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Ilha do Mel DDD (41)

Período:  17 a 21/12/2018
Cidades:  Ilha do Mel

A Ilha do Mel, pertencente ao município de Paranaguá, tem 95% de sua área composta por ecossistemas de restinga e Floresta Atlântica que são protegidas em duas UCs: uma Estação Ecológica e um Parque Estadual. Além das belezas naturais de 35 km de praias e costões rochosos e trilhas pela mata, possui atrativos históricos como o Farol das Conchas e a Fortaleza de N. Sra. dos Prazeres. São quatro vilas principais: Nova Brasília, Farol, Fortaleza e Encantadas que concentram a infraestrutura turística e estão interligadas por trilhas. Não há tráfego de carros e o deslocamento é feito por trilhas ou através de barcos.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada em Nova Brasília, na Ilha do Mel. A ilha é bem turística e existem boas opções de hospedagem e alimentação, mas não há hotéis de grande porte e/ou mais sofisticados devido às características do local. No geral, as opções são simples.

Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes | Parte 3: Guaraqueçaba | Parte 4: Ilha do Superagui
15 dias em SC - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

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21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
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A cidade:

A Ilha do Mel pertence ao município de Paranaguá que está localizado na região litorânea do estado e tem área de 826,674 km². Tem 140.469 habitantes (dados IBGE 2010) e faz limite com as cidades de Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Guaratuba, Pontal do Paraná e Matinhos. Possui clima subtropical úmido.

Como chegar:

  • Terminal Rodoviário de Paranaguá, R. João Estevão, 403, Centro Histórico, 3420-2925
  • Viação Graciosa, Paranaguá, 3423-1215
  • Aeroporto Santos Dumont, Av. Bento Munhoz da Rocha Neto, 1563, Paranaguá, 3420-2983 / 9978-6607 / 9959-4129. Recebe aviões pequenos das 6-18h
  • Abaline - Associação de Barqueiros do litoral norte do Paraná, R. Gal. Carneiro, 366, Centro Histórico, Paranaguá, 3455-2616 / 3425-6325, http://www.abaline.com.br/

 

  • Terminal Rodoviário de Pontal do Sul, Av. Beira Mar, s/n, Pontal do Paraná, 3223-0873
  • Terminal Rodoviário de Ipanema, R. Sebastião Caboto, s/n, Pontal do Paraná, 3223-0873
  • Terminal Rodoviário de Pontal do Paraná, Rod. PR-407, próximo a Rod. PR-412, Praia do Leste, Pontal do Paraná, 3223-0873
  • Terminal de Embarque de Pontal do Sul, R. Al. do Café, s/n, Pontal do Paraná, 3455-1144

 

  • Cooperativa de Transportadores Náuticos Autônomos da Ilha do Mel – COTRANAUTA, Praia do Farol, Ilha do Mel, 3422-0593 / 3426-8050, [email protected], passeios para observação de golfinhos, diar a partir das 9h do terminal de embarque de Brasília
  • Odara Empresa de Transporte Marítimo, Praia de Encantadas, Ilha do Mel, 3426-9101. Passeios de barco

Transporte Paranaguá/Ilha do Mel:

  • Paranaguá/Ilha do Mel: diar às 9h30 e 15h30; passagem de ida e volta 53,00. 2h de travessia
  • Ilha do Mel - Encantadas / Paranaguá: seg-sex às 7h30 e 16h30; sáb e dom às 10h e 16h30
  • Ilha do Mel - Brasília / Paranaguá: seg-sex às 8h e 17h; sáb e dom às 10h30 e 17h

Transporte Pontal do Sul/Ilha do Mel:

  • Pontal do Sul/Ilha do Mel: seg-qui das 8-16h a cada 1h, último as 17h30; sex das 8-18h a cada 1h; sáb das 8-18h a cada 30min; dom das 8-17h a cada 30min; passagem de ida e volta 35,00. 30/40min de travessia
  • Ilha do Mel / Pontal do Sul: seg-sex das 8-17h a cada 1h; sáb e dom das 8-18h a cada 30min

Transporte Nova Brasília/Encantadas:

  • Linha regular de barco entre Nova Brasília e Encantadas a cada 1h

Dicas e comentários sobre transporte:

  • Para transitar na ilha, só a pé ou de barco. Há linha regular de barco entre Nova Brasília e Encantadas a cada 1h
  • Tem vários pontos de aluguel de bicicleta em Nova Brasília, mas particularmente acho que a bicicleta só é legal para ir à Fortaleza, para outros pontos ou é perto e faz mais sentido ir a pé (Praia do Farol, Praia de Fora, Praia Grande) ou tem trechos com pedras (Praia do Miguel, Praia de Fora de Encantadas), onde terá que carregar a bicicleta. Apenas alguns trechos de trilha tem areia fofa como, por exemplo, entre Nova Brasília e a Praça Felipe Valentim e perto do Grajagan
  • Nos trapiches há carregadores com carrinhos de mão que levam a bagagem por valores tabelados conforme a localização da hospedagem
  • Para chegar à Ilha do Mel, existe barco de linha regular a partir de Paranaguá e Pontal do Sul. Estando em outro local, como Guaraqueçaba ou Ilha do Superagui, terá que contratar um barco privativo ou terá que fazer uma conexão em Paranaguá, mas neste caso é preciso atentar para os horários de barcos disponíveis e provavelmente vai gastar quase o dia todo no traslado. Se decidir contratar um barco privativo, é melhor contratar em Guaraqueçaba ou Ilha do Superagui do que pedir para alguém da Ilha do Mel te buscar, pois achei os preços de barcos na Ilha do Mel mais caros
  • Disseram que o traslado de barco entre Barra do Superagui e a Ilha do Mel pode pegar mar agitado por passar pelo mar de fora, mas deve depender muito das condições climáticas como vento. Quando fizemos esse percurso, foi tranquilo
  • É necessário ter a passagem da Viação Graciosa comprada com antecedência para embarcar fora de um terminal. Por exemplo, para retornar da Ilha do Mel até Curitiba, tem um ponto de ônibus perto do Terminal de Embarque de Pontal do Sul, mas quem não tem a passagem comprada, precisa pegar uma condução até o terminal rodoviário, onde poderá comprar a passagem e embarcar. Além disso, convém comprar a passagem com antecedência, pois dependendo do dia/horário, pode não ter mais vagas. Ou então terá que ir para Paranaguá, tem circular que sai da rodoviária também

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
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Quando ir:

Para quem gosta de agito e temperaturas altas, quando as águas estarão agradáveis para banho, o verão é perfeito. Entre dezembro e o carnaval, é alta temporada quando, principalmente em feriados e festas/eventos, o movimento e os preços atingem seus picos. O custo da ilha é mais elevado do que no continente e fica inflacionado no verão. Percebe-se que os preços são diretamente proporcionais à temperatura, quanto mais alta a temperatura, mais caros ficam os preços, principalmente das diárias. No verão, eventualmente pode faltar energia elétrica e água, mas estavam aumentando a capacidade do reservatório da estação de tratamento para acabar com o problema de falta de água. Ainda nessa época, são maiores a probabilidade de chuva e a incidência de pernilongos e mutucas (evite novembro e início de dezembro, quando a quantidade de mutucas costuma ser maior). O inverno é mais tranquilo, quando o fluxo de turistas diminui, mas não chega a ficar vazio, pois recebe turistas estrangeiros. Só que pode fazer frio e as águas geralmente estão bem geladas. Teoricamente, a melhor época para ir à ilha seria outono ou primavera, quando a probabilidade de chuva é menor do que no verão, mas as temperaturas não estão tão baixas como no inverno.

Eventos na Ilha do Mel:

  • Festa da Tainha da Ilha do Mel: em julho, no trapiche de Nova Brasília, 99217-4627
  • Festival Brasileiro de Voo Livre: em outubro, no Morro do Sabão, Praia de Encantadas, 98429-1029
  • Festival Ecocultural e Esportivo da Ilha do Mel: em outubro

Eventos em Paranaguá:

  • Exposafra - Feira Interativa para Caminhoneiros: em maio, no Pátio de Triagem de Caminhões, BR 277, km 3, 3049-1779
  • Festa Nacional da Tainha - Festa do Pescador, Festa da Tainha e Feira Regional da Tainha: em junho/julho, na Praça de Eventos 29 de Julho, R. Gal. Carneiro, s/n, 98414-6834
  • Aniversário de Paranaguá: em julho, na Praça de Eventos 29 de Julho, R. Gal. Carneiro, s/n, 98414-6834
  • Congresso de Missões e Evangelismo, na Praça de Eventos 29 de Julho, R. Gal. Carneiro, s/n, 3424-4118 / 9943-7632
  • Paranaguá Motos - Encontro Internacional de Motociclistas: em agosto, Praça de Eventos 29 de Julho, R. Gal. Carneiro, s/n
  • Festa de N. Sra. do Rocio: em novembro, no Santuário Estadual de N. Sra. do Rocio, Praça Thomas Sheehan, 211, Rocio, 3423-2020, http://www.santuariodorocio.com
  • Festa de São Benedito: em dezembro, na Igreja de São Benedito, R. Cons. Sinimbu, 269, 3423-2205 / 3422-5427
  • Festa do Caranguejo: em dezembro, na Praça de Eventos 29 de Julho, R. Gal. Carneiro, s/n, qua-sex shows às 20h e 22h, sáb e dom show às 13h, 20h e 22h. Shows variados, MPB, anos 70, country, Pagode, Sertanejo, Reggae, Rock
  • Feriados municipais: 29/07 - aniversário da cidade
  • 07/10 - dia de N. Sra. do Rosário, Padroeira da cidade

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Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
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10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

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Onde ir:

Na Ilha do Mel:

