Fui com minha namorada do Rio de Janeiro a São Thomé das Letras entre os dias 15 e 17 de julho. Saí de carro do Rio às 10:00 da manhã de sexta-feira, dia 15.
Fiz o caminho padrão, peguei a Dutra, segui pela Serra da Mantiqueira, sentido Caxambú, depois segui para Cambuquira e finalmente para Três Corações. Depois de Três Corações é só seguir as placas mais 25km e entrar em São Thomé das Letras.
Trevo na entrada de São Thomé:
A via Dutra é um tapete, dá pra manter mais de 100km/h tranqüilo. Mas a Serra da Mantiqueira é mais complicada, principalmente no trajeto até Itamonte, pois está em obra, aqui eu mantive os 50 km/h mais ou menos. Depois o asfalto fica ótimo, mas as curvas e os caminhões deixam o caminho bem perigoso. O trajeto fica mais tranqüilo mesmo é depois de Caxambú, onde dá pra manter os 80 km/h na boa. Entre Três Corações e São Thomé dá pra manter uns 100 km/h na boa.
Vista da cidade de São Thomé:
A primeira coisa que me chamou atenção foram as pedreiras ao redor da cidade, no início achei estranho, mas logo depois deu pra ver que tem uma grande exploração de pedras lá. Na minha opinião estão estragando a cidade, pois agora parece um grande canteiro de obras, com caminhões para todos os lados... mas acredito que o $$ deve ser importante para o pessoal lá. Enfim...
Entrada da cidade:
Chegamos aproximadamente umas 16:30 (quase 7h de viagem) e fomos procurar a Pousada Fortaleza perto da Igreja de Pedra. Nos cobraram R$ 50 a diária do casal em uma suíte bem simples.
A entrada da cidade tem umas casas meio feias , ainda no tijolo, mas ao chegar perto do “centro” as ruas começam a ficar mais charmosas, com as casinhas de pedra e etc.
Rua no centro da cidade:
Igreja de pedra:
Praça da igreja de pedra:
À noite fomos até a outra praça para tomas umas bebidas e comer alguma coisa. Mesmo fora de época tem uma boa variedade de restaurantes e bares, mas fiquem atentos que muitos fecham cedo, lá pras 22:00.
Bares na praça da igreja amarela:
No dia seguinte acordamos cedo para curtir as cachoeiras. Fomos ao centro de turistas que está localizado perto da igreja amarela e conseguimos um mapa dos pontos turísticos da cidade. As cachoeiras ficam bem perto da estrada, mas a estrada para as últimas é meio longa, sem carro fica meio difícil.
Um detalhe importante sobre as cachoeiras.... é um frio de doer . Doer literalmente, na primeira entrada parece que estão enfiando agulhas no seus pés... mas depois de um tempo “acostuma”... pelo menos o necessário para permanecer alguns minutos na água.
Cachoeira da Eubiose:
Cachoeira do Véu da Noiva:
Cachoeira Paraíso:
Depois das três cachoeiras seguimos para a cachoeira Antares, que é bem mais distante das outras. Existem umas bifurcações no caminho que podem confundir, portanto cuidado!
Caminho para Antares:
Chegando lá na entrada, nos deparamos com um bar improvisado na frente da fazenda de uma simpática senhora... muito bom para tomar uma cerveja bem gelada! Outra coisa era que ela deixa o pessoal estacionar o carro bem na frente do bar.
Depois de abastecidos, seguimos para a trilha da cachoeira, que tem uns 500 metros mais ou menos. Para mim Antares é a cachoeira mais bonita, mas só tem um problema... no horário que fomos (aproximadamente 13:00) não batia sol... então se as outras cachoeiras estavam frias.... essa estava patagônica!!
Depois dessa voltamos para casa para almoçar (já eram umas 17:00). O plano era almoçar e curtir o por do sol na pirâmide, mas estávamos quebrados e resolvemos descansar um pouco. À noite voltamos aos bares e restaurantes da praça.
No último dia curtimos as atrações próximas da cidade antes de irmos embora.
Gruta de São Thomé:
Vista da cidade de cima da gruta:
Subida para o cruzeiro:
Vista do cruzeiro:
Pirâmide:
Depois voltamos ao centro para comprar queijos, cachaças e outras lembranças antes de partir pro Rio.
Pessoal, aqui vai meu primeiro relato de viagem.
