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Frida_ssa

Salvador

Posts Recomendados

já fiquei na pousada O Ninho e gostei. Pousada simples, com preço justo e bem localizado. Os funcionários tb ~sao bastante atenciosos!! :)

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Olá Galera.

 

Montei um grupo no facebook para reunir as pessoas que também vão está inda pra Salvador - Morro São Paulo - Praia Forte no mes de abril de 2013.......Quem tiver interesse em fazer novas amizades, e quem sabe, encontrar uma companhia para viajar e só acessar o link abaixo.

O grupo foi criado no intuito de interagir pessoas que já foram ou ainda vai para os locais citados acima, no intuito de dar dicas sobre os locais acima citado.

Vamos Lá galera, é só entrar e começar a fazer novas amizades.

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Boa Noite, Pessoal

 

Estou me programando para ir ao Ensaio Geral do Camaleao...dia 02/02..e devo retornar dia 03/02 as 22hs..estou precisando de uma help.

 

Estarei pegando um bate e volta que sai do iguatemi e retornará para lá no final da festa..entao..gostaria de um hotel proximo ao iguatemi..o mais proximo possivel...e o mais barato tambem..pousadinha..hostel...qualquer coisa..os hoteis q encontrei estao com diarias de 150!! Alguem tem alguma dica !?

 

Pensei que como seria apenas pra deixar mala e dormir poderia encontrar algo mais em conta..mas se nao tiver, vai ser o jeito!!

 

Obrigadooooooooo !!! ::dãã2::ãã2::'>

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gente, preciso de uma ajudinha: pretendo ir para Salvador como início de um roteiro que farei pelo litoral sul da Bahia. Chegarei de avião. Porém, vou levar minha bicicleta, e estou com dúvidas de onde me hospedar (vi alguns hostels que parecem bons e baratos, mas todos no Rio Vermelho ou Barra, ou seja, longe do Aeroporto...) e como fazer para transportar minha bike no trajeto aeroporto-hostel-rodoviária. Alguem tem sugestões??

 

Dá para transportar sua bike no buzu mesmo, ainda que seja de maneira improvisada (assim como quase tudo aqui em salvador), se ela estiver desmontada melhor ainda pois será trasportada como bagagem comum mesmo. A linha Aeroporto X Praça da Sé (R$ 3,00) passa no rio vermelho e na barra. Caso vc prefira um táxi fale com D. Ana Batista (71 8816-8418 - oi e 71 9211-9125 tim) Ela tem táxi e faz um preço especial (diga que é uma indicação de Fernanda "Cabeça" - sou eu! rsrsrsr). Sempre recorro qdo preciso de trasporte para lugares longes. ::otemo::

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Boa Noite, Pessoal

 

Estou me programando para ir ao Ensaio Geral do Camaleao...dia 02/02..e devo retornar dia 03/02 as 22hs..estou precisando de uma help.

 

Estarei pegando um bate e volta que sai do iguatemi e retornará para lá no final da festa..entao..gostaria de um hotel proximo ao iguatemi..o mais proximo possivel...e o mais barato tambem..pousadinha..hostel...qualquer coisa..os hoteis q encontrei estao com diarias de 150!! Alguem tem alguma dica !?

 

Pensei que como seria apenas pra deixar mala e dormir poderia encontrar algo mais em conta..mas se nao tiver, vai ser o jeito!!

 

Obrigadooooooooo !!! ::dãã2::ãã2::'>

 

 

Bom, bem próximos da rodoviária existem várias opções de ...... H... ooops! Motéis!! ::ahhhh:: Isso mesmo, todos ostentam em suas fachadas "Hotel" mas são Motéis (atrás da Madeireira Brotas), tem para todos os bolsos e todos os gostos. Veja o "Hotel" que tenha uma melhor infra estrutura de segurança pois aquela região (assim como TODA Salvador) é perigosa, em especial à noite´. ::otemo::

