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Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 3: Resumão das trilhas


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Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.

Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.

É bastante comum o Roteiro Volta da Ilha que faz o contorno completo da ilha, emendando uma trilha na outra e pernoitando em pousadas ou campings. Salienta-se que é necessário pegar um barco de Aventureiro a Parnaioca, pois é proibido entrar na Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul que é fiscalizada pelo INEA. Porém há relatos de quem passou por esse trecho.

Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.

O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h

Fonte: site do INEA

A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma UC de Proteção Integral com sede na Vila do Aventureiro e são permitidas apenas visitas de cunho educacional e para a realização de pesquisas científicas, mediante prévia autorização.

Fonte: site do INEA

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.

Dicas:

• Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região

• Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro

• Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande

• Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas

• Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado

• O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época

• Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.

• Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna

• Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido

• Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos

• Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar

• Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com

• Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
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Trilhas de Ilha Grande - Informações gerais

Localização: Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG), Angra dos Reis

Infraestrutura: Sede do PEIG: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h

Como chegar: De carro/ônibus a Angra dos Reis e de barca/escuna/lancha/barco a Ilha Grande. Mais detalhes no Relato de Ilha Grande

Quando ir: Veja Relato de Ilha Grande

Atenção: À seguir, informações mais específicas de cada trilha. Dados de percurso e tempo foram consultados no mapa oficial da TurisANGRA distribuído pelos CITs (mapa obtido em jul/2015). Algumas delas foram percorridas em jul/2008, portanto as informações podem estar desatualizadas e três não foram percorridas. Sempre é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região, principalmente para aqueles que não estão acostumados a fazer trilhas

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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T1 Circuito do Abraão

Ponto inicial: Praia de Abraão, no lado esquerdo da praia

Ponto final: Aqueduto

Percurso: 1.800m

Tempo: 1h

Nível de dificuldade: Leve/plana

Atrativos:

  • Praia de Abraão: Pedra do Corisco
  • Praia Preta
  • Ruínas do Lazareto
  • Praia do Galego
  • Mirante da Praia Preta
  • Mirante do Aqueduto
  • Poção (Cachoeira dos Escravos)
  • Aqueduto

Descrição: Siga até o final da Praia de Abraão (lado esquerdo). Passe pelas casas dos funcionários do antigo presídio e algumas casas de madeira que resistem ao tempo. Aproveite para ver a Pedra do Corisco, que dizem ter sido cortada por um raio em uma tempestade. Ao chegar a uma ponte, a bifurcação da esquerda leva ao Mirante da Praia Preta, ao Mirante do Aqueduto e ao Poção; a estrada da direita conduz à Praia Preta, às Ruínas do Lazareto e à Praia do Galego. A estrada segue ladeada de eucaliptos e o mar à direita. Na maré baixa, surgem faixas de areia entre as pedras formando pequenas praias temporárias. Em uma curva à esquerda, uma trilha desce à direita para a Praia Preta (de areia monazítica). Seguindo pela estrada, após uma ponte, estarão as Ruínas do Lazareto, mas também é possível alcançá-las pela praia. Ao sair das ruínas, siga a estrada e suba a trilha à esquerda. Ao avistar um rio descendo à esquerda, siga a bifurcação que desce em direção ao rio.

Atenção: Percorrida em jul/2008. Infraestrutura: não há restaurantes/quiosques nesse trecho.

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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T2 Aqueduto - Saco do Céu

Ponto inicial: Aqueduto

Ponto final: Saco do Céu

Percurso: 5.800m

Tempo: 3h

Nível de dificuldade: Médio/íngreme

Atrativos:

  • Aqueduto
  • Cachoeira da Feiticeira: tobogã e poço no topo da cachoeira, com acesso por uma trilha à direita
  • Praia do Iguaçu
  • Praia da Feiticeira
  • Praia da Camiranga
  • Praia do Perequê
  • Praia de Fora
  • Praia do Galo
  • Praia do Conrado
  • Saco do Céu: Igreja de Cosme e Damião

Descrição: Sob o Aqueduto, localize a placa de sinalização da T2. Uma subida suave passa por um trecho de capoeira alta virando mata, depois por um bambuzal à direita à margem de um riacho, o qual é cruzado, mais à frente, por uma ponte de manilha de ferro de fundição. Aos poucos a trilha torna-se mais íngreme e o terreno irregular com pedras e raízes. À esquerda um vale vai ficando cada vez mais fundo e à direita está o Morro do Abraão, o qual se está subindo. No topo, uma pedra serve de banco. Inicia-se a descida íngreme em ziguezague. Depois de um bambuzal à direita, a inclinação do terreno diminui até passar por outro bambuzal e ficar quase plana. Neste trecho, a trilha passa sobre umas pedras por onde corre um riacho que, conforme a época, poderá estar seco. Uma pedra com uma seta pintada de branco (localizada à direita da trilha) sinaliza a bifurcação à esquerda que leva à Cachoeira da Feiticeira em um tempo estimado de 15min. Seguindo por essa trilha, a subida bem íngreme oferece uma vista panorâmica da Enseada das Estrelas. Inicia-se a descida primeiro suave e depois íngreme na direção de um rio. Cuidado com as palmeiras de troncos espinhosos à margem da trilha. Ao chegar ao rio, siga à esquerda pelas pedras do leito até encontrar a cachoeira. Voltando à trilha principal, siga descendo. Depois de cruzar o Rio da Feiticeira, a trilha desce acompanhando o vale à direita. Na curva em "U" à direita, a bifurcação à esquerda sobe em direção ao Saco do Céu; a trilha que segue em frente, fazendo a curva, conduz às praias do Iguaçu e da Feiticeira. Seguindo para essas praias, quando a trilha fizer uma curva fechada para a esquerda, entre na bifurcação à direita, descendo em direção de uma praia com muitos coqueiros. A bifurcação da esquerda leva a uma pousada. Depois da Praia do Iguaçu e de contornar o terreno de uma casa onde tem um cais e um heliporto, continue costeando até a Praia da Feiticeira. Para seguir ao Saco do Céu, retorne à curva em "U". Ao começar a descer, uma escadaria conduz à Praia do Camiranga. Siga pelas areias da praia, cruze o Rio Camiranga e contorne uns blocos de pedra passando por um breve trecho de mata para chegar à Praia de Fora. Depois de passar por um cais que emenda com a calçada de uma casa, surgem casas à esquerda na Praia do Perequê. Siga o caminho à esquerda passando por trás dessas casas e por uma ponte que cruza o Rio Perequê. A trilha larga passa pelas ruínas de uma antiga fazenda e por um barzinho. Perto do Saco do Céu surgem várias pontes que cruzam riachos e mangue.

