[align=justify]Meu último mochilão (2013/2014) foi diferente dos anteriores, afinal viajamos somente eu e Jailson, as crianças estavam passando férias com outros parentes (Maria Clara com a bisa em Belém do Pará e João Pedro com a mãe em Cáceres)
Então nosso percurso seria “alternativo” nesses 22 dias na “estada”
Como sempre nosso ponto de partida foi o percurso Cuiabá > Cáceres > Corixa (fronteira) > San Matias > Santa Cruz de la Sierra. Para depois seguir Santa Cruz de la Sierra > Cochabamba > Iquique (via Pisica) > Arica > La Paz (via Tambo Quemado) > Santa Cruz de la Sierra > San Matias > Cáceres > Cuiabá (como gostei do mapa postado pela camilalisboa, vou "roubar" sua ideia e postar a rota do meu mochilão, como não sou boa de mapas ele foi elaborado pelo meu amigo Viktor, então quero pedir licença à Camila, pelo "plagio" e ao Viktor pela elaboração do mapa)
Saímos de Cuiabá dia 22.12 (domingo) com destino à Cáceres em uma van da empresa Meira Tur, que busca o passageiro na residência e pode deixar você diretamente na sede da PF em Cáceres, para os tramites alfandegários, pois agora (desde de outubro 2013) é obrigatório o carimbo da PF no passaporte ou a papeleta de autorização para quem viaja somente com RG (isso é um problema em minha opinião, pois durante alguns meses eles ? ? ? ? bolivianos da Aduana em San Matias exigem esse documento e depois de algum tempo já não exigem mais, então você fica sem saber se é necessário ou não, eu para evitar contratempos e ter de voltar 100 km, sempre passo lá para solicitar essa autorização)
Dia 23.12 madrugamos para poder sair no ônibus da 5 horas rumo a fronteira, o dia estava chuvoso e com bastante neblina na estrada, chegando em Corixa é hora de negociar com os taxista bolivianos a ida até o Terminal com uma parada antes na migracion, nessa negociação tem que deixar claro a parada para os tramites burocráticos, se não vão querer cobrar duas corridas. Chegamos a Aduana ainda estava fechada mais já tinha um brasileiro esperando (esse por sinal teve que voltar até Cáceres pois estava sem a autorização da PF), depois de mais de meia hora a responsável chegou e demos entrada no país, saindo fomos até a casa de câmbio trocar alguns poucos reais e seguimos para o Terminal.
Tenho dois chips boliviano, um da Entel e outro da Tigo, essas duas operadoras, além da Viva, agora estão com cobertura em praticamente todo o percurso que realizamos, na estrada o sinal era “ótimo” e não lembra em nada o sinal das operadoras brasileiras. :'> :'>
Quatro empresas fazem o percurso até Santa Cruz, saindo às 8:30 (Trans Velasco), 9 (Expreso Matieño) e 9:30 (Expreso San Matias) além de 14 horas (Trans Bioceanico). Compramos passagem para às 9:30 e ficamos no Terminal “matando” o tempo até o horário da viagem. Chegamos em Santa Cruz de la Sierra por volta das 2 horas da madrugada depois de 16 horas de viagem sem “atropelos”. Minha cunhada não tem mais apartamento na cidade, então atravessamos a rua e fomos procurar hotel, como era madrugada e não queríamos “perambular” com mochilas nas costa, aceitamos pagar “uma fortuna” no Hotel Jenecherú, em frente ao Terminal Bimodal. Nesse horário já tem vans na frente do Terminal aguardando passageiros para saírem para Cochabamba (nosso próximo destino), Sucre e outras localidades, mais resolvemos ficar na cidade até à tarde, pois tínhamos que trocar reais por bolivianos e a melhor opção era Santa Cruz, pois conforme vamos adentrando na Bolívia mais o câmbio para reais é desfavorável. Pela manhã fomos ao Terminal ver quanto estava o câmbio e já comprar as passagens para Cochabamba, como sempre o câmbio em rodoviária não é favorável, então seguimos até a zona 7 Calles, na plaza 24 de Septiembro e fizemos o câmbio, 1 real por 2,75 bs. O melhor horário para cambiar é no começo da manhã, quando as bolsas de valores então começando a operar. Na volta almoçamos na praça de alimentação do Terminal, essa foi uma das melhores refeições da viagem = arroz, salada, batata frita e bife em porções generosas. Retornamos ao hotel para descansar até às 15:30 horas (a diária tem uma tolerância, basta conversar na recepção) e retornamos ao Terminal para seguir viagem.
