofurô. O café da manhã oferece opções como queijos da localidade, frutas, pães, bolos, além de gostosuras como pamonha e churros. Um outro diferencial do hotel é que eles oferecem o serviço de meia pensão, com o café da manhã e jantar. Sendo ideal para quem não quer sair das instalações à noite. Aproveitamos TODOS os dias para nos deliciar com comidas tipicamente mineiras (feijão tropeiro, frango caipira, tilápia, etc). Para quem não curte o sistema, também pode desfrutar de petiscos ou refeições à la carte à noite. O bar à beira da piscina também é ideal para relaxar com petiscos, cerveja e drinks.

       
      O Parque Aquático foi o grande diferencial e conquistou meu coração! Depois de dias inteiros de trilhas e aventura, eu e o Felipe curtíamos todos os brinquedos e toboágua, além de comer churrasquinhos com cerveja para forrar a barriga e esperar o jantar. Funciona de 11h às 18h.

       
      PRIMEIRO DIA (11/04 - quinta-feira): 
      Ir a Capitólio e não tirar uma foto no famoso Mirante dos Canyons é praticamente um pecado! Chegamos pela tarde e fomos direto para lá. O local agora é pago (R$20 por pessoa), tendo um controle de visitação e mais segurança. Como chegamos numa quinta de tarde, o local estava completamente vazio, mas aos fins de semana costuma ter fila (sim, fila) para fazer fotos e até para entrar. A trilha para chegar ao mirante é pequena e fácil, cerca de 100 metros. O visual é incrível e compensa esperar (não foi meu caso). Demoramos mais ou menos 30 minutos no local. Eles te dão uma pulseira e você pode entrar e sair durante o horário de funcionamento. Ah! A pulseira te dá acesso à dois locais (mirantes) e mais uma cachoeira (os três locais são por entradas diferentes).

       
      Saímos de lá e do outro lado da rua (literalmente) fomos visitar a Cachoeira Diquadinha (R$10 por pessoa). Pelo dia da semana e horário também estava super vazia. Há três trilhas para aproveitar essa cachoeira, dispensamos a primeira por ser o final e fomos direto para a queda, onde é mais fundo e deu pra nada e mergulhar. A primeira foto é na segunda queda, onde dá a sensação de borda infinita. Depois fomos para o hotel aproveitar o Parque Aquático! No bar do parque, comemos 4 churrasquinhos com molho e farofa e bebemos 4 cervejas de 600ml (R$54 tudo).

       
      SEGUNDO DIA (12/04 - sexta-feira): 
      No segundo dia fechamos o famoso passeio de lancha pelos Canyons de Furnas (R$90 reais por pessoa em média, fechamos por R$80 no dinheiro). O ponto de encontro para o passeio de lancha em Capitólio se dá antes da ponte sobre o Rio Turvo. Também há opção de embarcar para o passeio de lancha no Balneário do Lago (empresa terceirizada), passeio mais longo, mas que visita os mesmos lugares (fechamos fora porque não sabíamos os valores, mas compensaria por não sairmos de carro do hotel).
      A primeira parada da lancha é na Cachoeira Lagoa Azul. A lancha deixa os passageiros em um bar flutuante que fica junto desse enorme e delicioso lago. A parte de cima da Lagoa Azul está dentro de uma propriedade particular, o que justifica a cobrança de uma taxa no valor de R$10 por pessoa para conhecer o local (não fomos lá). O espetáculo do passeio são as cachoeiras dos Canyons! Paramos mais ou menos uma meia hora para aproveitar as águas límpidas e o bar flutuante. Nessa parte dos Canyons param muitas lanchas particulares, o que pode acabar lotando e prejudicando um pouco a paisagem. Por outro lado, as embarcações maiores não conseguem chegar até aqui. Por ser uma sexta-feira, não peguei tumulto e deu pra fazer fotos lindas, vejam! Depois visitamos a Cachoeira Cascatinha, mas apenas para apreciação. O Vale dos Tucanos não tem cachoeira, mas sua beleza se encontra nas paredes com diversas plataformas de pedras. Paramos também num outro bar flutuante para provar o famoso Chopp Scarpas! Depois fomos para o hotel aproveitar o Parque Aquático e comemos a mesma coisa do dia anterior.

