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Santiago e Carretera Austral em Outubro de 2016


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22/10/16 – Café da manhã bem cedo no apart. Fomos passear por Coyhaique de carro parando na praça para tirar fotos com as estátuas das ovelhas; paramos em uma verduraria para ver as frutas e verduras de lá; praça central aonde tem uma feirinha de artesanatos e algumas lojinhas. Almoçamos Cordeiro em um restaurante muito gostoso e bem acessível.

 

Partimos em sentido norte da Carretera Austral observando as paisagens maravilhosas pelo caminho, várias fazendinhas, ovelhas, bois, vegetações, riozinhos, lagos, pontes. Vimos no trajeto um pequeno santuário a São Sebastião e mais a frente um belíssimo lago com um acostamento e uma cerca de madeira, onde paramos para fotos ::cool:::'> :) .

 

Fomos a Puerto Aisen e Puerto Chacabuco para adquirirmos o passeio para Laguna San Rafael que seria feito no dia 24/10 e tentar deixar reservado uma pousada, hotel ou cabana por lá para a noite de 23 para 24/10. Superdifícil. Paramos em vários lugares e todos lotados com exceção do hotel Loberias (responsável pelo passeio), mas de pernoite com custo mega elevado e um albergue em Puerto Aisen com muito mofo por todo lado, higiene nada adequada e custo moderado :(:roll: . Como não achamos nada melhor deixamos combinado com a senhora deste último que provavelmente voltaríamos no dia 23/10 à noite para dormir. Realizamos o abastecimento do Andino Patagonico.

 

Seguindo para o norte o próximo destino foi uma vilazinha de nome Manihuales que nem sabia que existia (rss..), bem pequenina mas que nos acolheu muito bem. Após perguntarmos em um barzinho fomos parar em uma cabana familiar atrás de um restaurante e de uma casa em que a gerente nos atendeu super bem e era bem limpa, bonitinha, com uma vista para um riozinho, no quintal vários pés de frutas que estavam floridos :D . Segundo a minha tia: Lugar perfeito para "escutar o silencio da Patagônia"

Fomos a um mercadinho para comprar coisas para um lanche noturno, o café da manhã e guloseimas para o carro. Dormimos cedo.

 

Obs: Sugiro comprar pela internet com antecedência de no minimo 30 dias o passeio para a laguna San Rafael (custo mais em conta ::putz:: ). Tentamos comprar no dia 21/10 pela net e por agencia de Coyhaique mesmo, mas deu algum problema com a internet e telefone, que ficaram o dia todo sem funcionar.

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23/10/16 – Café da manhã na cabana. Partimos para o Parque Queulat. No caminho existe um espelho de água maravilhoso aonde se reflete alguns picos nevados de uma forma perfeita - Lago das Torres ::cool:::'> :D – muitas fotos.

 

Logo após entrarmos no parque vimos placas indicando a Cachoeira do Condor e então ela surge a nossa frente. Paramos o carro e fizemos uma pequena trilhazinha até mais próximo dela. Muito Bonita.

 

Mais adiante enfim vimos da própria carretera um Glacial majestoso bem lá no alto. :D Lindo, lindo. Existe mais a frente um local para estacionamento. Voltando até a pequena guarita pegamos orientações com o guarda local e o guia da trilha e então adentramos o Bosque Encantado. A trilha é classificada como trekking de grau moderado e estávamos em 5 pessoas no total, sendo 3 idosos e destes 1 totalmente sedentária e os outros 2 só realizavam atividades físicas leves. Eu e minha irmã também não somos lá tão preparadas fisicamente assim para o percurso, mas resolvemos encarar. A mata centenária é toda recoberta de musgo (lindaaa :D ), subimos bastante em um terreno bem irregular resultado de processos tectônicos /vulcânicos e atravessamos 2 braços de rios. Levamos alguns biscoitos de chocolate e castanhas para nos dar energia pelo caminho e bebemos a água dos rios. Chegamos até a laguna parcialmente congelada cercada de pedras rochosas enormes e com um glacial ao topo. Nesse local nasce o rio Cascada. Não foi nada fácil o caminho extremamente ingrime e com um total de 2.250m que pareceram mais de 15.000 – rss.. . Minha tia quase desistiu 2 vezes no percurso, pela dificuldade, mas quando ela olhou a paisagem - Aaaaaah .. . disse emocionada: DEUS existe! ::love::::love::

Fomos os últimos a sair da trilha aquele dia – fecha as 17:30h – o guia já estava indo atrás da gente quando o encontramos.

