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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia + Chile + Peru (26 dias - abril/2015) TUDO por 1.600 dólares!

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Mochilao_Bolivia-Chile-Peru_Rodrigo-Alcure.jpg.741e387d178ddd322198652d1343aa71.jpg

 

Índice do Relato:

[Pag. 1] Capítulo 1: Preparativos para a viagem

[Pag. 1] Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.

[Pag. 4] Capítulo 3: Enfim Uyuni! Três dias inesquecíveis.

[Pag. 6] Capítulo 4: Vulcões, desertos e as Lagunas Altiplânicas.

[Pag. 8] Capítulo 5: ¡Adiós, Uyuni! A beleza dos Geisers e o sofrimento dos -10ºC.

[Pag. 10] Capítulo 6: Os encantos de San Pedro de Atacama.

[Pag. 11] Capítulo 7: As Piedras Rojas, as Lagunas Altiplanicas e o Salar de Atacama.

[Pag. 12] Capítulo 8: O Salar de Tara e o adeus a Atacama.

[Pag. 15] Capítulo 9: De Arica para Tacna: cruzando a fronteira com o Peru.

[Pag. 16] Capítulo 10: Ô Maria esta suruba me excita... Arequipa! Arequipa! Arequipa!

[Pag. 17] Capítulo 11: De um luxuoso ceviche à muvuca do Mercado San Camilo.

[Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [1ª Parte]

[Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [2ª Parte]

[Pag. 22] Capítulo 13: Oásis são reais! Um dia de muita diversão pelas dunas de Huacachina.

[Pag. 22] Capítulo 14: As Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas: um passeio pelo Oceano Pacífico.

[Pag. 24] Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica.

[Pag. 26] Capítulo 16: O Vale Sagrado dos Incas.

[Pag. 29] Capítulo 17: O lindo – e traumatizante – caminho até Aguas Calientes.

[Pag. 34] Capítulo 18: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital.

[Pag. 38] Capítulo 19: Até a próxima, Machu Picchu! É hora de seguir para Puno.

[Pag. 39] Capítulo 20: Puno e o passeio pelas Islas Flotantes de Uros e Isla Taquile.

[Pag. 44]Capítulo 21: Cruzando a fronteira com a Bolívia rumo a Copacabana.

[Pag. 46] Capítulo 22: Os encantos da Isla del Sol.

[Pag. 49] Capítulo 23: O adeus à Isla del Sol. É chegada a hora de conhecer a caótica La Paz.

[Pag. 51] Capítulo 24: Chacaltaya, Valle de la Luna... e o dia em que fomos furtados.

[Pag. 57] Capítulo 25: O eletrizante downhill pela Carretera de la Muerte.

[Pag. 62] Capítulo 26: ¡Hasta la vista, baby! É hora de voltar pra casa.

[Pag. 62] Capítulo 27: Agradecimentos.

 

::hãã2:: Instagram em que costumo(ava) postar tudo quando viajo:

@queridopassaporte (não o utilizo mais, está bem desatualizado, mas tem umas publicações legais por lá)

Qualquer dúvida, estou à disposição no meu perfil pessoal: @rodrigoalcure

 

Editado:

Baixe o PDF com o relato completo:

relato_rodrigovix_mochilao_bolivia_chile_peru.pdf

Outra opção de download:

https://drive.google.com/file/d/1ttiGF8sYfNmXsc2HU72XfwKKePhJ4jiY/view

(Agradecimentos à Fernanda Arruda por ter compilado o relato em pdf pra gente - página 47)

 

 

Salve, salve, mochileiros deste Brasil varonil!

 

Cá estou eu prazerosamente cumprindo minha obrigação de compartilhar o relato da viagem que fiz em abril deste ano. Digo “obrigação” mesmo, porque me sinto moralmente obrigado a ajudar o mínimo que seja no planejamento da viagem dos próximos mochileiros, uma vez que 99%, se não 199%, se não 27.569%, se não 6,02x10²³% (aulas de química? alguém lembra? hehedeusmelivrehehe) do meu planejamento se devem aos relatos e informações presentes aqui neste fórum. Por isso, já vou logo deixando o meu MUITO OBRIGADO, CAMBADA!!!

 

Antes de mais nada, devo informar que este relato será cheio de texto, informações e fotos (muitas fotos). Portanto, praquela galera menos paciente que gosta de ir direto ao assunto, farei, ao final, uma versão resumida com as principais informações, belê?

 

O ROTEIRO:

 

O roteiro já é um clássico aqui no mochileiros. A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz é um bom caminho para irmos nos aclimatando gradativamente. Muitos optam pelo caminho inverso e sofrem muito com a brusca mudança de altitude ao chegar em La Paz.

