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Olá viajante!

Bora viajar?

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Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.

Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.

Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.

Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

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  • @vitorv para evitar as estradas ruins aqui do BR sugiro sair do BR por Foz do Iguacu ou Dioniosio Cerqueira. Acabei de voltar da carretera austral e fui de VW up, da para fazer a viagem tranquilamente

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5º dia - 29/12/19 - Puerto Piramides, Peninsula Valdez a Trelew - 350 Km

5º Dia — Ventos e horizontes da Península Valdés

Acordamos mais tarde naquele dia. A noite anterior havia terminado tarde, e o cansaço da estrada ainda pesava no corpo. Tomamos o café da manhã com calma e somente às dez horas saímos para percorrer a famosa Península Valdés.

Nossa ideia inicial era seguir até a pinguinera de Punta Tombo. Porém logo percebemos que seria um roteiro apertado demais. As estradas da região são quase todas de terra e as distâncias na Patagônia costumam enganar. Se insistíssemos na ideia, chegaríamos muito tarde a Trelew para encontrar hospedagem.

Assim, decidimos fazer o que parecia mais sensato: explorar a própria península com mais tranquilidade.

Seguimos fazendo o circuito completo, parando nos diversos mirantes, nas pequenas pinguineras, na lanchonete que existe dentro do parque e em vários outros pontos ao longo do caminho. A cada parada surgia uma nova paisagem — o mar recortando as falésias, o vento constante da Patagônia, e aquela sensação de espaço infinito que parece acompanhar o viajante por toda a região.

Era um lugar bonito demais para ser visitado com pressa. Ficou claro para todos nós que a Península Valdés merecia ser explorada com mais tempo.

No final da tarde deixamos o parque e seguimos rumo a Trelew. Chegamos relativamente cedo, por volta das 18h30. Começamos então a procurar um hotel que fosse bom e barato — tarefa comum em viagens longas como aquela.

Depois de algumas tentativas encontramos o Hotel Libertador, que se mostrou um excelente achado. O preço era muito bom e o padrão acima do que estávamos acostumados até ali: quartos ótimos, banheiro confortável e tudo muito bem cuidado.

À noite saímos para jantar. Pedi um prato simples, mas que veio em proporções generosas: um enorme bife acompanhado de ovos e uma boa porção de batatas fritas. Depois de um dia inteiro explorando a península, parecia a refeição perfeita.

Assim terminava mais um dia na estrada patagônica.

Hotel Libertador: Hotel muito bom, acima do padrão que estávamos acostumados, com ótimos quartos e banheiro.

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Editado por Marcelo Manente

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6º dia - 30/12/19 - Trelew a Rio Gallegos, era pra ser, mas virou Trelew a Comodoro Rivadávia a Caleta Olivia a Comodoro Rivadávia - 531 Km

6º Dia — O dia do segundo perrengue

Acordamos cedo naquele dia. O planejamento indicava uma jornada pesada: nada menos que 1080 quilômetros até Río Gallegos. Era daqueles dias em que a estrada seria a verdadeira protagonista da viagem.

Tomamos um bom café no hotel, reforçado como convém antes de uma longa travessia, e logo caímos na estrada.

Em um trecho da rodovia, ao lado de um posto de combustível, encontramos uma pequena barraca vendendo cerejas enormes. Era impossível resistir. Cada carro comprou um quilo e seguimos viagem comendo aquelas frutas doces e suculentas. Logo as janelas estavam abertas e as sementes voavam estrada afora, lançadas para o vento patagônico entre risadas e brincadeiras.

Mas a estrada, como sempre, guarda suas surpresas.

De repente, sem aviso, o rádio parou de funcionar. Logo depois o marcador de RPM morreu no painel. Em seguida foi a vez do velocímetro. Olhei imediatamente para o marcador da bateria — e ele estava lá embaixo. Não demorou para entender: problema no alternador.

Estávamos próximos de Comodoro Rivadavia, e não houve escolha: tivemos que entrar na cidade em busca de socorro.

Depois de procurar um pouco — pergunta aqui, indicação ali — encontramos uma autoelétrica. Para nossa surpresa, o rapaz que nos atendeu também se chamava Marcelo. Coincidência boa, pensamos.

Ele nos recebeu ainda antes do meio-dia e já começou a desmontar o alternador. Enquanto isso, aproveitamos o tempo para resolver outras pendências: fomos almoçar na cidade e também procurar a agência da Western Union para retirar o dinheiro que havíamos enviado dias antes. Dessa vez deu certo — encontramos a loja aberta e conseguimos sacar o valor sem dificuldade.

