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Érica Martins

Guia Completo e Relato: Serra da Capivara + Serra das Confusões (6 Dias, Com custos)

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EXCELENTE, Érica! Aplausos de pé! Dos melhores que já li sobre esse tesouro mundial que é a Capivara. 
Espero voltar para conhecer mais lugares, rever outros tantos, e conhecer a Serra das Confusões.

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Valeu @mcm 

Que massa que você já foi também. O intuito é esclarecer mesmo. A Serra da Capivara é daqueles lugares surreais que devemos ir pelo menos uma vez na vida.

Mas não tem  informação a respeito do parque. Sobre a Serra das Confusões, menos ainda. Só comprando os livros guias que eles vendem nas lojinhas lá.

Também espero voltar para aproveitar melhor. Como falei, nosso guia (Mário Filho sobre o qual peguei boa recomendação num relato do https://sundaycooks.com/) foi mala. Ia se arrastando vagarosamente. Ninguém no grupo é atleta maratonista mas também ninguém tem 80 anos. Não respeitou em momento algum nosso ritmo. Para se ter uma ideia, no segundo dia ele sumiu no restaurante após o almoço pra tirar um cochilo e só fomos sair de lá mais de 15h..heheh

Fiquei injuriada com o cara porque queria ter aproveitado muito mais e de uma forma diferente. Mas é aquilo, tento sempre analisar que a pessoa poderia não estar num boa fase da vida e tals e acho interessante compartilhar o acontecido.

E simbora voltar lá um dia :)

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Olá Erika !

Relato completo, obrigada !

Pelo que eu tenho visto, não é um lugar para mochilar sozinho \ a né ?! Até pelo valor cobrado pelo serviço de guiamento ainda mais sem carro, como seria o meu caso. Estou a procura de pessoas que queiram essa aventura comigo. Se o carro + guiamento sai a 370 a diária, podemos dividir esse valor com outros num grupo né ?!

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@Raquel Vieira 0412 isso mesmo.

O ideal é fechar um grupo de 4 pessoas + 1 guia que já enche o carro. Se não puder ir de carro até lá, alugar carro em Petrolina ou Teresina.

Sei de casos de pessoas sozinhas que fizeram com guia que tem moto. Mas não faço ideia de quando custaria isso.

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Oi Erika

Eu vou continuar tentando, mas sei que nessas férias (janeiro) não vai dar mais tempo. Sozinha eu não posso pagar pelo guia + carro entao qd tiver um grupo eu vou. Obrigada !

 

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Ola Érika, tudo bem? Muito obrigado pelo seu relato, fui devorando-o devagarzinho para nao acabar rápido ehehe

Em julho estarei pelo Piauí e vou estar passando próximo ao parque. Sei que nem de longe é o ideal, mas acabe fazendo uma "voltinha" no meu trajeto para poder conhecer o lugar, então, consegui encaixar um dia inteiro para visitar o parque.

Como terei apenas 1 único dia, gostaria de saber quais atrações você realmente acha que são IMPERDÍVEIS.

Vou estar com a minha mãe, ela é idosa, mas é super disposta e não tem problemas de locomoção, mas é claro, é preciso ter mais atenção, e ela é fascinada com lances de história e gostaria de levá-la até o parque, até porque li que ele é vem acessível né?

Então, levando em conta que é apenas 1 dia e não posso estar fazendo longas/dificultosas trilhas, o que você me diz sobre os passeios a se fazer?

Outra coisa, eu li em outro relato de alguém aqui no Mochileiros, que ele preferiu ficar numa cidade cujo nome eu esqueci agora, mas acho que era Coronel alguma coisa... Ao invés de Raimundo Nonato, porque estaria mais próximo e era uma cidade "mais legal" para ficar, no sentido de ser mais rústica e tals...

Agradeço antecipadamente!

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@Bruno GNR Só de poder passar um dia já acho que vale a pena, mesmo com todas as especificidades que você colocou.

Recentemente inauguraram um mega museu novinho, o Museu da Natureza. Quando estive lá, ele ainda estava em obra, mas já tinha o maravilhoso Museu do Homem Americano.

Sendo assim, sugiro a vocês visitar um dos dois museus (Homem Americano ou o da Natureza) de manhã + o Circuito Boqueirão da Pedra Furada (BPF) na parte da tarde.

O Museu do Homem Americano leva, se você visitar com muuuuita calma, no máximo 2h e fica dentro de São Raimundo Nonato. Aí seria visitá-lo, talvez almoçar na cidade e seguir pra o parque que fica ~35km dali.