Atenção: Percorrida em jul/2008. O acesso à cachoeira da Feiticeira não era bem sinalizado e havia bifurcações que confundiam. Existe táxi boat entre a Vila de Abraão e a Praia da Feiticeira, que é uma opção interessante na volta. Infraestrutura: na Praia da Camiranga há um bar/quiosque; no Saco do Céu tem a pousada/restaurante Coqueiro Verde e outras opções mais simples, incluindo um camping.

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T3 Saco do Céu - Freguesia de Santana

Ponto inicial: Saco do Céu

Ponto final: Praia de Freguesia de Santana do Leste

Percurso: 4.000m

Tempo: 2h

Nível de dificuldade: Leve/íngreme

Atrativos:

  • Saco do Céu
  • Praia da Guaxuma
  • Praia do Funil
  • Praia de Japariz
  • Praia de Freguesia de Santana do Leste: Igreja da Freguesia de Santana
  • Praia da Baleia

Descrição: Após a Igreja de São Cosme e São Damião, procure a placa de sinalização (T3) Saco do Céu – Freguesia de Santana e siga à esquerda. Há uma vilinha com casas e algumas bifurcações que confundem. O meu guia de 2008 dizia que a mata não era muito densa e haveria uma vista panorâmica da enseada e da costeira. Entretanto, não vi nada, ou peguei o caminho errado ou a mata fechou. Durante a subida, uma trilha à direita, desce para a Praia da Guaxuma (5min de caminhada). A bifurcação parece ser pouco utilizada, pois não está bem demarcada. De qualquer forma, fomos desaconselhado a ir para lá por um morador do Saco do Ceu que disse que nessa praia reside um homem com problemas mentais. Continue subindo e logo que iniciar a descida ignore o entroncamento à direita. Continue descendo a trilha principal, mais larga. Ao chegar ao campo de futebol, verá a Praia do Funil à direita. Depois de uma breve subida e uma curva à direita, surgem as ruínas de uma antiga fazenda e a Praia de Japariz, movimentada com os passeios de barco. Próximo da costeira, bóias azuis marcam o local de cultivo de mexilhão. Uma trilha desce à direita na direção de uma casa junto ao mar. Continue em frente pela trilha principal passando por um trecho de mato e sapê. Mais à frente surge um entroncamento vindo dessa casa. Ao contornar umas pedras, por onde passa um riacho, a trilha fica um pouco erodida e corta um breve trecho de mata. Ao ficar reta e descendo suavemente, surge uma fonte à esquerda (um pequeno cano jorrando água), segundo o meu guia de 2008. Porém, não vimos nada, talvez por conta da época de seca, uma vez que o riacho também estava com um volume d'água bastante reduzido. A trilha termina no lado direito da Praia de Freguesia de Santana do Leste. Querendo visitar a Praia da Baleia, atravesse as areias da praia até a extremidade esquerda da praia, onde inicia uma trilha curta costeando o mar. Querendo visitar a Igreja da Freguesia de Santana, retorne ao lado direito da praia e suba os degraus até alcançar uma bela palmeira imperial e a igreja.

Atenção: Percorrida em jul/2015. Leve água; entre a Praia de Japariz e a Praia de Freguesia de Santana do Leste há um ou outro curso d'água, mas bastante minguado na época de seca; não encontrei a fonte d'água que o guia dizia existir, talvez estivesse seco; água em Japariz é muito cara, uma exploração, com tanto movimento poderia ter um valor mais honesto; a Praia do Aventureiro que é muito mais isolada, remota e de difícil acesso vendia água a um preço melhor. Para quem faz a trilha T3 + T4, existe uma trilha que corta caminho entre o Saco do Céu e Bananal, mas ela não passa pelas praias. Informe-se com os moradores se a trilha encontra-se aberta e demarcada. Infraestrutura: na Praia de Japariz tem pousada, mercadinho e vários restaurantes, pois é ponto de parada de passeios.

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T4 Freguesia de Santana - Bananal

Ponto inicial: Praia de Freguesia de Santana do Leste, do lado direito da igreja (olhando para a frente da igreja)

Ponto final: Praia do Bananal

Percurso: 3.000m

Tempo: 1h30min

Nível de dificuldade: Leve/íngreme

Atrativos:

  • Praia de Freguesia de Santana do Leste
  • Lagoa Azul
  • Praia da Grumixama
  • Praia de Baixo (ou Freguesia de Santana do Sul)
  • Praia do Bananal Pequeno
  • Praia do Bananal: Mirante do Bananal, Igreja do Divino Espírito Santo