  • Praia da Ponta do Hospital, dá para passar só na maré baixa, manguezal
  • Praia da Ponta Oeste, a cerca de 10 km da Vila de Nova Brasília, areia fofa, águas calmas, vegetação nativa, vilarejo de pescadores, sem infraestrutura turística, avista-se navios
  • Praia do Cedro, águas calmas, deserta, vista do continente
  • Praia do Cassual, areia fofa, deserta, abriga uma unidade da Marinha do Brasil, a Rádio Farol. Início do manguezal
  • Praia da Fortaleza, acesso por barco ou de bicicleta ou a pé pela trilha de 4 km/1h da Vila de Nova Brasília. Na maré baixa, acesso por caminhada pela praia que apresenta faixa de areia larga e firme; na maré alta, siga pela Trilha da Figueira por dentro da mata. Com 4 km é a mais extensa da ilha, com areia fofa, águas calmas, vegetação nativa e a Fortaleza de N. Sra. dos Prazeres de Paranaguá. Tem pouca infraestrutura, mas tem casas de veraneio, algumas pousadas e restaurantes. O nível d'água parece estar subindo, vimos alguns muros e sacos de areia para contenção. Apesar disso, há locais com construções comprometidas e destroços na praia
  • Fortaleza de N. Sra. dos Prazeres de Paranaguá ou Fortaleza da Barra ou Fortaleza de Paranaguá (1767-1769), na Praia da Fortaleza, no sopé do Morro da Baleia. No Forte, tem algumas construções como a Casa de Pólvora com painéis expositivos. Ao lado, fica a casa da administração com painéis e uma biblioteca, onde ficam um funcionário e um guarda. Uma trilha curta leva ao labirinto dos canhões e ao mirante que oferece visual da praia abaixo, da Ilha das Peças e do Forte à esquerda. No início, a trilha é calçada com pedras que estavam lisas. Depois é trilha mesmo, mas é demarcada, limpa e aberta
  • Praia do Limoeiro, a 5min de caminhada da Vila de Nova Brasília. Dá para ir andando pela areia da praia, mas na maré alta, acho que a faixa de areia some. Outra opção é a trilha por dentro. Com águas calmas, com vista do continente. Não tem estrutura na praia, mas há nas proximidades. Mais para dentro tem algumas pousadas e restaurantes
  • Praia de Brasília, tem o trapiche de Nova Brasília
  • Praia do Istmo, são 2 praias, uma de cada lado do istmo (conhecido também como Passa-Passa), com areia fofa. Dizem que é raro, mas já aconteceu de encher de água e essa praia sumir, fazendo a Ilha do Mel ficar dividida em 2. Nela fica uma tenda com os barqueiros para os passeios
  • Praia do Farol, a 10min de caminhada da Vila de Nova Brasília. No canto esquerdo, perto da lagoa, tem areia fina e clara, vegetação nativa e bela vista do Farol. Na lagoa, tem uma praia de areia fofa e com mangue em formação. No canto direito (conhecida como Paralelas), está o Farol das Conchas e é boa para surfe. À beira-mar, não há infraestrutura nem construções, mas há pousadas e restaurantes mais para dentro, no caminho entre Nova Brasília e o Farol
  • Farol das Conchas (1872), no Morro das Conchas, a 1,6 km/30min de caminhada do trapiche de Nova Brasília e a 6,4 km/3h da Vila de Encantadas. Suba os 150 degraus para chegar ao topo do morro, de onde se descortina uma bela vista panorâmica
  • Praia de Fora, a 20min de caminhada da Vila de Nova Brasília, enseada entre morros, em forma de ferradura, areia fina, piscinas naturais na maré baixa, vista do Farol das Conchas, boa para surfe e esportes de areia. Não tem construções à beira-mar, mas tem um bar quase na praia que oferece serviço de praia, monta mesa na areia, mas não tem guarda-sol, o qual pode ser alugados diretamente na praia. Vimos cadeiras e guarda-sóis de pousadas próximas, como a Treze Luas e Astral da Ilha, mas não sei dizer se era apenas para os hóspedes da pousada ou se disponibilizariam para clientes apenas do restaurante
  • Ponta do Joaquim
  • Praia Grande, a 25min de caminhada da Vila de Nova Brasília, cercada de morros, tem cerca de 1 km de extensão, faixa de areia larga, areia fofa, pedras nos cantos, sem sombra na praia, boa para surfe. Não tem construções pé na areia. Tem o Grajagan no lado esquerdo e mais algumas pousadas do lado direito, conhecido como Canto da Vó, mas ficam um pouco mais para dentro. Não tem estrutura na praia. Vimos cadeiras e guarda-sóis do Grajagan para seus hóspedes - não sei se o restaurante deles atende não hóspedes também. À noite, tem movimento de turistas que vão ao Canto da Vó para curtir um forró ou banda. A caminhada entre a Praia Grande e a Praia do Miguel, é possível pela praia com a maré média, mas o caminho é pelas pedras molhadas e lisas. Tem uma trilha que atravessa a ilha para a Praia do Belo
  • Praia do Belo, acesso por trilha de Nova Brasília ou do Canto da Vó, na Praia Grande. A trilha que sai de Nova Brasília é limpa, bem demarcada e segue postes de luz em um trecho. Com muitas bromélias e sombreada, mas tem trechos com vegetação aparada dos 2 lados, onde bate sol. Há várias placas pelo caminho. A praia é bem pequena, deserta, sem nenhuma construção, com faixa de areia estreita e parece um funil, cercada de pedras grandes de ambos os lados, com águas calmas. Oferece visual do trapiche de Nova Brasília e da Praia do Limoeiro. Dizem que é bacana para ver o pôr do sol
  • Praia do Bananal, acesso apenas de barco, formada na maré baixa
  • Morro do Meio
  • Praia do Miguel, acesso por trilha da Praia Grande ou da Praia de Fora de Encantadas. De Praia Grande, o início da trilha é de areia, depois segue pelas pedras, mas não é difícil. Da Praia de Fora de Encantadas, tem que subir o Morro do Sabão, mas a trilha estava bem demarcada e visível. Dizem que na maré baixa, dá para passar por fora, pela areia da praia, contornando a Ponta da Nhá Pina, mas é uma costeira com muitas pedras. É deserta, sem nenhuma construção, com faixa de areia bem larga, mas a areia molhada e marcada parece indicar que a água quase encosta na vegetação na maré alta, ondas fortes
  • Morro do Sabão, entre a Praia do Miguel e a Praia de Fora de Encantadas. No topo, com bela vista do Farol das Conchas e da Praia de Fora de Encantadas, é praticado o voo livre
  • Capela de São Francisco, no Morro Nhá Pina, a 151 m acima do nível do mar (costão coberto por bromélias amarelas); oratório ao pé do Cruzeiro com imagens como a de São Francisco de Assis. Não tem capela, apenas um oratório bem pequeno
  • Praia de Encantadas, acesso por barco de Paranaguá ou de Nova Brasília ou por trilha de 4.8 km/1h30min da Vila de Nova Brasília/Farol que é uma caminhada muito bonita, passando por várias praias. É dividida em duas: a de dentro e a de fora. A de dentro (Prainha) tem o trapiche de Encantadas, areia clara, águas calmas, em forma de ferradura, com aquele jeito simpático de vilarejo de praia, concentrando pousadas, restaurantes, mercadinhos e casas à beira-mar. A de fora, a 10min de caminhada da Vila de Encantadas, tem cerca de 1 km de extensão, areia fofa e clara, ondas fortes, vegetação nativa e costão rochoso, no canto direito, onde está a gruta. Deserta, sem construções pé na areia, mas tem a Praça de Alimentação (barracão com boxes e quiosques de lanchonetes e bares) mais para dentro. Entre as 2 praias, tem uma trilha que sai do canto esquerdo (perto do trapiche) da praia de dentro e vai até o canto direito da praia de fora, perto da Gruta de Encantadas. Parece que tem outra trilha que sai do meio de uma praia e vai até o meio da outra
  • Gruta das Encantadas, localizada no canto direito da Praia de Fora de Encantadas. Situa-se na parte meridional da Ilha, em grande paredão rochoso, onde tem o Gorila da Gruta (imagem da cabeça de um gorila esculpida na pedra). Acesso por trilha com passarela de madeira, na maré baixa. A parte interna é pequena e com piso de areia e fica inacessível na maré alta
  • Ponta do Caraguatá
  • Farol das Encantadas
  • Passeio de barco até a Baía dos Golfinhos, para ver os botos, como chamados pelos locais, na baía entre as ilhas do Mel e das Peças, com saídas de Nova Brasília e Encantadas, 2h de barco
  • Volta à ilha, caminhada de 20 km/8h por praias e costões (consultar tabela de maré). Condutor Maninho, 3426-9059 / 99919-3410

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Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
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19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde ir:

Em Paranaguá:

  • Centro Histórico/Ponta do Caju:
  • Praça dos Povos Árabes
  • Mercado Municipal Nilton Abel de Lima, R. João Régis, s/n, seg-sáb das 7-18h e dom das 7-12h. Artesanato, hortaliças, frutas, grãos e especiarias; no piso superior, restaurantes de frutos do mar
  • Ilha dos Valadares, acesso por uma ponte (conhecida como “Passarela”) a pedestres, ciclistas e motociclistas, a 400 m do centro; acesso a veículos por uma balsa
  • Aquário de Paranaguá, R. João Régis, s/n, 3425-8063, ter-sex das 10-17h, sáb e dom das 10-18h. São três andares e 26 recintos com mais de 200 animais de diversas espécies, em sua maioria, do litoral paranaense. Conta com auditório, espaço para exposições, loja de suvenires, espaço criança e mirante
  • Praça de Eventos Mário Roque (antiga Praça de Eventos 29 de Julho). Ao longo do rio, abriga o chafariz de ferro fundido, o obelisco, o antigo bebedouro de animais em ferro fundido, o Palco Tutóia, o Farol e a escultura do Caranguejo
  • Rua da Praia, R. Gal. Carneiro. Em paralelo com a margem esquerda do Rio Itiberê, ostenta sobrados coloniais
  • Mercado do Artesanato, R. Gal. Carneiro, s/n, 3423-2155 / 3424-9662, seg-sáb das 9-18h e dom das 9-12h. Antigo mercado de peixes da cidade, atual ponto de venda de artesanato típico
  • Mercado Municipal do Café (séc XIX), R. Gal. Carneiro, 39, seg-sáb das 9-18h e dom das 9-12h, um antigo ponto de degustação do café, atual centro gastronômico que oferece refeições à base de frutos do mar e comida típica do litoral, além dos tradicionais bolinhos de camarão, de banana e pastéis
  • Palácio Mathias Böhn (séc XVIII), R. Gal. Carneiro, 258, 3425-4542, diar das 8-19h. Antiga Agência de Rendas e IAP, Estação Náutica. Fechado
  • Praça Rosa Andrade (Praça do Guincho)
  • Praça Newton Deslandes de Souza, R. XV de Novembro. Possui um Mural Sacro em homenagem a São Francisco de Chagas do artista Emir Roth
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas / Teatro da Ordem (séc XVIII), R. XV de Novembro, 3420-6088 / 3422-5224, diar das 13-19h
  • Cine Teatro, R. XV de Novembro, 3420-6088, seg-sex das 13-19h. Solar típico do século XIX, construído com as pedras de uma antiga fortaleza, atual Teatro Municipal
  • Palácio Visconde de Nácar (1840), R. Visconde de Nácar, 3450-6028 / 3420-6006 / 6012, seg-sex das 13-19h. Foi o mais imponente e luxuoso prédio residencial da Província do Paraná, antiga Prefeitura e Câmara. Em seu interior, nos fundos, existe até hoje vestígio de uma antiga senzala
  • Estação Ferroviária, Av. Arthur de Abreu, 3422-8817 / 3422-3540. Fechada para reforma
  • Instituto de Educação Dr. Caetano Munhoz da Rocha, R. João Eugênio, 894, 3423-1916, seg-sex das 7h30-11h e das 13h30-17h.
  • Clube Literário, R. Faria Sobrinho, 474, 3422-5044 / 3422-5635
  • Pelourinho, R. XV de Novembro, s/n
  • Casa Cecy, R. XV de Novembro, 499, 3420-2936, seg-sex das 8-11h e 13-18h. Abriga a sede do departamento de cultura da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
  • Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná, R. XV de Novembro, 575, 3721-1200, http://www.proec.ufpr.br/ ter-dom das 8-20h. O museu é composto por 3 espaços: a Sede Histórica em Paranaguá; a Sala Didática em Curitiba; a Reserva Técnica em Curitiba. A Sede Histórica está instalada no Antigo Colégio dos Jesuítas e tem acervo com coleções de arqueologia pré-histórica, cultura popular e etnologia indígena
  • Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá, R. XV de Novembro, 621, 3423-2892, seg, qua e sex. Acervo com documentos e peças dos séculos XVII e XVIII
  • Casa Eufrida Lobo (1930), R. Dr. Leocádio, 393, 3422-0918, seg-sex das 12-18h. Antiga residência de uma família tradicional, atual Conservatório Municipal de Música
  • Igreja de N. Sra. do Rosário (1578), R. Conselheiro Sinimbu, 3423-2293, diar das 8-18h
  • Casa da Cultura Mons. Celso, Largo Mons. Celso, 23, 3422-0863, seg-sex das 8-11h30 e das 13h30-18h, sáb das 9-18h. Exposições de arte
  • Casa da Música Brasílio Itiberê (séc XVIII), Largo Mons. Celso, 3422-2008 / 3420-2937, seg-sex das 9-18h, sáb das 9-12h. Biblioteca Pública Mário Lobo
  • Casa da Memória “Dacheux” e Restaurante Escola, R. Conselheiro Sinimbu, s/n, 3420-2937, diar das 13-19h. Casa da memória e espaço cultural para exposições
  • Igreja de São Benedito (1600-1650), R. Conselheiro Sinimbu, 3423-2205, diar das 8-18h
  • Fonte Velha, também chamada de Fontinha e Fonte de Cima (séc XVII), Praça Pires Pardinho, R. João Estevão
  • Praça do Japão, R. Calle Antonio Bittencourt
  • Passeio de barco pela baía de Paranaguá
  • Alfândega de Paranaguá, Av. Cel. José Lobo, Dom Pedro II, 3420-4700, seg-sex das 8h30-11h30 e das 13h30-16h30
  • Porto Dom Pedro II, Av. Ayrton Senna da Silva, 161, Dom Pedro II, 3420-1134 / 1342 / fax 1361, seg-sex das 8h30-12h e 13h30-18h (com agendamento), sáb e dom às 9h30, 10h30, 11h30, 14h30, 15h30 e 16h30, http://www.portosdoparana.pr.gov.br/ Maior porto graneleiro da América Latina
  • Praça da Fé - Praça Thomas Sheehan, R. Prof. Cleto, 298-446. O Marco simbolizado pela pedra em destaque reporta ao local da primeira capela onde a Imagem foi encontrada
  • Santuário de N. Sra. do Rocio (1813), Praça da Fé, Rocio, 3423-2020, seg-sex das 8-12h e das 13-18h, sáb das 8-12h
  • Feira da Lua, Praça Eufrásio Correia (Praça dos Leões), Centro Histórico, ter das 16-23h. Gastronomia, artesanato, apresentações artísticas
  • Feira da Fernando Amaro, Praça Fernando Amaro, Centro Histórico, sex das 7-17h. Produtos agrícolas, gastronomia
  • Feira do Agricultor, Largo Iria Corrêa, Centro Histórico, sáb das 06-12h. Produtos agrícolas, gastronomia
  • Feira do Aeroparque, Av. Bento Munhoz da Rocha Neto, Aeroparque, dom (a cada 15 dias) das 15-21h. Gastronomia, artesanato, produtos
  • Feira Itinerante, bairros de Paranaguá, qui das 16-22h. Gastronomia
  • Cascata da Quintilha, na Colônia da Quintilha, a 8 km da BR 277, com acesso pela PR 508, km 4 (Rodovia Alexandra/Matinhos), 3427-3536 / 9959-1238 / 8836-8883 / 8408-7670 / 8800-6744 / 8424-7606 Sra. Margarete / 8880-2858 / 8825-3139 Sr Daniel], sáb, dom e fer das 9-18h. Da rodovia, inicia-se a estrada de terra em razoável estado de conservação; depois de 4,5 km chega-se à entrada da propriedade identificada por placa do lado direito da estrada; desse ponto, uma caminhada de 500 m leva à cachoeira. Para chegar à cachoeira Alto da Quintilha deve-se seguir pelo caminho que se localiza à direita da entrada da primeira cachoeira por cerca de 1300 m (até o ponto onde uma cerca interrompe a passagem) por uma estrada em piores condições que pode não estar acessível para veículos de passeio; a entrada para a cachoeira está localizada do lado esquerdo. Com 40 m de altura, as cachoeiras estão no curso do rio Brejatuba, em área particular, com cobrança de entrada. A Cachoeira Quintilha (parte baixa) está localizada próximo ao limite do Parque, enquanto a Alto da Quintilha (parte alta) está inserida na UC. Próximo à entrada da primeira cachoeira existe o Restaurante e Pesque-pague Sabor da Quintilha, que abre aos finais de semana. Junto às cachoeiras é possível comprar bebidas, lanches e refeições
  • Floresta Estadual do Palmito, Acesso pela Rodovia PR 407, km 05, 3424-5016, seg-sex das 8-12h e 14-18h. Visita mediante agendamento. Possui museu, trilhas (trilha interpretativa com 1620 m na Floresta Atlântica), cozinha experimental, viveiros de mudas, ancoradouro para barcos, lanchonete e loja de artesanato.
  • Rede Caiçara de Turismo de Base Comunitária, 98454-9866 / 47 98901-9719, [email protected], https://redecaicara.wordpress.com/ http://www.facebook.com/redecaicara O projeto foi criado com o objetivo de promover o turismo sustentável nas ilhas e comunidades costeiras da baía de Paranaguá. Atualmente participam do projeto, Ponta do Ubá (99279-1939 / 98411-4737), São Miguel (99733-2023 / 3186-2035), Piaçaguera (98738-1014 / 98417-1817), Eufrasina (99960-3258) e Ilha dos Valadares (99645-9647 / 99134-1242), cada qual com seu cardápio turístico que são os pacotes e as atividades oferecidas aos visitantes