       
      TERCEIRO DIA (13/04 - sábado)
      TRILHA DO SOL
      No sábado o dia rendeu! Fizemos dois passeios em um só dia. Saímos bem cedinho, às 8:30h e fomos conhecer a Trilha do Sol. Primeiros a entrar, o local conta com um quiosque com restaurante onde está a recepção e a Pousada Trilha do Sol. O local é uma propriedade particular da pousada e o valor para percorrer a trilha é de R$40 por pessoa. Para percorrer a trilha não há necessidade do acompanhamento de um guia, mas é bom prestar atenção na explicação do monitor no receptivo, olhar bem as placas de indicação, já que a trilha não é um caminho contínuo e possui ramificações. A partir da recepção são 4 km de trilhas para visitar as 3 cachoeiras e os belos cenários entre paredes de pedra e poços de águas transparentes. Três horas são suficientes para percorrer a trilha e curtir cada cachoeira. O roteiro indicado pelo guia é visitar a Cachoeira no Limite primeiro, depois a do Grito e por último o Poço Dourado, mas preferimos fazer o contrário (risos), e pegamos tudo sempre vazio!
      Para ir à Cachoeira do Grito, seguimos à direita da bifurcação (há placa indicativa), seguimos por uma parte mais elevada e descemos por uma longa escadaria de pedras que leva até o topo da cachoeira. Já na parte de baixo há um belo poço de águas cristalinas com um paredão do lado onde tomamos aquele banho gostoso de água gelada. Da Cachoeira do Grito ao Poço Dourado são mais 500 metros sendo necessário subir o morro e descer novamente por outro caminho. Para chegar ao Poço Dourado o caminho é por dentro de um riacho cercado por paredes nos dois lados, e quando o sol bate, as pedras no fundo deixam a água dourada (por isso o nome). Os turistas que visitam o lugar costumam fazer pequenas pilhas de pedras nas laterais do riacho e cada uma significa um pedido. É mágico! Depois fomos ao Mirante No Limite, o local rende belas fotos. Todos os locais estavam completamente vazios, demos muita sorte, pois quando saímos da primeira cachoeira (que seria a segunda parada indicada), chegou uma excursão com umas 50 pessoas. Ainda bem que não seguimos o indicado!
       

       
      PARAÍSO PERDIDO
      Depois saímos de lá direto para o Paraíso Perdido, um dos complexos de cachoeiras e trilhas mais conhecidos de Capitólio. Possui 18 piscinas naturais e 8 quedas de águas límpidas e cristalinas. Além disso conta com restaurante, banheiros e área de camping. Tudo em meio a natureza. O Paraíso Perdido foi uma das trilhas que mais gostamos de Capitólio. A verdade era que eu não sabia o que esperar daquele lugar, achava que seria um pouco “mais do mesmo” mas estava completamente errada. Custa R$50 por pessoa.
      Diferentemente dos outros lugares que visitamos, a trilha é feita completamente por pedras e água. Durante o caminho você encontra pequenas pegadas em vermelho que te indicam o melhor trajeto a ser seguido. Dica do instrutor: O ideal é que você procure pisar nas pedras brancas, e não nas escuras, que estão úmidas e podem escorregar. Quanto mais avançávamos, mais e mais belezas íamos encontrando. Cenários perfeitos para contato pleno com a natureza e pra tirar aquela foto maravilhosa. Não esqueça de visitar o outro lado da trilha!
       

       
      Dicas para cachoeiras: Leve somente o básico em uma mochila de costas. Água, algum lanche, roupa de banho por baixo, protetor solar. Nós fizemos todas as trilhas de chinelo ou descalço e com roupas bem leves. 
      Cansados, porém não mortos, aproveitamos o último dia de Parque Aquático no hotel.
       
      QUARTO DIA (14/04 - domingo)
      No outro dia, pela manhã mesmo, partimos para São Thomé das Letras!
      Se quiser ler o post, clique aqui.
       
