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Santiago e Carretera Austral em Outubro de 2016


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Alguns dados sobre Santiago antes de seguirmos a viagem

A cidade é segura mas exige os cuidados básicos para não se colocar em risco atoa.

Andar de taxi sai muuuito mais barato que no Brasil. Muitas vezes compensa mais o taxi que o metro (principalmente se for dividir o valor com outras pessoas). Ficar atenta com o troco dado pelos taxistas e quando entregar a nota na mão dele falar o valor em voz alta, para evitar problemas. (dica que peguei aqui no site e segui a risca)

As estações de metro em sua maioria possuem exposições de obras de arte. A sinalização e mapas do metro são fáceis de encontrar.

As pessoas na cidade são super receptivas com os turistas. Quase tudo abre tarde pois eles acordam tarde (ou eu que acordo cedo para poder aproveitar cada segundo, sei lá) - rss..

Comprar água e bebidas é mais caro que no Brasil

Quanto ao cambio - fizemos a troca do Real pelo Dolar aqui no Brasil (não deixe para trocar no aeroporto - mais caro) e depois trocamos na rua Agostinas como todos orientam (para nós ficou mais fácil pois nos hospedamos nessa rua). Fiz todas as contas e na época que fui a forma mais economica era essa, incluindo todas as taxas e tal (o dindin rendeu mais). Oriento sempre fazer as contas antes.

Em outubro faz calor em Santiago mas precisa de blusa de frio sim, pois o vento é muito gelado apesar do sol.

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O Taxi comum mesmo é muuito mais barato que no Brasil. O outro sai barato de toda forma.

Se estiver viajando com 3 ou 4 amigos é só dividir a conta que dependendo da distancia percorrida (curta ou média)compensa mais que o metro. Agora para atravessar a cidade o melhor mesmo é o metro.

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18/10 – Café no apart. Check out

Utilizamos uma agencia que faz translado para o aeroporto indicada pelo gerente do apart, pois não conseguimos agendar com a trasvip (não lembro o nome – foi boa, pontual, o custo foi quase igual o da chegada).

O voo foi tranquilo e chegamos a Balmaceda as 9:20h. Surpresa ao pegarmos a bagagem novamente.. a mala da minha tia estava com a base e as rodas quebradas. A Latam ofereceu lá mesmo no aeroporto outra mala de mesmo tamanho, porém de qualidade inferior para suprir o problema. Ela aceitou a proposta para não precisar ir atrás depois e para usar a mala no restante da viagem.

O carro já estava reservado e a nossa espera. Era grande mesmo, e com espaço suficiente para as malas (uma preocupação que tínhamos). Cogitamos alugar uma caminhonete aberta, porém minha mãe lembrou um fator muito importante – a poeira da estrada de rípio iria deixar a bagagem toda empoeirada, então apesar do custo maior optamos por uma fechada. Foi a melhor coisa, ainda bem que ela pensou nisso. Demos até um nome para o carro: Andino Patagonico – nosso companheiro de aventuras.

Balmaceda é uma vilinha muuuuito pequena e eu não imaginava o quanto (rss..). Passamos em um mercadinho bem pequeno para comprarmos algumas guloseimas para deixar no carro para emergências. Li que algumas pessoas já passaram um pouco de fome na estrada. Ainda bem que tinha lido aqui no site que fica tudo fechado e quando batemos palma e chamamos é que os proprietários aparecem para abrir o estabelecimento, e assim foi em Balmaceda e em outros locais. Partimos em sentido a Puerto Ibanez já que eu tinha visto no site que a balsa sairia às 13h e outra às 16h nesse dia.

