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Chapada dos Guimarães

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[t1]Cuiabá:[/t1]

 

Localizada no centro da América do Sul, entre o Pantanal , a Amazônia e os Cerrados, Cuiabá tem hoje uma posição geográfica das mais privilegiadas, mas no passado pagou um alto preço por ser distante. Além disto, os interesses coloniais portugueses no continente sul-americano levaram para Vila Bela o centro da ação administrativa da nascente Capitania de Mato Grosso, transformando as fronteiras espanholas num inconcebível marco divisório da civilização naquela época.

 

[t1]Chapada dos Guimarães[/t1]:

 

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Está localizada no Estado de Mato Grosso, no Brasil, na região central da América do Sul, mais precisamente entre as coordenadas geográficas 15º 10' - 15º 30' latitude Sul e 55º 40' - 56º 00 longitude Oeste, o município possui cerca de 6.000 km2, está situado na borda do Planalto Central Brasileiro, a cidade está 860m acima do nível do mar.

 

Acesso rodoviário com transporte próprio:

Para acessarmos Cuiabá vindos do Sul ou Sudeste, passa-se por Campo Grande - MS e mais 750Km até Cuiabá, ou via Goiás, por Itumbiara, Mineiros, Rondonópolis até Cuiabá. Do noroeste utiliza-se a estrada Porto Velho-Cuiabá.

De Cuiabá para Chapada podemos optar pela MT 305 que liga a Capital de Mato Grosso, Cuiabá em 64 km de rodovia asfaltada em bom estado de conservação embora não tenha acostamento na pista. Para quem vem do sul,ou de Barra do Garças, pode chegar via Campo Verde passando pela BR 070, mas são 70Km de terra em razoável estado de conservação.

 

Acesso aéreo:

 

Existem muitos vôos saindo de todas as capitais brasileiras para Cuiabá em todas as companhias aéreas, a Varig possui 2 horários diários durante o dia, a Vasp e a Gol em vôos noturnos com descontos. A Tam possui diurnos e noturnos.

Um taxi do aeroporto para a rodoviária de Cuiabá sai por volta de R$ 25,00.

Na cidade de São Paulo a Ipa-Ti-Uá pode reservar os passeios e vôos com facilidades.

Em Chapada não há aeroporto, apenas uma pequena pista de pouso em uma fazenda.

 

Acesso de ônibus:

 

Existem ônibus da maioria das capitais direto para Cuiabá, as companhias "Andorinha", "Mota", "Eucatur", "Colibri", "São Luiz", "Nacional", são algumas que operam na região,

De Cuiabá para Chapada, a Viação Rubi, e o Expresso Chapadense fazem a viagem em 1 hora nos ônibus convencionais, e 1h 30m no tipo "urbano".

 

 

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[t3]ATRAÇÕES[/t3]

 

Dentre os diversos passeios que a Chapada oferece estão:

 

Caminho das Águas

Este passeio de 4 km passa pelas principais cahoeiras do Parque. A primeira delas é a famosa Cachoeira Véu da Noiva, a maior do Parque com 86 m de queda. A seguir vem a sequência de sete cahoeiras do Rio Sete de Setembro, entre elas a Independência e do Pulo e Salto das Andorinhas. A presença de um guia é facultativa.

 

Caminho das Pedras

São 8 km de caminhada por um dos principais sítios arqueológicos da Chapada. Entre as atrações estão a Casa de Pedra, Jacaré de Pedra, Pedra Furada, Cogumelo de Pedra e Mesa do Sacrifício. Ainda dentro do sítio pode-se visitar o Morro São Jerônimo, o maior mirante do Parque com 836 m de altura.

 

Cidade de Pedra

A caminhada é curta (300 m) passando por formações rochosoas esculpidas pelo vento e pela chuva. Seus formatos lembram as ruínas de uma cidade. Os paredões tem mais de 300 m de queda livre. O acesso é a partir da estrda para Água Fria.

 

Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul

Com 1.400 m de extensão, essa caverna (uma das maiores de arenito do Brasil) conta com a presença de diversas cachoeiras. Em uma de suas extremidades encontra-se a Lagoa Azul, uma piscina natural de água azul cristalina. O acesso é pela estrada para Campo Verde e a trilha até a caverna dura cerca de uma hora.

