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Um fds prolongado em Paraty

Posts Recomendados

Período: 24 a 27/10/2008 , 05 a 06/07/2015 e 15/07/2015

Cidades: Paraty - Centro Histórico

Paraty é uma cidade charmosa, que lembra uma Tiradentes a beira-mar. O centro histórico bonito e preservado revela casarões, sobrados e igrejas interligados por ruas, onde o calçamento original, a iluminação de época e a proibição de trânsito de carros confere um charme adicional. A maioria das construções foi covertida em pousadas, retaurantes ou lojas, mas conservando a arquitetura original.

Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015. Na verdade, o novo relato se refere apenas a uma passagem rápida pela cidade na ida e na volta da viagem a Ilha Grande.

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
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A cidade

Paraty está situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. Faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.

Como chegar

Paraty está localizada a cerca de 245 km da capital Rio de Janeiro e a 330 km da cidade de São Paulo. O principal acesso é pela Rod. Rio-Santos (BR-101), que liga Paraty a Ubatuba a oeste e a Angra dos Reis a leste. Para se chegar a BR-101 pode-se vir de Taubaté, pela Rod. Oswaldo Cruz (SP-125) ou de Barra Mansa, pela Rod. Presidente Getúlio Vargas e Rod. Engenheiro Francisco Saturnino Braga (RJ-155). Existe outro acesso a partir de Cunha, pela Rod. Paulo Virgínio e Rod. Vice-Prefeito Salvador Pacetti (SP-171 e RJ-165), porém o último trecho não é pavimentado.

  • Rodoviária, Rua Jango Pádua, s/n, Patitiba, 3371-1224

Transporte circular em Paraty

  • Várias linhas circulares atendem a cidade. Por exemplo, há linhas para Trindade, Laranjeiras, Paraty-Mirim e Divisa de Ubatuba. A frequência das partidas é normalmente maior em dias úteis. É melhor confirmar horários previamente

 

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

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Quando ir

Dezembro, janeiro e fevereiro, no auge do verão, são os meses da alta temporada. Feriados prolongados e festividades durante o ano também atraem turistas, destacando a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), que acontece no começo de agosto.

 

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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Onde ir 

A nomenclatura das ruas confunde um pouco, pois existem ruas com dois nomes diferentes. Veja a equivalência a seguir:

  • R. Domingos Gonçalves de Abreu - R. Patitiba
  • R. Tenente Francisco Antônio - R. do Comércio
  • R. Marechal Santos Dias - R. da Matriz
  • R. Dr. Pereira - R. da Praia
  • R. Marechal Deodoro - R. da Cadeia
  • R. Dr. Samuel Costa - R. do Rosário
  • R. Comendador José Luiz - R. da Ferraria
  • R. Maria Jácome de Mello - R. da Lapa

Centro Histórico:

  • Chafariz do Pedreira, Praça Presidente Pedreira, à entrada do Centro Histórico
  • Igreja do N. S. do Rosário, R. do Comércio com a R. Dr. Samuel Costa, das 13-17h
  • Sobrado dos Bonecos, R. do Comércio
  • Câmera Municipal, R. Dr. Samuel Costa, 29, visitas marcadas, seg a sex, 8h30-11h30 e 13-17h, 3371-1266 ramal 223 ou 3371-2070
  • Igreja Matriz de N. Sra dos Remédios, R. da Matriz
  • Praça do Imperador ou Praça da Matriz, último sobrado à esquerda, com sacadas em madeira, é a a Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
  • Centro Cultural SescParaty, R. da Matriz, 20, fb.com/sescparaty
  • Igreja de Santa Rita; Museu de Arte Sacra, Largo Santa Rita, seg-sex das 9-12h e 13-17h
  • Quartel da Fortaleza da Patitiba - Antiga Cadeia e atual Biblioteca Fábio Vilaboim e Pinacoteca Marino Gouveia, Largo de Santa Rita, seg-sex das 9-12h e 13-17h
  • Sobrado na R. da Matriz (considerado o mais antigo da cidade), próximo à igreja de Santa Rita, no início da rua
  • Casa da Cultura, Rua Dona Geralda, 177, 3371-2325, http://www.casadaculturaparaty.org.br/#/pt_br/home ter-dom das 10-22h. Centro Cultural com exposições, shows e eventos. O espaço conta com auditório e o Café Cultural que une gastronomia e arte com exposições e coquetéis, ter-dom das 10-13h e 14-22h
  • Teatro de Bonecos, R. Dona Geralda, 327, 3371-1575 / 1161, [email protected]ecparaty.org.br, http://www.teatroespaco.com.br/ Apresentações às qua e sáb às 21h (às sex em temporadas e feriados). Teatro de bonecos, sem palavras
  • Capela de N. Sra das Dores, R. Fresca
  • Sobrado do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança, próximo à Capela de N. Sra das Dores
  • Santa Casa de Misericórdia de Paraty
  • Capela Santa Cruz da Generosa, atrás da Igreja Matriz de N. Sra dos Remédios, à margem direita do rio Perequê-Açu, no Beco do Propósito
  • Mercado do Pescador, R. da Praia
  • Passos da Paixão
  • Cruz das Almas
  • Ruínas do Portão, atrás do estádio municipal

Praias:

  • Praia do Pontal, Centro Histórico
  • Praia da Jabaquara
  • Em direção do Rio de Janeiro: Praia Grande, São Gonçalo e Tarituba
  • Em direção a São Paulo: Paraty-Mirim, Saco do Mamanguá, Cajaíba, Laranjeiras e Trindade

Ilhas:

