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Um fds prolongado em Paraty


nnaomi

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Período: 24 a 27/10/2008 , 05 a 06/07/2015 e 15/07/2015

Cidades: Paraty - Centro Histórico

Paraty é uma cidade charmosa, que lembra uma Tiradentes a beira-mar. O centro histórico bonito e preservado revela casarões, sobrados e igrejas interligados por ruas, onde o calçamento original, a iluminação de época e a proibição de trânsito de carros confere um charme adicional. A maioria das construções foi covertida em pousadas, retaurantes ou lojas, mas conservando a arquitetura original.

Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015. Na verdade, o novo relato se refere apenas a uma passagem rápida pela cidade na ida e na volta da viagem a Ilha Grande.

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
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A cidade

Paraty está situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. Faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.

Como chegar

Paraty está localizada a cerca de 245 km da capital Rio de Janeiro e a 330 km da cidade de São Paulo. O principal acesso é pela Rod. Rio-Santos (BR-101), que liga Paraty a Ubatuba a oeste e a Angra dos Reis a leste. Para se chegar a BR-101 pode-se vir de Taubaté, pela Rod. Oswaldo Cruz (SP-125) ou de Barra Mansa, pela Rod. Presidente Getúlio Vargas e Rod. Engenheiro Francisco Saturnino Braga (RJ-155). Existe outro acesso a partir de Cunha, pela Rod. Paulo Virgínio e Rod. Vice-Prefeito Salvador Pacetti (SP-171 e RJ-165), porém o último trecho não é pavimentado.

  • Rodoviária, Rua Jango Pádua, s/n, Patitiba, 3371-1224

Transporte circular em Paraty

  • Várias linhas circulares atendem a cidade. Por exemplo, há linhas para Trindade, Laranjeiras, Paraty-Mirim e Divisa de Ubatuba. A frequência das partidas é normalmente maior em dias úteis. É melhor confirmar horários previamente

 

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Quando ir

Dezembro, janeiro e fevereiro, no auge do verão, são os meses da alta temporada. Feriados prolongados e festividades durante o ano também atraem turistas, destacando a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), que acontece no começo de agosto.

 

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Onde ir 

A nomenclatura das ruas confunde um pouco, pois existem ruas com dois nomes diferentes. Veja a equivalência a seguir:

  • R. Domingos Gonçalves de Abreu - R. Patitiba
  • R. Tenente Francisco Antônio - R. do Comércio
  • R. Marechal Santos Dias - R. da Matriz
  • R. Dr. Pereira - R. da Praia
  • R. Marechal Deodoro - R. da Cadeia
  • R. Dr. Samuel Costa - R. do Rosário
  • R. Comendador José Luiz - R. da Ferraria
  • R. Maria Jácome de Mello - R. da Lapa

Centro Histórico:

  • Chafariz do Pedreira, Praça Presidente Pedreira, à entrada do Centro Histórico
  • Igreja do N. S. do Rosário, R. do Comércio com a R. Dr. Samuel Costa, das 13-17h
  • Sobrado dos Bonecos, R. do Comércio
  • Câmera Municipal, R. Dr. Samuel Costa, 29, visitas marcadas, seg a sex, 8h30-11h30 e 13-17h, 3371-1266 ramal 223 ou 3371-2070
  • Igreja Matriz de N. Sra dos Remédios, R. da Matriz
  • Praça do Imperador ou Praça da Matriz, último sobrado à esquerda, com sacadas em madeira, é a a Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
  • Centro Cultural SescParaty, R. da Matriz, 20, fb.com/sescparaty
  • Igreja de Santa Rita; Museu de Arte Sacra, Largo Santa Rita, seg-sex das 9-12h e 13-17h
  • Quartel da Fortaleza da Patitiba - Antiga Cadeia e atual Biblioteca Fábio Vilaboim e Pinacoteca Marino Gouveia, Largo de Santa Rita, seg-sex das 9-12h e 13-17h
  • Sobrado na R. da Matriz (considerado o mais antigo da cidade), próximo à igreja de Santa Rita, no início da rua
  • Casa da Cultura, Rua Dona Geralda, 177, 3371-2325, http://www.casadaculturaparaty.org.br/#/pt_br/home ter-dom das 10-22h. Centro Cultural com exposições, shows e eventos. O espaço conta com auditório e o Café Cultural que une gastronomia e arte com exposições e coquetéis, ter-dom das 10-13h e 14-22h
  • Teatro de Bonecos, R. Dona Geralda, 327, 3371-1575 / 1161, [email protected], http://www.teatroespaco.com.br/ Apresentações às qua e sáb às 21h (às sex em temporadas e feriados). Teatro de bonecos, sem palavras
  • Capela de N. Sra das Dores, R. Fresca
  • Sobrado do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança, próximo à Capela de N. Sra das Dores
  • Santa Casa de Misericórdia de Paraty
  • Capela Santa Cruz da Generosa, atrás da Igreja Matriz de N. Sra dos Remédios, à margem direita do rio Perequê-Açu, no Beco do Propósito
  • Mercado do Pescador, R. da Praia
  • Passos da Paixão
  • Cruz das Almas
  • Ruínas do Portão, atrás do estádio municipal

Praias:

  • Praia do Pontal, Centro Histórico
  • Praia da Jabaquara
  • Em direção do Rio de Janeiro: Praia Grande, São Gonçalo e Tarituba
  • Em direção a São Paulo: Paraty-Mirim, Saco do Mamanguá, Cajaíba, Laranjeiras e Trindade

Ilhas:

  • Ilha Deserta. Em frente à Ponta da Cajaíba, no início da Enseada do Pouso, a 90 minutos do cais de Paraty. Acesso marítimo pelo cais de Paraty ou por Paraty-Mirim.
  • Ilha da Cotia. Entre o Saco de Santa Cruz e o Saco da Preguiça, a 120 minutos do cais de Paraty.
  • Ilha do Algodão. Entre a Ponta do Arpoador e a Ponta da Cajaíba, a 45 minutos do cais de Paraty. É a maior ilha da Baía de Paraty, com altitude de 230m. Excelente ponto para mergulho e pescaria. Restaurante do Hiltinho, especializado em peixes e frutos-do-mar.
  • Ilha dos Cocos. Próxima à Ponta de Fora da Ilha do Algodão, a qual se encontra interligada por imenso lajeado logo abaixo da linha d'água, sobre a qual deve-se tomar muito cuidado ao conduzir uma embarcação. Aproximadamente a uma hora da cidade
  • Ilha dos Meros. Entre a Ponta do Arpoador e a Ponta da Cajaíba, em pleno mar aberto, a 120 minutos de Paraty. Perto da ilha dos Cocos.
  • Lages dos Meros. Próxima à ilha dos Meros, essa grande Lages, com profundidades de 3 a 18 metros é um dos melhores pontos para mergulhadores com alguma experiência. Aguarde um dia de águas limpas para aproveitá-la melhor.
  • Parcel dos Meros. O ponto mais afastado da cidade ( aproximadamente uma hora e 40 minutos). Formado por dois grupos de pedras, afastados 150 metros um do outro, possui profundidades de 4 a 25 metros. Evite mergulhar no parcel se o mar estiver mexido ou com correnteza.
  • Ilha dos Ratos. Pequena formação insular, entre a Ilha Comprida de Fora e a Ilha dos Meros, em frente à Ponta do Arpoador, a 8 milhas náuticas de Paraty.
  • Ilha do Catimbau. Pequena formação rochosa entre a Ponta Grossa de Paraty e a Ponta do Arpoador, em frente à Ilha Comprida, a 35 minutos de Paraty, ótima para mergulhos, com visibilidade de até 15m. Pertence ao Sr. Pérsio Freire.
  • Ilha Comprida de Fora. Ao norte da Ilha do Catimbau, em frente ao Morro da Conceição, a 40 minutos do cais de Paraty. Boa para mergulhos e pescarias. Disputa com a Ilha dos Cocos a condição de melhor pesqueiro da região, devido às suas águas límpidas e transparentes e sua populosa vida subaquática.
  • Ilha da Pescaria. Entre a Praia Vermelha e a Praia das Lulas, próxima às ilhas do Catimbau e Comprida de Fora, a 8 milhas náuticas de Paraty. Entre a ilha e o continente encontra-se o Canal do Cristo, de águas claras e transparentes, ponto de visita quase obrigatório dos saveiros que circulam pelo mar de Paraty. Sua orla é enriquecida por costões rochosos e pedras isoladas, muito procurada para mergulhos diurnos e noturnos, com profundidade média de 10m e boa visibilidade. Como seu próprio nome indica, constitui excelente ponto pesqueiro muito conhecido na região. Ilha particular.
  • Ilha dos Ganchos. Entre a Ilha do Mantimento e a Ilha Comprida de Fora, em frente à Ponta Grossa de Paraty, a 45 minutos da cidade. Acesso marítimo pelo cais de Paraty.
  • Ilha dos Cachorros. Entre a Ilha Rasa e a Ilha do Mantimento, em frente à Ponta do Jurumirim, a 15 minutos do cais de Paraty. Piscina natural de água salgada cercada de pedras constitui excelente pedida para tomar banhos de mar com total segurança.
  • Ilha da Bexiga. Entre a Ponta da Tapera e a Ponta do Bom Jardim, próxima ao cais de Paraty. Possui apenas 0,14 km2 de área. Sua única praia, à oeste da ilha, com apenas 30m, localiza-se no interior de pequena enseada. Uma trilha na encosta conduz ao ponto mais alto da ilha (45m), onde se encontram as ruínas do forte da Bexiga, um dos 7 fortes que compunham a defesa de Paraty. Visitas franqueadas pelo proprietário, mas restritas aos períodos de maré baixa, devido à difícil abordagem.
  • Ilhas Duas Irmãs. Entre a Ilha Rasa e a Ilha da Bexiga, a 10 minutos do cais de Paraty.
  • Ilha Sapeca. Fica entre a Ilha do Malvão e a Ilha Comprida, a 40 minutos do cais de Paraty. É também conhecida pelo nome de Ilha do Sapê. Sua pouca profundidade constitui um verdadeiro paraíso para mergulhadores iniciantes. Pequena trilha na encosta conduz ao alto da ilha (45m), verdadeiro mirante natural com belo visual sobre a região.
  • Ilha Rapada. Ao norte de Paraty, em frente à Ilha do Araújo, a 60 minutos de Paraty. Nela funciona um farol da Marinha, automático, sem guarnição. Acesso pelo cais de Paraty, por Tarituba ou pela Praia Grande.
  • Ilha do Araújo. Entre a Ponta da Praia Grande e a Ponta do Rosa, em frente ao Saco Grande, a 6 milhas de Paraty. Possui vários condomínios, escola rural, igreja, bares e até uma pousada. Em torno da ilha existem 4 lindas praias: Salvador Moreira e Pontal (leste) e Tapera e Brava (oeste).
  • Ilha do Ventura. Entre a Ilha das Cabras e a Ilha das Palmas, próxima à Pedra da Graúna, a 60 minutos de barco de Paraty. Possui apenas uma pequena e acolhedora praia, com extensão de 20m, sombreada por pitangueiras. Foi declarada, extra-oficialmente, em 1990 área franqueada para a prática do nudismo, embora ainda pouco frequentada por naturistas. Acesso marítimo por Tarituba, Praia Grande ou pelo cais de Paraty.
  • Ilha do Pico. Em frente ao Saco da Barra Grande, próxima à Ilha Redonda, à 100 minutos de barco de Paraty. Possui convidativa praia com cerca de 50m sombreados por aroeiras, de areia clara e fina, banhada por águas límpidas, ideal para banhos.
  • Ilha do Maçarico. Entre a Ponta do Guareta e a Ponta do Meio, em frente ao Morro da Barra Grande, a 100minutos ao norte de Paraty. Boa para mergulhos de observação. Acesso marítimo por Tarituba, Praia Grande ou Paraty.
  • Ilha do Cedro. Entre a Laje Preta e a Ilha do Caroço, na altura da Praia do Taquari, a 115 minutos do cais de Paraty. Nela existe acolhedora praia com extensão de aproximadamente 50 metros, de areias amarelas e finas, banhadas por águas calmas, indicada para banhistas e sombreada por árvores copadas.

Cachoeiras:

  • Cachoeira do Coriscão ou Cachoeira da Laje ou Cachoeira da Laje Preta. Fica na Vila do Coriscão, com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, sentido Paraty Ubatuba, a 500m do trevo de entrada para Paraty. Seguir pela estrada de terra batida por 9 km, tomando rumo à direita na Ponte do Corisquinho. Logo acima se encontra o Poço das Andorinhas.
  • Poço das Andorinhas. Fica no vilarejo chamado Corisco, na zona rural do município, com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, sentido ParatyUbatuba, a 500m do trevo de entrada para Paraty. Fica à margem da estrada de terra batida, a 5 km da Rio-Santos, na chamada Estrada do Corisco, onde se encontra uma bifurcação. Deve se tomar o curso à esquerda por mais 2 km, distando 7 km de Paraty. Quem não possuir carro pode usar o ônibus da Colitur Paraty Corisco.
  • Cachoeira da Usina ou Toca da Ingrácia. Fica à margem da Estrada Paraty Cunha, logo após a Ponte Branca, onde se encontra a maioria das cachoeiras de Paraty, a pouco mais de 6 km da cidade. Fica em frente à uma formação rochosa existente à margem da estrada. É formada por pequeno desnível do Rio Perequê Açú, com formação de poços e piscinas naturais. Quem não dispuser de condução própria deve se utilizar da linha Paraty Penha da Colitur, que sai da Rodoviária de Paraty, pedindo para descer na Ponte Branca, próxima à qual se encontra o atrativo.
  • Cachoeira da Pedra Branca, o acesso é fácil, bem sinalizado, basta pegar a Estrada Paraty-Cunha e dobrar a direita, pegando a estrada de terra, após a Ponte Branca. Até esse ponto é possível ir de ônibus também. Essa estrada é de terra, mas de carro comum dá para chegar, percorrendo cerca de 1 km, segundo guias, não tenho certeza, pois embora tenha passado por ali, não prestei muita atenção. A caminhada até a cachoeira é bem curta, menos de 5min. Entrada paga, há restaurante no local. Ela é bonita e tem duas quedas d'água de acesso fácil. Fica ao lado das ruínas da primeira usina de força que servia à Fábrica de Farinha de Banana do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança. Quem não possui carro pode se utilizar da linha Paraty Penha da empresa Colitur.
  • Poço do Inglês, segue-se a mesma estrada para a Cachoeira Branca. Antes de chegar a essa cachoeira, estaciona-se na beira da estrada e segue-se uma trilha até o local. Há uma pequena placa (pequena mesmo, acho que estava pregada num poste) na beira da estrada, indicando o início da trilha. A trilha é curta, seguindo um pequeno curso de água até o local. Não há queda d'água, apenas um poço e uma corda que o pessoal usa para balançar e se jogar no meio do poço
  • Cachoeira da Tobogã ou do Penha. Integra igualmente o "Circuito das Águas" de Paraty. Situa se no final da linha ParatyPenha da Colitur. O acesso acontece através de trilha de 200m, situada próximo à Igreja de N.S. da Penha, à margem da Estrada Paraty Cunha. Prática do "surf de cachoeira".
  • Cachoeira do Bananal, Estrada Paraty-Cunha (RJ-165), no chamado "Circuito das Águas", com entrada à direita da Rodovia Rio-Santos, da qual dista cerca de 6 km. É formada por um desnível de 15 metros no sinuoso curso do Rio Perequé-Açú
  • Cachoeira do Iriri. Fica próxima à Praia de lririguaçú, na altura do km158 da Rio-Santos, a apenas 6 km do distrito de Tarituba e a 26 km de Paraty, com entrada à esquerda da rodovia. A queda envolve um conjunto de 3 saltos e 2 piscinas naturais. Quem não puder ou não quiser usar condução própria, pode se utilizar do ônibus da Colitur Paraty Angra.
  • Cachoeira do Taquari. Acesso por estrada de terra batida que sai da altura do km 160 da Rio-Santos, em plena zona rural do município, antes do abrigo de ônibus intitulado "Sertão do Taquari", a 20 km do trevo de Paraty. Subir pela trilha na encosta, à esquerda da estrada vicinal que sai da rodovia em direção ao Sertão, local em que o Rio Taquari desce profundo numa garganta de pedras negras, formando o atrativo. A cachoeira forma piscinas naturais de 15m por 4m, represada por imensos paredões de pedras escuras que se refletem nas águas. Quem não estiver de carro pode utilizar o ônibus da Colitur Paraty Angra.
  • Cachoeira da Graúna. Acesso através do km172 da Rio-Santos, sentido Paraty Angra, a 15 km da cidade de Paraty. Seguir pela estrada vicinal, de terra batida, que sai da rodovia na altura indicada. Servida pelos ônibus da Colitur que saem da rodoviária em direção à Angra dos Reis.
  • Cachoeira da Trindade. Acesso pelo km202 da Rodovia Rio-Santos, onde fica o trevo de entrada que conduz à Vila de Trindade. Nas proximidades do centro da vila, siga em direção à Ponta Leste, passando pela Praia de Fora ou dos Ranchos. Entre pela trilha da cachoeira, situada às margens do rio que desce a encosta para desaguar na Praia dos Codós, situada entre a Praia do Meio e a Praia do Caixadaço, à direita da Ponta Leste e da Ilha do Tesouro, também conhecida como Ilha da Trindade. Após caminhada de 2 horas, considerada de grau leve, atinge se trecho encachoeirado do rio, com várias quedas de água em cascatas, com formação de poços e piscinas naturais. O local possui uma grande pedra com passagem subterrânea para as águas que saem do outro lado do rio, constituindo autêntico sumidouro natural.

