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Índice do Relato:

[Pag. 1] Capítulo 1: Preparativos para a viagem

[Pag. 1] Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.

[Pag. 3] Capítulo 3: Enfim Uyuni! Três dias inesquecíveis.

[Pag. 4] Capítulo 4: Vulcões, desertos e as Lagunas Altiplânicas.

[Pag. 6] Capítulo 5: ¡Adiós, Uyuni! A beleza dos Geisers e o sofrimento dos -10ºC.

[Pag. 7] Capítulo 6: Os encantos de San Pedro de Atacama.

[Pag. 8] Capítulo 7: As Piedras Rojas, as Lagunas Altiplanicas e o Salar de Atacama.

[Pag. 8] Capítulo 8: O Salar de Tara e o adeus a Atacama.

[Pag. 10] Capítulo 9: De Arica para Tacna: cruzando a fronteira com o Peru.

[Pag. 11] Capítulo 10: Ô Maria esta suruba me excita... Arequipa! Arequipa! Arequipa!

[Pag. 12] Capítulo 11: De um luxuoso ceviche à muvuca do Mercado San Camilo.

[Pag. 13] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [1ª Parte]

[Pag. 14] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [2ª Parte]

[Pag. 15] Capítulo 13: Oásis são reais! Um dia de muita diversão pelas dunas de Huacachina.

[Pag. 15] Capítulo 14: As Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas: um passeio pelo Oceano Pacífico.

[Pag. 16] Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica.

[Pag. 17] Capítulo 16: O Vale Sagrado dos Incas.

[Pag. 20] Capítulo 17: O lindo – e traumatizante – caminho até Aguas Calientes.

[Pag. 23] Capítulo 18: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital.

[Pag. 25] Capítulo 19: Até a próxima, Machu Picchu! É hora de seguir para Puno.

[Pag. 26] Capítulo 20: Puno e o passeio pelas Islas Flotantes de Uros e Isla Taquile.

[Pag. 30]Capítulo 21: Cruzando a fronteira com a Bolívia rumo a Copacabana.

[Pag. 31] Capítulo 22: Os encantos da Isla del Sol.

[Pag. 33] Capítulo 23: O adeus à Isla del Sol. É chegada a hora de conhecer a caótica La Paz.

[Pag. 34] Capítulo 24: Chacaltaya, Valle de la Luna... e o dia em que fomos furtados.

[Pag. 38] Capítulo 25: O eletrizante downhill pela Carretera de la Muerte.

[Pag. 41] Capítulo 26: ¡Hasta la vista, baby! É hora de voltar pra casa.

[Pag. 41] Capítulo 27: Agradecimentos.

 

::hãã2:: Pessoal, criei recentemente um instagram só de viagens. Então se você também ama carimbar seu passaporte, segue lá:

@queridopassaporte.

Aproveita pra comentar que veio pelo Mochileiros hehe. ::otemo::

 

Editado:

Baixe o PDF com o relato completo:

relato_rodrigovix_26dias_bolivia_chile_peru_abril2015.pdf

(Agradecimentos à Fernanda Arruda por ter compilado o relato em pdf pra gente - página 47)

 

 

Salve, salve, mochileiros deste Brasil varonil!

 

Cá estou eu prazerosamente cumprindo minha obrigação de compartilhar o relato da viagem que fiz em abril deste ano. Digo “obrigação” mesmo, porque me sinto moralmente obrigado a ajudar o mínimo que seja no planejamento da viagem dos próximos mochileiros, uma vez que 99%, se não 199%, se não 27.569%, se não 6,02x10²³% (aulas de química? alguém lembra? hehedeusmelivrehehe) do meu planejamento se devem aos relatos e informações presentes aqui neste fórum. Por isso, já vou logo deixando o meu MUITO OBRIGADO, CAMBADA!!!

 

Antes de mais nada, devo informar que este relato será cheio de texto, informações e fotos (muitas fotos). Portanto, praquela galera menos paciente que gosta de ir direto ao assunto, farei, ao final, uma versão resumida com as principais informações, belê?

 

O ROTEIRO:

 

O roteiro já é um clássico aqui no mochileiros. A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz é um bom caminho para irmos nos aclimatando gradativamente. Muitos optam pelo caminho inverso e sofrem muito com a brusca mudança de altitude ao chegar em La Paz.

 

mapa_roteiro_bolivia_chile_peru.jpg.1842a58fc66de38e4112b07ef866ea59.jpg

 

  • 01/04 Vitória x São Paulo x Santa Cruz de la Sierra x Sucre
    02/04 Sucre x Uyuni
    03/04 Salar de Uyuni
    04/04 Salar de Uyuni
    05/04 Salar de Uyuni
    05/04 San Pedro de Atacama
    06/04 San Pedro de Atacama
    07/04 San Pedro de Atacama x Arica
    08/04 Arica x Tacna x Arequipa
    09/04 Arequipa
    10/04 Cañon del Colca
    11/04 Cañon del Colca x Arequipa x Ica
    12/04 Huacachina
    13/04 Islas Ballestas + Paracas
    13/04 Ica x Cusco
    14/04 Cusco
    15/04 Cusco (Vale Sagrado)
    16/04 Cusco x Aguas Calientes
    17/04 Machu Picchu
    18/04 Aguas Calientes x Cusco x Puno
    19/04 Puno (Uros + Taquile)
    20/04 Puno x Copacabana
    21/04 Isla del Sol
    22/04 Isla del Sol x Copacabana x La Paz
    23/04 La Paz (Chacaltaya + Valle de la Luna)
    24/04 La Paz (Downhill)
    25/04 La Paz
    26/04 Santa Cruz de la Sierra x São Paulo

 

Quanto ao valor no título (1.600 dólares), ele se refere a PASSAGENS AÉREAS + TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS durante esses 26 dias. Só não inclui aqui os gastos prévios que tive com vestuário, bota impermeável, mochilas, câmera e equipamentos fotográficos, passaporte, etc., porque isso varia muito de pessoa pra pessoa. E como o custo em reais depende muito do preço do dólar à época, decidi manter em dólar.

 

De toda forma, a quem interessar possa, ficam aqui algumas coisas que comprei:

 

- Bota Timberland Flume Mid Waterproof

http://www.centauro.com.br/bota-timberland-masculina-flume-mid-waterproof-777831.html

 

Pra quem quer investir numa bota impermeável, é uma ótima opção, além de ser esteticamente bonita. Pisei em diversas poças d'água, peguei chuva, e os pés continuaram secos. Ela é até confortável, mas isso não costuma ser a principal característica de botas de trekking, então não espere o conforto de um tênis. Foi o único sapato que usei durante toda a viagem (além do par de chinelos, claro).

 

- Blusa e calça segunda pele (1ª camada), fleece (2ª camada) e casaco corta-vento-e-chuva (3ª camada), money belt, saco de dormir (lençol), mochila, capa para mochila, meias, toalha de secagem rápida e mais uma porrada de coisas eu comprei na Decathlon. É o lugar mais completo e barato para se comprar essas coisas. Deixei uma grana boa por lá. Dá uma olhada no site e, se tiver uma loja perto de você, melhor ainda, dê uma passada lá.

http://www.decathlon.com.br/

 

- Câmera Nikon D5300 kit de lente 18-55mm VR II

http://www.nikon.com.br/Nikon-Products/Product/dslr-cameras/1522/D5300.html

 

- Lente Wide Angle Sigma 10-20mm f4-5.6

https://www.detonashop.com.br/lente-grande-angular-sigma-10-20mm-f-4-5-6-ex-dc-hsm-para-nikon.html

 

- Tripé, filtro polarizador, disparador remoto, etc. eu comprei pelo Mercado Livre.

 

SOBRE AS MOCHILAS...

 

Usei uma Forclaz 50L Quechua...

http://www.decathlon.com.br/montanha-aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-50-litros-quechua_167478

 

E uma Targus Spruce EcoSmart de mochila de ataque.

http://targus.com/us/15_6-spruce-ecosmart-backpack-tbb013us

 

Essa da Targus eu já tinha há bastante tempo. É uma mochila mais voltada para notebook, mas como eu não queria gastar com uma mochila de ataque, optei por essa mesmo. Foi nela que carreguei meus equipamentos fotográficos durante todo o tempo.

 

Obs.: É MUITO importante uma mochila de ataque (mochila de menor tamanho) nesse tipo de viagem. Isso evita carregar peso desnecessário em diversos momentos. Não deixe de levar uma.

 

Quanto à mochila de 50L, muitos me questionaram se não era pequena demais pra 26 dias. Minha resposta é: depende. Se você não quiser lavar muita roupa, tem que levar uma maior. Agora, se você busca praticidade, 50L bastam. Levei roupa pra uma semana, mais ou menos, e usava o serviço das lavanderias sempre que necessário. É barato e você acha fácil em qualquer lugar por onde passa.