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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes | Parte 3: Guaraqueçaba | Parte 4: Ilha do Superagui | Parte 5: Ilha do Mel
15 dias em SC - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

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Dicas e comentários sobre passeio:

Ilha do Mel:

  • Em Nova Brasília/Farol, à noite é bem sossegada. Talvez no final de semana, algum restaurante tenha música ao vivo, no meio da semana não tinha. Disseram que costuma rolar um forró ou banda no Canto da Vó. Parece que Encantadas é mais animada com forró e música ao vivo nos restaurantes
  • Achei os passeios de barco caros. Roteiros similares podem ser contratados na Ilha do Superagui de forma mais econômica. Entretanto, para quem gosta de caminhar, fazer trilhas no meio do mato, várias praias muito bonitas podem ser alcançadas sem custo nenhum, só com disposição
  • Não tem estrutura nas praias do Istmo, Farol, Fora, Grande, Belo, Miguel e Fora de Encantadas. Tem restaurantes próximos na Vila de Nova Brasília, Vila do Farol e Vila de Encantadas. Praia do Belo e Miguel ficam mais isoladas, é bom levar água e lanche
  • Para fazer as trilhas entre uma praia e outra, consulte a tábua das marés para se programar de acordo com os horários das marés. No geral, o acesso às praias costuma ser melhor na maré baixa, quando é possível passar de uma praia a outra caminhando pela areia das praias, mas geralmente há alternativas, por exemplo, uma trilha no meio do mata que interliga as praias. No mais, geralmente a maré não será determinante nos passeios, irá apenas estabelecer a largura da faixa de areia das praias. As praias geralmente têm faixa larga de areia firme na maré baixa/média. Só na maré alta que a faixa de areia some ou fica muito fofa em algumas praias
  • A trilha do Farol das Conchas pode se iniciar na Vila do Farol ou na Praia do Farol ou na Praia de Fora, que vai dar acesso a uma longa escadaria de pedras que exige muito cuidado, pois não tem corrimão. No período no qual ficamos na ilha, ficamos sabendo que teve um acidente, uma moça caiu e rolou escada abaixo. A área sofre manutenção, a vegetação estava toda aparada às margens da escada e lá em cima ao redor do farol. No alto, há vários mirantes, cada um com uma vista panorâmica diferente
  • A caminhada de Nova Brasília à Fortaleza pela praia é melhor na maré baixa, quando a faixa de areia estará larga e firme. Não sei se a faixa de areia chega a sumir na maré alta, mas não acho que tenha maiores problemas, pois é só areia, não há pedras, com exceção de alguns entulhos (poucos) na frente de algumas construções que foram destruídas pela força das águas. De qualquer forma, tem outra opção que é uma trilha bastante agradável no meio da mata. A trilha tem muitas bromélias e vai seguindo os postes de fiação elétrica. Por isso as árvores estão bem aparadas no entorno e ao meio dia bate sol em um bom trecho do caminho. A trilha segue por trás das casas e o mar é visível em alguns pontos (dá para ouvir o barulho das ondas). Há algumas saídas para a praia e várias placas no caminho, mas não tem erro. Ao chegar à fortaleza, a água batia nela e entrei pela lateral, onde uma escada de madeira precária dá acesso. Acho que apenas na maré baixa, a entrada principal, na frente, estará sem água. Nada que impeça o acesso, apenas irá molhar os pés
  • A trilha de Nova Brasília a Encantadas é muito bonita, passando por várias praias. Da Vila de Nova Brasília, a trilha segue pela mata até a Vila do Farol, onde tem o acesso para a Praia Grande. Siga pela areia da praia até o canto direito. Entre a Praia Grande e a Praia do Miguel, tem uma trilha sobre as pedras que, na dúvida, é melhor passar na maré baixa, pois não sei se a água chega a bater nessas pedras na maré alta. Cruze a praia até o canto direito. Entre a Praia do Miguel e a Praia de Fora de Encantadas, disseram que na maré baixa, dá para passar por fora, pela areia da praia, contornando a Ponta da Nhá Pina, mas tive a impressão que mesmo na maré mais baixa, não dá para passar pela areia da praia, pois é costeira com muitas pedras e acho que não chega a secar completamente. Independente da maré, o melhor é passar pela trilha subindo o Morro do Sabão que não tem erro e ainda oferece uma bela vista panorâmica do alto. Atravessando toda a praia no canto direito tem a Gruta das Encantadas fica inacessível na maré alta. Tem uma passarela até lá, dará para vê-la, mas não será possível entrar na gruta. Uma trilha cruza a ilha, em direção ao mar de dentro, levando à Praia de Encantadas, onde é possível almoçar e descansar antes de retornar pela mesma trilha ou de barco pela linha regular entre as 2 vilas. Recomendaram não fazer a trilha para o Farol de Encantadas, pois está fechada devido à ausência de trânsito no local

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Dicas e comentários sobre passeio:

Paranaguá:

  • Não esperava muito de Paranaguá, por isso me surpreendi positivamente. A começar por um CIT em frente ao Terminal Rodoviário com mapas, folders e funcionários atenciosos. O Centro Histórico poderia estar mais bem preservado, mas mesmo assim rendeu um bom city tur. Preferi visitar a cidade no meio da semana, achei que seria melhor com o comércio aberto no Centro. Achava que a cidade seria maior e mais problemática, por causa do porto, mas não passou sensação de insegurança, achei relativamente tranquila. Tem um pouco de lodo/lamaçal do mangue e as águas da baía são escuras, mas transparentes ao mesmo tempo e parece ser mais por conta do mangue, não tem aquela aparência de esgoto que tinha receio de encontrar devido à cidade ser maior e também por conta do porto e do tráfego constante de navios e barcos
  • O passeio de barco pela baía de Paranaguá tem duração aproximada de 1h30min. Tem número mínimo de passageiros para o barco sair, então tem que encaixar em um grupo, o que é mais difícil no meio da semana. O passeio sai do trapiche em frente da Praça de Eventos Mário Roque (antiga Praça de Eventos 29 de Julho) e segue pela baía até as proximidades do Porto Dom Pedro II. Avista-se, pelo caminho, área de manguezal e a Ilha dos Valadares, Cotinga, Cobras e Ilha do Mel. É bem provável que sejam avistados botos durante o trajeto. As dimensões do porto impressionam e é interessante ver os enormes navios estrangeiros desembarcando ou embarcando produtos. Está em obras para ampliação, estão fazendo a fundação para fazer um L. Dizem que o padre não deixou o porto seguir em direção ao Santuário de N. Sra. do Rocio. Antes o mar chegava até o santuário, foi feito aterro e hoje tem manguezal nessa área. Tivemos a felicidade de fazer o passeio com um grupo de universitários da UFPR. Além da ótima companhia, o professor foi um excelente guia do passeio, dando uma série de explicações e contando histórias em um bate papo muito agradável. Perguntei ao professor se normalmente tem guia no barco. Ele acha que não, das várias vezes que ele fez o passeio não tinha. Provavelmente, alguém do barco, são 2 tripulantes, só aponte um ponto turístico ou outro. No nosso caso, o pessoal do barco ficou calado, apenas apontou as 2 vezes que apareceram golfinhos. Gostei do passeio, achei interessante, mas principalmente por causa do nosso grupo. Sem nenhum “guia”, não sei se o passeio seria tão bom. Acho que falta uma orientação do departamento de turismo da cidade que poderia auxiliar os prestadores desse tipo de serviço a oferecem uma experiência melhor aos turistas
  • O Mercado Municipal Nilton Abel de Lima tem hortifrúti diverso, artigos de mercearia (farinhas, doces, batata/mandioca/banana chips, etc.) e artesanato no piso térreo; uma lanchonete com café expresso e alguns boxes no piso intermediário; restaurantes no piso superior, onde oferece vista do mar e da Ilha de Valadares
  • Para um passeio mais completo na Ilha dos Valadares, é possível contratar um dos passeios do cardápio turístico da Rede Caiçara de Turismo de Base Comunitária. Porém fizemos apenas um passeio básico por conta própria, mas que valeu a pena. Prático e rápido, pode ser feito quando estiver visitando o Centro Histórico de Paranaguá. O aproveitamento do passeio já começa na travessia pela ponte que é bacana, com visual panorâmico do rio e do Centro Histórico. Teoricamente a ponte é para pedestres, ciclistas e motociclistas deveriam passar empurrando as bicicletas e motos, mas muitos não respeitam, por isso tome cuidado ao atravessar. Do outro lado, visitamos a Praça Cyro Abalem que tem um belo monumento e a Paróquia N. Sra. de Navegantes que é bem bonita. Ambos ficam bem perto da passarela, o que é bem conveniente em um passeio a pé
  • O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná está instalado em um prédio muito bonito. Vale descer e ver o pátio interno. A fachada externa é bonita, especialmente do lado da Praça de Eventos. De algumas janelas tem visual da praça e do mar. O acervo é variado e tem exposições temporárias. Disseram que o acervo era meio bagunçado e que faltava um cuidado maior do museu na disposição das peças e informações. Porém, para uma turista leiga a passeio, achei bom. Certamente um professor/pesquisador terá uma visão mais crítica. Não cobra entrada, mas você pode deixar uma contribuição voluntária. Visitas guiadas podem ser agendadas, mas apenas para grupos
  • O Aquário de Paranaguá rende uma visita legal se você não visitou aquários maiores antes. É legal para as crianças que sempre se divertem. Tem um tanque de arraias que você pode tocar com o auxílio de um monitor. A visita é rápida, não tem muita coisa. Os aquários são pequenos. Em cima, tem um mirante para a praça e o mar. A área dos pinguins estava em manutenção. Além dos peixes em si, vimos algumas cobras, jacarés e jabutis, um sapo cururu e uma tarântula
  • Há aldeias indígenas que podem ser visitadas mediante agendamento e onde podem ser adquiridos artesanatos. Pindoty (Ilha da Cotinga, Paranaguá. Contato com o escritório da FUNAI 3425-2004), Tekoa Karaguata Poty (acesso pela Rod. PR-407, Pontal do Paraná. Contato com Irineu 99588-5337 / Florinda 99539-8976) e Tekoa Guaviraty (acesso pela Rod. PR-412, Pontal do Paraná. Contato com Paulo Acosta 99284-9341)

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9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde ficar:

  • Pousadinha, Caminho do Farol, a 300 m do trapiche de Nova Brasília, 3426-8026 / 9140, [email protected], http://pousadinha.com.br/ É simples, mas agradável. É bem localizada, próxima ao trapiche de Nova Brasília. Não tem área de lazer. Embora o valor da diária seja meio alto, achei a relação custo/benefício boa, considerando o custo da ilha que é mais elevado e que fica inflacionado no verão. Tem wifi; boa limpeza da área comum e do quarto; boa roupa de cama de algodão estampada e de banho felpuda e boa, mas colorida, trocada a cada 2 dias. Tem várias opções de acomodações; optei por ficar no Apartamento Standard com ar condicionado. Ficamos no quarto Praia Grande que era de madeira e o banheiro de alvenaria normal. Tinha outro apartamento conjugado, mas parecia quase um chalé individual com varanda privativa com varal de chão e rede, bem agradável. Ficava atrás do restaurante e dava para escutar um pouquinho do barulho da cozinha, mas não chegava a incomodar e como estava nos fundos, não tinha passagem de outros hóspedes e ficava mais isolado e sossegado. Quarto de tamanho razoável e bem equipado com cama de casal com colchão de espuma, frigobar, AC split, ventilador de parede, TV de tela plana de tamanho mediano com canais por assinatura, armário. Banheiro com box blindex, chuveiro eletrônico. Café da manhã básico, mas bom, apenas com uma ressalva (veja em “Pontos negativos”). No geral, gostei da pousada e voltaria a me hospedar, mas fora do verão, em um período de temperaturas mais amenas devido a uma série de fatores ocasionados pelo clima do verão e também pela lotação de visitantes. Pontos negativos: acho que falta um gerador na pousada para atender pelo menos os refrigeradores da cozinha - com isso eu daria nota máxima à pousada. No primeiro café da manhã, achei o suco passado e no segundo dia melão azedo (estragado). No almoço do primeiro dia, a salada crua estava azeda. Veja que isso foi um problema comum na ilha, não aconteceu só na pousada, tivemos o mesmo problema em vários restaurantes, principalmente com salada crua que quase sempre vinha azeda, estragada mesmo. Suponho que seja causado pela falta de energia, que é comum no verão devido às fortes chuvas no final da tarde/noite; chove forte, venta, caem raios e a energia acaba, voltando geralmente apenas no dia seguinte. Na primeira noite, ficamos sem energia elétrica e parece que nos 2 noites anteriores faltou energia também. Nos dias seguintes, não faltou energia e nos próximos cafés estava tudo ok

