A Ilha do Superagui, pertencente ao município de Guaraqueçaba, encerra o Parque Nacional do Superagui, o qual abrange também outras áreas insulares como a Ilha das Peças, a Ilha do Pinheiro e a Ilha do Pinheirinho e também uma área continental, totalizando quase 34 mil ha. Além da Barra do Superagui, outras comunidades foram incluídas dentro dos limites do parque como Barbados, Canudal, Vila Fátima, Ararapira, Barra do Ararapira, Rio dos Patos e Abacateiro, como também famílias isoladas da Praia Deserta. A área é considerada Sítio do Patrimônio Natural, Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural e Histórico do Paraná. No parque podem ser encontradas espécies ameaçadas de extinção, como o papagaio-da-cara-roxa ou chauá, a suçuarana, o bugio e o mico-leão-da-cara-preta que é endêmico da área. As populações existentes na área do parque e de seu entorno são chamadas de caiçaras, resultado da miscigenação entre índios, negros, colonos portugueses. A origem da palavra “caiçara” remonta a uma técnica usada para atrair o pescado, podendo ser considerada um método de maricultura extensiva. A partir de 2010, ocorreu uma movimentação local da população que prefere ser identificada como “pescadores artesanais”. Não há tráfego de carros nas ilhas e o deslocamento entre as vilas é feito através de barcos, pois elas estão distantes uma das outras (desconheço se há trilhas) ou estão localizadas em ilhas diferentes.
Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Barra do Superagui, na Ilha do Superagui. A vila é bem pequena com caminhos e trilhas não pavimentadas. A infraestrutura turística é pequena; tem algumas opções de hospedagem simples, poucos restaurantes e os passeios são feitos de maneira informal com a contratação de barqueiros locais.
Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.
Ilha do Superagui DDD (41)
A Ilha do Superagui, pertencente ao município de Guaraqueçaba, encerra o Parque Nacional do Superagui, o qual abrange também outras áreas insulares como a Ilha das Peças, a Ilha do Pinheiro e a Ilha do Pinheirinho e também uma área continental, totalizando quase 34 mil ha. Além da Barra do Superagui, outras comunidades foram incluídas dentro dos limites do parque como Barbados, Canudal, Vila Fátima, Ararapira, Barra do Ararapira, Rio dos Patos e Abacateiro, como também famílias isoladas da Praia Deserta. A área é considerada Sítio do Patrimônio Natural, Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural e Histórico do Paraná. No parque podem ser encontradas espécies ameaçadas de extinção, como o papagaio-da-cara-roxa ou chauá, a suçuarana, o bugio e o mico-leão-da-cara-preta que é endêmico da área. As populações existentes na área do parque e de seu entorno são chamadas de caiçaras, resultado da miscigenação entre índios, negros, colonos portugueses. A origem da palavra “caiçara” remonta a uma técnica usada para atrair o pescado, podendo ser considerada um método de maricultura extensiva. A partir de 2010, ocorreu uma movimentação local da população que prefere ser identificada como “pescadores artesanais”. Não há tráfego de carros nas ilhas e o deslocamento entre as vilas é feito através de barcos, pois elas estão distantes uma das outras (desconheço se há trilhas) ou estão localizadas em ilhas diferentes.
Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Barra do Superagui, na Ilha do Superagui. A vila é bem pequena com caminhos e trilhas não pavimentadas. A infraestrutura turística é pequena; tem algumas opções de hospedagem simples, poucos restaurantes e os passeios são feitos de maneira informal com a contratação de barqueiros locais.
Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.
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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
Relatos:
23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes | Parte 3: Guaraqueçaba
15 dias em SC - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est
25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina
Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul