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Meu Deus! Caminhar para vocês é quase uma obsessão! Desfrute e faça ser a melhor idade! Estou sempre acompanhando suas postagens e são um modelo. Eu farei 60 em setembro, estou aposentado há um ano e minha esposa com 56 e acabou de aposentar-se, então agora nada segura.

 

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Muito bom, quando vier novamente para os lados da Serra do Cipó dê uma esticadinha e vá até Serro, Milho Verde, Capivari, Santo Antonio do Itambé e também subam o Pico do itambé, muitas cachoeiras, trilhas,morros.

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@FlavioToc Aproveitem a vida na sua plenitude, vcs são jovens, podem desfrutar o nosso Brasil.

 @RicardoRM Tive que cortar muita coisa,  inclusive "descobri" Lapinha da Serra quando estava na Serra do Cipó. Viajo a mais de 50 anos e achava que conhecia o Brasil. .kkkkkkkk

O verão limitou muito,  choveu bastante, tive que retornar ao PN Itatiaia/ouro preto e Marins 2 vezes devido às fortes chuvas. Tomamos muita chuva na Lapinha e no Itatiaia. Tivemos que deixar os picos do Itaguaré e da Mina para outra oportunidade. 

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Preparação 2:

Optamos por preparar melhor na região de Munhoz, por ter trechos bem íngremes e um clima ameno.

Munhoz - MG

Do dia 09.01 a 14.01.2019

1° dia - 09.01

Quarta-feira Saída da pousada, ida até ponte de pedras  (estrada Munhoz x Socorro-Sp)

+-18 kms em aprox. 04 horas Atravessamos a cidade, pegamos estrada asfalta até bifurcação e entramos à esquerda,  começou estrada de terra com descidas fortes. Atravessamos ponte e andamos mais um pouco até um lido casarão cor de rosa. Retornamos pelo mesmo caminho, subidas fortes.

2° dia - 10.01 - Quinta-feira

Saída da pousada,  ida até próximo da cachoeira dos luis

+-24 Kms em aprox. 04:40hrs Acumulado: 42 kms

Pegamos estrada asfaltada (Munhoz x Senador Amaral) subida fortíssima, um tempo depois termina o asfalto e começa estrada de terra e a subida forte continua. Numa bifurcação viramos à esquerda e seguimos entre retas, subidas e descidas com lindo visual de montanha, até outra bifurcação e viramos à esquerda novamente, e próximo a Cachoeira retornamos pelo mesmo caminho, num sol fortíssimo.

3° dia 11.01- Sexta-feira

Saída da pousada ida até as antenas, e contorno da pedra das antenas

+-23 kms em aprox. 04:30hrs Acumulado: 65 kms

Atravessamos a cidade, depois do cemitério viramos na primeira estradinha de terra à direita,  subida forte até as antenas(cuidado com as abelhas,  um rapaz morreu devido ao ataque delas), com ótima visão de toda região, retornamos até rodovia asfaltada e viramos à direita e pegamos descida forte e na segunda estradinha de terra à direita viramos, sempre seguindo o Googlemaps, depois de algumas subidas e descidas chegamos na estrada de terra (Munhoz x Socorro-Sp) e viramos à direita e enfrentamos subidas fortes até entrada da cidade.  Começou descida forte em estrada asfaltada com forte calor até o centro da cidade.

4° dia - 12.01 - Sábado

Saída da pousada até o Parque dos Sonhos.

+-24 Kms em aprox. 04:30hrs Acumulado: 89 kms

Entramos na estrada Munhoz x Bueno Brandão, uns 3 quilômetros adiante viramos à esquerda  (tem placa), trecho com  descidas leves e 3 fortes descida com lindo visual de montanha. Chegamos ao parque(não entramos,  é pago e caro), e logo a seguir entramos à esquerda numa estradinha de terra morro acima, caminhamos mais alguns quilômetros, atravessamos ponte de madeira e chegamos na rodovia Socorro-Sp x Munhoz, viramos à esquerda e pegamos um monte de subidas fortes até Munhoz. Nestes dias comemos excelente Self-service à vontade por $17 por pessoa próximo a prefeitura.

