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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia + Chile + Peru (26 dias - abril/2015) TUDO por 1.600 dólares!

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Mochilao_Bolivia-Chile-Peru_Rodrigo-Alcure.jpg.741e387d178ddd322198652d1343aa71.jpg

 

Índice do Relato:

[Pag. 1] Capítulo 1: Preparativos para a viagem

[Pag. 1] Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.

[Pag. 4] Capítulo 3: Enfim Uyuni! Três dias inesquecíveis.

[Pag. 6] Capítulo 4: Vulcões, desertos e as Lagunas Altiplânicas.

[Pag. 8] Capítulo 5: ¡Adiós, Uyuni! A beleza dos Geisers e o sofrimento dos -10ºC.

[Pag. 10] Capítulo 6: Os encantos de San Pedro de Atacama.

[Pag. 11] Capítulo 7: As Piedras Rojas, as Lagunas Altiplanicas e o Salar de Atacama.

[Pag. 12] Capítulo 8: O Salar de Tara e o adeus a Atacama.

[Pag. 15] Capítulo 9: De Arica para Tacna: cruzando a fronteira com o Peru.

[Pag. 16] Capítulo 10: Ô Maria esta suruba me excita... Arequipa! Arequipa! Arequipa!

[Pag. 17] Capítulo 11: De um luxuoso ceviche à muvuca do Mercado San Camilo.

[Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [1ª Parte]

[Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [2ª Parte]

[Pag. 22] Capítulo 13: Oásis são reais! Um dia de muita diversão pelas dunas de Huacachina.

[Pag. 22] Capítulo 14: As Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas: um passeio pelo Oceano Pacífico.

[Pag. 24] Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica.

[Pag. 26] Capítulo 16: O Vale Sagrado dos Incas.

[Pag. 29] Capítulo 17: O lindo – e traumatizante – caminho até Aguas Calientes.

[Pag. 34] Capítulo 18: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital.

[Pag. 38] Capítulo 19: Até a próxima, Machu Picchu! É hora de seguir para Puno.

[Pag. 39] Capítulo 20: Puno e o passeio pelas Islas Flotantes de Uros e Isla Taquile.

[Pag. 44]Capítulo 21: Cruzando a fronteira com a Bolívia rumo a Copacabana.

[Pag. 46] Capítulo 22: Os encantos da Isla del Sol.

[Pag. 49] Capítulo 23: O adeus à Isla del Sol. É chegada a hora de conhecer a caótica La Paz.

[Pag. 51] Capítulo 24: Chacaltaya, Valle de la Luna... e o dia em que fomos furtados.

[Pag. 57] Capítulo 25: O eletrizante downhill pela Carretera de la Muerte.

[Pag. 62] Capítulo 26: ¡Hasta la vista, baby! É hora de voltar pra casa.

[Pag. 62] Capítulo 27: Agradecimentos.

 

::hãã2:: Instagram em que costumo(ava) postar tudo quando viajo:

@queridopassaporte (não o utilizo mais, está bem desatualizado, mas tem umas publicações legais por lá)

Qualquer dúvida, estou à disposição no meu perfil pessoal: @rodrigoalcure

 

Editado:

Baixe o PDF com o relato completo:

relato_rodrigovix_mochilao_bolivia_chile_peru.pdf

Outra opção de download:

https://drive.google.com/file/d/1ttiGF8sYfNmXsc2HU72XfwKKePhJ4jiY/view

(Agradecimentos à Fernanda Arruda por ter compilado o relato em pdf pra gente - página 47)

 

 

Salve, salve, mochileiros deste Brasil varonil!

 

Cá estou eu prazerosamente cumprindo minha obrigação de compartilhar o relato da viagem que fiz em abril deste ano. Digo “obrigação” mesmo, porque me sinto moralmente obrigado a ajudar o mínimo que seja no planejamento da viagem dos próximos mochileiros, uma vez que 99%, se não 199%, se não 27.569%, se não 6,02x10²³% (aulas de química? alguém lembra? hehedeusmelivrehehe) do meu planejamento se devem aos relatos e informações presentes aqui neste fórum. Por isso, já vou logo deixando o meu MUITO OBRIGADO, CAMBADA!!!

 

Antes de mais nada, devo informar que este relato será cheio de texto, informações e fotos (muitas fotos). Portanto, praquela galera menos paciente que gosta de ir direto ao assunto, farei, ao final, uma versão resumida com as principais informações, belê?