  • Ilha Deserta. Em frente à Ponta da Cajaíba, no início da Enseada do Pouso, a 90 minutos do cais de Paraty. Acesso marítimo pelo cais de Paraty ou por Paraty-Mirim.
  • Ilha da Cotia. Entre o Saco de Santa Cruz e o Saco da Preguiça, a 120 minutos do cais de Paraty.
  • Ilha do Algodão. Entre a Ponta do Arpoador e a Ponta da Cajaíba, a 45 minutos do cais de Paraty. É a maior ilha da Baía de Paraty, com altitude de 230m. Excelente ponto para mergulho e pescaria. Restaurante do Hiltinho, especializado em peixes e frutos-do-mar.
  • Ilha dos Cocos. Próxima à Ponta de Fora da Ilha do Algodão, a qual se encontra interligada por imenso lajeado logo abaixo da linha d'água, sobre a qual deve-se tomar muito cuidado ao conduzir uma embarcação. Aproximadamente a uma hora da cidade
  • Ilha dos Meros. Entre a Ponta do Arpoador e a Ponta da Cajaíba, em pleno mar aberto, a 120 minutos de Paraty. Perto da ilha dos Cocos.
  • Lages dos Meros. Próxima à ilha dos Meros, essa grande Lages, com profundidades de 3 a 18 metros é um dos melhores pontos para mergulhadores com alguma experiência. Aguarde um dia de águas limpas para aproveitá-la melhor.
  • Parcel dos Meros. O ponto mais afastado da cidade ( aproximadamente uma hora e 40 minutos). Formado por dois grupos de pedras, afastados 150 metros um do outro, possui profundidades de 4 a 25 metros. Evite mergulhar no parcel se o mar estiver mexido ou com correnteza.
  • Ilha dos Ratos. Pequena formação insular, entre a Ilha Comprida de Fora e a Ilha dos Meros, em frente à Ponta do Arpoador, a 8 milhas náuticas de Paraty.
  • Ilha do Catimbau. Pequena formação rochosa entre a Ponta Grossa de Paraty e a Ponta do Arpoador, em frente à Ilha Comprida, a 35 minutos de Paraty, ótima para mergulhos, com visibilidade de até 15m. Pertence ao Sr. Pérsio Freire.
  • Ilha Comprida de Fora. Ao norte da Ilha do Catimbau, em frente ao Morro da Conceição, a 40 minutos do cais de Paraty. Boa para mergulhos e pescarias. Disputa com a Ilha dos Cocos a condição de melhor pesqueiro da região, devido às suas águas límpidas e transparentes e sua populosa vida subaquática.
  • Ilha da Pescaria. Entre a Praia Vermelha e a Praia das Lulas, próxima às ilhas do Catimbau e Comprida de Fora, a 8 milhas náuticas de Paraty. Entre a ilha e o continente encontra-se o Canal do Cristo, de águas claras e transparentes, ponto de visita quase obrigatório dos saveiros que circulam pelo mar de Paraty. Sua orla é enriquecida por costões rochosos e pedras isoladas, muito procurada para mergulhos diurnos e noturnos, com profundidade média de 10m e boa visibilidade. Como seu próprio nome indica, constitui excelente ponto pesqueiro muito conhecido na região. Ilha particular.
  • Ilha dos Ganchos. Entre a Ilha do Mantimento e a Ilha Comprida de Fora, em frente à Ponta Grossa de Paraty, a 45 minutos da cidade. Acesso marítimo pelo cais de Paraty.
  • Ilha dos Cachorros. Entre a Ilha Rasa e a Ilha do Mantimento, em frente à Ponta do Jurumirim, a 15 minutos do cais de Paraty. Piscina natural de água salgada cercada de pedras constitui excelente pedida para tomar banhos de mar com total segurança.
  • Ilha da Bexiga. Entre a Ponta da Tapera e a Ponta do Bom Jardim, próxima ao cais de Paraty. Possui apenas 0,14 km2 de área. Sua única praia, à oeste da ilha, com apenas 30m, localiza-se no interior de pequena enseada. Uma trilha na encosta conduz ao ponto mais alto da ilha (45m), onde se encontram as ruínas do forte da Bexiga, um dos 7 fortes que compunham a defesa de Paraty. Visitas franqueadas pelo proprietário, mas restritas aos períodos de maré baixa, devido à difícil abordagem.
  • Ilhas Duas Irmãs. Entre a Ilha Rasa e a Ilha da Bexiga, a 10 minutos do cais de Paraty.
  • Ilha Sapeca. Fica entre a Ilha do Malvão e a Ilha Comprida, a 40 minutos do cais de Paraty. É também conhecida pelo nome de Ilha do Sapê. Sua pouca profundidade constitui um verdadeiro paraíso para mergulhadores iniciantes. Pequena trilha na encosta conduz ao alto da ilha (45m), verdadeiro mirante natural com belo visual sobre a região.
  • Ilha Rapada. Ao norte de Paraty, em frente à Ilha do Araújo, a 60 minutos de Paraty. Nela funciona um farol da Marinha, automático, sem guarnição. Acesso pelo cais de Paraty, por Tarituba ou pela Praia Grande.
  • Ilha do Araújo. Entre a Ponta da Praia Grande e a Ponta do Rosa, em frente ao Saco Grande, a 6 milhas de Paraty. Possui vários condomínios, escola rural, igreja, bares e até uma pousada. Em torno da ilha existem 4 lindas praias: Salvador Moreira e Pontal (leste) e Tapera e Brava (oeste).
  • Ilha do Ventura. Entre a Ilha das Cabras e a Ilha das Palmas, próxima à Pedra da Graúna, a 60 minutos de barco de Paraty. Possui apenas uma pequena e acolhedora praia, com extensão de 20m, sombreada por pitangueiras. Foi declarada, extra-oficialmente, em 1990 área franqueada para a prática do nudismo, embora ainda pouco frequentada por naturistas. Acesso marítimo por Tarituba, Praia Grande ou pelo cais de Paraty.
  • Ilha do Pico. Em frente ao Saco da Barra Grande, próxima à Ilha Redonda, à 100 minutos de barco de Paraty. Possui convidativa praia com cerca de 50m sombreados por aroeiras, de areia clara e fina, banhada por águas límpidas, ideal para banhos.
  • Ilha do Maçarico. Entre a Ponta do Guareta e a Ponta do Meio, em frente ao Morro da Barra Grande, a 100minutos ao norte de Paraty. Boa para mergulhos de observação. Acesso marítimo por Tarituba, Praia Grande ou Paraty.
  • Ilha do Cedro. Entre a Laje Preta e a Ilha do Caroço, na altura da Praia do Taquari, a 115 minutos do cais de Paraty. Nela existe acolhedora praia com extensão de aproximadamente 50 metros, de areias amarelas e finas, banhadas por águas calmas, indicada para banhistas e sombreada por árvores copadas.

Cachoeiras:

  • Cachoeira do Coriscão ou Cachoeira da Laje ou Cachoeira da Laje Preta. Fica na Vila do Coriscão, com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, sentido Paraty Ubatuba, a 500m do trevo de entrada para Paraty. Seguir pela estrada de terra batida por 9 km, tomando rumo à direita na Ponte do Corisquinho. Logo acima se encontra o Poço das Andorinhas.
  • Poço das Andorinhas. Fica no vilarejo chamado Corisco, na zona rural do município, com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, sentido ParatyUbatuba, a 500m do trevo de entrada para Paraty. Fica à margem da estrada de terra batida, a 5 km da Rio-Santos, na chamada Estrada do Corisco, onde se encontra uma bifurcação. Deve se tomar o curso à esquerda por mais 2 km, distando 7 km de Paraty. Quem não possuir carro pode usar o ônibus da Colitur Paraty Corisco.
  • Cachoeira da Usina ou Toca da Ingrácia. Fica à margem da Estrada Paraty Cunha, logo após a Ponte Branca, onde se encontra a maioria das cachoeiras de Paraty, a pouco mais de 6 km da cidade. Fica em frente à uma formação rochosa existente à margem da estrada. É formada por pequeno desnível do Rio Perequê Açú, com formação de poços e piscinas naturais. Quem não dispuser de condução própria deve se utilizar da linha Paraty Penha da Colitur, que sai da Rodoviária de Paraty, pedindo para descer na Ponte Branca, próxima à qual se encontra o atrativo.
  • Cachoeira da Pedra Branca, o acesso é fácil, bem sinalizado, basta pegar a Estrada Paraty-Cunha e dobrar a direita, pegando a estrada de terra, após a Ponte Branca. Até esse ponto é possível ir de ônibus também. Essa estrada é de terra, mas de carro comum dá para chegar, percorrendo cerca de 1 km, segundo guias, não tenho certeza, pois embora tenha passado por ali, não prestei muita atenção. A caminhada até a cachoeira é bem curta, menos de 5min. Entrada paga, há restaurante no local. Ela é bonita e tem duas quedas d'água de acesso fácil. Fica ao lado das ruínas da primeira usina de força que servia à Fábrica de Farinha de Banana do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança. Quem não possui carro pode se utilizar da linha Paraty Penha da empresa Colitur.
  • Poço do Inglês, segue-se a mesma estrada para a Cachoeira Branca. Antes de chegar a essa cachoeira, estaciona-se na beira da estrada e segue-se uma trilha até o local. Há uma pequena placa (pequena mesmo, acho que estava pregada num poste) na beira da estrada, indicando o início da trilha. A trilha é curta, seguindo um pequeno curso de água até o local. Não há queda d'água, apenas um poço e uma corda que o pessoal usa para balançar e se jogar no meio do poço
  • Cachoeira da Tobogã ou do Penha. Integra igualmente o "Circuito das Águas" de Paraty. Situa se no final da linha ParatyPenha da Colitur. O acesso acontece através de trilha de 200m, situada próximo à Igreja de N.S. da Penha, à margem da Estrada Paraty Cunha. Prática do "surf de cachoeira".
  • Cachoeira do Bananal, Estrada Paraty-Cunha (RJ-165), no chamado "Circuito das Águas", com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, da qual dista cerca de 6 km. É formada por um desnível de 15 metros no sinuoso curso do Rio Perequé-Açú
  • Cachoeira do Iriri. Fica próxima à Praia de lririguaçú, na altura do km158 da Rio-Santos, a apenas 6 km do distrito de Tarituba e a 26 km de Paraty, com entrada à esquerda da rodovia. A queda envolve um conjunto de 3 saltos e 2 piscinas naturais. Quem não puder ou não quiser usar condução própria, pode se utilizar do ônibus da Colitur Paraty Angra.
  • Cachoeira do Taquari. Acesso por estrada de terra batida que sai da altura do km 160 da Rio-Santos, em plena zona rural do município, antes do abrigo de ônibus intitulado "Sertão do Taquari", a 20 km do trevo de Paraty. Subir pela trilha na encosta, à esquerda da estrada vicinal que sai da rodovia em direção ao Sertão, local em que o Rio Taquari desce profundo numa garganta de pedras negras, formando o atrativo. A cachoeira forma piscinas naturais de 15m por 4m, represada por imensos paredões de pedras escuras que se refletem nas águas. Quem não estiver de carro pode utilizar o ônibus da Colitur Paraty Angra.
  • Cachoeira da Graúna. Acesso através do km172 da Rio-Santos, sentido Paraty Angra, a 15 km da cidade de Paraty. Seguir pela estrada vicinal, de terra batida, que sai da rodovia na altura indicada. Servida pelos ônibus da Colitur que saem da rodoviária em direção à Angra dos Reis.
  • Cachoeira da Trindade. Acesso pelo km202 da Rodovia Rio-Santos, onde fica o trevo de entrada que conduz à Vila de Trindade. Nas proximidades do centro da vila, siga em direção à Ponta Leste, passando pela Praia de Fora ou dos Ranchos. Entre pela trilha da cachoeira, situada às margens do rio que desce a encosta para desaguar na Praia dos Codós, situada entre a Praia do Meio e a Praia do Caixadaço, à direita da Ponta Leste e da Ilha do Tesouro, também conhecida como Ilha da Trindade. Após caminhada de 2 horas, considerada de grau leve, atinge se trecho encachoeirado do rio, com várias quedas de água em cascatas, com formação de poços e piscinas naturais. O local possui uma grande pedra com passagem subterrânea para as águas que saem do outro lado do rio, constituindo autêntico sumidouro natural.