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Olá mochileiros, venho fazer o relato da viagem que eu e minha namorada fizemos para a Bahia entre 26/12/12 e 10/01/13. Primeiramente, o destino inicial foi Salvador, para onde pegamos avião desde Porto Alegre, chegando lá pelo meio da manhã do dia 26, com uma hora ganha, afinal a Bahia é um dos poucos estados brasileiros que não adota o horário de verão. Fiz a opção de alugar um carro para passar os 3 dias em Salvador. Aluguei por um preço bom para os padrões brasileiros, R$ 100 a diária com o seguro, em um carro equipado com ar-condicionado. Fica a dica para alugarem pelo site rentcars.com.br, que dá bons descontos na hora do aluguel. Acabei pegando um carro da Avis, que teve um atendimento bom, sem nenhum problema. Contudo, para quem vai de bus, tem um ônibus que passa lá no Aeroporto que vai para a Praia da Barra, onde fiquei hospedado. É bem barato, menos de R$ 5... Tenham cuidado ao pedir informações no Aeroporto, pois eu havia perguntado na banca de informações turísticas e me passaram informações erradas! Salvador, em si, é uma cidade grande, e, como tal, tem um trânsito caótico e bem complicado. Para quem vem de outra metrópole (Porto Alegre), não é a melhor sensação ter que pegar um trânsito louco justamente nas férias. Na Bahia, especialmente em Salvador, não há muita organização das ruas, fica a sensação que vem carro de tudo que é lado! As pessoas, em sua maioria, dirigem agressivamente, e não se dão ao trabalho de dar sinal se vão dobrar. Nos três dias que aluguei o carro, conseguiram bater atrás de mim com o trânsito parado duas vezes! Mas parece que eles já estão acostumados, porque quando ocorreram as batidas os motoristas nem deram muita bola, como se fosse algo corriqueiro. Ou seja, me arrependi um pouco de ter alugado o carro. Se for para fazer as praias ao norte de salvador, com certeza vale a pena, mas dentro de Salvador eu já não tenho tanta certeza. Quanto aos pontos turísticos da cidade, vale a pena dar uma passada no Dique de Tororó, que tem estátuas de orixás bem bonitas e fica em frente do local onde está sendo construído a nova Arena da Fonte Nova, estádio do Bahia que vai sediar jogos da Copa. Está ficando bem bacana! A área central vale a visita também, o Mercado Modelo e seus arredores, vale conferir. Ali do lado tem o elevador Lacerda, que tem uma grande fila e não é grande coisa. Quando eu fui só tinha um funcionando, então estava bem cheio. Só vale a pena pra dizer que você andou no elevador, pq ele não tem nada de especial, tirando sua parte histórico-cultural. A segurança do centro me pareceu boa dentro do contexto das capitais. Claro, há muita gente pedindo e oferecendo coisas, mas você tem que ter jogo de cintura para recusar, como em qualquer cidade turística. Na subida do elevador tem o Pelourinho, local muito bonito, vale muito a pena conferir. Fiquei com remorso de não ter ido de noite, parece ser movimentado e bem bonito. Sobre os relatos de insegurança do Pelourinho, na minha ida não senti qualquer medo ou receio. Andava com câmera na mão e tirando fotos de tudo, bem turistão, mas me senti seguro. Havia policiais por todo lado e muitos turistas. Ou seja, vá ao Pelourinho, não precisa ficar com medo! Tive também a oportunidade de conferir o por do sol no Museu de Arte Moderna, no Solar do Unhão, que é bem bonito. Quanto ao museu, não havia nada de muito especial por lá... As praias de Salvador não são tão boas assim. Claro, perto das do RS são maravilhosas, mas comparadas com as do restante da Bahia são menos bonitas. Eu recomendaria ir para as praias do norte. Quanto a essas só consegui ir a Salvador tendo em vista o terrível trânsito que peguei para ir para o norte, acho que era pq a época não favoreceu, véspera de fim de semana que precedia o ano novo. Creio que indo durante a semana não haverá problemas de trânsito. Quanto à Praia do Forte, única que consegui ir, de fato ela é bem bonita, mas tudo lá é muito caro! O Projeto Tamar tem que pagar 16 reais por pessoa, com meia entrada para estudante (leve sua carteira de estudante!!). Na Bahia, contudo, você tem que estar ligado nas fases da Lua e nas tábuas de marés para poder aproveitar de verdade. As piscinas naturais se formam principalmente nas fases lunares cheia e nova, na maré baixa. Fique ligado nisso, fui no horário errado nas piscinas naturais e não aproveitei tanto. Em resumo geral, Salvador foi a cidade que menos gostei, principalmente devido ao trânsito e a cara de cidade grande que ela tem. Ninguém quer sair de um cidade grande para passar as férias em algo bem parecido com o que vê no dia-a-dia. Se for viajar a Bahia, passe por Salvador apenas um dia, eu recomendaria... As praias do Norte valem a pena conferir, mas só se tiver tempo, pois a região sul da Bahia guarda praias incríveis! Quanto à estadia, fiquei em um flat na praia da Barra, bem barato ao meu ver, 120 a diária para duas pessoas, com um bom quarto e uma piscina. Os bairros da Barra e Ondina parecem ser bem bons, andava tranquilo à noite por eles. Mas talvez eu tivesse ficado no Pelourinho, onde há alguns hostels... Depende do seu estilo... De noite, vale a pena ir no Rio Vermelho, onde há mais agito, mas também não é lá essas coisas! Claro, tudo isso é a minha opinião, Salvador deixou a desejar, mas pode agradar a outras pessoas, depende do estilo!

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Olá, dei uma leve procurada aqui nas páginas e não encontrei algo sobre mergulho recreativo (para iniciantes). Eu tinha visto em algum lugar e não lembro qual que há na Baia de Todos os Santos, mas não sei a operadora, preços, contato, etc. Alguém poderia dar uma luz aí em relação a isso?

 

Agradeço!

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Olá, dei uma leve procurada aqui nas páginas e não encontrei algo sobre mergulho recreativo (para iniciantes). Eu tinha visto em algum lugar e não lembro qual que há na Baia de Todos os Santos, mas não sei a operadora, preços, contato, etc. Alguém poderia dar uma luz aí em relação a isso?

 

Agradeço!

 

Eu conheçoi a operadora Dive Bahia, que fica no Porto da barra e tem mergulho recreativo.

 

Dê uma olhada no sitye deles.

http://www.divebahia.com.br/

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SALVADOR + PRAIA DO FORTE

De 25 a 28 de março de 2011

 

Chegamos a Salvador por volta das 10hs da manha, pegamos um transfer que já estava contratado no pacote e que dos deixou em nosso hotel (Oceanico Ondina). Ao chegar no hotel a impressão não foi muito boa, pois tirando o lobby e o local onde serviam o café da manhã, tudo parecia sujo, velho e mal tratado.

Após o check in, seguimos de ônibus até o pelourinho para caminhar. Lá achamos uma lanchonete bacana para almoçar (Lanchonete do Maná). O prato feito saiu a R$ 15,90 por pessoa (gostoso e d/bem servido).

Após o almoço andamos no Elevador Lacerda, visitamos o Palácio do Governo e fomos comprar a nossa lembrancinha de viagem no Mercado Modelo, que acabou sendo um jogo de dama, onde as pecinhas são uma encenação de homens jogando capoeira. Eu achei bem criativo e representa super bem o local!!

