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alansilva27

Camping em São Thomé das Letras

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Boa tarde pessoal!

Estou querendo passar o réveillon em São Thomé das Letras, irei com minha namorada. Alguém pode me indicar um bom Camping?

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    • Por igorgomesbarros
      Fala galera, tranquilos?
      Estava querendo recomendações de cachoeiras perto de BH, na região de Nova Lima, Macacos, Rio Acima, etc. De preferência uma que não fique muito cheia.
      Obrigado
    • Por filiperocha
      Oi pessoal,
       
      Compartilho com voces a pequena viagem que fiz com minha namorada para Ibitipoca/MG.
       
      Saímos de Juiz de Fora dia 03/01 por volta de 8h e, após cerca de 1h30min, já estavamos em Ibitipoca.
      -> De lima Duarte até Ibitipoca são cera de 24km de ESTRADA DE CHÃO. Nada surreal, mas é bom estar ciente
      -> Ibiipoca não tem posto de gasolina
      -> Meu telefone CLARO pegou bem, mas nao em todos os pontos da cidade.
      -> Ficamos hospedados na pousada Chalés Vale do Sol e não temos absolutamente nada pra reclamar: sala de jogos e piscina aquecida (nos salvaram em um dia que  choveu e nao tinha nada pra fazer), café da manhã ok, bom atendimento, estacionamento, etc. Ficamos na suíte que, por certo proxima a recepção, pegava sinal do Wi-Fi.
       
      Dia 01: Circuito das Águas:  Chegamos em Ibiti e fomos quase que direto pro Parque. A entrada custa 15 Temers (estudante paga meia) e pra estacionar o carro la dentro custa mais 25 Temers (tem a opção de parar o carro do lado de fora, o que dá mais uns 1,5km de caminhada ate o ponto de partida).
       
      Decidimos fazer no primeiro dia a Cachoeira dos Macacos, sendo que, no trajeto, passamos pela Ponte de Pedra e alguns mirantes. Caminhada é tranquila, creio que uns 2 km de ida e 2 de volta ao restaurante do parque, de onde partem todas as trilhas.
       
      A água estava MUITO GELADA, mas entrei mesmo assim hehehe.
       
      Nesse dia apenas lanchamos no parque e deixamos o local por voltas das 16h, mortos de fome. Fomos os centrinho da Vila e comemos um PF COLOSSAL por 20 Temers o prato no restaurante Rota Ibitipoca (ao lado do Ibitilua).
       
      Dia 02: Pico do Pião + Grutas Bom, nesse dia o tempo nao ajudou nem um pouco. Amanheceu chovendo muito e tivemos que ficar enrolando na pousada até umas 10h, quando estiou um pouco.
      Fomos para o Parque e compramos capas de chuva na loja ao lado do centro de apoio. Nossa intenção era fazer a trilha mais difícil e longe do Parque, a Janela do Céu (cerca de 17km ida e volta), mas devido ao horário e ao tempo instável, decidimos deixar pra próxima, isto porque a Janela do Ceu pede um tempo limpo, pra voce poder admirar tudo la de cima. Com a neblina muito baixa, nao conseguiriamos ver nada. Pois bem, decidimos entao ir até o Pico do Pião, passando pelas grutas no caminho. Pois é, também não conseguimos.
       
      O caminho até o pico do Piao é de 5km ida e 5km volta e tem SUBIDAS BIZARRAS. Chovia fino e ventava bastante. Indico levarem comida e muita agua, tomando cuidado onde pisam, porque um acidente ali demandaria um tempo enorme até sua companhia voltar ao centro de apoio e pedir ajuda (nao pega celular).
       
      Eu e Mara ja estavamos meio preocupados porque o parque estavam extremamente vazio, só havia a gente na trilha e, apesar da certeza quanto ao caminho (é muito bem sinalizado), não haviam outros turistas que pudessem nos ajudar caso algo acontecesse. Pra completar, quando estavamos a cerca de 4,2KM, faltando 800m pro Pico, fomos surpeendidos com uma chuva considerável e ficamos receosos em continuar a subida e eventualmente pegar um temporal no meio daquele lugar isolado. Decidimos entao voltar.
       