Voltamos para a oficina e, por volta das 17 horas, o carro estava novamente pronto. Aparentemente tudo resolvido.

Seguimos viagem com o plano de avançar o máximo possível ainda com luz do dia, para facilitar a busca por hotel. Naquela região o sol se põe por volta das 22h30, e só escurece de verdade perto das 23 horas, o que sempre ajuda quem está rodando.

Infelizmente o alívio durou pouco.

A cerca de 70 quilômetros de Comodoro, já em Caleta Olivia, o problema voltou. O painel novamente deu sinais de que algo estava errado.

Conversamos pelo rádio com o pessoal dos outros carros e decidimos que eles deveriam seguir viagem até Puerto San Julián, onde passariam a noite. Não fazia sentido todos perderem tempo com o nosso problema.

Assim, o grupo se dividiu.

Nós voltamos para Comodoro Rivadavia e chegamos lá por volta das 19 horas. A oficina já estava fechada. Para piorar, não conseguíamos contato com o mecânico pelos nossos telefones.

Foi então que apareceu um pequeno gesto de gentileza que muitas vezes salva o viajante. Um vizinho da oficina nos viu ali parados e se dispôs a ajudar. Ele ligou para o mecânico — e, mesmo já tendo encerrado o expediente, Marcelo voltou para nos atender.

Enquanto aguardávamos, Rosângela, Gerson e Jucélia saíram para procurar um hotel nas proximidades.

O mecânico chegou e voltou ao trabalho. Ficou ali até 22h30, desmontando, revisando e finalmente entregando o carro com o alternador funcionando de verdade.

Liguei o motor e fomos encontrar o resto da equipe. Eles já tinham garantido um hotel com garagem, bem perto de onde estávamos.

Compramos uma pizza no caminho e voltamos para o hotel. Usamos as mesas do local para improvisar nosso jantar — cansados, mas aliviados por finalmente termos resolvido o problema.

Foi um dia intenso, daqueles que fazem parte de qualquer grande viagem. Perrengues que, no momento, parecem enormes… mas que depois viram apenas mais uma boa história de estrada.

Conserto do alternador:
6000 pesos = R$ 333,00

Recomendação da oficina:
Marcelo — muito atencioso e prestativo
Rua Bouchardo, 1693 – Comodoro Rivadavia

Hotel Atlântico: tipo simples, para uma noite e com café da manhã mais simples ainda.

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Editado por Marcelo Manente

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Em Entre Rios continua tensa a coisa, no ano passado paguei R$100,00 de propina perto de Chajarí, eu e uma família que estava nos acompanhando, nos pediram o colete reflexivo que não tínhamos, sei que no Chile é obrigatória, mas na Argentina acho que não é, pelo menos não consta este item no documento que tenho. Para evitar problemas pagamos e seguimos viagem.

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Consegui passar batido por Entre Rios, mas quase saindo da província de Corrientes para Missiones na ruta 14 a caminera me parou agora em janeiro e veio um policial bem malandro já cumprimentando e pediu na cara dura uma gorjeta para a cachaça. Falei que não e ele liberou, mas ele não parava de olhar para a camera que estava no meu colo, tinha usado ela minutos antes para tirar foto de placa de estrada, vai ver que ele pensou que eu tirei foto ou estava filmando ele.

Nas entradas e saidas das provincias não tem como evitar passar por eles, mas tem algumas barreiras embaixo de viadutos, que dá para sair da ruta e voltar logo em seguida sem passar pela fiscalização 😂  Pelo que vi dá para fazer isso no acesso a Gualeguaychú e Colón.

@Xexelo minha passagem por Comodoro Rivadávia tb não foi muito boa, uma pedra levantada por outro veiculo acertou meu parabrisa, mas por sorte deu para continuar a viagem e o trincado não aumentou muito nos dias seguintes, mesmo pegando estrada de chão na carretera austral.

 

 

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7 horas atrás, MARCELO.RV disse:

Em Entre Rios continua tensa a coisa, no ano passado paguei R$100,00 de propina perto de Chajarí, eu e uma família que estava nos acompanhando, nos pediram o colete reflexivo que não tínhamos, sei que no Chile é obrigatória, mas na Argentina acho que não é, pelo menos não consta este item no documento que tenho. Para evitar problemas pagamos e seguimos viagem.

Eu levei o arquivo com as leis de transito no celular, ai citei isso pros guardinhas e eles me liberaram.