Paisagens maravilhosas, neve no topo dos morros, fazendinhas com ovelhas e casinhas lindas no percurso – Estavamos no Norte da Patagonia finalmente ::hahaha::::Cold:: . Fizemos várias paradas para as fotos e vou confessar que a cada 2 min a vontade era de parar para observar tudo ao redor com mais calma ainda. Existem alguns mirantes no caminho que valem a parada pela paisagem. Uma das paradas foi por ter um pouco de neve bem próximo da rodovia para toca-la. Descobrimos depois, que 2 dias antes havia nevado por ali (o que não é comum nessa época fora dos picos dos morros).

Chegamos a Puerto Ibanez e fomos direto em sentido ao porto e lá descobrimos que naquele dia não haveria balsa para transporte de pessoas, pois era dia de carga perigosa ::ahhhh:::shock: (ooooiiiiii???? A informação pega no site ainda quando estava no Brasil não correspondia a realidade). Decepção total. E agora? O que fazer? ::essa:: No dia seguinte haveria uma balsa em sentido a Chile Chico no final da manhã (muito tempo – afff..) Estavamos com fome, então resolvi ir comer enquanto pensava no que fazer. :? Não achávamos lugar para almoçar (já estavam fechando). Insistimos com uma senhora que ficou com pena dos 5 esfomeados (rss..) e acabou prolongando o horário de funcionamento do seu restaurante familiar (Graças a Deus). Enquanto comia propus para os demais voltarmos para a Carretera e seguir em sentido a Puerto Rio Tranquilo e eles toparam. Voltamos antes ao porto para nos certificarmos dos horários para o nosso retorno de balsa no sentido contrário, quer dizer de Chile Chico para Puerto Ibanez.

Um trecho pequeno do caminho foi refeito só que no sentido contrário ao anterior e com isso o ângulo de visão mudou, e em muitos momentos reparamos em pequenos detalhes diferentes e especiais que não havíamos visto. Depois deste trecho viramos à esquerda e seguimos em nova direção. Aaaaaaah a visão do Cerro Castillo (maravilhoso, encantador, lindo). Tiramos várias fotos. Paramos na Villa Cerro Castillo em um mercadinho, conversamos com locais, visitamos a praça e a estatua e seguimos (adorei a vila – uma graça). Logo depois da vila tem um mirante entrando à direita que tem uma vista muito bonita do Cerro Castillo e de vários outros picos nevados que vale a paradinha para foto.

Na Patagônia nessa época já começa a escurecer mais tarde. Tem dia que fica escuro as 20 – 21h (ainda bem). Avistamos o final do por do sol já no Lago General Carrera. Pegamos um pequeno trecho no escuro bem próximo a Puerto Rio Tranquilo. Na própria Carretera Austral, bem de frente ao lago e ao local onde ficam várias “lojinhas” que vendem o passeio as Capillas de Marmol fica localizado um restaurante no qual jantamos. Alugamos uma cabana (ótima – nova, bonita, confortável, bom preço – tivemos sorte, pois já era tarde) dos proprietários do restaurante (simpáticos), porém ela fica mais para dentro de Puerto Rio Tranquilo.

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Obrigada Jaumz!

 

A reserva do carro foi feita do Brasil pelo seguinte site: http://chile.rentalcargroup.com/pt/coyh ... irport.htm

Pesquisei em vários sites o mesmo padrão de carro e o mais em conta foi por esse, mas sempre vale pesquisar pois as coisas mudam.

O carro que alugamos é classificado como: FFAR / Jeep Toyota 4runner ou similar - automático

Na descrição dizia 5 passageiros e 4 bagagens grandes (colocamos 5 malas grandes dentro do carro)

O valor da diária incluindo taxas, seguro e segundo motorista foi de USD 143,75. Eles exigiram um pagamento de pouco mais de uma diária antecipada para realizar a reserva. O restante do pagamento foi feito apenas na devolução do carro.

Nós fomos em 5 pessoas então dividindo o valor por pessoa e incluindo todos os benefícios de estar com um carro seguro, alto, estável, que coube tudo que precisávamos levar e protegido da poeira, além da liberdade que tivemos de mudar os planos a hora que deu vontade - compensou e muito. (melhor economizar em outras coisas ou guardar um pouquinho mais de dindin antes de ir viajar e poder aproveitar estas vantagens)

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Obrigada Jaumz!