Parques e APAs:

  • Parque Nacional da Serra da Bocaina, históricas "trilhas do ouro". Na Vila de Penha, à beira da Estrada Paraty-Cunha, em frente à igreja. Trilha deve ser percorrida com guia, horários podem ser conferidos com Joseli, 9971-5838/3372-0200. Paga-se entrada de 20,00
  • Área de Proteção Ambiental do Cairuçú
  • Reserva Ecológica da Joatinga, abrange: Juatinga, Sono, Antigos, Ponta Negra, Antiguinhos, Cajaíba, Calhaus, Itaoca, Itanema, Martim de Sá, Deserta e Praia Grande
  • Parque do Paraty-Mirim, abrange a área de Paraty-Mirim à Independência
  • Área de Proteção Ambiental da Baía de Paraty

Fazendas:

  • Fazenda Murycana: segue-se a mesma estrada para a Cachoeira Branca, mas fica logo no início da estrada. Entrada paga. Museu em casarão do séc XVIII, Restaurante, Mini - zoológico, Rancho com coisas da fazenda (queijos, mel, compotas, etc.), Alambique, Queda d’água com piscina natural, Cavalos de aluguel. Atividades como arvorismo e trilha são pagas à parte
  • Fazenda Boavista, foi um tradicional engenho de Paraty
  • Fazenda Itatinga, antigo casarão colonial e engenho bem simples, que hoje se encontra quase em ruínas. Uma cachoeira corre ao lado por uma grande pedra. Seu acesso é possível no km 193 da Rio-Santos, após cerca de 1 km é preciso saltar e seguir à pé.
  • Fazenda Bom Retiro, a 3 km da cidade, nas proximidades da Rio - Santos (BR101). Possui casa grande bem conservada e os seus antigos donos ainda vivem lá.

Outros:

  • Forte Defensor e Casa da Pólvora; Museu de Arte e Tradições, Morro do Forte, qua-dom das 9-12h e 14-17h. Dá para ir a pé, a partir de Centro Histórico. Tem vista panorâmica da Praia de Jabaquara
  • Mini Estrada Real, Estrada Paraty-Cunha km 02, Bairro Pantanal, 3371-9763, http://www.miniestradareal.com/ diar das 9-17h30min. O Parque Temático Histórico e Cultural representa a Estrada Real em miniatura, com réplicas do caminho do ouro. Visitas guiadas
  • Igreja de N. Sra da Penha, Vila de Penha, à beira da Estrada Paraty-Cunha
  • Igreja de N. Sra da Conceição (1720), Paraty-Mirim, acesso por estrada de terra (8 km), a partir da Rodovia Rio-Santos, a 9 km do trevo de Paraty. É a igreja mais antiga da cidade
  • Caminho do Ouro (ou Estrada Real), construída pelos escravos para escoar o ouro de MG a Paraty
  • Alambiques de cachaça artesanal

Dicas e comentários sobre passeios:

  • Confira o calendário de eventos e festas da cidade, pois todo mês tem algum evento na cidade
  • A cidade concentra expressões culturais e artísticas diversificadas, de artistas de rua e artesãos que estendem suas mercadorias nas calçadas a lojas de artesanato e ateliers de artistas plásticos
  • Centro histórico é muito charmoso e preservado, com casas antigas (em sua maioria, atualmente convertidas em lojas, restaurantes e algumas pousadas) e iluminação de época, não há postes, a iluminação foi trocada e a fiação é subterrânea. Um passeio a pé pelo centro é ótimo! Para quem não quer/pode caminhar, o passeio de charrete é uma opção
  • Os carros não podem circular dentro do centro histórico, apenas nas ruas do entorno. Cuidado ao estacionar o carro no período de maré alta, pois corre-se o risco da água invadir as ruas. Vimos alguns carros no meio da água (o nível estava baixo) nas ruas perto do rio e da praia
  • É difícil andar nas ruas com o calçamento "pé de moleque", por causa das pedras irregulares. Escolha um bom tênis. Chinelo e sandálias não são adequados
  • No centro, a Praia do Pontal não é bonita nem limpa. O Rio Perequê-Açu deságua na praia como esgoto, infelizmente
  • Disseram que as melhores praias de Paraty ficam em Trindade, mas não tive tempo de conferir. Também disseram que a vila conta com certa infraestrutura de hospedagem e alimentação
  • A Av. Beira Mar é bonita, com ciclovia/espaço para caminhadas. Porém ficaria mais bonita se beirasse um rio limpo e não com esgoto
  • Dessa vez, descobri por que Paraty é conhecida como a “Veneza brasileira”. Vi algumas ruas inundadas por conta da maré alta. O nível da água não estava tão alto que desse para passear de canoa (como eu vi em algumas fotos), mas deu para curtir o clima e tirar várias fotos com o efeito interessante do casario refletido nas águas. O visual fica bem bacana, mas pode ficar complicado passar por alguns trechos, principalmente próximo ao cais e à Igreja de Santa Rita. Algumas ruas têm uma espécie de calçada mais alta pelas quais é possível caminhar. Cuidado para não escorregar! Infelizmente a água é suja, pois é a água da Praia do Pontal/Rio Perequê-Açu e depois que a maré baixa, as ruas ficam meio sujas/barrentas. Segundo informações que tive, a cidade foi projetada considerando-se as marés, com construções acima do nível da rua e passagens, na mureta que cerca o Centro Histórico, para a água entrar e limpar as ruas, principalmente dos estrumes de cavalos e burros
  • A maré alta fica mais alta na lua cheia e na lua nova. Considero mais interessante a lua cheia, pois além da maré mais alta (e mais baixa também), o visual da lua cheia no mar é bem bonito. Disseram que entre junho a agosto, a maré sobe mais do que nos outros meses, mas não sei se a informação procede
  • Há várias agências de turismo no Centro Histórico e proximidades, na Av. Roberto Silveira. Todas praticam preços e roteiros parecidos com pequenas variações
  • Passeios de escuna podem ser contratados nas agências de turismo ou direto nas embarcações, no cais, com preços, roteiros e tipos de embarcações parecidos. Pode-se ir ao cais, dar uma olhada nas embarcações e se informar sobre o passeio. O passeio sempre tem duração de 5h com 4 paradas em praias e ilhas e o roteiro não é bem definido, varia conforme a embarcação e dia. Fomos com a Bucaneros III. O atendimento foi bom, mas o roteiro seguido não foi o informado previamente. Acho que a maioria serve refeições e porções a bordo e não pára em ilha/praia para almoçar. Informe-se sobre música ao vivo e couvert artístico, pois este pode encarecer o passeio em cerca de 25%. Normalmente ele pára em 4 desses lugares: Ilha Comprida, Ilha da Pescaria, Ilha do Mantimento, Ilha do Algodão, Enseada da Preguiça, Lagoa Azul, Praia Vermelha, Praia da Lula, Praia de Jurumirim, Praia Saco da Velha, Praia da Conceição, Praia do Engenho e Praia da Akita
  • O passeio Jeep Tour passa por algumas cachoeiras e alambiques. É bom para quem está sem carro e/ou não quer se preocupar com qual caminho seguir. Os lugares visitados podem ser alcançados com ônibus. Alguns ficam bem perto do ponto de ônibus, como as atrações da Vila da Penha, mas outras como a Cachoeira Branca, Poço do Inglês e Fazenda Murycana ficam mais longe e você terá que caminhar um pouco, depois de descer do ônibus ou terá de seguir por estrada de terra, se estiver de carro. A estrada de terra é boa. Para seguir por conta própria basta pegar mapas e informações no centro de informação turística. Fazendo o passeio com agência, informe-se se ingressos estão inclusos. Almoço no Restaurante Villa Verde é meio caro. Disseram que almoço na Fazenda Murycana é bom, mas não experimentei, então não posso confirmar
  • Loja Girassol Artesanato, R. da Matriz, perto da Igreja Matriz. Boa para comprar pequenas lembranças
  • Loja Nau Capitania, tem miniaturas muito lindas das casinhas de Paraty, em gesso ou material reciclado