       
       
    • Por Carlosfuca
      Se o ancestral João Antão conseguiu ver a imagem de São Thomé, lá fui eu ver a São Thomé das Letras em Minas Gerais também. Cidade de beleza inigualável, de energias contundentes, de atmosfera reluzente, do turismo e das pedras.
      Dentre tantas belezas, guardei um dia da minha rápida estadia pra ir à Cachoeira Shangri-lá. Após uma conversa com o Delei, que é dono do camping onde fiquei, citei o meu interesse de ir a essa cachoeira e por coincidência ele tinha ido uma semana antes, porém ele não sabia passar as coordenadas exatas, pois ele fez vários rolês no dia e tava com um guia. Perguntei sobre o guia e ele indicou um. Eu tinha algumas informações e tava disposto a ir a pé, mas depois decidi contratar o guia, que cobrou R$110,00.
      Vou relatar aqui trechos dos caminhos que guardei, mas aviso que pra ir na caminhada é uma pernada boa. Então a melhor opção é chamar um guia. Mas também não é nada impossível, é em média 19km de caminhada só pra ir. Eu fui por um caminho e voltei por outro e pra quem tá sem condições e quer ir á pé ou já tá de carro dá pra ir sim.
      Uma dica é pegar uma carona sentido três corações e descer depois do 5km da estrada, onde tem uma placa indicando o caminho pra "Pousada Shangrila", https://goo.gl/maps/eaq1jWQSPh12 >>>lembre-se tá entre o km 5 e 6 indo sentido três corações.>>> O outro caminho para a cachoeira é depois do Km11, o primeiro trevo à direita depois da placa de 11km. https://goo.gl/maps/nAmMz3Ajk9n
      Tem a opção de pegar um ônibus de STL a Três Corações e descer na entrada, deve sair R$10,00.

      Link de uma mapa na net (não é meu): https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8866447
      A ida.
      Combinei com o guia as 07h30 na rodoviária de São Thomé e fomos de moto. Duas rodas na estrada e neblina. Ainda no topo dissemos, "vamos pra neblina", pois conforme perdemos altitude adentramos nas 'nuvens'. O caminho iniciado por ele foi o depois do km5, onde tem como referência a placa indicando "Pousada Shangri la". A partir daí foi estrada de terra, que estava precária, pois havia chovido dias antes, Foi coisa de 10 minutos e começou a ficar muito escorregadio e quase impossível de manter a moto em pé, Marcelo parou, olhou e disse, "puts, o pneu furou".
      Pensando no que fazer, ele voltou pra STL pra ver se conseguia arrumar a moto ou pegar uma emprestada. O tempo tava muito agradável, o lugar é de uma tranquilidade imensa, resolvi ir caminhando, SEMPRE PELA PRINCIPAL, e ele iria me resgatar tempos depois.
      Acabou que caminhei mais de uma hora achando que já tava perto, mas depois descobri que faltava muito ainda. A primeira bifurcação veio rápido, mas nessa lógica de seguir a principal, ficou fácil seguir pela esquerda. (Na foto 4 tem a vista de quem ta voltando e uma seta no canto inferior esquerdo da foto indicando a ida pra direita.)
      Segui por mais alguns minutos, sempre vislumbrando a natureza ao redor, aquele ar mágico, passando por fazendas e assim logo avistei uma placa dizendo "Boa Vista" (seta pra direita) e "Shangri lá" (seta subindo), então reafirmou que eu estava no caminho certo. Mais uns 15 minutos e veio uma bifurcação a direita. Na foto 6 se vê a placa indicando São Thome a 5km, essa placa tá na direção de quem volta, então só enxergará depois que fizer a curva pra direita, que é obvia também.
      Continuei seguindo e seguindo a pé até sair numa igrejinha cor (bege/rosa?), vista na foto 7. Nessa igreja é só seguir reto de novo. Depois dela, vieram duas bifurcações e fui reto à esquerda nas duas. Na primeira pode escolher os dois caminhos o da direita indica "Fazenda São Francisco", mas só se vê também pra quem volta, eu fui direto mesmo, e na outra esperei o guia, pois estava com duvidas.
      Veio outro moço de carro e seguimos, ainda tinha coisa pra caramba e a estrada sempre esburacada e cheia de barro. Ele seguiu por mais 20 minutos de carro e chegou uma hora que virou à direita obrigatório, e já saiu numa guarita do Exercito, paramos pra dar o nome e a partir de então a área era deles e a estrada estava bem melhor. Notei que todo esse tempo as placas pra Shangri-lá sumiram, aparece algumas pra "Fazenda São Francisco" e pode ser a mesma coisa, pois essa cachoeira se encontra dentro da fazenda.
      Demoramos mais 15 minutos da guarita do exército até a cachoeira
       
         
         
         
       

      Ao chegar na cachoeira, que é uma união de várias corredeiras formando poços, meu olhos brilharam ao presenciar tanta beleza, o formato das rochas me deixou bem espantado, parte delas dialogando com as arvores e matas e outra com as águas.
         