5° dia - 13.01 - Domingo

Saída da pousada até caminho das cachoeiras

+-24 Kms em aprox. 04:30hrs Acumulado: 113 kms

Pegamos estrada asfaltada em frente ao Posto de abastecimento  (esquerda  da rodovia), subida forte no início, na bifurcação viramos à esquerda  (à direita vai para cachoeira espairada), continuamos subindo,  logo após descida forte,  numa casa com um lago do lado direito, viramos à esquerda numa bifurcação,  pegamos uma subida forte e longa dentro duma mata fechada,  do lado esquerdo lindo vale com uma pousada e barulho de uma cachoeira. No topo começa outra descida forte, chegamos numa bifurcação e viramos à esquerda,  caminhamos mais um quilômetro,  um senhor num fusca parou para conversar,  perguntei a ele qual caminho era mais bonito. Ele afirmou que era o caminho que viemos. O outro caminho também daria pra chegar em Munhoz,  mas, segundo ele, não era mais bonito do que o que fizemos.  Retornamos pelo mesmo caminho. Almoçamos Self-service à vontade por  $17 por pessoa, num restaurante em frente a padaria, pois o outro estava fechado.

6° dia - 14.01.2019 - Segunda-feira

Saída da pousada até reflorestamento e retorno

+-26 kms em aprox. 04:35hrs Acumulado: 138 kms

Pegamos estrada asfaltada sem acostamento(Munhoz x Extrema), depois da ponte de ferro viramos à direita e seguimos numa estrada de terra, entre retas, subidas e descidas médias até um grande reflorestamento de eucaliptos e retornamos pelo mesmo caminho. Esse foi o caminho mais fácil de todos.

Hospedagem: Pousada Serras Verdes, atrás da prefeitura, cama ótima,  tv aberta, wifi, ventilador, banheiro privado. Preço  $40 por pessoa sem café da manhã. RECOMENDO

Retornando da cachoeira dos luis 

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Amanhecendo em Munhoz, base morro das antenas 

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Mirante morro das antenas

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Caminho 

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Casarão cor de rosa antes da ponte (estrada Munhoz x Socorro-Sp)

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Estrada

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Subida forte no circuito das cachoeiras 

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Verde exuberante no caminho das cachoeiras 

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Estrada 

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Amanhecendo o dia 

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Caminho até o reflorestamento 

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No dia anterior, saímos de Munhoz de carro, pegamos rodovia asfaltada até Toledo-Mg e chegamos na rodovia Fernão Dias em Extrema, paramos para almoçar num restaurante na estrada que serve leitoa assada à vontade (acho que $20 ou 22 por pessoa). Continuamos na Fernão Dias até Cambuí-Mg, viramos à direita e pegamos estrada de terra e passamos por Consolação, pegamos rodovia asfaltada até Paraisopolis, passamos em Brazopolis e chegamos a Itajubá,  atravessamos a cidade e pegamos rodovia asfaltada até Marmelopolis. 

AQUI A MOSCA DA MONTANHA NOS PICOU E CONTAMINOU! 

MARMELOPOLIS

1° dia - 16.01.2019 - Quarta-feira

Saída de Marmelopolis e chegada ao pico do Careca e retorno à cidade. +-32 kms em aprox. 06:20hrs

A previsão do tempo informou que haveria chuva com raio depois das 11 da manhã, por isso nossa previsão era ir até a pousada Maeda e retornar à pousada em Marmelopolis. Saímos cedo, rumamos pela rua da pousada(1260msnm) até um pequeno bairro, entramos numa estradinha de terra e subimos bastante até ela terminar numa fazenda, perguntamos a um senhor que estava tirando leite dumas vacas, onde era a estrada para o Maeda, ele disse que estávamos errados. Pulamos a cerca da pousada e entramos noutra estrada de terra, subimos mais um pouco e pegamos uma descida fortíssima até um riacho,  tivemos que tirar os tênis para atravessá-lo, viramos à esquerda noutra estradinha de terra, voltando tudo que tínhamos andado. Mais alguns quilômetros chegamos num entrocamento  (reto chegaríamos ao Maeda e à direita ao Pico do Marins), como tínhamos caminhado bem forte no trecho anterior,  viramos à direita e entramos noutra estradinha de terra  (Marmelopolis x Piquete). Subida longa, uns 7 kms até a base do pico dos Marins. Conversamos com o dono da pousada que tem lá,  ele nos disse que o MORRO DO CARECA era bem próximo e que talvez não teria chuva tão cedo. Pensamos, pq não! Animamos e fomos até lá. Aqui a mosca da montanha nos picou. Ali percebemos que poderíamos subir picos mais altos, o que de fato aconteceu no transcorrer da viagem.