 

Teríamos que estar em Puerto Chacabuco para embarcar para a Laguna San Rafael no outro dia cedo então retornamos. Decidimos dormir novamente em Manihuales na mesma cabana da noite anterior ao invés de dormir em Puerto Aisen (já que o albergue que tínhamos achado vaga em Puerto Aisen não era lá muito higiênico). Teríamos que acordar mais cedo no dia seguinte, mas com certeza foi melhor.

 

Ao chegarmos a Manihuales fomos passear e ver o por do sol (maravilhoso) em um lago belíssimo que existe ali. ::love:: Eles construíram um deck com bancos onde ficamos admirando a paisagem.

Jantamos no restaurante em frente a cabana e fomos dormir.

 

Obs: Se eu pudesse gostaria de ter ficado mais um dia andando pelo Parque Queulat (para ver o glacial Colgante) e teria ido a Puyuhuapi também, mas infelizmente não tínhamos esse tempo.

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O nome é Bosque Encantado

A guarita onde ficam o guarda e o guia é pequena e fica na própria Carretera Austral, do lado esquerdo de quem vai de sul para o norte, após a Cachoeira do Condor no Parque Queulat. Tem que estar atento pois se passar correndo só vai ver uma área mais aberta da Carretera, estacionamento que tem logo após, e pode ficar sem entender nada.

Li alguns relatos, antes de ir para lá, que algumas pessoas passaram direto sem perceberem as entradas para a trilha do Bosque Encantado e do Glacial Colgante.

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24/10/16 – Café da manhã na cabana beem cedinho e partimos para Puerto Chacabuco / Hotel Loberias Del Sur.

 

Chegamos bem na hora que estavam chamando todos para pegar o micro ônibus que nos levou até o porto. Deu tempo de tomar correndo um leite com café e biscoitos que serviram no hall do hotel.

 

Embarcamos no catamarã ansiosos pelo que viria. O dia estava perfeito: luminoso, céu azul e sol radiante :D . O passeio é feito pelos fiordes (canais de agua salgada que adentra o continente) do Oceano Pacífico até a Laguna San Rafael e nos permitiu a visualização de uma natureza exuberante. As refeições a bordo do catamarã estavam inclusas no passeio. Serviram pisco, vinho, água, refrigerante, almoço, lanche e jantar. O trajeto de ida durou 5h. Subitamente um alvoroço entre os passageiros por conta do surgimento ao longe da imagem tão esperada. Parecia bem pequenino e conforme nos aproximávamos do glacial começamos a ver icebergs de vários tamanhos pela laguna San Rafael e quanto mais próximo chegávamos maior era a quantidade. Eles eram bem branquinhos, às vezes transparentes, muitas vezes azulados – Liiiiiindos ::love:: . Sobre um deles estava um lobo marinho estendido tomando sol tranquilamente ::cool:::'> :D . Chegando cada vez mais próximo o Glacial ia se tornando maior, magnífico, imponente, robusto e frágil ao mesmo tempo ::love::::love:: . Observando aquele espetáculo subitamente um pedaço de gelo grande se desprende e cai na lagoa e na sequencia um estrondo é ouvido. Pouco tempo depois o episódio se repete 1, 2, 3 .. . várias vezes em decorrência do aquecimento global. Quanto maior o desprendimento maior o barulho, parece um trovão. Para nos aproximarmos mais do paredão de gelo embarcamos em um bote inflável ::love::::love:: . O nosso foi o de número 4. Quando estávamos no bote indo para perto do glacial ocorreu um desprendimento muito grande e o pedaço de gelo afundou na lagoa e em seguida subiu rapidamente provocando uma onda grande ::ahhhh:: . Ficamos com medo e maravilhados. Havia outro bote mais próximo do local do desprendimento, mas ficou tudo bem. O paredão de gelo é enorme 150km de extensão e 70m de altura acima do nível do mar. No retorno ao navio foi servido um drink com gelo milenar patagônico :D . No percurso de volta a Puerto Chacabuco assistimos a um vídeo com fotos da região e fizemos uma visita ao piloto (como chamam o capitão do navio).