Descrição: A trilha inicia do lado direito da igreja (olhando para a frente da igreja). O meu guia de 2008 dizia haver algumas bifurcações nesse trecho, mas não vi. Depois de contornar a igreja, a trilha passa por uma escola abandonada e, segundo o guia, por um cemitério centenário. Pouco depois, tem uma bifurcação, pegue a da direita. Nesse sentido, a bifurcação não confunde, ela pode até passar despercebida, pois o caminho continua naturalmente à direita. No sentido contrário, do Bananal à Freguesia de Santana, a bifurcação (em formato de Y) pode gerar dúvidas, pois ambas as trilhas são igualmente demarcadas e limpas; disseram que ambas desembocam em Freguesia de Santana (nesse sentido, o da esquerda é o que passa ao lado da escola). Antes de chegar às areias da Praia de Baixo, surge uma bifurcação. A trilha principal que segue à frente é a trilha para Bananal. A bifurcação à direita leva a Praia de Baixo. Querendo conhecer a Praia da Grumixama e avistar a Lagoa Azul do alto, atravesse as areias da praia até a extremidade direita da praia e siga pela trilha que beira a costeira. Retornando à trilha principal, siga adiante. Na bifurcação, siga a trilha que acompanha o mar passando por um bambuzal. Depois de cruzar um riacho, a trilha se aproxima de umas casas simples e começa a subir íngreme com o piso muito acidentado. O meu guia de 2008 dizia que quase no final da subida, ao avistar uma casa no alto à esquerda, descortinava-se uma vista panorâmica da Lagoa Azul e suas ilhas, mas acho que a mata fechou e eu não vi nada. Ao chegar em uma imensa figueira, a trilha começa a descer bastante acentuada. Depois de alguns sobes e desces, curvas à esquerda e à direita, a trilha volta a descer acentuada, passando em seguida por cima das raízes de uma gigantesca figueira. Depois de passar por trás de um abrigo de gerador, logo surge uma placa de sinalização da T4, em frente à Praia do Bananal Pequeno. Desça à praia, atravesse suas areias e continue pela trilha no final da praia, passando à esquerda de uma casa branca junto ao mar. Mais alguns metros, a trilha passa ao lado de uma imensa árvore cujas raízes parecem engolir uma pedra. Ao chegar a um bar redondo próximo à praia, desça pelas escadas passando por debaixo dele para desembocar na Praia do Bananal.

Atenção: Percorrida em jul/2015. Não vi o cemitério centenário, não sei se está encoberto pelo mato, vi apenas alguns túmulos ao lado da igreja. É bom levar água. Lembro de ter visto um curso d'água perto da Praia de Baixo, minguado na época de seca. Infraestrutura: na Praia de Baixo um bar improvisado opera na alta temporada; na Praia do Bananal tem algumas pousadas com pensão completa, alguns bares bem pequenos, mas não vi nenhum restaurante, nem qualquer outro tipo de comércio.

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Nanci Naomi
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Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
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10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

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T5 Bananal - Sítio Forte

Ponto inicial: Praia do Bananal, no lado esquerdo da praia

Ponto final: Praia do Sítio Forte

Percurso: 5.000m

Tempo: 3h

Nível de dificuldade: Leve/íngreme

Atrativos:

  • Praia do Bananal
  • Praia de Matariz: Igreja de N. Sra de Santana
  • Praia da Jaconema
  • Figueira Branca
  • Praia de Passaterra
  • Praia de Maguariqueçaba
  • Praia do Marinheiro
  • Praia do Sítio Forte

Descrição: Ao final da praia, no lado esquerdo, siga pela trilha, que beira a costeira. Segundo o meu guia de 2008, em meio à descida e logo após uma placa indicando o acesso por terra ao Eco & Dive Resort, haveria uma bifurcação e ambos os caminhos estariam corretos. O guia indicava o da esquerda por ser mais rápido. Em primeiro lugar, acho que o Eco & Dive Resort não existe mais e a trilha da esquerda ainda está transitável, mas tudo indica que não passa mais por manutenção, pois está bastante fechada. Depois de atravessar uma ponte chega-se à Praia de Matariz. Atravesse as areias da praia, continue pela calçada da abandonada indústria de pescado, cruze a ponte e suba pela trilha que segue entre casas com escadas escavadas na terra. À direita, uma placa sinaliza a entrada para a Praia de Jaconema junto a um bambuzal (trilha curta, porém bem íngreme). Continuando pela trilha, surge a Figueira Branca, do lado esquerdo da trilha. Bem alta, ao nível dos olhos estão apenas as raízes de grande porte sobre uma grande pedra e, erguendo os olhos, vemos a árvore alta "plantada" sobre a pedra. Durante a caminhada podem ser vistos os galões de plástico (criadouros de mexilhões) flutuando no mar. Uma descida com direito a ziguezagues/cotovelos leva à Praia de Passaterra. Depois de atravessar as areias dessa praia, suba a escadaria de cimento até a igreja. Na bifurcação, seguimos por cima, pois o caminho de baixo parecia levar a propriedades particulares à beira-mar. Depois que as trilhas se encontram e logo após passar por uma pedra à direita, surge uma bifurcação à esquerda. Siga a trilha da direita, acompanhando o mar até chegar às areias da Praia de Maguariqueçaba. Depois de atravessar as areias dessa praia, suba as escadas de cimento. O meu guia falava sobre a vista panorâmica, mas acho que a vegetação cresceu, permitindo apenas ter vislumbres da paisagem. À beira da trilha, uma placa T5 informa sobre o cultivo de mexilhões. No bambuzal, uma bifurcação à direita (não sinalizada) conduz a pequena Praia do Marinheiro. Não há placa, mas sobrou o poste que acabou servindo de indicação. A trilha volta a subir, passando por algumas casas. Surgem bifurcações, mas a orientação na trilha não é dificil, pois, na maioria das vezes, são acessos às casas. Mantenha-se na trilha principal acompanhando os postes da rede elétrica. Depois de uma curva à direita, contornando o terreno de uma casa no alto, a trilha começa a descer. Há uma ponte de madeira, sobre um rio. Desemboca-se em um corredor gramado cercado de ambos os lados por coqueiros bem altos que terminam na Praia de Sítio Forte.