 

Aqui vai uma relação completa do que levei nessa viagem:

  • 7 camisetas
    1 camisa manga longa segunda pele (1ª camada)
    1 calça segunda pele (1ª camada)
    1 casaco fleece (2ª camada)
    1 casaco impermeável (3ª camada)
    1 calça-bermuda
    3 bermudas
    8 cuecas
    6 pares de meias grossas cano alto
    1 toca
    1 par de luvas
    1 toalha microfibra (secagem rápida)
    1 saco-lençol de dormir
    1 money belt (doleira)
    1 relógio
    1 sabonete
    1 shampoo médio
    1 protetor solar grande
    1 protetor labial
    1 repelente
    2 cadeados
    1 escova de dentes
    1 creme dental
    1 barbeador elétrico
    1 desodorante aerossol
    1 perfume
    1 cortador de unhas
    1 canivete suíço
    1 kit remédios (enjoo, dormir, dores e gripe)
    1 bepantol creme
    1 par de óculos de sol
    1 pacote de lenços umedecidos
    1 celular
    1 carregador
    1 par de fones de ouvido
    1 máquina fotográfica
    1 lente 18-55mm
    1 lente 10-20mm
    2 cartões de memória 32GB
    1 tripé grande
    1 mini-tripé
    1 kit limpeza para câmera
    1 caneta
    1 bloco de anotações
    1 capa de chuva para a mochila
    1 pasta plástica para documentos
    1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional

 

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NA PASTA DE DOCUMENTOS:

  • Cartões de embarque
    Ingresso de Machu Picchu + Huaynapicchu
    Cartão internacional de vacina (ANVISA)
    Certificado do Seguro Viagem
    Nota fiscal dos equipamentos fotográficos
    Todos, eu disse TODOS os papeis que você receber durante a viagem

 

É importante levarmos uma pasta para documentos. Levei uma dessas de plástico maleável, que permite dobrar ao meio e guardar facilmente na mochila. É ali que você vai carregar muita coisa importante, como:

 

- Cartões de embarque: Guarde-os sempre, mesmo quando já tiver realizado o voo. Nunca se sabe.

 

- Ingresso para Machu Picchu: Compramos pelo site oficial, e não por agências. Tentamos com o meu cartão e não consegui, mesmo com a liberação da VISA para compras internacionais. Tentamos com o cartão da minha cunhada, e deu certo. A dúvida então seria quanto à exigência de que o titular do cartão seja um dos que ingressarão no parque. Levamos cópia do cartão e da identidade dela, com medo de sermos barrado na entrada. Quando chegamos lá, nem olharam pra nossa cara direito. Olharam o ingresso, carimbaram a entrada e pronto.

 

- Cartão Internacional de Vacina: A vacina contra febre-amarela, por lei, é obrigatória para ingressar na Bolívia. Se você já tomou essa vacina nos últimos 10 anos, basta ir direto a um posto da ANVISA retirar o seu Certificado Internacional. No meu caso, precisei tomar de novo, porque já não tinha mais a minha carteirinha. Fui a um posto de saúde e me vacinaram na hora. Verifique antes os dias e horários de vacinação do seu posto, pois eles costumam destinar um período específico da semana pra certos tipos de vacina. Depois de vacinado, fui à ANVISA (já tendo feito previamente o cadastro no site deles, que eles pedem mais pra adiantar o atendimento) e lá emitiram o Cartão Internacional de Vacina. Aí você me pergunta, em algum momento pela Bolívia as autoridades nos cobraram este Cartão? A resposta é NÃO, como você pode ler em todos os relatos aqui do fórum. Massss, lei é lei, e você não quer dar sorte ao azar numa viagem dessas, certo? Pois é.

 

- Certificado do Seguro Viagem: Faça um Seguro Viagem. Não chore miséria e nem cogite não fazer numa viagem desse tipo. Eu fiz e foi o que me salvou, pois precisei acioná-lo. É um valor relativamente pequeno (menos de R$200) perto da segurança que é contar com o amparo médico em terras estranhas. Há relatos de pessoas que gastaram fortunas com hospitais por não terem feito o Seguro, portanto não dê essa bobeira. Eu fiz pela Mondial Travel, apenas porque foi o que mais li nas indicações aqui no fórum. Faça sua pesquisa e escolha a empresa que achar melhor, mas não deixe de se assegurar.

 

- Notas fiscais de equipamentos eletrônicos: É uma forma de comprovar que você os comprou no Brasil ou em outro local cujos impostos já foram devidamente pagos. Eu não quis arriscar e levei as notas dos equipamentos fotográficos que estava carregando. Se você estiver levando notebook, máquinas de maior valor e afins, não custa nada levar as notas, caso ainda as tenha. Não ocupa espaço e te dá mais tranquilidade. Mas eu precisei usar? Não. Nem mesmo na declaração aduaneira eu precisei registrar, porque era considerado “uso turístico”. Então é quase uma questão opcional, vai de cada um.

 

- Todos os papeis que você receber: Guarde TODOS. Muitos deles você irá precisar quando estiver retornando ou saindo daquele país, e perde-los é uma dor de cabeça que você quer evitar. Nós já aproveitamos a pastinha pra ir guardando tudo, de documentos de imigração até recibo carimbado de passeio. Sem falar que é a melhor forma de você se recordar dos lugares que visitou, os nomes, a ordem das coisas que viu, etc.

 

NO MONEY BELT:

  • Dólares
    Reais
    Passaporte
    Chave reserva do cadeado

 

O uso do money belt (uma espécie de cinto onde se guarda documentos e dinheiro e que se usa por baixo da roupa) é altamente recomendável. Deixar essas coisas na mochila pode ser muito arriscado, porque o principal problema do turismo são os altos índices de furto. Mantenha seu dinheiro e o seu passaporte com você o tempo todo, e só tire para tomar banho. Durante o único e pequeno momento em que nos afastamos do nosso money belt na viagem, deu merda. Então não se arrisquem.

 

Ah, outra dica é não deixar o cartão de crédito junto com o dinheiro e o passaporte. Por segurança, é melhor que ele esteja em um local separado. Se você for furtado ou perder seu money belt, terá o cartão para emergência. No nosso caso, deixávamos o dinheiro e o passaporte no money belt e o cartão de crédito guardado na mochila. O mesmo vale para as chaves do cadeado. Mantenha a chave reserva guardada em um local separado.

 

PREPARATIVOS PARA A VIAGEM:

 

Bom, a preparação pra essa viagem começou lá em agosto de 2014, mais ou menos. Quando digo “preparação” leia-se “- Bora viajar pela América do Sul ano que vem? - Bora! - Então fechou!”. De lá pra cá, muita pesquisa, muito rabisco, muita mudança de planos e muito obstáculo. Isso é normal, não se assustem. Se querem atingir o grande objetivo de viajar pelo mundo, estejam preparados para enfrentar de tudo um pouco.

 

As únicas coisas que compramos com antecedência foram as passagens aéreas BRA x BOL, o aéreo Santa Cruz x Sucre, o Seguro Viagem e os ingressos para Machu Picchu + Huaynapicchu, pois, se você deseja subir este último, é necessário comprar com meses de antecedência (a subida ao Huaynapicchu é limitada a dois grupos de 200 turistas por dia). Pegamos uma promoção da GOL e pagamos R$ 574,77 no trecho ida e volta SP/Guarulhos (GRU) x (VVI) Santa Cruz de la Sierra/Viru-Viru (fiquem atentos aos grandes feirões de promoção que costumam acontecer a cada dois meses em média). O trecho VVI x SRE/Sucre optamos por fazer de avião, e pagamos US$ 55. Já o Seguro Viagem, pagamos R$ 140 para cobertura Mochilão / 26 dias / Bolívia, Chile e Peru.

 

Tudo ia dando certo, dinheirinho na poupança todo mês, 13º dando aquele help, planejamento seguindo nos conformes. Masssss a calmaria antecede a tempestade, meus jovens. E foi só chegar nos últimos dois meses antes da viagem que o Universo começou a dizer “Tá achando que vai ser fácil assim, cara pálida? Negativo”.

 

Pra começar, o dólar, que já não parava de subir, decidiu entrar num foguete e decolar rumo à estratosfera. E como só compraríamos os dólares na véspera da viagem... nos F*DEMOS bonito. Só em março foi um aumento de R$ 0,35 (trinta e cinco f*cking centavos). E isso só nos deixou com duas opções: injetar mais dinheiro pra compensar a subida ou economizar ainda mais pra compensar a queda. Acabamos optando por um pouco de cada.