Outras opções:

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Em dezembro, achei os valores das hospedagens elevados
  • A infraestrutura turística está concentrada em Nova Brasília/Farol e Encantadas. O que mais gostei de Nova Brasília/Farol é a localização central na ilha, é mais conveniente para fazer um bate e volta tanto para Encantadas como para Fortaleza. Entretanto, Encantadas parece ter mais opções de hospedagem e alimentação e tem aquele jeito simpático de vilarejo de praia com a concentração de restaurantes, pousadas, mercadinhos e casas à beira-mar. Em Nova Brasília/Farol, não existe uma praia principal com a infraestrutura turística, as pousadas e restaurantes estão mais dispersos pelo caminho entre o trapiche de Nova Brasília até o Farol. Aliás, nas praias geralmente não há construções à beira-mar, elas ficam mais para dentro
  • Em Nova Brasília optei por ficar mais próximo ao trapiche pensando na facilidade da chegada e na saída, pois não é fácil carregar bagagem pelas trilhas, mas há carregadores com carrinhos de mão para fazer esse transporte
  • Fortaleza tem poucas opções de hospedagem e, particularmente, acho que fica muito isolado. Passando pela praia tive a impressão que está com um ar meio de abandonado por causa do nível do mar que está subindo e destruindo parte de algumas propriedades
  • É comum as pousadas terem vários tipos de acomodação, com AC ou com ventilador e com banheiro privativo ou compartilhado. Também tem várias opções de camping

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes | Parte 3: Guaraqueçaba | Parte 4: Ilha do Superagui | Parte 5: Ilha do Mel
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Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

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21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
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25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

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De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

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Onde comer:

Na Ilha do Mel:

  • Pizzaria das Conchas, Trilha do Meio, s/n, Vila do Farol, 3426-8024 / 99251-6882, pizzariadasconchas.com.br Espaço rústico, mas agradável, mesas em uma varanda, onde ventila bastante. Guardanapos de papel embrulhados individualmente. Estava fechado no começo da semana, abriu na quarta e agora segue direto diariamente na alta temporada. Pedimos meia palmito e meia de milho, boa, grande, parecia um pouco maior que a convencional de 8 pedaços, massa fina, queijo bom esticando. O palmito não estava igual ao de Guaraqueçaba, mas estava bom. Considero a relação custo/benefício boa
  • Mar & Sol, Vila do Farol, 3426-8021, das 11-22h. Ambiente agradável, mesas em um varandão, com ventiladores. Funcionários simpáticos. Guardanapos de papel embrulhados individualmente. Pedimos um prato leve (proteína + salada) para quem não quer carboidrato e um prato executivo (completo com proteína, arroz, feijão, fritas, farofa e salada) muito bem servido e até dá para dividir 1 prato executivo se comer pouco. Salada fresca (o primeiro da ilha que eu pude comer a salada) e comida bem preparada. Outro dia dividimos (1 casal) um prato comercial para 1 pessoa e deu na medida certa, pois embora as porções não sejam tão grandes, são vários itens. Considero a relação custo/benefício boa
  • Bar e Restaurante Barranco, Praia de Fora. Não é exatamente pé na areia, mas é praticamente de frente à Praia de Fora. Ambiente simples, mas agradável, mesas e cadeiras de madeira sob uma varanda. Tem algumas mesas sob um quiosque de palha no deque de madeira, mais perto do mar, mas estava ventando muito lá e achamos melhor mudar de lugar. Oferecem serviço de praia, montam mesa na areia, mas não tem guarda-sol (tem aluguel na praia). Pedimos um prato light (proteína + salada) para quem não quer carboidrato e um prato executivo (completo com proteína, arroz, feijão, fritas e salada). Tamanho mediano, bom. A comida estava boa, saborosa e a salada fresca, preparada na hora. Considero a relação custo/benefício boa
  • Restaurante e Pousada Ilha do Mel, Praia de Encantadas. De frente à praia, ambiente bem simples, varandão coberto de palha com mesas e cadeiras de plástico. Operava no sistema de bufê livre e à la carte. No bufê, tinha um pote queimando alguma coisa para espantar moscas. Saladas em local fechado, pratos quentes (arroz, feijão, farofa, camarão, peixe frito, bife à milanesa, pirão, arroz com mexilhão, espaguete, etc.). Serviram o refrigerante com pedras de gelo. Já tinha dado mais de 12h sem energia elétrica (tinha acabado na noite anterior). O garçom disse que não tinha gerador, mas deixavam sempre os freezers no máximo, por isso as bebidas estavam geladas e ainda tinha gelo. Considero a relação custo/benefício razoável
  • Restaurante da Pousada Treze Luas, Vila do Farol. Ambiente agradável, mesas em um varandão, sob uma cobertura com armação de bambus gigantes. Guardanapos de papel embrulhados individualmente. Pedimos um arroz de siri e um prato surf com peixe. Bem servido e a comida estava boa, mas pecou pela beterraba velha, que parecia ter sido ralada com muita antecedência, estava opaca, esbranquiçada com aparência de velha, cheiro e gosto meio passado, não estava azeda, mas definitivamente não tinha aparência de fresca como restante da salada. Considero a relação custo/benefício razoável
  • Restaurante da Pousadinha, Caminho do Farol. Atende não hóspedes também. Aberto para almoço e jantar e funciona na área do café da manhã da pousada. Pedimos um prato individual mais simples que veio em tamanho mediano e a salada de cenoura e beterraba raladas estava azeda (parece que tinha faltado energia elétrica nas 2 noites anteriores e a pousada não tem gerador; tivemos problemas com outros restaurantes também). Achei fraquinho, é um PF que vem tudo junto no mesmo prato. Considero a relação custo/benefício razoável
  • Toca do Abutre, Nova Brasília, 3426-8007, diar das 11h30-22h. Ambiente agradável, mesas na área externa debaixo de quiosques de palha e mesas na área interna envidraçada. Tem um deque de madeira com vista do mar ao longe. Com bastante vento à noite. Tem wifi, mas não estava funcionando. Pedimos 2 pratos, um de bife de carne, outro de filé de frango. Veio tudo separado, bem servido, estava bom, mas a cenoura ralada veio azeda (parece que tinha faltado energia elétrica nas 2 noites anteriores e tivemos problemas com outros restaurantes também). Considero a relação custo/benefício razoável

Outras opções:

  • Lumo, Pousada Lua Cheia, Encantadas, 3426-9010. Era a minha primeira escolha, mas estava fechado por causa da falta de energia. Dei uma olhada no cardápio e o preço dos pratos mais simples e executivos estava bem razoável
  • Toca da Ilha, Encantadas, 3426-9038. Simples, opera no esquema de bufê livre no almoço. Não almoçamos lá, mas dei uma olhada no bufê e achei parecido com o do Restaurante e Pousada Ilha do Mel
  • Paraíso, Encantadas, 99985-1540. Estava fechado, parece que é bufê
  • Fim da Trilha, Encantadas, 3426-9017 / 99818-4995, diar das 12-16h e das 20-23h
  • Shams, Encantadas, 3426-8056

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • A maioria das pousadas da ilha também opera como restaurante e atende não hóspedes também
  • Em Nova Brasília/Farol, os restaurantes são geralmente à la carte; em Encantadas tem opções com bufê livre no almoço. Achei os preços meio salgados. Os pratos são meio caros, mas tem opções mais em conta como PFs e executivos
  • Tivemos problemas com alguns itens no café da manhã da pousada (suco e fruta estragada) e nas refeições dos restaurantes (salada crua azeda). Veja que isso foi um problema comum na ilha, tivemos o mesmo problema em vários restaurantes, principalmente com salada crua que quase sempre vinha azeda, estragada mesmo. Suponho que seja causado pela falta de energia, que é comum no verão devido às fortes chuvas no final da tarde/noite; chove forte, venta, cai raios e a energia acaba, voltando geralmente apenas no dia seguinte. Na primeira noite, ficamos sem energia elétrica e parece que nas 2 noite anteriores faltou energia também. Perguntei em alguns restaurantes e pousadas, mas nenhum tinha gerador. Veja que faltar energia não é um problema dos estabelecimentos e as altas temperaturas contribuíram para piorar a situação, mas poderiam ter gerador. Nos 3 dias seguintes, não faltou energia e não tivemos problema

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Nanci Naomi
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Dicas:

Contatos úteis:

  • Prefeitura de Paranaguá, R. Júlia da Costa 322, Centro Histórico, 3420-2713, seg-sex das 8-11h e 13-18h
  • Secretaria de Cultura e Turismo de Paranaguá, Av. Arthur de Abreu, 44, Centro, 3422-6290, [email protected], [email protected]

Informações Turísticas:

  • PIT Terminal Rodoviário de Paranaguá, 3425-4542, diar das 9-18h. Quiosque em frente ao terminal. Em funcionamento, é possível pegar mapas, folders e informações
  • PIT Fundação Municipal de Turismo “Dr. Joaquim Tramujas”, R. Padre Albino, 45, Paranaguá, 3420-2940 / fax 3420-2823, [email protected], www.fumtur.com.br Não conferido
  • PIT do Paraná Turismo (Estação Náutica), R. Gal. Carneiro, 258, Paranaguá, 3425-4542. Desativado/prédio fechado
  • PIT do Terminal de Embarque de Brasília, diar das 8-20h
  • Informações Turísticas - Associação dos Moradores da Praia de Encantadas - AME, 3426-9074, diar das 8-20h

Barqueiros para os passeios:

  • Passeio dos Golfinhos, Isael 99921-8160

Fontes:

Prefeitura de Paranaguá
Secultur | Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Paranaguá
Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina
ILHA DO MEL PRESERVE

Mapas (links externos):

Guia de Paranaguá com mapa
Paranaguá
Ilha dos Valadares
Ilha do Mel
Trilhas na Ilha do Mel
Lista de hospedagens e restaurantes em Encantadas

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Nanci Naomi
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    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Nos últimos dias de 2019 tive o prazer de fazer um dos trechos da Travessia Entre Ilhas, que é mais conhecido como Lagamar. O trecho entre Cananéia/SP e Paranaguá/PR. Na verdade Lagamar é o nome do estuário menos degradado e mais produtivo do mundo situado na região que compreende os estuários do Rio Ribeira, Iguapê e o Estuário de Paranaguá. É uma região de manguesal que abriga uma grande diversidade da flora e principalmente fauna terrestre e marinha. O Lagamar está num trecho de preservação da Mata Atlântica que, explica e chama ainda mais atenção pela sua riqueza.
      Apesar da preparação em grupo acabei fazendo o percurso no estilo "solo". Quando chegamos em Cananéia do grupo que já era reduzido, uma das pessoas não compareceu, e  a outra preferiu ficar na cidadezinha. Como aquecimento, depois de passar boas horas na espera em Registro/SP, aguardando um ônibus para a Ilha, chegamos em Cananéia. Logo tratamos de fazer um tour pela pacata cidade histórica que se orgulha de brigar (ser) considerada a primeira "cidade" brasileira. Fato é que em  1531 Martin Afonso de Souza aportou na Ilha de Cananéia, segundo documentos históricos. Visitamos o museu municipal que também guarda uma preciosidade: o maior tubarão branco em exposição, embalsamado, do mundo. A fêmea, capturada em águas brasileiras da região têm 5,5 m de comprimento e nada menos que 3,5 toneladas.
      Como aquecimento da jornada eminente, subimos (na verdade subi) o Morro São João Batista para conferir a vista do Mar Pequeno e tem uma pequena ideia da dimensão do projeto. Nessa ascensão que acabei ficando sozinho, minha parceria desistiu, melhor que foi ali e não em meio à praia deserta.

      No geral Cananéia é uma daquelas cidades que faz voltarmos no tempo e fazer uma reflexão sobre nós homens, nossa sociedade e nosso progresso. As ruas foram projetadas para o Séc. XVI ou XVII e hoje precisam conviver com carros do séc. XXI, isso não é um problema, quando a população e o fluxo não é muito grande. As marinas e mercados de peixe estão por todo lugar, a pesca é a principal atividade da cidade. Pra quem gosta de curtir um final de tarde num barzinho, vai encontrar na Ilha algumas opções bem aconchegantes, e diversificadas. A sensação de segurança também traz um certo conforto.
      PRIMEIRO DIA DE TRAVESSIA (NA VERDADE PREPARAÇÃO)
      Neste dia acordei às 06:00 na esperança de chegar à Praia do Cambriú antes das 09:00. Na realidade como estava sozinho, mesmo tendo esperado até às 09:30 no pier não consegui nenhuma voadeira rumo ao Cambriú. Para garantir fui para o Marujá, depois faria o trecho de 12 km até o Cambriú caminhando.

      O trajeto até a Comunidade Marujá já foi emocionante, cruzamos com golfinhos, guarás vermelhos e nossa voadeira deu uma pane ficando uns 40 min à deriva no meio do canal.