Parques e APAs:

  • Parque Nacional da Serra da Bocaina, históricas "trilhas do ouro". Na Vila de Penha, à beira da Estrada Paraty-Cunha, em frente à igreja. Trilha deve ser percorrida com guia, horários podem ser conferidos com Joseli, 9971-5838/3372-0200. Paga-se entrada de 20,00
  • Área de Proteção Ambiental do Cairuçú
  • Reserva Ecológica da Joatinga, abrange: Juatinga, Sono, Antigos, Ponta Negra, Antiguinhos, Cajaíba, Calhaus, Itaoca, Itanema, Martim de Sá, Deserta e Praia Grande
  • Parque do Paraty-Mirim, abrange a área de Paraty-Mirim à Independência
  • Área de Proteção Ambiental da Baía de Paraty

Fazendas:

  • Fazenda Murycana: segue-se a mesma estrada para a Cachoeira Branca, mas fica logo no início da estrada. Entrada paga. Museu em casarão do séc XVIII, Restaurante, Mini - zoológico, Rancho com coisas da fazenda (queijos, mel, compotas, etc.), Alambique, Queda d’água com piscina natural, Cavalos de aluguel. Atividades como arvorismo e trilha são pagas à parte
  • Fazenda Boavista, foi um tradicional engenho de Paraty
  • Fazenda Itatinga, antigo casarão colonial e engenho bem simples, que hoje se encontra quase em ruínas. Uma cachoeira corre ao lado por uma grande pedra. Seu acesso é possível no km 193 da Rio-Santos, após cerca de 1 km é preciso saltar e seguir à pé.
  • Fazenda Bom Retiro, a 3 km da cidade, nas proximidades da Rio - Santos (BR101). Possui casa grande bem conservada e os seus antigos donos ainda vivem lá.

Outros:

  • Forte Defensor e Casa da Pólvora; Museu de Arte e Tradições, Morro do Forte, qua-dom das 9-12h e 14-17h. Dá para ir a pé, a partir de Centro Histórico. Tem vista panorâmica da Praia de Jabaquara
  • Mini Estrada Real, Estrada Paraty-Cunha km 02, Bairro Pantanal, 3371-9763, http://www.miniestradareal.com/ diar das 9-17h30min. O Parque Temático Histórico e Cultural representa a Estrada Real em miniatura, com réplicas do caminho do ouro. Visitas guiadas
  • Igreja de N. Sra da Penha, Vila de Penha, à beira da Estrada Paraty-Cunha
  • Igreja de N. Sra da Conceição (1720), Paraty-Mirim, acesso por estrada de terra (8 km), a partir da Rodovia Rio-Santos, a 9 km do trevo de Paraty. É a igreja mais antiga da cidade
  • Caminho do Ouro (ou Estrada Real), construída pelos escravos para escoar o ouro de MG a Paraty
  • Alambiques de cachaça artesanal

Dicas e comentários sobre passeios:

  • Confira o calendário de eventos e festas da cidade, pois todo mês tem algum evento na cidade
  • A cidade concentra expressões culturais e artísticas diversificadas, de artistas de rua e artesãos que estendem suas mercadorias nas calçadas a lojas de artesanato e ateliers de artistas plásticos
  • Centro histórico é muito charmoso e preservado, com casas antigas (em sua maioria, atualmente convertidas em lojas, restaurantes e algumas pousadas) e iluminação de época, não há postes, a iluminação foi trocada e a fiação é subterrânea. Um passeio a pé pelo centro é ótimo! Para quem não quer/pode caminhar, o passeio de charrete é uma opção
  • Os carros não podem circular dentro do centro histórico, apenas nas ruas do entorno. Cuidado ao estacionar o carro no período de maré alta, pois corre-se o risco da água invadir as ruas. Vimos alguns carros no meio da água (o nível estava baixo) nas ruas perto do rio e da praia
  • É difícil andar nas ruas com o calçamento "pé de moleque", por causa das pedras irregulares. Escolha um bom tênis. Chinelo e sandálias não são adequados
  • No centro, a Praia do Pontal não é bonita nem limpa. O Rio Perequê-Açu deságua na praia como esgoto, infelizmente
  • Disseram que as melhores praias de Paraty ficam em Trindade, mas não tive tempo de conferir. Também disseram que a vila conta com certa infraestrutura de hospedagem e alimentação
  • A Av. Beira Mar é bonita, com ciclovia/espaço para caminhadas. Porém ficaria mais bonita se beirasse um rio limpo e não com esgoto
  • Dessa vez, descobri por que Paraty é conhecida como a “Veneza brasileira”. Vi algumas ruas inundadas por conta da maré alta. O nível da água não estava tão alto que desse para passear de canoa (como eu vi em algumas fotos), mas deu para curtir o clima e tirar várias fotos com o efeito interessante do casario refletido nas águas. O visual fica bem bacana, mas pode ficar complicado passar por alguns trechos, principalmente próximo ao cais e à Igreja de Santa Rita. Algumas ruas têm uma espécie de calçada mais alta pelas quais é possível caminhar. Cuidado para não escorregar! Infelizmente a água é suja, pois é a água da Praia do Pontal/Rio Perequê-Açu e depois que a maré baixa, as ruas ficam meio sujas/barrentas. Segundo informações que tive, a cidade foi projetada considerando-se as marés, com construções acima do nível da rua e passagens, na mureta que cerca o Centro Histórico, para a água entrar e limpar as ruas, principalmente dos estrumes de cavalos e burros
  • A maré alta fica mais alta na lua cheia e na lua nova. Considero mais interessante a lua cheia, pois além da maré mais alta (e mais baixa também), o visual da lua cheia no mar é bem bonito. Disseram que entre junho a agosto, a maré sobe mais do que nos outros meses, mas não sei se a informação procede
  • Há várias agências de turismo no Centro Histórico e proximidades, na Av. Roberto Silveira. Todas praticam preços e roteiros parecidos com pequenas variações
  • Passeios de escuna podem ser contratados nas agências de turismo ou direto nas embarcações, no cais, com preços, roteiros e tipos de embarcações parecidos. Pode-se ir ao cais, dar uma olhada nas embarcações e se informar sobre o passeio. O passeio sempre tem duração de 5h com 4 paradas em praias e ilhas e o roteiro não é bem definido, varia conforme a embarcação e dia. Fomos com a Bucaneros III. O atendimento foi bom, mas o roteiro seguido não foi o informado previamente. Acho que a maioria serve refeições e porções a bordo e não pára em ilha/praia para almoçar. Informe-se sobre música ao vivo e couvert artístico, pois este pode encarecer o passeio em cerca de 25%. Normalmente ele pára em 4 desses lugares: Ilha Comprida, Ilha da Pescaria, Ilha do Mantimento, Ilha do Algodão, Enseada da Preguiça, Lagoa Azul, Praia Vermelha, Praia da Lula, Praia de Jurumirim, Praia Saco da Velha, Praia da Conceição, Praia do Engenho e Praia da Akita
  • O passeio Jeep Tour passa por algumas cachoeiras e alambiques. É bom para quem está sem carro e/ou não quer se preocupar com qual caminho seguir. Os lugares visitados podem ser alcançados com ônibus. Alguns ficam bem perto do ponto de ônibus, como as atrações da Vila da Penha, mas outras como a Cachoeira Branca, Poço do Inglês e Fazenda Murycana ficam mais longe e você terá que caminhar um pouco, depois de descer do ônibus ou terá de seguir por estrada de terra, se estiver de carro. A estrada de terra é boa. Para seguir por conta própria basta pegar mapas e informações no centro de informação turística. Fazendo o passeio com agência, informe-se se ingressos estão inclusos. Almoço no Restaurante Villa Verde é meio caro. Disseram que almoço na Fazenda Murycana é bom, mas não experimentei, então não posso confirmar
  • Loja Girassol Artesanato, R. da Matriz, perto da Igreja Matriz. Boa para comprar pequenas lembranças
  • Loja Nau Capitania, tem miniaturas muito lindas das casinhas de Paraty, em gesso ou material reciclado