Atenção: Percorrida em jul/2015. Entre Bananal e Matariz há algumas bifurcações da trilha. Ao que tudo indica, apenas uma delas continua passando pela limpeza e manutenção. Eu consegui ir por um caminho, voltar por outro e depois descobri que os dois caminhos nao eram o "certo" (o que passa pela manutenção). O meu guia de 2008 dizia para, na bifurcação, seguir por qualquer um dos dois caminhos, pois eles se encontravam à frente. Ainda segundo o guia, o caminho da esquerda era mais rápido. Fomos por ele. A trilha estava bem fechada. Troncos e galhos caídos dificultavam a passagem. A trilha estava bem estreita com mato roçando de ambos os lados, muito diferente das outras trilhas pelas quais já tínhamos passado que estavam em excelente estado de manutenção, o que me fez desconfiar que estava no caminho errado. Porém ainda era possível ver a demarcação da trilha no terreno e fitinhas vermelhas amarradas na vegetação, de tempos em tempos, sinalizavam a trilha. Finalmente desembocamos na Praia de Matariz. Na volta, vimos uma bifurcação, onde ambos os caminhos eram estreitos, mas igualmente demarcados. Ficamos com impressão de termos vindo pela direita, mas arriscamos o caminho da esquerda, para variar o trajeto. Só que a gente foi dar dentro do terreno de uma casa amarela. Saímos por um portãozinho de madeira e voltamos à trilha bem larga e logo à frente, uma placa de sinalização da trilha mostrava que estávamos no caminho certo. Descobrimos que cortamos aquele trecho de trilha fechada, com mato invadindo a trilha, que tínhamos percorrido na ida. Porém, ao conversar com uma turista que tinha ido para Matariz, descobrimos que existe outra alternativa. Ela disse que ficou na dúvida quando encontrou a bifurcação, mas por sorte, o funcionario da prefeitura que faz a manutenção da trilha passava por ali e indicou o caminho correto. Na Praia do Marinheiro, jorra água de um cano do lado direito da praia, mas não sei se é potável. Infraestrutura: na Praia de Matariz e na Praia da Jaconema tem uma pousada com pensão completa; na Praia de Passaterra tem uma pousada; na Praia de Maguariqueçaba tem uma pousada com pensão completa e dois restaurantes; na Praia de Sítio Forte tem um barzinho precário.

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De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

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T6 Sítio Forte - Praia Grande de Araçatiba

Ponto inicial: Praia do Sítio Forte, no lado esquerdo da praia

Ponto final: Praia Grande de Araçatiba

Percurso: 6.000m

Tempo: 3h30min

Nível de dificuldade: Médio/íngreme

Atrativos:

  • Praia do Sítio Forte: Nascente
  • Praia da Tapera
  • Praia de Ubatubinha
  • Praia da Longa: Cachoeira da Longa, Igreja de São Pedro
  • Lagoa Verde
  • Praia da Cachoeira
  • Praia Grande de Araçatiba: Igreja de Nossa Sra da Lapa

Descrição: No lado esquerdo da Praia de Sitio Forte, sobrou apenas a estrutura de uma provável placa de sinalização da T6. A trilha segue à beira-mar e a vegetação é mais baixa; olhando para trás, aproveite o visual Praia do Sítio Forte. A trilha segue margeando uma cerca/alambrado com o visual da Praia da Tapera à frente. Após a descida, atravesse a passarela/ponte de madeira sobre o riacho que desemboca no início da Praia da Tapera. Atravesse as areias da praia e suba por uma escada na direção de uma touceira de bambu alto. Depois da subida, a trilha fica plana. Na frente tem-se o visual da Enseada do Sítio Forte. A descida suave desemboca na Praia de Ubatubinha, em uma placa de sinalização da T6. O meu guia de 2008 dizia que havia um cais e um casarão da antiga fábrica de sardinhas em conserva que, reformado, tinha virado um restaurante. O cais ainda está lá, mas o casarão não existe mais. Agora tem uma propriedade particular com uma cerca por praticamente toda a extensão da praia. Atravesse as areias da praia e siga até a extremidade esquerda, onde a trilha é facilmente localizada. Surge a primeira bifurcação que é sinalizada: à esquerda segue a trilha, à direita conduz a uma propriedade particular. Subindo, depois de alguns bambuzais, alcançamos a placa de propriedade particular. A trilha continua à direita. Existe uma bifurcação nesse ponto, mas que passa despercebida no sentido Sítio Forte - Praia Grande de Araçatiba (no sentido contrário, pela posição da placa e dos postes de luz, que estávamos seguindo, resolvemos ir pela direita e acabamos dentro da propriedade; o caminho correto seria o da esquerda). Após alguns minutos, a trilha fica mais ou menos plana e a mata torna-se mais fechada. Mais à frente a trilha começa a descer passando por bananeiras e pés de café. Logo após o córrego, a trilha sobe um pouco passando por uma fileira de bambus à direita. Descortina-se uma vista panorâmica parcial da Praia da Longa. Na bifurcação junto a uma touceira de bambu à direita, siga pela esquerda (acho que há uma placa de sinalização, porém deteriorada). Com mais alguns minutos de caminhada, a trilha passa por uma vala poluída. Depois do bambuzal gigante à esquerda, siga a trilha da esquerda, contornando o bambuzal. A trilha segue quase plana e você verá uma casa à esquerda no alto. Após esta casa a trilha começa a descer com muitas pedras. Aos poucos as casas vão surgindo à esquerda. Mais à frente, a trilha passa praticamente por cima do telhado de uma casa à direita. Em seguida, você avistará uma igreja cor-de-rosa à esquerda. Siga descendo por vários trechos de escada de terra até chegar a uma bifurcação. Continue descendo as escadas, agora de cimento, até a Praia da Longa. Desse lado, fica a Cachoeira da Longa. Depois de atravessar as areias da praia e passar em frente a Igreja de São Pedro, siga pelo caminho à direita da escola. Tem uma placa de sinalização da T6, esta não deteriorada, mas estava caída à beira da trilha. Em uma curva à esquerda, junto a um bambuzal, surge uma bifurcação à esquerda, em direção a um campo de futebol. Siga pela direita e, logo após uma curva à esquerda, a estrada passa a ser calçada por pedras. É uma longa subida. Surgem algumas bifurcações não sinalizadas e/ou com placas deterioradas. Adiante, a estrada fica bloqueada pelo mato. Siga pela trilha subindo um barranco à direita, na direção de um morro descampado. Com mais alguns minutos, junto a uma pedra, surge um entroncamento vindo da esquerda. Siga pela direita subindo. Ao entrar num trecho de mata, a descida torna-se acentuada. Há pedras e escadas escavadas na terra. Uma grande pedra do lado esquerdo da trilha com a indicação "Lagoa Verde" e uma seta pintadas de branco indicam para adentrar o bambuzal (bambu gigante) que fica do lado direito da trilha. Querendo visitar a Lagoa Verde, desça por essa trilha. Retornando à trilha principal, a próxima bifurcação à direita (há uma placa de sinalização da T6 deteriorada) conduz à Praia da Cachoeira. A trilha a essa praia é bastante curta. Voltando à trilha principal, você passará por outra touceira de bambu à direita. Logo após os bambus, surgem 2 entroncamentos. Siga acompanhando os postes da rede elétrica. Após estes entroncamentos, a trilha passa por várias casas à esquerda. Em seguida sobe um pouco e começa descer avistando a Enseada de Araçatiba. Depois da ponte de madeira, siga até a placa de sinalização da T6 e, finalmente, a Praia Grande de Araçatiba.