 

mapa_roteiro_bolivia_chile_peru.jpg.1842a58fc66de38e4112b07ef866ea59.jpg

 

  • 01/04 Vitória x São Paulo x Santa Cruz de la Sierra x Sucre
    02/04 Sucre x Uyuni
    03/04 Salar de Uyuni
    04/04 Salar de Uyuni
    05/04 Salar de Uyuni
    05/04 San Pedro de Atacama
    06/04 San Pedro de Atacama
    07/04 San Pedro de Atacama x Arica
    08/04 Arica x Tacna x Arequipa
    09/04 Arequipa
    10/04 Cañon del Colca
    11/04 Cañon del Colca x Arequipa x Ica
    12/04 Huacachina
    13/04 Islas Ballestas + Paracas
    13/04 Ica x Cusco
    14/04 Cusco
    15/04 Cusco (Vale Sagrado)
    16/04 Cusco x Aguas Calientes
    17/04 Machu Picchu
    18/04 Aguas Calientes x Cusco x Puno
    19/04 Puno (Uros + Taquile)
    20/04 Puno x Copacabana
    21/04 Isla del Sol
    22/04 Isla del Sol x Copacabana x La Paz
    23/04 La Paz (Chacaltaya + Valle de la Luna)
    24/04 La Paz (Downhill)
    25/04 La Paz
    26/04 Santa Cruz de la Sierra x São Paulo

 

Quanto ao valor no título (1.600 dólares), ele se refere a PASSAGENS AÉREAS + TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS durante esses 26 dias. Só não inclui aqui os gastos prévios que tive com vestuário, bota impermeável, mochilas, câmera e equipamentos fotográficos, passaporte, etc., porque isso varia muito de pessoa pra pessoa. E como o custo em reais depende muito do preço do dólar à época, decidi manter em dólar.

 

De toda forma, a quem interessar possa, ficam aqui algumas coisas que comprei:

 

- Bota Timberland Flume Mid Waterproof

http://www.centauro.com.br/bota-timberland-masculina-flume-mid-waterproof-777831.html

 

Pra quem quer investir numa bota impermeável, é uma ótima opção, além de ser esteticamente bonita. Pisei em diversas poças d'água, peguei chuva, e os pés continuaram secos. Ela é até confortável, mas isso não costuma ser a principal característica de botas de trekking, então não espere o conforto de um tênis. Foi o único sapato que usei durante toda a viagem (além do par de chinelos, claro).

 

- Blusa e calça segunda pele (1ª camada), fleece (2ª camada) e casaco corta-vento-e-chuva (3ª camada), money belt, saco de dormir (lençol), mochila, capa para mochila, meias, toalha de secagem rápida e mais uma porrada de coisas eu comprei na Decathlon. É o lugar mais completo e barato para se comprar essas coisas. Deixei uma grana boa por lá. Dá uma olhada no site e, se tiver uma loja perto de você, melhor ainda, dê uma passada lá.

http://www.decathlon.com.br/

 

- Câmera Nikon D5300 kit de lente 18-55mm VR II

http://www.nikon.com.br/Nikon-Products/Product/dslr-cameras/1522/D5300.html

 

- Lente Wide Angle Sigma 10-20mm f4-5.6

https://www.detonashop.com.br/lente-grande-angular-sigma-10-20mm-f-4-5-6-ex-dc-hsm-para-nikon.html

 

- Tripé, filtro polarizador, disparador remoto, etc. eu comprei pelo Mercado Livre.

 

SOBRE AS MOCHILAS...

 

Usei uma Forclaz 50L Quechua...

http://www.decathlon.com.br/montanha-aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-50-litros-quechua_167478

 

E uma Targus Spruce EcoSmart de mochila de ataque.

http://targus.com/us/15_6-spruce-ecosmart-backpack-tbb013us

 

Essa da Targus eu já tinha há bastante tempo. É uma mochila mais voltada para notebook, mas como eu não queria gastar com uma mochila de ataque, optei por essa mesmo. Foi nela que carreguei meus equipamentos fotográficos durante todo o tempo.

 

Obs.: É MUITO importante uma mochila de ataque (mochila de menor tamanho) nesse tipo de viagem. Isso evita carregar peso desnecessário em diversos momentos. Não deixe de levar uma.

 

Quanto à mochila de 50L, muitos me questionaram se não era pequena demais pra 26 dias. Minha resposta é: depende. Se você não quiser lavar muita roupa, tem que levar uma maior. Agora, se você busca praticidade, 50L bastam. Levei roupa pra uma semana, mais ou menos, e usava o serviço das lavanderias sempre que necessário. É barato e você acha fácil em qualquer lugar por onde passa.