      Apesar de nao termos atingido o pico, valeu a caminhada, na trilha sempre cercada pela mata, onde voce pode ver inumeras espécies de pássaros, plantas e insetos e, se tiver sorte, quem sabe um lobo guará hehehe.
       
      Saimos do parque la pelas 15h e fomos novamente no Rota Almoçar. A noite, fomos comer uma pizza num "shopping' que tem na vila.
       
      No dia seguinte, tomamos café da manha e retornamos para JF. O tempo estava muito ruim e infelizmente nao nos proporcionou aproveitar o parque por completo.
        
    • Por Mavi
      Procuro pessoas do Rio e Niterói que curtam viajar de carro. Com carro ou habilitadas para dividir custos. Viagens curtas e viagens mais demoradas.
      Marcaremos um papo conforme formos montando um grupo com química boa.
       
      Mandem msg pra add no whatsapp.
       
      Obs.: Não fumantes.
       
       
    • Por Carlosfuca
      Marmelópolis é um município que está situado na Serra da Mantiqueira, sul das Minas Gerais. Fica bem próximo da região de Itajubá. Lá eu acampei no Camping e Pousada do Maeda, que, assim com toda a paisagem do local, é uma pessoa incrível, com vasta história no Montanhismo.
       
      Aqui vou relatar um pouco de como foi esses quatro dias de viagem, sempre me locomovendo de ônibus ou a pé, passando por lugares magníficos, vivenciando aventuras na mata atlântica, cachoeiras, picos e trilhas!
       
      Essa região por bem dizer era um sonho a ser realizado, na verdade a intenção foi sempre o Pico dos Marins (2420m), mas por uma questão de logística e de reconhecimento do local, preferi fazer o Pico do Marinzinho (2432m) e lá de cima poder avistar o Pico dos Marins bem ao lado. Sim, já o fitando pra uma futura caminhada...
       

       
      "O que vocês diriam dessa coisa
      Que não dá mais pé?
      O que vocês fariam pra sair desta maré?
      O que era sonho vira terra
      Quem vai ser o primeiro a me responder?
       
      Sair desta cidade ter a vida onde ela é
      Subir novas montanhas diamantes procurar
      No fim da estrada e da poeira
      Um rio com seus frutos me alimentar"
       
      Dia 1: Ônibus, esperas, ônibus, "Seu Maeda, vê se me escuta"...
       
      Antes de mais nada, vale frisar que a citação da letra 'Saídas e Bandeiras' foi entendido por mim não como uma reverência aos bandeirantes, mas ao contrario, pois ao invés de entrada é saída. Não tenho a intenção de fazer o mesmo que a história "oficial" diz, que fica a cultuar e honrar esses bandidos assassinos.
       
      Era um domingo de abril e embarquei as 07h00 sentido Itajubá, num ônibus da empresa Santa Cruz, que nesse horário tinha apenas o executivo. O custo foi de R$60,00. Esse busão deu um rolê considerável, fez umas três paradas, só vi a primeira que foi em Bragança Paulista. Nas outras paradas eu estava capotado no sono.
       
      Deu meio dia, e cheguei na rodoviária de Itajubá, de lá era a vez de embarcar num ônibus pra Marmelópolis. No site dizia que de domingo só teria as 17h30 pela empresa São José, sendo que nos outros dias tinha o das 15h30. Mas foi isso mesmo, tive que esperar até as 17h30, mas sem erro, faz parte. Era sinal que eu teria mais tempo pra almoçar, ler um livro e por que não tomar umas brejas? Assim o tempo passou rápido. Sei que as 19h00 eu estava no centro de Marmelópolis, foi hora de estender o mapa e seguir rumo ao Maeda, no breu, uma escuridão na estrada. Lá fui eu.
       
      Da igreja matriz, segui à direita passando pela pousada das flores. Com a lanterna do celular acessa, segui o caminho que começou com uma subida. O trajeto do centro de Marmelópolis até a pousada do Maeda tem em torno de 7km, estava um friozinho, mas logo tive que abandonar a blusa na mochila e secar o suor que escorria no rosto. O caminho que fiz vou deixar evidenciado na foto (27), quem tiver de carro tem placas indicativas desde o centro colocadas pelo seu Maeda. Na real, tudo que está sinalizado de pontos turísticos no Município foi ele quem fez, mostrando quem realmente promove o turismo na cidade.
       