 

Ok, alta do dólar devidamente “digerida”, seguíamos com os preparativos finais. Mas aí o Universo deu aquela risada de deboche e disse “Pensam que acabou? Então peraí...”, e resolveu mandar o que parecia ser algo bem simples tipo O FIM DO MUNDO:

 

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Vulcões em erupção no Chile. “-Beleza, acontece.”

Dilúvio no Atacama. “-Oi??? Dilúvio na p*rra do deserto mais seco do mundo?!”

Terremoto de 5,8 com alerta de tsunami. “-Véi, na boa...”

Crise política se agrava no Peru. “-MAIS GRAVE VAI FICAR QUANDO EU CHEGAR AÍ!!!1”

 

Sacomé, a gente é mochileiro, e mochileiro brasileiro não desiste nunca. Ignoramos todo o caos, a zica e as 14 velas acesas por nossas mães e partimos rumo ao Apocalipse. Afinal, se é pra curtir o fim do mundo, que pelo menos seja de mochila nas costas batendo perna por aí, né não?

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Partiu Mochilão!!! Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude. ::dãã2::ãã2::'>

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muito massa seu roteiro, deve ter sido uma experiência inesquecível

 

por gentileza, quanto gastou para ir de san p do atacama até arica? qual foi o meio utilizado?

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Olas, estou acompanhando tbm o tópico ... Trip massa.

 

Será minha próxima mochilada ou melhor dizendo ... a primeira fora do país.

 

Abraços

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Fala cara, tranquilo? To acompanhando o relato que, ao que parece, será dos melhores. Daqui a menos de duas semanas to partindo também! Espero que voce termine o relato até lá haha

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Valeu, pessoal!!! :D:D

 

Pode deixar que vou tentar não demorar muito para postar os capítulos seguintes! ::otemo:: Também ficava desesperado quando a viagem estava se aproximando e as pessoas demoravam a dar sequência nos relatos, sei bem como é hahaha.

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muito massa seu roteiro, deve ter sido uma experiência inesquecível

 

por gentileza, quanto gastou para ir de san p do atacama até arica? qual foi o meio utilizado?

 

Incrível é pouco, Billy Jones. Foi sensacional demais!!!

 

De San Pedro de Atacama até Arica você vai de ônibus mesmo. Na verdade, você pega um ônibus de SPA até Calama, e de Calama você embarca em outro para Arica. Porém, de SPA mesmo você já compra as duas passagens. Paguei 20.000 pesos na passagem leito, sendo 3.000 de SPA até Calama (poltrona normal) e 17.000 de Calama até Arica (leito). No capítulo de Atacama dou mais detalhes. ::cool:::'> :wink:

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Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.

 

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01/04/15

Santa Cruz de la Sierra / Sucre

 

Eis que chega o dia da viagem. Mochilão pronto, férias devidamente iniciadas e ansiedade a mil. Acordamos cedo, pois o nosso roteiro para o 1º dia era bem puxado: sairíamos de Vitória (VIX) às 8h e chegaríamos a São Paulo (GRU) às 9h45. De lá, partiríamos para Santa Cruz de la Sierra (VVI) às 11h, com previsão de chegada às 13h. Em Santa Cruz, pegaríamos um voo de meia hora para Sucre, cujo embarque estava previsto para as 16h. Já em Sucre, embarcaríamos no ônibus noturno que seguiria direto para Uyuni, onde chegaríamos bem cedo no dia seguinte. Ufa! Cansei só de digitar.

 

Essa correria toda era pra aproveitar o gás de começo de viagem e ganhar um precioso tempo no roteiro, chegando em Uyuni já no 2º dia. Isso se corresse tudo dentro do planejado, é claro. Mas sabemos que, numa viagem dessas, é difícil sair tudo conforme o planejado. Sempre acontece algum imprevisto, por menor que seja. E, bom, foi exatamente isso o que aconteceu.

 

Embarcamos pra São Paulo com tranquilidade. Sabíamos, porém, que o tempo entre os voos seria curto, então tínhamos que nos apressar ao máximo depois de aterrissar. Como Murphy é meu brother de infância, ficamos uns 15 minutos parados pacientemente (sóquenão) aguardando nossas malas surgirem na esteira. Depois de finalmente pegá-las, fomos pro embarque internacional. Chegando lá, a atendente olha o nosso bilhete e diz “Voo pra Santa Cruz?”, olha para um relógio no alto do balcão de check-in que marcava precisamente “9:58:07s” e nos diz “o despacho de bagagens se encerra em 2 minutos, senhor”.

 

VÉÉÉÉIII!!! Pensa em dois bocós olhando pra mulher com cara de “Oi???????”. Saímos correndo e despachamos as malas no último microssegundo permitido. Isso que dá ser noob (iniciante, na gíria nerd) em viagens internacionais. Fica aqui então a dica pra todo mundo:

 

O despacho de bagagens em viagens internacionais é feito até no máximo 1 hora antes do voo. Por isso, é altamente recomendado chegar com 2 horas de antecedência. Não marquem bobeira!

 

Por pouco não ferramos com a viagem toda antes mesmo de sair do Brasil. Mas seguimos em frente, e a empolgação de chegar à Bolívia logo nos fez esquecer o cagaço que tínhamos acabado de passar (e da bela sorte que tivemos).

 

No voo para Santa Cruz, os comissários nos entregaram 2 formulários. Um para a Aduana, onde você declara os bens e valores que está levando, e o outro para a imigração (cuidado com as folhas carbono atrás dos formulários, não tire uma via de cima da outra). Preencha com calma. Se errar, eles te fazem preencher tudo de novo.

 

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O voo seguiu tranquilo e teve 3h30 de duração. Saímos às 11h e chegamos às 13h30 do horário local (o fuso na Bolívia está 1h atrás do horário de Brasília).

 

A primeira passagem é pela imigração. Os estrangeiros enfrentam uma fila, e os nativos enfrentam outra. Eles recolhem nosso formulário, costumam fazer uma ou duas perguntas e carimbam o passaporte, sem maiores problemas. Não pude fazer fotos porque era proibido, e quis evitar qualquer problema.

 

Em seguida, fomos à Aduana. Lá entregamos nosso formulário de declaração de bens e valores, e fui informado que deveria preencher novamente. Isso porque os bens que declarei (máquina, equipamentos, celular, etc) são considerados bem de uso individual/turístico, e não precisavam ser declarados. Depois disso, passamos por uma espécie de detector de sei lá o que que acende uma luz verde ou vermelha. Se você passar e acender a luz verde, tá liberado. Se acender a vermelha, eles revistam sua mala. Vai entender... Minhas malas foram revistadas antes mesmo de eu passar nesse detector, já que tive que parar para preencher o novo formulário. Na hora que passei, deu luz verde e segui normalmente.

 

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O aeroporto de Viru-Viru em Santa Cruz é bem pequeno. Paramos na cafeteria para comer alguma coisa, olhamos para o cardápio e desistimos. “Café Brasileiro” sendo vendido a 30 bolivianos!!! Na cotação do aeroporto, isso dava uns 16 reais. Fora de cogitação para mochileiros em modo econômico.

 

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Falando em cotação, o câmbio do aeroporto de Santa Cruz estava ó... uma bosta. Como em qualquer lugar do mundo, evitem ao máximo cambiar em aeroportos, shoppings ou zonas muito turísticas. Optem pelas regiões centrais, sempre que possível. Mais comércio, mais concorrência, melhores preços.

 

Cotação aeroporto Viru-Viru, Santa Cruz de la Sierra, dia 01/04/2015:

$1 = Bs.6,85

R$1 = Bs.1,85

 

Vi que tinha wi-fi liberado no aeroporto e decidi dar uma checada nas mensagens, já que meu celular estava desligado desde a saída do Brasil. Quando entro no e-mail, uma mensagem da Amaszonas enviada há 3 horas dizendo que o voo tinha sido antecipado para as 15h10. Tá de brincadeira, né??? Saímos correndo para o guichê e a atendente nos confirmou a mudança de horários. Deu para embarcar normalmente, mas serviu como mais uma lição.

 

Dica: Fiquem atentos para as mudanças de horários e itinerários nos transportes fora do país. Nem sempre eles seguem a mesma política a qual estamos acostumados. Estar preparado para imprevistos é sempre a melhor estratégia.

 

Embarcamos rumo à Sucre, e agora os passageiros bolivianos obviamente eram maioria disparada no avião. Em meia hora chegamos àquela que é a capital constitucional da Bolívia (La Paz é a capital administrativa, sede do governo). Um detalhe importante: diferente de Santa Cruz de la Sierra, que está a apenas 416m acima do nível do mar, a altitude em Sucre é de 2.810m.