Atenção: Percorrida em jul/2015. Existe um atalho entre a Praia da Longa e a Lagoa Verde que é bem interessante. No final da Praia da Longa, no lado esquerdo, inicia a trilha praticamente plana que segue beirando o mar e vai dar na Lagoa Verde. Da Lagoa Verde, você sobe e retorna para a trilha oficial já bem perto da Praia Grande Araçatiba. (A trilha oficial T6 vai pelo morro, não tem nada de particular interesse no meio caminho e é uma longa subida pela estrada calçada por pedras). Infraestrutura: na Praia da Tapera tem o quiosque Recanto dos Maias, na Praia de Ubatubinha acho que tinha um quiosque no canto esquerdo da praia, mas não tenho certeza; na Praia da Longa tem um camping, um mercadinho e Dona Nélia serve refeições, mas é necessário avisar com antecedência; na Lagoa Verde tem um restaurante, na Praia Grande de Araçatiba tem várias pousadas, restaurantes, mercadinhos e um camping.

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T7 Praia Grande de Araçatiba - Gruta do Acaiá

Ponto inicial: Praia Grande de Araçatiba, no lado esquerdo da praia

Ponto final: Gruta do Acaiá

Percurso: 5.300m

Tempo: 3h30min

Nível de dificuldade: Médio/íngreme

Atrativos:

  • Praia Grande de Araçatiba
  • Praia de Araçatiba
  • Praia de Itaguaçu: Piscina Natural
  • Praia Vermelha
  • Gruta do Acaiá

Descrição: No lado esquerdo da Praia Grande de Araçatiba, inicia-se a trilha T7 (e também a T8), passando entre algumas casas e pousadas. Olhando para trás, tem-se o visual da Praia Grande de Araçatiba. Adiante, chega-se a uma ponte que atravessa um riacho no inicio da Praia de Araçatiba. Atravesse as areias da praia e siga a trilha que começa plana em direção ao bambuzal. Na bifurcação sinalizada (divisão da T7 e da T8), siga a trilha da direita. Há mais touceiras de bambu. Desça pela escada escavada na terra com degraus firmados por pedaços de madeira, antes de um córrego. Depois de algumas subidas e descidas contornando um morro, uma bifurcação à direita, sinalizada com uma placa bastante deteriorada, conduz à Praia de Itaguaçu, também conhecida como Praia do Gaúcho. Retornando para a trilha principal, pouco à frente surge a entrada da Pousada Lagamar à esquerda. A descida à direita, leva à Piscina Natural de Itaguaçu, também conhecida como Lagoa Lagamar. À frente, continuando pela trilha, passamos por algumas casas e desembocamos na Praia Vermelha. Atravesse as areias da praia e no final da praia (no lado esquerdo) suba as escadas e rampas de cimento. Depois a trilha volta a ser de terra batida. Começam a surgir várias bifurcações e há apenas uma ou outra placa improvisada sinalizando o caminho para a Gruta do Acaiá. Siga pela trilha principal, pois normalmente as bifurcações à direita e à esquerda conduzem a casas. A trilha é normalmente mais larga e está bem batida, mas algumas bifurcações podem gerar dúvidas. A subida pelo morro íngreme é feita sob sol, pois a vegetação é mais rasteira. À esquerda da trilha, uma fileira de árvores foi plantada há pouco tempo. Aproveite para olhar para baixo e admirar a vista panorâmica das praias Vermelha e de Itaguaçu. Surgem mais casas, algumas pareciam abandonadas. Depois de uma descida pelo meio da mata fechada e sombreada, finalmente aparece um tronquinho de árvore onde está pintada em branco uma seta indicando Gruta do Acaiá. Depois de um bambuzal, surge um trecho mais aberto, com visual do mar. Continuando a descer dentro de mata fechada, aparece mais um bambuzal e algumas casas que pareciam ser de pescadores, mas todas vazias. Passando pelo meio das casas, encontramos uma placa informativa da T7 com o tempo de decomposição de cada tipo de lixo. Atravessamos uma pequena porteira de madeira, viramos à direita e demos na costeira, de onde avistamos alguns barcos pequenos de madeira de pescadores. Voltamos e seguimos pela trilha, tem uma placa deteriorada, mas nos orientamos por ela, seguindo em frente. Chegamos a mais uma placa de sinalização da T7 Gruta do Acaiá - Praia Grande de Araçatiba, esta é a primeira placa no sentido inverso, ou seja, de volta à Araçatiba. Pouco a frente tem a placa informativa da trilha T7 com um desenho e uma breve descrição da Gruta do Acaiá. Um banco de madeira, convenientemente posicionado nesse local, convida alguns a sentarem e aguardar, pois não são todos que se animam a descer. Primeiro, entra-se pelo buraco por uma escada de madeira a 90 graus. Depois há uma rampa inclinada entre a pedra de cima e a de baixo, bastante larga, porém o vão é estreito, não dá para descer de pé. É completamente escuro no início, mas depois dá para ver a água verde fluorescente no fundo. Obs.: o Grilo cobra uma taxa para visitação da Gruta e parece que ele opera um bar em sua casa na alta temporada.