 

Passamos a noite em uma cabana em Puerto Aisen.

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D FABIANO, a Navimag e Skorpios são navios maiores, saem de Puerto Montt, os passeios são mais longos e mais caros.

A nossa idéia era ir a um glacial, passeio de 1 dia, então avaliei as possibilidades após algumas dicas que peguei aqui no site e em outros lugares:

 

1- Glacial O'Higgings - Barco bem menor - mais simples e não inclui alimentação que deverá ser levada

2- Glacial San Rafael - saída para navegação por:

- Puerto Chacabuco (tradicional) - Barcos grandes e posteriormente botes pequenos para chegar mais próximo. Alimentação inclusa.

- Puerto Rio Tranquilo (nova rota) - Barcos menores. Alimentação inclusa.

A opção 1 custa a metade do preço da opção 2. Independente do local de saída da opção 2 o valor é praticamente o mesmo.

 

Obs: A opção 1 pode ser ampliada (custo a mais) para quem quiser fazer acampamento e caminhada para atravessar para a Argentina

 

A nossa opção vocês já sabem

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Oi nathan_mg!

Na época era:

1 real = 206 pesos

Não consigo lembrar o valor do dólar

Mas na época fiz as contas e o que compensava era levar dólar daqui e trocar por pesos lá.

Tem que fazer as contas com os valores de agora para ver o que compensa

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    • Por Marcelo Manente
      Continuando a postar relatos antigos e que foram sonegados aos mochileiros segue a postagem sobre a minha viagem pela Carretera Austral pelo Chile. Como minha viagem anterior, sempre tem enroscos e problemas. Desta vez por poucos quilômetros eu quase não volto mais e quase ferrei o motor.
       
      Como dá outra vez não é uma relato com detalhes sobre preços e tals. Gastei sempre o mínimo possível com alimentação e hospedagem. Devo ter almoçado em restaurantes umas 4 vezes a viagem toda. Portanto não posso dar muitas dicas sobre a alimentação na Carretera. O caso é que eu sempre perdia a hora de almoço e quando lembrava já tinha passado a cidade mais próxima. Ai tinha que lanchar o que tinha no carro mesmo. Aliás esta viagem foi um belo SPA pois de 98 Kg no início eu voltei com 92 apenas
      Levei de novo todo o equipamento de camping que acabou indo passear apenas. A Ranger se portou muito bem na estrada e se não fosse por negligência minha não teria dado problema com o arrefecimento e queimado a junta do cabeçote no final da viagem. Pura burrice.
       
      Fui sozinho porque meu tio não pode me acompanhar aquele ano e também porque a outra pessoa que tinha me garantido que ia junto deu pra trás um mês antes. Assim achei melhor seguir sozinho do que esperar mais um ano para ver se conseguia companhia para a empreitada.
       
      Mas vamos aos relatos.
       