      Do Marujá até o Cambriú a viagem foi angustiante: cruzar a Praia da Lage se revelou o principal teste emocional da viagem. São cerca de 6 km apenas, mas o fato de conseguirmos enxergar a outra ponta torna essa praia deserta um "inferno".

      Parece não ter mais fim, some-se o fato de ser o início da travessia, então eu queria olhar o relógio a todo instante para saber do meu desempenho, ilusão, nada mudaria. Levei mais que 1h e 30min  de caminhada, tive de fazer algumas paradas e lutar constantemente com os pensamentos negativos. Alguns urubus sobrevoavam meu esqueleto trambaleante fazendo troça.

      Com muita luta cheguei no outro lado e depois na Praia do Fole, alcançando o Cambriú já depois das 15:00. Assustado, e preocupado devido à experiencia na Laje, resolvi dormir por ali mesmo. No finalzinho da tarde, conversando com moradores descobri que o seu Toninho (barqueiro) fez duas travessias de barco vindo de Cananeia naquele mesmo dia. No final eu tinha chegado também.

      SEGUNDO DIA - MAR IMPLACÁVEL ESPERA INFINDÁVEL
      Madruguei. Às 06:15 já me punha a caminhar, na esperança de ver o sol nascendo na Praia do Fole, de frente para a Ilha do Cambriú, nada mais que expectativa. O Astro só apareceu já alto umas 06:50 devido a quantidade de nuvens. Transpor a pequena Praia de Fole Pequeno é simples, a Praia do Fole também foi fácil, ou a ansiedade de chegar na aterradora Praia da Laje novamente fez com que as duas ficassem mais fáceis.

      De peito aberto me pus a caminhar e em menos de 1h cruzei aquela vastidão de areia liza. É curioso como ela parecia ainda maior, apesar de psicologicamente ter sido bem mais fácil. A faixa de areia estava com mais de 50 m de largura, a maré tinha recuado bastante.

      No trecho de pedras entre a Laje e o Marujá, fiz uma pausa para comer e beber água na bica que tem por ali.

      Logo que começa o costão um visual deslumbrante, a Praia do Marujá sumindo no horizonte como um traço reto entre a água azul e a mata verde. Depois de sair no Marujá e caminhar uns 2 km encontrei as primeiras pessoas desse trecho. Era um pequeno grupo, aproximadamente 15 pessoas tomando banho de mar. Pelos demais 14 km daquele dia não vi mais ninguém, apesar de ter encontrado até uma placa indicando um restaurante.


      Caminhei, caminhei, até tentei parar para descansar, mas além de não me sentir cansado, o sol de rachar e a falta de qualquer sombra desencorajam a pausa. Incrível que nesse dia, apesar de a praia ser bem mais extensa, quando me dei conta estava na antiga Vila da Baleia e já eram 12:00.
      A Vila, agora destruída, mostra o quão implacável as águas podem ser. Hoje nenhuma residência permanece no local. O mar cortou um braço de uns 500m por ali, e continua avançando. As pessoas saíram deixando tudo para trás. Inclusive muito lixo (roupas, plástico, fios, canos, etc.) que provavelmente vai acabar no Atlântico, que diga-se de passagem já tem muito lixo. Uma vergonha. Ainda mais sabendo que se trata de uma comunidade que vive do Mar.
      A parte boa é que no canal que se forma atrás da antiga Vila as águas além de limpas são muito calmas. Não resisti, tirei a roupa e dei alguns mergulhos. Arrumei minhas coisas como um travesseiro e tirei um bom cochilo, imaginando a pernada de volta até a nova Vila da Baleia ou Marujá pra conseguir um barco que me deixasse em Ararapira.

      Acordei com o ruído de um barco parando ali pertinho, fui logo perguntar sobre chegar do outro lado. O barqueiro, Pedro, se ofereceu me deixar na agora Vila da Baleia, aceitei. Na Vila consegui um transporte para o final da tarde. Precisei ficar 4h esperando, sentado ao pé de uma árvore, sendo paparicado por uma cachorra que apareceu ali.
      Cheguei em Ararapira quase noite. Lá fui informado que se tivesse parado na Pontal do Sul/SP poderia também chegar no Superagui caminhando: o antigo canal não existe mais, está todo assoreado pela areia e fica exposto, exceto em maré cheia.
      TERCEIRO DIA - A PÉ OU DE CAVALO
      Comecei cedo, e como não podia ser diferente larguei a tralha na ponta do Superagui e fui até o meio do antigo canal, marcar a divisa dos estados.

      Caminhando no Paraná, logo avistei o improvável; no meio do nada um cavalo branco observando o Oceano, cheguei pensar que fosse loucura da solidão na minha cabeça. No entanto, pude confirmar era um cavalo mesmo. Resisti a tentação de cavalgar até a Vila de Superagui.

      Caminhei, passei por alguns riachos, boias, quando encontrei gente, fui saber que já estava chegando na Vila. Eram 11:00 e meus planos de wild camping ficariam para outra oportunidade. Pleno, cheguei na Vila de Superagui. No entanto, um erro crasso me deixou preocupado, e não era o cansaço dos 20km e tanto. Em um dos riacho eu optei por não tirar a bota, resultado foi que era mais fundo que o planejado e entrou água nela, caminhei o resto do trecho, uns 10km, com o pé encharcado. Rendeu muita dor na sola do pé e o medo de aparecerem bolhas me obrigando a desistir no último trecho.

      Achei um camping, muito da hora, e fiz uma coisa improvável que tive vontade lá pelas 09:00 da manhã, comprei uma coca-cola. Pensa num refrigerante gostoso. O marido da dona do camping, ao conversarmos se dispôs a me deixar na Ilha das Peças no outro dia.
      Fiquei algumas horas sentado no píer da Vila esperando o pôr do Sol, durante esse tempo vários grupos de botos desfilaram a poucos metros de mim.

      QUARTO DIA - UMA TRAPAÇA, MUITA ESPERA
      Desarmei acampamento antes de o Sol nascer, mas tive de esperar o barqueiro, kkkk. À 06:40 me deixava na Ilha das Peças, e não quis me cobrar nada ainda. Nesse dia foi muito tranquilo, aquela sensação de tempo e espaço relativa, devido nas Peças eu saber que seriam apenas 16km para completar a trilha tornou tudo psicologicamente muito leve. A areia firme, a companhia da Ilha do Mel a poucos metros tudo preparado para um final incrível.

      Depois do antigo farol, hoje caído, avistei a Vila das Peças. Inocente, mesmo percebendo um trecho que aparentava "mangue" resolvi cruzar por ali mesmo, próximo do mar, para não contornar pela margem da várzea. Foi o trecho mais cansativo, e olha que desisti logo do meio e fui para a margem da mata. A cada pisada o pé afundava alguns centímetros na areia fina, acabando com minha panturrilha (lembrei dos tempos de treino na areia para disputar campeonatos de futebol).

      Chegando na Vila, 10:00, fui procurar alguém que me deixasse em Paranaguá. Não fui bem tratado pelos barqueiros, foram meio rudes - mochileiro acho que eles pensam que nós mendigamos carona. Fiquei chateado, mas paciência. Para piorar um do puto ainda me trapaceou, me disse que eu teria que esperar a escuna regular as 16h, mas se quisesse, por 70 reais me levaria às 15h, já que ele ia buscar mais gente em Paranaguá.

      Achei um camping, armei a barraca para terminar de secar e dormi um sono. Eram 14:30 quando desmontei tudo e fui encontrar o indivíduo. O pilantra apareceu umas 15:20, eu com cara de bobo, fui no barco. A única coisa que o @#$& me disse é que ia para Supergui e não podia me levar (sacanagem, devido ao nosso combinado nem fui atrás de outros barcos).


      Resumindo fiquei torrando no píer até às 16:30 quando a escuna me levou para Paranaguá. Foi um travessia incrível, que e ensinou muito. O fato de eu estar sozinho proporcionou perspectivas únicas. Saí de lá mais experiente, e agora que venha o Cassino.





    • Por nnaomi
      Morretes DDD (41)
      Período:  03 a 10/12/2018 Cidades:  Morretes, Antonina, Paranaguá e Quatro Barras* A região turística Litoral do Paraná engloba as cidades de Morretes, Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná. São cerca de 100 km de litoral, destacando-se a Ilha do Mel e o Parque Nacional do Superagui. Nas praias, ilhas e baías, podem ser avistados golfinhos e muitas aves. Além dos encantos do mar, há cachoeiras na maior área contínua brasileira de Mata Atlântica. Somando-se às belezas naturais, destacam-se as cidades históricas como Guaraqueçaba, Morretes, Antonina e Paranaguá e os caminhos históricos das ligações entre o litoral e o planalto como o Caminho do Itupava, a Estrada da Graciosa e a Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba. Suas riquezas também estão na cultura caiçara das canoas de bordadura, do fandango e na culinária típica do barreado e da banana servida na forma de bala, cachaça e chips.
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada no centro de Morretes, de onde parti para conhecer Antonina e Paranaguá. A infraestrutura turística é pequena, pois atende majoritariamente os turistas que só vem almoçar e passar parte da tarde na cidade, mas é suficiente para atender quem desejar pernoitar.
      * Quatro Barras, na verdade, faz parte de outra região turística, a Rotas do Pinhão.
      Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes
      15 dias em SC - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
      8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est
      25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina
      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
       
    • Por Rezzende
      Aeee galera mochileira, tô chegando pra passar o meu relato de viagem. Voltei pra Curitiba 2 anos e meio depois da minha primeira passagem e como prometi voltar, voltei! Precisava reparar minha falta com Curitiba pois da primeira vez, por falta de experiência, falta de planejamento ou falta de sei lá o que não deu pra ver muita coisa e fiquei devendo mesmo com Curitiba.
      Aproveitando, fiz também o passeio de trem pra Morretes e depois fui pra Ilha do Mel.
      Relatoooooooo
       
      Sábado, 18 de outubro de 2014
      Cheguei em Curitiba no início da tarde. Fui pro Curitiba Hostel, no Largo da Ordem. O hostel é bom, bem localizado, com o Bar do Alemão ao lado, apenas achei caro pelo que ele oferece. A diária custa 50 reais, o banheiro fica fora do quarto, um pouco longe e as paredes não eram a perfeição da limpeza. Não que isso torne o hostel ruim, longe disso, mas já fiquei em hostels melhores com diária mais barata. Eu, particularmente, prefiro os hostels da rede HI e esse não é associado. Mas compensa pela localização.
      Almocei no Tubas Bar, um bar com ar de rock ali perto na Praça Garibaldi, 50.
      Passei o resto da tarde ali nas redondezas do Largo da Ordem, sem nada pra fazer e tomando um chopp no Bar do Alemão. Só curtir Curitiba com bastante tempo...coisa que não tive da outra vez.
       
      Domingo, 19 de outubro de 2014
      Fui fazer a Linha Turismo. Da outra vez que passei em Curitiba não deu tempo. Acho que se eu quisesse ir nos pontos que fui usando transporte público conseguiria fazer da mesma forma e gastando bem menos, mas eu queria muito andar naquele onibus grandao com 2º andar panorâmico. A Linha Turismo custa 29 reais com direito a 4 reembarques. Peguei o onibus no ponto inicial na Praça Tiradentes às 9:20. Da outra vez que fui em Curitiba já tinha ido no Jardim Botânico e no Museu Niemeyer então dessa vez passei direto e fui descer só na Ópera de Arame já quase 11 horas. A parada na Ópera de Arame é bem rápida, só mesmo pra tirar umas fotos do lugar pois o palco fica fechado e a visitação vai só pela ponte até a entrada da ópera. Não fiquei ali nem 5 minutos. Depois fui a pé pro Parque Tanguá. Tranquilo de ir andando, só subir o morrinho à direita da ópera e entrar na primeira rua a direita ali em cima, seguir pelo plano até passar pelo cruzamento com outra rua e mais um pouquinho à frente entrar à esquerda e pronto! Chegou o Parque Tanguá! Eu não levei nem 15 minutos andando e fui devagar pois tava quente. Não desperdice um reembarque da Linha Turismo, vá andando da Ópera ao Parque Tanguá! :'> :'>
      Aaahhhhhhh o Parque Tanguáááááá
      Pare lá, pare lá, pare lá!!!

      Parque Tanguá é lindo demais, achei o lugar mais bonito de Curitiba!!! Jardim Botânico perde muito pro Parque Tanguá, aquela pedreira, as fontes, a cachoeira, o túnel lá em baixo, tudo muito bonito, show, show, show. Saí de lá 13 horas depois de trocentas fotos. :'> :'> :'>


      Passamos pelo Parque Tingui, bonito também mas achei desnecessário descer já que a linha vai passando pela lateral do parque e dá pra ir tirando boas fotos pelo caminho. O parque não vai muito lá pra trás então a maior parte dele vai margeando a rua por onde a linha passa e dá pra ir tirando boas fotos enquanto isso.
      Desci pra almoçar em Santa Felicidade. Entrei num rodízio de massas delicioso no restaurante Portal. Opção de restaurante em Santa Felicidade não falta, mas são meio caros. Peguei a Linha Turismo de novo quase 15 horas e já tava armando o temporal. Desci no Parque Barigui e saí pra esconder da chuva numa casa amarela perto do ponto de onibus. E desceu a chuva e até granizo. E o calor de 30 graus virou friozinho de 16 graus. Depois de um tempinho a chuva parou e dei uma volta pelo Parque Barigui, mas não vi nada demais. O lago é bonito. Pra terminar, fui pra Torre Panorâmica. Entrada custa 3,50. Cheguei lá em cima quase 17 horas, a chuvinha voltou mas bem fina. Como não tinha nevoeiro, a chuva não atrapalhou de ver o visual lá de cima. E enquanto chovia para um lado, para o outro o tempo era mais claro e com o tempo a chuva ia virando e para onde estava escuro dava pra ver com mais clareza. Como não tem tempo limite de permanência lá, fiquei até 18 horas e tirei fotos até das serras bem pra lá da cidade.