Atenção: Percorrida em jul/2015. Há várias bifurcações entre a Praia Vermelha e a gruta. Prestando bastante atenção e com um pouco de sorte, conseguimos pegar as bifurcações corretas. Tentamos bater em algumas das casas para confirmar se estávamos no caminho certo, mas não encontramos ninguém. No retorno, encontramos com uma senhora que nos perguntou se tínhamos ido à gruta e nos informou sobre a taxa cobrada. Ela disse que o Grilo estava fazendo farinha, mas quando ele está lá, ele acompanha até o fundo da gruta, auxiliando e levando uma lanterna, o que é uma boa pedida. A taxa é de 15,00, mas ela disse que cobraria 10,00 por ter ido sozinha. Paguei, pois eles mantêm o local arrumado, com as escadas, mas acho que poderia ter mais sinalização no meio do caminho e valeria muito mais ter pago 15,00 com guia. Sinistro, descer no escuro completo, com aquele vento forte e o barulho das ondas batendo, achei que eu ia ser engolida pelo mar ou encontrar o Gollum... O mar estava de ressaca, muito agitado, as ondas batiam com bastante força e como estava sozinha e não conhecia o lugar, não desci até o fundo. Entretanto, me disseram depois que há um salão lá embaixo e é até possível entrar na água. Se tiver claustrofobia e/ou tiver medo de locais fechados, apertados e escuros, é melhor não descer pela gruta. Na volta, já bastante próximo à Praia Vermelha, seguimos pela trilha da direita, pois a trilha da esquerda parecia ir em direção contrária a da praia. Porém, se tivéssemos descido pela esquerda, sairíamos na escada de cimento, o mesmo caminho da ida. Descemos pela trilha de terra batida e desembocamos na praia, no meio de algumas casas, encontrando uma placa de sinalização da trilha. Então provavelmente esse seja o caminho correto. Infraestrutura: na Praia de Araçatiba tem um bar, mas parece que opera apenas na alta temporada; na Praia de Itaguaçu tem a Pousada Lagamar, na Praia Vermelha tem uma ou duas pousadas e alguns restaurantes, que podem estar fechados na baixa temporada, no caminho para a Gruta do Acaiá tem o Bar do Grilo que funciona na alta temporada.

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T8 Praia Grande de Araçatiba - Provetá

Ponto inicial: Praia Grande de Araçatiba, no lado esquerdo da praia

Ponto final: Provetá

Percurso: 4.500m

Tempo: 2h30min

Nível de dificuldade: Médio/íngreme

Atrativos:

  • Praia Grande de Araçatiba
  • Praia de Araçatiba
  • Praia de Provetá

Descrição: A trilha tem o mesmo início da T7. Depois da Praia de Araçatiba, na bifurcação sinalizada (divisão da T7 e da T8), siga a trilha da esquerda. É uma subida acentuada. O meu guia de 2008 falava da vista panorâmica que se tinha ao olhar para trás, mas a mata estava fechada e dava apenas para ter vislumbres o mar entre a vegetação. A trilha apresenta uma breve descida passando por um riacho e continua subindo e descendo até cruzar com outro riacho. Ambos estavam com pouca água, na época de seca. A primeira metade da trilha alterna algumas subidas e descidas, mas no geral é uma subida íngreme com alguns "cotovelos". Na segunda metada de trilha, prevalece a descida íngreme com mais alguns "cotovelos". Dois troncos servem de ponte para cruzar um riacho. Não reparei nas bifurcações que o meu guia de 2008 dizia existir, pois a trilha principal é bem larga e demarcada. A trilha segue dentro de mata fechada praticamente o tempo todo, mas no trecho final, a vegetação fica mais aberta. Aproximando-se da praia, tem-se uma vista panorâmica da Praia de Provetá pontilhada de barcos e da vila de tamanho razoável. A trilha vai dar no meio da vila, passando pelas casas e pela Igreja Assembléia de Deus, já bem próximo à praia.

Atenção: Percorrida em jul/2015. A trilha é bem íngreme, basicamente atravessa-se um morro, uma boa subida e depois uma descida igualmente forte. Basicamente, não há atrativos no meio do caminho. Tem vários riachos no caminho. Infraestrutura: na Praia de Provetá tem farmácia, mercadinho, padaria, bar, lanchonete e algumas lojas, mas tem poucas opções de hospedagem.