Até pedra do careca +-1800msnm - 03:25hrs(desde a cidade).

Pegamos estrada de terra à primeira entrada à direita vindo do camping viramos,  mais à frente atravessamos uma porteira e começa subida forte em pedras até o morro do careca. Lindíssimo visual do pico do Marins e de várias cidades do interior de São Paulo. A chuva realmente não deu as caras, descemos até a base e tomamos um cafezinho.

Retornamos até aquele entrocamento e viramos à esquerda, depois de umas casas viramos novamente à direita(estrada que teríamos que ter vindo), começou uma longa e forte subida até o topo, com lindo visual do pico dos Maris(atrás de nós) e de toda região.  Após o topo,  começa forte descida até a cidade. Almoçamos Self-service à vontade por  $18 por pessoa.

Até base(Camping) do pico dos Marins (1520msnm)- 02:45hrs - +- 12 kms. Na base tem uma pousada bem simples, 012 99799-7524, quarto simples compartilhado e um de casal,  com banho quente, sem wifi, $50 por pessoa com café da manhã e não paga estacionamento. Estacionamento  $20(pra quem não está na pousada. Preço fixo). Camping $10 por barraca. Almoço  $30 por pessoa à vontade  no fogão à lenha.

Hospedagem: Pousada Bella Vista-Marmelopolis-Mg, camas ótimas, tv aberta, wifi, banheiro privado, limpo e confortável. Preço  $60 por pessoa com ótimo café da manhã(para quem sai bem cedo, o Domingos deixa o café pronto) RECOMENDO

Amanhecendo em Marmelopolis 

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Atravessamos esse riacho

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Chegando num bairro antes da estrada que vai para a base do Marins

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Visual do imponente pico dos Marins

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Chegando à base do Marins, estaionamento + restaurante + hospedagem simples 

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Subida forte com muito barro, devido às chuvas da noite anterior

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Chegada ao Morro do careca e o Marins à nossa frente - lindo que depois de alguns dias tivemos a maior felicidade em subir. INCRÍVEL 

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Retorno sobre as pedras escorregadias e íngremes 

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MARMELOPOLIS

2° DIA - 17.01.2019 - Quinta-feira Saída pousada e chegada ao mirante São Pedro(antes pico Marinzinho) e retorno à cidade

+-25 kms em aprox. 06:20hrs Acumulado: 67 kms

Pegamos a mesma rua do dia anterior, chegamos ao bairro e entramos à esquerda,  certo desta vez, mais à frente tem que entrar à esquerda num pequeno trecho de bloquete de cimento, depois começa subida forte, após mescla subidas e descidas leves, lindo amanhecer emoldurado pelo complexo do Pico dos Marins, depois começa descida fortíssima até um bairro rural, viramos à esquerda e mais à frente, seguindo orientação das placas, entramos à direita e começamos a subir de novo até a pousada do Djalma (01:35hrs até Pousada do Djalma (+-8kms) - 1340msnm