Nosso próximo destino seria Cochabamba e de lá para Iquique, no Terminal Bimodal achamos duas empresas que fazem o percurso Santa Cruz de la Sierra x Iquique, mais todas com “baldeação” em Cochabamba ou Oruro e a passagem se torna bem mais cara, estavam cobrando 600 e 580 bs.
Era 24.12, véspera de natal e estranhei a pouca movimentação do Terminal em comparação com outros anos na mesma época.
Saímos de Santa Cruz com pouco atraso e chegamos em Cochabamba antes das 3 horas da manhã, ficamos no ônibus aguardando a abertura do Terminal, o que ocorreu por volta das 4 horas. Fomos para a parte internacional procurar passagens para Iquique e todos os guichês ainda estavam fechados mais já tinha passageiros aguardando, depois das 5 horas chegou uma senhora da empresa Trans Paraíso e ofereceu passagem para às 8:30 horas por 320 bs. com direito a almoço e lanche e previsão de chegada em Iquique às 18 horas. Aguardamos mais um pouco para ver se os outros guichês abriam, pois outras empresas tinham horário mais cedo, começando às 6:30, mais o único que abriu depois tinha saía para às 8 horas e custava 350 bs. Pouca diferença de horário por 50 bs. a mais, pois compramos as passagem por 300 bs. cada, mais depois vimos no ônibus pessoas que pagaram até 260 bs.
Passagens compradas, saímos do Terminal e nos dirigimos até a Feira La Cancha, que fica bem em frente e apesar de ser dia de natal, estava bastante movimentada, passeamos, tomamos nosso desayuno e compramos cobertores para viajar “a moda” boliviana.
No horário marcado saímos, ônibus (buscama leito 3 filas) novo e confortável com tv e rodomoço, paramos em Oruro, por cerca de 30 minutos, na saída foi servido o almoço (delicioso) e seguimos viagem por cerca de 50 km em estrada de terra, depois que voltamos a estrada asfaltada o rodomoço entregou os papeis para serem preenchidos e entregues nas aduanas boliviana e chilena, chegando na fronteira paramos em Pisiga, lado boliviano, onde cambista e vendedores, ficam com suas bancas, na beira da estrada, ávidos por fazerem “negócios” com os viajantes. Cerca de 15 minutos depois, seguimos até o Complejo Fronterizo Colchane (aduana conjunta Bolívia/Chile) policiais educados de ambos os países e aparatos eletrônicos de segurança modernos e carabineiros acompanhados de cães farejadores (uma família que embarcou no ônibus em Oruro, ficou na revista, provavelmente por porte de drogas, a polícia do Chile é “super discreta” depois de uma espera maior que o normal, um carabineiro entrou no ônibus e se dirigiu até o local onde a família (5 pessoas) estava sentada, na parte traseira do ônibus, fez uma revista rápida e saiu, sem dizer uma palavra, então o ônibus foi liberado para seguir viagem, sem “aqueles” passageiros) O Complejo Fronterizo Colchane, mesmo estando no “meio do nada” é equipado com raio x, portal detector de metais e cães farejadores, além de outros aparatos eletrônicos de segurança de última geração. Aqui o chip boliviano ainda funciona normalmente. :'>[/align]
[align=justify]Meu último mochilão (2013/2014) foi diferente dos anteriores, afinal viajamos somente eu e Jailson, as crianças estavam passando férias com outros parentes (Maria Clara com a bisa em Belém do Pará e João Pedro com a mãe em Cáceres)
Então nosso percurso seria “alternativo” nesses 22 dias na “estada”
Como sempre nosso ponto de partida foi o percurso Cuiabá > Cáceres > Corixa (fronteira) > San Matias > Santa Cruz de la Sierra. Para depois seguir Santa Cruz de la Sierra > Cochabamba > Iquique (via Pisica) > Arica > La Paz (via Tambo Quemado) > Santa Cruz de la Sierra > San Matias > Cáceres > Cuiabá (como gostei do mapa postado pela camilalisboa, vou "roubar" sua ideia e postar a rota do meu mochilão, como não sou boa de mapas ele foi elaborado pelo meu amigo Viktor, então quero pedir licença à Camila, pelo "plagio" e ao Viktor pela elaboração do mapa)