 

Aqui vai uma relação completa do que levei nessa viagem:

  • 7 camisetas
    1 camisa manga longa segunda pele (1ª camada)
    1 calça segunda pele (1ª camada)
    1 casaco fleece (2ª camada)
    1 casaco impermeável (3ª camada)
    1 calça-bermuda
    3 bermudas
    8 cuecas
    6 pares de meias grossas cano alto
    1 toca
    1 par de luvas
    1 toalha microfibra (secagem rápida)
    1 saco-lençol de dormir
    1 money belt (doleira)
    1 relógio
    1 sabonete
    1 shampoo médio
    1 protetor solar grande
    1 protetor labial
    1 repelente
    2 cadeados
    1 escova de dentes
    1 creme dental
    1 barbeador elétrico
    1 desodorante aerossol
    1 perfume
    1 cortador de unhas
    1 canivete suíço
    1 kit remédios (enjoo, dormir, dores e gripe)
    1 bepantol creme
    1 par de óculos de sol
    1 pacote de lenços umedecidos
    1 celular
    1 carregador
    1 par de fones de ouvido
    1 máquina fotográfica
    1 lente 18-55mm
    1 lente 10-20mm
    2 cartões de memória 32GB
    1 tripé grande
    1 mini-tripé
    1 kit limpeza para câmera
    1 caneta
    1 bloco de anotações
    1 capa de chuva para a mochila
    1 pasta plástica para documentos
    1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional

 

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NA PASTA DE DOCUMENTOS:

  • Cartões de embarque
    Ingresso de Machu Picchu + Huaynapicchu
    Cartão internacional de vacina (ANVISA)
    Certificado do Seguro Viagem
    Nota fiscal dos equipamentos fotográficos
    Todos, eu disse TODOS os papeis que você receber durante a viagem

 

É importante levarmos uma pasta para documentos. Levei uma dessas de plástico maleável, que permite dobrar ao meio e guardar facilmente na mochila. É ali que você vai carregar muita coisa importante, como:

 

- Cartões de embarque: Guarde-os sempre, mesmo quando já tiver realizado o voo. Nunca se sabe.

 

- Ingresso para Machu Picchu: Compramos pelo site oficial, e não por agências. Tentamos com o meu cartão e não consegui, mesmo com a liberação da VISA para compras internacionais. Tentamos com o cartão da minha cunhada, e deu certo. A dúvida então seria quanto à exigência de que o titular do cartão seja um dos que ingressarão no parque. Levamos cópia do cartão e da identidade dela, com medo de sermos barrado na entrada. Quando chegamos lá, nem olharam pra nossa cara direito. Olharam o ingresso, carimbaram a entrada e pronto.

 

- Cartão Internacional de Vacina: A vacina contra febre-amarela, por lei, é obrigatória para ingressar na Bolívia. Se você já tomou essa vacina nos últimos 10 anos, basta ir direto a um posto da ANVISA retirar o seu Certificado Internacional. No meu caso, precisei tomar de novo, porque já não tinha mais a minha carteirinha. Fui a um posto de saúde e me vacinaram na hora. Verifique antes os dias e horários de vacinação do seu posto, pois eles costumam destinar um período específico da semana pra certos tipos de vacina. Depois de vacinado, fui à ANVISA (já tendo feito previamente o cadastro no site deles, que eles pedem mais pra adiantar o atendimento) e lá emitiram o Cartão Internacional de Vacina. Aí você me pergunta, em algum momento pela Bolívia as autoridades nos cobraram este Cartão? A resposta é NÃO, como você pode ler em todos os relatos aqui do fórum. Massss, lei é lei, e você não quer dar sorte ao azar numa viagem dessas, certo? Pois é.

 

- Certificado do Seguro Viagem: Faça um Seguro Viagem. Não chore miséria e nem cogite não fazer numa viagem desse tipo. Eu fiz e foi o que me salvou, pois precisei acioná-lo. É um valor relativamente pequeno (menos de R$200) perto da segurança que é contar com o amparo médico em terras estranhas. Há relatos de pessoas que gastaram fortunas com hospitais por não terem feito o Seguro, portanto não dê essa bobeira. Eu fiz pela Mondial Travel, apenas porque foi o que mais li nas indicações aqui no fórum. Faça sua pesquisa e escolha a empresa que achar melhor, mas não deixe de se assegurar.

 

- Notas fiscais de equipamentos eletrônicos: É uma forma de comprovar que você os comprou no Brasil ou em outro local cujos impostos já foram devidamente pagos. Eu não quis arriscar e levei as notas dos equipamentos fotográficos que estava carregando. Se você estiver levando notebook, máquinas de maior valor e afins, não custa nada levar as notas, caso ainda as tenha. Não ocupa espaço e te dá mais tranquilidade. Mas eu precisei usar? Não. Nem mesmo na declaração aduaneira eu precisei registrar, porque era considerado “uso turístico”. Então é quase uma questão opcional, vai de cada um.