Depois pegamos um atalho na pousada e logo chegamos numa estradinha de terra, viramos à direita e começou subida forte até um portal  (1550msnm - 02:06 hrs) Viramos à direita e pegamos trilha (o certo é chegar no portal e seguir reto)  com muita sombra pela encosta da montanha,  chegamos numa bifurcação e viramos à esquerda  (à direita vai pra Marinzinho) 02:36hrs, pegamos trilha bem demarcada na encosta da montanha,  pouco à frente tem uma ótima mina d'agua (1760msnm),  seguimos pela mesma trilha sempre subindo até a pedra montada 02:49hrs - 1863msnm. Nossa intenção neste dia era somente conhecer a pedra montada e retornar à cidade, mas a curiosidade prevaleceu. Continuamos a trilha subindo dentro da mata, minha parceira resolveu não  ir ate o mirante,  tive que subir nas pedras por umas cordas, fui até o Mirante São Pedro  (03:30hrs - 2135msnm). No mirante tem uma visão legal de toda região, e do Marinzinho, ali me despertou a curiosidade de subir o Marinzinho, pois cheguei bem perto. Desci e encontrei minha parceira,  dessa vez não passamos pela pedra montada, seguimos reto.

Retornamos quase pelo mesmo caminho, começou a trovejar e o tempo fechou,  tivemos que apertar o paso e chegamos rapidamente ao centro da cidade e comemos o mesmo Self-service à vontade por $18 por pessoa à vontade

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Tempo fresco com muitas nuvens no amanhecer em Marmelopolis 

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Lindo visual dos Marins

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Subidas fortes antes portal

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Visão da pedra montada no meio da mata

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Dá para servir de refúgio numa tempestade,  vimos foqueira apagada

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Pedra montada de perto

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Minha parceira não subiu comigo até o mirante, mas vai subir no outro dia 

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Lindo visual 

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Retorno - trecho de mata

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Em 10/03/2019 em 18:48, casal100 disse:

Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos  mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores  (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses, com certeza caminhamos mais de 800 quilômetros. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos,  não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo.

O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! 

E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas  e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras,  e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem,  para nossa sorte desistimos em cima da hora.

LOCAIS VISITADOS:

Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo)

Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos)

São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro)

Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho)

Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras)

Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada)

PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas)

São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros)

Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas)

Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi)

Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale.

Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão)

Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro  (base e mirante)

Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado,  parte travessia Lapinha x Tabuleiro)

Brumadinho - Mg(Inhotim)

PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto)

Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins)

Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima.

As surpresas da viagem:

Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó

A decepção:

Carrancas-Mg  (É até bonito, mas comparado com outras regiões do estado de Minas Gerais, fica muito aquém).

@casal100, Mamamia, não dá para acompanhar vocês. Se escolhessemos 20 montanhas/picos, vocês estariam nas últimas e eu ainda tentando a primeira.

  • kkkkkkk 1

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PRIMEIRO PICO: MARINZINHO

MARMELOPOLIS 

A PRIMEIRA PERIPÉCIA DA VIAGEM

Para os montanhistas experientes o pico do Marinzinho é fácil,  não há grandes paredões,  bem sinalizado, mas para nós,  marinheiros de primeira viagem, tínhamos receio de subir sozinhos, têm  cordas em alguns trechos, até pensamos em contratar um guia. No final decidimos que iríamos até onde desse,  se porventura ficasse muito perigoso voltaríamos e, em outra oportunidade, faríamos. Segurança em primeiro lugar! No dia anterior atiçou a curiosidade de subir o Pico do Marinzinho(estive bem perto dele). Tive que convencer minha esposa que dava para fazer(ontem ela ficou com receio de subir nas pedras através das cordas), normal para uma pessoa que tem (ou tinha) medo de altura. Resumo da história: ela foi e venceu seus medos (e os meus também, imagina se ela desse um piripaque no topo e não conseguíssemos descer, helicóptero é muito caro, acho que estaríamos lá até hoje..kkkk). Foi um dia muito feliz para nós dois. Consegui uma parceira para minhas futuras peripécias. O problema maior foi que neste período quase ninguém sobe devido ao tempo instável  (muita chuva ), só estávamos nós dois no trecho,  se desse algum problema estaríamos em apuros,  por isso tivemos cuidados redobrados. A sinalização estava bem visível  (o sr Maeda faz um ótimo trabalho de conservação das trilhas ), nas partes mais complicadas tem cordas para facilitar a subida /descida,  com técnicas básicas, conseguimos fazer sem grandes dificuldades. A visão lá de cima é um show à parte.