      Escolhi dois poços que considerei mais seguros e tomei meu banho e dei uns mergulhos, parei pra admirar a paisagem e fui ver as escritas rupestres que fica numa pedra já quase no topo da corredeira.
      Vale dizer sobre a preservação do local que deve partir de nós visitantes e visar o menor impacto possível. Apesar de eu ter ouvido relatos de que as pedreiras estão explorando de forma desenfreada, não devemos cair nessa da degradação do lugar.
      Outras coisa é com relação a segurança. As pedras são escorregadias muito cuidado, não confie totalmente e não tenha pressa pra se locomover por lá. Escolha bem os lugares pra nadar, principalmente se for em época de chuva!
          
         
         
         
      Pra voltar fizemos outro caminho que foi bem mais fácil, vamos se dizer que do ponto da guarita do exercito demorou 20 minutos até a estrada que vai pra STL e seguindo praticamente pela principal rodeada de plantação de milho e café. Saímos no trevo "Km11" e da estrada foi tocar o carro pra STL novamente. Totalmente satisfeito com o rolê e com a natureza de São Thomé das Letras!!!
      Péde Natureza, é nois!
    • Por casal100
      Esse relato é dividido em duas partes:
      A primeira foram mais de 900 kms (da página 1 até a 6), trechos de picos, travessias e alguns trechos no entorno de cidades;
      A segunda parte,  mais de 300kms, só teve uma travessia e muitos picos,  começa  na página n° 7.
       
      Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos  mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores  (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses,  caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos,  comidas deliciosas,  não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo.
       
      O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! 
      E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas  e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras,  e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem,  para nossa sorte desistimos em cima da hora.
      LOCAIS VISITADOS:
      Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo)
      Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos)
      São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro)
      Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho)
      Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras)
      Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada)
      PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas)
      São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros)
      Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas)
      Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi)
      Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale.
      Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão)
      Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro  (base e mirante)
      Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado,  parte travessia Lapinha x Tabuleiro)
      Brumadinho - Mg(Inhotim)
      PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto)
      Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins)
      Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima.
      As surpresas da viagem:
      Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas.
      Algumas fotos
      Subida ao pico dos Marins - SP

      Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg

      Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg

      Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg

      Vista desde o pico da Lapinha

      Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg

      A incrível JANELA DO CÉU 

      flora exuberante



      Cachoeira do Tabuleiro - Mg

      Pico da Bandeira - ES

      Pedra do Altar - Mg

    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Julian Lima
      Eae, Pessoal!! Tudo na paz?
      Me sigam no insta, sempre que posso compartilho um pouco das minhas trips
      >>> @eujulianluciano <<<

      Relato
      O relato que farei neste post é sobre uma trip feita para São Thomé das Letras de 4 a 6 de julho de 2014, essa trip foi feita pelos integrantes grupo dos mochileiros de SP e região metropolitana, grupo este que iniciou-se em Fevereiro com uma viagem à praia de Boracéia - SP (que foi INCRÍVEL) e estende-se até hoje com viagens muito divertidas, baratas, com amigos queridos.
       
      Para quem não conhece STL (São Thomé das Letras) é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população segundo o Censo realizado pelo IBGE em 2010 é de 6.655 habitantes. Existem diversas atrações de visita obrigatória, como a Gruta São Tomé, Gruta do Carimbado, Casa-da-Pirâmide, Formações Rochosas - a da Bruxa é a mais famosa, construções em pedra e as cachoeiras - Shangri-lá, Eubiose, Véu de Noiva, Paraíso e da Lua, entre outras. São Thomé das Letras está localizada no pico de uma montanha de pedra, incrustada na Serra da Mantiqueira, a 1.444 metros do nível do mar. O céu é muito azul e a cidade é envolvida por um vale intensamente verde, onde se escondem magníficas grutas, cachoeiras, cavernas sem fim e ladeiras onde os carros sobem sozinhos, lugar onde OVNIs são avistados, onde gnomos, duendes, fadas e bruxas são habitantes. (bagui de loko, ver pra crer rs)
       
      Alguns acreditam que São Tomé seja um dos sete pontos energéticos da Terra, o que atrai para o lugar místicos, sociedades espiritualistas, científicas e alternativas, o que dá razão a outro nome: Cidade Mística. Existem várias sites, blogs espalhados na internet para quem deseja obter informações precisas da cidade mágica.
       