      Deu vinte minutos de caminhada e um susto! Em meio ao escuro fiz o gesto de olhar pra cima. Fiquei 'espantado' com a quantidade de estrelas que avistei no céu. Tinha muita estrela, não chegava a iluminar a estrada de terra, mas com certeza não daria pra contar de jeito nenhum. Estrela demais, uma baita noite linda.
       
      As 20h20, cheguei na pousada do Maeda e me deparei com as luzes apagadas. Tinha apenas uma luz ao fundo acessa e por isso me fez chamar e gritar por uns 40 minutos e nada. "Boa noite!!!", "É o Carlos que vai acampar", "Olha o portão, boa noite", "Seu Maeda vê se me escuta"... Gritava e nada.
       
      Nesse momento eu percebi a bateria do celular acabando, desliguei por um momento e o escuro tomou conta, não dava pra ver nada. Eu já logo pensei, "Pronto, tô começando bem". Mas quando se está numa viagem, imprevistos podem acontecer e é necessário improvisar as vezes. Passei na pousada do Dijalma, que fica ao lado, mas parece que não tinha ninguém. O improviso foi a de montar a barraca por ali mesmo e dormir. Não dava pra acampar na frente do portão do Maeda, pois tinha muita formiga, que inclusive subiram nas minhas pernas e só fui perceber depois das dores. Então, para aproveitar o restante da bateria do celular, tirei as coisas da mochila e montei a barraca mais a frente... Foi aí que uma luz acendeu. Sim, era o seu Hideki Maeda no portão, "Esta hora, Carlos?"
       
      Dei risada e expliquei o horário do busão, que até então no nosso contato por telefone pensávamos que sairia as 15h30 e então eu chegaria mais cedo. Como foi anoitecendo, ele pensou que era algum tipo de trote. Uma pessoa ir sozinha, na caminhada, e num domingo, realmente não é muito comum. O importante é que deu tudo certo nesse dia, ainda jantei e pude ser muito bem recepcionado pelos Maeda.
       
      Quem diria que um vizinho pudesse ligar pro Maeda avisando que tinha gente gritando. Ufa, salvou!
       
      Dia 2: Pico do Marinzinho, bate-volta e autoguiado
       
      Acordei bem cedo, um friozinho ainda pairava dentro da barraca, que estava bastante úmida na parte interna. O café da manhã estava marcado pras 07:00 horas e foi enquanto eu me alimentava que o seu Maeda deu as últimas informações, contou algumas de suas histórias no montanhismo, e disse que seria uma subida tranquila. Me entregou um mapa e uma capa de chuva, item que eu havia esquecido de levar. Mostrei meu roteiro e os mapas que eu tinha em mãos e também alguns relatos sobre o Marinzinho e sua pousada. Ele leu tudo se mostrando bastante curioso ao que se tem disponível sobre sua pousada na internet.
       


       
      As 07h45, eu já estava com o pé na estrada, pronto pra um bate-volta 'Pico do Marinzinho x Camping Maeda'. A intenção era subir direto e na volta passar pela Pedra Montada.
       
      Em 35 minutos, cheguei na cerca que delimitava a reserva particular (RPPN Terra da Pedra Montada), e a partir desse ponto não se passa carro nem moto. A trilha continuou ainda bem larga, mostrando que ali fora uma estrada, estrada essa criada a mando de um prefeito jipeiro pra chegar até a Pedra Montada. Hoje em dia está em desuso e tem trechos bem erodidos, mas parece que tem um projeto de asfaltar essa parte no sentido de facilitar o turismo local.
       
      Por ora, quem alimenta a estrutura turística daquela região é o seu Maeda. E uma dica que dou: quem não tem muita experiência consegue fazer essa trilha. É só estar com a segurança básica, ter vontade e um certo condicionamento pra chegar no topo. De resto tá tudo muito bem sinalizado, sendo uma subida autoguiada. Tem trecho com cerca de arame farpado pra ninguém se perder, e as placas características e com o 'selo Maeda', estão por todo lado onde se é necessário informar a direção.
       