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
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Onde ficar

  • Pousada La Cigale, Av. Otavio Gama, 162, 3371-5092 / 1884, [email protected], http://pousadalacigale.com.br/. É uma pousada simples, básica, mas é agradável e confortável. Limpa e bem localizada, próxima à rodoviária e ao Centro Histórico (dá para ir a pé), atende bem. O único ponto negativo que eu identifiquei é que o isolamento acústico do quarto é muito ruim, dá para ouvir qualquer barulho de fora. Voltaria lá, mas levando um protetor auricular :) O prédio parece estar em bom estado de conservação e tem área de lazer pequena, mas agradável, com uma piscininha cercada de plantas. O quarto e o banheiro são de tamanho razoável, não são muito espaçosos, mas também não são apertados, dá para circular confortavelmente. O quarto é bem equipado, itens como colchão de mola, TV LCD pequena (apenas canais abertos), AC novo e ducha com aquecimento central garantem o conforto. Tem wifi, mas estava bem lento. Café da manhã é simples, básico, mas é bom. O café da tarde é bem simples (com café, bolachas e bolo), mas vai bem, na volta de um passeio. Acho o valor da diária compatível com o que ela oferece. Em dias de semana na baixa temporada, os preços com desconto são convidativos. Os funcionários foram atenciosos
  • Pousada Capitão, R. Joao Luiz do Rosario, 18, 3371-1815. Optei por ela, por ter ar-condicionado e piscina e ficar localizada próxima ao Centro Histórico. Mostrou ser uma boa relação custo/benefício. É simples, mas é limpa, organizada e o atendimento é bom. Café da manhã é bom

Outras opções:

  • Pousada Pôr do Sol. Um casal nos disse que é simples, porém boa
  • P. do Tesouro, R. das Palmeiras, 10, Chácara, 3371-2092
  • Velejador Hotel, R. Dom Pedro II, 70, 3371-1278
  • P. Sonho Meu, R. João Luis do Rosário, s/n, Patitiba, 3371-2069
  • P. Coco Verde, R. João Luiz do Rosário, 03, 3371-1039
  • P. Marcel, R. Oscar Pinto da Silva, 03
  • P. Imperador, Av. N. Sra dos Remédios, 27, 3371-3036, Praia do Pontal
  • P. Centro Histórico, Rua da Lapa, Centro Histórico, 3371-3036 / Nextel: 87*9030
  • Solar do Algarve, R. Derly Ellena, 28, Patitiba, 3371- 1173
  • Casa da Colônia, R. da Cadeia, 502, Centro, 3371-3036 / Nextel 87*9030

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Hospedagem dentro do Centro Histórico pode ser barulhenta, por causa dos restaurantes/barzinhos e passagem de pessoas
  • Se estiver sem carro, acho que uma boa opção é ficar hospedado perto do Centro Histórico, pela facilidade de sair para passear, jantar e dar uma volta na cidade à noite
  • Olhando o mapa de Paraty, parece que os bairros da área urbana são pequenos e próximos. Para ficar bem próximo ao Centro Histórico e se locomover apenas a pé, parece boa escolha selecionar uma pousada nos bairros Parque Imperial, Fátima, Patitiba ou Pontal. Há outros bairros como Caborê, Chácara e Chácara da Saudade que não ficam longe, mas já estão a meio caminho do portal da cidade
  • Com carro, existem boas opções de hospedagem, um pouco mais afastadas do Centro Histórico, com infraestrutura melhor
  • Deu um pouco de trabalho selecionar pousada em Paraty. Consultando o TripAdvisor, ficamos na dúvida, pois ele é uma boa fonte de opiniões/avaliações, mas é muita informação controversa... Praticamente todas as pousadas consultadas tinham tantas avaliações negativas quanto positivas, independente do valor das diárias. Não consegui achar uma que fosse simples, mas “ajeitada e decente” e com boas avaliações. No final das contas, optei por uma que era simples, mas estava no Guia Quatro Rodas. Deu razoavelmente certo

 

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Onde comer

  • Quintal Verde, R. Domingos Gonçalves de Abreu, 03. Variada, PF/executivo. O ambiente é simples, mas é agradável, ajeitadinho. Fica na rua da "borda" do Centro Histórico, onde é permitido transitar carros. O cardápio à la carte tem pratos individuais (tipo PF/executivo), tem várias opções, são simples, mas caseiras e saborosas. Considerando-se que é uma cidade turística, achei o preço bom e uma relação custo/benefício boa. Pedimos PF de peixe frito e uma jarra de limonada suíça. Estava tudo muito bom
  • Thai Brasil, R. do Comércio 308A, 3371-2760 / 99901-9618, [email protected], seg-sáb a partir das 18h. Tailandesa. Achei o ambiente bem agradável, com variados objetos de decoração. Tem música ambiente e ventilador. Cardápio à la carte com pratos individuais bem servidos. Foi a primeira vez que experimentei a culinária tailandesa, então não posso opinar se os pratos são autênticos ou dar um parecer mais preciso. Dividimos uma entrada com vieiras. Os pratos principais foram macarrão frito e curry verde. Tudo bem temperado e gostoso. Pedi a versão suave do curry verde de lula (poderia ser frango), mas achei bem apimentado; como o nome diz, é verde com cheiro e gosto bem peculiares; é exótico e bastante condimentado, tem um tempero bem diferente que acho que não agrada a todos os paladares; é completamente diferente do kare raisu (a versão japonesa do curry indiano) que eu conheço; foi bom para experimentar, mas eu não pediria esse prato novamente; De sobremesa, banana empanada (massa bem fina) com sorvete e coco ralado. Os preços não são baratos, mas são compatíveis com a qualidade oferecida
  • Café Paraty, R. do Comércio, 253, 3371-0128. Variada. Ambiente bem agradável no Centro Histórico. O local é bacana e tem certo charme. Além das mesas na área interna, tem algumas mesas pequenas na rua. Tinha fila de espera, mas passamos na frente, pois íamos apenas tomar um café e comer um sobremesa no balcão do restaurante (tem um extenso balcão com banquetas). Cardápio à la carte, tem pratos individuais, mas acho que também tinha pratos para duas pessoas. O atendimento é muito bom. Os preços são mais altos, mas é um local diferenciado
  • Finlandês Jaatelo - Sorvete Artesanal, R. Dr. Samuel Costa, 77. O ambiente da sorveteria é bem agradável, tem AC e os sorvetes são ótimos, em especial o creme finlandês. Os preços não são baratos, mas são compatíveis com a qualidade que oferecem
  • Restaurante Santa Rita, esquina da R. da Matriz com a R. Santa Rita, 3371-1206. Experimentei o prato típico, peixe com banana da terra. Comida é muito boa, porção grande, custo médio. Local é agradável e atendimento bom. Relação custo/benefício é muito boa
  • Restaurante Sabor do Mar, R. Domingos Gonçalves de Abreu, s/n, Centro Histórico, 3371-1872. É um restaurante/peixaria, você pode comprar o peixe para preparar em casa ou escolhê-lo para preparo no restaurante. Comida é boa, porção de tamanho médio, custo médio. Local é agradável e atendimento ótimo. Relação custo/benefício é boa
  • Restaurante Netto, R. Jacinto de Melo (R. da Lapa), 402, em frente ao Itaú, 3371-6997. Pedi carne, mas parece que o forte deles é peixe. É um restaurante mais barato, comida é boa, porção de tamanho médio. Relação custo/benefício é boa
  • Restaurante Villa Verde. O local é muito bonito, à beira do Rio Perequê-Açu, mas a relação custo/benefício é muito ruim, pois é caro, a comida não é lá essas coisas, porções são pequenas e atendimento deixa a desejar. Normalmente o passeio “Jeep Tours” pára nesse local, acredito que seja um convênio entre agências de turismo e o restaurante
  • Sorveteria Sorveterapia, Av. Roberto Silveira, próximo ao Centro Histórico. Bom
  • Sorveteria Ice Paraty, esquina da R. da Lapa com a R. do Comércio. Bom, gostei dos sorvetes de frutas, se não é natural, pelo menos parece ser
  • Sorveteria Pistache, dentro do Centro Histórico. Bom, mas é mais caro