 

O ROTEIRO:

 

O roteiro já é um clássico aqui no mochileiros. A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz é um bom caminho para irmos nos aclimatando gradativamente. Muitos optam pelo caminho inverso e sofrem muito com a brusca mudança de altitude ao chegar em La Paz.

 

mapa_roteiro_bolivia_chile_peru.jpg.1842a58fc66de38e4112b07ef866ea59.jpg

 

  • 01/04 Vitória x São Paulo x Santa Cruz de la Sierra x Sucre
    02/04 Sucre x Uyuni
    03/04 Salar de Uyuni
    04/04 Salar de Uyuni
    05/04 Salar de Uyuni
    05/04 San Pedro de Atacama
    06/04 San Pedro de Atacama
    07/04 San Pedro de Atacama x Arica
    08/04 Arica x Tacna x Arequipa
    09/04 Arequipa
    10/04 Cañon del Colca
    11/04 Cañon del Colca x Arequipa x Ica
    12/04 Huacachina
    13/04 Islas Ballestas + Paracas
    13/04 Ica x Cusco
    14/04 Cusco
    15/04 Cusco (Vale Sagrado)
    16/04 Cusco x Aguas Calientes
    17/04 Machu Picchu
    18/04 Aguas Calientes x Cusco x Puno
    19/04 Puno (Uros + Taquile)
    20/04 Puno x Copacabana
    21/04 Isla del Sol
    22/04 Isla del Sol x Copacabana x La Paz
    23/04 La Paz (Chacaltaya + Valle de la Luna)
    24/04 La Paz (Downhill)
    25/04 La Paz
    26/04 Santa Cruz de la Sierra x São Paulo

 

Quanto ao valor no título (1.600 dólares), ele se refere a PASSAGENS AÉREAS + TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS durante esses 26 dias. Só não inclui aqui os gastos prévios que tive com vestuário, bota impermeável, mochilas, câmera e equipamentos fotográficos, passaporte, etc., porque isso varia muito de pessoa pra pessoa. E como o custo em reais depende muito do preço do dólar à época, decidi manter em dólar.

 

De toda forma, a quem interessar possa, ficam aqui algumas coisas que comprei:

 

- Bota Timberland Flume Mid Waterproof

http://www.centauro.com.br/bota-timberland-masculina-flume-mid-waterproof-777831.html

 

Pra quem quer investir numa bota impermeável, é uma ótima opção, além de ser esteticamente bonita. Pisei em diversas poças d'água, peguei chuva, e os pés continuaram secos. Ela é até confortável, mas isso não costuma ser a principal característica de botas de trekking, então não espere o conforto de um tênis. Foi o único sapato que usei durante toda a viagem (além do par de chinelos, claro).

 

- Blusa e calça segunda pele (1ª camada), fleece (2ª camada) e casaco corta-vento-e-chuva (3ª camada), money belt, saco de dormir (lençol), mochila, capa para mochila, meias, toalha de secagem rápida e mais uma porrada de coisas eu comprei na Decathlon. É o lugar mais completo e barato para se comprar essas coisas. Deixei uma grana boa por lá. Dá uma olhada no site e, se tiver uma loja perto de você, melhor ainda, dê uma passada lá.

http://www.decathlon.com.br/

 

- Câmera Nikon D5300 kit de lente 18-55mm VR II

http://www.nikon.com.br/Nikon-Products/Product/dslr-cameras/1522/D5300.html

 

- Lente Wide Angle Sigma 10-20mm f4-5.6

https://www.detonashop.com.br/lente-grande-angular-sigma-10-20mm-f-4-5-6-ex-dc-hsm-para-nikon.html

 

- Tripé, filtro polarizador, disparador remoto, etc. eu comprei pelo Mercado Livre.

 

SOBRE AS MOCHILAS...

 

Usei uma Forclaz 50L Quechua...

http://www.decathlon.com.br/montanha-aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-50-litros-quechua_167478

 

E uma Targus Spruce EcoSmart de mochila de ataque.

http://targus.com/us/15_6-spruce-ecosmart-backpack-tbb013us

 

Essa da Targus eu já tinha há bastante tempo. É uma mochila mais voltada para notebook, mas como eu não queria gastar com uma mochila de ataque, optei por essa mesmo. Foi nela que carreguei meus equipamentos fotográficos durante todo o tempo.

 

Obs.: É MUITO importante uma mochila de ataque (mochila de menor tamanho) nesse tipo de viagem. Isso evita carregar peso desnecessário em diversos momentos. Não deixe de levar uma.