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5 horas atrás, hlirajunior disse:

Consegui passar batido por Entre Rios, mas quase saindo da província de Corrientes para Missiones na ruta 14 a caminera me parou agora em janeiro e veio um policial bem malandro já cumprimentando e pediu na cara dura uma gorjeta para a cachaça. Falei que não e ele liberou, mas ele não parava de olhar para a câmera que estava no meu colo, tinha usado ela minutos antes para tirar foto de placa de estrada, vai ver que ele pensou que eu tirei foto ou estava filmando ele.

Nas entradas e saídas das províncias não tem como evitar passar por eles, mas tem algumas barreiras embaixo de viadutos, que dá para sair da ruta e voltar logo em seguida sem passar pela fiscalização 😂  Pelo que vi dá para fazer isso no acesso a Gualeguaychú e Colón.

@Xexelo minha passagem por Comodoro Rivadávia tb não foi muito boa, uma pedra levantada por outro veiculo acertou meu para-brisa, mas por sorte deu para continuar a viagem e o trincado não aumentou muito nos dias seguintes, mesmo pegando estrada de chão na carretera austral.

 

 

Essa dica tbm me foi passada por um frentista argentino. Ao ver a blitz embaixo do viaduto, liga a seta e sai pela direita para sair depois mais a frente na mesma ruta.

Ainda bem que não aumentou a trinca. Mas vai ser necessário trocar?

Qual foi seu roteiro? Vai rolar relato?

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7º dia - 31/12/19 - Comodoro Rivadávia a Rio Gallegos - 778 Km

7º Dia — Pane no nada e réveillon na estrada

Acordamos cedo para encarar aquele que foi, sem dúvida, o pior café da manhã de toda a viagem: as já conhecidas duas medialunas acompanhadas de um café com leite fraquíssimo… daqueles que parecem mais água colorida do que café de verdade.

Saímos por volta das 7h30 ou 8h, não lembro exatamente. Voltamos à Ruta 3 e refizemos o trecho até Caleta Olivia, o mesmo que havíamos percorrido no dia anterior.

O curioso é que, na minha viagem anterior para Ushuaia, aconteceu praticamente a mesma coisa: também paramos em um mecânico em Comodoro Rivadavia, seguimos viagem confiantes e, ao chegar em Caleta Olivia, percebemos que o problema não estava resolvido. Tivemos que voltar para Comodoro. A diferença é que naquela vez ficamos sete dias presos na cidade esperando conserto. Desta vez, graças a Deus, conseguimos seguir viagem já no dia seguinte.

A estrada voltou a ser o que a Ruta 3 sabe ser melhor: retas intermináveis, horizontes sem fim e muito pouco para ver além da paisagem seca da Patagônia.

Até que, em um ponto completamente isolado — longe de qualquer cidade, posto ou sinal de civilização — o carro simplesmente apagou.

E quando digo apagou, foi tudo mesmo: motor, painel, rádio, GPS… tudo morto de uma vez.

— Cagaço.

Encostei a Ranger no acostamento e disse para o pessoal, meio sem saber o que fazer:

— Fudeu…

Desci do carro, abri o capô e fiquei ali olhando para o motor, tentando imaginar o que poderia ter acontecido. Parecia algum problema de aterramento, então comecei a mexer nos cabos da bateria e em todos os fios que consegui alcançar, puxando e encaixando de novo como quem tenta acordar um aparelho teimoso.

Voltei para o banco do motorista, fiz uma pequena oração silenciosa e girei a chave.

O motor pegou.

Funcionou perfeitamente.

A pane elétrica não voltou a acontecer pelo resto da viagem. O único efeito colateral foi que o ar-condicionado parou de funcionar definitivamente — algo que mais tarde faria bastante falta.

Seguimos viagem até Comandante Piedrabuena, onde paramos para almoçar. Pedimos uma mini parrilla — um churrasco pequeno — que, na verdade, deu tranquilamente para os quatro e ainda sobrou comida.

Estávamos no posto de combustível… e eu esqueci de abastecer.

Só percebi o tamanho da minha distração quando estávamos cerca de 180 quilômetros antes de Río Gallegos. Comentei com o Gerson, que estava ao meu lado no banco da frente, e imediatamente o clima no carro mudou. Ficamos tensos.

Na Patagônia, rodar sem combustível é coisa séria.

Por sorte, algum tempo depois avistei uma estância grande perto da estrada. Resolvi arriscar: entrei pelo caminho de terra e fui perguntar se tinham combustível para vender.

Tinham.

Vendiam a 50 pesos o litro, e consegui comprar 20 litros. Aquela pequena quantidade já foi suficiente para devolver nossa tranquilidade.