      1º DIA – 22/12/2013 – DOMINGO.
      De Curitiba a Quarai - RS / Artigas – Uruguai – 1150 km
       
      Saí de Curitiba as 5:25 h debaixo de uma garoa fina e chata que me acompanhou até União da Vitória mais ou menos. O calor começou a chegar e por volta das 8 ou 9 horas e pegou pesado. Acho que deve ter ficado uns 30 graus ou mais.
      Como estava viajando sozinho fui dando paradas a cada 2 ou 3 horas para esticar o esqueleto.
      A estrada pelo interior tem muitas curvas, mas tem trechos bem tranquilos em que se pode desenvolver 100 a 110 Km/h (GPS) numa boa.
      Acabei não almoçando hoje, comi pão de queijo, amendoim japonês e frutas secas. Quando parei num posto para almoçar achei muito caro (era chique) R$ 21,00 o bufet livre.
      Quando cheguei a Quarai estava iniciando a hora do agito de domingo na praça central. Os carros iam parando em volta da praça e deles saiam os jovens com cadeiras de praia, coolers de cerveja e se abancavam na grama esperando a galera ficar desfilando com seus carro e com o som alto. Coisas do interior do Brasil.
      Mudei roteiro inicial e vou entrar no Uruguai pra fazer umas comprinhas básicas. Depois entro na Argentina por Salto UR / Concórdia AR.
    • Por Marcelo Manente
      Pessoal vou fazer uma relato das minhas impressões sobre as estradas que eu trafeguei no caminho de ida e volta até Ushuaia e Carretera Austral em dezembro 2019 a Janeiro 2020.

    • Por Marcelo Manente
      Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.
      Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.
      Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.
      Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

    • Por casal100
      Esse relato é dividido em cinco partes:
      .da página 1 até a 7 refere-se a viagem realizada entre dez/2007 e fevereiro/2008 de carro;
      .a partir do final da página 7 refere-se a viagem que começa no final de dez/2008 até final de fevereiro/2009 de carro.
      .a partir da pag. 15 - viagem a Torres del paine, carretera austral ..........viagem realizada de dez/2009 a fevereiro/2010.
      .a partir da pag.19 - viagem ao Perú e Equador ....vigem realizada de dez/2010 a fevereiro/2011.
      .a partir da pag.23 - viagem venezuela, amazonas, caminho da fé.... realizada entre dez/11 a fev/12.
    • Por anabaccarinxp
      Buscando o sonho da Carretera Austral estilo Thelma & Louise num Ford Ka 1.0
      Em 24 dias de andança, 03 países, 13 cidades distintas com pernoite, 9603 km percorridos, 576 litros de gasolina, 01 objeto perdido, 100 dólares "roubados", 01 pneu furado, 02 consertos no carro, inúmeras cidades, comidas/pessoas das mais distintas possíveis e paisagens com clima, vegetação e relevo diversificados e fascinantes.
      Hoje escrevo esse relato para guardar, além das lembranças, as histórias para contar.
       
      O início
      A proposta de fazer uma viagem de tal magnitude nem me lembro como surgiu, só sei que aconteceu e o destino sempre foi percorrer a Carretera Austral. Planejei a viagem por dois anos para a Carretera, uma das estradas mais belas do mundo, o caminho para chegar até lá foi só uma consequência. Com o destino traçado, só restava juntar dinheiro e arrumar uma companhia, no caso, minha mãe.
      A princípio o planejamento foi feito com intuito de se chegar ao ponto inicial de avião, mas conforme as idéias surgem, os loucos abraçam e o tempo passa oficializou-se que o trajeto seria feito de carro e o pior, com o meu carro, hahahaha. Só para atualizar um Ford Ka, 1.0, ano/modelo 2010.
      A ideia de se fazer um relato da história sempre existiu, aliás, diariamente escrevia sobre os acontecidos, mas virou uma certeza no dia (25/12/16) quando atravessamos a fronteira entre Argentina e Chile onde recebemos a noticia de um forte terremoto no nosso destino, a ilha de Chiloé, que registrou um tremor de 7,6˚ na escala Richter. Com a preocupação de familiares comecei a dar cara para esse relato e compartilho aqui as informações que podem ser úteis para mais alguém.
       