Queríamos ter ido visitar o Forte São Marcelo, mas ele estava fechado!

De lá fomos até o farol da Barra e ainda deu pra curtir um pouquinho do Sol e apreciar a vista.

 

Após uma soneca no fim da tarde, fomos para um barzinho nas proximidades do Farol da Barra (Cabana do João, Rei do Carangueijo). Caranguejo delícia e Caipivodka de copão a R$ 6,00. E ainda antes de voltar pro hotel, paramos numa lanchonete (não lembro o nome) e tomamos uma sopinha de legumes que estava supimpa!! ::otemo::

 

No segundo dia decidimos visitar a Praia do Forte, então pegamos um ônibus até um bairro chamado São Cristóvão e depois uma van para lá. A cidade e lindinha, tudo limpinho e bem arrumadinho que nem estava dando vontade de voltar para Salvador. Logo de cara fomos visitar o Projeto Tamar, de proteção a tartarugas que é bem interessante. Pegamos o tour guiado e eu até me emocionei!! ::love::

Após o Projeto Tamar demos uma voltinha na praia e paramos para comer um petisco e curtir um pouquinho do Sol.

 

No início da tarde resolvemos visitar a reserva de Sapiranga, e nós até começamos a trilha, mas acabamos pegando uma carona com um ônibus de Garçons que passou no caminho e fomos para o Castelo Garcia D'avilla. No Guia 4 rodas, essa atração estava classificada como um passeio interessante, mas na minha opinião, não vale a viagem, pois se trata apenas de um banho de ruínas velhas. ::bad::::bad::

 

A noite fomos para o bairro do Rio Vermelho e paramos num bar chamado Boteco do França. Pedimos batatinha gratinada e frango a passarinho e tudo estava delicioso.

 

O último dia de viagem foi mais tranquilo, até porque o tempo não ajudou muito. Pela manhã voltamos ao pelourinho para visitar algumas igrejas, porém a maior parte delas estava fechada, visitamos somente a igreja da 3º ordem de São Francisco, mas ficamos um pouco decepcionados. Resolvemos então dar um pulo na Ilha de Itaparica. Só ficamos no lado onde se chama, Mar Grande, e foi outra decepção, pois a ilha estava suja e o tempo nublado não ajudou na beleza da mesma. Pelo menos paramos num restaurante bacaninha para tomar um café (Pimenta de Cheiro).

 

Voltamos então para Salvador e depois de uma chuvarada, fomos novamente ao Pelourinho, e dessa vez conseguimos entrar no Convento São Francisco, também conhecido como Igreja de Ouro. Contratamos um guia para nos ajudar a entender toda a história (ficam na porta oferecendo-se para guiar seu passeio) e ele nos cobrou R$ 20,00. Ele contou, entre outras coisas que naquela igreja foram utilizados 800kg de ouro para folhear as obras de arte. Os painéis de azulejos portugueses, pintados a mão contam a história das principais virtudes. Ao sair do convento ainda vimos uma peça de teatro ao ar livre que estava rolando no "Pelô" de graça.

 

A noite ficamos nas proximidades do hotel, pois tinhamos que dormir cedo, afinal o nosso vôo de volta 0era de madrugada e o transfer out estava marcado para 02:30h da manhã.

 

Salvador não é um lugar que eu queira voltar, a não ser se tiver que dormir uma noite numa viagem a Morro de São Paulo, por exemplo. Não que a viagem tenha sido ruim, pois em todos os lugares do mundo, por mais lindo ou paradisíaco que seja, sempre vai ter algo que não vai ser de todo bom, mas acho que fiquei com a sensação de que já vi tudo que havia pra ver lá. Exceto pela comida, que é barata e muito gostosa e superou todas as minhas expectativas!!

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      Salvador. Para pagar um voo mais Barato chegamos as 03h. Cochilamos ali mesmo no aeroporto. as 07h pegamos o metro no aeroporto e descemos apos trocar de linha na estacão Brotas , la utilizando o app Movitt pegamos um onibus ate a Sao Joaquim (Ferry Boat).  as 09h embarcamos no ferry e chegamos próximo as 10 na ilha de itaparica. No próprio desembarque pegamos um ônibus ate a cidade de valença. Descemos na rodoviária e la mesmo compramos passagem no Expresso Boipeba, para boipeba. Passagem integrada com ônibus que leva ate graciosas (25min) e la embarcamos na lancha ate Boipeba (30 min). Chegando em boipeba estávamos já preparados pra uma bela caminhada +- 25 min ate o ponto do trator que leva ate moreré. Por sorte tinha uma lancha saindo do cais para moreré o que foi maravilhoso já que não caminhamos e a viagem e' lindíssima e super divertida.  Alem disso desembarcamos em frente ao camping. onde fomos super bem recebidos pelo Claudio e la passamos dias maravilhosos.
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      Já está com viagem marcada para Praia do Forte? O lugar é fascinante e mistura o rústico com o moderno, nascida de uma pequena vila de pescadores em torno da fortaleza do fidalgo português Garcia D’Ávila. Nesse artigo nós vamos apresentar 5 lugares sensacionais para você que está se perguntando sobre o que fazer em Praia do Forte. Com esse guia você não vai ficar perdido ao chegar nesse paraíso do litoral baiano.
      1. Projeto Tamar

      Esse passeio é indicado para os adultos e principalmente para as crianças que ficam fascinadas com as tartarugas marinhas. O projetoTamar trabalha na pesquisa e proteção e manejo de 5 espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção no Brasil.
      Entre setembro e Março, as tartarugas chegam para desovar na Praia do Forte e outros pontos da Costa Brasileira. O litoral norte da Bahia é a principal área de desova de tartarugas-cabeçudas, e tartarugas-de-pente no atlântico sul.
      O centro de visitante mostra o que o Tamar faz para proteger as tartarugas marinhas através da sensibilização e educação ambiental. Um ótimo passeio, concordam? Vale a pena colocar o projeto Tamar no seu roteiro de viagem.
       