 

A reserva do carro foi feita do Brasil pelo seguinte site: http://chile.rentalcargroup.com/pt/coyh ... irport.htm

Pesquisei em vários sites o mesmo padrão de carro e o mais em conta foi por esse, mas sempre vale pesquisar pois as coisas mudam.

O carro que alugamos é classificado como: FFAR / Jeep Toyota 4runner ou similar - automático

Na descrição dizia 5 passageiros e 4 bagagens grandes (colocamos 5 malas grandes dentro do carro)

O valor da diária incluindo taxas, seguro e segundo motorista foi de USD 143,75. Eles exigiram um pagamento de pouco mais de uma diária antecipada para realizar a reserva. O restante do pagamento foi feito apenas na devolução do carro.

Nós fomos em 5 pessoas então dividindo o valor por pessoa e incluindo todos os benefícios de estar com um carro seguro, alto, estável, que coube tudo que precisávamos levar e protegido da poeira, além da liberdade que tivemos de mudar os planos a hora que deu vontade - compensou e muito. (melhor economizar em outras coisas ou guardar um pouquinho mais de dindin antes de ir viajar e poder aproveitar estas vantagens)

 

Valeu pelas infos, manueli!

 

Tenho vontade de conhecer essa parte do Chile. Qto tempo ficaram nessa região? Foi tempo suficiente? Eu tb quero conhecer o trecho um pouco mais ao norte, até Puerto Montt, e tb Ilha de Chiloé. Alguma razão pra não terem incluído esses lugares? Vlw

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    • Por Marcelo Manente
      Continuando a postar relatos antigos e que foram sonegados aos mochileiros segue a postagem sobre a minha viagem pela Carretera Austral pelo Chile. Como minha viagem anterior, sempre tem enroscos e problemas. Desta vez por poucos quilômetros eu quase não volto mais e quase ferrei o motor.
       
      Como dá outra vez não é uma relato com detalhes sobre preços e tals. Gastei sempre o mínimo possível com alimentação e hospedagem. Devo ter almoçado em restaurantes umas 4 vezes a viagem toda. Portanto não posso dar muitas dicas sobre a alimentação na Carretera. O caso é que eu sempre perdia a hora de almoço e quando lembrava já tinha passado a cidade mais próxima. Ai tinha que lanchar o que tinha no carro mesmo. Aliás esta viagem foi um belo SPA pois de 98 Kg no início eu voltei com 92 apenas
      Levei de novo todo o equipamento de camping que acabou indo passear apenas. A Ranger se portou muito bem na estrada e se não fosse por negligência minha não teria dado problema com o arrefecimento e queimado a junta do cabeçote no final da viagem. Pura burrice.
       
      Fui sozinho porque meu tio não pode me acompanhar aquele ano e também porque a outra pessoa que tinha me garantido que ia junto deu pra trás um mês antes. Assim achei melhor seguir sozinho do que esperar mais um ano para ver se conseguia companhia para a empreitada.
       
      Mas vamos aos relatos.
       
      1º DIA – 22/12/2013 – DOMINGO.
      De Curitiba a Quarai - RS / Artigas – Uruguai – 1150 km
       