 

Quanto à mochila de 50L, muitos me questionaram se não era pequena demais pra 26 dias. Minha resposta é: depende. Se você não quiser lavar muita roupa, tem que levar uma maior. Agora, se você busca praticidade, 50L bastam. Levei roupa pra uma semana, mais ou menos, e usava o serviço das lavanderias sempre que necessário. É barato e você acha fácil em qualquer lugar por onde passa.

 

Aqui vai uma relação completa do que levei nessa viagem:

  • 7 camisetas
    1 camisa manga longa segunda pele (1ª camada)
    1 calça segunda pele (1ª camada)
    1 casaco fleece (2ª camada)
    1 casaco impermeável (3ª camada)
    1 calça-bermuda
    3 bermudas
    8 cuecas
    6 pares de meias grossas cano alto
    1 toca
    1 par de luvas
    1 toalha microfibra (secagem rápida)
    1 saco-lençol de dormir
    1 money belt (doleira)
    1 relógio
    1 sabonete
    1 shampoo médio
    1 protetor solar grande
    1 protetor labial
    1 repelente
    2 cadeados
    1 escova de dentes
    1 creme dental
    1 barbeador elétrico
    1 desodorante aerossol
    1 perfume
    1 cortador de unhas
    1 canivete suíço
    1 kit remédios (enjoo, dormir, dores e gripe)
    1 bepantol creme
    1 par de óculos de sol
    1 pacote de lenços umedecidos
    1 celular
    1 carregador
    1 par de fones de ouvido
    1 máquina fotográfica
    1 lente 18-55mm
    1 lente 10-20mm
    2 cartões de memória 32GB
    1 tripé grande
    1 mini-tripé
    1 kit limpeza para câmera
    1 caneta
    1 bloco de anotações
    1 capa de chuva para a mochila
    1 pasta plástica para documentos
    1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional

 

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NA PASTA DE DOCUMENTOS:

  • Cartões de embarque
    Ingresso de Machu Picchu + Huaynapicchu
    Cartão internacional de vacina (ANVISA)
    Certificado do Seguro Viagem
    Nota fiscal dos equipamentos fotográficos
    Todos, eu disse TODOS os papeis que você receber durante a viagem

 

É importante levarmos uma pasta para documentos. Levei uma dessas de plástico maleável, que permite dobrar ao meio e guardar facilmente na mochila. É ali que você vai carregar muita coisa importante, como:

 

- Cartões de embarque: Guarde-os sempre, mesmo quando já tiver realizado o voo. Nunca se sabe.

 

- Ingresso para Machu Picchu: Compramos pelo site oficial, e não por agências. Tentamos com o meu cartão e não consegui, mesmo com a liberação da VISA para compras internacionais. Tentamos com o cartão da minha cunhada, e deu certo. A dúvida então seria quanto à exigência de que o titular do cartão seja um dos que ingressarão no parque. Levamos cópia do cartão e da identidade dela, com medo de sermos barrado na entrada. Quando chegamos lá, nem olharam pra nossa cara direito. Olharam o ingresso, carimbaram a entrada e pronto.

 

- Cartão Internacional de Vacina: A vacina contra febre-amarela, por lei, é obrigatória para ingressar na Bolívia. Se você já tomou essa vacina nos últimos 10 anos, basta ir direto a um posto da ANVISA retirar o seu Certificado Internacional. No meu caso, precisei tomar de novo, porque já não tinha mais a minha carteirinha. Fui a um posto de saúde e me vacinaram na hora. Verifique antes os dias e horários de vacinação do seu posto, pois eles costumam destinar um período específico da semana pra certos tipos de vacina. Depois de vacinado, fui à ANVISA (já tendo feito previamente o cadastro no site deles, que eles pedem mais pra adiantar o atendimento) e lá emitiram o Cartão Internacional de Vacina. Aí você me pergunta, em algum momento pela Bolívia as autoridades nos cobraram este Cartão? A resposta é NÃO, como você pode ler em todos os relatos aqui do fórum. Massss, lei é lei, e você não quer dar sorte ao azar numa viagem dessas, certo? Pois é.

 

- Certificado do Seguro Viagem: Faça um Seguro Viagem. Não chore miséria e nem cogite não fazer numa viagem desse tipo. Eu fiz e foi o que me salvou, pois precisei acioná-lo. É um valor relativamente pequeno (menos de R$200) perto da segurança que é contar com o amparo médico em terras estranhas. Há relatos de pessoas que gastaram fortunas com hospitais por não terem feito o Seguro, portanto não dê essa bobeira. Eu fiz pela Mondial Travel, apenas porque foi o que mais li nas indicações aqui no fórum. Faça sua pesquisa e escolha a empresa que achar melhor, mas não deixe de se assegurar.