Outras opções:

  • Gamboa, R. João Luis do Rosário, 172, 3371-7578. Hambúrgueres artesanais, tapiocas, sucos combinados e funcionais, caipirinhas, café, açaí, vitaminas
  • Le Castellet, R. Dona Geralda 44, 3371-1944. Francesa
  • Istanbul, R. Manoel Torres. Árabe
  • Manuê, R. João do Prado, 01, 3371-5096. Cafeteria, Sanduíches
  • Emirados Esfirraria, Luis Rosário, 10. Árabe
  • Vitorianis Grill, R. Santa Rita 195, 33718508. Variada, frutos do mar
  • Restaurante Sabor da Terra, Av. Roberto Silveira, perto do Centro Histórico. Self-service por Kg. Um casal nos disse que era simples, porém bom. Há outros restaurantes self-service, por perto, nessa mesma avenida
  • Restaurante Panela de Barro, onde são servidos PFs, foi indicado também por outra pessoa
  • Pizzaria dos Amigos, R. João Luiz do Rosário, esquina com R. Presidente Pedreira, 3371-2212. Parece bem simples
  • Restaurante Caravelas, R. da Matriz, 334, 3371-7532. Também tem o prato típico, peixe com banana da terra. Parecia bom, mas não tivemos tempo de experimentar
  • Sushi Bark, 8112-5489/8127-0168. Restaurante flutuante, um barco leva até a escuna com decoração típica. Parece bem legal, mas não experimentamos
  • Restaurante Grão da Terra, R. da Cadeia, s/n, 3371-8627/9994-4728. Opção para os vegetarianos. Não experimentamos
  • Paraty 33. Não fomos lá, mas um casal nos disse que o couvert artístico era bem salgado

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • No geral, restaurantes no Centro Histórico são mais caros. Há opções mais em conta na Av. Roberto Silveira e proximidades
  • Descobri em Paraty uma nova taxa: a taxa de turismo em restaurantes. Já tinha visto essa taxa, mas em hotéis. Apenas um dos restaurantes, nos quais eu fui, cobrava essa taxa
  • Uma dica é levar lanche aos passeios e almoçar/jantar na cidade, quando retornar, pois almoço dos passeios geralmente são caros e não são bons
  • Verifique se restaurantes e/ou passeios tem música ao vivo, pois apenas o couvert artístico pode custar cerca de 20,00 por pessoa

 

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Dicas

Contatos úteis:

  • Prefeitura Municipal de Paraty, Alameda Princesa Isabel, s/n, Pontal, 3371-9900
  • Secretaria de Turismo, Alameda Princesa Isabel, s/n, Pontal, 3371-2899
  • Portal de Informações Turísticas, Av. Roberto da Silveira, s/n, Portal, 3371-1897, diar das 8-20h. Fica na entrada da cidade
  • CIT, R. Dr. Samuel Costa, 29 (esquina com a R. do Comércio), 3371-1222, diar das 8-20h

Links úteis:

Prefeitura de Paraty
Paraty Turismo e Ecologia
Paraty Cidade Histórica

Receptivos Turísticos:

  • Paraty Tours, Av. Roberto Silveira, 11, 3371-1327/2651
  • Águia Tour, R. Jango Pádua, s/n, ao lado da rodoviária, 3371-2733/6264

Outras opções:

  • Paraty Best Travel, R. José Vieira Ramos, 04 - Sala 05, (2)4 3371-1661
  • Paraty Adventure, Praça do Chafariz, 3371-6135
  • Terra Vista Tour, Rua do Comércio, 46, 3371-2701/1751
  • Paraty Hostel, R. Antônio Vidal, 120, 3371-2223

Dicas:

  • Há dois centros de informação turística, um no portal, outro no meio do Centro Histórico. Atendimento é bom, há mapas e folders disponíveis
  • No verão, alta temporada, os preços dobram. Nos feriados, ano novo e carnaval, eles triplicam, além de ficar entupido de gente
  • O mapa que agência Paraty Tours oferece continua excelente e os funcionários, muito atenciosos
  • Supermercado Carlão, R. Manoel Torres, s/n, Parque Imperial, perto da rodoviária. É grande, bom
  • Supermercado Rosado, Av. Roberto Silveira, mais próximo ao pórtico. É grande
  • Há um bocado de estrangeiros na cidade

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Relato de viagem de 2015

Domingo, 05/07/2015 - nublado em Taubaté, chuviscos ocasionais em Paraty
Rodoviária de Taubaté, Rodoviária de Ubatuba, Rodoviária de Paraty, Pousada La Cigale, Centro Histórico, Flip

Saímos de Taubaté às 7h50min com destino a Paraty. Desembarcamos na Rodoviária de Paraty. Seguimos para o Centro Histórico. A ponte que liga o Centro Histórico ao Bairro Pontal e, no momento, à principal tenda da Flip, estava toda enfeitada com faixas coloridas da Flip e a movimentação era bem grande. Seguimos até a Pousada La Cigale que é agradável e ajeitadinha. No check-in, conversando com a funcionária Marimarcia, descobrimos que demos uma volta desnecessária, era possível traçar uma rota praticamente reta entre a rodoviária e a pousada cruzando o rio por uma pequena passarela. Almoçamos no Rest. Detinha Sabores, mas não gostamos da comida. Apesar dos chuviscos ocasionais, seguimos até o Centro Histórico e paramos para um café e sobremesa no Café Paraty que é charmosinho. Iniciamos a exploração do Centro Histórico. A cidade estava bem cheia, provavelmente por conta da Flip, mas já era o último dia do evento. O policiamento estava intenso também. Atravessamos a tumultuada ponte de novo e contribuímos para o congestionamento parando para tirar algumas fotos. Para falar a verdade, eu não tinha interesse em ir à Flip, foi apenas uma coincidência. Não tinha pesquisado nada, nem olhado a programação do evento. Entretanto, aproveitando a ocorrência, seguimos em direção à tenda principal da Flip, ali na Beira Rio, do outro lado do Centro Histórico. Vimos movimentação de participantes da Flip e de pessoas que pareciam ser apenas turistas curiosos como nós. Depois de xeretar pelo evento, voltamos para a pousada que fica bem perto da Flip. Aproveitamos o café da tarde, simples, mas que caiu bem depois do passeio. Resolvemos continuar a exploração do Centro Histórico. A maioria dos casarões está bem conservada, só alguns estão em ruínas e um ou outro em restauração. Passamos por outras tendas da Flip espalhadas no centro. Fui surpreendida quando vi a maré inundando as ruas da cidade. Aproveitei para tirar fotos com o efeito interessante do casario refletido nas águas. De última hora decidimos ir ao Rest. Thai Brasil. É um local bacana e foi interessante para experimentar. Paramos no Sorvete Finlandês que é bem charmosinho e tem ótimos sorvetes. Por acaso, me deparei com o CIT e aproveitei para pegar um mapa. No domingo à noite, provavelmente por causa da Flip, as ruas e restaurantes estavam cheios e havia bastante artesanato e artistas nas ruas. A R. da Cadeia estava bastante movimentada, os barzinhos/restaurantes com mesas na rua. A R. do Comércio também estava cheia e índios estendiam seu artesanato nas calçadas.