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
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Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde ficar

  • Pousada La Cigale, Av. Otavio Gama, 162, 3371-5092 / 1884, [email protected], http://pousadalacigale.com.br/. É uma pousada simples, básica, mas é agradável e confortável. Limpa e bem localizada, próxima à rodoviária e ao Centro Histórico (dá para ir a pé), atende bem. O único ponto negativo que eu identifiquei é que o isolamento acústico do quarto é muito ruim, dá para ouvir qualquer barulho de fora. Voltaria lá, mas levando um protetor auricular :) O prédio parece estar em bom estado de conservação e tem área de lazer pequena, mas agradável, com uma piscininha cercada de plantas. O quarto e o banheiro são de tamanho razoável, não são muito espaçosos, mas também não são apertados, dá para circular confortavelmente. O quarto é bem equipado, itens como colchão de mola, TV LCD pequena (apenas canais abertos), AC novo e ducha com aquecimento central garantem o conforto. Tem wifi, mas estava bem lento. Café da manhã é simples, básico, mas é bom. O café da tarde é bem simples (com café, bolachas e bolo), mas vai bem, na volta de um passeio. Acho o valor da diária compatível com o que ela oferece. Em dias de semana na baixa temporada, os preços com desconto são convidativos. Os funcionários foram atenciosos
  • Pousada Capitão, R. Joao Luiz do Rosario, 18, 3371-1815. Optei por ela, por ter ar-condicionado e piscina e ficar localizada próxima ao Centro Histórico. Mostrou ser uma boa relação custo/benefício. É simples, mas é limpa, organizada e o atendimento é bom. Café da manhã é bom

Outras opções:

  • Pousada Pôr do Sol. Um casal nos disse que é simples, porém boa
  • P. do Tesouro, R. das Palmeiras, 10, Chácara, 3371-2092
  • Velejador Hotel, R. Dom Pedro II, 70, 3371-1278
  • P. Sonho Meu, R. João Luis do Rosário, s/n, Patitiba, 3371-2069
  • P. Coco Verde, R. João Luiz do Rosário, 03, 3371-1039
  • P. Marcel, R. Oscar Pinto da Silva, 03
  • P. Imperador, Av. N. Sra dos Remédios, 27, 3371-3036, Praia do Pontal
  • P. Centro Histórico, Rua da Lapa, Centro Histórico, 3371-3036 / Nextel: 87*9030
  • Solar do Algarve, R. Derly Ellena, 28, Patitiba, 3371- 1173
  • Casa da Colônia, R. da Cadeia, 502, Centro, 3371-3036 / Nextel 87*9030

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Hospedagem dentro do Centro Histórico pode ser barulhenta, por causa dos restaurantes/barzinhos e passagem de pessoas
  • Se estiver sem carro, acho que uma boa opção é ficar hospedado perto do Centro Histórico, pela facilidade de sair para passear, jantar e dar uma volta na cidade à noite
  • Olhando o mapa de Paraty, parece que os bairros da área urbana são pequenos e próximos. Para ficar bem próximo ao Centro Histórico e se locomover apenas a pé, parece boa escolha selecionar uma pousada nos bairros Parque Imperial, Fátima, Patitiba ou Pontal. Há outros bairros como Caborê, Chácara e Chácara da Saudade que não ficam longe, mas já estão a meio caminho do portal da cidade
  • Com carro, existem boas opções de hospedagem, um pouco mais afastadas do Centro Histórico, com infraestrutura melhor
  • Deu um pouco de trabalho selecionar pousada em Paraty. Consultando o TripAdvisor, ficamos na dúvida, pois ele é uma boa fonte de opiniões/avaliações, mas é muita informação controversa... Praticamente todas as pousadas consultadas tinham tantas avaliações negativas quanto positivas, independente do valor das diárias. Não consegui achar uma que fosse simples, mas “ajeitada e decente” e com boas avaliações. No final das contas, optei por uma que era simples, mas estava no Guia Quatro Rodas. Deu razoavelmente certo

 

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Onde comer

  • Quintal Verde, R. Domingos Gonçalves de Abreu, 03. Variada, PF/executivo. O ambiente é simples, mas é agradável, ajeitadinho. Fica na rua da "borda" do Centro Histórico, onde é permitido transitar carros. O cardápio à la carte tem pratos individuais (tipo PF/executivo), tem várias opções, são simples, mas caseiras e saborosas. Considerando-se que é uma cidade turística, achei o preço bom e uma relação custo/benefício boa. Pedimos PF de peixe frito e uma jarra de limonada suíça. Estava tudo muito bom
  • Thai Brasil, R. do Comércio 308A, 3371-2760 / 99901-9618, [email protected], seg-sáb a partir das 18h. Tailandesa. Achei o ambiente bem agradável, com variados objetos de decoração. Tem música ambiente e ventilador. Cardápio à la carte com pratos individuais bem servidos. Foi a primeira vez que experimentei a culinária tailandesa, então não posso opinar se os pratos são autênticos ou dar um parecer mais preciso. Dividimos uma entrada com vieiras. Os pratos principais foram macarrão frito e curry verde. Tudo bem temperado e gostoso. Pedi a versão suave do curry verde de lula (poderia ser frango), mas achei bem apimentado; como o nome diz, é verde com cheiro e gosto bem peculiares; é exótico e bastante condimentado, tem um tempero bem diferente que acho que não agrada a todos os paladares; é completamente diferente do kare raisu (a versão japonesa do curry indiano) que eu conheço; foi bom para experimentar, mas eu não pediria esse prato novamente; De sobremesa, banana empanada (massa bem fina) com sorvete e coco ralado. Os preços não são baratos, mas são compatíveis com a qualidade oferecida
  • Café Paraty, R. do Comércio, 253, 3371-0128. Variada. Ambiente bem agradável no Centro Histórico. O local é bacana e tem certo charme. Além das mesas na área interna, tem algumas mesas pequenas na rua. Tinha fila de espera, mas passamos na frente, pois íamos apenas tomar um café e comer um sobremesa no balcão do restaurante (tem um extenso balcão com banquetas). Cardápio à la carte, tem pratos individuais, mas acho que também tinha pratos para duas pessoas. O atendimento é muito bom. Os preços são mais altos, mas é um local diferenciado
  • Finlandês Jaatelo - Sorvete Artesanal, R. Dr. Samuel Costa, 77. O ambiente da sorveteria é bem agradável, tem AC e os sorvetes são ótimos, em especial o creme finlandês. Os preços não são baratos, mas são compatíveis com a qualidade que oferecem
  • Restaurante Santa Rita, esquina da R. da Matriz com a R. Santa Rita, 3371-1206. Experimentei o prato típico, peixe com banana da terra. Comida é muito boa, porção grande, custo médio. Local é agradável e atendimento bom. Relação custo/benefício é muito boa
  • Restaurante Sabor do Mar, R. Domingos Gonçalves de Abreu, s/n, Centro Histórico, 3371-1872. É um restaurante/peixaria, você pode comprar o peixe para preparar em casa ou escolhê-lo para preparo no restaurante. Comida é boa, porção de tamanho médio, custo médio. Local é agradável e atendimento ótimo. Relação custo/benefício é boa
  • Restaurante Netto, R. Jacinto de Melo (R. da Lapa), 402, em frente ao Itaú, 3371-6997. Pedi carne, mas parece que o forte deles é peixe. É um restaurante mais barato, comida é boa, porção de tamanho médio. Relação custo/benefício é boa
  • Restaurante Villa Verde. O local é muito bonito, à beira do Rio Perequê-Açu, mas a relação custo/benefício é muito ruim, pois é caro, a comida não é lá essas coisas, porções são pequenas e atendimento deixa a desejar. Normalmente o passeio “Jeep Tours” pára nesse local, acredito que seja um convênio entre agências de turismo e o restaurante
  • Sorveteria Sorveterapia, Av. Roberto Silveira, próximo ao Centro Histórico. Bom
  • Sorveteria Ice Paraty, esquina da R. da Lapa com a R. do Comércio. Bom, gostei dos sorvetes de frutas, se não é natural, pelo menos parece ser
  • Sorveteria Pistache, dentro do Centro Histórico. Bom, mas é mais caro