 

- Todos os papeis que você receber: Guarde TODOS. Muitos deles você irá precisar quando estiver retornando ou saindo daquele país, e perde-los é uma dor de cabeça que você quer evitar. Nós já aproveitamos a pastinha pra ir guardando tudo, de documentos de imigração até recibo carimbado de passeio. Sem falar que é a melhor forma de você se recordar dos lugares que visitou, os nomes, a ordem das coisas que viu, etc.

 

NO MONEY BELT:

  • Dólares
    Reais
    Passaporte
    Chave reserva do cadeado

 

O uso do money belt (uma espécie de cinto onde se guarda documentos e dinheiro e que se usa por baixo da roupa) é altamente recomendável. Deixar essas coisas na mochila pode ser muito arriscado, porque o principal problema do turismo são os altos índices de furto. Mantenha seu dinheiro e o seu passaporte com você o tempo todo, e só tire para tomar banho. Durante o único e pequeno momento em que nos afastamos do nosso money belt na viagem, deu merda. Então não se arrisquem.

 

Ah, outra dica é não deixar o cartão de crédito junto com o dinheiro e o passaporte. Por segurança, é melhor que ele esteja em um local separado. Se você for furtado ou perder seu money belt, terá o cartão para emergência. No nosso caso, deixávamos o dinheiro e o passaporte no money belt e o cartão de crédito guardado na mochila. O mesmo vale para as chaves do cadeado. Mantenha a chave reserva guardada em um local separado.

 

PREPARATIVOS PARA A VIAGEM:

 

Bom, a preparação pra essa viagem começou lá em agosto de 2014, mais ou menos. Quando digo “preparação” leia-se “- Bora viajar pela América do Sul ano que vem? - Bora! - Então fechou!”. De lá pra cá, muita pesquisa, muito rabisco, muita mudança de planos e muito obstáculo. Isso é normal, não se assustem. Se querem atingir o grande objetivo de viajar pelo mundo, estejam preparados para enfrentar de tudo um pouco.

 

As únicas coisas que compramos com antecedência foram as passagens aéreas BRA x BOL, o aéreo Santa Cruz x Sucre, o Seguro Viagem e os ingressos para Machu Picchu + Huaynapicchu, pois, se você deseja subir este último, é necessário comprar com meses de antecedência (a subida ao Huaynapicchu é limitada a dois grupos de 200 turistas por dia). Pegamos uma promoção da GOL e pagamos R$ 574,77 no trecho ida e volta SP/Guarulhos (GRU) x (VVI) Santa Cruz de la Sierra/Viru-Viru (fiquem atentos aos grandes feirões de promoção que costumam acontecer a cada dois meses em média). O trecho VVI x SRE/Sucre optamos por fazer de avião, e pagamos US$ 55. Já o Seguro Viagem, pagamos R$ 140 para cobertura Mochilão / 26 dias / Bolívia, Chile e Peru.

 

Tudo ia dando certo, dinheirinho na poupança todo mês, 13º dando aquele help, planejamento seguindo nos conformes. Masssss a calmaria antecede a tempestade, meus jovens. E foi só chegar nos últimos dois meses antes da viagem que o Universo começou a dizer “Tá achando que vai ser fácil assim, cara pálida? Negativo”.

 

Pra começar, o dólar, que já não parava de subir, decidiu entrar num foguete e decolar rumo à estratosfera. E como só compraríamos os dólares na véspera da viagem... nos F*DEMOS bonito. Só em março foi um aumento de R$ 0,35 (trinta e cinco f*cking centavos). E isso só nos deixou com duas opções: injetar mais dinheiro pra compensar a subida ou economizar ainda mais pra compensar a queda. Acabamos optando por um pouco de cada.

 

Ok, alta do dólar devidamente “digerida”, seguíamos com os preparativos finais. Mas aí o Universo deu aquela risada de deboche e disse “Pensam que acabou? Então peraí...”, e resolveu mandar o que parecia ser algo bem simples tipo O FIM DO MUNDO:

 

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Vulcões em erupção no Chile. “-Beleza, acontece.”

Dilúvio no Atacama. “-Oi??? Dilúvio na p*rra do deserto mais seco do mundo?!”

Terremoto de 5,8 com alerta de tsunami. “-Véi, na boa...”

Crise política se agrava no Peru. “-MAIS GRAVE VAI FICAR QUANDO EU CHEGAR AÍ!!!1”

 

Sacomé, a gente é mochileiro, e mochileiro brasileiro não desiste nunca. Ignoramos todo o caos, a zica e as 14 velas acesas por nossas mães e partimos rumo ao Apocalipse. Afinal, se é pra curtir o fim do mundo, que pelo menos seja de mochila nas costas batendo perna por aí, né não?