      Peguei um tempo excelente, e isso fez com que a minha caminhada passasse voando. Não tem nada de andança monótona, foi tudo sempre com um visual esplendido à minha direita e na esquerda, depois de um tempo, eu conseguia avistar o meu destino do dia.
       
      Depois que passei pelo trecho da Pedra Montada a trilha foi se fechando na mata, tudo estava bem demarcado, mas vira e mexe eu tinha que me agachar pra passar. Após menos de 2 horas cheguei no mirante São Pedro, quem tem 2135 metros de altitude. Ali fiz uma parada pra comer algo, beber água e recompor as energias. Dali pro Marinzinho faltava 1 hora, sendo que o estilo da trilha mudaria um pouco, seria mais rocha e tendo que fazer escalaminhada.
       
      A partir de então começou a ficar mais puxado, sorte que minha mochila tava leve, o que pesava mais eram os 4 litros de água que eu tava carregando. Com um clima agradável a caminhada ficava sussa, apenas tive que prestar bastante atenção em cada passo, assim diminuí o risco de qualquer tipo de acidente.
       
      No geral, o silêncio da mata imperava, quando os pássaros voavam, dava pra escutar o barulho das asas de muitos deles que passavam bem perto. Era uma segunda-feira e não encontrei um ser humano sequer na trilha, e nem quando eu estava já no topo do Marinzinho e admirando o Pico dos Marins, não vi ninguém subindo.
       
      Faltando pouco pra chegar no topo, o tempo fechou e todo o visual que eu tinha, nesse momento só via nuvens. Isso não atrapalhou minha navegação, pois as marcações eram constantes e também tinha cordas amarradas pra ajudar na escalaminhada em trechos mais difíceis.
       
      E foi por volta das 11h35 que estacionei no topo do Marinzinho. Todo o esforço compensado, o tempo abria aos poucos e formava uma paisagem impressionante. O cenário mudava tão rapidamente que ficava até difícil captar tudo. Depois de uns vinte minutos, a situação se estabilizou e por sorte minha com uma visão aberta pra diversas cidades, o Pico do Itaguaré, o Pico dos Marins e outras montanhas mais ao fundo. Show!
       
      Coloquei a blusa, pois ventava muito. Comi meu lanche e descansei um pouco. Lógico que tirei várias fotos, mas para além disso fiquei contemplando bastante a natureza para que eu pudesse carregar memórias assim como nas fotos...
       
      Pra descer foi tranquilo, tive um escorregão que me deixou mais atento e não baixar a guarda na segurança. Exigiu mais dos joelhos, mas foi de boa.
      Passei na Pedra Montada e foi onde vi o ponto de Água, que me pareceu ser o único da trilha. Lembrando que esse trecho da água também estava sinalizado.
       
      Percebi que o ideal é subir pra ver o pôr e o nascer do sol, mas seria necessário acampar lá em cima. Então, que fique pra uma próxima rs.
       
      Já na pousada do Maeda, caiu a ficha do rolê que eu fiz, fiquei bastante contente, tinha dado tudo certo até então, e parti direto pro banho. Deitei um pouco na barraca e as 19h00 era hora da janta.
       
      Pensa numa janta farta, comida bem diversa, uma mistura de mineira com chinesa e japonesa. Foi cobrado o valor de R$30,00, já com refrigerante incluso, salada e frutas. O valor do camping com café R$40,00; sem o café é R$30,00 a diária.
       
      Para informações sobre o Camping segue Contatos:
      https://pt-br.facebook.com/marmelopolispousadamaeda/
       
      http://pousadaecampingmaedasuldeminas.blogspot.com.br/
       
      Os dias 3 e 4 da viagem deixarei pra próxima postagem. Aguardem...
      Até mais!
       
      Fotos:
       
























    • Por arturmp
      Em minha terceira visita à Serra do Caparaó, queria chegar ao cume da Pedra Roxa (13º ponto culminante do Brasil com 2.649 mt segundo o IBGE) e conhecer a trilha ao Pico da Bandeira pelo lado Capixaba. Nas visitas anteriores, entrei pelo lado mineiro e conheci os demais cumes oficiais do parque (Bandeira, Cristal, Morro de Cruz do Negro, Tesouro e Tesourinho). Os locais se referem a um ombro do Bandeira como “pico do calçado”, mas acho que não faz sentido contabilizá-lo como um cume separado.
       