 

3° dia - 18.01.2019 - Sexta-feira

Saída da pousada Bela vista(Marmelopolis) de carro e chegada a pousada do Djalma(base do Marinzinho). Subida ao Marinzinho e retorno à pousada do Djalma(1330msnm)

+-14 kms em aprox. 06:07Hrs Acumulado: 81 kms

Acordamos antes das 05 da manhã, gentilmente o Domingos deixou excelente café da manhã pronto no dia anterior.  Pegamos o carro e seguimos até a pousada do Djalma  (20 minutos ), deixamos nossas coisas no chalé, e partimos rapidamente  (06:05hrs), tempo bem fresco sem nenhuma nuvem no céu  (a previsão para o dia, era de muita chuva após as 13 horas,  por isso saímos cedo e apertamos o passo).

O trecho até portal é em estrada de terra com subidas fortes, depois mescla estradinha de terra com trilhas com muita sombra, sempre morro acima até um pouco antes do mirante São Pedro(tem duas cordas antes de chegar). Foi até onde chegamos no dia anterior. Após o mirante São Pedro pegamos trecho com muita pedra, alguns lugares tem cordas para ajudar, muito íngreme e escorregadia.  Chegamos no topo achando que era ali, não era,  descemos mais um pouco e subimos em pedras até o Marinzinho(2.432 msnm - 03:22hrs), sol forte no início mas umas nuvens deu uma amenizada. Lindíssimo visual em 360° de várias montanhas e picos, do estado de São Paulo e Minas Gerais,  vimos várias cidades dos 2 estados. A volta foi bem  tranquila, tempo encoberto e com algumas nuvens negras sinalizava chuva. Quase minha esposa pisou numa cobra venenosa, que estava passando pela estrada antes do portal, passado o susto, tiramos algumas foto da cobra e ela ficou lá no mesmo lugar.

Ida: Até portal 35 minutos. Até entrada pedra montada: 01:07 hrs Até mirante São Pedro: 01:57hrs Até Marinzinho: 03:22hrs

Volta:  Mirante São Pedro: 04:30hrs Até entrada pedra montada: 05:11hrs Até portal: 05:33hrs Até pousada: 06:07Hrs

Hospedagem: Pousada do Djalma,  base do Marinzinho, camas boas, banheiro privado, limpo. Preço  $60 por pessoa com café da manhã. Obs.: Serve almoço simples $25 por pessoa à vontade

Ela chegou com facilidade ao mirante 

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Subida bem forte em pedras

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Subida com auxílio de corda

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Idem

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Outra subida forte 

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Mais subida com auxílio de corda

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Fenomenal visual do pico dos Marins

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Uma pose para foto

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Por muito pouco minha parceira não pisou nesta cobra,  se é venenosa eu não sei,  só sei que foi um baita surto 

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Chegada a pousada do Djalma

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    • Por Matheus Giampaoli
      Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb)

      Roteiro que pensei 21 dias 

          1º Dia 7h00
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      Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
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      Integrantes
       
      *Pedrão do Brasil
       
      *Luciano
       
      *Mauro
       
      *Leila
       
      *Daniela
       
      *Dianna
       
      *Álisson
       
      *Vanessa
       
      *Talles
       
      *Fernando
       
      *Camila
       
      *Rafael
       
      *David
       
      *Ana
       
       
       
      Saída de Vitoria no dia 21 de Fevereiro de 2019. Chega em Belo Horizonte as 15:00 hs.
      Ida para o Lá em Casa Hostel no Bairro Santa Tereza.
       
       
      Dia 22 inicio da trip.
      1º dia
      Saímos de Belo Horizonte as 05:00  hs numa Van e chegamos em Alto Palácio as 08:00 hs. e fomos direto para o portal de Alto Palácio.
      Fizemos Chek-in e partimos para iniciar logo a trilha pois não sabíamos o que nos aguardava.
      Logo atingimos os campos de altitude da trilha.
      Logo atingimos umas Pedras onde tem umas Pinturas Rupestres
      Passamos na Cachoeira do Espelho, Travessão, e a partir dai uma subida tensa e frenética, logo a frente uma descida longa e atingimos a Casa de tábua, nosso primeiro Camping, que por sinal foi muito bom
      Inicio 08:30 hs
      Término 18:00 hs
      18 km.  
       