Saímos de Cuiabá dia 22.12 (domingo) com destino à Cáceres em uma van da empresa Meira Tur, que busca o passageiro na residência e pode deixar você diretamente na sede da PF em Cáceres, para os tramites alfandegários, pois agora (desde de outubro 2013) é obrigatório o carimbo da PF no passaporte ou a papeleta de autorização para quem viaja somente com RG (isso é um problema em minha opinião, pois durante alguns meses eles ? ? ? ? bolivianos da Aduana em San Matias exigem esse documento e depois de algum tempo já não exigem mais, então você fica sem saber se é necessário ou não, eu para evitar contratempos e ter de voltar 100 km, sempre passo lá para solicitar essa autorização)
Dia 23.12 madrugamos para poder sair no ônibus da 5 horas rumo a fronteira, o dia estava chuvoso e com bastante neblina na estrada, chegando em Corixa é hora de negociar com os taxista bolivianos a ida até o Terminal com uma parada antes na migracion, nessa negociação tem que deixar claro a parada para os tramites burocráticos, se não vão querer cobrar duas corridas. Chegamos a Aduana ainda estava fechada mais já tinha um brasileiro esperando (esse por sinal teve que voltar até Cáceres pois estava sem a autorização da PF), depois de mais de meia hora a responsável chegou e demos entrada no país, saindo fomos até a casa de câmbio trocar alguns poucos reais e seguimos para o Terminal.
Tenho dois chips boliviano, um da Entel e outro da Tigo, essas duas operadoras, além da Viva, agora estão com cobertura em praticamente todo o percurso que realizamos, na estrada o sinal era “ótimo” e não lembra em nada o sinal das operadoras brasileiras.
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Quatro empresas fazem o percurso até Santa Cruz, saindo às 8:30 (Trans Velasco), 9 (Expreso Matieño) e 9:30 (Expreso San Matias) além de 14 horas (Trans Bioceanico). Compramos passagem para às 9:30 e ficamos no Terminal “matando” o tempo até o horário da viagem. Chegamos em Santa Cruz de la Sierra por volta das 2 horas da madrugada depois de 16 horas de viagem sem “atropelos”. Minha cunhada não tem mais apartamento na cidade, então atravessamos a rua e fomos procurar hotel, como era madrugada e não queríamos “perambular” com mochilas nas costa, aceitamos pagar “uma fortuna” no Hotel Jenecherú,
em frente ao Terminal Bimodal. Nesse horário já tem vans na frente do Terminal aguardando passageiros para saírem para Cochabamba (nosso próximo destino), Sucre e outras localidades, mais resolvemos ficar na cidade até à tarde, pois tínhamos que trocar reais por bolivianos e a melhor opção era Santa Cruz, pois conforme vamos adentrando na Bolívia mais o câmbio para reais é desfavorável. Pela manhã fomos ao Terminal ver quanto estava o câmbio e já comprar as passagens para Cochabamba, como sempre o câmbio em rodoviária não é favorável, então seguimos até a zona 7 Calles, na plaza 24 de Septiembro e fizemos o câmbio, 1 real por 2,75 bs. O melhor horário para cambiar é no começo da manhã, quando as bolsas de valores então começando a operar. Na volta almoçamos na praça de alimentação do Terminal, essa foi uma das melhores refeições da viagem = arroz, salada, batata frita e bife em porções generosas. Retornamos ao hotel para descansar até às 15:30 horas (a diária tem uma tolerância, basta conversar na recepção) e retornamos ao Terminal para seguir viagem.