 

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Chegando lá, logo senti a diferença no ar (literalmente). Respirar exige um esforço um pouco maior, mas nada que tenha me incomodado. Já no aeroporto, ainda menor que o de Santa Cruz, fomos procurar uma casa de câmbio para trocar apenas o suficiente para o táxi, e nos surpreendemos ao sermos informados de que ali não havia nenhuma casa de câmbio. “Agora ferrou!”, pensamos.

 

Saímos perguntando aos comerciantes se eles poderiam cambiar alguns dólares para nós. Encontramos uma única mulher que aceitava, porém a cotação era péssima: 6,50 bolivianos por dólar. Nos juntamos a um brasileiro de São Paulo que também iria para a rodoviária e topamos rachar um táxi, já que o taxista nos cobrou Bs.30 (Bs.10 de cada um) para nos levar até lá dizendo que pararia antes no centro para que pudéssemos fazer um câmbio melhor.

 

Na saída, o paulista quis fazer fotos com umas Cholas que estavam pedindo dinheiro lá fora. Depois da foto, elas voaram pra cima dele pedindo dinheiro, e inclusive impediram o táxi de sair do lugar. Acabou que o próprio taxista pegou umas moedas e deu pra elas.

 

No caminho, paramos no centro para fazer o câmbio, e estava com uma cotação bem melhor. Bs.6,94 para cada dólar. Cambiamos uns 100 dólares e seguimos viagem até a rodoviária. Chegando lá, recebemos o belo e infame cartão de visitas dos taxistas bolivianos: la passada de pierna.

 

Sim, estereótipos são chatos, mas não podemos ignorar o que é quase uma questão cultural naquele país. A maioria dos taxistas tentará tirar vantagem dos turistas, e foi o que aquele fez. Disse que a corrida custaria Bs.15 a mais que o combinado porque ele parou no centro para fazermos câmbio e ainda deu dinheiro para as cholas. Reclamamos com ele e dissemos que aquilo não tinha sido o combinado e que ele tinha dado dinheiro por conta própria. Resultado, dei mais Bs.5 para ele e o paulista deu outros Bs.5 e o cara nos deixou em paz. Fiquem atentos a isso, é comum turistas serem feitos de besta (e isso em qualquer lugar do mundo).

 

A rodoviária e Sucre é bem feia e mal encarada. Um povo estranho te olhando meio desconfiado, até porque estrangeiros com mochilas imensas nas costas chamam mesmo a atenção. De toda forma, tudo ia seguindo dentro do roteiro planejado até ali. Fomos informados que apenas uma empresa fazia o percurso Sucre x Uyuni (sem ter que parar em Potosí, como faz a maioria). Essa empresa fica no final do corredor, é bem fácil localizá-la, só perguntar em qualquer guichê. Chegando lá, vimos que os ônibus partem diariamente em 2 horários: 9h30 e 20h30. Queríamos o de 20h30, pra passar a noite no ônibus, mas aí veio a primeira surpresa que bagunçou nosso roteiro: passagens esgotadas para aquele dia!!! Só tinha disponível pro dia seguinte.

 

Que merda! Tava tudo dando certo demais pra ser verdade. Decidimos então ficar aquela noite em Sucre, “conhecer” o que desse da cidade e pegar o ônibus das 20h30 do dia seguinte, assim pouparíamos um dia de hospedagem. As passagens custavam Bs.100 o bus-cama (cadeiras mais largas que deitam até 160º) e Bs.80 o semi-leito (cadeiras normais com inclinação mais reduzida). Optamos pelo bus-cama, porque já tínhamos combinado que nessa viagem, sempre que precisássemos dormir em ônibus, pegaríamos as poltronas mais confortáveis. Afinal, dois marmanjos de 1,84m não dormiriam bem em qualquer poltrona.

 

Já que teríamos que passar uma noite em Sucre, fomos atrás de algum hotel ali perto da rodoviária. Achamos o Hostelling International a uma quadra de distância, cuja diária estava Bs.45 para um quarto de 6 camas, wi-fi, banheiro compartilhado externo e sem café da manhã. Para nós estava de bom tamanho, até porque a cozinha era legal e a intenção era fazermos nossa própria comida ali. E foi o que fizemos. Cozinhar em hostel, sempre que possível, sai mais em conta do que comer fora, mas é sempre bom fazer as contas pra ver se de fato compensa.

 

Decidimos aproveitar aquela noite para dar uma volta na cidade e passar num mercado central ou supermercado que fosse para comprar comida. Afinal, faríamos também o café da manhã e o almoço do dia seguinte no hostel. Eis que saímos caminhando pelas ruas, aquela empolgação de estar num país diferente, ouvir uma língua diferente, presenciar uma cultura diferente... fica nítido que somos turistas ali.

 

Depois de andar bastante, fazendo um esforço além do normal, chegamos a um supermercado. Porém, eu estava me sentindo muito cansado. Decidimos então sentar numa lanchonete para que eu pudesse descansar e ali mesmo pedimos um lanche. Foram Bs.12 por um sanduíche com batatas fritas e uma coca-cola quente.

 

Nem precisava, porque sequer deu pra encostar na comida.

 

Sucre fica a quase 3.000 metros de altitude, e o bonitão morador do litoral brasileiro aqui se esqueceu disso por um momento. A caminhada rápida e o esforço constante subindo e descendo ruas se juntou com o fato de meu organismo não estar aclimatado e POW! Senti o baque do “soroche”, o mal da altitude. Foi eu sentar naquela lanchonete que todos os sintomas vieram de uma só vez. Tontura, queda de pressão, náusea, falta de ar... foi um pacote completo. Quando Antenor olhou pra mim, eu estava mais branco que vela. Só deu pra falar “eu não tô bem”. Foi o tempo de pedir pra embalar a comida e pegar um táxi de volta pro hotel. Chegando lá, ele saiu atrás da tal folha de coca e só voltou meia hora depois, pois foi quase impossível encontrar quem vendesse tão tarde da noite. Nesse meio tempo, a dona do hotel me deu chá de coca, e os sintomas foram aos poucos se amenizando.

 

DICA: Vá devagar. Os sintomas se manifestam de forma diferente em organismos diferentes. Não adianta achar que por ser uma pessoa que pratica exercícios regularmente, tem uma alimentação legal e a saúde em dia, como eu, que estará imune dos efeitos do soroche. Evite esforço nos primeiros dias. Deixe o organismo se aclimatar aos poucos. Não cometa o mesmo erro que eu.

Cotação: US$1 = Bs.6,93

 

SALDO DO DIA:

Bs.10 (cada passageiro) – táxi Aeroporto Sucre x Rodoviária

Bs.5 – pagamento extra pro taxista malandro

Bs.100 – passagem bus-cama Sucre x Uyuni

Bs.12 – sanduíche com batatas fritas + coca-cola

Bs.4 – táxi de volta ao hotel

Bs.5 – pacote de folhas de coca

TOTAL: Bs.136 (US$ 19,6)

 

 

02/04/15

Sucre

 

Acordei um pouco melhor no dia seguinte, mas ainda não estava 100%. Saímos para comprar os ingredientes do café da manhã e do almoço, e cada refeição saiu por míseros Bs.12 (cerca de R$5,75). Muito barato.

 

Aproveitamos para dar uma volta pela cidade e conhecer melhor o comércio, mas dessa fez não saímos caminhando feito loucos. Pegamos um daqueles ônibus de condições duvidosas, porém altamente divertidos pra turistas como nós, e pagamos míseros Bs.1,50. Ahhh, e sabe todo aquele papo de que o trânsito na Bolívia é caótico? Tudo verdade. Saca só um cruzamento habitual por lá.

 

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Chegando no centro, que não era muito longe, cambiamos mais 150 dólares cada, pois iríamos precisar em Uyuni e sabíamos que a cotação lá não era das melhores. Aproveitamos para comprar 2 cachecóis de alpaca a Bs.40 cada (depois da pechincha, porque era Bs.50), pois sabíamos do frio que estava por vir no Salar.

 

Aqui cabe uma observação. Todos os relatos falam pra pechinchar bastante nessa viagem, principalmente na Bolívia. E, de fato, é verdade, você consegue descontos. Mas não é sempre, e não é tão fácil como fazem parecer. Na maioria das vezes, é nítido que eles falam um preço absurdo só pra dizer que deram um desconto depois (o mesmo cachecol nos foi oferecido por Bs.120 na esquina seguinte). E teve momentos em que o vendedor não se mostrava nem um pouco disposto a negociar – e olha que a gente argumenta bem. De toda forma, pechinche, mas não espere milagres.

 

Usamos o banheiro público a Bs.1 por pessoa, e depois aproveitamos para comprar papel higiênico no supermercado por Bs.2,70. Importante destacar que 99% dos banheiros nesses países são pagos, e a maioria está longe de ser um exemplo de limpeza rs. Ah, e papel higiênico é essencial, carregue o seu próprio rolo na mochila.