 

Portão do Inferno

Deste mirante pode-se ver a Cidade de Pedra. O fato mais curioso desta atração é que ao subir a serra (antes da curva do portão) se você parar o carro em ponto morto ele sobe ao invés de descer.

 

Igreja Nossa Senhora do Sacramento

Na região central da cidade de Chapada dos Guimarães esse monumento histórico foi construído em 1779 por escravos da região. Completamente em estilo barroco, possui o altar pintado de ouro e ainda conservado.

 

A Salgadeira

Antigo caminho de tropeiros, nesse local, que na verdade é um terminal turístico, o viajante pode encontrar uma área de camping, restaurantes e a Cachoeira Salgadeira. Para chegar até lá basta pegar o acesso para Cuibá pela MT-251 (21 km).

 

Atividades Noturnas Na cidade de Chapada dos Guimarães o turista encontra opções de danceterias, bares e restaurantes.

 

 

Dicas para os viajantes

 

Roupas Adequadas:

 

Roupas leves, camisetas, bermudas, calçado firme no pé para caminhadas, e que possa ser molhado, capa de chuva (de outubro a maio), agasalho (sempre esfria à noite, principalmente de maio a setembro), uma pequena mochila para lanche e água durante as caminhadas, binóculos, máquinas fotográficas sempre são bem vindos, um boné ou chapéu, meias absorventes e grossas p/ não dar bolhas nos pés.

 

Tempo de Permanência:

 

O ideal é ficar pelo menos 4 dias no mínimo, existem uma série de passeios para serem feitos, com roteiros para pelo menos 10 dias, sem repetir programação. Se tiver mais tempo, recomendamos uma viagem para o Pantanal que é bem perto de Chapada.

 

Vacinas:

 

Para vir à Chapada dos Guimarães, não é preciso nenhuma vacina, apenas para quem vai para a região amazônica de Mato Grosso deverá providenciar a vacina anti-amarílica (febre amarela). Recomenda-se atualizar a vacinação anti-tetânica, e a vacinação anti-hepatite "B" apenas para quem vá para a região amazônica. Todas as vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis nos Postos de Saúde da cidade. Na Chapada não há malária ou qualquer outra doença transmitida por mosquitos.

 

Mosquitos:

 

Apenas no amanhecer e entardecer há próximo aos cursos de água a ocorrência do mosquito "pólvora", também chamado de "porvinha". Recomendamos o uso de repelentes apenas para as pessoas alérgicas, mas ficam proibidas de tomarem banho em cachoeiras, principalmente dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

 

Protetores Solares:

 

O sol de Chapada, principalmente no período da seca (maio à setembro), é forte, recomendamos o uso, sobretudo nas excursões com trechos de caminhadas, mas o IBAMA também exige que não se permita o banho em cachoeiras usando protetores solares, bonzeadores e óleos.

 

Cobras e Animais Peçonhentos:

 

Os acidentes com cobras e outros animais peçonhentos são raríssimos, em 11 anos de atividade, os clientes da ECO TURISMO CULTURAL nunca sofreram qualquer acidente com cobras, aranhas e escorpiões, embora os guias instruções de primeiros socorros enquanto vão diretamente para o Hospital Santo Antônio de Chapada.

 

Hospitais e Farmácias:

 

O Hospital Santo Antônio:

 

Tel: (65) 301-1116 situado no centro da cidade possui médicos de plantão regularmente, com um pequeno cirúrgico para pequenas intervenções, um pronto socorro para emergências, um antigo aparelho de raio X, e algumas dezenas de leitos para internações, atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Possui duas ambulâncias para deslocamento para o Pronto Socorro de Cuiabá e demais hospitais da capital. A cidade possui três farmácias que ficam abertas até às 21 horas, duas no centro e uma no bairro São Sebastião, com razoável estoque de remédios.

 

As principais referências para o ecoturismo nesta região são a própria cidade de Chapada dos Guimarães, surgida no ciclo do ouro do Século XVIII, e o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, com suas cachoeiras, trilhas, formações rochosas, fauna e flora, além da Área de Proteção Ambiental (APA) em sua volta, também com atrações naturais e sítios arqueológicos. A cerca de 150km de Cuiabá está o município de Jaciara (MT), com dezenas de cachoeiras, onde se praticam esportes radicais nas corredeiras.