Segunda, 06/07/2015 - dia parcialmente nublado
Rodoviária de Paraty, Cais dos Pescadores, Pousada Tony Montana, Praia Grande de Araçatiba

Tomamos um café simples, mas gostoso e a área do café da pousada é bem agradável. Fizemos o check-out e saímos a pé em direção à Rodoviária de Paraty, agora pelo caminho mais curto. Pegamos um ônibus circular comum com roleta e duas portas. Tem dois bagageiros pequenos, um embaixo e outro acima dos bancos. Dá para levar bagagem, mas é mais fácil se as malas não forem grandes e se o ônibus não estiver lotado. O ônibus era meio velho, judiado, fazia bastante barulho e sacudia muito, enfim o normal de um ônibus circular. Pouco depois que pegamos a Rodovia Rio-Santos, o ônibus pifou. Tivemos que aguardar o próximo horário, mas era o direto, esse com ônibus convencional, sem roleta e apenas uma porta, era bem mais silencioso e macio, ainda que meio antigo.

Continua no relato de Ilha Grande...

Quarta, 15/07/2015 - parcialmente nublado
Cais dos Pescadores, Rodoviária de Paraty, Centro Histórico, Rodoviária de Ubatuba, Rodoviária de São Luiz do Paraitinga, Rodoviária de Taubaté

Depois do café da manhã, embarcamos no flexboat para retornar a Angra dos Reis. O flexboat chegou por volta das 8h15min, vindo de Araçatiba. A lancha é bem rápida e não espirra água. Chegamos cedo, por volta das 8h40min, desembarcamos ao fundo do Cais dos Pescadores e vi uma tenda improvisada do CIT. Aproveitei a oportunidade para pegar mapas novos para a minha coleção. Seguimos em direção ao ponto de ônibus em frente à Estação Santa Luzia. Fazendo o caminho de volta para casa, primeiro pegamos o ônibus Angra dos Reis-Paraty, às 9h20min. Chegamos à Rodoviária de Paraty depois de 2h de viagem. Como o próximo ônibus ira demorar, resolvemos procurar um guarda-volumes na rodoviária e sair para almoçar na cidade. Passeamos rapidamente pelo Centro Histórico, mas deu para curtir. Como cada visita é uma experiência única, vi algo que nunca tinha visto, as ruas estavam enfeitadas com bandeirinhas amarelas e brancas para a Festa de Santa Rita de Cássia que estava ocorrendo no período de 10 a 19 de julho. Almoçamos no Rest. Quintal Verde e foi uma boa escolha, os PFs são simples, mas saborosos. Depois do Sorvete Finlandês, voltamos à rodoviária e embarcamos no ônibus para Ubatuba e depois para Taubaté, fazendo ainda uma conexão em São Luiz do Paraitinga para chegar a nossa cidade ao final do dia.

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Relato de viagem de 2008

24/10/2008

Taubaté, Paraty

Pegamos o ônibus para Paraty e depois de cerca de 3h30min chegamos ao nosso destino. Caminhamos até a Pousada Capitão, pois era perto e como já passava das 22h, nem saímos mais.

25/10/2008 - Dia nublado, garoando na parte da manhã e tarde

Jeep Tour, Centro Histórico

Fomos à agência Paraty Tours e reservamos o passeio Jeep Tours. Aproveitamos o tempo antes do passeio para dar uma volta. Fomos até o Cais, passamos pela Praça da Bandeira e vimos a Igreja Santa Rita. Passamos por algumas ruas do Centro Histórico e voltamos. O tempo não animava, estava garoando, mas já que estávamos lá, resolvemos ir com tempo feio mesmo. Outras pessoas pensaram o mesmo, pois saíram cerca de cinco jeeps com essa agência para o passeio. No nosso jeep estavam dois casais muito simpáticos de BH e mais um casal da Espanha, que está aqui temporariamente a serviço e, muito animado, está aproveitando os finais de semana para conhecer o país. A garoa passou, mas o tempo continuou fechado e frio para tomar banho de cachoeira. A primeira parada foi na Cachoeira da Pedra Branca, é bonita, fica num local onde antigamente funcionava uma usina hidrelétrica, agora há um restaurante no local e é cobrado ingresso para ir até a cachoeira. Próxima parada foi no Poço do Inglês. A graça do local consiste em se dependurar numa corda, igual Tarzan e mergulhar no poço. Vimos alguns macaquinhos na beira da estrada. Fizemos uma visita rápida à Fazenda Murycana. O local é agradável, há um museu, um restaurante, um local para praticar arvorismo e um alambique, onde se pode degustar vários tipos de cachaça e licores. Ao lado do museu pode-se experimentar o café adoçado com rapadura. Há cobrança de entrada e atividades como arvorismo são cobradas à parte. Continuamos por uma estrada de terra, para ir ao Restaurante Villa Verde. Passamos por um local muito bonito, onde se tem uma bela vista do Rio Perequê-Açu, correndo lá embaixo. Nesse ponto a água é limpíssima, nada do esgoto que se vê no centro. No outro morro fica localizado um SPA. O local, onde o restaurante foi construído é muito bonito e o ambiente do restaurante é legal, mas não vale à pena. Os preços são muito salgados para o atendimento e os pratos do local. Porém acredito que seja um convênio entre as agências de turismo e o dono do restaurante, por isso esse passeio pára nesse restaurante para almoçar. Depois seguimos por uma trilha, atrás do restaurante, e atravessamos uma ponte pênsil para alcançar a estrada Paraty-Cunha. Desse ponto seguimos até a Vila de Penha, quando começou a garoar de novo. Nesse local fica a Igreja de N. Sra. da Penha, que foi construída em cima de uma pedra, o que dá um charme especial à pequena igreja. Ao lado há um centro de informações do Caminho do Ouro e o início da trilha para a Cachoeira do Tobogã. A caminhada é curta. O local é famoso pela prática de surf. Os mais experientes, descem surfando pela pedra, enquanto os mais prudentes descem sentados escorregando. Em frente à igreja há outro alambique, o Engenho d'Ouro, onde se pode conhecer o processo de fabricação da cachaça, bem como degustar os produtos. Também é interessante a Casa de Farinha. Partimos para o último ponto de visitação, a Flora Paraty, onde há uma exposição de orquídeas e bromélias, que estão à venda. Há várias estufas e um jardim muito bonito. Voltamos para a cidade e estava frio, tomando vento no jeep e um pouco de chuva, pois embora estivesse com capota, as laterais são abertas. De volta a pousada, tomamos um banho e demos uma volta na cidade. Resolvemos jantar no Restaurante Sabor do Mar e experimentar uma parrillada, segundo conselho do pessoal de BH. O restaurante é ótimo, bom atendimento e local agradável. Foi caro, mas uma vez na vida vale a pena experimentar :) Passamos na Sorveteria Sorveterapia, local é agradável e os sorvetes são bons. O Centro Histórico estava bem cheio e animado. Vimos alguns artistas de rua, uma dupla tocando e cantando, outra pessoa fantasiada de bruxa, que parecia uma estátua e estava tão perfeita que uma pessoa colocou a mão no rosto da bruxa e tomou o maior susto quando esta se mexeu.

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26/10/2008 - Dia ensolarado, parcialmente nublado

Passeio de escuna, Centro Histórico

Resolvemos fazer o passeio de escuna. Fomos até o cais, olhar as embarcações e ver o roteiro. Acabamos optando pelo Bucaneros III, pois o rapaz disse que passaria na Ilha Comprida e Ilha do Mantimento e Praia do Jurumirim, que eu queria conhecer, mas no final das contas, eles alteraram o roteiro e não passaram nesses dois locais. Aproveitamos a manhã, antes do passei sair, para dar uma volta no Centro Histórico e também para tomar sorvete. Dessa vez, experimentamos a Sorveteria Pistache, no Centro Histórico. É bom, mas mais caro. Passamos pela Igreja de Santa Rita, Mercado do Pescador, Praça da Bandeira, Largo do Rosário, Igreja N. Sra. do Rosário, Igreja Matriz de N. Sra. dos Remédios, Praça Monsenhor Hélio Pires (da Matriz), Cine Teatro Paraty, Casa da Cultura e Câmera Municipal. Procurei pelo Sobrado dos Bonecos, mas parece que não funciona mais. Depois dessa volta no Centro Histórico, voltamos ao cais, para o passeio de escuna. Passamos pela Ilha da Pescaria, Praia da Lula, Ilha Comprida e Praia Vermelha. O passeio é mais legal para quem gosta de fazer snorkeling e também para quem sabe nadar. Todos os lugares que ele pára não dá pé, mas pode-se ir para as praias de bote. Essas duas ilhas são apenas para fazer snorkeling ou nadar, não há praia, pelo menos não no lado que a escuna parou. Curti o passeio, mas acabei ficando na escuna, só admirando a vista. Os lugares são bonitos, mas nada de excepcional. Levamos um lanche e não almoçamos no barco. Encontramos um casal de SP e pegamos umas dicas sobre Trindade, mas decidimos que ficaria para outra vez. Passamos na rodoviária para comprar a passagem de volta e aproveitamos para ir ao Supermercado Carlão, ali perto. O supermercado é bom, grande, com bastante variedade. Jantamos no Restaurante Netto, no Centro Histórico. Simples, mas bom. Fomos à Sorveteria Ice Paraty, no Centro Histórico, muito bom. O centro já estava bem mais vazio, pois muitos que vem passar apenas o final de semana, retornam no domingo à tarde.