      Apesar de ser muito longe de SP, o Caparaó fornece visuais fantásticos e experiências diferentes das serras mais próximas, de modo que vale uma ou mais visitas. Por experiências diferentes me refiro ao tipo de terreno/montanha quanto o tipo de trilha. No terreno, há longos trechos de terrenos rochosos que podem ser percorridos sem trilha específica (e praticamente sem necessidade de escalaminhada) e o formato atípico do Pico do Cristal. Há trilhas muito demarcadas e utilizadas (todos os acessos ao pico da Bandeira), trilhas antigas e pouco usadas (o acesso ao Tesouro) e cumes sem trilha específica (caso da Pedra Roxa).
       
      Ida
       
      Saí de carro de Sampa na 4ª-feira à noite (24/jun), pernoitei em Volta Redonda e cheguei na entrada capixaba do parque, portaria de Pedra Menina, por volta das 14:00 do dia seguinte.
       
      Havia reservado uma vaga no acampamento Casa Queimada, mas fora dos finais de semana e feriados não é necessário. Em todas as vezes que visitei o parque em jun/jul fora do fds, havia no máximo 30 pessoas e dessa vez eu era o único visitante do lado capixaba.
       
      Os funcionários do parque passam algumas recomendações e entregam uma folha com regras/dicas. Parece menos restritivo do que o controle do Itatiaia: você assina o registro de entrada e segue em frente, sem ter que declarar explicitamente o destino (embora fique implícito que vc vai visitar apenas as atrações “normais” do parque, sem acessar os picos “esquecidos”).
       
      O lado capixaba
       
      Uma coisa interessante do lado capixaba é que os dois acampamentos podem ser acessados com carro de passeio. O primeiro acampamento é o Macieira, de onde saem trilhas curtas para duas cachoeiras (Sete Pilões – 200 m e Aurélio – 1km). Cuidado ao estacionar para não quebrar as tocas dos tatus que ficam na entrada do acampamento.
       

       

       

       
      Seguindo a estrada, há mais uma cachoeira (200 mt de trilha) um pouco à frente. Avançando, há um mirante um pouco antes do acampamento Casa Queimada.
       

       
      A estrada termina no acampamento Casa Queimada, que dispõe de bom espaço para barracas, banheiros completos e mesas. Há uma casa, mas não sei quais as regras para utilização. Passado o por do sol, li um pouco, jantei e fui dormir, sem mais ninguém no acampamento e MUITO frio .
       
      A subida ao Pico da Bandeira
       
      Acordei as 3:30 da manhã, disposto a pegar o nascer do sol no Pico do Calçado (já havia visto do Bandeira e queria um ângulo diferente). Com o frio, demorei mais do que o normal para tomar o desjejum e guardar o equipamento. Desta vez, optei por organizar tudo (exceto a barraca) e guardar no carro, o que me tomou tempo. Nas últimas visitas ao parque, deixei a mochila dentro da barraca, mas preferi não arriscar. Deixando a barraca, queria poupar tempo e deixa-la secando com o sol da manhã (ledo engano, como descrito mais pra frente...). Com a mochila de ataque e bem agasalhado, iniciei a subida as 4:25.
       
      O caminho pelo lado capixaba é maior do que o pelo Bandeira a partir do Terreirão, O ganho de altitude é 707 m vs 490 m do lado mineiro. Contudo, o visual é melhor. A caminhada é mais aberta, permitindo a observação das cidades na parte baixa e do Pico do Cristal. Um pouco antes do Pico do Calçado, é possível ver o Bandeira de um dos melhores ângulos e o Cristal. Do lado mineiro, vc sobe sem uma visualização clara do Bandeira e com pouca vista de fora da Serra.
       