      2. Instituto Baleia Jubarte - Observação de Baleias

      O objetivo do instituto é monitorar e fazer a conservação das baleias jubartes em águas brasileiras. A Praia do Forte se tornou uma área de concentração e reprodução desses mamíferos que chegam da Antártida fugindo das águas frias no período de julho a outubro.
      Os visitantes têm a oportunidade de participar da observação de baleias, atividade desenvolvida para avistar de perto o comportamento desses animais em alto mar. Antes do passeio é realizado palestras com informações sobre o mamífero, seus hábitos, comportamento e curiosidades. Dentro do instituto também se encontra um museu para visitação.
      Para saber mais informações sobre a observação de baleia, recomendamos que acesse o site do projeto.
       
      3. Reserva Sapiranga

      Para quem gosta de turismo de aventura a reserva de Sapiranga é um prato cheio de muita emoção! A reserva oferece sete trilhas devidamente sinalizadas, os passeios podem ser percorridos a pé, de bicicleta, quadriciclo ou a cavalo. Formada por seiscentos hectares de Mata atlântica e habitat natural de diferente espécies de flores, e plantas nativas como orquídeas e bromélias.
      Os passeios costumam incluir banhos no Rio Pojuca, observação de pássaros, banho na Lagoa Açu e visita ao Centro de Estudo Ambiental, onde se encontram animais da região.
      Para realizar os passeios use roupas leves, boné, calça comprida e tênis, não esqueça do repelente e da mochila para levar seus pertences, lanche e uma garrafinha de água.
       
      4. Castelo Garcia D'Avila

      Um dos principais pontos turísticos de Praia do forte é a ruína da casa da torre de Garcia D’Ávila, considerado um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural Brasileiro. A construção é considerada a primeira grande edificação portuguesa construída no Brasil.
      O monumento começou a ser construído em 1551 por Garcia  D’Ávila que chegou à Bahia em 1549 no cargo de almoxarife da coroa real, acompanhado do primeiro governador geral, Tomé de Souza. Conheça um pouco da história da Bahia e do Brasil visitando o Castelo Garcia D’Ávila.
       
      5. Piscinas Naturais
       
      Com a maré baixa, alguns pontos de Praia do Forte se transformam em verdades piscinas naturais. Um das praias mais procuradas é a Papa Gente, com piscinas rasas é possível realizar mergulhos para contemplar cardumes de peixes coloridos.
      Na Praia do Lord forma-se uma grande piscina natural e é possível beber e apreciar as iguarias da culinária baiana servidas dentro do mar.
       
      Leia Mais em: http://www.maisbahiaturismo.com.br/o-que-fazer-em-praia-do-forte
       
    • Por Juliana Champi
      Olás amigos de mochila!
      No começo do ano passado nós estivemos de carro no sertão da Bahia com um objetivo bem específico: deixar meu pai (suas cinzas) de volta na sua terra. Foi uma viagem maravilhosa, conciliadora (para o meu coração), conheci uma gente fantástica e minha primeira promessa de ano novo foi: Bahia, sertão, eu volto logo! O relato da viagem de 2019 está AQUI pra quem quiser espiar, pois tb fizemos o circuito histórico de MG e foi MUITO legal! (mas gastamos muito dinheiro tb, kk)
      Mas continuando. Voltei da Bahia (e MG) em janeiro de 2019 já focada em voltar pro sertão. Mas tb focada em várias outras viagens, kkk, pq eu sou maníaca overplanning ansiosa e etc. Teríamos disponível o mês de janeiro de 2020... e depois de pensar e pensar no tempo que teríamos pra esta viagem, considerando a altíssima temporada e os preços salgados, a falta de grana e todas estas coisas, resolvemos ficar só no litoral sul: Porto Seguro e arredores, que já é caro o suficiente! Salvador ia ficar pra próxima! E desta vez, minha mãe, que não tem nadinha de mochileira andarilha nem gosta muito de praia, rs, iria conosco! Ela queria conhecer a família do agreste e ver onde ficou o papis!
      Emitimos passagens com milhas chegando em Porto Seguro em 04/01/2020 e compramos o trecho de volta bem baratinho desde Vitória da Conquista, já no interior, dia 15/01/2020, pra evitar uma longa viagem de volta até Porto Seguro só pra pegar um avião! E tb pq era bem mais barato, mesmo considerando a taxa de retorno do carro alugado.
       
      ROTEIRO
      4.jan: Londrina – Porto Seguro (centro histórico)
      5.jan: Santa Cruz de Cabrália (praias Mutá e Coroa Vermelha)
      6.jan: Porto Seguro (praia de Taperapuã)
      7.jan: Arraial D’Ajuda – Praia da Pitinga
      8.jan: Praia do Espelho (Trancoso) e Caraíva
      9.jan: Trancoso – Praia dos Nativos
      10.jan: Praia do Espelho (Trancoso)
      11.jan: ida Riacho de Santana (~675km)
      12.jan: Riacho de Santana/Caitité/Igaporã
      13.jan: Riacho de Santana
      14.jan: Riacho de Santana
      15.jan: ida VDC e retorno para casa (~315km)
       
      Obs.: Este era o roteiro programado, mas a GOL fez o favor de melar a ida mudando os horários várias vezes e atrasando o vôo em algumas horas e DESTRUIU a volta com conexões longuíssimas, nos fez voltar uma dia antes, perdemos uma diária do carro e ainda arcamos com hospedagem em VDC, e transportes e alimentação em SP. Está judicalizado! Uma palhaçada sem fim!
      Aliás, temos tido muitos problemas com a GOL ultimamente, ano passado já tivemos um processo (ganho) contra eles... tá difícil... zuado demais!
      Mas continuando...
       