Outras opções:

  • Gamboa, R. João Luis do Rosário, 172, 3371-7578. Hambúrgueres artesanais, tapiocas, sucos combinados e funcionais, caipirinhas, café, açaí, vitaminas
  • Le Castellet, R. Dona Geralda 44, 3371-1944. Francesa
  • Istanbul, R. Manoel Torres. Árabe
  • Manuê, R. João do Prado, 01, 3371-5096. Cafeteria, Sanduíches
  • Emirados Esfirraria, Luis Rosário, 10. Árabe
  • Vitorianis Grill, R. Santa Rita 195, 33718508. Variada, frutos do mar
  • Restaurante Sabor da Terra, Av. Roberto Silveira, perto do Centro Histórico. Self-service por Kg. Um casal nos disse que era simples, porém bom. Há outros restaurantes self-service, por perto, nessa mesma avenida
  • Restaurante Panela de Barro, onde são servidos PFs, foi indicado também por outra pessoa
  • Pizzaria dos Amigos, R. João Luiz do Rosário, esquina com R. Presidente Pedreira, 3371-2212. Parece bem simples
  • Restaurante Caravelas, R. da Matriz, 334, 3371-7532. Também tem o prato típico, peixe com banana da terra. Parecia bom, mas não tivemos tempo de experimentar
  • Sushi Bark, 8112-5489/8127-0168. Restaurante flutuante, um barco leva até a escuna com decoração típica. Parece bem legal, mas não experimentamos
  • Restaurante Grão da Terra, R. da Cadeia, s/n, 3371-8627/9994-4728. Opção para os vegetarianos. Não experimentamos
  • Paraty 33. Não fomos lá, mas um casal nos disse que o couvert artístico era bem salgado

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • No geral, restaurantes no Centro Histórico são mais caros. Há opções mais em conta na Av. Roberto Silveira e proximidades
  • Descobri em Paraty uma nova taxa: a taxa de turismo em restaurantes. Já tinha visto essa taxa, mas em hotéis. Apenas um dos restaurantes, nos quais eu fui, cobrava essa taxa
  • Uma dica é levar lanche aos passeios e almoçar/jantar na cidade, quando retornar, pois almoço dos passeios geralmente são caros e não são bons
  • Verifique se restaurantes e/ou passeios tem música ao vivo, pois apenas o couvert artístico pode custar cerca de 20,00 por pessoa

 

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Dicas

Contatos úteis:

  • Prefeitura Municipal de Paraty, Alameda Princesa Isabel, s/n, Pontal, 3371-9900
  • Secretaria de Turismo, Alameda Princesa Isabel, s/n, Pontal, 3371-2899
  • Portal de Informações Turísticas, Av. Roberto da Silveira, s/n, Portal, 3371-1897, diar das 8-20h. Fica na entrada da cidade
  • CIT, R. Dr. Samuel Costa, 29 (esquina com a R. do Comércio), 3371-1222, diar das 8-20h

Links úteis:

Prefeitura de Paraty
Paraty Turismo e Ecologia
Paraty Cidade Histórica

Receptivos Turísticos:

  • Paraty Tours, Av. Roberto Silveira, 11, 3371-1327/2651
  • Águia Tour, R. Jango Pádua, s/n, ao lado da rodoviária, 3371-2733/6264

Outras opções:

  • Paraty Best Travel, R. José Vieira Ramos, 04 - Sala 05, (2)4 3371-1661
  • Paraty Adventure, Praça do Chafariz, 3371-6135
  • Terra Vista Tour, Rua do Comércio, 46, 3371-2701/1751
  • Paraty Hostel, R. Antônio Vidal, 120, 3371-2223

Dicas:

  • Há dois centros de informação turística, um no portal, outro no meio do Centro Histórico. Atendimento é bom, há mapas e folders disponíveis
  • No verão, alta temporada, os preços dobram. Nos feriados, ano novo e carnaval, eles triplicam, além de ficar entupido de gente
  • O mapa que agência Paraty Tours oferece continua excelente e os funcionários, muito atenciosos
  • Supermercado Carlão, R. Manoel Torres, s/n, Parque Imperial, perto da rodoviária. É grande, bom
  • Supermercado Rosado, Av. Roberto Silveira, mais próximo ao pórtico. É grande
  • Há um bocado de estrangeiros na cidade

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Relato de viagem de 2015

Domingo, 05/07/2015 - nublado em Taubaté, chuviscos ocasionais em Paraty
Rodoviária de Taubaté, Rodoviária de Ubatuba, Rodoviária de Paraty, Pousada La Cigale, Centro Histórico, Flip

Saímos de Taubaté às 7h50min com destino a Paraty. Desembarcamos na Rodoviária de Paraty. Seguimos para o Centro Histórico. A ponte que liga o Centro Histórico ao Bairro Pontal e, no momento, à principal tenda da Flip, estava toda enfeitada com faixas coloridas da Flip e a movimentação era bem grande. Seguimos até a Pousada La Cigale que é agradável e ajeitadinha. No check-in, conversando com a funcionária Marimarcia, descobrimos que demos uma volta desnecessária, era possível traçar uma rota praticamente reta entre a rodoviária e a pousada cruzando o rio por uma pequena passarela. Almoçamos no Rest. Detinha Sabores, mas não gostamos da comida. Apesar dos chuviscos ocasionais, seguimos até o Centro Histórico e paramos para um café e sobremesa no Café Paraty que é charmosinho. Iniciamos a exploração do Centro Histórico. A cidade estava bem cheia, provavelmente por conta da Flip, mas já era o último dia do evento. O policiamento estava intenso também. Atravessamos a tumultuada ponte de novo e contribuímos para o congestionamento parando para tirar algumas fotos. Para falar a verdade, eu não tinha interesse em ir à Flip, foi apenas uma coincidência. Não tinha pesquisado nada, nem olhado a programação do evento. Entretanto, aproveitando a ocorrência, seguimos em direção à tenda principal da Flip, ali na Beira Rio, do outro lado do Centro Histórico. Vimos movimentação de participantes da Flip e de pessoas que pareciam ser apenas turistas curiosos como nós. Depois de xeretar pelo evento, voltamos para a pousada que fica bem perto da Flip. Aproveitamos o café da tarde, simples, mas que caiu bem depois do passeio. Resolvemos continuar a exploração do Centro Histórico. A maioria dos casarões está bem conservada, só alguns estão em ruínas e um ou outro em restauração. Passamos por outras tendas da Flip espalhadas no centro. Fui surpreendida quando vi a maré inundando as ruas da cidade. Aproveitei para tirar fotos com o efeito interessante do casario refletido nas águas. De última hora decidimos ir ao Rest. Thai Brasil. É um local bacana e foi interessante para experimentar. Paramos no Sorvete Finlandês que é bem charmosinho e tem ótimos sorvetes. Por acaso, me deparei com o CIT e aproveitei para pegar um mapa. No domingo à noite, provavelmente por causa da Flip, as ruas e restaurantes estavam cheios e havia bastante artesanato e artistas nas ruas. A R. da Cadeia estava bastante movimentada, os barzinhos/restaurantes com mesas na rua. A R. do Comércio também estava cheia e índios estendiam seu artesanato nas calçadas.