 

Pegamos um táxi de volta ao hotel (Bs.5 cada). Aproveitamos para passar no mercadinho e comprar os ingredientes do jantar (a dona gentilmente nos permitiu permanecer usando a cozinha mesmo já tendo passado o horário do check-out), além de 2 litros de água e algumas frutas para a viagem. Saiu tudo por Bs.25 cada.

 

Depois de comer, pagamos a diária (Bs.45 cada) e fomos para a rodoviária. Lá nos compramos o ticket da taxa terminal (Bs.1,50), obrigatório para embarcar. Essas taxas são bem comuns nas rodoviárias desses 3 países, fiquem sempre atentos a elas.

 

Faltavam 20 minutos para a partida quando descemos para a plataforma, e lá observamos 2 ônibus encostados que partiriam para Uyuni. Verificamos qual seria o nosso e embarcamos. Um detalhe importante: notamos alguns “cambistas” vendendo a passagem ali na última hora. Não sei se por ter um ônibus extra ou se por ser uma prática comum. De toda forma, se soubéssemos disso teríamos vindo à noite anterior para quem sabe conseguir passagens de última hora. Fica a dica para quem quiser tentar. (Apesar de que, pelo tanto que eu passei mal, foi até bom ficar um dia quieto na cidade).

 

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SALDO DO DIA:

Bs.12 – ingredientes para o café da manhã

Bs.12 – ingredientes para o almoço

Bs.1,50 – ônibus dentro da cidade

Bs.40 – cachecol de pelo de alpaca

Bs.1 – banheiro público

Bs.2,70 – rolo de papel higiênico

Bs.5 – táxi de volta ao hotel

Bs.25 – ingredientes para o jantar + água 2L e frutas para a viagem

Bs.45 – diária hotel

Bs.1,50 – taxa terminal

TOTAL: Bs.145,70 (US$ 21)

 

No próximo capítulo: Enfim, Uyuni! Três dias inesquecíveis.

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Estou acompanhando !!... Parabens pela trip !! E tambem pelo relato, foi um dos melhores e mais completos que já vi, vai ajudar bastante.

 

Obrigado !

ABração

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Continua continua, relato divertido de se ler, to embarcando dia 06.07, e fazendo a rota ao contrario, todas as dicas muito bem vindas ;)

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    • Por andersonjardim
      Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá.
      A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS!
       
      Dia1:
      Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar.
       
      Dia 2:
      No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo.
      Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias.
      Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h.
      Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar.
      Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível!
      E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante.
       
      Dia 3:
      Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi.
      Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia.
      Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros.
      As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos.
       
      Dia 4:
      Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio.
      Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola...
      Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ).
      Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir.
       
      Dia 5:
      Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente.
      À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem.
       
      Dia 6:
      No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol.
       
      Dia 7:
      Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
    • Por afonsosolak
      Rica em cultura, rainha da história e de vida vida vibrante, a cidade de deusa Atenas e capital Grega é a fundadora da civilização ocidental. Atenas é uma cidade orgulhosa, quem sabe com razão, por ter sido o berço da filosofia e da democracia, por ter promovido a ciência e voltado os olhos da humanidade para as estrelas.
       
      Os antigos deuses e dividades da clássica Atenas ainda estão presentes visualmente na cidade. Aparecem em adornos e detalhes que vão da arte à arquitetura, isso quando ambos os conceitos não se misturam se entrelaçam, confundindo até mesmo os mais críticos. Mascotes e lugares recebem seus nomes divinos. Livros, filmes e outras mídias cansam de citar o tema. Eu, humildemente, não poderia deixar de dar meu pitaco também!
       
       
      Um dia que passes em Atenas será o suficiente para descobrir uma cidade que mistura o antigo e o novo. Não estranhe os monumentos Greco-Romanos compartilhando o mesmo quarteirão com edifícios modernos, é algo típico por lá! Outros nos confundem: A Acadêmia de Atenas, o Parlamento Grego e o Zappeion são contruções do século XIX que foram projetadas para que parecessem edifícios antigos e refletir o patrimônio arquitetônico de Atenas.
       
      Se você não é do tipo que fica plantado em museus, um dia será suficiente para conhecer Atenas. Comece visitando a Acrópole e seus templos antigos: Parhenon, Erectheion e Athena Nike. Em seguida desça pela colina e passe pelo Areópago, esta imensa rocha entre a Acrópole e a Ágora Antiga. Suba até a colina da Pnyx, a área utilizada na Clássica Atenas para os encontros das assembleias democráticas. Retorne passando pela Ágora Antiga até chegar novamente na zona urbana de Plaka (TEXTO COM FOTOS EM http://www.theworldbyfon.com/2015/04/um-dia-em-atenas_19.html#more ).
       
      O almoço típico será aqui, no bairro de Plaka! Peça algo com iogurte ou queijo branco! Mas atenção, o tempero grego costuma ser mais forte que o normal! Se você é do tipo que gosta de fazer umas comprinhas, aqui é também é o lugar!
       
       
      Ao leste da Acrópole está o o Templo de Zeus, que assim como a maioria das outras atrações é grátis para estudantes. Se você não for estudante, visite a Acrópole antes e com o mesmo bilhete poderá entrar no Templo de Zeus. O inverso não vale! Este foi o maior tempo grego, com 105 colunas, das quais apenas 16 continuam em pé, mas que já te dão uma boa idéia do tamanho que era esta belezinha! No cantinho da quadra está o "Arco de Adriano e não de Teseu", o Imperador responsável pelo fim dos trabalhos do Templo de Zeus.
       
      Do Templo de Zeus passe pelo estádio Olímpico de Atenas, construído para as primeiras Olimpíadas Modernas! Dali você pode aproveitar e caminhar pelas sombras das árvores do Jardins Nacionais até chegar em frente ao Parlamento. De hora em hora os soldados fazem a troca da guarda.
       
       
      Atravessando a rua e descendo as escadas você estará na Praça Sintagma, que se você provavelmente
      conheceu quando veio do aeroporto pelo metrô. Este é o coração de Atenas! Vale à pena passar um tempo em algum bar ou cafeteria observando o movimento da praça e a grande quantidade de cães de rua (até o Lonely Planet fala disso).
       
      Depois, quase no fim do dia, uma rápida subida até o Monte de Philopappus, seja caminhando (40 min) ou pelo funicular, te trará outras vistas panorâmicas de Atenas e Piraeus, a região portuária. Quando você chegar lá igrejinha no topo, e tiver 360 graus de Atenas abaixo de você, pensará "Cara, era maior do que eu pensei!".
       
       
      Se você prestou atenção, em nenhum momento citei o trasporte público, pois realmente não é necessário! A partir daqui você já está pronto para voltar para o seu cruzeiro ou para aeroporto e continuar sua viagem ou preparar-se pra a festa da noite! Se você é daqueles que gosta de ver "tim-tim por tim-tim" dos museus, reserve um dia mais e durma na capital grega e não deixe de confirir o Museu Arqueológico Nacional, o Museu Benaki e o Museu Nunismático.
       
      Aproveito o post para comentar sobre o Quick Facts, a nova coluna do The World by Fon. São parágrafos breves com uma explicação sobre algum tema interessante no contexto das viagens do Fon! O primeiro foi postado ontem! Confere lá!
       
      E como sempre, se você gostou, peço que gentilmente curta ou compartilhe através das redes sociais ou dos botões aqui embaixo. Isso me ajuda muuuito!
       
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      Um abraço maior que o Atlântico!
       