      HOSPEDAGENS
      Oh dúvida cruel! Aqueeeele dilema entre ficar em Porto Seguro ou em Arraial D’Ajuda (onde estão as praias mais bonitas). Até Trancoso cheguei cotar, mas affe! Minha principal preocupação era a balsa de travessia entre as duas, Porto Seguro e Arraial! Dizem que as filas são gigantescas na alta temporada, e o preço para a travessia de carro tb não era dos mais camaradas.
      Eu tinha achado opções legais de hospedagem dos dois lados, ambas meio caras... mas aí pensei: Se eu ficasse em Porto Seguro teria que atravessar 4 vezes em direção a Arraial, seriam 8 travessias. Se eu ficasse em Arraial teria que atravessar 3 vezes em direção a Porto Seguro, seriam 6 travessias.
      E SE, eu ficasse as duas primeiras noites em Porto Seguro e as cinco seguintes em Arraial d’Ajuda atravessaria SOMENTE duas vezes! E ainda no contra-fluxo! Hein? Hein? Eu não gosto muito de ficar trocando de casa não, mas a economia de tempo e dinheiro falou mais alto.
      Pegamos 2 airbnbs que recomendo, um SENSACIONAL, em Porto Seguro, e um normal em Arraial. Vou deixar mais informações nos relatos por dia, mas seguem os links:
       
      Porto Seguro: MARAVILHOSA!!!!!! Pagamos 420,00 em 2 diárias para 4 pessoas (55 reais pr noite por pessoa)
      https://www.airbnb.com.br/rooms/31595990?source_impression_id=p3_1580817851_CAUCev%2Bzmp2U93i8
       
      Arraial: TRANQUILA! Pagamos 800,00 em 5 diárias para 4 pessoas (40 reais por noite por pessoa)
      https://www.airbnb.com.br/rooms/24569640?source_impression_id=p3_1580817866_NfG0ku3oZ505faIT
       
      Foram preços bem bacanas considerando a altíssima temporada! Se vc curtiu e ainda não tem cadastro no AirBnB, faz com meu link que eu e vc ganhamos descontos de viagem!
      https://www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3?currency=BRL
       
      ALUGUEL DO CARRO
      O carro foi alugado com bastante antecedência (pq mais próximo sobe muito o preço e fica sem opção): pegamos um Sandero 1.4 novíssimo pela Localiza, por meio do site rentcars, por 1.400,00 – 11 diárias, com taxa de deslocamento, pois pegamos em Porto Seguro e devolvemos em Vitória da Conquista.
      Achei que pagamos um preço bom e valeu muito a pena, pois fizemos viagens longas e durante os dias de estadia no litoral todo dia a gente ia pra um lugar LONGE e diferente. Na real achei fundamental se quiser ir em Trancoso, Caraíva, Espelho, estando em Arraial... a não ser se estiver sozinho, aí os passeios de van podem compensar, mas nem vi os preços.
       
      VACINAS
      Apensar de ninguém obrigar, vale muito ter vacina contra febre amarela. Em Arraial eu fui picada por TODAAAAS AS PERNILONGAAAAS DO ESTADOOOO DA BAHIAAAA, hahahahauah! Faz parte!
       
      E partiu! CONTINUA por cidade.
       
    • Por Juliana Champi
      Olás amigos mochileiros! Esse meu texto tá diferente! Tá dividido em 2 mesmo! Pela Bahia, uma história, pelas Minas Gerais, um relato. E digo isso pq não fomos pra Bahia conhecer seu belo litoral, não visitamos nenhum “lugar turístico”... fomos pro sertão! E se vc quiser saber logo abaixo vou contar pq! Já em MG percorremos um pedaço do circuito histórico, cachoeiras lindas e terminamos com uma relaxadinha em Poços de Caldas. MARA!!
      No total foram 4520km rodados por 4 estados: Paraná (de onde saímos), São Paulo (que só atravessamos), Minas Gerais e Bahia! Fomos de Nissan Versa relativamente novo (5.000km rodados) e só abastecemos com álcool, que manteve média de consumo a 10km/L.
      A equipe foi meu marido Gui, o motorista principal, eu, a navegadora e co-pilota, tb responsável pela comida e bebida a bordo, e nosso filho João (10 anos), que dormiu praticamente o tempo todo!
      Foi nossa primeira viagem em carro grande e a maior em extensão que já fizemos. Antes desta a maior tinha sido para as serras gaúcha e catarinense de UNO. Foi quando pegamos gosto pela estrada em si e não paramos mais. Eu era bem feliz com o UNO, mas viajar com carro mais espaçoso é imensamente mais confortável, sem contar que o porta-malas tb não fica cheio nunca, rs!
      A vantagem de viajar de carro neste tipo de viagem é ir conhecendo tudo pelo caminho, e tb pq passagens áreas estão meio salgadas ultimamente não??
      Para hospedagens, ao contrário da regra geral, peguei só um AirBnB desta vez, em São João Del Rei, e nos demais locais hotéis pelo Booking, com cancelamento gratuito até perto da viagem, com exceção de Poços de Calda que pegamos um melhorzinho sem direito a cancelamento, mas pago na hora. Vou descrever cada hospedagem no relato por cidades, mas já adianto que todas as opções foram ótimas e eu sigo apaixonada pelo AirBnB! Se vc quiser experimentar faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima viagem!
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      Mas vamos começar! Segue o relato dia a dia dividido entre os dois estados!
       