Segunda, 06/07/2015 - dia parcialmente nublado
Rodoviária de Paraty, Cais dos Pescadores, Pousada Tony Montana, Praia Grande de Araçatiba

Tomamos um café simples, mas gostoso e a área do café da pousada é bem agradável. Fizemos o check-out e saímos a pé em direção à Rodoviária de Paraty, agora pelo caminho mais curto. Pegamos um ônibus circular comum com roleta e duas portas. Tem dois bagageiros pequenos, um embaixo e outro acima dos bancos. Dá para levar bagagem, mas é mais fácil se as malas não forem grandes e se o ônibus não estiver lotado. O ônibus era meio velho, judiado, fazia bastante barulho e sacudia muito, enfim o normal de um ônibus circular. Pouco depois que pegamos a Rodovia Rio-Santos, o ônibus pifou. Tivemos que aguardar o próximo horário, mas era o direto, esse com ônibus convencional, sem roleta e apenas uma porta, era bem mais silencioso e macio, ainda que meio antigo.

Continua no relato de Ilha Grande...

Quarta, 15/07/2015 - parcialmente nublado
Cais dos Pescadores, Rodoviária de Paraty, Centro Histórico, Rodoviária de Ubatuba, Rodoviária de São Luiz do Paraitinga, Rodoviária de Taubaté

Depois do café da manhã, embarcamos no flexboat para retornar a Angra dos Reis. O flexboat chegou por volta das 8h15min, vindo de Araçatiba. A lancha é bem rápida e não espirra água. Chegamos cedo, por volta das 8h40min, desembarcamos ao fundo do Cais dos Pescadores e vi uma tenda improvisada do CIT. Aproveitei a oportunidade para pegar mapas novos para a minha coleção. Seguimos em direção ao ponto de ônibus em frente à Estação Santa Luzia. Fazendo o caminho de volta para casa, primeiro pegamos o ônibus Angra dos Reis-Paraty, às 9h20min. Chegamos à Rodoviária de Paraty depois de 2h de viagem. Como o próximo ônibus ira demorar, resolvemos procurar um guarda-volumes na rodoviária e sair para almoçar na cidade. Passeamos rapidamente pelo Centro Histórico, mas deu para curtir. Como cada visita é uma experiência única, vi algo que nunca tinha visto, as ruas estavam enfeitadas com bandeirinhas amarelas e brancas para a Festa de Santa Rita de Cássia que estava ocorrendo no período de 10 a 19 de julho. Almoçamos no Rest. Quintal Verde e foi uma boa escolha, os PFs são simples, mas saborosos. Depois do Sorvete Finlandês, voltamos à rodoviária e embarcamos no ônibus para Ubatuba e depois para Taubaté, fazendo ainda uma conexão em São Luiz do Paraitinga para chegar a nossa cidade ao final do dia.

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Relato de viagem de 2008

24/10/2008

Taubaté, Paraty

Pegamos o ônibus para Paraty e depois de cerca de 3h30min chegamos ao nosso destino. Caminhamos até a Pousada Capitão, pois era perto e como já passava das 22h, nem saímos mais.

25/10/2008 - Dia nublado, garoando na parte da manhã e tarde

Jeep Tour, Centro Histórico

Fomos à agência Paraty Tours e reservamos o passeio Jeep Tours. Aproveitamos o tempo antes do passeio para dar uma volta. Fomos até o Cais, passamos pela Praça da Bandeira e vimos a Igreja Santa Rita. Passamos por algumas ruas do Centro Histórico e voltamos. O tempo não animava, estava garoando, mas já que estávamos lá, resolvemos ir com tempo feio mesmo. Outras pessoas pensaram o mesmo, pois saíram cerca de cinco jeeps com essa agência para o passeio. No nosso jeep estavam dois casais muito simpáticos de BH e mais um casal da Espanha, que está aqui temporariamente a serviço e, muito animado, está aproveitando os finais de semana para conhecer o país. A garoa passou, mas o tempo continuou fechado e frio para tomar banho de cachoeira. A primeira parada foi na Cachoeira da Pedra Branca, é bonita, fica num local onde antigamente funcionava uma usina hidrelétrica, agora há um restaurante no local e é cobrado ingresso para ir até a cachoeira. Próxima parada foi no Poço do Inglês. A graça do local consiste em se dependurar numa corda, igual Tarzan e mergulhar no poço. Vimos alguns macaquinhos na beira da estrada. Fizemos uma visita rápida à Fazenda Murycana. O local é agradável, há um museu, um restaurante, um local para praticar arvorismo e um alambique, onde se pode degustar vários tipos de cachaça e licores. Ao lado do museu pode-se experimentar o café adoçado com rapadura. Há cobrança de entrada e atividades como arvorismo são cobradas à parte. Continuamos por uma estrada de terra, para ir ao Restaurante Villa Verde. Passamos por um local muito bonito, onde se tem uma bela vista do Rio Perequê-Açu, correndo lá embaixo. Nesse ponto a água é limpíssima, nada do esgoto que se vê no centro. No outro morro fica localizado um SPA. O local, onde o restaurante foi construído é muito bonito e o ambiente do restaurante é legal, mas não vale à pena. Os preços são muito salgados para o atendimento e os pratos do local. Porém acredito que seja um convênio entre as agências de turismo e o dono do restaurante, por isso esse passeio pára nesse restaurante para almoçar. Depois seguimos por uma trilha, atrás do restaurante, e atravessamos uma ponte pênsil para alcançar a estrada Paraty-Cunha. Desse ponto seguimos até a Vila de Penha, quando começou a garoar de novo. Nesse local fica a Igreja de N. Sra. da Penha, que foi construída em cima de uma pedra, o que dá um charme especial à pequena igreja. Ao lado há um centro de informações do Caminho do Ouro e o início da trilha para a Cachoeira do Tobogã. A caminhada é curta. O local é famoso pela prática de surf. Os mais experientes, descem surfando pela pedra, enquanto os mais prudentes descem sentados escorregando. Em frente à igreja há outro alambique, o Engenho d'Ouro, onde se pode conhecer o processo de fabricação da cachaça, bem como degustar os produtos. Também é interessante a Casa de Farinha. Partimos para o último ponto de visitação, a Flora Paraty, onde há uma exposição de orquídeas e bromélias, que estão à venda. Há várias estufas e um jardim muito bonito. Voltamos para a cidade e estava frio, tomando vento no jeep e um pouco de chuva, pois embora estivesse com capota, as laterais são abertas. De volta a pousada, tomamos um banho e demos uma volta na cidade. Resolvemos jantar no Restaurante Sabor do Mar e experimentar uma parrillada, segundo conselho do pessoal de BH. O restaurante é ótimo, bom atendimento e local agradável. Foi caro, mas uma vez na vida vale a pena experimentar :) Passamos na Sorveteria Sorveterapia, local é agradável e os sorvetes são bons. O Centro Histórico estava bem cheio e animado. Vimos alguns artistas de rua, uma dupla tocando e cantando, outra pessoa fantasiada de bruxa, que parecia uma estátua e estava tão perfeita que uma pessoa colocou a mão no rosto da bruxa e tomou o maior susto quando esta se mexeu.