 

- Notas fiscais de equipamentos eletrônicos: É uma forma de comprovar que você os comprou no Brasil ou em outro local cujos impostos já foram devidamente pagos. Eu não quis arriscar e levei as notas dos equipamentos fotográficos que estava carregando. Se você estiver levando notebook, máquinas de maior valor e afins, não custa nada levar as notas, caso ainda as tenha. Não ocupa espaço e te dá mais tranquilidade. Mas eu precisei usar? Não. Nem mesmo na declaração aduaneira eu precisei registrar, porque era considerado “uso turístico”. Então é quase uma questão opcional, vai de cada um.

 

- Todos os papeis que você receber: Guarde TODOS. Muitos deles você irá precisar quando estiver retornando ou saindo daquele país, e perde-los é uma dor de cabeça que você quer evitar. Nós já aproveitamos a pastinha pra ir guardando tudo, de documentos de imigração até recibo carimbado de passeio. Sem falar que é a melhor forma de você se recordar dos lugares que visitou, os nomes, a ordem das coisas que viu, etc.

 

NO MONEY BELT:

  • Dólares
    Reais
    Passaporte
    Chave reserva do cadeado

 

O uso do money belt (uma espécie de cinto onde se guarda documentos e dinheiro e que se usa por baixo da roupa) é altamente recomendável. Deixar essas coisas na mochila pode ser muito arriscado, porque o principal problema do turismo são os altos índices de furto. Mantenha seu dinheiro e o seu passaporte com você o tempo todo, e só tire para tomar banho. Durante o único e pequeno momento em que nos afastamos do nosso money belt na viagem, deu merda. Então não se arrisquem.

 

Ah, outra dica é não deixar o cartão de crédito junto com o dinheiro e o passaporte. Por segurança, é melhor que ele esteja em um local separado. Se você for furtado ou perder seu money belt, terá o cartão para emergência. No nosso caso, deixávamos o dinheiro e o passaporte no money belt e o cartão de crédito guardado na mochila. O mesmo vale para as chaves do cadeado. Mantenha a chave reserva guardada em um local separado.

 

PREPARATIVOS PARA A VIAGEM:

 

Bom, a preparação pra essa viagem começou lá em agosto de 2014, mais ou menos. Quando digo “preparação” leia-se “- Bora viajar pela América do Sul ano que vem? - Bora! - Então fechou!”. De lá pra cá, muita pesquisa, muito rabisco, muita mudança de planos e muito obstáculo. Isso é normal, não se assustem. Se querem atingir o grande objetivo de viajar pelo mundo, estejam preparados para enfrentar de tudo um pouco.

 

As únicas coisas que compramos com antecedência foram as passagens aéreas BRA x BOL, o aéreo Santa Cruz x Sucre, o Seguro Viagem e os ingressos para Machu Picchu + Huaynapicchu, pois, se você deseja subir este último, é necessário comprar com meses de antecedência (a subida ao Huaynapicchu é limitada a dois grupos de 200 turistas por dia). Pegamos uma promoção da GOL e pagamos R$ 574,77 no trecho ida e volta SP/Guarulhos (GRU) x (VVI) Santa Cruz de la Sierra/Viru-Viru (fiquem atentos aos grandes feirões de promoção que costumam acontecer a cada dois meses em média). O trecho VVI x SRE/Sucre optamos por fazer de avião, e pagamos US$ 55. Já o Seguro Viagem, pagamos R$ 140 para cobertura Mochilão / 26 dias / Bolívia, Chile e Peru.

 

Tudo ia dando certo, dinheirinho na poupança todo mês, 13º dando aquele help, planejamento seguindo nos conformes. Masssss a calmaria antecede a tempestade, meus jovens. E foi só chegar nos últimos dois meses antes da viagem que o Universo começou a dizer “Tá achando que vai ser fácil assim, cara pálida? Negativo”.

 

Pra começar, o dólar, que já não parava de subir, decidiu entrar num foguete e decolar rumo à estratosfera. E como só compraríamos os dólares na véspera da viagem... nos F*DEMOS bonito. Só em março foi um aumento de R$ 0,35 (trinta e cinco f*cking centavos). E isso só nos deixou com duas opções: injetar mais dinheiro pra compensar a subida ou economizar ainda mais pra compensar a queda. Acabamos optando por um pouco de cada.