Nosso próximo destino seria Cochabamba e de lá para Iquique, no Terminal Bimodal achamos duas empresas que fazem o percurso Santa Cruz de la Sierra x Iquique, mais todas com “baldeação” em Cochabamba ou Oruro e a passagem se torna bem mais cara, estavam cobrando 600 e 580 bs.
Era 24.12, véspera de natal e estranhei a pouca movimentação do Terminal em comparação com outros anos na mesma época.
Saímos de Santa Cruz com pouco atraso e chegamos em Cochabamba antes das 3 horas da manhã, ficamos no ônibus aguardando a abertura do Terminal, o que ocorreu por volta das 4 horas. Fomos para a parte internacional procurar passagens para Iquique e todos os guichês ainda estavam fechados mais já tinha passageiros aguardando, depois das 5 horas chegou uma senhora da empresa Trans Paraíso e ofereceu passagem para às 8:30 horas por 320 bs. com direito a almoço e lanche e previsão de chegada em Iquique às 18 horas. Aguardamos mais um pouco para ver se os outros guichês abriam, pois outras empresas tinham horário mais cedo, começando às 6:30, mais o único que abriu depois tinha saía para às 8 horas e custava 350 bs. Pouca diferença de horário por 50 bs. a mais, pois compramos as passagem por 300 bs. cada, mais depois vimos no ônibus pessoas que pagaram até 260 bs.
Passagens compradas, saímos do Terminal e nos dirigimos até a Feira La Cancha, que fica bem em frente e apesar de ser dia de natal, estava bastante movimentada, passeamos, tomamos nosso desayuno e compramos cobertores para viajar “a moda” boliviana.
No horário marcado saímos, ônibus (buscama leito 3 filas) novo e confortável com tv e rodomoço, paramos em Oruro, por cerca de 30 minutos, na saída foi servido o almoço (delicioso) e seguimos viagem por cerca de 50 km em estrada de terra, depois que voltamos a estrada asfaltada o rodomoço entregou os papeis para serem preenchidos e entregues nas aduanas boliviana e chilena, chegando na fronteira paramos em Pisiga, lado boliviano, onde cambista e vendedores, ficam com suas bancas, na beira da estrada, ávidos por fazerem “negócios” com os viajantes. Cerca de 15 minutos depois, seguimos até o Complejo Fronterizo Colchane (aduana conjunta Bolívia/Chile) policiais educados de ambos os países e aparatos eletrônicos de segurança modernos e carabineiros acompanhados de cães farejadores (uma família que embarcou no ônibus em Oruro, ficou na revista, provavelmente por porte de drogas, a polícia do Chile é “super discreta” depois de uma espera maior que o normal, um carabineiro entrou no ônibus e se dirigiu até o local onde a família (5 pessoas) estava sentada, na parte traseira do ônibus, fez uma revista rápida e saiu, sem dizer uma palavra, então o ônibus foi liberado para seguir viagem, sem “aqueles” passageiros)
O Complejo Fronterizo Colchane, mesmo estando no “meio do nada” é equipado com raio x, portal detector de metais e cães farejadores, além de outros aparatos eletrônicos de segurança de última geração. Aqui o chip boliviano ainda funciona normalmente.
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