 

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27/10/2008 - Dia nublado

Centro Histórico e entorno

Resolvemos ir até o Forte Defensor. Fica no alto de um morro, mas é perto do Centro Histórico. O local é bonito com bela vista da Praia da Jabaquara. Vimos a Av. Beira Rio, que como o nome diz, beira o Rio Perequê-Açu. A avenida está bonita, cuidada, com ciclovia, mas não podemos dizer o mesmo do rio, que está muito poluído. Voltamos pela Praia do Pontal, que infelizmente é suja, e aproveitamos para passar na Capela de N. Sra. das Dores. Estava bem quente e voltamos para o hotel para curtir uma piscina antes de fechar as contas. Pedimos para guardar as mochilas e demos uma última volta pela cidade. Aproveitamos para experimentar um prato típico da região, comemos peixe com banana, no Restaurante Santa Rita. É um local agradável com bom atendimento e a comida é muito boa. Após isso tomamos sorvete na Sorveteria Ice Paraty, de novo. Passamos pela Antiga Cadeia, pelo Fórum Sílvio Romeiro e Capela Santa Cruz da Generosa, no Beco do Propósito. Finalmente voltamos à pousada para pegar nossas mochilas e ir até a rodoviária, rumo a nossa cidade de origem

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Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

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10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
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Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
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    • Por nnaomi
      Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.
      Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.
      É bastante comum o Roteiro Volta da Ilha que faz o contorno completo da ilha, emendando uma trilha na outra e pernoitando em pousadas ou campings. Salienta-se que é necessário pegar um barco de Aventureiro a Parnaioca, pois é proibido entrar na Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul que é fiscalizada pelo INEA. Porém há relatos de quem passou por esse trecho.
      Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.
      O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
      Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h
      Fonte: site do INEA
      A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma UC de Proteção Integral com sede na Vila do Aventureiro e são permitidas apenas visitas de cunho educacional e para a realização de pesquisas científicas, mediante prévia autorização.
      Fonte: site do INEA
      A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.
      Dicas:
      • Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região
      • Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro
      • Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande
      • Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas
      • Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado
      • O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época
      • Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.
      • Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna
      • Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido
      • Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos
      • Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar
      • Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com
      • Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br
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      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
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      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/
       
      Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje.
       
      Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar.
       
      Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro.
      Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil!
       
      Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá!
       
      A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também!
       
      A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas.
       
      Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer.
       
      Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro.
       
      Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty.
       
      Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso!
       
      Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão.
       
      A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)!
       
      Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo.
       
      Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
       
      Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado!
       
      E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas.
       
      O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade.
       
      Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas!
       
      A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos.
       
      Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar.
       
      Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!
    • Por Cyndell Floresta
      Queridos mochileiros, 
      Esse relato é da minha primeira travessia, já havia feito trilhas difíceis e longas, mas uma trilha de dias de duração, foi a primeira. No ano novo de 2012/2013 fui de Trindade até Ponta Negra, acampando na Praia do Sono. Foi então que, encantada com a paisagem selvagem da região inserida em uma Unidade de Conservação, em 2015 eu e mais duas amigas resolvemos ir de Trindade até Pouso da Cajaíba. Gostaria de aproveitar e agradecer os relatos que li aqui no fórum, nos ajudaram muito nessa travessia, posso garantir que não nos perdemos nenhuma vez. Obrigada a todos que colaboram nessa rede. 
      Saímos de São Paulo bem cedo no dia 26/12/2015  de ônibus, rumo a Paraty-RJ. Pedimos ao motorista para nos deixar na entrada da Vila de Trindade, lá esperamos o ônibus Municipal de Paraty para descer até a vila. 
       

      Ponto de ônibus na beira da Rio-Santos, entrada da Vila de Trindade.
      Na foto da esquerda para a direita: Eu, ainda estudante na graduação de Engenharia Florestal, Angela, chilena, na de medicina e a Nara também na florestal.  
      Pegamos o ônibus e descemos no último ponto, a Vila do Oratório. É lá que inicia-se a trilha para a Praia do Sono. Um sol forte, mesmo já tendo passado das 14:00, nos deixou bastante ofegantes, mas a trilha é bem demarcada e fácil. Chegando lá, nos aconchegamos num camping mais ao fim da praia, a fim de ficarmos próximas da trilha para a Praia dos Antigos, seguiríamos bem cedo no dia seguinte
      .  
      Nem começou e já deu uma canseira kkkk.

      Na praia do Sono, depois de desarmar nosso camping.
      De manhã, como combinado, fomos rumo a Praia da Ponta Negra. A primeira parada foi na Praia dos Antigos, lá tem uma pequena queda d'água que desemboca na praia, ficamos lá um bom tempo, estava extremamente quente e o mar era um convite irrecusável nesse paraíso.

      Subida íngrime entre a Praia do Sono e a Praia de Antigos, já de manhã o sol castigava nossas cabeças!
       

      Como podem ver, a Angela resolveu levar seu violão para a viagem!
        
      No cantinho com sombra na praia, passamos um bom tempo curtindo a Praia dos Antigos.

      Paraíso, sem mais.
      Chegando a Praia de Ponta Negra, acampamos no Camping da Branca, resolvemos dormir cedo, pois no dia seguinte faríamos a trilha para a Cachoeira do Saco Bravo, a ideia era passar o dia lá e dormir novamente em Ponta Negra, para só então no outro dia seguir em frente na travessia para a Praia de Cairuçu das Pedras.

      A caminho da Cachoeira do Saco Bravo

      Ponta Negra vista de cima.

      Vista linda da trilha.

      Suando muito, mas tudo muito bem compensado com essa vista verde a perder-se no horizonte. É uma satisfação enorme ver a Mata Atlântica assim S2.

      Minhas queridas!

      Curtindo muito fazer a trilha sem o peso dos mochilões!

      A cachoeira do Saco Bravo é incrível, fiquei realmente impressionada com o lugar. A cachoeira fica no costão rochoso, desaguando portanto no mar. A única forma de acesso é por trilha, não há como ir de barco.

      Reparem na proporção, o tamanho da pessoa lá embaixo.

      Mais uma desse pico incrível. 


      Na volta da trilha, nos deparamos com flores lindas na mata.


      Chegamos no fim da tarde em Ponta Negra, tomamos um banho, jantamos e fomos dar uma volta para se despedir do pico.

      Bateu uma saudade essa foto! Vista linda da Praia da Ponta Negra.
      Partimos pela manhã para Cairuçu das Pedras, a trilha é longa, mas escolhemos ir devagar e parando para curtir a trilha, demoramos cerca de quase 5 horas, com toda certeza dá pra fazer em menos tempo. Porém paramos para comer, curtir algum curso d'água que estivesse pelo caminho e cantar muito com o violão!

      Nessa foto, estamos ainda em Ponta Negra com mochilão e violão!

      Flor extraterrestre.

      Pelo caminho, só as belezas da Mata Atlântica. Reparem nessa bromélia!
      Chegamos em Cairuçu das Pedras ainda de dia. A praia é lindíssima e as águas límpidas. Acampamos no quintal dos caiçaras que nos receberam super bem, o camping fica no alto. De lá, a vista da praia com o céu estrelado é um show e serviu de palco para muitas canções com o violão na única noite que passamos por lá. 

      Uma das fotos mais lindas da viagem!!