      BAHIA – UMA HISTÓRIA
      (pq nem só de conhecer lugares vive o viajante)
       
      29 de dezembro de 2018 (sáb) – trecho 1: Londrina/PR > Pirapora/MG (1100km)
      Saímos de Londrina com 1h de atraso em relação ao horário planejado, mas tudo bem. As 7h da manhã estávamos rumo ao nosso primeiro destino (apenas pra dormir): Pirapora em MG.
      As estradas do Paraná têm os pedágios mais caros do Brasil, e penso que do mundo. E as estradas não correspondem ao que custam, uma vergonha! Não que sejam ruins, mas estão muito aquém do que se paga. Como estamos próximos a fronteira do PR com SP, depois de pagar um pedágio de 13,80 para andar em pista simples, cruzamos o Paranapanema (rio que marca a divisa dos estados) com apenas 1h20 de viagem!
      Em São Paulo seguimos por boas estradas, mas tb com MUITOS pedágios! Até chegarmos em MG foram 8 pedágios somando aproximadamente 66 reais!
      No carro, muito ecletismo musical, acabava Pixies e tocava Leonardo, acabava David Bowie e tocava pagode, e assim íamos!
      Não paramos pra almoçar pq estávamos cheios de lanches e porcarias no carro, mas íamos parando a cada 2-3 horas pra esticar as pernas! João tinha virado a noite jogando vídeo game então dormiu a viagem toda, rs!
      Passamos sobre o Rio Tietê numa ponte que achei legalzinha, e às 14hs cruzamos a divisa de SP com MG (divisa feita pelo Rio Grande), aí que beleza: acabaram os pedágios, mas tb acabou a estrada, kk! Pegamos trechos até que bons (sempre pista simples) na BR-146 e na BR-365, mas os últimos 100km chegando em Pirapora foram MUITOOO ruins, buraqueira, pista simples, caminhões, nenhuma sinalização... péssimo. Fotos 1 a 3
       
      1: Ponte sobre o Rio Tietê!

      2: Divisa de Estados!
       
       

      3.mp4 3: Chegamos em Minas, adeus estradas!
       
      No total foram 1100km, 194 músicas, álcool variando de 2,59 (SP) a 3,31 (MG), e consumo de 10km/L, chegamos em Pirapora umas 20h! Foram 13h de estrada! Foto 4
       
      4: o caminho do primeiro dia!
       
      O hotel que pegamos em Pirapora (Cariris) era bem simples e bem próximo à “orla” do Rio São Francisco. Fizemos check-in, tomamos banho e saímos pra dar uma volta e comer! Ia ter uma mega balada na cidade, tava tudo bem lotado e policiado! Demos só uma voltinha, comemos bem num restaurante bonitinho (Casa Benjamin) e fomos dormir! A música da balada tinha começado e não agradava em nada, rs!
       
      30 de dezembro de 2018 (dom) – trecho 2: Pirapora/MG > Caetité/BA (570km)
      Acordamos cedinho, tomamos café no hotel e saímos dar uma voltinha pra ver o Rio São Francisco com luz, rs! A “orla” estava imunda graças aos bons costumes dos seres humanos na balada da noite anterior, mas já tinha bastante gente limpando! O Velho Chico tava bem sequinho... mas por ali tinha uma ponte férrea de 1922 desativada que era bem legal. Fotos 5 e 6
       
      5: Velho Chico!
       

      6: Ponte férrea de 1922!
       
      Saímos de Pirapora às 8h45 e a estrada seguiu razoável, com o cerrado e plantações de eucalipto nos acompanhando, além de gente vendendo pequi, umbu e seriguela! Compramos tudo, inclusive pequi! As frutas comemos no caminho!
      A medida que nos aproximamos de Montes Claros em MG o tráfego de caminhões aumentou bastante, e depois desta a estrada vai ficando ruim (trepida muito) e não tem mais nada...
      É engraçado pq aqui no Paraná as cidades são perto umas das outras, mas MG é um estado imenso e dirigíamos por 100km sem ver nada! Nem posto, rs! Chegando na fronteira com a Bahia a estrada fica horrorosa, cheia de quebra-mola... padrão minas!
      Às 15h15 cruzamos a fronteira com a Bahia e a estrada ficou linda, simples, mas bonita e boa. Fotos 7 e 8
       
      7 e 8: divisa de estados e estradas bonitas!
       
      Não me lembro exatamente que horas chegamos em Caetité! Mas era de tarde, tava bastante sol! Foram cerca de 600km, 120 músicas e nenhum pedágio. Fizemos check-in no fofíssimo hotel Vila Nova do Príncipe, que era um casario do século XIX restaurado por um arquiteto suíço. O hotel ficava na praça da catedral, ou seja, no umbigo do centro de Caetité. Fotos 9 a 12
       
      9: entrada de Caetité!
       

      10, 11 e 12: Hotel em Caetité!
      Deixamos as malas e saímos pra ver a cidadinha com cerca de 50 mil habitantes e mais de 200 anos! Era bem bonitinha ali no centro e muito bem preservada historicamente. Uns 10 minutos depois de termos saído deu uma pancada de chuva e nos molhamos muito, rs! Voltamos pro hotel, tomamos banho e saímos de carro! Vimos mais casarões históricos, e com o fim da chuva voltamos pro hotel e saímos novamente a pé! Já era noite e preferimos comer ali por perto, no ótimo “Frank’s Burger”, com a melhor batata frita do mundo e chopp geladíssimo! Fotos 13 a 15
       
      13: amo mesmo!