      Saí de Curitiba as 5:25 h debaixo de uma garoa fina e chata que me acompanhou até União da Vitória mais ou menos. O calor começou a chegar e por volta das 8 ou 9 horas e pegou pesado. Acho que deve ter ficado uns 30 graus ou mais.
      Como estava viajando sozinho fui dando paradas a cada 2 ou 3 horas para esticar o esqueleto.
      A estrada pelo interior tem muitas curvas, mas tem trechos bem tranquilos em que se pode desenvolver 100 a 110 Km/h (GPS) numa boa.
      Acabei não almoçando hoje, comi pão de queijo, amendoim japonês e frutas secas. Quando parei num posto para almoçar achei muito caro (era chique) R$ 21,00 o bufet livre.
      Quando cheguei a Quarai estava iniciando a hora do agito de domingo na praça central. Os carros iam parando em volta da praça e deles saiam os jovens com cadeiras de praia, coolers de cerveja e se abancavam na grama esperando a galera ficar desfilando com seus carro e com o som alto. Coisas do interior do Brasil.
      Mudei roteiro inicial e vou entrar no Uruguai pra fazer umas comprinhas básicas. Depois entro na Argentina por Salto UR / Concórdia AR.
    • Por Marcelo Manente
      Pessoal vou fazer uma relato das minhas impressões sobre as estradas que eu trafeguei no caminho de ida e volta até Ushuaia e Carretera Austral em dezembro 2019 a Janeiro 2020.

    • Por Marcelo Manente
      Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.
      Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.
      Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.
      Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

    • Por casal100
      Esse relato é dividido em cinco partes:
      .da página 1 até a 7 refere-se a viagem realizada entre dez/2007 e fevereiro/2008 de carro;
      .a partir do final da página 7 refere-se a viagem que começa no final de dez/2008 até final de fevereiro/2009 de carro.
      .a partir da pag. 15 - viagem a Torres del paine, carretera austral ..........viagem realizada de dez/2009 a fevereiro/2010.
      .a partir da pag.19 - viagem ao Perú e Equador ....vigem realizada de dez/2010 a fevereiro/2011.
      .a partir da pag.23 - viagem venezuela, amazonas, caminho da fé.... realizada entre dez/11 a fev/12.
    • Por anabaccarinxp
      Buscando o sonho da Carretera Austral estilo Thelma & Louise num Ford Ka 1.0
      Em 24 dias de andança, 03 países, 13 cidades distintas com pernoite, 9603 km percorridos, 576 litros de gasolina, 01 objeto perdido, 100 dólares "roubados", 01 pneu furado, 02 consertos no carro, inúmeras cidades, comidas/pessoas das mais distintas possíveis e paisagens com clima, vegetação e relevo diversificados e fascinantes.
      Hoje escrevo esse relato para guardar, além das lembranças, as histórias para contar.
       
      O início
      A proposta de fazer uma viagem de tal magnitude nem me lembro como surgiu, só sei que aconteceu e o destino sempre foi percorrer a Carretera Austral. Planejei a viagem por dois anos para a Carretera, uma das estradas mais belas do mundo, o caminho para chegar até lá foi só uma consequência. Com o destino traçado, só restava juntar dinheiro e arrumar uma companhia, no caso, minha mãe.
      A princípio o planejamento foi feito com intuito de se chegar ao ponto inicial de avião, mas conforme as idéias surgem, os loucos abraçam e o tempo passa oficializou-se que o trajeto seria feito de carro e o pior, com o meu carro, hahahaha. Só para atualizar um Ford Ka, 1.0, ano/modelo 2010.
      A ideia de se fazer um relato da história sempre existiu, aliás, diariamente escrevia sobre os acontecidos, mas virou uma certeza no dia (25/12/16) quando atravessamos a fronteira entre Argentina e Chile onde recebemos a noticia de um forte terremoto no nosso destino, a ilha de Chiloé, que registrou um tremor de 7,6˚ na escala Richter. Com a preocupação de familiares comecei a dar cara para esse relato e compartilho aqui as informações que podem ser úteis para mais alguém.
       
      21/12/2016
      Saída de Jaboticabal com destino a Foz do Iguaçu.
      Saímos da monocultura canavieira, perpassando brevemente sobre a pecuária extensiva e atingimos uma monótona produção de soja no Paraná. Tais culturas são praticadas nos planaltos Ocidental Paulista e de Guarapuava (bacia do Paraná), que são quebrados com os braços dos grandes rios, como o Tietê, Paranapanema, Ivaí e Iguaçu e marcados pelo solo de origem vulcânica (basáltica), a famosa “Terra Roxa”.
      O inicio do caminho estava chuvoso e escuro mas ao longo do dia o tempo se abriu e nos contemplou no final do dia com um belo pôr-do-sol no solstício de verão.