 

Campings:

 

CAMPING OASIS: há 50m da praça central, arborizado com banheiro com água quente e bico de luz, fogão à lenha e estacionamento.

CAMPING ALDEIA VELHA: há 2 Km do centro no bairro de Aldeia Velha, arborizado, com banheiros, pias, com guarda camping, barracas p/ alugar, estacionamento, coleta de lixo, área iluminada, e chuveiro quente.

 

 

Rogério Félix

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Oi Menina:

Já fui na Chapada com meus pais quando era criança. Adoraria fazer um passeio pra lá com uma turma ( de preferência só de mulheres ) pra gente achar uma cachoeira escondida onde dê pra tomar banho sem sutiã ( ou sem nada - melhor ainda ). Será que tem ? Eu topo no feriadão de abril. Lisa

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Oi Menina, tudo bem?

 

Curto muito Chapada e sempre que posso, vou lá.

 

Bom vou fazer trekking na estrada velha de Chapada, são mais ou menos dois dias de caminhada, disseram-me que a paisagem magnífica, que tal? Habilita-se?

 

Podemos formar uma grupo e trekking.

 

Forte abraço,e até a próxima.

 

Mochileiro

 

 

 

Carlos MT

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SAUDAÇÕES MENINA...TUDO EM PAZ?

PRECISO DE ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE A ESTRADA VELHA DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, POIS CONHECI CHAPADA À ALGUM TEMPO, POREM NÃO CHEGUEI A IR NA FALADA ESTRADA VELHA. SE PODERES FORNECER-ME INFORMAÇÕES COMO: ROTEIRO; CACHOEIRAS; QUEBRADINHAS BACANAS ETC. DÁ UM TOQUE.

CONHEÇO LUGARES ESPETACULARES EM MT, NAS REDONDESAS DA SERRA DO RONCADOR...CACHOEIRAS GIGANTESCAS E DESERTAS; RIOS ERMOS DE ÁGUA CRISTALINA COM CARDUMES DE CENTENAS DE PEIXES; SERRAS E PICOS COM BELEZAS INIMAGINAVEIS. A GRANDE VANTAGEM É QUE ESTES LUGARES AINDA NÃO FORAM DESCOBERTOS PELO TURISMO MASSIVO. SE QUISERES INFORMAÇÕES ENTRA EM CONTATO...

ABRAÇO...

FILHO DO CERRADO...

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Olá pessoal.

Que inveja de vcs! Eu adoraria conhecer a Chapada dos Guimarães, mas estou trabalhando e minhas férias serão apenas em Setembro!

Minha irmã e minha mãe já foram e trouxeram fotos maravilhosas! Tenho alguns amigos que moram nesta região e os mesmos me disseram que é um lugar maravilhoso para se tirar férias!

Se vcs podem usufruir deste paraíso, aproveitem! Eu moro atualmente em São José dos Campos - SP - e estou a milhas de distância da Chapada! Bom divertimento e me enviem fotos do passeio!

Bjz

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Ola Menina, eu vou para Barra do Garças em julho,nao sei se tu conhece, mas fica na divisa com Goias, eh uma cidade muito bacana, se tu estiver afim de entra nessa trip, se considere convidada, inte!

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MENINA,

 

SUA PROPOSTA É MUITO TENTADORA, SE EU ESTIVESS E NO MT GOSTARIA MUITO DE FAZER AS TRILHAS DE CHAPADA DOS GUIMARÃES COM VC. JÁ FIZ VARIAS VEZES AS TRILHAS DO PARQUE E INCLUSIVE ALGUMAS DO INTERIOR COMO : RONDONOPOLIS, ITIQUIRA E POCONÉ, SÃO BARBARAS E SUPER FACEIS DE SEREM FEITAS.

MoREI NO MT DE 2000 ATÉ 2002 , E HOJE MORO EM MINAS GERAIS , VC CONHECE , SE NÃO CONHECER TE FAÇO O CONVITE DE VIR PRA CA E QUEM SABE POSSO FAZER AS TRILHAS DE ALGUNS LUGARES SUPER LEGAIS , COMO ESTRADA RELA E SERRA DO CIPO , OURO PRETO , DIAMANTINA, MILHO VERDE.