      Fechei a Linha Turismo descendo no mesmo ponto que entrei e fechei o dia também.
      Percebi durante todo o trecho que Curitiba tem muitos fios baixos, o onibus é alto e em vários lugares passamos muito perto da fiação. Totalmente desaconselhável ficar em pé com o onibus em movimento pois a qualquer momento um fio pode atingir a sua cabeça! Teve um ponto perto do Bosque Alemão que o onibus arrancou um fio, não sei se de telefone, luz ou outra coisa, mas pode ser perigoso. Alguns onibus tem um ganchinho na frente pra defender dos fios, mas mesmo assim é bom ter muita atenção com eles e os responsáveis pelas fiações da cidade deveriam fazer alguma coisa para segurança de todos. Fica o alerta! :'>
       
       
      Segunda-feira, 20 de outubro de 2014
      Saindo cedo do hostel, peguei a linha 304 Pinhais-Campo Comprido às 7:40 e 7 minutos depois descia na rodoferroviária de Curitiba. O horário do trem é às 8:15 mas atrasou, dizem que por causa de 3 onibus de Paranaguá que chegaram bem em cima da hora. O trem saiu às 8:30. Ele vai beeeeeeem devagar. Primeiro passando por áreas urbanas de Curitiba e Pinhais, depois algumas áreas rurais entre Pinhais e Piraquara. Esse trecho é bem monótono, o trem continua beeeeem devagar e não tem nenhuma paisagem assim espetacular. São pastos, campos, plantações, gado, araucárias e tal... lá pelo meio do passeio é que vem a parte mais interessante com túneis, viadutos, cachoeiras e rios. Infelizmente o nevoeiro pegou bem nesse trecho e deu uma prejudicada justamente onde a paisagem seria mais deslumbrante. Pouco mais abaixo teve um defeito no trem, soltou ar do sistema de freio e o trem parou. E ficou parado alguns minutos, uns 15 talvez. A chegada na estação de Morretes foi 12:30. chegou 1:15 depois do previsto. O trem vai realmente beeeeem devagar. Eu fiquei um pouco decepcionado com esse passeio pois boa parte dele é bem monótona. A parte mais bonita ficou prejudicada com o nevoeiro. O preço do trem é meio salgado, eu comprei a mais barata do vagão econômico por 72 reais e já fiz o trem de Vitória a BH que durou mais de 13 horas e é mais barato. Não é tão turístico, é mais de passageiros, viaja a 70 por hora, não tem tantas paisagens deslumbrantes, só mais ali perto de BH, mas mesmo assim não achei tão monótono quanto esse, acho que mais pela velocidade muito baixa e mesmo que o tempo tivesse bom, o trecho onde estão os principais atrativos passam em 15 minutos, o resto é basicamente passar no meio da mata, então vai mais do gosto individual de cada um. Mas tenho vontade de repeti-lo num dia de tempo firme.

      Na saída do trem, encontrei mais gente que, como eu, estavam indo pra Ilha do Mel. Fomos andando pra rodoviária. Saindo da estação em Morretes, indo para a direita mais 3 quarteirões chega na rodoviária. O próximo onibus para Paranaguá era 13:20. Enquanto esperávamos fomos fazendo amizades, éramos eu e mais 6: O Marcos de Apucarana e a namorada dele que esqueci o nome, as amigas Vivian e Paula de São Paulo e um casal francês que mora em São Paulo ha algum tempo. Tinha também um casal mais velho de Mato Grosso do Sul que pegaram um táxi na estação pra ir pra rodoviária, mas por causa das malas, sem malas pesadas não precisa, dá pra ir a pé mesmo. E fomos todos pra Paranaguá às 13:20 num onibus urbano lotadão mas que pelo menos me deixava feliz porque tinha mais velocidade que o trem . Chegamos em Paranaguá 14:30. O barco pra Ilha do Mel é 15:30. pra ir da rodoviária pra onde pega o barco é só ir andando pra esquerda, atravessar a rua em frente a entrada pra Ilha dos Valadares e seguir beirando a orla até onde vende as passagens do barco, que é num prédio laranja numa esquina onde do outro lado tem um hostel da rede HI e fica em frente onde se embarca para a ilha.

      Sobre o barco pra ilha do Mel: Em Paranaguá só tem dois barcos por dia, um pela manhã e outro à tarde. A maioria dos barcos parte de Pontal do Sul, onde tem barco de hora em hora das 8 às 17 horas e claro que em altas temporadas e finais de semana tem barcos com mais frequência. Mas então por onde ir? Depende de onde você vem e em qual horário. Eu cheguei em Paranaguá às 14:30 e o barco é 15:30. O preço do barco é 34 reais, incluída a taxa de visitação da Ilha que acho são 10 reais. Os barcos de Pontal do Sul custam 29 reais. Esses valores são de ida e volta. Se for de Paranaguá pra Pontal do Sul o onibus custa 4,70, ida e volta dá 9,40 mais 29 reais são 38,40 então, pra quem chega por Paranaguá é mais econômico ir direto de Paranaguá, isso se você tiver sorte de chegar perto do horário de um dos barcos, pois de Paranaguá são poucos barcos pra lá. O tempo de barco de Pontal do Sul é cerca de meia hora. De Paranaguá dá mais de uma hora ou quase duas. A maré interfere nisso também pois com maré baixa ou maré contrária pode demorar mais.
      O barco saiu 15:30 e chegou em Encantadas 16:50. Tranquilinho demais, o mar nem tem onda forte por ali.
      Pisei no trapiche de Encantadas, olhei pro que tinha na minha frente e pensei...sério que vou ficar aqui só 2 dias??!
      Porquê fiquei em Encantadas? Vamos a algumas objeções: Os principais pontos turísticos da ilha estão mais próximos de Nova Brasília do que de Encantadas, mas se você, assim como eu, gosta de andar, não ha problemas!!! Encantadas tem uma orla com pousadas, restaurantes e mercados em frente. Brasília fica toda pra dentro da ilha, não tem pousadas e restaurantes com pé na orla. Brasília parece mais tranquila e Encantadas mais agitada. Até durante a semana, fora de temporada com pouca gente na ilha você vê mais gente circulando em Encantadas do que em Brasília. Como eu queria algum lugar um pouquinho mais animado fui pra Encantadas e também achei Encantadas mais bonita que Brasília.
      fiquei na Pousada Marimar, que trabalha também com quartos coletivos e até já foi filiada da rede HI. Fiquei num quarto coletivo, diária 50 reais, a pousada é muuuito boa, o staff é muito legal e receptivo, tem um deck muito bom, com uma ótima vista pro por do sol e pra pegar um sol no deck de tarde, de frente pra praia, muito, muito boa mesmo. :'> ::Já passava de 17 horas, deixei minhas coisas no quarto e fui procurar comida, nem tinha almoçado ainda. A turma toda que veio no barco comigo tava comendo no restaurante Toca da Ilha que fica ali na orla mesmo um pouco mais adiante. Lá tem PF por 15 reais. Depois de almojantar, fiquei tomando cerveja com as meninas de Sampa. Me assustei com a conta pois a garrafa de cerveja lá custa módicos 10 reais!!! ainda bem que foram só duas garrafas!! Lembre-se que não foi só você que pagou um barco pra chegar lá, as comidas e bebidas também não foram parar lá sozinhas.......
       
       
      Terça, 21 de outubro de 2014
      Dia de andar, andar, andar...Vai pra Ilha do Mel? Tem disposição pra andar e quer ficar num lugar legal? Fique em Encantadas então!! Saí da pousada antes das 9 horas porque o café lá é servido tarde, só a partir de 8 horas, mas poderia ter ido mais cedo pois nesse dia um grupo grande de pessoas iam pegar o primeiro barco e serviram o café 7 horas. Se você for embora no primeiro barco, peça o café mais cedo! A equipe lá é nota 10 e vai fazer servir o café mais cedo pra você!!
      Então, o dia tava nublado, uns 21 graus, ótimo pra andar. E como andei!! A trilha de Encantadas pra Brasília sai do lado da Marimar, mas eu entrei noutra trilha perto do trapiche, dei várias voltas perdidas até encontrar a trilha certa . A trilha é muito bem visível, sinalizada em alguns lugares, dá pra fazer tranquilo e sozinho. Primeiro você vai passando por casas e pousadas que ficam ainda em Encantadas e logo depois chega na Praia de Fora. A Praia de Fora é oceânica enquanto a de Encantadas é praia de baía, então, Encantadas é mais movimentada por causa da vila mas a praia de fora é mais deserta e mais limpa. Nao parei nela pois não tinha sol e meu destino estava looonge. Passando pela trilha vi ao longe o casal francês que veio comigo no trem e no barco andando pela praia. São facilmente identificados porque o cara é um rastafari que parece o Toni Garrido e ela uma francesa típica, então de longe dá pra conhecer. No fim dessa trilha tem um morro com degraus de pedras e lá no alto você tem uma boa visão do que já andou e do que ainda vai andar, pois avista o farol láááá longe!!



      Descendo do outro lado tem a Praia do Miguel, essa sim absolutamente deserta, pois pra ir por Encantadas tem esse morro pra passar e pra ir por Brasília tem um terrível obstáculo de pedras, então só os mais animados vão pra lá.
      No fim da Praia do Miguel, momento aventura do dia, pois pra passar naquelas pedras exige estratégia eu fui pelas pedras até no ponto mais alto, tinha uma fenda no meio das pedras e pensei “por aqui não passo!!”, desisti e voltei. Pensei em ir beirando as pedras com as ondas batendo em mim. Fui até o meio, pensei que ia cair e morrer ali (momento exagero ) e ninguém ia me salvar pois tava deserto. Voltei. E agora? Volto pra Encantadas e pego um barco pra Brasília? Ali perto tinha uma placa indicando que Brasília era por ali mesmo, pelas pedras. Peguei o celular, entrei no GPS e vi que a trilha passava ali beirando a praia mesmo, então pensei “só pode ser pelas pedras mesmo”. Bora pra mais uma tentativa!! Fui de novo até o ponto mais alto, vi aquela fenda no meio das pedras mas tava um trilho meio batido lá pra baixo e pensei que outras pessoas sempre passam por ali. Então aqui entra o pulo do gato!! pulo mesmo!! a parada agora é sentar na pedra e ir escorregando, pulando, descendo, segurando, vendo como dá e passar lá pra baixo e dali é só alegria!! Venci o obstáculo e agora estou na Praia Grande, onde tem muito surfista. No fim dessa praia, outra trilha que vai pra Brasília. A gente chega no final de Brasília, já bem perto da entrada pro farol. Ali encontrei o casal francês que estava indo pro farol e agora tinha companhia. Fui andando com eles. O alto do farol é muito bonito, o MELHOR lugar da ilha pra tirar altas fotos.


      Dali fomos pra Fortaleza. Boooooaaaaa caminhada. Fomos pela praia, dá mais ou menos uma hora, mas fomos andando muito rápido pois o casal frances já ia embora da ilha naquela tarde. No caminho, pela praia, vi alguns golfinhos mortos, alguns eram só esqueleto mas tinha um que ainda tava morto recente e o frances rastafari foi tirar foto dele. A francesa ficou indignada com aquela atitude mórbida , mas ele disse que já que não tinha visto nenhum vivo o morto servia . A maré ali varia muito e esses golfinhos devem ser trazidos por ela. Eu tive sorte de ver golfinhos vivos bem perto do barco quando tava indo pra ilha do mel. Os franceses também estavam no barco, mas dormindo.. chegando na fortaleza tem uma vila e ali dá pra ver contençoes pra maré e perceber que a variação da maré ali é enorme. Cheguei na fortaleza 13 horas. Mas fui andando e parando pra fotos e tal, não fui direto. Uma placa diz que são 9 km de Encantadas até a fortaleza.
      A fortaleza é legal, histórica, tem um mirante lá em cima. Os franceses iam voltar por causa do horário, me despedi deles e fiquei mais um pouco ali aproveitando o local. Quando saí eram quase 14 horas e a maré tava bem alta, por isso voltei pela trilha e não pela praia.

      Almocei em Brasília, PF por 15 reais. Depois ainda voltei no farol com mais calma pois o tempo tinha aberto um pouco e não tinha intenção de voltar no outro dia. Peguei o ultimo barco e voltei pra Encantadas 17 horas. Fora de temporada são poucos barcos entre as duas vilas, mais ou menos de 2 em 2 horas. Custa 10 reais só ida e 18 reais ida e volta. Já tinha andado bastante mas o principal motivo pra voltar de barco é que passar de novo naquelas pedras com maré alta acho que não seria boa ideia. Andei mais de 15 km nesse dia de certeza. Quando cheguei na Marimar tinha um chegado um colega de quarto, o Alan de Curitiba, que apesar de tão perto nunca tinha ido na ilha do mel. Tinha uma holandesa também, a Patricia, que tá no Brasil ha algumas semanas fazendo trabalhos voluntários em Curitiba e tava numa passagem relampago pela ilha do mel. Jogamos umas partidas de sinuca e depois fui encontrar as meninas de SP pra tomar umas cervejas e conversar sobre o dia, a vida, filosofar e tal...