 

Ok, alta do dólar devidamente “digerida”, seguíamos com os preparativos finais. Mas aí o Universo deu aquela risada de deboche e disse “Pensam que acabou? Então peraí...”, e resolveu mandar o que parecia ser algo bem simples tipo O FIM DO MUNDO:

 

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Vulcões em erupção no Chile. “-Beleza, acontece.”

Dilúvio no Atacama. “-Oi??? Dilúvio na p*rra do deserto mais seco do mundo?!”

Terremoto de 5,8 com alerta de tsunami. “-Véi, na boa...”

Crise política se agrava no Peru. “-MAIS GRAVE VAI FICAR QUANDO EU CHEGAR AÍ!!!1”

 

Sacomé, a gente é mochileiro, e mochileiro brasileiro não desiste nunca. Ignoramos todo o caos, a zica e as 14 velas acesas por nossas mães e partimos rumo ao Apocalipse. Afinal, se é pra curtir o fim do mundo, que pelo menos seja de mochila nas costas batendo perna por aí, né não?

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Partiu Mochilão!!! Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude. ::dãã2::

Editado por rodrigovix

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Rodrigo, muito SHOW o seu relato!

 

Fiz 12 dias de viagem pelo Peru em Agosto fazendo Cusco, Trilha para Machu Picchu, Arequipa e o Cañon del Colca... praticamente viajei de novo com seu relato!

 

Até de alguns perrengues compartilho:

- A subida do Cañon del Colca a é surreal, nada descreve a sensação de chegar no topo e nenhum ônibus semi-cama consegue te recuperar para o próximo destino... Acho que tô cansado até hoje! Porém..... A subida de Aguas Calientes a Machu Picchu foi muito mais punk, era degrau que não acabava mais misturado com chuva, escuro e falta de a...! Tenso!!! Na boa, os 12 dólares que você pagou foram os mais bem investidos da viagem. Duvido muito que teria feito Wayne depois...

- Claramente, alguém esqueceu de desligar a central de ar em Cusco. MUITO Frio! ::Cold::

- Sério que não gostou do Mama Afrika? Algumas noites lá com ctza foram responsáveis por quebrar o meu orçamento.

 

Em Janeiro, to indo Fazer o seguinte roteiro: Santiago > Atacama > Uyuni (Espelhado!) > La Paz > Isla Del Sol > Puno > Lima.

Os próximos capítulos muito me ajudarão!

 

Grande Abs!

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  • Membros

ahahah Obrigado Rodrigo!

 

Ajudou bastante, se eu me conheço nem vou me acostumar com o saco de dormir tambem, dica boa vc deu, se for pra forrar o travesseiro, talvez eu leve uma fronha mais limpa de casa. Nem vou gastar dinheiro com isso.

Pelo visto vou fazer o Chacaltaya mesmo, downhill volta muito tarde e não posso correr o risco de perder o bus pra Uyuni.

 

De qualquer forma obrigadão. Qualquer dúvida, eu grito. kkkk

 

Abraços

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  • Membros

Obrigada pela ajuda Rodrigo!!! E a todos que estão contribuindo aqui tb!!!

 

Uma dúvida.... vc acha que da para sair de Lá Paz de manhã, ir para Copacabana e de lá já pegar o barco para isla del sol e dormir lá. .. voltar no dia seguinte para Copa... e de lá rumo a Puno e no mesmo dia pegar o último horário de passeio no lago com por do sol?

Muito corrido???

Postado
  • Membros
ahahah Obrigado Rodrigo!

 

Ajudou bastante, se eu me conheço nem vou me acostumar com o saco de dormir tambem, dica boa vc deu, se for pra forrar o travesseiro, talvez eu leve uma fronha mais limpa de casa. Nem vou gastar dinheiro com isso.

Pelo visto vou fazer o Chacaltaya mesmo, downhill volta muito tarde e não posso correr o risco de perder o bus pra Uyuni.

 

De qualquer forma obrigadão. Qualquer dúvida, eu grito. kkkk

 

Abraços

 

 

Olá Léo!!

VC sabe informações sobre esse ônibus q vai de La Paz para Uyuni a noite?? Tipo empresa, horários??

Obrigada!!

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Capítulo 18: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital.

 

17/04/15

 

23410616269_4bbe17efa8_k.jpg001_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Precisa de legenda?

 

Acordamos bem cedo, mas não tão cedo como teríamos acordado se fossemos subir pela trilha. Você pode pegar o ônibus no horário que quiser (eles saem um atrás do outro, com poucos minutos de intervalo), e nós pegamos logo o das 6h da matina. Meia hora depois, lá estávamos nós, num dos lugares mais misteriosos e visitados do planeta.