      Fon
    • Por raphaela.gonçalves
      Fiz duas viagens incríveis nessa ilha paradisíaca e não poderia deixar de dar dicas pra quem deseja fazer o mesmo! Só pude viajar durante os finais de semana pois durante a semana fiz um estágio. No primeiro final de semana fomos para o leste da ilha, alugamos carro na Avis (não é o local mais barato mas o seguro de lá era o único que cobria qualquer dano sem taxa adicional e achamos que valia a pena) por aproximadamente 150 euros e gastamos mais uns 50 euros de gasolina na volta. Nossa primeira parada foi Kritsa, um dos vilarejos mais antigos da Grécia, uma cidadezinha charmosa, perto do sítio arqueológico de Lató, onde pudemos ver muitas ruínas interessantes, e depois voltamos pra comer em Kritsa. Seguimos para uma praia surreal de linda, a Golden beach, o mar é um dos mais violentos mas é também um dos mais lindos. De lá seguimos para Sitia, onde nos hospedados no Minos apartments, de frente pro mar, com cozinha e tudo, por 60 euros para até 5 pessoas (pagamos 12 cada). À noite, jantamos em um dos vários restaurantes à beira do mar. No outro dia partimos para a trilha "Dead Gorge", a qual pode ser iniciada no começo ou pelo meio, durando de 1 a 2h, em meio a uma paisagem estonteante de formações rochosas gigantescas, e depois de um jardim onde pudemos colher uvas e comer ali mesmo gratuitamente, termina na praia de zacros. Mergulhamos e almoçamos por ali pagando muito muito pouco pra comer de frente pro mar (paguei 2,50 no meu almoço, fora que os gregos têm a mania maravilhosa de trazer frutas e outras sobremesas como cortesia), realmente inacreditável. Na volta páramos em Vai e em Ithanos, sendo essa última a praia que mais gostei, cristalina e em meio a uma paisagem maravilhosa, e menos turística que Vai.
      No segundo final de semana, alugamos novamente o carro pelo mesmo preço mas com um dia a mais (também não entendemos pq haha) e a gasolina deu cerca de 80 euros no total. Seguimos primeiramente pra Chania, uma cidade muito muito charmosa, onde caminhamos pela linda região do porto, pelas ruelas cheias de lojinhas, pelo mercado central, e curtimos bares bem legais à noite numa rua cheia de bares. Ficamos hospedados perto de kissamos, no Tripodis apartments, o qual recomendo fortemente - staff super gentil, nos deixaram uma garrafa de vinho de cortesia no dia da chegada e um prato de melancia no segundo, e pagamos 83 euros por duas noites num quarto apartamento com um quarto duplo e um single de frente pro mar (27,75 por pessoa para os dois dias). Mergulhamos nessa praia no pôr do sol inclusive, somente a água e as montanhas, incrível. Foi tranquilo ir e voltar de Chania para curtir a noite, cerca de 30km. No segundo dia pegamos um barco em kissamos para gramvousa e balos, pegamos o primeiro (10:40) e pagamos 22 euros com desconto estudantil/grupos (25 sem), e valeu muitooo a pena! Ambas são maravilhosas, em gramvousa não deixe de subir até o castelo, a vista é incrível e o mergulho depois é revigorante. No domingo, seguimos para Elafonisi, a estrada não é tão boa então certifique-se de pegar a melhorzinha, é sem dúvidas o lugar mais lindo que já vi na vida! Vale a pena chegar cedo pois as cadeiras lotam (7 euros por duas cadeiras e um guarda-sol, os quiosques são relativamente baratos (pagamos 2,50 na cerveja, 0,50 na água, e vi lanches por cerca de 3 euros). Na volta paramos em Rethymno, onde vimos um pôr do sol maravilhoso e comemos num dos restaurantes à beira do mar, próximo ao castelo, não me lembro o nome mas comi uma pizza incrível, eles têm uma herança da colonização veneziana e por isso também os gelatos deliciosos.
      Tem muita coisa linda pra se ver por essa região, vale muito a pena alugar o carro, especialmente em um grupo de pelo menos 5 pessoas, daí sai bem barato. A estrada em si já é maravilhosa, principalmente a do leste na minha opinião, com as montanhas cobertas por campos de oliveiras, embora tenha gostado mais das praias do oeste.
      Enfim, espero ajudar com meu breve relato!
    • Por namags
      Olá Mochileiros!!
       
      Venho neste meu terceiro relato falar sobre a breve e incrível viagem que fiz à Grécia!
      Além de gostar de compartilhar experiências, fiquei com um pouco de receio quando resolvi ir, não apenas pelos conflitos econômicos, mas pelo País ter um alfabeto diferente, deslocamento pelas ilhas e por estar sozinha .
       
      Quando resolvi tirar férias em junho esqueci de um pequeno detalhe: inicio da alta temporada em muitos lugares ou locais não recomendados pelo clima. Além disso tinha o preço o dólar que não ajudava (continua não ajudando rs) e objetivos de gastos que não poderia ser muito.
       
      Confesso que pesquisei diversos roteiros e lugares incríveis, mas desejei muito a Grécia! Sabendo pouco sobre os problemas econômicos de lá, me programei pra levar dinheiro e desencanar de chegar nos lugares caso houvesse alguma greve.. era um risco a assumir. Mas pensei também por ser alta temporada e ter poucas vagas em hoteis e hostels, uma boa chance de ser uma ótima viagem.
       
      Pesquisei roteiros aqui no mochileiros em vários sites bacanas de viagens e as dicas foram super úteis! E por incrível que pareça é MUITO fácil se deslocar por lá! Um dos motivos pra relatar a viagem é acrescentar informações técnicas pra quem planeja ir um dia.
       
      Foram 10 dias de viagens, sendo 3 noites em Atenas, 3 em Mykonos, 2 em Santorini e 1 noite em Atenas.
      Passagem: por ser verão europeu, as passagens são mais caras... mas consegui uma promoção da Swiss que facilitou muito a vida! E detalhe.. comprei no final de abril!!
      Obs: Não existe voo direto do Brasil pra Grécia. As grandes empresas europeias fazem escalas.
       
      Com a passagem garantida, fui ver hotel e ferrys!
      Mykonos e Santorini tem aeroporto e é outra opção de translado. Optei pelo ferry por ser mais barato.
      Em relação aos ferrys, nos sites http://www.greekferries.gr e http://www.go-ferry.com/, você pode pesquisar diversas empresas que fazem os translados. Algumas delas são a Hellenic Seaways, Sea Jets e Blue Star Ferries. Recomendo comprar no site da própria empresa.
       
      Problema que tive na compra dos ferrys
      Pesquisando no site, vi que pela Blue Star estava com ótimo preço pra econômica, mas meu cartão não passou diversas vezes e quando consegui, eles cobravam uma taxa do ticket absurdamente alta. No final, comprei pela Hellenic Seaways. Ela é mais cara comparada a outras na classe econômica, mas tem a vantagem de ser mais rápida (highspeed) - super vantajoso na volta de Santorini pra Atenas
      Obs: você tem que retirar os tickets na agência antes de embarcar! Fique tranquilo que são bem localizadas e super rápido! Só esteja com o passaporte em mãos!
       
      Ferrys
      40 euros Atenas- Porto Piraeus para Mykonos
      61 euros de Mykonos pra Santorini
      59 euros Santorini para Atenas (Piraeus)
       
      Em relação as hospedagens
      Sabendo que seria verão, já fui atrás de hospedagem. Seguindo sugestões, em Atenas fiquei no Athens Backpackers, Mykonos no Morfoula's Studio e Santorini no Hotel Antonia.
      Optei por ficar em hotel em Mykonos e Santorini por descansar mais. É mais caro do que hostel, mas nada melhor do que um pouco de privacidade.
       
      93 euros o Hostel em Atenas
      135 euros Morfoula's
      98 euros Hotel Antonia
       
      Por fim, o dinheiro. Li que não é um País caro e devido a crise, resolvi só levar em espécie. Mas também levei cartão de crédito para alguma emergência. No hostel eles não aceitavam mais cartão de crédito, apenas dinheiro pela situação.
       
      Em relação a bagagem, inicialmente pensei em ir com a minha mochila de 78l da trilhas e rumos, mas por ser um roteiro tranquilo, optei pela mala. No final a ida foi com 12kg e a volta 17kg (comprei váááários sabonetes de oliva hahahaha).
       
      Passagem, hotel, translados e roteiro garantidos.. bora viajar!!
       
      Cheguei em Atenas no período da tarde (6h de diferença do Brasil) e resolvi ir de trem e metrô até o hostel.
      Se você pesquisa pelo Google, ele passará os nomes das estações em grego ... maaaaaas ainda bem que nas estações tem a tradução para o nosso alfabeto!
      Eles tem poucas linhas de metrô e o deslocamento foi super tranquilo levando uns 40 minutos até a estação Acrópole. A passagem saindo e indo para o aeroporto para qualquer estação de metro custa 8 euros, e o metrô pela cidade custa 1,60 euros. Outra opção é pegar um táxi, mas não sei o valor. Importante: não tem catraca no metrô, você apenas válida o ticket. Teoricamente alguém irá verificar depois, mas não sei se foi pela crise, ninguém conferiu e teve dias que usei o metrô de graça porque eles não estavam cobrando.
       

       
      Uma coisa legal do metrô é que algumas estações tem réplicas de estátuas gregas, objetos encontrados nas escavações... diversos mini museus rs
       

       
      O hostel fica na região de Acrópole, que é dos points turísticos de Atenas! Tem diversas opções de restaurantes nos mais diversos preços e gostos pra todos! Ao lado fica Plaka, uma região cheia de restaurantes e lojas de lembrancinhas. Confesso que a maioria das lojas tem as mesmas coisas, mas vale a pena andar por elas e achar um bom preço!
       