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Partiu Mochilão!!! Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude. ::dãã2::

Editado por rodrigovix

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Cara, seu relato poderia ser colocado como tópico fixo dos Mochileiros do Peru, Bolívia e Chile. Além dos detalhes, ainda tem as fotos que você faz que, putz, são muito top. Continuo acompanhando aqui e anotando todas as dicas. Farei o mesmo passeio (com algumas alterações) em Fevereiro/Março de 2016.

 

Abraços!

 

Que isso, xará! Isso é que é elogio rs. Fico lisonjeado com esse tipo de feedback. Espero mesmo poder ajudar muitos mochileiros aqui com essas informações. Você vai se amarrar demais nessa viagem, pode ter certeza. Abraço!!!

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A Cruz del Sur é horrível, cara e desconfortável ainda mais se vc for alto, odiei.

Vale apena ir atras de outra e pagar 1/3 do valor em um bus cama melhor.

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A Cruz del Sur é horrível, cara e desconfortável ainda mais se vc for alto, odiei.

Vale apena ir atras de outra e pagar 1/3 do valor em um bus cama melhor.

 

Sério, cara? Primeiro comentário ruim que leio. É até bom pro pessoal ver que nem sempre pode agradar 100%. Eu tenho 1,84m e viajei tanto no bus-cama de 2 por fila quanto no de 1 por fila, e tanto no meio quanto na frente, e em todas as situações tive muito conforto, nada do que reclamar. Mas realmente quem for maior que isso começa a ter problemas de espaço, isso em qualquer transporte também.

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Rodrigo, que shooooow de relato.... ::love::::love::

Meu roteiro está 98% igual ao seu..preciso fechar rápido para ver os gastos.. ::essa::

Minha dúvida é como você fez o trajeto Cusco/Puno/Copacabana.

Penso tb até em ir direto de Cusco a Copacabana, li que Puno não é lá essas coisas...

 

1- Qual a empresa de ônibus que sai a noite de Cusco?

2-Quais valores dos ônibus Cusco/Puno/Copacabana?

 

Li de alguns relatos de bus que sai a noite de cusco mas meio vagos e outros fizeram o trajeto em uma espécie de bus turístico que sai de Cusco pela amanhã e vai passando pelos principais pontos turísticos até chegar La paz....(não to afim dessa opção hahaha, dá impressão de ser a mais cara ::tchann:: )

:

To lutando para fechar 24 dias em r$4500,00 reais...acha possível??? ::sos::

Não esta incluso nesse valor: Passagens do Brasil até Santa Cruz+Passagem de Santa Cruz até Sucre e ingresso para entrar em MP..

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1- Qual a empresa de ônibus que sai a noite de Cusco?

 

Olá, tem essa empresa chamada TITICACA que faz este trecho!!

 

http://titicacabolivia.com/titicaca-transporte/pagina_fija_titicaca/15/

 

BUS CUSCO – PUNO - COPACABANA

 

Horas de Salida de la Ciudad de Cusco: 8:30 y 22:00 (Salidas diarias y feriados)

 

Hora de Salida de la Ciudad de Cusco: 22:00 Desde la terminal departamental en hora peruana

6:00 – 7:00 a.m. cambio de bus en Puno en la terminal departamental buses. Hora de llegada a la Ciudad de Copacabana: 11:30 a.m. Del día siguiente en hora Boliviana GTM – 4

Hora de Salida de la Ciudad de Cusco: 8:30 Desde la terminal departamental en hora peruana

15:30 llegada a Puno a la terminal departamental buses.

RESERVAS 24 HRS ANTES DE LA PARTIDA, COSTO DEL TICKET:

 

CUSCO - PUNO: US$.________

CUSCO - COPACABANA: US$._______

 

 

BUS CUSCO – PUNO - LA PAZ

 

Salidas diarias y feriados

 

Hora de Salida de la Ciudad de Cusco: 22:00 en hora peruana.

8:00 am. Migraciones en la frontera de Desaguadero sin cambio de bus.

Hora de llegada a la Ciudad de La Paz: 12:00 pm. Del día siguiente en hora Boliviana GTM – 4

RESERVAS 24 HRS ANTES DE LA PARTIDA, COSTO DEL TICKET CUSCO - LA PAZ: US$.________

 

 

Só não tem os preços :cry:

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Rodrigo, que shooooow de relato.... ::love::::love::

Meu roteiro está 98% igual ao seu..preciso fechar rápido para ver os gastos.. ::essa::

Minha dúvida é como você fez o trajeto Cusco/Puno/Copacabana.