      A paisagem do interior de SP é sempre a mesma, cana, laranja, boi, e só muda chegando em Assis onde já chamava a atenção as plantações de soja que foram proeminentes até Foz do Iguaçu.
      Chegamos em Foz por volta das 17:00, erramos um acesso e seguimos via ponte da Amizade (fila enorme de caminhões), acabamos entrando na avenida JK, onde se encontrava o hostel (Che Lagarto Hostel - hostel com cara de hotel).
      Chegamos, abastecemos, estacionamos o carro e trocamos dinheiro (0,21 reais - 1 peso argentino). No momento que estava escrevendo já era 20:47 e ainda não havia escurecido, mas vale ressaltar que era solstício de verão.
      Piores trechos: próximo a Marília, divisas dos estados SP e PR e anel viário Maringá.
      Gasto diário: R$ 452,94
      Distância: 921 Km
       
      22/12/2016
      Saída de Foz do Iguaçu com destino a Concordia (Entre Ríos)
      Hoje era dia de embrenharmos na Argentina e foi super tranquilo a passagem na Aduana, mas já percebemos que o espanhol seria uma dificuldadizinha que iríamos enfrentar adelante.
      Pra começar minha mãe perdeu a carteira de motorista ainda dentro do parque Iguazu, hahahaha. Depois de um pequeno momento de desespero descobrimos que estava embaixo do porta treco, por sorte tínhamos uma chave de fenda no carro.
      Passamos pelas províncias de Missiones, área com indígenas, pinheiros, a grande empresa arauco e plantações de mate; a de Corrientes marcada por planície, boi, muita erva mate e com altitude em torno de 80 metros.
      O solo de terra roxa também existe na Argentina, onde é conhecida como tierra colorada(terra vermelha). Está bastante presente nas províncias de Misiones e Corrientes.
      Na província de Entre Rios até a de Buenos Aires, a paisagem se torna única com vastas planícies, ora com gramíneas e ora com arbustos, ora inundada e ora seca.
      A polícia nos parou depois de 700 Km em solo hermano e foi super tranquila conosco, álias em toda a viagem não tivemos nenhum problema com propina.
      Chegamos no fim da tarde ao posto YPF Km 248 de qualidade excelente.

      Gasto diário: R$ 424,14
      Distância: 890 Km
       
      23/12/2016
      Saída de Concordia (Entre Ríos) com destino a Trenque Lauquen (Buenos Aires)
      Acordamos cedo e no próprio posto comemos medialunas e café oferecidos pelo hotel. Calibramos o pneu e acredite, essa não é uma informação desnecessária. Durante o caminho que percorremos pela Argentina e Chile era difícil encontrarmos calibradores nos postos, a maioria dos que encontrávamos não funcionavam ou tínhamos que pagar pelo uso.
      Quanto a produção agrícola começam a surgir cilos, arroz, milho, grãos, presença de gás nas propriedades rurais, granjas e muito gado.

      Próximo a foz do rio Paraná a área é conhecida como Mesopotâmia, com altitude em torno dos 20 metros.
      No fim do dia chegamos ao nosso destino Trenque Lauquen, cidade linda. Indescritível. Todas as ruas são avenidas arborizadas. E a gastronomia? Simplesmente maravilhosa, o melhor chorizo da viagem. Outro fato que nos chamou a atenção é que a cidade, com metade da população da nossa, possuía muitas livrarias de qualidade.
      Hospedagem no hotel Pailla Hue, modesto mas bom.


      Gasto diário: R$ 564,95
      Distância: 786 Km

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