Já o Museu da Natureza fica praticamente dentro do parque e próximo do Albergue da Serra da Capivara onde fica o restaurante e a fábrica das famosas cerâmicas. Aí seria visitá-lo, almoçar no restaurante do Albergue, compras na fábrica de cerâmica e seguir para os sítios arqueológicos. Acho essa última opção muito mais viável, mas não sei dizer quanto tempo leva para visitar o Museu da Natureza.

Sobre o Circuito Boqueirão da Pedra Furada (BPF), considero ele o mais icônico e imperdível porque contem o principal sítio arqueológico (Sítio Arqueológico do Boqueirão da Pedra Furada) que deu origem ao parque, um mega paredão com mais de 1.700 pinturas. É de longe, em termos de quantidade de pinturas, o mais variado. Além de ser nesse circuito que fica a famosa Pedra Furada, símbolo do parque. Ele tem acessibilidade, rampas e é tudo muito fácil de caminhar e chegar. Acredito que sua mãe não terá dificuldade alguma. Talvez sofra só com o calor que é o mais pesado.

Sobre o município de Coronel José Dias, ele realmente é o mais próximo da entrada principal do parque (~10km) e do Albergue. Não sei te recomendar hospedagem lá, mas pode ser uma ótima opção para vocês. Outras duas opções ainda melhores em termos de proximidade do portão do parque são: o próprio Albergue Serra da Capivara ou o povoado Sítio do Mocó (~2km) que ficam praticamente dentro do parque (mas em lugares diferentes). No povoado tem a Pousada e Camping Pedra Furada. É uma questão de entrar em contato com ambos e verificar preços e condições (se tem quarto privativo ou só alojamento, alimentação a noite, etc).

Para vocês, não há motivos para ficar em São Raimundo Nonato; recomendo lá para hospedagem em longo prazo (porque tem opções de restaurantes e bares a noite) e com intuito de conhecer outros lugares na região.

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57 minutos atrás, Érica Martins disse:

@Bruno GNR Só de poder passar um dia já acho que vale a pena, mesmo com todas as especificidades que você colocou.

Recentemente inauguraram um mega museu novinho, o Museu da Natureza. Quando estive lá, ele ainda estava em obra, mas já tinha o maravilhoso Museu do Homem Americano.

Sendo assim, sugiro a vocês visitar um dos dois museus (Homem Americano ou o da Natureza) de manhã + o Circuito Boqueirão da Pedra Furada (BPF) na parte da tarde.

O Museu do Homem Americano leva, se você visitar com muuuuita calma, no máximo 2h e fica dentro de São Raimundo Nonato. Aí seria visitá-lo, talvez almoçar na cidade e seguir pra o parque que fica ~35km dali.

Já o Museu da Natureza fica praticamente dentro do parque e próximo do Albergue da Serra da Capivara onde fica o restaurante e a fábrica das famosas cerâmicas. Aí seria visitá-lo, almoçar no restaurante do Albergue, compras na fábrica de cerâmica e seguir para os sítios arqueológicos. Acho essa última opção muito mais viável, mas não sei dizer quanto tempo leva para visitar o Museu da Natureza.

Sobre o Circuito Boqueirão da Pedra Furada (BPF), considero ele o mais icônico e imperdível porque contem o principal sítio arqueológico (Sítio Arqueológico do Boqueirão da Pedra Furada) que deu origem ao parque, um mega paredão com mais de 1.700 pinturas. É de longe, em termos de quantidade de pinturas, o mais variado. Além de ser nesse circuito que fica a famosa Pedra Furada, símbolo do parque. Ele tem acessibilidade, rampas e é tudo muito fácil de caminhar e chegar. Acredito que sua mãe não terá dificuldade alguma. Talvez sofra só com o calor que é o mais pesado.

Sobre o município de Coronel José Dias, ele realmente é o mais próximo da entrada principal do parque (~10km) e do Albergue. Não sei te recomendar hospedagem lá, mas pode ser uma ótima opção para vocês. Outras duas opções ainda melhores em termos de proximidade do portão do parque são: o próprio Albergue Serra da Capivara ou o povoado Sítio do Mocó (~2km) que ficam praticamente dentro do parque (mas em lugares diferentes). No povoado tem a Pousada e Camping Pedra Furada. É uma questão de entrar em contato com ambos e verificar preços e condições (se tem quarto privativo ou só alojamento, alimentação a noite, etc).

Para vocês, não há motivos para ficar em São Raimundo Nonato; recomendo lá para hospedagem em longo prazo (porque tem opções de restaurantes e bares a noite) e com intuito de conhecer outros lugares na região.