      SOBRE OS CUSTOS
       
      O custo total para dois dias na cidade foi de: R$ 255 00 (na época).
      R$ 60,00 pousada
      R$ 125,00 van ou micro ônibus
      R$ 20,00 para compras no mercado
      R$ 40 a 50,00 Outros custos
       
      Viagem em grupo sempre é mais barato
       
      COMO CHEGAR
       
      • De avião
      O aeroporto mais próximo é o de Juiz de Fora, a 280 quilômetros
       
      • De carro
      Vindo de Belo Horizonte, acesso pela BR-381 (sentido São Paulo), BR-491
      (sentido Três Corações) e MG-167 (sentido São Bento Abade)
       
      Vindo do Rio de Janeiro, acesso pela BR-116 (sentido São Paulo até Itatiaia),
      BR-354 (até Caxambu), BR-267 (até Cambuquira) e MG-167 (sentido Três
      Corações)
       
      Vindo de São Paulo, acesso pela BR-381 (sentido Belo Horizonte até
      Campanha), BR-491 (até Três Corações) e MG-167 (sentido São Bento Abade)
       
      * Evite a Estrada Velha
       
       
      • De ônibus
      Falando de SP,  há ônibus partindo do terminal Tietê (SP) com destino Três Corações( MG) e de lá pegar outro para São Tomé.
       
      http://www.temonibus.com/passagem-onibus/sao-paulo-tiete-sp-x-tres-coracoes-mg
      http://pousadareinoencantado.blogspot.com.br/2017/02/horarios-atualizados-de-onibus-de-tres.html
       
      • Circulando
      A melhor maneira de circular pela região é de carro, uma vez que as cachoeiras
      e grutas ficam afastadas do Centro. Quem não está motorizado pode fazer um
      passeio de jipe e leva a diversos atrativos, ou pode optar pelo Pororoca (ônibus turístico rústico rs).
       
       
      Vamos lá! Como dito, saímos de SP e optamos pela van ou micro ônibus no lugar de um ônibus convencional, pois com a van podíamos rodar dentro da cidade e fazer o nosso próprio roteiro de cachoeiras e grutas., o caminho até STL é bem a cara do interiorrrr rs, é muito escuro, mas com alguma queimadas (de alguma plantação) que presenciamos no deslocamento até a cidade, pudemos observar a paisagem da região.
       

      A caminho da cidade
       
      A pousada que ficamos hospedados era muito aconchegante, limpa, e com ótima localização no centro da cidade perto de mercado, padaria etc. http://www.orientaltata.com
       
      Bom, vamos ao que interessa, a viagem até STL foi feita por 23 amigos mochileiros. Locamos 2 vans https://www.facebook.com/pages/Frandini-Transportes-Ltda-Epp/229678977106850?fref=pb&hc_location=profile_browser pela empresa Frandini Transportes, cada van com capacidade máxima para 12 pessoas. O ponto de encontro foi às 16:30 estação do metrô Tamanduateí e seguimos viagem às 17:00. A viagem teve duração de quase 5 horas ( contabilizando as paradas em postos para comprarmos alguma coisa, idas ao banheiro e para jantarmos rsrs).
       
      Chegamos por voltas das 22:00/22:30 na cidade e a primeira coisa que chama atenção é o céu imensamente estrelado de STL, muito lindo, fiquei impressionado. Não faça como eu que esqueci de levar umas cobertas a mais na mochila, pois faz MUITO FRIO na cidade à noite.
       