 

23482864590_9e90b59d3f_k.jpg01_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

 

Eu ainda me sentia indisposto. As questões internas não estavam completamente resolvidas (hehehe), e o corpo demonstrava ainda mais fraqueza que no dia anterior. Continuei com as comidas leves, principalmente frutas (muita granadilla, claro, a melhor).

 

A trilha de subida a Machu Picchu é simples de fazer, mas não tão simples como a da hidrelétrica até Aguas Calientes, obviamente. Afinal, é uma SUBIDA. O caminho todo é sinalizado. Você sobe e/ou desce cortando o zigue-zague que o ônibus faz. Certamente deve ser mais cansativo subir, a descida que fizemos depois foi bem tranquila.

 

trilha_machu_picchu.JPG.aa95b49b93c536f03d652668190e0496.JPG

 

Chegando lá em cima, vimos a concentração de turistas na entrada. Apesar da quantidade, entramos até bem rápido. Eles nem conferem muita coisa, apenas pegam seu passaporte, carimbam seu ingresso e pronto, tá dentro. Não pediram pra mostrar cartão de crédito nem nada (apesar do aviso impresso no boleto). Não sei se em alta temporada são mais rigorosos, mas creio que é tudo a mesma coisa.

 

23151748503_342e2f13f3_k.jpg02_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

 

Machu Picchu precisa ser visitada com guia (opinião pessoal). Do contrário, não passa de um monte de ruínas. Nós não tínhamos fechado nenhum guia previamente, e acabamos ingressando num grupo onde estavam algumas das pessoas que vieram na van de Cusco até a hidrelétrica conosco. No final das contas, pagamos 10 dólares cada ao guia. Achei UM ASSALTO, então sugiro tentarem negociar um guia ainda em Cusco, muito provavelmente será mais barato.

 

Saibam também que a visita guiada não é pelo sítio arqueológico inteiro. Cada guia opta por seguir por um dos três caminhos típicos: pela esquerda, pelo meio ou pela direita. O nosso foi pela esquerda. Andávamos um pouco, ele parava, explicava algumas coisas, seguíamos andando, parávamos, ele explicava mais coisas, e assim seguimos por mais ou menos umas 2 horas e meia. Ao final, ele disse que faria um ritual de agradecimento aos espíritos incas daquele local, em sinal de respeito. Disse que era opcional, só pra quem quisesse participar, mas botou um terrorzinho falando que alguns viajantes que debocharam acabaram perdidos na mata da região hahaha. Bom, eu participaria de qualquer forma, até porque tinha certos motivos pra me desculpar com os deuses Incas hahaha. Mas vale a experiência.

 

23752438856_78417c9b29_k.jpg03_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu

 

23696114021_57e55c33f6_k.jpg04_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu

 

23778538895_05569f6004_k.jpg05_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu

 

23778531905_b9cd8734b3_k.jpg06_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu

 

23410582919_c06aaa4489_k.jpg07_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu

 

Quando acabou a visita guiada, faltavam poucos minutos para as 10h. Nossa subida pelo Huaynapicchu estava agendada para o 2º grupo - ou seja, às 10h. Acontece que me deu aqueeeeela dor de barriga sinistra, e nós estávamos praticamente ao lado da entrada pro Huaynapicchu. Sabe o que eu tive que fazer? Correr pro banheiro. E sabe onde ficam os únicos banheiros do local? Láááá fora da entrada. E sabe onde ficava a entrada? Do ooooooutro lado de tudo. E sabe quantos minutos eu tinha? 14.

 

Sai correndo numa maratona composta de cansaço, febre, altitude elevada, sobe-desce-sobe-desce, erra caminho, volta caminho, erra de novo, e nisso foi até quase perto da entrada. Aí, como quem não quer nada, tipo essas coisas que acontecem ao acaso, EU ESBARRO COM MEU TIO. Isso mesmo!!! Meu tio, que eu nem tava sabendo que faria a mesma viagem que eu. Qual é a probabilidade disso? hahaha. Dei um abraço espantado, feliz e desesperado ao mesmo tempo (a barriga já tava rosnando), disse que precisava sair correndo porque tinha horário marcado pra subir o Huaynapicchu e que depois tentaria achá-lo no parque, e saí vazado. Na moral, essas coisas só acontecem comigo kkkkk.

 

Resumo da ópera, consegui retornar à entrada do Huaynapicchu a tempo. Haja esforço físico, meus caros. E olha que eu não estava na melhor das condições. E ter que encarar aquele Huaynapicchu ainda... Vou ser sincero pra vocês, foi muita determinação minha, mas eu não ia deixar febre ou indisposição nenhuma me impedir de aproveitar nada daquele sonho que eu tava vivendo ali.