Penso tb até em ir direto de Cusco a Copacabana, li que Puno não é lá essas coisas...

 

1- Qual a empresa de ônibus que sai a noite de Cusco?

2-Quais valores dos ônibus Cusco/Puno/Copacabana?

 

Li de alguns relatos de bus que sai a noite de cusco mas meio vagos e outros fizeram o trajeto em uma espécie de bus turístico que sai de Cusco pela amanhã e vai passando pelos principais pontos turísticos até chegar La paz....(não to afim dessa opção hahaha, dá impressão de ser a mais cara ::tchann:: )

:

To lutando para fechar 24 dias em r$4500,00 reais...acha possível??? ::sos::

Não esta incluso nesse valor: Passagens do Brasil até Santa Cruz+Passagem de Santa Cruz até Sucre e ingresso para entrar em MP..

 

Ei, Fran! Obrigado!!! Feliz por ler essas coisas.

 

Então, eu peguei um ônibus às 22h e fui pra Puno. Foram umas 6h30 de viagem. Fui pela Cruz del Sur, única empresa na qual viajei enquanto estive no Peru. Paguei 75 soles no bus-cama (o semi-cama deles estava 55, se não me engano). Não é o preço mais barato, paguei sabendo disso. Há outras opções de empresas e preços mais em conta. Na rodoviária de Cusco, assim que você chegar lá, você já pesquisa e fecha isso.

 

Se há ônibus direto pra Copacabana, eu não sei. Acredito que tenha (como a Julya colocou aí em cima), mas creio que seja bus turístico, costuma ser mais caro. Isso porque até Puno ainda é Peru. Copacabana já é Bolívia, então entra as questões de imigração, aduana, etc. Muitas empresas então costumam ir somente até a fronteira (a própria Cruz del Sur só vai até Puno).

 

Cortar Puno da viagem? Olha... Se o tempo tiver apertado e tiver que tirar alguma coisa, EU, PARTICULARMENTE, tiraria Puno sim. É legal? É. Visitei as Islas Flotantes de Uros e a Isla Taquile, mas foi um pouco decepcionante pelo que eu esperava. Puno em si não é uma cidade muito bonita, faz um frio do CÃO, e as duas Islas que falei não foram tão legais como eu esperava. E conhecer o lago Titicaca por conhecer, você já o conhecerá visitando Copacabana/Isla del Sol, que é bem melhor.

 

R$4.500 pra 24 dias? Eu diria pra você que daria se fosse "na minha época" (abril desse ano), com o dólar comprado a R$3,32. Não sei agora como tá a valorização do real por lá, não costuma ser muito boa. Então se é todo o dinheiro que você tem, minha dica é que vá dando uma segurada no começo e sempre estimando os gastos pela frente. Ah, e ter um cartão de crédito para emergências é essencial... nunca se sabe.

 

Espero ter ajudado. ::otemo::

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Ajudou muiiiito!hahaha

 

Obrigada, acho que vou até Puno e de lá pego para Copacabana...Minhas rotas de bus quando dá eu coloco pela Cruz Del sur....Vi a "civa" tbm...muito boa....

 

Ansiosa pelo resto do relato.... ::hahaha::

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Ansiosa pelo resto do relato.... ::hahaha::

 

Amanhã ou depois deve rolar o novo capítulo de Cusco. ::otemo::

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Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica.

 

14/04/15

 

Chegamos às 14h em Cusco. Foram quase mil minutos dentro do ônibus (16 horas, pra vocês não precisarem abrir a calculadora aí rs). Uma boa parte da viagem requer um pouco de controle estomacal, porque é uma curva atrás da outra, subindo cada vez mais. Até eu que não sou de enjoar em viagens acabei fiquei de saco cheio daquilo.

 

A primeira coisa que fizemos ao descer no terminal de buses foi garantir nossa passagem para Puno. Como de costume, compramos o bus-cama da Cruz del Sur por 75 soles. Não é o preço mais barato, a mesma companhia tem opções de semi-cama por 55 soles. Pesquisando em outras empresas, deve sair até por menos. Mas é aquela coisa, em time que está ganhando não se mexe, e a gente estava satisfeito (e, principalmente, preparado) com os serviços anteriores.

 

Compramos para o ônibus noturno (saída 22h) do dia 18 (dia em que retornaríamos de Machu Picchu).

 

Na saída do terminal, há vários táxis disponíveis. São mais caros, pois se dizem mais “seguros”, e vão tentar te convencer a não pegar os táxis na rua. Não demos ouvidos por já estarmos preparados para isso, e seguimos adiante. Ali fora, pagamos 5 soles para um taxista nos levar até o Pariwana Hostel, que se localiza na região próxima à Plaza de Armas.