       
      Gostei muito do hostel, principalmente da localização e pela bela vista do Partenon! Conheci diversas pessoas super legais e foi bem animado! A única coisa que não curti foi que o chuveiro que encharcava todo o banheiro.

    • Por gustavo esteves de mattos
      Galera, meu nome é Gustavo Mattos , moro no Rio de Janeiro e vou falar aqui um pouco da viagem que fiz com minha noiva em agosto – 2015, com o roteiro falando apenas da Grécia, que foi uma parte da viagem.
      Grécia : Rhodes ; Santorini ; Mykonos; Zakhyntos e Athenas
       
      Segue link para roteiro completo com Paris , Londres e Grécia: #1117355 ou
      paris-londres-grecia-rhodes-santorini-mykonos-zakyntos-e-athenas-20-dias-t117773.html
       
      DIA 1 LONDRES/RHODES
      DIA 2 RHODES
      DIA 03 RHODES/SANTORINI
      DIA 04 SATORINI
      DIA 05 SATORINI/MYKONOS
      DIA 06 MYKONOS
      DIA 07 MYKONOS/ZAKHYNTOS
      DIA 08 ZAKHYNTOS
      DIA 09 ZAKHYNTOS / ATENAS
      DIA 10 ATENAS
      DIA 11 ATENAS COM PIT STOP EM ROMA
      VOO - Alitalia (ótimo avião)
      GRÉCIA
      RHODES
      Na Chegada alugamos um carro pela empresa Auto Europe( aluguel feito no Brasil). 140 euros por dois dias.
      Ilha muito grande- quadriciclo não comporta. Ideial é um carro .
      Gasolina para dois dias : 20 euros rodei a ilha toda e entreguei o carro no porto – ida para Santorini
      Dia 1
      Fomos direto para o centro ver os castelos na Old Town. Muralha Gigantesca e bem extensa. Lugar muito bonito e diferente. A muralha pega uma parte da orla , lugar incrível. Muito bom ter colocado no roteiro.
      Vamos direto ao assunto: passeamos por todo redor das muralhas e paramos para experimentar pela primeira vez a comida grega. Pedimos um pitagyros (3,00 euros) e um giros plate. Esse é o prato principal da Grécia. Encontramos em todas as ilhas . comemos de vez em quando, mas enjoa. Ele é barato e a quantidade de comida é imensa.
      Rodamos o comércio local mas o que eu queria mesmo era praia. Chega de Museu, andar , pub e bistrô. Agora é Praia e peixe!
      Peguei o carro e fui na direção de lindos, lado onde tem as melhores praias . parei na primeira que é uma praia fechada. Tem apenas uma Rua de acesso. Tiramos uma foto(vou postar que aparece a praia. Não entrei pois estava no final da tarde, mas parece uma lagoa). Fomos para casa pois acordamos duas da manha este dia.o voo foi 6 horas como disse.
      Dia 2
      Exploramos a ilha.
      Começamos indo a vila de lindos. Lugar muito bonito. Você entra na vila e vai subindo. Para para o pedágio. Apenas 6 euros por pessoa. Sobe mais um pouco e lá em cima tem uma vista incrível do mar. Lembra um pouco a acrópole de athenas , mas com menos monumentos. Um dos lugares mas bonitos que já vi. Pesquisem no GoOgLe.
      Já tinha uma praia bem abaixo de lindos.desci pela trilha e fui direto para lá. Praia boa e calma mas a água não é muito clara. Fiquei uma hora e fui para outra praia. Deixe-me lembrar .....
      Voltei sentido centro, não achei necessidade de dar a volta na ilha pois tinhas mais de 7 praias voltando. RS .Passei por algumas praias, mas a melhor é TSAMPIKA. Bonita, água clara e bem estruturada.
      Fiquei uas duas horas, depois segui para praia de falikari. Achei extensa e normal.
      Seguimos , passamos pelo centro e fomos no outro sentido da ilha, onde tem as praias com águas claríssimas, mas ao invés de areia são pedrinhas. Maré bem forte à tarde também. Vi muito a pratica de Kitesurf .
      Praia boa para olhar. Lanchamos e fomos nos arrumar para um jantar semi- romântico.
      O Sol foi-se e fomos para o centro de Rhodes. Sem querer, achamos uma rua badalada, bares com muitos gregos e italianos. (povo dominante no local). Curtimos à noite e fomos embora.
      Resumo da ilha:
      Palavra –chave : Diferencial e impressionante. Praias e castelos num ambiente só. Aas praias são normais, com destaque para uma que faz uma coloração bem clara, mas tem muita onda e pedras ao invés de areia. Não da para ficar .Gostei muito de conhece-la .
      Proxima parada :Santorini (Love of Island)
      Locomoção : ferrye
      Blue star ferrys( pago no Brasil) – uns 40 euros por pessoa)
      Tempo – 9 hrs ,mas atrasou . levou 11 – barco imenso e muito aconchegante. Teve uma surpresinha Turca mas deixa pra lá.rs deleta
      obs: Os gregos adoram os Brasileiros. Nunca fui tão amado em outro país, nem na Argentina fui tão amado como na Grécia.











      SANTORINI– Love of Island
      Chegamos a Santorini com um dia perdido, pois foram 11 horas dentro do Navio. Quem deseja colocar Rhodes no roteiro, tem que se atentar que é demorado a ida para outras ilhas e não tem barco direto para outras ilhas. É muito restrito, por isso deve colocar um dia a mais só para o deslocamento. Avião também não vi vantagem, pois passavam tudo por athenas e demorava muito tempo a conexão.não custa na da pesquisar no Skyscanner . Curti santorini um dia apenas.acho que 2 é ideal. Fiz quase tudo, pois a ilha é bem pequena.
      Dia 1
      Ligamos do hotel e foram lá me buscar e levar até a locadora para pegar um carro, pois um dia achei o melhor meio de se locomover, pois quadriciclo é bem lento.
      Acordamos cedo e tomamos um delicioso café da manha no hotel Calderas memories( vista incrível das calderas, recomendo.) e Fomos direto as praias:
      * Começamos por Red Beach . Praia de areia avermelhada formada por rochas vulcânicas. Ela é Bem bonita mas sem estrutura nenhuma. Nem melhor nem pior , apenas diferente ,rsrs
      * Fomos depois para perissa e perívolos, uma do lado da outra. Praia bem legal também de areia cinzenta.
      *em seguida, Kamari Beach – Essa achei a melhor praia. Grande , bem bonita, muitos bares, cadeiras e restaurantes. ( melhor praia)
      Obs: estacionamento em todas praias são livre. (free)
      Saimos da praia e fomos ao hotel tomar um banho e conhecer logo em seguida o restaurante Santo wine, que fica no caminho de red beach e tem placas indicando. O rodízio de vinhos com petiscos varia de 18 a 30 euros. Pedi um com 12 copos de vinhos de diversos tipos e paguei apenas 22 Euros. Muito em conta. No sexto copo não sabia nem mais diferenciar o sabor.rsrs . Estavamos bem alegres e fomos tirar fotos na vista do local. (vista das calderas ).
      Em seguida partimos para Oia, ver o famosos por do sol . Chegando lá , estacionei logo e fui andando e passando pelas casinhas brancas e tirando foto. Chegando lá , muita gente ocupa um pequena terraço e outras descem para a direita para ver debaxo o famosos por do sol. Só consegi graças a gopro. RS coloquei no cabo e de cima bati algumas fotos, pois estava insuportável de cheio. Acho que do meu hotel a vista era tão bonita quanto.
      OIA É Lugar maravilhoso também. Muito estruturado e diferente. Bastante comercio e restaurantes para quem quiser passar à noite no local.
      Partimos para Firá, centro de Santorini. Comemos num restaurante e passeamos no local. Muito cansados já, pois o dia foi corrido demais , fomos para o hotel descansar para partir para mykonos.
      Resumo
      Ilha formada por uma erupção vulcânica. É muito bonita mesmo e diferenciada das outras. As praias não é o forte da ilha, apenas a Kamari beach que achei diferenciada. As caldeiras são bonitas demais e Oia é impressionante. Um lugar com casas brancas juntas e em cima de um morro( caldeira), acho que não encontra em mais nenhum lugar do mundo. Conhecemos praticamente tudo, apesar de corrido e valeu. acho que um dia a mais para ficar em fira e relaxar na piscina do hotel seria bom, mas valeu.
      Dia 3
      Acordamos, entreguei o carro, pois não pode passar de 24 hrs o aluguel(70 dólares - fiat 50 conversível). aguardamos o rapaz do transfer e fomos para o porto para ir para mykonos .