Fui com minha namorada do Rio de Janeiro a São Thomé das Letras entre os dias 15 e 17 de julho. Saí de carro do Rio às 10:00 da manhã de sexta-feira, dia 15.
Fiz o caminho padrão, peguei a Dutra, segui pela Serra da Mantiqueira, sentido Caxambú, depois segui para Cambuquira e finalmente para Três Corações. Depois de Três Corações é só seguir as placas mais 25km e entrar em São Thomé das Letras.
Trevo na entrada de São Thomé:
A via Dutra é um tapete, dá pra manter mais de 100km/h tranqüilo. Mas a Serra da Mantiqueira é mais complicada, principalmente no trajeto até Itamonte, pois está em obra, aqui eu mantive os 50 km/h mais ou menos. Depois o asfalto fica ótimo, mas as curvas e os caminhões deixam o caminho bem perigoso. O trajeto fica mais tranqüilo mesmo é depois de Caxambú, onde dá pra manter os 80 km/h na boa. Entre Três Corações e São Thomé dá pra manter uns 100 km/h na boa.
Vista da cidade de São Thomé:
A primeira coisa que me chamou atenção foram as pedreiras ao redor da cidade, no início achei estranho, mas logo depois deu pra ver que tem uma grande exploração de pedras lá. Na minha opinião estão estragando a cidade, pois agora parece um grande canteiro de obras, com caminhões para todos os lados...

mas acredito que o $$ deve ser importante para o pessoal lá. Enfim...
Entrada da cidade:
Chegamos aproximadamente umas 16:30 (quase 7h de viagem) e fomos procurar a Pousada Fortaleza perto da Igreja de Pedra. Nos cobraram R$ 50 a diária do casal em uma suíte bem simples.
A entrada da cidade tem umas casas meio feias
, ainda no tijolo, mas ao chegar perto do “centro” as ruas começam a ficar mais charmosas, com as casinhas de pedra e etc.
Rua no centro da cidade:
Igreja de pedra:
Praça da igreja de pedra:
À noite fomos até a outra praça para tomas umas bebidas e comer alguma coisa. Mesmo fora de época tem uma boa variedade de restaurantes e bares, mas fiquem atentos que muitos fecham cedo, lá pras 22:00.
Bares na praça da igreja amarela:
No dia seguinte acordamos cedo para curtir as cachoeiras. Fomos ao centro de turistas que está localizado perto da igreja amarela e conseguimos um mapa dos pontos turísticos da cidade. As cachoeiras ficam bem perto da estrada, mas a estrada para as últimas é meio longa, sem carro fica meio difícil.
Um detalhe importante sobre as cachoeiras.... é um frio de doer
. Doer literalmente, na primeira entrada parece que estão enfiando agulhas no seus pés... mas depois de um tempo “acostuma”... pelo menos o necessário para permanecer alguns minutos na água.
Cachoeira da Eubiose:
Cachoeira do Véu da Noiva:
Cachoeira Paraíso:
Depois das três cachoeiras seguimos para a cachoeira Antares, que é bem mais distante das outras. Existem umas bifurcações no caminho que podem confundir, portanto cuidado!
Caminho para Antares:
Chegando lá na entrada, nos deparamos com um bar improvisado na frente da fazenda de uma simpática senhora... muito bom para tomar uma cerveja bem gelada! Outra coisa era que ela deixa o pessoal estacionar o carro bem na frente do bar.
Depois de abastecidos, seguimos para a trilha da cachoeira, que tem uns 500 metros mais ou menos. Para mim Antares é a cachoeira mais bonita, mas só tem um problema... no horário que fomos (aproximadamente 13:00) não batia sol... então se as outras cachoeiras estavam frias.... essa estava patagônica!!
Depois dessa voltamos para casa para almoçar (já eram umas 17:00). O plano era almoçar e curtir o por do sol na pirâmide, mas estávamos quebrados e resolvemos descansar um pouco. À noite voltamos aos bares e restaurantes da praça.
No último dia curtimos as atrações próximas da cidade antes de irmos embora.
Gruta de São Thomé:
Vista da cidade de cima da gruta:
Subida para o cruzeiro:
Vista do cruzeiro:
Pirâmide:
Depois voltamos ao centro para comprar queijos, cachaças e outras lembranças antes de partir pro Rio.
Até a próxima!!
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