       
      Quarta, 22 de outubro de 2014
      hoje o sol deu o ar da graça. Minha intenção pra hoje era nada. Já tinha conhecido a ilha e tava de bobeira. Como o Alan ainda não conhecia e queria ir em Brasília, fui de novo com ele. Parei na Praia do Miguel, tão vazia, tão limpa, tão boa... as pedras hoje já não foram obstáculo pois já sabia como passava. Fomos no farol de novo, com sol fica bem mais bonito. Almoçamos em Brasília e voltamos no barco das 15 horas. Depois fui na gruta de Encantadas, que ainda não tinha ido, mas não achei nada demais. A gruta é pequena. Mas o visual daquela parte da ilha é bem legal. Voltei já de tardinha e fiquei no deck da Marimar, curtindo o visual e os últimos momentos na Ilha do Mel. Tinha conhecido a ilha toda, feito tudo que queria fazer mas dava vontade de ficar mais. A ilha do Mel vicia!! ficar num lugar onde não tem mais barco depois das 17 horas, onde não tem ruas, não tem carros, você dorme ouvindo o barulho das ondas, tem trilhas, natureza...perfeito!!
       
      Na quinta de manhã precisava, infelizmente, ir embora. Serviram o café mais cedo por minha causa :'> :'> e 07:30 peguei o barco pra Paranaguá. A maré tava baixíssima essa hora, o barco entrou duas vezes num banco de areia. De encantadas ele vai pra Brasília e sai de lá 8 horas. Na volta passou um navio grandão perto e deixou um mini tsunami pra gente. Tinha uma tia doidona parecendo a Doris Giesse que gritava tacalhe pau, tacalhe pau!! o barco subia e descia, tombava e destombava, frio na barriga, coração na boca e rindo da tia!! um pequeno momento pra dar um pouquinho de emoção na volta hehehe.

      Cheguei em Paranaguá 09:45, dali você vai a pé mesmo pra rodoviária e peguei o onibus pra Curitiba 10:15, de onde você vai para o resto do Brasil e o mundo!!
       
      isso é o que temos para hoje. Ilha do Mel ficou marcada pra mim, adorei aquele lugar e pretendo indicar pra todos vocês e voltar lá um dia, levando mais gente pra conhecer aquela maravilha da natureza.
    • Por LarissaBenjamin
      09/07 - quinta-feira
       
      Chegamos no aeroporto de São José dos pinhais. Um amigo nosso nos buscou de carro, de lá fomos na rodoferroviária comprar a passagem de trem para Morretes (dia seguinte) e a volta de ônibus de Paranaguá para Curitiba (dia13/07). Compramos a classe turística do trem. Saindo de lá fomos para o Hotel Savoy, onde fizermos uma reserva de um dia. A noite conhecemos o Bar do Alemão, ponto turístico de Curitiba, famoso pela culinária alemã e principalmente pelo chopp "Submarino", uma caneca de chopp, com uma pequena canequinha de cerâmica típica alemã com steinehegen dentro dela. Cada caneca sai por 15,00, bem gostosa e forte. Comemos joelho de porco com 2 guarnições e Pato recheado com 2 guarnições também. Éramos quatro pessoas. Todos satisfeitos. Muito bom!
       
      Gastos:
      Trem - 99,00 × 2 pessoas = 198,00
      Ônibus de volta - 29,55 × 2 pessoas = 59,50
      Bar do Alemão - 180,00 para duas pessoas
       
      Total gasto: R$437,50
       
      10/07
       
      Acordamos às 7:00hs pontualmente, tomamos café da manhã no hotel e fomos para a rodoferroviária. Café da manhã bem servido. Pegamos um táxi para rodoferroviária que era bem perto. Chegamos às 7:50hs, esperamos um pouco e pontualmente, às 8:15hs saiu o trem. Linda viagem! Maravilhosa! O tempo ajudou bastante, pois estava aberto com sol. O guia de turismo que foi falando durante a viagem era muito simpático, sabia bem o que estava falando sobre os atrativos turísticos, histórias e dados geográficos da região. Um lanche foi distribuído no início com biscoitinhos e uma água, refrigerante ou chá gelado, a sua escolha. Essas bebidas e o kit de biscoito era vendido se alguém quisesse, como cerveja também. Bebidas por 3,00. Souvenirs eram vendidos também pelo guia, compramos um kit de imãs de geladeira e kit de postais. Tinha um fotógrafo que tirava uma foto sua e revelava na hora com um cap de condutor de trem. Uma recordação bem bacana por 10 reais. Durou quase 4 horas. Mas foi incrível! Belas vistas, túneis, pontes que parecia q o trem estava voando, cidades e vilarejos da região e montanhas e muito verde.
      Chegando em Morretes procuramos um restaurante para comer o famoso prato típico da região, a Barreada. Carne cozida por um dia dentro da terra. Tem esse nome porque antigamente fechavam a panela com barro, como se fosse um durepoxi para vedar a panela, daí o nome. A comida é nada de mais, como se fosse uma carne assada misturada com farinha, ficando uma "massa" bem consistente, é servido com arroz branco e salada de maionese. Fomos em um restaurante que cobrava 40 reais pelo prato, mas lá tinha outros a partir de 25 reais.
      Tínhamos visto pelo site da ilha do mel que sairia ônibus de Morretes para Paranaguá direto às 13:40hs, mas tinha saído às 13:20hs, ou seja, cuidado com o site, pois não estava atualizado. Para conseguirmos pegar uma barca para a Ilha do Mel, tivemos que pegar o ônibus para Paranaguá, mas de lá a última barca era às 15:30hs, já não contávamos com ela, de lá pegamos outro ônibus para pontal do Sul e de lá pegar a barca para a Ilha do Mel. Cada ônibus com duração de uma hora e uma hora e meia, respectivamente.
       
      Pegamos a barca, durou meia hora. Chegamos na pousada Bob pai Bob filho, era bem perto do trapiche da Encantadas, parte da ilha que escolhemos ficar. Deixamos as coisas e fomos comer em um restaurante-bar que a moça da pousada indicou, chamado zham. Comemos anéis de cebola, Vinagrete Burger e Kebab de frango temperado e com batata frita dentro do kebab, criado pelo restaurante. Bebemos 3 garrafas de Amstel. No restaurante teve voz e violão de um cantor da região chamado Rael, tocando música brasileira, bem bacana. Comida boa também.
       
      Gastos:
      Táxi - R$8,50
      Souvenirs - R$15,00
      Foto - R$10,00
      Almoço Morretes(2 pessoas) - R$100,00
      Ônibus para Paranaguá(2 pessoas)- R$10,20
      Ônibus pra pontal - R$10,20
      Pousada 3 diárias para casal - R$507,00
      Janta para dois - R$ 100,00
       
      Total: R$760,90
       
      11/07
       
      Acordamos às 8:30hs, tomamos café da manhã, com pães, ovo mexido, presunto, queijo, pão salgado, bolo de cenoura com chocolate, sucos e café, havia também banana e laranja, granola, Sucrilhos e leite.
      Iniciamos a caminhada para o outro lado da trilha, Nova Brasília.
      Saímos da pousada às 10:00hs, estava frio, saímos de casaco, calça e tênis, levando uma mochila com capa de chuva, água, biscoito, barras de cereal, etc, também um guarda chuva, pois a previsão era que chovesse mais tarde. Passamos pela praia do Mar de Fora, ao ver umas bandeirinhas vermelhas subimos o morro do sabão, um pouco escorregadio, para chegar na praia de são Miguel, mas bem leve. Entre a praia de São Miguel e a praia Grande havia uma parte com pedras, tranquila, porém um pouco cansativa, paramos pra tirar foto, fazer filmes, demoramos uns 25 minutos para atravessar as pedras.
      Passamos pela Praia Grande e na altura de um resort de surfistas (Grajagan Surf Resort), entramos em uma trilha beirando a Ponta do Joaquim. Chegamos na Praia de Fora. Caminhamos por ela e subimos a escada do grande Farol da ilha. Diversas fotos de vários ângulos da ilha. De lá de cima pescadores ficam avistando cardumes de tainha e com Walk-talk avisam os pescadores que ficam na Praia do Farol para lançar as redes do barco. Essa é a pesca artesanal da praia do Farol (Farol das Conchas). Na parte da ilha que é chamada de Farol tem uns restaurantes, pousadas e campings e tb um trapiche com saída de barcos para os outros lugares da ilha e para o continente também. Além disso, tem o aluguel de bicicletas, onde você paga 15 reais a hora. Pegamos duas e fomos em direção a Fortaleza que tem na ilha (Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres). Uma pedalada de vinte minutos onde se atravessa a pequena faixa de areia que se chama Praia do Istmo, indo pela direita da ilha, onde o caminho é mais próximo. Passa também pela parte da ilha que se chama Nova Brasília. Uma linda pedalada pela ilha. Chegando na Fortaleza, você pode deixar a bicicleta na lateral ou na frente da fortaleza. Lá ainda existem canhões, um museu falando sobre a história da ilha, a biblioteca da ilha e banheiros. Também tem uma trilha de 13 minutos para o mirante da Fortaleza. Lá do Mirante você pode observar mais uma linda paisagem da ilha, além de passear pelo labirinto dos canhões, se assemelhando a paisagem do filme jardim secreto, podendo até se divertir fazendo esconde-esconde. Rs
      No caminho de volta demos um mergulho que lavou a alma e esfriou o corpo do longo e maravilhoso passeio. Deixamos a bicicleta e pegamos o último barco para Encantadas às 17:00hs. Depois disso apenas os "táxis", que custam 60 reais. Essa barca custa 10 reais por pessoa.
      Chegando em Encantadas jantamos no restaurante de frente pra praia chamado Estrela do Mar. Comemos moqueca de um peixe da região para dois. Lá o próprio dono do restaurante faz um voz e violão para seus clientes. Fomos bem atendidos pelo jovem e simpático garçom, Lucas.
      Paramos pela praia, compramos um vinho no mercadinho e terminamos a noite em frente ao trapiche tomando um vinho e vendo as estrelas.
       
      Gastos:
       
      Três horas de bicicletas para duas pessoas - R$90,00
      Volta de barco para duas pessoas - R$20,00
      Muqueca para duas pessoas - R$65,00
      Refri, suco e duas latinhas - R$20,00
      Total - R$93,50
      Duas garrafas de vinho no mercadinho - R$59,80
       
      Total gasto: R$263,30
       
      12/07
       
      Acordamos, tomamos o café da manhã da pousada e fomos conhecer a Gruta das Encantadas que era dez minutos da pousada, em direção a Praia Mar de Fora. Foi construída uma passarela que facilita bastante a chegada até a Gruta, bem fácil o acesso. É o patrimônio natural mais importante da Ilha. Ficamos um tempo na Praia Mar de Fora e fomos almoçar.
      Antes paramos em um restaurante na beira da praia para tomar uma cerveja e comer um siri.
      Almoçamos no restaurante Fim da Trilha, onde há um ótimo cardápio do chef do restaurante com pratos nos valores entre 40 e 55 reais. Comemos duas massa, uma era com Camarões com ervas finas e Camarões ao fim da Trilha. No cardápio há vinhos, cervejas, sucos etc. Tomamos uma Baden Baden que custava 28 reais antes do almoço.
      Voltamos a noite nele por ser muito bom, lá também funciona uma pousada. O garçom, com uma roupa bem simples fez um dos melhores atendimentos que já presenciei, simpático sem exageros, solícito e super atento a todas as mesas do restaurante. A noite, comemos panqueca de camarão e spaghetti de frutos do Mar. Tomamos uma garrafa de Itubaína, um refri paulista de tuti-fruti. É um espaço super agradável, com áreas internas e externas, tem até uma cama de casal na parte de fora para quem quiser dar uma descansada depois da refeição.
       
      Gastos:
       
      Siri e duas garrafas de cerveja - 30,00
      Dois pratos - 90,00
      Baden Baden - 28,00
      Água - 4,00
      Total - R$134,00
      Spaguetti - R$35,00
      Panqueca - R$25,00
      Itubaína - R$6,00
      Total: R$72,60
       
      Total gasto - R$236,60
       
      13/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos pegar a barca das 8hs para o pontal. A barca demora 30 minutos e as 9hs pegamos o ônibus direto para Curitiba. Duas horas e meia de viagem. A passagem já tinha sido comprada na rodoferroviária no primeiro dia.
      Chegamos no hotel e fomos pegar o ônibus de turismo que passa por vários pontos turísticos de Curitiba, custa R$35,00 e você tem o direito de parar em 4 pontos a sua escolha. Ele passa de meia em meia hora nos pontos. Pegamos no ponto do Museu da Ferrovia. Nossa primeira parada foi no Jardim Botânico, muito bonito e um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba. Segunda parada foi na Ópera de Arame, parada rápida, bem bonito lá também. A Pedreira Paulo Leminski só é aberta quando há algum evento. De lá fomos andando até o Parque Tanguá, uma caminhada de 15 minutos. Não recomendamos fazer a pé pq tem uma subida íngreme... Melhor ficar no ponto e pegar outra jardinheira, como é conhecido o ônibus de turismo. O parque tanguá é bem bonito também, com dois paredões de pedra onde se tem vista de baixo e de cima. Próxima parada foi no bairro típico italiano, Santa Felicidade. Era segunda feira, a maioria dos restaurantes estavam fechados. Fomos para a avenida das torres para jantar em uma churrascaria. O nome é Boi Dourado, muito fraca a churrascaria. Esperávamos mais.
       