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26/10/2008 - Dia ensolarado, parcialmente nublado

Passeio de escuna, Centro Histórico

Resolvemos fazer o passeio de escuna. Fomos até o cais, olhar as embarcações e ver o roteiro. Acabamos optando pelo Bucaneros III, pois o rapaz disse que passaria na Ilha Comprida e Ilha do Mantimento e Praia do Jurumirim, que eu queria conhecer, mas no final das contas, eles alteraram o roteiro e não passaram nesses dois locais. Aproveitamos a manhã, antes do passei sair, para dar uma volta no Centro Histórico e também para tomar sorvete. Dessa vez, experimentamos a Sorveteria Pistache, no Centro Histórico. É bom, mas mais caro. Passamos pela Igreja de Santa Rita, Mercado do Pescador, Praça da Bandeira, Largo do Rosário, Igreja N. Sra. do Rosário, Igreja Matriz de N. Sra. dos Remédios, Praça Monsenhor Hélio Pires (da Matriz), Cine Teatro Paraty, Casa da Cultura e Câmera Municipal. Procurei pelo Sobrado dos Bonecos, mas parece que não funciona mais. Depois dessa volta no Centro Histórico, voltamos ao cais, para o passeio de escuna. Passamos pela Ilha da Pescaria, Praia da Lula, Ilha Comprida e Praia Vermelha. O passeio é mais legal para quem gosta de fazer snorkeling e também para quem sabe nadar. Todos os lugares que ele pára não dá pé, mas pode-se ir para as praias de bote. Essas duas ilhas são apenas para fazer snorkeling ou nadar, não há praia, pelo menos não no lado que a escuna parou. Curti o passeio, mas acabei ficando na escuna, só admirando a vista. Os lugares são bonitos, mas nada de excepcional. Levamos um lanche e não almoçamos no barco. Encontramos um casal de SP e pegamos umas dicas sobre Trindade, mas decidimos que ficaria para outra vez. Passamos na rodoviária para comprar a passagem de volta e aproveitamos para ir ao Supermercado Carlão, ali perto. O supermercado é bom, grande, com bastante variedade. Jantamos no Restaurante Netto, no Centro Histórico. Simples, mas bom. Fomos à Sorveteria Ice Paraty, no Centro Histórico, muito bom. O centro já estava bem mais vazio, pois muitos que vem passar apenas o final de semana, retornam no domingo à tarde.

 

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27/10/2008 - Dia nublado

Centro Histórico e entorno

Resolvemos ir até o Forte Defensor. Fica no alto de um morro, mas é perto do Centro Histórico. O local é bonito com bela vista da Praia da Jabaquara. Vimos a Av. Beira Rio, que como o nome diz, beira o Rio Perequê-Açu. A avenida está bonita, cuidada, com ciclovia, mas não podemos dizer o mesmo do rio, que está muito poluído. Voltamos pela Praia do Pontal, que infelizmente é suja, e aproveitamos para passar na Capela de N. Sra. das Dores. Estava bem quente e voltamos para o hotel para curtir uma piscina antes de fechar as contas. Pedimos para guardar as mochilas e demos uma última volta pela cidade. Aproveitamos para experimentar um prato típico da região, comemos peixe com banana, no Restaurante Santa Rita. É um local agradável com bom atendimento e a comida é muito boa. Após isso tomamos sorvete na Sorveteria Ice Paraty, de novo. Passamos pela Antiga Cadeia, pelo Fórum Sílvio Romeiro e Capela Santa Cruz da Generosa, no Beco do Propósito. Finalmente voltamos à pousada para pegar nossas mochilas e ir até a rodoviária, rumo a nossa cidade de origem

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10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
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      O ingresso tem um custo de 12 soles, e o passeio pode ser guiado em espanhol ou inglês, depois de juntar um grupo que, infelizmente, só saiu às 9:30h,o que atrasou todo o meu dia. Pelo menos foi muito interessante, mas tem um fato que incomoda bastante, a restrição de não se poder filmar o passeio! Mas como assim, pensei... Pode fotografar mas não filmar? Me fizeram desligar a Gopro, inclusive. Simplesmente ignorei. Peguei a outra câmera e entre foto e outra também filmei com ela. Tem umas coisas que não fazem o menor sentido...

      Fomos percorrendo o local e prestei atenção a cada detalhe de construção, como as marcas de dedos deixadas pelos construtores ainda nos tijolos frescos, que já tem pelo menos 1000 anos. Esse sistema de disposição em "prateleira", como se fossem livros, ajudou as construções a resistirem aos diversos terremotos, bem comuns na região e com uma intensidade catastrófica, tanto no período colonial quanto mais recentemente no século passado.

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      Os construtores originais foram da Civilização Lima e, posteriormente os Wari ocuparam a região e usaram o lugar para tumbas e sacrifícios humanos. 
      Após percorrer todo o sítio arqueológico saí impressionado com as descobertas e muito feliz por ter colocado mais esse lugar fantástico no meu roteiro pelo Peru.

      Além dessa, também existe a chamada Huaca Hullamarca, não muito distante. Mas, devido ao tempo, e por ter conhecido essa que é bem maior, não incluí no roteiro. Terminado o tour, fiquei mais um tempão tirando fotos e a poucos metros saindo do lugar encontrei um Posto de informações turísticas, tendo sido muito bem atendido por uma prestativa funcionária, que  me cedeu um mapa e colocou os endereços que vendiam chips para celular, motivo da minha parada para perguntar.
      Fui em direção à av Arequipa, uma das principais em Miraflores, e no caminho perguntei onde podia comprar um chip,  me sendo indicado um supermercado perto, o Plaza Vea. Nele, aproveitei e fui comprar algo para comer. Como estava tudo caro, comprei uma garrafa de água 2,5 litros por 1,5 soles. Saindo, perguntei sobre chips e nas bancadas não me deram bons preços. Achei um restaurante dentro do supermercado por 2,19 o quilo em Buffet. Resolvi almoçar por lá mesmo e peguei frango e verduras, ficando por 6,24. 


      Após o almoço, voltei à avenida Arequipa e peguei um ônibus que já estava saindo no sentido Centro. Custou 1 sol e desci na avenida Tacna. Pertinho, vi uma placa de chip numa loja de celular e finalmente consegui comprar a um preço muito bom, somente 8 soles. Tentei habilitar com o número do passaporte, mas não deu. O dono fez um cadastro em seu nome e conseguiu habilitar. Tive internet por 5 dias direto! 😜
      Saí em direção à praça San Martin onde fiquei um bom tempo tirando fotos.
      É um belíssimo lugar, com uma estátua imponente do argentino San Martin, um dos heróis da independência Peruana.

      Após, fui percorrendo as ruas em direção ao centro histórico, observando os detalhes das construções e tirando muitas fotos pelo caminho.

      São casarões com seus característicos balcões em madeira de lei, que na época demonstravam o status e a riqueza, visto que madeira como esta não era encontrada na região.
      Retornei até a igreja de São Francisco e aproveitando que tinha missa e que o acesso era gratuito por esse motivo, garanti mais belas fotos de recordação.

      Paguei o acesso às catacumbas, por 10 soles. Mas como não podia filmar nem fotografar, achei muito chato. Até tem umas formações interessantes, tentando imitar as catacumbas francesas, mas precisam de muito mais organização e também acabar com essas restrições idiotas quanto a imagens.

      Percorri mais uma boa parte pelo centro, principalmente naquela que havia conhecido com o free walking tour, mas, sozinho e no meu ritmo de fotografia, foi bem mais interessante. Ainda assim, o passeio guiado vale muito a pena.
      Já escurecendo, dirigi-me à avenida Tacna para pegar o ônibus. Perguntei para confirmar e embarquei no ônibus 301 para a região da praia. Lotado e demorado. Com a mochila fica difícil o posicionamento no ônibus. Barato mas extremamente demorado. Também, em horário de rush, não tem mágica mesmo...

      Desci já noite em Larcomar. Graças ao tripé consegui muitas fotos boas noturnas. Fui andando e conhecendo toda a orla, passando pelo Parque Del Amor e indo até o Faro de La Marina. Enfim, foi um dia fantástico e muito bem aproveitado do início até o final do dia.