      No sábado nosso primeiro destino foi visitar as cachoeiras, a primeira visita foi até a cachoeira Eubiose.
       
      http://www.pousadasaothomedasletras.com/cachoeira-da-eubiose-em-sao-tome-das-letras/.
      Cachoeira Eubiose
       
      Deslocamento de uma cachoeira até outra é em média de 30 minutos. Depois visitamos a cachoeira Véu das Noivas.
       
      http://www.pousadasaothomedasletras.com/cachoeira-veu-de-noiva-em-sao-tome-das-letras/

      Cachoeira Véu da Noiva
       
      E a Vale das borboletas.
       
      http://www.pousadasaothomedasletras.com/cachoeira-vale-das-borboletas-em-sao-tome-das-letras/

      Cachoeira Vale das Borboletas
       
      Todas elas lindas, com suas trilhas e paisagens simplistas, mas o positividade do lugar é de engradecer a alma. Recomendo todas. De preferência vá ao Mirante no final da tarde. Você vai presenciar e participar de um espetáculo único: a reverência ao pôr do sol. Após a visita destas maravilhas fomos até o mirante de STL ver o pôr do sol e visitar a famosa pirâmide de pedra. A pirâmide estava lotada de turistas, não consegui obter um lugar, mas consegui ver a cidade inteira do mirante e relaxar a beira do penhasco de STL e admirar sua magnífica paisagem, uma obra prima.
       
      A noite visitamos o centro da cidade com suas lojinhas onde pode-se encontrar cds, roupas, suvenirs, artesenato, muitas coisa feitas de pedra e muito mais. Aliás, a cidade toda é feita de pedra, muito interessante. Resolvemos para em um restaurante que servia pizza e ali fizemos nossa refeição. Também fizemos um churrasco de confraternização com direito a fogueira na pousada mesmo
       
      No último dia de visita na cidade, acordamos cedo para vermos o nascer do sol. Saímos da pousada e fomos em direção ao mirante que leva uns 10 a 15 minutos de caminhada da pousada até o local (para mim pe bem pertinho). Ao chegar no mirante pudemos observar a imensidão de STL, com sua paisagem verde entre as montanhas e construções características até o nascer do sol, ao amanhecer ficamos encantados com o nascer tímido do sol que depois se transforma no senhor do céu de STL. VALE MUITO A PENA ACORDAR CEDO PARA PRESENCIAR O NASCER DO SOL.
       
      Depois de termos visto o nascer do sol e ter tomado café na padaria (que aliás é ótimo) fomos em direção à GRUTA SOBRADINHO. A Gruta do Sobradinho está situada na estrada que leva até Sobradinho. Ela tem cerca de 100 metros de extensão e dentro dela tem pequenos lagos, que dão origem a uma pequena corredeira. Do lado de fora tem mais poços e quedas d´agua. É acessível para todas as pessoas. É aconselhável levar lanterna.
       
      No interior da gruta, são encontrados pequenos lagos e no final do caminho existe uma piscina natural de água cristalina boa para banho.
      Recomendo ir de tênis que possa molhar. Não é funda.
       
      Visitamos também a famosa LADEIRA DO AMENDOIM
      Lugar curioso onde os veículos, com o motor desligado, continuam subindo a ladeira. Fato que ajuda a fomentar as crenças da existência de um grande campo magnético em formato de diamante na parte subterrânea da cidade. O que também seria responsável pelas manifestações ufológicas. Fizemos o teste com nosso micro ônibus e pudemos confirmar a veracidade deste famoso evento na ladeira. O nosso micro ônibus começou a subir a ladeira (que não é bem uma ladeira com um descida longa, mas sim uma ladeira com um leve inclinação) sozinho, será que foi magia dos duendes??
       
      DICAS
       
      - Leve agasalhos e cobertores extras, irá precisar.
      - Leve uma boa câmera para registrar momento belíssimos.
      - Programe-se para evitar qualquer transtorno, se pude já faça o roteiro de visitas para quando chegar em STL.
      - As pessoas, turistas da cidade são desencanados, os frequentadores na maior parte são jovens.
      - Leve protetor e cuide da pele pois de dia é muito quente.
      - Convém andar com calçados firmes, pois as ruas são de pedras e escorregadias. Leve tênis e botas.
       
       
      Depois de dois memoráveis em STL, tivemos que partir de volta à Sampa City.. Ahhhhhhhh
      Mas com certeza levaremos fotos e lembranças inesquecíveis da cidade mágica.
      Espero ter ajuda com esse relato, e mais informações que desejam obter - se puder ajuda, é claro - fiquem à vontade para realizar perguntas.
       
      Obrigado e até uma próxima.







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