 

Assinamos os nomes na entradinha pro Huaynapicchu e seguimos a trilha. É uma subidinha puxada, mas pra quem já tinha feito o Cañon del Colca, aquilo ali era moleza. Depois de muita parada pra respirar, suando frio, meio febril, e sendo muito ajudado por Antenor que praticamente levou minha mochila pelo caminho todo, chegamos. E valeu muito todo o sacrifício. A vista de lá é linda, parece que Machu Picchu fica minúscula.

 

23752408556_5b3297dc64_k.jpg08_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Entrada para o Huaynapicchu.

 

23410570739_1039ca0fe2_k.jpg09_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23151702363_09dab1bfc1_k.jpg10_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23482807380_60408ddc70_k.jpg11_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23410550379_29c94bf10a_k.jpg12_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23482794440_5402b27b02_k.jpg13_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

"Voar, voar... Subir, subir..."

 

23670007272_dae97728ad_k.jpg14_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23752360346_ec0c69a279_k.jpg15_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

23752352196_f0bbd25ae6_k.jpg16_huaynapicchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Huaynapicchu.

 

Dica: eu aconselharia optar pelo 2º grupo de subida ao Huaynapicchu, o que sai às 10h. Isso porque GERALMENTE nas primeiras horas da manhã ainda tem muita neblina, então você corre o risco de não ver muita coisa lá de cima. E foi o que aconteceu no nosso caso. O primeiro grupo que subiu reclamou de não ter conseguido ver quase nada. Já quando nós subimos, no segundo grupo, o céu já tinha limpado bastante, e a vista estava ótima. Mas o tempo é imprevisível, ainda mais nessas bandas. Então é apenas uma opinião pessoal, e não uma verdade absoluta.

 

Quando deu nosso horário (se não me engano você tem 2 horas pra subir e descer), iniciamos a descida e voltamos pro parque. Era hora do almoço e nossos lanches já estavam no fim. Estávamos com muita fome. Fomos lá pra fora ver os preços na lanchonete e no restaurante que tem lá (únicos locais pra comprar comida lá em cima), e todos os relatos se confirmaram: É ABSURDAMENTE CARO. Dá até raiva. Sabe quanto era o almoço? 40 dólares por pessoa. Só que a fome era imensa, e acabamos não resistindo. Compramos um sandubão e um copo de refrigerante grande e dividimos. Deu pra enganar a fome, mas não deu pra enganar nossa cara de trouxa. Sabe quanto custou a brincadeira? 25 soles pelo sanduíche e 20 soles pelo copo de refrigerante. Ou seja, meus caros: LEVEM COMIDA E ÁGUA COM VOCÊS.

 

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Passamos o resto do tempo andando livremente pela cidade. O lugar é realmente lindo. Vale muito a pena passar o dia todo lá. Cada hora você descobre um canto novo.

 

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Machu Picchu.

 

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Machu Picchu.

 

23669972502_d3f258d06e_k.jpg19_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Foto clássica inevitável.

 

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Machu Picchu.

 

23696007101_ef466c68d4_k.jpg21_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Jamais deixaria essa foto pra trás, né? rs.

 

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Machu Picchu.

 

23410479439_c83f647cc0_k.jpg23_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu.

 

23150397104_87376d8baf_k.jpg24_machu_picchu by Rodrigo Alcure, no Flickr

Machu Picchu.

 

Cerca de 16h30, faltando poucos minutos para fechar o parque (acho que fecha às 17h), iniciamos nossa descida pela trilha. Como falei antes, foi bem tranquila. Pra baixo todo santo ajuda hehe. Chegamos no hotel, tomamos um banho e saímos pra jantar. Comemos uma pizza por 25 soles (2 bebidas inclusas). Depois do banho tomado e da barriga alimentada, me organismo se aquietou e aí que pude me dar conta do quão mal eu estava. A febre tinha aumentado muito e a dor de cabeça também. Voltamos para o hotel, tentei dar uma descansada, mas não tava dando. Aí não tive mais como enrolar... Fui na recepção e acionei o Seguro Viagem.