      14: Caetité tem casa rosada tb!

      15: Igreja matriz da cidade!
      Com a pansa muito cheia demos mais uma voltinha voltamos pro hotel, onde a preço de ouro tomamos um vinho sensacional! Estava animada e feliz por finalmente ter chegado no sertão! Fotos 16 e 17
       
      16 e 17: Igrejinha a noite e vinho foda no hotel!
       
      31 de dezembro de 2018 (seg) – o grande dia: Igaporã e Riacho de Santana
      Eu sinceramente queria conhecer este “fim de mundo” chamado sertão baiano, mas não trazendo as cinzas do meu pai. Queria tê-lo trazido vivo. Ele manifestou vontade voltar já no fim, e eu disse pra ele sarar que eu o traria! Acabei trazendo as cinzas pq ele não sarou! Meu pai estava num pote azul! Ele lutou contra duas doenças crônicas no final da vida e faleceu em 16 de março de 2018, aos 67 anos, após um transplante de fígado mal sucedido realizado em Curitiba em 3 de março do mesmo ano. Apesar do estado adoentado dele há pelo menos 3 anos, o transplante significava uma nova vida, e não perdê-lo. A morte dele não passou pela minha cabeça em nenhum instante até poucos dias (poucos mesmo, menos de uma semana) antes de acontecer. Eu sinceramente ainda não entendo pq e como tudo isso aconteceu tão rápido. Eu não estava preparada, se é que alguém está!
      Mas segue a história deste dia fantástico!
      Meu pai nasceu em Igaporã (1950) e viveu parte da vida na zona rural de Riacho de Santana e outra parte em Caetité. É por isso que viemos! 💗
      Eu não tinha muitas informações, apesar de seus 3 irmãos já terem voltado desde quando foram... pq era tudo meio perdido... memórias de muitos anos atrás... e eu estava um tanto receosa! Quando botamos meu pai e seu pote azul no carro só sabia que ia levá-lo de volta pro seu sertão, mas não fazia ideia do que ia fazer, onde ia deixa-lo, como... mas isto o meu marido definiu bem: não foi o acaso, foram intercessões.
      Acordamos cedo em Caetité, tomamos nosso café no hotel e eu estava decidida: antes de visitar Igaporã em si (a ideia era deixar meu pai em sua cidade natal), ia a Riacho de Santana pra ver se achava uma prima-irmã do meu pai que ainda morava por lá... meus tios disseram que a tal da Lourdes era gente muito fina! Eu tinha mandado whatsapp pra ela na noite anterior mas não obtive resposta... arrisquei ir mesmo assim.
      Entre Caetité e Riacho de Santana são cerca de 70km percorridos em 1h, pois a estrada obviamente é simples, não tem acostamento e em muitos trechos beira precipícios ou corta formações rochosas estreitas! A mesma estrada que leva à Riacho corta Igaporã ao meio, que eu achei bem esquisita ali na rodovia! Feia é a palavra! Mas seguimos viagem e chegamos em Riacho perto das 10h da manhã!
      Cidadezinha ajeitada, muita gente na rua... pracinhas fofas, igrejinha, e aquelas coisas de cidadinhas pequenas! Onde eu começaria a procurar pela “Lourdes dos correios”? Bah, nos correios...
      Depois de um mini rolê na cidade a escaldantes 30 e muitos quase 40 graus, chegamos nos correios, que estava fechado, óbvio! Um sujeito ligeiramente alcoolizado por perto, vendo nossa cara de “oncotô” olhando frustrados pros correios fechados nos perguntou se precisávamos mandar alguma carta, rs! Dissemos que não, que na verdade estávamos procurando uma pessoa que morava na cidade e que tinha, no passado, trabalhado ali, e que era conhecida como a “Lourdes dos correios”! Ele e mais uns dois por perto se apressaram em nos explicar onde ela morava, que era ali perto, e mais um BILHÃO de informações que não faziam sentido nem eram necessárias... ele estava meio gorozado lembram? Hahahauaha... educadamente fomos nos afastando e despedindo do senhorzinho que tinha nos ajudado e uns 10 minutos depois estávamos a caminho da casa da Lourdes! Mais umas 2 perguntadas e chegamos na porta da casa dela! Que coisa estranha... ia bater lá e dizer “oi, vc não me conhece mas sou sua prima”. Estava com frio na barriga!
      Tinha um senhor de cabeça branca perto da porta que em teoria era a casa da Lourdes, mas ao perguntar ele disse que não era não. Uns 3 segundos de “comassim” depois ele entra na casa e diz “filha, os meninos chegaram”. Surge de lá de dentro uma senhorinha que era a cara da minha avó paterna e eu sem sombra de dúvidas estava na casa certa!
      Não há palavras pra descrever a simpatia, fofura, amor, sensibilidade e todos os demais adjetivos queridos do mundo pra esta família! Lourdes e seu marido “Fone” (ele tem um nome diferentão, se tratam por filha e filho, uns cute cute) que ali moravam, e suas duas filhas, Dione e Cynthya (nos explicaram pq de tanto y e h, haha) e suas 3 netas, Gabi (20) e as gêmeas Allice e Alline (16)!
      E como eles sabiam que a gente tava indo se a Lourdes nem tinha visualizado minha mensagem? Pq uma tia minha, de Curitiba, tinha conseguido falar com ela e portanto a família toda estava nos esperando!
      Contamos para eles pq tínhamos vindo: deixar as cinzas do meu pai num pequizeiro que ele tanto amava! Este “insight” tinha me ocorrido quando passamos por Montes Claros, norte de MG, e na estrada tinha um montão de pequizeiros... e gente vendendo pequi. A família do meu pai (além dele, pai, mãe e 3 irmãos) veio inteira pro Paraná na década de 70 e todos se estabeleceram em Curitiba, com exceção do meu pai, que ficou no interior do estado. Esses baianos quase se matavam por causa de pequi (os que sobraram ainda se matam), que não tem aqui no Paraná... só chega quando alguém vem lá de cima trazendo! Então um pequizeiro com certeza seria a sua melhor morada final, e pra mim, botânica, ele ficar numa árvore tb tem mil significados! A família da Lourdes nos deu dicas de onde tinha na estrada alguns pés!
      Conversa vai conversa vem... Teve lágrimas nos olhos... a Lourdes tb contou que sua mãe havia falecido há seis meses, e esta, Dona Rosinha, era irmã da minha avó! Tb teve muita história! Ela me contou que era bem amiga do meu pai, brincavam juntos... e tb contou da doidera que eu já sabia: minha avó e duas irmãs (entre elas a mãe da Lourdes) se casaram com meu avô e dois irmãos... eram 3 irmãs casadas com 3 irmãos! Casamento arranjado... os Batista e os Carneiro! Tb me contou do gênio e peculiaridades de cada um dos sobrenomes! Foi muita conversa e muita comida! MUITA mesmo! Quanta saudade eu tinha da comida da minha avó! Xiringa, Chimango, bolo frito, bolo de colher, beiju com manteiga de garrafa... meodeos! Fotos 18 a 20
       