      Barca duas pessoas - R$20,00
      Ônibus de Turismo de Curitiba para duas pessoas - R$70,00
      Duas águas - R$6,00
      Táxi - R$30,00
      Janta - R$27,00 por pessoa
      Total - R$65,00
       
      Total de gastos: R$218,00
       
      14/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos dar uma volta pelo centro. Andamos pela Rua das Flores e passamos por alguns pontos turísticos, compramos roupas de frio já que havia umas lojinhas que estavam em promoção. Conhecemos um projeto bem legal. É o bonde da cultura, uma biblioteca dentro de um vagão de trem na Rua das Flores parado. Onde você pode levar o livro pra casa e depois devolver. Bem legal!
      Almoçamos no aeroporto, prato executivo no Lanches jatinho. E seguimos de volta a nossa amada Cidade Maravilhosa.
       
      P.f - R$27,00
       
      Total gasto: R$65,00
       
      Relato por Rafael Cassel e Larissa Benjamin.





























    • Por thsouthier
      Amigos,
       
      Com grande satisfação compartilho com vocês nosso sincero relato de viagem, na certeza de que a lembrança do passeio levará às lágrimas os que já visitaram os lugares extraordinários pelos quais passamos.
       
      No resumo: saímos de Chapecó-SC, passamos por Curitiba, Morretes, Ilha do Mel, Guaratuba, Balneário Camboriú, no Beto Carrero World em Penha e na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Muller, numa aventura de sábado a sábado, em abril de 2014.
       
      1º dia: Sábado na estrada.
       

       
      Arrumamos as malas, enchemos o tanque, calibramos os pneus, fizemos quatro sanduíches de mortadela pra viagem e embarcamos no auto rumo à liberdade com grande alegria. Saímos de Chapecó-SC ao meio-dia e meio, precisamente, com destino à capital do Paraná.
       
      Viajamos a tarde inteira e não chegamos. Estávamos quase lá quando o sol se pôs.
      Como estava escurecendo, decidimos passar a noite em Campo Largo-PR, cidade vizinha da capital, e nos hospedamos no ótimo Hotel Campo Largo. Confortável, limpo, bonito, barato e com um bom atendimento. Sendo sábado, conseguimos um desconto bacana num quarto executivo. Que maravilha.
       
      Jantamos por lá mesmo, no restaurante do hotel, com música ao vivo e o pessoal dançando tango. Bem legal.
       
      2º dia: Domingo na capital.
       

       
      Acordamos sem pressa de acordar, tomamos um excelente café da manhã colonial no Hotel Campo Largo, e nos despedimos.
       
      Entramos no auto rumo à Curitiba. Sendo domingo, trânsito tranquilo.
      Pela localização em frente à Rodoferroviária, preferimos o Hotel Novo Vernon. Igualmente confortável, limpo, bonito e barato. A recepção estava em reformas para melhor nos atender em breve. O café da manhã não era muito variado, mas cumpria com a sua função. Deixamos o auto na garagem e saímos passear. Era quase meio dia.
       
      Passamos no Mercado Público, ali pertinho, assistimos uma bonita apresentação gratuita do grupo que representa a cultura polonesa em Curitiba, que, diga-se de passagem, é a segunda maior colônia de poloneses no mundo, e almoçamos um delicioso pastel frito na hora, barato e muito bem servido por um garçom sincero, gente fina e careca. De sobremesa, um gelato Diletto.
       
      Saímos correndo pra alcançar o ônibus da Linha Turismo que para ali na frente, para passar a tarde fazendo um tour pela capital mais verde do país. Este ônibus é o seguinte: você paga um embarque e tem direito a outros quatro. O ônibus passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba e você pode descer ou subir em quais quiser. Entenda melhor aqui: http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo.
       
      Interessantíssimo. Tem que se fazer.
      Como a Ópera de Arame estava fechada e o Museu Oscar Niemeyer não era muito a nossa praia, descemos no Parque Tanguá, que é um parque bem legal assim como todos os outros parques de Curitiba; no Centro Histórico, que é... histórico; no Museu Ferroviário, onde também fica o shopping Estação; e no Jardim Botânico, lógico. Curitiba é uma cidade bem bacana.
       
      3º dia: Segunda de trem.
       

       
      Acordamos cedo com pressa de acordar, ou perderíamos o trem que sai exatamente às 8:15h da Rodoferroviária.
      É o mundialmente famoso Trem da Serra do Mar, que desce até Morretes. Mais informações aqui: http://www.serraverdeexpress.com.br/site/Index.aspx.
       
      Se você for a Curitiba, precisa fazer este passeio.
      Embarcamos no vagão turístico, que inclui alguns biscoitos e uma água ou um refri. Não menos importante que o lanche é o guia que nos acompanha e explica o que está acontecendo, conta histórias, imita o canto de passarinho e nos mostra essa paisagem à esquerda em 1, 2, 3 e... passou... Quem viu, viu.
       
      O passeio é muito legal. Imperdível.
      Passa pela Mata Atlântica em uma ferrovia centenária, com pontes de ferro, com estações abandonadas e tudo o mais. O problema é que demora, e aí a gente vai cansando.
       
      Mas tudo bem.
      O trem chega em Morretes perto do meio-dia e aí o pessoal sai louco para experimentar o famoso barreado, que também experimentamos e não achamos nem bom nem ruim. Há muitos restaurantes na cidade que servem o legítimo barreado, alguns com vista para o rio que corre sem cessar.
       
      Feito o passeio e comido o barreado, se você for voltar pra Curitiba tem o seguinte, querido: você pode voltar de trem, de ônibus, de táxi ou de van. Nós optamos por voltar de ônibus, com a Viação Graciosa. O bus é bom e veio cheio. A volta dura cerca de 1:30h até a Rodoferroviária e a passagem custou 20 e poucos pilas.
       
      À noite fomos no shopping Estação. Minha noiva decidiu comer um prato feito. E comeu mesmo.
      Já eu estava curioso pra saber como era o best burger in the world e por este motivo e não querendo mais nada, fui ao Madero e comi muito bem. Senhores, experimentem uma vez na vida.
       
      4º dia: Terça na ilha.
       

       
      Saímos de Curitiba com destino à belíssima e rústica Ilha do Mel.
      No caminho passamos em Paranaguá pra conhecer, que é uma cidade histórica e tem o segundo maior porto do Brasil. Nunca vi tanto caminhão graneleiro todos juntos reunidos. Passeamos de carro pela cidade histórica, que é realmente histórica, mas não paramos. Bastante poeira. Seguimos em frente.
       
      Não vou contar o que aconteceu pelo caminho porque não aconteceu nada.
       
      Certo. Chegamos em Pontal do Sul pelo meio-dia. Deixamos o auto num estacionamento duvidoso por R$ 10. Passei a tarde com dúvidas.
      Corremos e subimos no barco para Encantadas, que é uma das vilas na Ilha do Mel. No barco, só nós, uma mulher e os pilotos do barco. Praticamente vip. O passeio é tranquilo. Chegamos na ilha e fomos almoçar umas iscas de peixe. Minha noiva quis um prato feito outra vez.
       
      Depois de satisfeitos, fomos passear e conhecer o máximo que podíamos no pouco tempo que ficaríamos na ilha. Estava deserta. Não achamos bike pra alugar, então fomos caminhando até a Gruta das Encantadas, que, sinceramente, é só uma gruta de frente pro mar. Subimos e descemos uns morros, caminhamos pra lá e pra cá, tiramos algumas fotos e curtimos o visual bacana da ilha. A praia é bonita mesmo! Outra hora vamos com mais tempo.
       
      Pegamos o penúltimo barco pra voltar ao continente, ansiosos, com dúvidas se o auto ainda estava lá no estacionamento.
      Como sou muito esperto, bolei uma tática e disse exatamente o seguinte: 'minha querida e amada noiva que tanto amo, você fica aqui e eu vou buscar o auto sozinho. Se eu demorar mais do que 10 minutos você chama ajuda e vai me buscar'. Não precisou. O auto estava bem. Pode ficar tranquilo querido.
       
      De volta para a estrada.
      Passamos o ferryboat em Guaratuba e ficamos no Hotel Santa Paula, que é um hotel bem bonito. O hotel me pareceu um pouco antigo, mas é um ótimo hotel. Boa estrutura, confortável, limpo, bom e barato. Estava lá também hospedada uma excursão de senhoras, curtindo uma prainha.
       
      5º dia: Quarta jantamos galeto.
       
      Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta na praia. Só que o dia estava nublado. Então subimos o Morro do Cristo pra dar uma olhada, e foi isso. Almoçamos num buffet por kg e seguimos viagem.
       
      No caminho, entramos em Itapoá para ver como é que é. É uma praia que nem as outras praias: tem a areia e tem o mar e tem o porto que eu queria ver mas não vimos. Certo.
       
      Seguimos em direção a Balneário Camboriú pela BR-101 que é uma boa estrada pra se dirigir. Nem lembro onde almoçamos. Talvez nem almoçamos.
       
      Em Balneário Camboriú ficamos no Hotel Melo, que é um hotel muito bom de se ficar. Confortável, limpo, bom e barato. Aí achamos uma baita oferta, que foi o passaporte e o transfer pro Beto Carrero World no balcão de uma agência de viagens que fica no andar térreo do BIG. Cara, por um preço ótimo.
       
      Passeamos de bondindinho pela linda e bem iluminada Av. Atlântica e jantamos na Cantina Dilda. Amigo, o galeto primo canto de lá é bom demais. De entrada tem pão caseiro com vinagrete, e o galeto vem acompanhado de massa seca-barriga, polenta frita diet, maionese light e rúcula com bacon. Sempre somos muito bem atendidos lá. Comemos até envergar e fomos embora satisfeitos.
       
      6º dia: Quinta na Firewhip.
       

       
      Como combinado no dia anterior lá na agência de viagens, a van apareceu e nos levou segura e confortavelmente até a entrada do Parque Beto Carrero World. Pra você ter uma ideia, tinha até um alerta que disparava quando a van passava de 90km/h. Interessante, me senti ainda mais seguro.
       
      Cara, aqui vai a dica mais preciosa que você pode precisar: se você estiver em Balneário, vá de van ao Beto Carrero. Penso que não te vale a pena ir de carro, e de ônibus é muito demorado. Fomos e voltamos tranquilos, sem o stress de trânsito e sem pagar estacionamento. Perfeito.
       
      O Parque é muito legal e se você não conhece, precisa conhecer. Sendo quinta-feira e com o tempo nublado, acredite meu amigo: não pegamos fila nenhuma, a não ser na Firewhip, montanha-russa que me fez tremer a base. Minha noiva gostou e queria ir de novo, e depois ainda queria me levar junto pra passear na Big Tower, hahaha. Vê se pode. Não fui.
       
      Demos muita sorte. Conhecemos o parque inteiro, fomos em todos os shows que queríamos, e não perdemos tempo em filas. Parabéns. Obrigado.
      Cara, não perca o Velozes e Furiosos Show. É muito fera, bicho.
       
      Tem o seguinte também: os restaurantes da praça de alimentação estão todos combinados. O almoço livre estava em R$ 32. Eu comi uma fatia de pizza por uns R$ 9 e minha noiva um prato cheio de yakisoba por R$ 19, muito bom por sinal, segundo ela.
       
      Às 19h, depois do espetáculo Sonho de Cowboy, a van nos esperava no mesmo lugar onde nos havia deixado, para um retorno tranquilo.
      De volta à Balneário, como se não houvessem outras opções, jantamos no Madero. Depois de experimentar um pedaço do best burger in the world lá em Curitiba, minha noiva não quis mais saber de prato feito.
       
      7º dia: Sexta na Serra.
       

       
      Acordamos cedo, tomamos um ótimo café da manhã no Hotel Melo, nos despedimos com lágrimas nos olhos de Balneário Camboriú, e seguimos para o sul. Almoçamos um xis salada muito bom no Panifício e Lanchonete Real, lá em Tubarão, e pegamos a estrada até Lauro Muller. A gasolina estava um pouco cara em Lauro Muller.
       
      Subimos a Serra do Rio do Rastro com tempo nublado.
      Encontramos alguns caminhões e ciclistas pelo caminho. Até que deu um friozinho na barriga pilotar naquelas curvas. No Mirante, tiramos fotos e curtimos o visual. A Serra é coisa mais linda. É um negócio incrível. E bem gelada também. Lá em cima venta muito e é frio pra caramba.
       
      Pegamos a estrada novamente até Campos Novos. Dormimos no Bebber Hotel. Confortável, limpo, bom e barato também. Seguindo a dica do recepcionista do hotel, jantamos uma picanha gaúcha no Restaurante Candelábro. Bá, que coisa bem boa.
       
      8º dia: Sábado em casa.
       
      Depois de tudo isso, cheguei a conclusão de que todos os hotéis que ficamos eram confortáveis, limpos, bons e baratos também.
      Se você leu até aqui, muito obrigado.
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