       
      Os Campos Rupestres
      Grande parte da trilha passa pelos campos rupestres, que são uma das fitofisionomias mais significativas do Parque, correspondendo a 84% do seu território (Mata Atlântica 8%; Cerrado 8%). Sua diversidade é conhecida em todo o mundo, com mais de 1500 espécies de plantas descritas. A necessidade de se assegurar tamanha riqueza foi um dos motivos que levaram à criação do Parque Nacional da Serra do Cipó. Além da riqueza da fauna e da flora existentes nos Campos Rupestres, as formações rochosas e seus arranjos na paisagem são um espetáculo à parte. As rochas, em grande parte formadas por uma matriz de Quartzito.
      O trecho entre os abrigos (cerca de 12 Km) é o de maior dificuldade do roteiro. Também é o trecho que passa pelas maiores altitudes de toda trilha, cerca de 1660 metros.
      Dia 23
       
      2º dia.
      Saída da Casa de tábua as 08:30 hs
      Percorremos uma subida interminável  e atingimos de novo os pampas das Minas Gerais, onde se tem uma visão do Infinito maravilhosa.
      Inicia-se uma descida a qual se atinge uma baixada exuberante.
      Cagada a Casa de Currais, local que mais parece um Resort em meio aos pampas e florestas no serrado da serra do cipó
       
       
      Inicio 08:30
      Termino as 16:00.
      13 km
       
       
       
       
      Dia 24
       
      3º dia
       
      Saída do Acampamento (Resort) Casa de Currais e encara-se uma subida boa e logo de novo atinge os pampas do serrado.
      Em seguida inicia se uma descida e logo se avista a Serra dos Alves
       
      Descendo mais ainda chega-se no mirante do Vale da Serra dos Alves.
      Logo se chega em meio a uma construção que foi abandonada após criação do Parque.
      Logos abaixo segue por uma Trilha a Direita e chega na Cachoeira da Luci, que por sinal é muito bonita.
      Nos banhamos e partimos para a Cachoeira dos Cristais, para mim a mais bonita de toda Trilha.
      Nos banhamos e partimos para a tão chegada ao Povoado da Serra dos Alves.
      A descida é bem Ingreme e logo abaixo da para se ver a Antiga Pousada da Luci.
       
      Continuamos descendo agora em uma estrada de terra batida até atingir o rio e Transpor a Ponte Móvel, onde algumas pessoas arregraram e forma por dentro do rio com medo. Kkkkk.
      Cânion Boca da Serra onde fica inserido as cachoeiras do final da trilha
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 16:30 hs.
      14 km
       
       
      “As travessias são uma das mais claras vocações do Parque Nacional da Serra do Cipó, já praticadas muito antes da criação do Parque, sendo, na realidade, uma das práticas que levou à sua criação. “
      FAÇA A SUA RESERVA Procedimentos para solicitar a reserva e obter a autorização para a travessia IMPORTANTE: as vagas para a Travessia são limitadas a 30 pessoas por roteiro por dia. 1-Entre em contato com o Parque Parque Nacional da Serra do Cipó Rodovia MG 010, Km 97, Distrito da Serra do Cipó Santana do Riacho-Minas Gerais CEP 35847-000 [email protected]


























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    • Por sirhc
      Resolvi compartilhar esse relato do nosso pequeno passeio porque muitas pessoas não conhecem a pequena Cachoeira do Monjolinho, localizada logo à entrada da cidade.
      As cachoeiras mais famosas são a Dos Amores, Toldi, Tobogã e Poção.
      DOMINGO, 27/01/2019, 9:00AM
      Fomos de bicicleta. A trilha começa na entrada da cidade, saindo da rodovia e pegando uma estrada de terra, com uma porteira.
      A estradinha passa por um terreno particular, então não recomendo entrar de carro
      Em 10 minutos já avistamos a Pedra do Monjolinho e chegamos à cachoeirinha.
      Há três "piscinas" e há uma trilha subindo a cachoeira, por dentro da água, que não fizemos mas ficará para a próxima!
      No mapa abaixo, a localização aproximada:










    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.


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