 

PENSE E SE QUISER PODE VIR COM A GALERA QUE VAMOS VER O QUE PODEMOS OORGANIZAR COM A GALERA DO PISANTE DURO DE MINAS GERAIS EMASI PRECISAMENTE DE BELO HORIZONTE.

 

BOA SORTE E QUE ENCONTRE ALGUEM PRA FAZER AS TRILHAS DO MATO GROSSO.

 

ABRAÇOS,

 

ROGERIO FELIX E SILVA

[email protected]

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    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Laura Fazoli
      Decidimos eu e mais 04 amigas passar o feriado de Corpus Christi na Chapada dos Guimarães. Com antecedência na programação a viagem sai em conta.
      Dia 01: Chegada a noite em Cuiabá
      Pegamos um vôo saindo do Rio de Janeiro (SDU) as 18h55 e chegando em Cuiabá as 22h com breve parada em São Paulo (GRU). Optamos por não seguir viagem para a Chapada no mesmo dia por ser noite e não conhecermos a estrada. Então, pernoitamos em um hotel honesto na frente do aeroporto. Hotel Express. Alugamos um Jeep Renegade com desconto na Localiza ao lado, mas, para quem não tem desconto de empresa, aconselho o site Rent a Car para descolar vantagens em locações. 
      Dia 02: Ida para a Chapada
      A viagem até a cidade da Chapada dos Guimarães é rápida (cerca de 80km) a estrada é boa, sem pedágios e dali já se ve o incrivel paredão de pedra. Chegamos na cidade e fomos direto para nossa pousada. A mais que simpática Pousada Charme. Fomos muito bem recebidas e paparicadas!
      Dali, seguimos para aproveitar o dia na cachoeira da Geladeira e em seguida na do Marimbondo. Na volta, pelas 15h30, paramos para almoçar no Morro dos Ventos, com uma vista impressionante do local. Tudo isso é possível fazer sem guia. A noite fomos à pracinha local onde descobrimos a Vila do Chocolate. Um inusitado café temático (Disney) super simpático.
      Dia 03: 07 Cachoeiras
      Aproveitando o sol, fomos fazer o passeio das 07 Cachoeiras com guia. São 6,5 km de trilha, com quedas d'água deslumbrantes e banhos de cachoeira maravilhosos. Pagamos R$ 50,00 por pessoa.
      Dia 04: Cavernas
      Mais uma vez, com guia, são 03 cavernas e quase 13 km de caminhada. Optamos por fazer a volta de trator, uma vez que apenas a ida nos duraria desde as 10h30 até as 15h. Na entrada da reserva onde ficam as trilhas tem um restaurante de comida regional que já reserva almoço. Aconselho.
      A noite jantamos em um restaurante na cidade que se chama Pomodori. Não vá esperando grande cantina italiana, mas, quebra um galho.
      Dia 05: Volta para Cuiabá / Rio de Janeiro
      Íamos visitar a Cidade de Pedra pela manhã, onde é possivel avistar todo paredão da Chapada. Porém, chuva, frio e muita neblina impediram o passeio. Voltamos então para Cuiabá em hora de almoçar na curiosa peixaria Lelis. É um rodizio de peixes tal como estamos acostumados aqui no sul / sudeste com carnes. Ali pode-se provar todos os peixes de rio do MT além do jacaré. Vale cada centavo!
      Pegamos um voo para o Rio no fim da tarde com parada e Brasília.
    • Por Merilin
      Pra quem tem apenas um final de semana disponível, não muito dinheiro, mas muita vontade de conhecer um lugar fantástico, aqui vai o meu relato de viagem para a Chapada dos Guimarães, no primeiro final de semana de "inverno propriamente dito" na Chapada, dias 28 e 29/junho.
       
      Com a Copa do mundo de futebol no Brasil, a Tam ofereceu umas promoções incríveis pra viagens dentro do país neste período: duas passagens de ida-e volta São Paulo- Cuiabá ficaram R$399,00!
       