       





      Mykonos
      Chegamos em mykonos de ferry (empresa sea Jet) , comprei pelo site paleólogos travel ( 65 euros por pessoa) .
      Fiquei hospedado no hotel Milena, bem próximo ao centro - Chora( 5 minutos de quadriciclo). Oferece transfer gratuito do porto e do aeroporto, basta avisar por email o horário de chegada e os dados do transporte utilizado. Hotel excelente e um dos melhores preços, pois hotel em mykonos é bem carinho.
      Começamos alugando um quadriciclo, pois lá e o melhor transporte(infelizmente só tem de 50 cc, pois tem muito acidente na região porque é uma ilha em que os jovens bebem bastante e dirigem depois).
       
      Dia 1
      Dia sempre corrido , RS . fomos à praia de paradise beach conhece-la. Praia onde tem dóis quiosques bem sofisticados tocando música. Fica muito cheia no por do sol, onde o pessoal sai da praia para ficar na balada ali mesmo no local. Praia bem sofisticada.
      Saímos de lá e fomos ao centro Chora, mas pronuncia-se Róra. Lá tem uma famosa rua lettle venice onde tem um comércio de restaurantes e roupas bem forte. Visual muito bonito das casas e vielas brancas e os famosos moinhos de mykonos no caminho. Comemos uma pizza bem gostosa no restaurante Antonio’s e fomos para casa descansar.
      Dia 2
      Comecei o dia indo as praias
      kalo Livadi ( pequena praia e bem deserta. Fiquei 20 minutos). – se o tempo tiver curto aproveite as outras
      Kalafati beach – praia normal, parecida com praias de outras ilhas. Frequentei por 40 minutos e fui para lia.
      Lia – Passei de quadriciclo por cima só. parece ser bem estruturada. Bonita eu vi que é.
      Fomos para o outro lado da ilha. Achei as praias super bonitas. As melhores até o momento.
      Panormos – bela praia, me banhei bastante .
      Agios Sostis – Foi a que mais gostei. Do alto você visualiza a praia. Ao lado da praia panormos . desce uma trilha bem pequena de areia e já está na praia. Fiquei por bastante tempo relaxando ali.excelente praia.
      Psarou – Praia bem top de Kykonos. Diversas espreguiçadeiras e toda estruturada com restaurantes.
      Super Paradise – Finalizei o dia nesta praia. Outra praia bem estruturada com festa. Um pouco melhor que a Paradase Beach em relação a musica e o público que frequenta. O motorista do hotel já tinha me avisado. Em paradise o público é de 18 -23 anos em média. Super paradise o público é ¬de 25 a 40 anos.
      Fui para o hotel descansar para ir ao centro a noite, mas apaguei e não tive forças para levantar .rsrs
      Meu voô era 10 hrs da manhã para Zakhyntos
      Resumo
      Uma excelente ilha para quem procura boas praias e festas. Ilha bem animada de dia e a noite. Nada a reclamar.
      Vale muito a pena colocar no roteiro.











      Zakyntos
      Fomos para a ilha de avião (médio avião da empresa Olympic – aegean) 230 Euros por pessoa.
      Chegamos no aeroporto e lá estav ao pessoal da Green motion (autoeurope) aguardando para fazer o aluguel do carro.
      Dia 1
      Pegamos o carro, fomos ao hotel Varres(muito bom) e de lá já partimos para a parte de cima de navagio Beach (shipwreck - nas placas).
      Chegamos lá em 35 minutos. Um dos lugares mais bonitos que vi na vida. Fiquei lá viajando um tempão e tirando diversas fotos. Valeu muito ir nesta ilha. obs: tem que fazer a trilha lá em cima, pois são as melhores fotos.ir até o final onde se tem a melhor vista da praia.
      Saimos de lá, acabei me perdendo e indo ao porto Vromi( onde sai as embracações para navagio Beach), mas como era no final da tarde, resolvemos não fazer o passeio de barco para Navagio. Me arrependi, pois dia seguinte a maré subiu, mas já vou contar a aventura. Rsrs
      Como não tem estrada, voltamos tudo de novo e fomos para o porto Limnionas ( muito bonito também, mas estava no final de tarde e ficamos pouco tempo).
      Esta ilha é imensa e tem poucas estradas. Gasta-se muito tempo dirigindo.
      Voltamos para o centro e jantamos num restautante italiano muito bom. Os pratos demoram um pouco para sair nos restautantes da Grécia. Se o tempo tiver curto a melhor opção é um lanche ou um pita gyros.
      Dia 2
      Fomos logo cedo para o porto Vromi fazer o passeio de barco para Navagio. Estávamos muito animados. Chegando lá, a maré estava alta e o barco não iria parar na praia, ficou apenas rodando perto para podermos apreciar. A maré lá estava bem alta. Na volta foi parando nas blue caves que também são muito bonitas. Vou ser sincero: ficamos um pouco chateado, pois nos arrependemos de não ter ido no primeiro dia, mesmo estando em final de tarde.
      Logo depois do passeio, fomos ao porto Limnionas e ficamos lá um tempão nadando. Muito bonito nesse dia, pois a água estava bem clara. Porto muito bom para ficar relaxando.
      Logo depois fomos conhecer as praias, mas acabei me perdendo e parando dentro de um vale de oliveiras. O que mais se vê em zakhyntos são oliveiras, parece até filme de terror. rsrs
      Próxima parada Foi em Keri beach. Praia com algumas embarcações onde aluguei uma lancha e fui até uma ilha em frente onde ficam algumas tartarugas gigantes nadando. Consegui ver apenas duas ao lado da lancha. Parei neste ilha e fiquei uma hora lá relaxando. Depois, fomos ao badalado bairro de Laguna, que tem uma rua que parece o centro da cidade. Muito movimentada com diversos bares e boates bem decorados. Curtimos bastante esse dia. Fomos para o hotel depois pois já era bem tarde.
      Dia 3
      Chegando no hotel, verificamos que nosso voô para Atenas era apenas na parte da tarde e resolvemos ir até o porto verificar a maré para fazer o passeio para navagio beach de novo, a atendente do hotel falou antes que continuava com a maré alta, mas fomos lá conferir.Brasileiro nunca desiste. rs
      Chegamos lá e a maré estava ótima. Água claríssima . Fomos logo na primeira embarcação. Passeio perfeito, ficamos uma hora na praia, que estava bem cheia. Fiquei nadando naquela água azul mais que bebê por um bom tempo e ainda encontrei alguns brasileiros lá. Muito bom. Agora ficou perfeito o passeio.
      Fomos em seguida para o aeroporto e deixamos o carro com a chave debaixo do tapete, mas logo parou o carro da seguradora no local para conferir.
      Resumo de Zakyntos
      Ilha com a praia mais bonita que vi na Grécia e em toda minha vida. Muito grande e tem boas praias. É bom planejar bem o roteiro para não perder tempo. Tive tempo de conhecer poucas praias do litoral, pois teve esses imprevistos e perdi um pouco de tempo, pois as coisas são bem longes na ilha. O centro é bom , mas laguna beach é bem mais animado pela quantidade de comercio que tem na região . Valeu muito a pena conhecer a ilha e se puder voltarei para acabar de conhecer o restante das praias.
       












       
      Atenas
      Chegamos em athenas de avião, em torno de 1 hora de Zakyntos .
      Pegamos o metrô e fomos direto ao hotel Fomos direto ao hotel Areos ( muito bom e localizado há duas estações de metro do centro( praça syntagma).
      Saimos para jantar perto do hotel mesmo, pois tinha alguns restaurantes na avenida principal e voltamos para o berço, pois dia de deslocamento é sempre muito cansativo.
      Dia 1
      Fomos cedo para a Acrópole (ingresso 6 euros por pessoa) , subimos e visitamos tudo Lá em cima. Ficamos umas 4 horas Lá dentro, pois é bem grande. Depois fomos nas pedras lá em cima mesmo para tirar foto da vista. (recomendo).
      Descemos e fomos passear no centro, onde estava tudo aberto( comercio de roupas e restaurantes) e bem movimentado. Fomos até o templo de Zeus que é perto também.Depois paramos no centro para almoçar e fomos para o hotel nos arrumar para dar uma volta a noite.Sol bem forte nesse dia, desgasta muito.
      À noite fomos ao centro e jantamos abaixo da acrópole.
       
      Resumo
      Athenas é uma cidade histórica muito bonita onde se consegue visitar os pontos turísticos e um ou dois dias. Achei o tempo que fiquei bom, pois não tem muita coisa no momento, pois a cidade esta numa forte crise e apenas o centro está movimentado. O Resto da cidade parece estar muito vazia.




       
      Fim de relato e de Viagem!!
       
      ops , pit stop em Roma por 5 horas ....
      pegamos o trem que sai do aeroporto e pegamos o metrô, duas estações já estávamos no Coliseu.


      THE END
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