****************************************
Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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    • Por Gabriela Dias Neckel Nakano
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      * 1o dia
      Saída da vila de Abraão as 9:00am em direção ao Saco do Céu (comunidade e vila de pescadores) passamos pelo arqueduto, cachoeira da feiticeira, praia da feiticeira, praia de fora, praia Iguaçu, praia camiranga e perequê, chegando até o saco do céu depois de aproximadamente 3 horas de trilha. iríamos pernoitar no camping gata russa, porém ainda era cedo e resolvemos seguir viagem até Japariz (mais 1 hora de caminhada). Pernoitamos no camping e restaurante Por do Sol (pé na areia com cobertura e banheiros, s/cozinha) por R$20,00 por pessoa. Total aproximado do dia 12km.
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    • Por bvfurtado
      Galera, tudo bem? Amanhã, dia 30/01/2021 estou organizando entre amigos um passeio de barco para no máximo 10 pessoas, ilhas de Paraty, 6 horas de passeio, R$ 100,00 por pessoa. Casa um pode levar o que quiser para comer e beber. Não existe finalidade lucrativa da minha parte, só quero fechar um grupo maneiro, que curta viajar e curtir, para dividirmos o aluguel do barco...
      Quem animar chama aí (24) 988596110
    • Por rafacarvalho33
      Ilha Grande é uma ilha localizada no litoral sul do estado do Rio de Janeiro, integrante do município de Angra dos Reis, sendo a maior ilha do estado e a sexta maior ilha marítima do Brasil, e assim em novembro decidi passar 08 dias das minhas férias nessa região. Começo confessando o quanto eu me surprendi com a Ilha, para um amante da natureza como eu, aquele lugar é fantastico, com passeios de barcos, praias, trilhas e cachoeiras, tudo o que mais gosto de fazer no mesmo local, assim pude ter uma semana bem agitada, intercalando os passeios para aproveitar o máximo.
      A minha localização foi na Vila do Abrãao e meus dias na Ilha ficaram divididos assim:
        Dia 1: Chegada na Ilha Dia 2: Trilha para Cachoeira e Praia da Feiticeira
      Dia 3: Trilha para Praia Dois Rios
      Dia 4: Passeio de Barco - Volta a Ilha
      Dia 5: Dia Livre para descansar e relaxar
      Dia 6: Passeio de Barco - Meia Volta
      Dia 7: Trilha para Praia da Abraozinho
      Dia 8: Hora de voltar para casa
            Parte do mapa de Ilha Grande, suas trilhas, cachoeiras, montanhas e praias.
        - Hospedagem e Alimentação
      As opções de Ilha Grande são limitadas, logo em feriados ou férias escolares a procura deve aumentar bastante fazendo com que não aja tanta opção, logo é importante se planejar e reservar com bastante antecedencia, acabei ficando em um Airbnb, que pode ser reservado pelo Booking também, uma casinha bem pequena, com uma cama de casal, um banheiro e uma cozinha com geladeira e fogão, foi a hospedagem ideal para quem ia passar uma semana no local, fora que a decoração do lugar é demais e o local fica mais afastado do centro.
      O telefone do responsável é 0 (21) 96486-8183 se chama Romulo, lá você pode pedir por mais informações e fotos do local.
      Como tinha uma cozinha disponível por muitas vezes conzinhei meu proprio jantar e em outros momentos fui comer pela Ilha mesmo, e existe valores para todos os gostos, desde Pratos Feitos por 15-20 reais e restaurantes mais requintados, pé na areia.
      Existem diversos mercados na ilha, um preço um pouco mais caro que o normal, mas nada de absurdo, então não precisa trazer tanta coisa assim do continente e ir comprando lá conforme a necessidade.
        Na hospedagem
        - Transporte
      É proibido a entrada de carros em Ilha Grande, logo você precisa deixar ele no continente, acabei deixando o carro em Conceição do Jacareí, daonde sai transporte maritimo ate Vila do Abraão, no estacionamento os preços variam, desde 20$ a diaria ate 40$, dependendo da epoca, como fui em novembro e iria ficar com o carro por 7 diarias, negociei um valor a $110,00 para essas 7 diarias.
      O transporte ate a Ilha pode ser feito de lancha, $50,00 por pessoa levando em torno de 30/40 minutos ou de escuna, $20,00 e leva em torno de 1 hora, porém de lancha sai a qualquer momento e de escuna existem horarios demarcados (melhor consultar).
        - Atrativos
      Cachoeira e Praia da Feiticeira
      Esse foi meu primeiro passeio em Ilha Grande, não é necessário a contratação de guia pois o caminho é bem demarcado e sempre tem gente percorrendo a trilha, o bom desse passeio é que você também passa pelo Aqueduto (construção de 1896), Poção e Praia Preta, o mergulho no Poção é válido, agora a Praia Preta achei nada demais.
      A distância da Vila do Abraão ate a Praia da Feiticeira da em torno de uns 6 km, e você leva umas 2 horas para chegar lá, antes disso você consegue ir ate a Cachoeira da Feiticeira, fica em torno de 20 minutos da praia e há sinalização ate o local, na praia da Feiticeira tem estrutura com barracas vendendo comida e bebida e caso não queria voltar por trilha, há possibilidade de voltar de barco (20$).
          Trilha para a Praia Dois Rios
      No meu segundo dia decidi fazer a Trilha para Dois Rios, um bairro de Ilha Grande que fica do outro lado da Ilha, a trilha não tem erro pois é feita por uma estrada que liga Vila do Abraão a Dois Rios, é dali que se vai para o Pico do Papagaio e é por essa estrada é que se passa os únicos transportes terrestres da Ilha.
      A trilha começa em forte subida, são em torno de 4 km de subida e depois 3 km de descida, totalizando 7 km de trilha, 14 km no total, existem dois restaurantes no local e existe a possibilidade para aqueles que queiram voltar de barco. Pela trilha existem dois corta caminhos, mas sinceramente não valem muito a pena, acaba dando tudo na mesma, a Praia de Dois Rios fica do lado da ilha voltada ao oceano com dois rios nas suas laterais, o passeio vale mais pela trilha do que pela praia em si.       Passeio de Lancha - Volta a Ilha
      Depois de dois dias de trilha estava na hora de fazer um passeio de lancha, a ideia era dar uma descansada no corpo, mas nem imaginei que passear de lancha também cansa rs, existem diversos passeios, com certa variação no valor, e por serem passeios de lanchas, o valor fica um pouco mais salgado, o passeio Volta a Ilha esta em torno de $220,00 por pessoa,ela da uma volta inteira na ilha, então esteja preparado para as oscilações do mar aberto, esse passeio só da para ser reservado dias antes pois depende muito das condições climaticas do dia.
      As paradas da Lancha são nas praias de Caxadaço, Parnaioca (nesse local tem uma igrejinha e atras dela o caminho para uma cachoeira, a parada é de uma hora no local), Aventureiros (no local tem um mirante de pedra e a parada é de uma hora) e a Praia de Meros, boa para mergulho, fora a parada do almoço em uma praia X, porém recomendo você levar uma mochila com comes e bebes e assim economizar no almoço.
      O passeio leva o dia inteiro praticamente, saindo as 9 da manhã e retornando as 16 horas, nesse dia tivemos a felicidade de ver uma Orca no mar.
            Passeio de Lancha - Meia Volta
      Depois de um dia de descanso, voltei ao mar para fazer o passeio da Meia Volta, o valor esta geralmente em torno de $150,00, e passa pela Lagoa Azul, Lagoa Verde, Praia do Amor, Praia da Feiticiera e Saco do Ceú.
      O ponto alto desse passeio são as Lagoas Azul e Verde, onde você encontra uma quantidade enorme de peixes, e ele praticamente funciona no esquema do passeio anterior, tem parada de almoço, mas tem possibilidde de você levar sua comida e bebida, a unica diferença é que o passeio sai as 10h da manhã e retorna as 16h da tarde. Quem quiser conversar sobre os passeios de Lancha, só chamar a Patricia (21) 99181-7990, ela nos ajudou a realizar os passeios de lancha no menor preço possível e dando todas as dicas para aproveitar o dia, quem nos passou o contato dela foi o Romulo, da hospedagem.       Praia do Abraãozinho
      No ultimo dia de passeio em Ilha Grande, o destino foi a Praia do Abraãzinho, localizada no canto esquerdo da Vila, ali começa uma trilha que passa pela Praia da Julia, Bica, Comprida ate chegar na Abraãzinho, uma pequena praia com dois bares no local, perfeito para quem quer se afastar um pouco do centro e relaxar em um dia de praia, a trilha leva em torno de 40 minutos, existe a possibilidade de ir de barco e voltar de barco também.
                Assim foi minha estadia em Ilha Grande, um lugar incrivel que me surpreendeu demais, além desses passeios citados acima você pode fazer a trilha para a Praia Lopes Mendes, Trilha do Pico do Papagaio e o passeio de lancha pelas Ilhas Paradisiacas, com certeza Ilha Grande é um local que merece mais tempo para aproveitar tudo o que a ilha pode oferecer.
      Espero que tenham gostado do relato, para qualquer dúvida só mandar mensagem pelas minhas rede sociais, estou presente no Instagram no rafacarvalho33 e no Facebook no Follow The Portuga.
       