      Chegamos na sexta-feira à noite no aeroporto Marechal Rondon que fica em Várzea, passamos a noite na casa de amigos e no dia seguinte partimos da Rodoviária de Cuiabá no primeiro ônibus (06:30) para a Chapada, empresa Rubi ou Xavante, valor R$ 15,00. (Nós não usamos, mas há ônibus do aeroporto em Várzea até a Rodoviária em Cuiabá por menos de R$3,00)
       
      Ao chegar na cidade, com chuva e muito frio, fomos direto para a Pousada Aurora Boreal, hospedagem simples, mas confortável, e bom atendimento, além de terem topado negociar as diárias, que em geral começam e terminam as 12h
      (entramos as 8h do dia 28 e saímos as 19h do dia 29) valor das 2 diárias- casal 220,00; há várias opções , mas por causa da Feijoada de Inverno as pousadas estavam todas lotadas.
       
      Vale lembrar que a maior parte dos passeios na Chapada só podem ser feitos com guias credenciados, depois de fazer os passeios, a gente entende por quê.
       
      Nossa guia, (maravilhosa!) foi a Márcia ([email protected]), que acompanhou por email todo o processo de programação da viagem, deu altas dicas e nos guiaria nos dois passeios previstos: Circuito das Cavernas (Aroê Jari, Kiogo Brado e Gruta da Lagoa Azul, fechando na Cachoeira do Alméscar); e Vale do Rio Claro (poços de água cristalina próximos à nascente do Rio Claro) mirante da Crista do Galo e fechando na espetacular Cidade de Pedra.
       
      Primeiro dia, jogo do Brasil, tempo chuvoso, fomos os únicos a entrar na trilha das Cavernas, o que considero um privilégio! A Márcia ia nos mostrando as belezas da mata nativa com uma familiaridade incrível, de quem tem 20 de experiência como guia na Chapada e um amor incondicional pelo que faz e pelo lugar fantástico que ela escolheu para viver.
       
      Infelizmente no segundo dia, a Márcia não pôde nos guiar, mas nos levou até a casa do Fabiano, que foi um excelente guia, junto com a Aninha que fez o transporte com a caminhonete 4x4 da Fora de Estrada Eco tour (https://pt-br.facebook.com/foradeestradamt).
      (Vale do Rio Claro transporte + guia 350,00 valor fechado do passeio podendo ser dividido com outros turistas)
       
      Depois deste fim de semana renovador, que foi quase uma experiência mística, cheia de aromas deliciosos ( o alméscar, o limãozinho do cerrado), cores surpreendentes das flores, banhos revitalizantes e visões incríveis dos paredões... bora, pegar o carro no Aeroporto de Guarulhos e cair de volta na Babilônia. Valeu!
    • Por Luzazen
      Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições.


      Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá.
      Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa.

      cachoeira das andorinhas

      Casa de Pedra

      Vista do Morro dos Ventos
       
      Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos.
       

      Casal de corujas buraqueiras, na árvore
       

      Caminho pra caverna
       

      vista do interior da Caverna
       

      áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando
       

      Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água
       
       
      11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora.
       

      Caminho para Nobres/ Bom Jardim
       

      Nascente do rio Salobra
       
      12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ?
      Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã.
       

      Cachoeira Serra Azul
       

       
      Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço.
       
      13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães
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      café da manhã colonial na pousada Cambará
       

      Caminhos do Cerrado
       

      Chegando no morro
       

      Vista do pé do morro S. Jerônimo
       

       
       

      Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico
    • Por thiagozuza
      Depois de uma semana à trabalho em Cuiabá, resolvemos esticar o final de semana para conhecer à Chapada dos Guimarães. Durante a estada em Cuiabá, pedi informações várias vezes, e sempre o pessoal de lá falava assim:
       
      “porque vocês não aproveitam e conhecem Nobres que é bem mais bonito?”
       
      Alugamos um Palio por 70 reais a diária, no aeroporto, e fomos em direção à Chapada dos Guimarães. O município da Chapada do Guimarães fica à 65 Km de Cuiabá.
       
       

       
      Na estada já se pode ver os encantos da chapada, com suas altas montanhas. No meio do caminho paramos em um mirante chamado “Portão do Inferno”.
       


       
      Chegamos no munícipio da Chapada, que é bem pequeno, ao anoitecer e hospedamos na Pousada Bom Jardim, que ficava na praça principal, Pagamos 30 reais cada um, pelo quarto triplo com café da manhã.
       