 

Eu gostei do Pariwana. Bem organizado, quartos limpos, banheiro bem estruturado. Não é o estilo baladeiro do Wild Rover de Arequipa (que dizem ser o melhor Wild Rover de todos), mas atendeu bem às minhas expectativas. Pegamos um quarto compartilhado por 30 soles a diária para cada (fechamos 2 diárias).

 

22330232392_0ac39c5364_k.jpg01_cusco_pariwana_hostel by Rodrigo Alcure, no Flickr

Pariwana Hostel.

 

Fomos logo almoçar, porque a fome estava gigante. Pagamos 10 soles num prato de comida + refrigerante numa das mil ruas cheias de restaurantes por lá. Depois, fomos pesquisar agências para fechar os passeios dos dias seguintes.

 

Cusco é uma cidade muito visitada, seja por conta de toda a cultura Inca, seja por ser caminho do ponto turístico mais visitado da América do Sul: Machu Picchu.

 

Infelizmente, nosso roteiro não nos permitia muito tempo por lá. Só teríamos a tarde e a noite desse dia, mais o outro dia todo, antes de seguirmos para Aguas Calientes. Não vou mentir pra vocês dizendo que isso estava fora do nosso alcance. A verdade é que em nenhum momento eu senti muuuuita vontade de ficar muito tempo lá (talvez um dia a mais eu gostaria de poder ter ficado), mas é inegável que é uma cidade linda, e que muitos mochileiros fazem questão de passar pelo menos 3 ou 4 dias nela.

 

Vou tentar explicar um pouco como funciona o sistema de passeios em Cusco. A cidade possui muitos sítios arqueológicos e museus para se visitar, e a maioria deles não possui bilheteria na entrada. A forma que o governo peruano encontrou para arrecadar as taxas de preservação desses lugares foi através do “Boleto Turístico” que vocês já devem ter ouvido falar.

 

Basicamente, são 2 opções: o Boleto Turístico Geral e o Boleto Turístico Parcial, sendo:

 

Boleto Turístico Geral

- 130 soles (estudante com carteirinha internacional paga 70);

- Válido por 10 dias;

- É nominal e intransferível;

- Permite visitar todos os locais, basicamente (16, no total), entre sítios arqueológicos, museus e monumentos.

 

Boleto Turístico Parcial

- 70 soles (creio não tenha desconto pra estudantes);

- Válido por 2 dias consecutivos;

- É nominal e intransferível;

- São 3 opções de boletos (circuitos), sendo:

 

Circuito 1: City Tour

Esse “city tour” é na verdade uma visita aos sítios arqueológicos que ficam no entorno da cidade de Cusco. São eles: Saqsayhuamán, Q’enko, Puka Pukara e Tambomachay. Esse passeio costuma levar o dia todo.

 

Circuito 2: Museus

Permite conhecer museus, monumentos e centros de arte. São eles: Museo Municipal de Arte Cotemporáneo, Museo Histórico Regional, Museo de Arte Popular, Museo de Sitio del Qoricancha, Centro Qosqo de Arte Nativo, Monumento ao Inka Pachaquteq, Pikillacta e Tipón.

 

Circuito 3: Valle Sagrado de los Incas

Permite visitar 4 sítios arqueológicos no Valle Sagrado de los Incas. São eles: Ollantaytambo, Moray, Pisac e Chinchero. Dos 3 circuitos, talvez esse seja o mais “bonito” e procurado pelos mochileiros, e certamente o mais distante. Leva o dia todo e necessita contratar agência.

 

Seu boleto fica com seu nome e a data de validade, e nele há o nome e as imagens dos locais que você pode visitar. Como cada boleto só permite conhecer uma vez cada lugar, na entrada eles fazem um pequeno furo no papel em cima da imagem daquele local que você está visitando.

 

boletos.jpg.4495df508f4769f95614b5ce6980b40b.jpg

 

Como só poderíamos realizar um desses circuitos, já que só teríamos o dia de amanhã disponível, optamos pelo Valle Sagrado de los Incas. Pesquisamos várias agências até achar um bom preço, e fechamos por 23 soles (inclui transporte e guia, basicamente). O Boleto Parcial nós compraríamos em Pisaq, que era a primeira parada prevista. Vale lembrar que esse passeio do Valle Sagrado segue o roteiro Pisaq – Ollantaytambo – Chinchero. O Boleto também te permite vistar as ruínas de Moray, mas aí já é um passeio a parte.

 

Quanto às formas de se chegar a Machu Picchu, são basicamente três:

 

1) Trem;

2) Trilhas;

3) Van + trilha.