       Cheguei no hostel moído e fui dormir bem depois da meia noite, pois tive que garantir a recarga dos equipamentos e deixar tudo arrumado para, no dia seguinte, rumar para Ica!
      Abaixo, o vídeo dessa aventura por Lima!
      https://www.youtube.com/watch?v=g8D62fdlfts&list=PLASgT6k1OIYsW4-hmIjt0kjq4Yyhtdt7d&index=6&t=28s
       
       

    • Por Ana Lazara Paiva
      Aproveitando o feriado do Natal resolvi aproveitar viajando, esta foi minha primeira viagem estilo mochilão e o destino escolhido foi Paraty, cidade que sempre me encantou devido a junção da parte histórica, que remonta a história colonial do brasil, e a deslumbrante Costa Verde do Brasil: uma conservada porção de mata atlântica formando um verdadeiro paraíso tropical com praias, cachoeiras, entre outros. 
      Vale ressaltar que não possuo carro e que todas as minhas viagens são low cost, ou seja, aqui vou compartilhar informações de como fiz para viajar sem gastar muito.
      Minha aventura começa em Passos, cidade do interior de Minas Gerais, sendo assim foi necessário primeiramente me deslocar de busão até o Terminal Rodoviário do Tietê. Tentei economizar nas passagens, sendo que nos trajetos Passos - São Paulo, e São Paulo - Passos, utilizei meu IDJOVEM, um benefício do governo onde é possível fazer trajetos interestaduais com 50% de desconto, ou então gratuitamente (depois posso fazer um post explicando mais sobre).
      Para chegar em Paraty não foi possível utilizar o IDJOVEM isso porque todas as passagens já haviam sido reservadas, sendo assim comecei a buscar alternativas, como caronas no aplicativo BlaBlaCar, ou então nos grupos de Facebook, entretanto o que mais compensou nessa trip foi utilizar o Buser, uma alternativa inovadora que estou completamente apaixonada, pois além de muito seguro oferece passagens de ônibus muito baratas! Para vocês terem ideia o trajeto São Paulo - Paraty pela empresa que possui guichê dentro da rodoviária custa em dezembro de 2020 R$111,15 já pela Buser paguei R$49,90. Vou deixar aqui o link para que vocês possam se cadastrar e procurar disponibilidade de passagens para Paraty ou qualquer outro destino: https://www.buser.com.br/convite/cqvkdy2. (Para primeira viagem você só paga a passagem de volta.)
      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
      Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças.
      No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. 
      Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar.

      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Está pensando em conhecer o charme dessa cidade histórica? Abaixo, você encontrará tudo que precisa saber para sua viagem – o que fazer, como chegar lá e muito mais!
       
      Cidade de Paraty
       
      Considerada Patrimônio Histórico Nacional, a cidade de Paraty reserva muita beleza natural e história embutida em suas ruas de pedra e arquitetura impecável mantida muito bem preservada desde o período colonial!
      O encanto do centro histórico é perfeitamente contrastado com a beleza natural da cidade, que possuí uma grande diversidade de opções para o turismo ambiental e ecológico.
      Gostou? Venha conferir um guia completo para visitar Paraty! 
      Continue lendo: Guia Completo para Visitar Paraty no Brasil
    • Por edufehrer
      Buenas,
      em tempos de pandemia, tacamo as máscaras no rosto e metemos o pé na estrada.
      Partimos de Sâo Paulo/SP no sábado de manhã 17/10/20, rumo a Paraty.
      a idéia era ir pela Rodovia Tamoios e parar em Trindade, antes do Centro de Paraty, porém o dia amanheceu bastante nublado e chuviscando, meti o pé na Dutra mesmo para pegar a estrada Paraty-Cunha e já sair no centrão, Trindade ficaria pra outro dia (segunda-feira 19/10).
      antes disso, paramos no Santuário de Aparecida do Norte, fazia anos que não íamos lá, tá bem diferente, obviamente, agora tem até um bondinho que dá acesso a um mirante com uma vista bem bonita da Igreja/Cidade, valeu a pena a visita, que Deus abençoe o rolê (e abençoou). 
      partimos enfim para estrada Paraty-Cunha, nunca tinha andado por lá, gostei bastante, apesar de alguns trechos que requerem bastante atenção, porque fica estreito e só passa uma mão, de resto a estrada é bem estruturada, não achei perigosa como dizem, mas claro, é bom descer engatado, sem querer inventar.
      já na descida, antes de entrar na cidade de Paraty, bem na beira da estrada fica a Cachoeira do Tobogã e o Poço do Tarzan, junto com os famosos alambiques da cidade (esse tour custa em média R$60,00 por pessoa para quem vai com as agências saindo de Paraty), na entrada da Cachoeira do Tobogã tem uma igrejinha e junto dela um estacionamento, custa R$10,00 a diária, a Cachoeira é bem legal, quem não se importou com a falta do sol estava escorregando nas pedras, que de fato forma um tobogã natural, a natureza é incrível...onde rola a queda do tobogã é um pouco fundo, importante saber nadar...o poço do Tarzan é mais tranquilo de ficar. 
      Em frente a igreja, fica o Alambique Engenho D'ouro, não achei esse tão interessante e preferi descer um pouco mais a estrada até chegar em uma estradinha a esquerda, antes de uma ponte, vai nessa estradinha até o fim, cerca de 3 minutos, lá fica o Alambique Paratiana, dei uma borrifada no álcool em gel pra entrar, era feito de cachaça, achei sensacional. Na hora que estávamos degustando as cachaças e os licores, tem muitos, chegou uma galera do tour, a atendente disse que poderíamos participar do tour pela fábrica junto com o grupo sem pagar, ela conta a história do alambique e explica todo o processo de fabricação, é bem interessante. Voltamos para a loja, lá fabrica e vende a famosa cachaça Gabriela  Cravo e Canela, que na real parece mais um licor, é boa demais, só que um pouco caro, R$47,00 a garrafa de 700ml, trouxe uma pra casa. (a vendedora disse que ainda esse mês os preços iriam aumentar, mas não sei se foi papo de vendedor).
      voltamos para a estrada, nessa mesma estradinha do Alambique fica aqueles tradicionais letreiros das cidades turísticas (eu amo Paraty).
      agora fomos de fato para o centro de Paraty, ficamos hospedados a 3 quadras do centro histórico, uns 5 minutos de caminhada, a cidade está sem bloqueio de acesso, a maioria das pessoas usam mais a máscara quando vão entrar em algum estabelecimento (por ser obrigatório), andando nas ruas vimos bastante moradores sem, os turistas normalmente estavam o tempo todo de máscaras.
      ficamos na Pousada Brisa do Leste (inclui café da manhã e tem garagem, únicas exigências que eu tinha) de resto a pousada é super simples, mas atendeu muito bem, a dona super atenciosa, ela nos contou sobre a crise financeira causada pela pandemia, pagamos R$ 462,00 por 3 diárias, guardamos as malas e fomos caminhar no Centro histórico e almoçar.
      de fato o centro histórico de Paraty é apaixonante, andar e trupicar nas pedras é algo único, toda aquela arquitetura das casas, todas iguais com cores diferentes, onde não entra carro, amamos andar por ali...a variedade de restaurantes é grande, nesse primeiro dia almoçamos no Candeeiro, pedimos um salmão grelhado, não era exatamente filé, tinha uns espinhos, já comi melhores, ali tomei meu primeiro Jorge Amado (primeiro de muitos) drink da cidade feito com a cachaça Gabriela, mais a adição de maracujá e limão, é sensacional de tão boa, imperdível. 
      caminhamos bastante pelo centro e fomos conhecer a cervejaria Caborê, aos sábados rola um tour pela fábrica as 17h, fomos sem agendamento prévio e conseguimos um encaixe na segunda turma, foi bem interessante...lá mesmo na fábrica tem um bar, onde é possivel pedir a régua que vem 6 shots, sendo possível degustar todas as cervejas, pelo preço R$16,00, achei que compensou...depois óbvio que pedi um chopp da que mais gostei, a IPA.
      após voltar pro hotel, saímos a noite para centro histórico novamente, paramos em um barzinho chamado  Prosa, tinha música ao vivo, tinha o drink Jorge Amado, noite completa, super recomendo esse lugar, preços juntos e bem aconchegante...na volta passando por uma das lindas ruazinhas sentimos um cheiro de doce sensacional, vinha da sorveteria Miracolo, tivemos que perguntar de onde vinha todo aquele perfume, era das casquinhas dos sorvetes, eles fabricam lá mesmo, pedi um sorvete de Mirtilo, sensacional!
      fim do dia, no domingo iríamos pro passeio de escuna.
      continua...
       

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