      No deck em frente a Cairuçu.

      Mais uma nessa praia maravilhosa.

      Nos munimos de banana para seguir viagem, agora, rumo a Martim de Sá para passar a virada de ano!

      Olhem a vista de Cairuçu!!!
      Bem cedinho, partimos para Martim de Sá, nosso objetivo era passar a virada de ano lá e também ficar alguns dias (mas acabamos estendendo até o dia 12 de janeiro). A trilha foi tranquila,  quando chegamos lá, nos deparamos com o camping bem lotado. Depois de dar várias voltas, conseguimos achar um cantinho legal para armarmos nosso acampamento. Martim de Sá tem uma vibe e energia únicas, é fácil fazer amizades e logo todo mundo vira uma grande família. Nossa estada lá foi i-nes-que-cí-vel, é um verdadeiro paraíso na Terra. 

      Parada para refrescar a caminho de Martim de Sá.

      Impossível não parar a trilha para curtir essa água doce transparente no meio da mata! A trilha também é atração principal, tanto quanto o destino final!
      Martim de Sá tem muita coisa pra fazer, não dá pra ficar entendiado! Tem o Encontro dos Rios, a cachoeiras, além de estar num local estratégico para ir até Cairuçu, Praia da Sumaca e Pouso da Cajaíba num tempo de trilha relativamente curto.
      O ano novo foi demais, foi feita uma fogueira na praia e todo mundo do camping se reuniu para celebrar a passagem do ano, vibe indescritível da galera, o céu "estralando" de estrelas, o clima perfeito!


      Curtindo a praia de Martim de Sá antes da grande virada.

      Um pouco do clima de Martim de Sá!

      Goró na mão pra não passar em branco! kkkk

      Feliz, feliz, feliz.....

      É disso que to falando! S2!

      Fogueira e música.
      Os dias transcorreram com muita alegria e aventura, como disse, acabamos ficando até o dia 12 de janeiro. Nesses dias fomos conhecer a Praia da Sumaca, voltamos a Cairuçu e íamos frequentemente para Pouso da Cajaíba para pegar mais comida e bebidas e dar um alô para nossa família. O camping, assim como em Cairuçu, é bem roots, o que pra mim não é problema algum, lá não tem energia elétrica e nem sinal de celular, é uma experiência única ficar REALMENTE desconectado do mundo moderno, posso afirmar que você curte sua viagem de maneira diferente e com certeza mais intensa. A conexão com a natureza nesse lugar é muito forte e logo começa a transparecer no nosso corpo físico. Eu me sentia extremamente bem lá, sempre disposta e com muita energia! Nosso mental/emocional fica muito ZEN e você se vê sendo gentil, amável e sociável com todas as pessoas. Lugar mágico!

      Cachu em Martim de Sá.


      Em dia de chuva em Martim, era comer e tocar violão.

      Camping esvaziando após a virada de ano.

      Um pouco mais do camping.

      Sossego em Martim.

      Eu no canto direito de Martim de Sá, por onde parte a trilha até o Encontro dos Rios.


      Bica no meio da praia Martim de Sá.

      Cachoeira do escorrega, mais conhecido como escorreguinha. 10 minutos de trilha.

      A caminho da Sumaca.

      Trilha para a Praia da Sumaca, já estávamos próximas.

      Na descida para finalmente chegar a Praia da Sumaca

      Morrendo de calor, mas estamos aí!
      Praia da Sumaca



      A Praia da Sumaca é ma-ra-vi-lho-sa. Dá para acampar também. Assim como em Martim, mora apenas uma família caiçara no local que dispõe de uma área para camping, também sem energia elétrica e sinal de celular: Roots!

      Eu e a praia da Sumaca S2
      Outra grande atração de Martim de Sá é o Encontro dos rios. Um grande curso d'água que deságua direto no mar, para chegar até lá, basta pegar uma trilha rápida no canto direito da praia.

      Angela no Encontro dos Rios.

      Pescaria.

      Na dúvida de pular ou não!
       
      Vai que vai!

      Vários protelando o momento do salto!
      Com tantos dias em Martim, aproveitamos e retornamos num bate-volta até Cairuçu das Pedras com toda a turma do camping!

      Turma reunida para a foto, que lembrança! 
      Após o bate volta para Cairuçu, começava a chegar a hora de partir de Martim de Sá. Aproveitamos nossos últimos dias no paraíso para então levantar acampamento até Pouso da Cajaíba, onde pegaríamos o barco para Paraty.

      Eu e minha irmãzinha Nara aproveitando os últimos dias em Martim.

      Hang Loose!

      Angela, mandando bem nos malabares.

      Abacaxi!

      Em Pouso da Cajaíba, aguardando a saída do barco até Paraty.

      Depois de muitos dias, tomando um guaraná geladíssimo!

      Pouso é uma delícia também, na próxima, pretendo acampar um dia lá antes de ir para Martim de Sá.
      Chegando em Paraty descobrimos que só tinha passagem para dali 2 dias, então aproveitamos duas noites super agitadas na cidade. O bom é que a despedida foi gradual, seria muito abrupto sair daquele lugar tão isolado, rodeado pela natureza, e já ir direto para São Paulo!
      Espero que tenham gostado do relato dessa odisseia. Recomendo muito esta aventura, estou a disposição para tirar dúvidas! Aliás, foi ótimo relembrar a viagem através desse breve relato, é o meu primeiro, então pode não estar bem estruturado, mas tentei passar um pouco da minha experiência com as fotos e os textos breves!
      No inicio deste ano (2019), fiz uma viagem de uma semana para a Praia do Puruba em Ubatuba, lugar mágico! Em breve farei o relato dessa trip! 
      Abraços, mochileiros! 
       
       
       



    • Por eitagu
      Fala, galera!
       
      Esse é meu primeiro post aqui no site e eu quis escrevê-lo como forma de retribuir tudo o que li aqui que me foi MUITO útil pra montar esse roteiro. Inicialmente seríamos dois amigos fazendo essa viagem, mas chamamos mais umas pessoas e acabamos viajando em quatro. Nossa meta era gastar em torno de R$1k cada e ficar dez dias de rolê pela costa verde - região do RJ que engloba Paraty, Angra e suas particularidades.
       
      Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. 
       
      Se alguém quiser ver como a planilha ficou no final, só dar uma ideia aí que eu mando o link!
      No mais, bora lá! Viagem feita dos dias 15/07 ao dia 24/07 (de 2019).
       
      Dia 1. Paraty
      Viajamos de BH pro RJ de Buser e como a gente tinha distribuído nosso código, conseguimos salvar essa ida e volta. Chegamos no RJ por volta de 5h30 e pegamos o primeiro ônibus direto pra Paraty. O busão sai da rodoviária Novo Rio mesmo, às 7hs (mas costuma atrasar muito!), e custa R$83 pela Costa Verde. Ficamos hospedados no Chill Inn Hostel e, sinceramente, recomendo demais! Staff muito atencioso e café da manhã na praia. Almoçamos por lá mesmo, paramos pra tomar umas brejas e fazer umas compras pros próximos dias. Não sei se era pq a cidade ainda tava cheia de gringos pós-flip, mas tava rolando um forró na praça em frente à Matriz pela noite e o comércio ficou aberto até bem tarde no centro histórico. Ficamos apaixonados pelo lugar e pegamos nosso carimbo do passaporte da Estrada Real. O preço das coisas é normal fora do centro histórico (almoço em torno de R$20,00) e bem alto dentro do centro histórico.
      R$83 busão
      R$18 lanches pra viagem e café da manhã
      R$34 almoço e brejas
      R$20 de rolezin a noite durante o forró
      R$44 a diária
      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
      R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty)
      R$15 camping do Abraão
      R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk

       
      Dias 3 - 4. Paraty
      De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade.
      R$44 a diária
      R$20 rango no restaurante
      R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog
      R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também)
       
       
      Dias 4 - 6. Trindade
      Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande.
      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
      R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias)
      R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia
      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por Evelyn Atanasio
      Olá, 
      É possível conhecer as cachoeiras e alambiques de carro ou o trajeto é ruim podendo ser feito apenas no passeio de 4x4 ?
      Também estou com dúvidas em relação a Trindade, quero passar um dia na vila e queria saber se as trilhas são bem dermacadas e de fácil acesso ?


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