Érica MUITO obrigado pela resposta.

Então, caso eu não fique em Raimundo, seria melhor eu começar o dia já indo pra lá e ver esse o museu do Homem Americano e depois já seguir para o parque, almoçar ali na pousada e já começar a visita né?

O parque fecha cedo?

Onde eu contrataria o guia? Em Raimundo Nonato quando eu estiver lá para ver o museu? Ou eu consigo o guia em outro lugar?

Mais uma dúvida, você acha que valeria a pena fazer o passeio pelo parque logo pela manhã, almoçar ali na pousada e na parte da tarde fazer os dois museus, pela questão do calor?

Nesse caso, acha que valeria a pena eu ficar em Raimundo Nonato? Pq seria o caminho da volta passar por lá, veria o museu do homem americano e já iria para o hotel. QQ vc acha?

Tanto a pousada quanto o museu da natureza eu consigo chegar sozinho? Ou já está na área que é preciso de guia?

E esse circuito que vc me falou é possível fazer com tranquilidade em meio período?

Novamente, muito obrigado!

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      Gostaria de fazer uma viagem para a Serra da Capivara em janeiro de 2020. Gostaria de saber quantos dias são suficientes para a Serra e se possível a i fixação de uma.praia próxima para passar uns dias. Sou de São Paulo. Obrigada
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
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      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
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      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
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      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
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      O Parque Nacional Serra da Capivara está localizado no sudeste do Estado do Piauí, ocupando áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. A superfície do Parque é de 129.140 ha e seu perímetro é de 214 Km. A cidade mais próxima do Parque Nacional é Cel. José Dias, sendo a cidade de São Raimundo Nonato o maior centro urbano. A distância que o separa da capital do Estado, Teresina, é de 530 Km.
       
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      - turísticas - com paisagens de uma beleza natural surpreendente, com pontos de observação privilegiados. Esta área possui importante potencial para o desenvolvimento de um turismo cultural e ecológico, constituindo uma alternativa de desenvolvimento para a região.
       
      Em 1991 a UNESCO, pelo seu valor cultural, inscreveu o Parque Nacional na lista do Patrimônio Cultural da Humanidade. Em 2002 foi oficializado o pedido para que o mesmo seja declarado Patrimônio Natural da Humanidade.
       
      O Parque Nacional Serra da Capivara é subordinado à Diretoria de Ecossistemas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), tendo sido concluída a sua demarcação em 1990. Em torno do Parque foi criada uma Área de Preservação Permanente de dez quilômetros que constitui um cinto de proteção suplementar e na qual seria necessário desenvolver uma ação de extensão. Em 1994 a FUMDHAM assinou um convênio de co-gestão com o IBAMA em 2002 um contrato de parceria com a mesma instituição.
       
      Depois de criado, o Parque Nacional esteve abandonado durante dez anos por falta de recursos federais. Análises comparativas das fotos de satélite evidenciaram esse fato. Durante este período a Unidade de Conservação foi considerada “terra de ninguém” e como tal, objeto de depredações sistemáticas. A destruição da flora tomou dimensões incalculáveis; caminhões vindos do sul do país desmatavam e levavam, de maneira descontrolada, as espécies nobres. O desmatamento dessas espécies, próprias da caatinga, aumentou depois da criação do Parque, em decorrência da falta de vigilância.
       
      A caça comercial se transformou numa prática popular com conseqüências nefastas para as populações animais que começaram a diminuir de forma alarmante. Algumas espécies, como os veados, emas e tamanduás praticamente desapareceram. Estes fatos tiveram conseqüências negativas na preservação do patrimônio cultural. A falta de predadores naturais provocou um crescimento descontrolado de algumas espécies, como cupim ou vespas cujos ninhos e galerias destroem as pinturas.
       
      As causas desta situação são em parte externas à região, mas também decorrem da participação da população que vive em torno do Parque. São comunidades muito pobres, algumas das quais exploravam roças no interior dos limites atuais do Parque. Estas populações dificilmente compreendem a necessidade de proteger espécies animais e vegetais uma vez que os seres humanos apenas logram sobreviver. Assim, a população local depredava as comunidades biológicas e o patrimônio cultural do Parque Nacional e áreas circunvizinhas, pela caça, desmatamento, destruição de colméias silvestres e a exploração do calcário de afloramentos, ricos em sítios arqueológicos e paleontológicos.
      Fonte: FUNDHAM. - Fundação do Homem Americano


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