      Sábado pela manhã fomos conhecer o cartão portal da Chapada, a Cachoeira Véu da Noiva que fica dentro do parque nacional. A entrada é controlada pelo ibama e para nossa surpresa, o parque estava fechado pois houve um desmoronamento ano passado em que morreu uma pessoa e várias ficaram feridas. Tentamos insistir mas não deu certo. Fomos para outra cachoeira que tinha sido indicada pela recepcionista da pousada. Cachoeira das Andorinhas. Fica no caminho de volta, entro o Parque Nacional e a cidade. Paga-se 10 reais por pessoa para entrar. Tomamos um banho refrescante mas não achei grande coisa a cachoeira.
       

       
      Nesta cachoeira, conheci um guia que me indicou uma trilha alternativa que levava até a cachoeira Véu da Noiva, pelo meio do mato. O guia disse que era tranquilo e me levou sem cobrar nada até o início da trilha. 1 hora de caminhada estávamos dentro do parque nacional e passamos perto do posto do ibama, sem sermos avistados.
       

       
      Conseguimos chegar até o mirante da cachoeira véu da noiva, por esse caminho alternativo e sem pagar nada.
       

       
      Enquanto admirávamos a cachoeira no mirante, 2 funcionários do Ibama chegaram e solicitaram a nossa retirada. Foram educados, disseram que o parque estava interditado, mas não nos deixaram ficar mais nem um minuto. Portanto, nem sei se tem mais coisas para conhecer dentro do parque além da cachoeira. O pessoal do Ibama não nos deixou voltar pela trilha clandestina e tivemos que voltar pelo asfalto… resultado: andamos mais duas horas no sol quente até chegarmos onde estava o carro.
       
      Pegamos o carro e seguimos até a cidade de Chapada, para ver o por do sol no mirante.
       


       
      No mirante outras pessoas nos falaram de Nobres. Sendo assim, decidimos partir domingo de manhã e conhecer Nobres. Voltamos ao carro para ir à cidade descançar. Quando liguei o farol, uma cobra enorme na frente do carro.

       
      À noite comemos uma pizza na pizzaria da Chapada e fomos dormir cedo.
       
      Acordamos 6 horas da manhã, tomamos o café e fomos determinados a conhecer Nobres. Um nativo até nos disse a seguinte frase: “Nobres não é Bonito, Nobres é Lindo”. Fazendo referência às comparações de Nobres com a cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul.
       
      Voltamos quase até Cuiabá e no trevo pegamos o caminho de nobres.

       
      Tem uma parte que é estrada de terra e passa por alguns rios.
       

       
      Vimos até algumas capivaras. Cerca de 9 da manhã chegamos em Nobres e encontramos uma agência de turismo. Não me lembro o nome da agência. Sei que fica em uma estradinha de terra, no arraial que fica próximo de onde são realizados os passeios.
       
      Depois de muito negociar, fechamos em 80 reais por pessoa a visista à cachoeira Serra Azul, a flutuação no Áquario Encantado / Rio Salobra e incluía almoço e equipamento para flutuação. Eles ainda nos emprestaram uma caixa estanque para colocarmos à maquina sony cybershot e tirarmos fotos sub aquáticas. Na hora, achei o preço salgado, mas depois vi que foi bem barato.
       
      Pegamos o equipamento e fomos de carro. O guia foi com a gente e nos levou primeiro até a Cachoeira, Cerca de 30 minutos de estrada de terra e mais 30 minutos andando. A cachoeira é realmente sensacional.
       

       
      A água é quente, azul e pode-se mergulhar com máscara e observar as milhares de Piraputangas – peixe local.

       
      Depois de conhecer a cachoeira pegamos o carro se seguimos mais uns 40 minutos até o Aquário encantado. Deixamos o carro na fazenda e seguimos a trilha, cerca de 15 minutos. Colocamos o equipamento e mergulhamos no aquário vendo diversos peixes e até uma arraia de água doce, que até então eu nem sabia que existia.
       

       

       
      Depois saímos do aquário, que é como se fosse uma parte mais larga do rio e descemos o rio salobra flutuando e vendo diversos peixes. O passeio é muito legal.

       
      Quando termina o passeio, caminhamos mais uma meia hora e um banquete nos esperava na sede da fazenda. Me surpreendeu em todos os sentidos o passeio, e na minha opinião Nobres superou em muito a Chapada dos Guimarães.
       
      Por fim, concordei com o que o pessoal de lá havia me falado… “Nobres não é Bonito, é lindo.”


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