      21/12/2016
      Saída de Jaboticabal com destino a Foz do Iguaçu.
      Saímos da monocultura canavieira, perpassando brevemente sobre a pecuária extensiva e atingimos uma monótona produção de soja no Paraná. Tais culturas são praticadas nos planaltos Ocidental Paulista e de Guarapuava (bacia do Paraná), que são quebrados com os braços dos grandes rios, como o Tietê, Paranapanema, Ivaí e Iguaçu e marcados pelo solo de origem vulcânica (basáltica), a famosa “Terra Roxa”.
      O inicio do caminho estava chuvoso e escuro mas ao longo do dia o tempo se abriu e nos contemplou no final do dia com um belo pôr-do-sol no solstício de verão.

      A paisagem do interior de SP é sempre a mesma, cana, laranja, boi, e só muda chegando em Assis onde já chamava a atenção as plantações de soja que foram proeminentes até Foz do Iguaçu.
      Chegamos em Foz por volta das 17:00, erramos um acesso e seguimos via ponte da Amizade (fila enorme de caminhões), acabamos entrando na avenida JK, onde se encontrava o hostel (Che Lagarto Hostel - hostel com cara de hotel).
      Chegamos, abastecemos, estacionamos o carro e trocamos dinheiro (0,21 reais - 1 peso argentino). No momento que estava escrevendo já era 20:47 e ainda não havia escurecido, mas vale ressaltar que era solstício de verão.
      Piores trechos: próximo a Marília, divisas dos estados SP e PR e anel viário Maringá.
      Gasto diário: R$ 452,94
      Distância: 921 Km
       
      22/12/2016
      Saída de Foz do Iguaçu com destino a Concordia (Entre Ríos)
      Hoje era dia de embrenharmos na Argentina e foi super tranquilo a passagem na Aduana, mas já percebemos que o espanhol seria uma dificuldadizinha que iríamos enfrentar adelante.
      Pra começar minha mãe perdeu a carteira de motorista ainda dentro do parque Iguazu, hahahaha. Depois de um pequeno momento de desespero descobrimos que estava embaixo do porta treco, por sorte tínhamos uma chave de fenda no carro.
      Passamos pelas províncias de Missiones, área com indígenas, pinheiros, a grande empresa arauco e plantações de mate; a de Corrientes marcada por planície, boi, muita erva mate e com altitude em torno de 80 metros.
      O solo de terra roxa também existe na Argentina, onde é conhecida como tierra colorada(terra vermelha). Está bastante presente nas províncias de Misiones e Corrientes.
      Na província de Entre Rios até a de Buenos Aires, a paisagem se torna única com vastas planícies, ora com gramíneas e ora com arbustos, ora inundada e ora seca.
      A polícia nos parou depois de 700 Km em solo hermano e foi super tranquila conosco, álias em toda a viagem não tivemos nenhum problema com propina.
      Chegamos no fim da tarde ao posto YPF Km 248 de qualidade excelente.

      Gasto diário: R$ 424,14
      Distância: 890 Km
       
      23/12/2016
      Saída de Concordia (Entre Ríos) com destino a Trenque Lauquen (Buenos Aires)
      Acordamos cedo e no próprio posto comemos medialunas e café oferecidos pelo hotel. Calibramos o pneu e acredite, essa não é uma informação desnecessária. Durante o caminho que percorremos pela Argentina e Chile era difícil encontrarmos calibradores nos postos, a maioria dos que encontrávamos não funcionavam ou tínhamos que pagar pelo uso.
      Quanto a produção agrícola começam a surgir cilos, arroz, milho, grãos, presença de gás nas propriedades rurais, granjas e muito gado.

      Próximo a foz do rio Paraná a área é conhecida como Mesopotâmia, com altitude em torno dos 20 metros.
      No fim do dia chegamos ao nosso destino Trenque Lauquen, cidade linda. Indescritível. Todas as ruas são avenidas arborizadas. E a gastronomia? Simplesmente maravilhosa, o melhor chorizo da viagem. Outro fato que nos chamou a atenção é que a cidade, com metade da população da nossa, possuía muitas livrarias de qualidade.
      Hospedagem no hotel Pailla Hue, modesto mas bom.


      Gasto diário: R$ 564,95
      Distância: 786 Km

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