      Follow me
    • Por Ana Lazara Paiva
      Aproveitando o feriado do Natal resolvi aproveitar viajando, esta foi minha primeira viagem estilo mochilão e o destino escolhido foi Paraty, cidade que sempre me encantou devido a junção da parte histórica, que remonta a história colonial do brasil, e a deslumbrante Costa Verde do Brasil: uma conservada porção de mata atlântica formando um verdadeiro paraíso tropical com praias, cachoeiras, entre outros. 
      Vale ressaltar que não possuo carro e que todas as minhas viagens são low cost, ou seja, aqui vou compartilhar informações de como fiz para viajar sem gastar muito.
      Minha aventura começa em Passos, cidade do interior de Minas Gerais, sendo assim foi necessário primeiramente me deslocar de busão até o Terminal Rodoviário do Tietê. Tentei economizar nas passagens, sendo que nos trajetos Passos - São Paulo, e São Paulo - Passos, utilizei meu IDJOVEM, um benefício do governo onde é possível fazer trajetos interestaduais com 50% de desconto, ou então gratuitamente (depois posso fazer um post explicando mais sobre).
      Para chegar em Paraty não foi possível utilizar o IDJOVEM isso porque todas as passagens já haviam sido reservadas, sendo assim comecei a buscar alternativas, como caronas no aplicativo BlaBlaCar, ou então nos grupos de Facebook, entretanto o que mais compensou nessa trip foi utilizar o Buser, uma alternativa inovadora que estou completamente apaixonada, pois além de muito seguro oferece passagens de ônibus muito baratas! Para vocês terem ideia o trajeto São Paulo - Paraty pela empresa que possui guichê dentro da rodoviária custa em dezembro de 2020 R$111,15 já pela Buser paguei R$49,90. Vou deixar aqui o link para que vocês possam se cadastrar e procurar disponibilidade de passagens para Paraty ou qualquer outro destino: https://www.buser.com.br/convite/cqvkdy2. (Para primeira viagem você só paga a passagem de volta.)
      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
      Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças.
      No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. 
      Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar.

      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Está pensando em conhecer o charme dessa cidade histórica? Abaixo, você encontrará tudo que precisa saber para sua viagem – o que fazer, como chegar lá e muito mais!
       
      Cidade de Paraty
       
      Considerada Patrimônio Histórico Nacional, a cidade de Paraty reserva muita beleza natural e história embutida em suas ruas de pedra e arquitetura impecável mantida muito bem preservada desde o período colonial!
      O encanto do centro histórico é perfeitamente contrastado com a beleza natural da cidade, que possuí uma grande diversidade de opções para o turismo ambiental e ecológico.
      Gostou? Venha conferir um guia completo para visitar Paraty! 
      Continue lendo: Guia Completo para Visitar Paraty no Brasil
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