Com o tanque novamente seguro, seguimos até Río Gallegos, onde encontramos com relativa facilidade um hostal barato para passar a noite.

Depois de tomar banho, saímos para procurar um lugar para passar a virada do ano. Na Argentina, o réveillon costuma ser muito mais familiar; quase não há fogos de artifício ou grandes festas públicas.

Acabamos encontrando um restaurante que oferecia “tenedor libre”, equivalente ao nosso buffet livre. Não era exatamente barato, mas era o que havia disponível naquela noite.

Ficamos por ali mesmo.

Quando deu meia-noite, os donos do restaurante nos serviram uma taça de espumante para brindar. Foi um gesto simples, mas muito simpático. O mais curioso é que os próprios funcionários também pararam o trabalho naquele momento e se sentaram em outra mesa para jantar juntos.

Assim começou nosso novo ano: num restaurante simples da Patagônia, no meio de uma viagem longa e cheia de histórias.

Fomos dormir tarde, cansados, mas felizes.

Estávamos apenas um dia atrasados, e o mais importante: seguíamos no caminho para Ushuaia.

Jantar: cerca de R$ 97,00 = Restaurante do Chino – tenedor libre / buffet livre.

Hotel:
Residencial Cirse – Simples, mas limpo. Adequado para uma noite apenas.

 

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Editado por Marcelo Manente

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12 horas atrás, xexelo disse:

Eu levei o arquivo com as leis de transito no celular, ai citei isso pros guardinhas e eles me liberaram.

Eu levei impresso, mas na hora fiquei com receio de mostrar e piorar a situação. Mas fiquei p da vida.🤬

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8º dia - 01/01/20 - Rio Gallegos a Ushuaia - 583 Km

8º Dia — Chegada ao fim do mundo

Nosso residencial não oferecia café da manhã, então improvisamos o nosso mesmo antes de partir. Comemos algo rápido, arrumamos as coisas e às 8 da manhã já estávamos novamente na estrada.

Abasteci o carro e seguimos viagem. Cerca de 3 a 5 km antes da aduana existe uma entrada à direita que leva até a Laguna Azul, que na verdade é a cratera de um vulcão extinto preenchida por água. Apesar do nome, a coloração puxa mais para o verde do que para o azul. Paramos ali por alguns minutos, tiramos algumas fotos e seguimos adiante.

Na aduana, o movimento era pequeno — afinal, era 1º de janeiro. Os trâmites foram rápidos e a revista do carro foi bem tranquila. Em pouco tempo já estávamos liberados para continuar viagem.

Chegamos então a Punta Delgada, de onde partem os ferryboats que fazem a travessia para a Ilha da Terra do Fogo. Tivemos sorte: praticamente não esperamos nada, pois já havia um ferry parado no porto. Embarcamos quase imediatamente.

A travessia foi calma e rápida. Quando desembarcamos, a sensação era clara: estávamos cada vez mais próximos do nosso destino final.

Seguimos estrada até Río Grande, onde paramos para comer alguma coisa. Notamos um fluxo grande de carros voltando no sentido contrário, vindos de Ushuaia — provavelmente gente retornando do feriado de Ano-Novo.

À beira da estrada havia vários pontos de acampamento completamente lotados. O curioso é que, mesmo com o frio que fazia — algo entre 12 e 15 graus — ainda tinha gente entrando na água dos rios para tomar banho. Coisa de gente corajosa.

Depois de Río Grande veio um dos trechos mais bonitos de toda a viagem: a passagem pelos lagos Fagnano e Escondido, seguida pela subida ao Paso Garibaldi. Ali a paisagem muda completamente. Montanhas, lagos escuros e o vento típico da Terra do Fogo compõem um cenário impressionante.

Claro que paramos diversas vezes para tirar muitas fotos.

Por volta das 19 horas, chegamos ao portal de Ushuaia, aquele ponto clássico onde todo viajante faz a foto marcando a chegada ao “fim do mundo”. Paramos ali também, registramos o momento e comemoramos.

Demoramos um pouco para encontrar nossa hospedagem. Eu havia reservado pelo Booking achando que se tratava de um hotel, mas na verdade era um pequeno apartamento no estilo Airbnb. Não sabia que o site estava funcionando assim agora.

Depois de algum tempo rodando pelas ruas, finalmente encontramos o lugar.

Nos instalamos, saímos para comprar algo para comer e, já cansados do dia cheio, fomos dormir.

Estávamos finalmente em Ushuaia.

 

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Editado por Marcelo Manente

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