 

Preciso dizer uma coisa que já disse nesse relato: FAÇAM O SEGURO VIAGEM. Depois do que me aconteceu nesse mochilão, nunca mais viajo sem. O atendimento foi rápido, em português, a própria atendente conversou em espanhol com o recepcionista do hotel, e depois me perguntou se eu estava em condições de ir a um hospital ou queria que o médico fosse até a mim. Aproveitei a cortesia e falei que preferia que o médico viesse. Em 15 minutos (ou menos), surge um médico com maleta e um enfermeiro segurando um suporte com soro. "Rodrigo? Você que é Rodrigo?" olhando pra mim com certa surpresa. Eu, mais surpreso ainda, disse que sim, e ele perguntou gentilmente se eu tinha condições de caminhar até o hospital, que ficava a menos de 50 metros dali. Falei que sim, e lá fomos nós.

 

Ele me examinou, fez umas perguntas, preencheu formulários, mediu pressão, todo aquele procedimento típico, até que veio o diagnóstico: intoxicação alimentar seguida de desidratação. A desidratação já estava em nível moderado. Minhas pálpebras já estavam rígidas e a língua clara. Ele me explicou que a diarréia da intoxicação me fez perder muita água, e que, pra piorar, em altitudes elevadas o nosso organismo desidrata duas vezes mais rápido, por isso muitos viajantes são internados com desidratação. Aí quando eu falei que estava desde então comendo coisas leves como a granadilla, ele riu e respondeu? "Granadilla? Essa fruta solta o intestino, é um bom laxante natural". Eu juro que teria gargalhado muito se tivesse forças pra isso. Que ironia do destino. Eu achando que estava mandando benzão lá na frutinha, e a parada tava servindo de activia no meu bucho! kkkkkkkk PQP! Só comigo mesmo.

 

Fiquei lá internado por algumas horas tomando os remédios pelo soro. Ele pediu pra Antenor comprar uns gatorades pra mim, era bom pra hidratar mais rápido. Também me passou uns remédios pra melhorar as cólicas e o enjoo, e disse que no dia seguinte eu já estaria bem melhor.

 

Pois é, meus caros. Se eu tivesse sem seguro, ele me disse que a brincadeira toda não teria saído por menos de 500 dólares.

 

Voltei pro hotel meio zonzo e fui dormir. Não lembro de muita coisa além do meu rosto babando no travesseiro.

 

SALDO DO DIA:

US$ 10 guia Machu Picchu

s/23 metade do lanche sanduba + refri

s/13 metade jantar pizza + refri

s/20 três garrafas grandes de gatorade

TOTAL: s/56 + US$ 10 (US$ 26)

 

Próximo capítulo: Até a próxima, Machu Picchu! É hora de seguir para Puno.

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Muito massa este relato!

 

Tô me programando para ir em Março (mesmo roteiro) e vou ter que dar uma melhorada no condicionamento físico antes !! hehe

 

A subida de Huayna e principalmente pelos relatos - Cañon del Colca - devem ser muito punk !!

 

Abraço

Editado por Visitante

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Eeee Rodrigooo!!!

 

Olha eu aqui lendo hahaha

 

Cara que merda esse lance da intoxicação cara. Mas ce sabe q eu fiz o meu numa viagem ano passado justamente lor causa de um relato muito famoso que tem aqui.. o da Poly! Desde então não viajo mais sem!

 

Valeu pelas dicas sobre o huayna! Vou subir em janeiro..vou tentar ver nessa època qual a melhor hora!

 

Valeu cara! MUITO BOM seu relato. Ta entre meus top 10!! Rss

 

Abraços!

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ahahah Obrigado Rodrigo!

 

Ajudou bastante, se eu me conheço nem vou me acostumar com o saco de dormir tambem, dica boa vc deu, se for pra forrar o travesseiro, talvez eu leve uma fronha mais limpa de casa. Nem vou gastar dinheiro com isso.

Pelo visto vou fazer o Chacaltaya mesmo, downhill volta muito tarde e não posso correr o risco de perder o bus pra Uyuni.

 

De qualquer forma obrigadão. Qualquer dúvida, eu grito. kkkk

 

Abraços

 

 

Olá Léo!!

VC sabe informações sobre esse ônibus q vai de La Paz para Uyuni a noite?? Tipo empresa, horários??

Obrigada!!

 

 

Olá Isabela

 

Então, vou tentar pegar o onibus com a empresa "Todo turismo". Recomendação que eu pegue por aqui mesmo, no relato dos mochileiros. Dá uma olhada no site. Pelo que entendi o horário de saída para Uyuni é as 21h. Entretanto só vou reservar mesmo, assim que eu chegar em La Paz.

http://todoturismosrl.com/

Caso o Rodrigo, e o restante do pessoal resolvam indicar outras empresas de onibus, serão muito bem vindos. kkk

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