      O tempo aberto deixou o visual fantástico. O céu começou a clarear um pouco antes de eu atingir o ponto em que podia visualizar o Bandeira (+ seus 4 ombros) e o Cristal. O sol nasceu as 6:21, quando eu estava no Calçado (quem quiser chegar ao Bandeira precisa andar rápido ou sair mais cedo do acampamento).
       

       

       
      A partir dali, a caminha ao cume do Bandeira é tranquila (+ uns 15/20 minutos). Cheguei as 6:47, o céu estava aberto e conheci um pessoal que havia subido durante a noite pelo lado mineiro.
       

       
      Distancia Casa Queimada - Bandeira – (um sentido): h: 4.39 km, a/p: 707m -142m
       
      Subindo a Pedra Roxa
       
      A Pedra Roxa é um pico que fica “escondido” pelo Bandeira ao longo das trilhas de acesso... podendo ser observado em alguns pontos da trilha pelo lado mineiro. Está a pouco mais de 1 km à Leste do cume, sendo o pico reconhecido pelo IBGE mais próximo do Bandeira.
       
      Pelo que entendo, há dois acessos. O mais fácil (acesso principal) é a partir do cume do Bandeira, descendo a crista à leste da Cruz. Outro caminho (alternativo) é circulando o Bandeira pelo norte no acesso mineiro. Dado o grau de declividade que existe entre a trilha capixaba e a Pedra Roxa, não acho que exista uma rota viável pelo outro lado...
       
      No ano passado, eu procurei o tal acesso alternativo circulando o Bandeira por cima, saindo do acesso mineiro, e só vi vara-mato... dessa vez queria garantia de sucesso e fui pelo acesso mais simples. Achei várias descrições dessa rota na internet, mas nenhum tracklog.
       
      Apesar de não ter trilha demarcada, o acesso principal é simples, sem escalaminhada ou vara-mato pesado. Isto gera uma boa dica de orientação, se a escalaminhada/desescalaminhada está íngreme ou se o vara mato está muito pesado, é hora de reavaliar a rota...
       

       

       
      Partindo do cume, a descida pela crista leva ao colo entre as montanhas (altitude 2530 mt). A partir dali, basta subir até o cume, preferencialmente circulando no sentido horário. Se subir em linha reta (a partir de um eixo imaginário entre os dois cumes) a subida fica muito inclinada.
       
      Saí do cume do Bandeira as 7:05, chegando no colo as 8:30 e no cume as 8:55. Enfim, eu havia conquistado a última das seis montanhas “oficiais” do Caparaó
       

       

       
      O cume é marcado por um conjunto de pedras e não possui livro de registros (algo comum a todas as montanhas do Caparaó). Eu estava ansioso para visualizar e fotografar o resto da serra a partir da Pedra Roxa, que é “deslocada” à leste de um eixo Norte – Sul que liga as demais montanhas (de cima pra Baixo: Tesouro, Tesourinho, Cruz do Negro, Bandeira e Cristal). Mas a natureza foi caprichosa e trouxe nuvens bem no momento em que eu atingi o cume. Após 30 minutos percebi que o período de céu aberto havia acabado e havia chegado de começar a caminhada de volta pro acampamento...
       
      Distancia Bandeira – Pedra Roxa (ida): h: 1.56 km, a/p: +130 -306m
       
      A volta
       
      Como normalmente ocorre nos trechos sem trilhas, a rota da volta entre a Pedra Roxa e o Bandeira foi bem melhor do que a da ida. Quem quiser o tracklog, pode entrar em contato.
       
      Uma coisa legal do colo entre as montanhas é o visual do Bandeira. Acho que é o melhor ângulo para observar a magnitude da 3ª maior montanha do Brasil (a maior 100% em território brasileiro).
       

       
      De resto, voltei pelo mesmo caminho, chegando no acampamento as 13:35. Fui surpreendido por uma forte chuva nos últimos 4 km. A trilha é tranquila e a chuva exige apenas um cuidado extra, sem oferecer dificuldades sérias.
       
      Distância percorrida (bate e volta completo): h: 12.24 km a/p: +1339 m -1339 m
       
      Em suma, a Serra do Caparaó oferece diversas oportunidades de hiking e trekking para diferentes tipos de preparo físico e experiência. Certamente vale a(s) visita(s).
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