 

1) O trem é a opção mais confortável e, naturalmente, mais cara, considerando o tempo percorrido. Esse trajeto da Peru Rail é considerado o trajeto de trem mais caro do mundo por km percorrido (pasmem), variando de 130 a mais de 1.000 dólares pra 2 horas de viagem. Vai de Cusco (Poroy) até Aguas Calientes. Uma opção menos cara é comprar o trecho de ida partindo de Ollantaytambo até Aguas Calientes. Muitos viajantes costumam fazer dessa forma, pois em Ollantaytambo há uma estação pela qual passa o trem, e no passeio do Valle Sagrado a gente passa por Ollantaytambo. Ou seja, eles saem cedo para o passeio do Valle Sagrado, visitam Pisaq, visitam Ollantaytambo e, ao invés de seguirem para Chinchero, já ficam por ali para pegar o trem pra Machu Picchu.

 

2) Em relação às trilhas, há várias opções. As mais tradicionais são a Trilha Inca (4 dias e 3 noites, 45km percorridos – também há opções de 2 dias, suponho) e a Salkantay (5 dias e 4 noites, 55km percorridos). Costuma-se andar de 6 a 8 horas por dia e dormir em acampamentos. São ótimas opções para os mais aventureiros e que possuem tempo e disposição para tal. Só estou meio por fora dos preços, a galera que fez podia ajudar aí nos comentários.

 

3) Já o circuito van + trilha é o mais econômico, e o que eu optei por fazer. Você fecha com uma agência o transporte de van (ou pode ir de táxi) de Cusco até a hidrelétrica da cidade de Santa Teresa. São horas e horas de viagem por uma estrada bem sinuosa, muitos diriam até perigosa. De lá, você faz uma trilha que dura de 2h a 4h, dependendo do seu ritmo, caminhando pelos trilhos do trem. É uma caminhada plana, tranquila, e MUITO BONITA, você segue literalmente dentro da mata andina. E não é perigoso porque há espaço suficiente nas laterais para você ficar quando o trem passa.

 

Na mesma agência que fechamos o passeio do Valle Sagrado, fechamos também as vans para a hidrelétrica. Ida e volta ficou por 70 soles, sendo ida no dia 16 e volta no dia 18. Com isso, teríamos o dia 17 inteiro para conhecer Machu Picchu, sem pressa nenhuma, já que dormiríamos duas noites em Aguas Calientes.

 

Passeios devidamente fechados, fomos aproveitar o resto do dia dando uma volta pela cidade. E qual é o melhor lugar pra se conhecer nessas horas? Os mercados, é claro. Seguimos pelas áreas mais populares, conhecemos o Mercado San Pedro, alguns mercados de rua, e toda aquela deliciosa e típica confusão. Compramos algumas coisas, como ímãs de geladeira, luvas de alpacas, frutas típicas (nectarina, fruto do cacto e granadilla, uma espécie de maracujá, só que bem doce, delicioso demais), alguns pacotes de biscoito, e não gastamos mais que 13 soles cada.

 

Depois, para jantar, comemos uma pizza tamanho família + pão de alho + suco numa charmosa (e quente, porque essa cidade faz um frio do CÃO) pizzaria, e a conta toda deu 24 soles.

 

De barriga cheia, voltamos para o hotel. No dia seguinte começaríamos a conhecer de perto toda aquela riqueza da cultura Inca. E é realmente de impressionar.

 

22155507238_cacdf2d9ba_k.jpg02_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr

Cusco, Plaza de Armas.

 

22155500308_2f1adce146_k.jpg03_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr

Cusco, Plaza de Armas.

 

22155495818_b94eae8753_k.jpg04_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr

Cusco, Plaza de Armas.

 

22353881301_3977a986a5_k.jpg05_cusco_mama_africa by Rodrigo Alcure, no Flickr

O famoso Mama Africa - achei legal, mas esperava mais.

 

22330201902_c6762c28ce_k.jpg06_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr

Pelas ruas de Cusco.

 

21722133773_04fc32a7ef_k.jpg07_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr

Mercados em Cusco.

 

22155467998_f5880d13e3_k.jpg08_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr

Mercados em Cusco.

 

22343210195_e4430fd679_k.jpg09_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr

O trânsito sempre "tranquilo" nessas cidades.

 

 

SALDO DO DIA:

s/75 bus-cama Cusco x Puno

s/5 taxi até o hostel

s/60 duas diárias Pariwanna Hostel

s/10 almoço + refrigerante

s/23 passeio Valle Sagrado (agência)

s/70 ida e volta de van para Aguas Calientes (agência)

s/13 gastos no mercado

s/12 pizza + suco

 

TOTAL: s/268 (US$ 80)

 

Próximo capítulo: O Valle Sagrado dos Incas.

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