      18 e 19: beiju com manteiga de garrafa, bolo de colher!

      20: comendo pequi num restaurante de Caetité!
      E quando Lourdes e família ficaram sabendo que a gente estava sem malas no carro e que estávamos hospedados em Caetité foi como se tivessem tomado um remédio amargo! Torceram a cara e exigiram, hahahahauahaauha, que a gente fosse lá buscar as coisas e voltasse pra Riacho passar o resto dos dias com eles! Mas já era dia 31 de dezembro e dia 2 de janeiro seguiríamos para MG, então ponderamos que iríamos sim a Caetité buscar roupas pra passar dia 31 e 1 com eles, mas que no fim do dia 1 voltaríamos pro hotel arrumar malas e seguir viagem dia seguinte! A gente mal sabia que tinha essa família quando começamos a viagem e agora íamos passar o ano novo com eles!
      Voltamos pra Caetité! Passamos lentamente por Igaporã, que de fato era bem feinha! Foto 21 Fomos reparando na estrada e avistamos alguns pés de pequi! Em Caetité fui atrás de comprar requeijão de comer com café (pra quem não sabe não tem nada a ver com o do mercado, é duro, corta e põe no café quente) e fomos pro hotel tomar banho, descansar um pouco (João queria nadar) e nos arrumar para voltar. Eu queria passar pela estrada ainda claro.
       
      21: Igaporã, pórtico de entrada!
      E assim fomos: entre Caetité e Riacho, exatamente em Igaporã, tinha um mini cemitério na beira da estrada. Ajeitadinho, mas com cara de ninguém é enterrado ali há tempos. Perto do cemitério, em uma área particular (pulamos cerca de arames farpados) tinha um pé de pequi... lá dentro da mata! Arranhei as pernas pra chegar lá pq estava de saia (ano novo né!)... e neste pé de pequi, cheio de pequi, ficaram as cinzas do meu pai! Ele estava de volta no seu sertão!
      Eu tb havia escrito uma carta bem resumida sobre sua história... escrevi no hotel minutos antes de sair pq o que devia ser feito ia clareando só na hora. Enquanto escrevia meu filho chorou bastante... esta carta foi posta dentro do pote azul (se chama urna na verdade) e deixada no cruzeiro do cemitério! Ele era católico e temos um ponto de referência para voltar, se um dia calhar!
      Foi sensacional, emocionante, um momento só nosso! Foi LINDO! Fotos 22 a 28
       
      22 e 23: O pequizeiro onde agora jaz meu papis!
       

      24: a carta!

      25: a carta no pote!

      26: o cemitério na beira da estrada!
       

      27 e 28: emoção!
      Chegamos em Riacho de alma lavada, espírito elevado... como a gente deve chegar pra um ano novo afinal!
       
      01 de janeiro de 2019 (ter) – feliz ano novo: Riacho de Santana e Caetité
      Passamos a noite do ano novo na casa de mais parentes que conheci por lá, outras primas e primos, e durante o dia ficamos só nós na Lourdes conversando muito e comendo muito muito! Que pouco tempo tivemos com eles... Me contaram da seca, do sofrimento da falta de água... que distante está minha realidade! Na despedida mais choro! Vim me despedir do meu pai e ganhei tanta gente nova e maravilhosa! Promessas de reencontros e lágrimas depois, voltamos pra Caetité!
      Arrumar as malas foi fácil, difícil foi ficar transportando o pequi que estava levando, pq segundo os baianos de Curitiba, se eu não levasse nem precisava voltar pro Paraná, hahahaha! No dia seguinte nos despedimos daquela terra onde falta água mas sobra amor com nossa primeira promessa de ano novo: até logo, sertão! Foto 29
       
      29: eu volto!
      “O sertão é do tamanho do mundo”
      “O sertão é dentro da gente”
      Guimarães Rosa sabe o que diz! 💙
      CONTINUA com Minas Gerais, num relato normal, prometo!


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